Autor: Leandro Amorim

  • Knicks x Cavs: Jogo 3 pode ser decisivo na briga pelo título

    Knicks x Cavs: Jogo 3 pode ser decisivo na briga pelo título

    Cara, que série está sendo essa entre Knicks e Cavaliers! Os caras de Nova York chegaram em Cleveland com 2-0 na bagagem, mas sabemos que no playoff da NBA nada tá garantido até o último segundo.

    O primeiro jogo foi absolutamente insano. Os Cavs abriram 22 pontos de vantagem no primeiro tempo — eu já tava vendo o Donovan Mitchell carregando o piano sozinho — mas aí o Jalen Brunson simplesmente virou o Neo do Matrix e protagonizou uma das maiores viradas da história dos playoffs. O cara meteu uma clínica de arremesso que vai ficar marcada pra sempre.

    Brunson mudou o jogo no segundo duelo

    Já o segundo jogo foi completamente diferente. Brunson deixou o show de pontuação de lado e resolveu destruir Cleveland com passes precisos e paciência. O cara tava jogando como um general de guerra, dissecando cada jogada dos Cavs.

    E o Josh Hart? Monstro! Cinco bolas de três que pareceram dez para a torcida de Cleveland. Quando o cara tá quente assim, não tem defesa que segure. O Karl-Anthony Towns também fez a sua parte com 18 pontos eficientes, mesmo tomando porrada o jogo inteiro.

    Mas quem tá me impressionando mesmo é o Mikal Bridges. Lembram quando todo mundo criticou a trade que trouxe ele pros Knicks? Pois é, o cara tá calando muita boca nestes playoffs. Defendendo como se a vida dependesse disso e jogando com uma confiança que a gente não via há tempos.

    Cleveland precisa acordar em casa

    Agora os Cavs voltam pra casa depois de oito dias. Tão cansados? Com certeza. Mas também tão desesperados, porque sabem que uma derrota hoje praticamente sela o caixão da temporada.

    A dupla Evan Mobley e Jarrett Allen precisa aparecer muito mais. Os caras de banco como Dean Wade e Max Strus também têm que contribuir, porque só o Mitchell não vai conseguir carregar esse time nas costas até as finais.

    Sinceramente? Eu acho que os Knicks tão com a faca e o queijo na mão. A equipe parece focada em cada jogada, tratando cada jogo como se fosse o último. E depois de décadas de sofrimento, eles sabem que oportunidades assim não aparecem todo dia.

    Vocês acham que Cleveland consegue reagir em casa ou os Knicks vão abrir 3-0 e praticamente selar a vaga nas finais? Uma coisa é certa: vai ser mais um jogaço nessa série que tá sendo puro entretenimento!

  • Baylor Scheierman e a arte de ser útil: o rookie que virou peça importante

    Baylor Scheierman e a arte de ser útil: o rookie que virou peça importante

    Olha, vou ser honesto com vocês: eu não acreditava muito no Baylor Scheierman no começo da temporada. E não era nem descrença, sabe? Era mais uma questão de não saber onde enfiar o cara.

    Com a maioria dos jogadores, mesmo os imperfeitos, seu cérebro consegue colar uma etiqueta rapidinho. Jordan Walsh é aquela ala caótica e comprida. Hugo González é pura energia defensiva. Sam Hauser é o cara dos arremessos de 3. Mas o Baylor? Cara, o cara não me dava essa facilidade.

    A evolução que ninguém viu chegando

    Scheierman chegou na temporada com aquele brilho da Summer League, um cabelo despenteado que gerou muito hate nas redes sociais, e um jogo que mudava de forma dependendo da posse de bola. Às vezes parecia um arremessador. Outras vezes, um stopper defensivo. Na maioria do tempo, parecia alguém que tinha sido jogado num jogo da NBA depois de passar a tarde jogando no campinho da esquina.

    Mas sabe o que aconteceu? No final da temporada, essa falta de um rótulo limpo parou de ser um problema e virou justamente o ponto forte dele.

    Os números da temporada não são de outro mundo: 5.5 pontos, 3.5 rebotes e 1.5 assistências em 18.6 minutos por jogo. Mas a evolução conta a história real.

