Autor: Leandro Amorim

  • Knicks a uma vitória das Finals — coisa que não rola desde 99!

    Knicks a uma vitória das Finals — coisa que não rola desde 99!

    Gente, eu tô quase não acreditando no que tô vendo. Os New York Knicks estão literalmente a UMA vitória de chegar nas Finals da NBA. Uma. E olha que a última vez que eles chegaram lá foi em 1999 — ou seja, tem uma galera que nem tinha nascido!

    Ontem à noite foi mais uma demonstração de força total: 121 a 108 nos Cleveland Cavaliers, com Jalen Brunson mandando 30 pontos e Mikal Bridges colaborando com 22. O mais impressionante? Eles lideraram o jogo INTEIRO. Do primeiro ao último segundo.

    Uma máquina de fazer cestas

    Os números são absurdos mesmo. Os Knicks acertaram 43 de 77 arremessos de quadra — isso dá quase 56% de aproveitamento. Nos lances livres então, foi clínica: 24 de 27. OG Anunoby ainda meteu 21 pontos pra completar a festa.

    E tem mais: se eles ganharem na segunda-feira, vão varrer a segunda série consecutiva nos playoffs. Cara, quando foi a última vez que vimos os Knicks assim dominantes? Eles tão numa sequência de 10 vitórias seguidas nos playoffs — coisa que só sete times na história da NBA conseguiram. O último? O Boston Celtics em 2024, no caminho pro título.

    Cleveland tentou, mas…

    Olha, os Cavaliers até tentaram reagir. Donovan Mitchell fez 23 pontos, James Harden colaborou com 21, mas não teve jeito. O problema deles foi o arremesso de três: apenas 12 de 41 (29%). Pra ganhar de um time que tá voando assim, você precisa de muito mais eficiência.

    O momento que definiu tudo foi no quarto período. Cleveland ainda sonhava, perdendo por nove (91-82), mas aí o Landry Shamet resolveu virar o Curry e meteu três bombas de três em menos de dois minutos. 105-94 e tchau, obrigado.

    Sinceramente, eu não esperava ver os Knicks dominando assim nos playoffs. A média de vitória deles é de 22,5 pontos — e só uma das vitórias não foi por dois dígitos de diferença. É muita superioridade.

    E aí, vocês acham que eles conseguem fechar na segunda? Porque se conseguirem, vai ser histórico mesmo. Nova York merece muito voltar às Finals depois de tanto tempo.

  • Knicks a UMA vitória das Finais — primeira vez desde 1999!

    Knicks a UMA vitória das Finais — primeira vez desde 1999!

    Galera, eu tô tremendo aqui. Os Knicks estão a LITERALMENTE uma vitória das Finais da NBA. Uma. E olha, quem diria que eu ia viver pra ver isso de novo?

    Ontem à noite foi show total no Madison Square Garden. Brunson com 30 pontos, Mikal Bridges metendo 22, e os caras simplesmente atropelaram Cleveland por 121-108. Foi daquelas performances que você assiste e pensa: “Cara, esse time tá diferente mesmo”.

    A máquina Knicks não para

    O mais absurdo? Eles lideraram o jogo INTEIRO. Do primeiro ao último minuto. Foram 43 cestas em 77 tentativas — mais de 55% de aproveitamento. E nas bolas de três? 11 em 28. Nada mal pra um time que já foi zoado por não saber arremessar de longe.

    Mas o que mais me impressiona é a sequência que esses caras estão fazendo. Dez vitórias consecutivas nos playoffs, meu amigo! O último time a fazer isso foram os Celtics em 2024, que inclusive levaram o anel. Coincidência? Eu acho que não.

    E a margem de vitória? Vinte e dois pontos e meio de média. Sinceramente, quando foi a última vez que vimos um time dominar tanto assim nos playoffs? Tá parecendo aqueles times do Jordan nos anos 90.

    Cleveland tentou, mas não rolou

    Donovan Mitchell fez 23 pontos, James Harden ajudou com 21, mas cara… não teve como. Os Cavs erraram MUITO de três (12 em 41 tentativas), e isso na NBA de hoje é suicídio.

    O momento que definiu o jogo? Quarto período, quando o Landry Shamet (que nem é titular, gente!) meteu três bolas de três em menos de dois minutos. Pronto, acabou a discussão. 105-94 e tchau Cleveland.

    Olha, eu cresci vendo aqueles times dos Knicks dos anos 90 com Ewing, Starks, toda aquela galera lutando contra o Bulls do Jordan. Desde 1999 — VINTE E CINCO ANOS — que esse time não chega numa Final.

    Segunda na Garden pode ser histórica

    Agora é segunda-feira em casa, no Garden, com a torcida completamente maluca. Se os Knicks ganharem, fazem uma varrida na Conferência Leste e vão pras Finais depois de mais de duas décadas.

    Vocês acham que eles conseguem? Eu tô tentando não criar expectativa demais (quem é fã dos Knicks sabe como é), mas cara… esse time tá com uma cara diferente. Brunson virou estrela de verdade, a defesa tá sólida, e o banco tá contribuindo.

    Se rolar mesmo, vai ser uma das histórias mais legais dessa temporada. New York merece isso depois de tanto sofrimento.

  • Knicks fazem história: 10 vitórias seguidas que reescreveram a NBA

    Knicks fazem história: 10 vitórias seguidas que reescreveram a NBA

    Cara, os New York Knicks estão fazendo algo que eu nunca pensei que ia ver na minha vida. Dez vitórias seguidas nos playoffs, e não é qualquer sequência não — é uma que tá reescrevendo os livros de história da NBA.

    Pensa comigo: eles estavam perdendo por 2-1 pro Atlanta no primeiro round. Parecia que ia ser mais uma temporada de frustração pro torcedor dos Knicks. Mas aí o time simplesmente explodiu. Ganhou os três jogos restantes contra os Hawks, passou por cima do Philadelphia com uma varredura de 4-0, e agora tá 3-0 contra Cleveland nas finais do Leste.

    Dominação histórica: +225 pontos de saldo

    Olha só esse número absurdo: os Knicks ganharam esses dez jogos por uma diferença combinada de 225 pontos. Nunca, e eu digo NUNCA, houve uma sequência de dez vitórias tão avassaladora na história da NBA — nem na temporada regular, nem nos playoffs.

    Pra vocês terem uma ideia do que isso significa: o recorde anterior de maior saldo em dez vitórias seguidas nos playoffs era do Golden State Warriors de 2016-17, com +171. E adivinha quem era assistente técnico naquele time? Mike Brown, atual técnico dos Knicks. O cara sabe o que tá fazendo.

    “Não há nada fácil nisso”, disse Brown após mais uma vitória. “Eles estão fazendo as coisas que sempre falo: cobrando uns aos outros, acreditando no processo, jogando com um espírito competitivo incomparável.”

    Quebrando recordes a cada jogo

    Essa sequência de dez vitórias coloca os Knicks entre os maiores da história. Eles se juntaram a times lendários como o Boston de 2024, Cleveland de 2016 e 2017, e San Antonio de 2012 que também conseguiram dez vitórias seguidas numa mesma pós-temporada.

    O mais impressionante? Antes dessa temporada, a maior sequência de vitórias dos Knicks nos playoffs era de apenas seis jogos, lá em 1999. Agora eles estão voando muito mais alto.

    E tem mais números monstruosos: os Knicks marcaram 1.222 pontos nessa sequência. Dos sete times anteriores que conseguiram marcar tantos pontos em dez jogos de playoff, cinco foram campeões da NBA. Coincidência? Eu acho que não.

    Aproveitamento absurdo nos arremessos

    Sabe qual é o segredo dessa dominância toda? Os caras estão acertando 53,8% dos arremessos durante essa sequência. É de longe o melhor aproveitamento da NBA desde 25 de abril, quando a sequência começou. Oklahoma City vem em segundo com 50,1%, e nenhum outro time passa dos 50%.

    Quando você junta esse aproveitamento com uma defesa sufocante, o resultado é o que estamos vendo: uma máquina de fazer cestas que não dá chance pros adversários.