    Como rookie na temporada 24-25, ele converteu 35.5% dos arremessos de quadra e apenas 31.7% das bolas de três. Nesta temporada? Saltou para 45.3% e 39.9%, respectivamente. O true shooting dele subiu de 49.0 para 61.6. Os minutos foram de 12.4 para 18.6 por jogo.

    O crescimento constante que impressiona

    A melhora não chegou de uma vez só, foi mais como uma torneira pingando ao longo da temporada. 10 pontos e 13 rebotes barulhentos contra os Knicks em 8 de fevereiro (desculpa por ter que mencionar esses caras). Outro double-double com 16 pontos e 10 rebotes contra os Cavs em 8 de março. E o ponto alto: 30 pontos na última partida da temporada regular numa vitória gostosa do banco contra o Magic.

    Na entrevista de saída, Scheierman descreveu sua temporada como “um nível constante de crescimento durante todo o ano”. Parece chato? Talvez. Mas é provavelmente a maneira mais precisa de descrever o que realmente aconteceu.

    O cara simplesmente foi ficando mais confortável até os Celtics estarem usando ele em jogos importantes e ninguém mais questionando. E isso importa porque o jogo do Scheierman pode ser meio arriscado – ele joga com uma confiança que às vezes chega antes da justificativa. Eu respeito. Eu temo. Entendo por que o Joe Mazzulla às vezes parece estar fazendo conta de dividir na cabeça antes de colocar o Baylor em quadra.

    Confiança conquistada na marra

    O engraçado é que os Celtics começaram a confiar nele também. Depois que Scheierman fraturou o polegar, toda a sua comemoração se resumia a um bom e velho joinha. Olhando pra trás, tem algo perfeito nisso. A temporada do Baylor não foi especialmente barulhenta. Não foi suave o suficiente para ser entediante nem explosiva o suficiente para ser óbvia.

    Simplesmente continuou mandando um joinha até você finalmente ter que reconhecer que a jogada estava funcionando.

    E aí, vocês acham que ele consegue manter esse crescimento na próxima temporada? Sinceramente, acho que o cara encontrou seu lugar no time. Não como uma estrela, mas como aquela peça útil que todo time campeão precisa ter.

  • KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    KAT e Bridges: Knicks tem que jogar ‘desesperados’ mesmo liderando 2-0

    Olha, eu não sei vocês, mas quando você tá liderando 2-0 numa final de conferência, a última coisa que deveria estar fazendo é falando em jogar “desesperado”. Mas é exatamente isso que Karl-Anthony Towns e Mikal Bridges estão pregando antes do jogo 3 contra o Cleveland.

    “A gente tem que executar num nível alto, ter aquele desespero que tivemos contra Philly e Atlanta”, disse o KAT. “Obviamente, a gente só precisa acertar os arremessos.”

    E o Bridges completou: “Temos que continuar jogando desesperados. Eu sei que é mais fácil pro time que tá perdendo de 0-2 jogar mais desesperado, mas não podemos ser nós. Continuar fazendo o que estamos fazendo. Todos os playoffs, mantendo o desespero independente da situação. Pra gente, é 0-0.”

    A verdade por trás dos 27 pontos de vantagem

    Sinceramente? Eles têm razão em estar preocupados. Por mais que o New York tenha vencido os dois primeiros jogos por uma margem combinada de 27 pontos, os jogos foram muito mais apertados do que parece no papel.

    No jogo 1, cara, eles estavam perdendo de 22 pontos no último quarto! Foi o Jalen Brunson que virou completamente monstro, fez uma sequência absurda e forçou a prorrogação pra roubar a vitória. No jogo 2, começaram perdendo de novo no primeiro quarto, mas dominaram completamente o segundo e terceiro períodos.

    É aquela coisa: placar mente, mas quem acompanha sabe que Cleveland tá longe de estar morto nessa série.

    KAT virou facilitador e tá adorando

    Uma parada que eu achei interessante é como o papel do Towns mudou ao longo dos playoffs. Contra Atlanta e Philadelphia, ele virou praticamente um armador — média de 8,6 assistências nos últimos três jogos contra os Hawks, 7,5 por jogo na varredura contra os Sixers.

    Mas agora contra Cleveland, que tem mais tamanho pra marcar ele, o Brunson voltou a comandar a ofensiva (14 assistências no jogo 2, imaginem!). E o KAT? Tá de boa com isso.

    “Sempre disse que estou disposto a me sacrificar e fazer o que for preciso pra impactar as vitórias”, falou Towns. “Essa é a benção do nosso grupo. Temos várias maneiras e sistemas que podemos usar pra conseguir a vitória.”

    Olha, eu acho isso aí fundamental. Time que quer chegar longe precisa ter essa versatilidade, essa falta de ego. E pelos playoffs do Knicks até agora, parece que eles encontraram essa fórmula.

    Vocês acham que essa mentalidade de “desespero” mesmo liderando vai funcionar? Ou pode acabar virando ansiedade demais? O jogo 3 é hoje às 21h, em Cleveland, e pode definir muito do rumo dessa série.

  • Bridges ressurge e leva os Knicks perto das finais da NBA

    Bridges ressurge e leva os Knicks perto das finais da NBA

    Cara, eu preciso falar sobre o Mikal Bridges. O cara simplesmente acordou na hora certa e tá carregando os Knicks rumo às finais da NBA. E olha que há um mês atrás eu tava aqui duvidando se ele justificava toda aquela troca maluca que o time fez.

    Na conferência pós-jogo, depois de ver o Josh Hart acertar cinco bolas de três e colocar os Knicks em vantagem de 2-0 nas finais do Leste, o Bridges falou uma coisa que me chamou atenção: “É questão de mentalidade forte. Continuar confiando no seu jogo, no seu trabalho”.

    A pressão do negócio da década

    Vocês lembram da negociação né? Os Knicks praticamente hipotecaram o futuro pra tirar o Bridges do Brooklyn. Foram picks de primeira rodada de 2025, 2027, 2029 e 2031, mais outro pick de 2025, uma troca em 2028 e ainda uma segunda rodada. E depois ainda deram 150 milhões de extensão pra ele.

    Quando o cara não tá jogando bem, a torcida fica pistola. É natural. Mas o Bridges é tipo aquele jogador que quando tá funcionando, ninguém percebe muito – ele só faz o trabalho sujo, marca os caras mais perigosos, corre como um desgramado na transição e acerta os arremessos de canto.

    O momento da virada

    Sinceramente, eu não esperava que ele ia ressurgir assim nos playoffs. A temporada regular dele foi meio morna – 14,4 pontos por jogo, números mais baixos desde os tempos de Phoenix quando ele era a quarta opção. E ele tava evitando muito o contato, quase não indo pra linha de lance livre.

    Mas playoffs é outra história, né? O cara simplesmente entendeu que era agora ou nunca. E tá respondendo à pressão de uma forma absurda.

    O mais impressionante é como ele consegue impactar sem necessariamente aparecer nas estatísticas malucas. Ele não vai fazer 35 pontos como o Brunson ou pegar 15 rebotes como o Towns, mas quando você vê o jogo, percebe que ele tá em tudo.

    Rumo às finais?

    Com essa vantagem de 2-0 sobre Cleveland, os Knicks tão com um pé nas finais da NBA. E muito disso tem o dedo do Bridges. O cara simplesmente decidiu que não ia deixar aquela troca virar piada na internet.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fechar a série? Porque se conseguirem, vai ser em grande parte por causa desse ressurgimento do Bridges na hora H. O cara pode não ser o astro principal, mas tá sendo o sexto homem perfeito quando mais precisam dele.

  • Knicks podem carimbar vaga na Final contra Cavs hoje

    Knicks podem carimbar vaga na Final contra Cavs hoje

    Mano, que série insana estamos acompanhando! Os New York Knicks estão a UMA vitória de garantir vaga na Final da NBA depois de abrir 2-0 na série contra o Cleveland Cavaliers. E hoje à noite, jogando em Cleveland, eles podem praticamente selar o negócio.

    Sinceramente? Eu não esperava que os Knicks chegassem tão longe quando a temporada começou. Mas olha só o que esses caras fizeram: ganharam os dois primeiros jogos em casa de forma convincente — 115-104 na prorrogação no Jogo 1 e uma surra de 109-93 no Jogo 2.