    Na estrada, então, eles viraram uns verdadeiros guerreiros. Cinco vitórias seguidas fora de casa nos playoffs, todas por diferenças de dois dígitos. Só Miami em 2013 e Golden State em 2017 conseguiram fazer isso antes — e os dois foram campeões naqueles anos.

    Vocês acham que os Knicks conseguem fechar contra Cleveland e chegar nas finais? Eu tô começando a acreditar seriamente nesse time. Depois de anos de sofrimento, talvez seja a hora de Nova York brilhar de novo.

  • Knicks a um passo das Finals! Cavs no desespero após 3×0

    Knicks a um passo das Finals! Cavs no desespero após 3×0

    Mano, eu tô vendo algo que achei que nunca mais ia ver na minha vida: o New York Knicks praticamente garantido nas Finals da NBA. Ontem eles atropelaram o Cleveland Cavaliers por 121-108 no Jogo 3 das finais da Conferência Leste, e agora tá 3-0 na série.

    Pra vocês terem noção do buraco que Cleveland se meteu: NUNCA um time conseguiu virar uma série depois de estar perdendo por 3-0. Nunca! Apenas três equipes na história conseguiram pelo menos forçar um Jogo 7 saindo de 3-0. E contra esse Knicks que tá voando? Esquece.

    Brunson comandando o show

    Jalen Brunson foi simplesmente monstruoso: 30 pontos e 6 assistências em 41 minutos. O cara tá carregando esse time nas costas e fazendo parecer fácil. Do lado dele, Mikal Bridges contribuiu com 22 pontos acertando 11 de 15 arremessos — um aproveitamento absurdo.

    Karl-Anthony Towns deu aquela largada quente no primeiro quarto com 11 pontos, mas depois meio que sumiu e terminou só com 13. Sinceramente, com Brunson jogando desse jeito, nem precisa forçar tanto o KAT.

    O que mais me impressiona é a consistência desse Knicks. Eles abriram 10 pontos logo no primeiro quarto (37-27), deixaram os Cavs chegarem perto no segundo, mas quando precisaram acelerar no terceiro quarto, simplesmente dispararam 13 pontos na frente.

    Sequência histórica dos Knicks

    Cara, esse time tá numa sequência que dá arrepio: 10 vitórias consecutivas! A última derrota foi lá em abril, contra o Atlanta Hawks. E olha só esse dado que me deixou de queixo caído: antes do jogo de ontem, os Knicks tinham o melhor saldo de pontos (212) em qualquer período de nove jogos na história da NBA — incluindo temporada regular E playoffs.

    É a sexta vez na história da franquia que eles conseguem cinco ou mais vitórias por dupla diferença nos playoffs. “Nossa mentalidade não mudou”, disse Brunson. “Estamos tentando melhorar a cada dia”.

    Cleveland no desespero total

    Os Cavaliers? Rapaz, tão completamente perdidos. Nem lideraram o placar uma única vez no jogo. A linha de três foi um desastre: 12 de 41 arremessos (29%). Com esse aproveitamento, não dá pra competir com ninguém, quanto mais com um Knicks inspirado desse jeito.

    O próximo jogo é na segunda-feira, dia 25, às 20h no horário de Brasília, com transmissão da ESPN. Os Knicks precisam de apenas mais uma vitória pra chegar às Finals pela primeira vez desde 1999 — ou seja, desde que eu era criança praticamente!

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue pelo menos evitar a varredura? Ou os Knicks vão fechar na segunda mesmo e partir pro título? Porque do jeito que esse time tá jogando, eu não duvidaria nada de eles levarem tudo este ano.

  • Lendas dos Knicks assistem vitória épica em Cleveland – Finals à vista!

    Lendas dos Knicks assistem vitória épica em Cleveland – Finals à vista!

    Cara, que noite foi essa em Cleveland! Os Knicks não só ganharam o jogo 3 das finais da Conferência Leste por 121 a 108, como tiveram uma plateia VIP de arrepiar. Patrick Ewing, Walt Frazier, John Starks e Allan Houston — todos lá, juntinhos na arquibancada, torcendo como verdadeiros fãs.

    Sério, imagina a emoção desses caras assistindo o time que eles ajudaram a construir chegando tão perto de uma final da NBA? Ewing principalmente, que carregou essa franquia nas costas por anos e nunca conseguiu o anel. Agora tá ali vendo essa nova geração dos Knicks fazer o que ele sempre sonhou.

    KAT começou destruindo, mas Brunson roubou o show

    Karl-Anthony Towns resolveu começar o jogo no modo destruição total. Primeira bola? Dentro. Logo depois encaixou um fadeaway no James Harden que foi simplesmente absurdo. 11 pontos só no primeiro quarto — o cara tava pegando fogo.

    Mas aí os Cavaliers fizeram o ajuste defensivo (como sempre fazem quando um cara tá cozinhando) e o KAT esfriou um pouco. Terminou com 13 pontos, que não é ruim, mas longe daqueles primeiros minutos mágicos.

    Quem assumiu as rédeas foi o Jalen Brunson. Monstro. 30 pontos em 41 minutos de quadra, carregando o ataque dos Knicks quando mais precisavam. Esse cara tem uma frieza mental que impressiona — parece que quanto maior a pressão, melhor ele joga.

    O banco deu caldo e agora é só mais uma vitória

    Mikal Bridges contribuiu com 22 pontos (segundo maior pontuador), OG Anunoby botou 21 no placar, e até o Landry Shamet saindo do banco fez 14 pontos. Esse time dos Knicks tá com uma profundidade que faz tempo que a gente não via em Nova York.

    E agora? Uma vitória. Uma vitória separa os Knicks da sua primeira final da NBA desde 1999. Vocês lembram de 99? Eu era criança, mas sei que foi contra o Spurs e o Tim Duncan. Agora, 27 anos depois, essa nova geração tem a chance de fazer história.

    Sinceramente, com esses veteranos ali na arquibancada passando energia positiva e esse time jogando com tanta garra, eu tô começando a acreditar que pode dar certo. E aí, acham que os Knicks vão conseguir fechar a série no próximo jogo?

  • Brunson massacra em Cleveland e Knicks chegam a 3-0 na série

    Brunson massacra em Cleveland e Knicks chegam a 3-0 na série

    Cara, eu tô até tremendo aqui escrevendo isso. Os Knicks acabaram de DESTRUIR os Cavaliers em Cleveland e agora tão a um jogo de varrer a série. 3-0, meus amigos. Três a zero.

    O Jalen Brunson simplesmente resolveu mostrar pro mundo inteiro por que ele merece estar na conversa de melhor armador da liga. 30 pontos, 6 assistências — e o mais impressionante? Fez isso jogando na casa do adversário, com toda a torcida de Cleveland gritando contra.

    Sinceramente, eu já esperava que o Brunson fosse bem, mas o cara tá jogando num nível All-NBA mesmo. Desde que chegou aos Knicks, ele transformou completamente a franquia. E olha que não é pouca coisa — estamos falando de um time que não chega nas finais desde 1999. 1999, pessoal. Eu nem tinha nascido direito.

    Mikal Bridges apareceu quando precisava

    Mas não foi só o Brunson não. O Mikal Bridges também decidiu entrar na festa e marcou 22 pontos com 6 rebotes. E ainda teve 2 roubos de bola e 2 tocos. O cara defendeu E atacou. Isso que eu chamo de jogador completo.

    O que mais me impressiona nos Knicks é a consistência ofensiva que eles mostraram na série toda. Ganharam os dois primeiros jogos em casa (o que era esperado), mas agora foram lá em Cleveland e simplesmente dominaram do começo ao fim.

    Cleveland não conseguiu reagir

    Os Cavaliers tentaram usar o fator casa, mas cara… não rolou. A torcida de Cleveland fez a parte dela, gritaram, xingaram, fizeram barulho. Mas quando o time não consegue fazer uma sequência de cestas pra embalar, não tem jeito.

    Vocês acham que Cleveland ainda consegue reagir? Porque olha, virar uma série de 0-3 é praticamente impossível na NBA. Aconteceu só uma vez na história dos playoffs. UMA VEZ.