    O desafio em Cleveland

    Agora vem a parte mais difícil. Jogar fora de casa nas finais de conferência é outro nível de pressão, e o Cavaliers certamente não vai entregar os pontos de graça. As casas de apostas colocam Cleveland como favorito por 2.5 pontos — o que faz todo sentido considerando o fator casa.

    A questão é: os Knicks conseguem manter essa pegada que vem mostrando? Porque uma coisa é ganhar em casa com a torcida empurrando, outra é fazer isso no território inimigo com 20 mil pessoas gritando contra você.

    Onde assistir ao jogaço

    O jogo rola hoje (sábado, 23 de maio) às 21h no horário de Brasília, transmitido pela ABC nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, quem tem NBA League Pass consegue acompanhar tudo ao vivo.

    O over/under está em 214.5 pontos — um número interessante considerando que o Jogo 1 teve 219 pontos total (contando a prorrogação) e o Jogo 2 ficou em 202. Na minha visão, com a pressão toda em Cleveland, pode ser um jogo mais truncado mesmo.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem fazer 3-0 ou os Cavaliers vão reagir em casa? Eu tô torcendo por um Jogo 4 pelo menos — essa série tá boa demais pra acabar hoje!

  • Thunder com dor de cabeça: Mitchell fora, Williams incerto pro Jogo 4

    Thunder com dor de cabeça: Mitchell fora, Williams incerto pro Jogo 4

    Olha, a situação do Thunder tá ficando complicada mesmo. Ajay Mitchell foi cortado oficialmente do Jogo 4 das finais da Conferência Oeste contra o Spurs, e Jalen Williams segue como incerto. Duas peças importantes que fazem falta nesse momento decisivo.

    Mitchell vem sendo uma peça fundamental nessa caminhada dos playoffs — cara começou em sete dos 11 jogos até agora, substituindo justamente o Williams no quinteto titular. E não é qualquer um não, hein? Terminou em quinto lugar na votação para Sexto Homem do Ano. Isso mostra o quanto ele cresceu nessa temporada.

    Lesão na pior hora possível

    Na sexta-feira, Mitchell teve sua pior performance nos playoffs. Apenas dois pontos e uma assistência em 17 minutos. Agora descobrimos o porquê: uma distensão no sóleo direito. Que timing ruim, cara!

    A questão é que o Thunder dependia muito dele pra manter o ritmo ofensivo saindo do banco. Com Williams machucado, Mitchell virou peça-chave no esquema do coach Mark Daigneault.

    Williams pode voltar?

    Agora sobre o Jalen Williams — ele tá listado como “questionável” com uma lesão no tendão da coxa esquerda. Sinceramente, acho que o Thunder vai forçar a volta dele, porque sem os dois a situação fica muito complicada.

    Williams já teve uma temporada regular conturbada, jogando apenas 33 partidas depois de uma cirurgia no pulso direito na offseason. E agora essa lesão na coxa que o tirou de seis jogos desde a primeira rodada contra o Suns.

    O que vocês acham? Vale arriscar colocar Williams em quadra não 100% ou é melhor preservar pro resto da série? Porque uma coisa é certa: contra o Spurs do Wembanyama, toda ajuda é bem-vinda.

    O Jogo 4 é hoje às 21h (horário de Brasília), e vai passar na NBC. Momento crucial pra série — Thunder precisa se impor em casa e não pode dar bobeira com essas baixas no elenco.

  • Rockets de olho no Kyrie Irving? Essa pode ser a jogada do ano

    Rockets de olho no Kyrie Irving? Essa pode ser a jogada do ano

    Olha, eu não esperava essa — mas parece que o Houston Rockets tá mesmo interessado no Kyrie Irving. E sinceramente? Faz todo sentido quando você para pra pensar.

    A situação é a seguinte: Dallas tá numa reconstrução total pós-Luka Dončić, e o Kyrie, que vai fazer 35 anos no final da próxima temporada, pode não querer ficar por lá assistindo um rebuild. Os Mavs acabaram de demitir o Jason Kidd e trouxeram o Masai Ujiri como vice-presidente — ou seja, mudança geral.

    Por que faz sentido pro Rockets?

    Cara, vamos ser honestos: Houston precisa DESESPERADAMENTE de arremesso de três pontos. A temporada passada foi um sofrimento matemático — só 31,5 tentativas de três por jogo. É pouco demais pra competir hoje em dia.