    O que me deixa mais empolgado é ver os Knicks jogando com essa confiança toda. Eles sabem que estão a 48 minutos de chegar nas finais da Conferência Leste pela segunda vez consecutiva. E dessa vez, cara, eu sinto que eles têm tudo pra ir além.

    New York Rise mesmo. Que fase absurda dos Knicks!

  • Knicks dominam Cavs e abrem 3-0 na Final do Leste: título à vista?

    Knicks dominam Cavs e abrem 3-0 na Final do Leste: título à vista?

    Gente, eu tô começando a acreditar de verdade. Os Knicks acabaram de atropellar os Cavaliers por 121-108 no jogo 3 da Final da Conferência Leste e agora estão com uma vantagem de 3-0 na série. Dez vitórias seguidas nos playoffs. ABSURDO.

    Olha, quando o jogo começou e eles abriram 9-1 logo nos primeiros dois minutos, forçando o Cleveland a pedir tempo, eu já senti que seria uma daquelas noites especiais. E foi mesmo.

    O show começou cedo

    O mais impressionante foi ver a profundidade do banco dos Knicks funcionando perfeitamente. Mesmo com Jalen Brunson começando devagar (de novo), Karl-Anthony Towns e Mikal Bridges assumiram o protagonismo logo cedo. Sete jogadores diferentes marcaram pontos no primeiro quarto, com o time convertendo absurdos 72% dos arremessos.

    Sinceramente, eu não esperava que eles conseguissem manter esse ritmo alucinante. E realmente não conseguiram — o segundo quarto foi mais complicado. Cleveland encostou até dois pontos de diferença, especialmente com James Harden encontrando o ritmo depois que Donovan Mitchell teve que sair de quadra temporariamente.

    Mikal Bridges = puro veneno

    Mas cara, esse Mikal Bridges tá jogando numa dimensão paralela. O cara foi escolhido como MVP do jogo e mereceu cada voto. 22 pontos com 11/15 nos arremessos, defendendo pra caramba do outro lado. Tá sendo o X da questão nessa sequência toda.

    E no final das contas, mesmo com os Cavs sempre voltando pro jogo (chegaram a ficar só 9 pontos atrás no último quarto), os Knicks tinham resposta pra tudo. Landry Shamet foi cirúrgico nos momentos decisivos, acertando 3 de 4 tentativas do perímetro.

    Os números finais? Brunson liderou com 30 pontos, OG Anunoby contribuiu com 21, KAT fez 13-8-7 (quase um triple-double), e Josh Hart teve 12-9-5. O time como um todo converteu 56% dos arremessos de quadra e 39% das bolas de três.

    1999 foi há quanto tempo mesmo?

    Vocês conseguem acreditar que os Knicks podem estar a DOIS DIAS de voltar às Finais da NBA? A última vez foi em 1999, galera. EU TINHA 5 ANOS DE IDADE (tá, talvez mais que isso, mas vocês entenderam).

    O jogo 4 é segunda-feira em Cleveland, às 22h. Se ganharem, vão enfrentar o vencedor de Celtics x Heat nas Finais. E olha, do jeito que esse time tá jogando — principalmente longe de casa — eu não duvido NADA.

    Que fase mágica, meu povo. Dez vitórias seguidas nos playoffs não é brincadeira. E aí, vocês acham que o Cleveland consegue reagir ou os Knicks fecham na segunda?

  • Cavs na lona: Knicks abrem 3-0 e deixam Cleveland à beira do abismo

    Cavs na lona: Knicks abrem 3-0 e deixam Cleveland à beira do abismo

    Olha, eu não queria ser pessimista, mas depois de ver os Cavs levarem uma surra de 121-108 dos Knicks no Jogo 3, fica difícil manter a esperança. Cleveland tá na lona, cara. 3-0 na série e, se vocês acompanham basquete como eu, sabem que NUNCA — repito, NUNCA — um time voltou de uma desvantagem de 3-0 nos playoffs da NBA.