    Fred VanVleet tá voltando de uma lesão no ligamento cruzado, e embora ele não seja conhecido pelos voos (risos), qualquer regressão dele seria um problemão. E olha que ele e Reed Sheppard são basicamente nossos únicos caras respeitados de longa distância.

    Kyrie, quando jogou por último em 2024-25, meteu 24,7 pontos por jogo com 40,1% do perímetro em 7,2 tentativas. Monstro. Foi All-Star de novo, mesmo aos 33 anos.

    Mas e a matemática dos contratos?

    Aqui que a coisa complica (e muito). Kyrie tem $39,5 milhões garantidos na próxima temporada, mais uma opção de jogador de $42 milhões em 2027-28. Houston tá no primeiro apron salarial, Dallas no segundo — isso dificulta tudo.

    Sem contar que Fred VanVleet tem uma cláusula de não-troca praticamente intocável. Como diabos você encaixa as peças desse quebra-cabeça?

    E vamos combinar — Kyrie vem de uma lesão no ligamento cruzado também. Dois caras principais voltando de LCA? É arriscado pra caramba.

    Vale a pena apostar?

    Na minha opinião? Depende do pacote. Se Houston conseguir manter Amen Thompson e Tari Eason (que precisam de extensões de contrato), pode ser uma jogada interessante. Kyrie ainda joga muito, e seria a peça que faltava pro ataque dos Rockets decolar.

    Mas sinceramente, eu tenho um pé atrás. O cara tem 35 anos, vem de lesão grave, e tem aquela fama de… bem, vocês sabem. Drama.

    E aí, o que vocês acham? Kyrie no Rockets seria genial ou desastre anunciado? Como vocês fariam essa troca funcionar nos contratos?

  • Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Gente, que susto foi esse? Donovan Mitchell simplesmente saiu de quadra no meio do segundo quarto do Jogo 3 das finais da Conferência Leste e foi direto pro vestiário. Meu coração quase parou.

    As câmeras da ESPN flagraram o cara caminhando em direção aos vestiários e, cara, todo mundo já pensou o pior. Ainda mais numa série decisiva contra os Knicks — imagina perder o Mitchell justamente agora?

    O alívio veio rápido

    Mas olha, graças a Deus foi só um susto. A própria ESPN reportou depois que ele não estava acompanhado de nenhum médico ou fisioterapeuta, o que já era um bom sinal. E realmente, em poucos minutos o monstro voltou pro banco e ainda entrou em quadra antes do final do segundo quarto.

    Sinceramente? Provavelmente foi só uma necessidade fisiológica mesmo, sabe como é. Ou quem sabe ajustar alguma coisa no equipamento. Mas no calor do momento, com a tensão dos playoffs, qualquer movimento estranho do seu craque já deixa todo mundo em pânico.

    Por que esse susto mexe tanto com a gente?

    É que o Mitchell tem sido absolutamente fundamental pra essa campanha dos Cavaliers. O cara tá carregando o time nas costas, e perder ele numa série contra os Knicks seria praticamente o fim das pretensões de título de Cleveland.

    Vocês viram como a torcida ficou? O pessoal do Twitter já tava entrando em desespero coletivo. E eu não culpo ninguém — quando você vê seu astro sumindo no vestiário no meio de um jogo decisivo, o coração dispara mesmo.

    No final das contas, foi só mais um daqueles momentos que fazem os playoffs da NBA serem tão intensos. Todo detalhe importa, cada segundo conta, e qualquer coisa fora do normal vira notícia na hora.

  • Thunder perde Mitchell para jogo decisivo contra Spurs

    Thunder perde Mitchell para jogo decisivo contra Spurs

    Cara, quando tudo parecia estar se encaixando pro Thunder, vem essa notícia pra complicar as coisas. Ajay Mitchell foi cortado do Jogo 4 contra os Spurs por causa de uma lesão na panturrilha direita. E olha que o cara saiu mais cedo do Jogo 3 na sexta — já dava pra sentir que tinha algo errado.

    O timing não poderia ser pior, sinceramente. O Thunder tá liderando a série por 2-1 nas finais da Conferência Oeste, mas agora vai ter que lidar com mais um buraco no elenco. Lembram que Jalen Williams já tava fora do Jogo 3 por causa de uma lesão no posterior? Pois é, agora Mitchell também tá machucado.

    O banco salvou a pátria no Jogo 3

    A boa notícia é que o banco do OKC mostrou que tem potencial pra resolver as paradas quando precisa. 76 pontos dos reservas no Jogo 3 — isso é monstruoso, gente. McCain, Caruso e Cason Wallace todos jogaram pelo menos 24 minutos e fizeram a diferença.

    Mas perder Mitchell dói mesmo assim. O garoto terminou em quinto lugar na votação pro Sexto Homem do Ano, e não é à toa. Nos seis jogos que o Thunder jogou sem Williams nas duas rodadas anteriores, Mitchell teve média de 21.2 pontos e 5.3 assistências. Números de titular, né?

    Quem assume a vaga?

    A pergunta que não quer calar: quem vai começar no Jogo 4? As opções não faltam, mas cada uma tem seu estilo. Caruso é aquele cara experiente que sabe jogar nos playoffs, McCain tem essa fome de jovem, e Wallace… bom, o cara é sólido dos dois lados da quadra.

    Jalen Williams ainda tá listado como questionável — o que significa que pode pintar ou não. Se ele voltar, resolve muito dos problemas do Thunder. Se não vier… aí a coisa fica mais complicada mesmo.

    O Jogo 4 rola domingo às 22h (horário de Brasília), e vocês podem apostar que vai ser tenso. Thunder com 2-1 na série, Spurs lutando pra empatar em casa… e agora com essas baixas do OKC. Vai ser interessante ver como o time se adapta. Às vezes essas situações adversas tiram o melhor dos jogadores, não acham?

  • Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cavaliers insistem no ‘processo’ mesmo perdendo por 2-0 para os Knicks

    Cara, tem coisa mais frustrante no basquete do que um time que erra tudo e fica falando que “o processo estava certo”? Porque é exatamente isso que tá rolando com o Cleveland Cavaliers nas finais da Conferência Leste.

    Olha só a situação: depois de entregar uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo e perder o segundo por 109-93 (errando 26 de 35 arremessos de três!), TODO MUNDO do Cavs saiu repetindo a mesma ladainha sobre “processo”.

    O mantra do “processo”

    Técnico Kenny Atkinson? “Nosso processo estava certo, só não foi uma boa noite de arremesso.” James Harden? “Apenas não acertamos os chutes.” Donovan Mitchell? “Nosso processo estava certo.” Jarrett Allen? “Vocês vão ouvir isso várias vezes: o processo estava certo.”

    Mano, até parece disco riscado! E o mais engraçado é que os Knicks colocaram um outdoor gigante no Madison Square Garden zoando exatamente isso — uma propaganda do Nike com o Jalen Brunson e a frase “TOO MUCH TO PROCESS” (processo demais).

    Sinceramente, eu entendo a lógica deles. No segundo jogo, Cleveland teve 2 de 12 em arremessos “abertos” de três pontos e 6 de 19 nos “completamente abertos”. São chutes que normalmente eles acertam, né? Sam Merrill e Max Strus são atiradores elite que não devem repetir esse 1 de 11 de três tão cedo.

    Mas será que é só isso mesmo?

    O problema é que existe uma linha tênue entre confiar no processo e ser teimoso demais. O próprio Atkinson admitiu que “existe um ponto onde você tem que dizer ‘ok, os números não significam tanto agora, precisamos fazer algo diferente’”.

    Josh Hart, dos Knicks, mandou uma frase que eu achei genial sobre análises: “Em certo ponto, elas são como um poste para um bêbado: você pode se apoiar nelas, mas elas não vão te levar pra casa.”

    E aí, vocês acham que Cleveland tá certo em manter a fé no processo ou deveria mudar alguma coisa? Porque olhando de fora, parece que os Knicks encontraram a receita para parar esse ataque. Brunson tá comandando o show em Nova York, e se o Cavs continuar errando chutes abertos, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imaginou.

    Jogo 3 é em Cleveland no sábado. Vamos ver se o “processo” finalmente funciona ou se os Knicks vão pra cima de 3-0.