    E sinceramente? Não é nem questão de talento. Os Knicks simplesmente sabem o que estão fazendo em quadra. Eles têm sistema, têm disciplina, têm pegada de time que quer título. Enquanto isso, os Cavs parecem exatamente o que são: um time montado na última hora na trade deadline, tentando colar os pedaços.

    Nova York dominou do começo ao fim

    O jogo já começou mostrando quem mandava na parada. Knicks abriram 9-1 logo de cara — e olha que foi em Cleveland, na casa dos Cavs! Isso me lembrou aqueles jogos do Brasil nas Olimpíadas quando a gente já sabia que ia dar ruim nos primeiros minutos.

    Cleveland até esboçou uma reação no segundo quarto, empatou em 50 a 50, mas foi só ilusão. Os Knicks fecharam forte o primeiro tempo e foram pro intervalo com 6 pontos de vantagem. No terceiro quarto, aí que a coisa feia mesmo aconteceu.

    Nova York simplesmente pisou no acelerador. Transformaram cada defesa em ataque rápido, cada rebote em contra-ataque. A diferença chegou a 13 pontos e os milhares de torcedores dos Knicks que viajaram pra Ohio começaram aqueles cânticos de “Let’s go Knicks” no Rocket Arena. Constrangedor pra torcida de casa.

    Brunson continua imparável

    Jalen Brunson tá jogando num nível absurdo. 30 pontos no Jogo 3, mantendo a média altíssima da série. O cara simplesmente não erra quando importa. Mikal Bridges e OG Anunoby ajudaram com 22 e 21 pontos respectivamente — que trio, meu Deus.

    Do lado dos Cavs, Evan Mobley foi o cestinha com 24 pontos (pelo menos alguém apareceu), Mitchell fez 23 mas com aproveitamento ruim (9/21 nos arremessos), e Jarrett Allen contribuiu com 17. James Harden? 19 pontos, mas 5 turnovers também. Veterano que é veterano não pode dar bobeira dessas em playoffs.

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, foi honesto na coletiva: “Eles foram o time mais físico, foram muito superiores”. E complementou reconhecendo a qualidade do adversário: “Eles estão jogando um basquete de playoffs fantástico. Nove vitórias seguidas nos playoffs é muito difícil de conseguir”.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem o milagre? Honestamente, eu tô achando difícil. Não é impossível ganhar um jogo, mas quatro seguidos contra esse time dos Knicks? Precisariam de uma mudança radical de postura.

    O Jogo 4 é segunda-feira, 20h, em Cleveland. Atkinson resumiu bem a situação: “Vamos buscar uma vitória e depois vemos o que acontece”. Realista, né? Porque se perder na segunda, acabou. E pelo que vi até agora, os Knicks não vão facilitar nada.

  • Thompson como armador? Os Rockets testaram e o resultado é polêmico

    Thompson como armador? Os Rockets testaram e o resultado é polêmico

    Cara, os Houston Rockets têm uma obsessão bizarra em reinventar a posição de armador. Sério, é quase uma terapia coletiva já.

    Pensa comigo: pegaram o James Harden e transformaram ele de ala-armador em armador raiz. Harden vazou, veio o Kevin Porter Jr. fazer o papel meio torto. Quando a coisa ficou séria, trouxeram o Fred VanVleet — que é armador até no RG. Aí o cara se machuca e ficam a temporada toda fora.

    E agora? Voltaram pro laboratório e colocaram o Amen Thompson de armador titular. Eu confesso que fiquei curioso pra ver no que ia dar.

    Os números contam uma história interessante

    Estatisticamente falando, a temporada 2025-26 do Thompson foi meio confusa de analisar. Os números básicos melhoraram — óbvio, né, com mais responsabilidade vem mais volume. Foram 18.3 pontos, 7.8 rebotes e 5.3 assistências por jogo, contra 14.1, 8.3 e 3.8 da temporada anterior.

    Mas aqui que fica interessante (e meio preocupante): o Box Plus/Minus dele despencou de 4.1 para 2.6. Como assim?

    A explicação é simples e faz sentido quando você assiste aos jogos. Com a saída do Dillon Brooks, o Thompson virou o cara responsável por marcar os melhores jogadores adversários. Isso significa menos roubadas de bola, menos bloqueios — aquelas jogadas defensivas espetaculares que faziam ele brilhar.

    E sinceramente? Dava pra ver que ele tava economizando energia na defesa pra dar conta do ataque. Nunca vi o Thompson vacilar na defesa, mas ele não tava mais aquele predador incansável que a gente conhecia.

    Será que valeu o trade-off?

    Olha, os números sugerem que não. No isolamento, ele teve 0.98 pontos por posse (68.2º percentil da liga). No pick-and-roll como principal armador, 0.89 PPP (61º percentil). Não é ruim, mas…

    Sabe qual foi o dado que mais me chamou atenção? 23.1% de assistências por posse, 44º colocado na NBA. Pra um armador titular, isso é meio fraquinho.

    Na verdade, todos esses números seguem o mesmo padrão: são ótimos se você vê o Thompson como um terceiro armador + candidato eterno a Melhor Defensor do Ano. Mas como armador titular mesmo? Aí a coisa fica mais complicada.

    Não dá pra dizer que foi um fracasso total — longe disso. O cara mostrou que consegue assumir mais responsabilidade ofensiva. Mas, na minha visão, os Rockets precisam entender que o Thompson é mais um Andre Iguodala turbinado do que um Penny Hardaway da vida.

    Ele é uma peça fundamental? Sem dúvida. Mas vai render muito mais jogando ao lado de um armador nato.

    E aí, vocês acham que os Rockets vão continuar nessa busca eterna pelo armador perfeito ou vão aceitar que o Thompson funciona melhor em outro papel?

  • Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Suns finalmente viraram time de verdade em 2025-26

    Cara, eu não consigo parar de pensar numa coisa: quando foi a última vez que você assistiu um jogo do Phoenix Suns e saiu satisfeito? Não estou falando de ganhar título nem nada do tipo — só de assistir um basquete gostoso, que faz sentido.

    Pois é, parece que em 2025-26 isso finalmente aconteceu.

    O boletim que os pais queriam ver

    Saiu agora o relatório completo da temporada dos Suns, e mano… que diferença. Olhando as notas individuais dos jogadores, a pior nota foi C- pro Ryan Dunn. Sem reprovação. Sem D. Sem F.

    Compare isso com a temporada passada, quando o time estava uma bagunça total. Bradley Beal levou F+, Bol Bol e companhia tiraram D… Era de dar dó mesmo.

    Devin Booker e Dillon Brooks tiraram A-, Jordan Goodwin foi o cara com A+ (e mereceu cada ponto dessa nota, na minha opinião). Até jogadores como Oso Ighodaro e Mark Williams mostraram evolução consistente. É o tipo de relatório que você mostraria orgulhoso pros seus pais — se ainda fizessem isso hoje em dia.

    Sensação de time, finalmente

    Sabe qual foi a grande mudança? Os Suns voltaram a parecer um TIME DE BASQUETE. Não aquela colagem maluca de ego e expectativa que a gente viu nos últimos anos, rezando pra que o talento individual resolvesse tudo.

    Eu mesmo comecei a sentir animação antes dos jogos, cara. Ao invés daquela preparação emocional pro desastre que virou rotina. Isso já é um baita progresso.

    A identidade estava se formando. Os caras mais novos evoluindo visivelmente. Dava pra sentir que a organização tinha uma direção, mesmo sabendo que ainda tá longe — bem longe — de brigar por título.

    Mas e aí, foi só sorte?

    A grande pergunta é: isso foi só um lampejo ou o começo de algo maior? Daqui uns anos, quando olharmos pra trás, essa temporada vai representar o que exatamente?

    Sinceramente, acho que foi o primeiro passo real rumo a algo sustentável. Depois de tanto caos e frustração, só restaurar o prazer de assistir já foi uma vitória. Ninguém vai pendurar faixa de “progresso encorajador” no teto, óbvio. Mas às vezes você precisa aprender a caminhar antes de correr, né?

    E vocês, sentiram essa diferença também? Ou acham que ainda é cedo pra ter esperança nos Suns?