Autor: Leandro Amorim

  • Blackwell deixa o Draft pra jogar em Duke – jogada inteligente?

    Blackwell deixa o Draft pra jogar em Duke – jogada inteligente?

    Olha, essa do John Blackwell me pegou de surpresa. O cara simplesmente desistiu do Draft de 2026 pra ir jogar em Duke na última temporada dele na faculdade. Saiu de Wisconsin direto pros Blue Devils, e sinceramente? Acho que foi uma baita jogada inteligente.

    A real é que Blackwell tava cotado como uma possível escolha no finalzinho da segunda rodada – ou nem isso. Provavelmente ia ficar de fora mesmo. Então por que não apostar mais um ano numa das maiores vitrines do basquete universitário americano?

    Os números que chamaram atenção

    Cara, os números do moleque em Wisconsin foram absurdos. 19.1 pontos por jogo, pegou 5.1 rebotes, distribuiu 2.3 assistências e ainda roubou 1.1 bola por partida. O mais impressionante? Acertou quase 39% dos arremessos de três – e olha que ele chutava MUITO, mais de 7 tentativas por jogo.

    Com 1,93m de altura, ele tem um porte interessante pra armador/ala-armador. E esses números de três pontos… mano, na NBA de hoje isso vale ouro. Imagina ele numa temporada inteira sendo lapidado pelo Mike Krzyzewski (Coach K pode ter saído, mas a cultura Duke continua).

    Duke perdendo peças importantes

    A transferência faz todo sentido quando você vê o que Duke tá perdendo. Cameron Boozer e Isaiah Evans vazaram pro Draft, e esses caras eram pontos importantes no ataque dos Blue Devils. Blackwell chega exatamente pra preencher essa lacuna – um cara que sabe pontuar e que tem mão boa de fora.

    E convenhamos, jogar em Duke é completamente diferente de jogar em Wisconsin. Nada contra os Badgers, mas a exposição, a pressão, o nível dos jogos… tudo isso pode catapultar o Blackwell pra outro patamar. Se ele mantiver esses números (ou melhorar) numa conferência mais forte, contra times melhores, aí sim pode virar uma escolha interessante no Draft de 2027.

    Na minha visão, foi uma aposta certeira. Um ano a mais pra se desenvolver, numa universidade que é uma fábrica de jogadores da NBA, com toda a estrutura e visibilidade que isso proporciona. E aí, vocês acham que ele consegue dar esse salto de qualidade que tá buscando?

  • God Shammgod vai para os Pelicans — que contratação bizarra!

    God Shammgod vai para os Pelicans — que contratação bizarra!

    Gente, vocês já ouviram falar do God Shammgod? Porque se não ouviram, vão ouvir muito esse nome agora. O cara acabou de ser contratado como assistente técnico dos New Orleans Pelicans, e sinceramente? Achei uma baita contratação.

    O Shammgod tá seguindo o Jamahl Mosley pros Pelicans — sim, o mesmo Mosley que saiu do Orlando Magic pra comandar Nova Orleans. E olha, faz todo sentido levar o God junto. O cara é praticamente uma lenda quando o assunto é desenvolvimento de jogadores.

    O mago do drible

    Vocês sabem aquele movimento que o Kyrie Irving faz, que deixa todo mundo perdido? Pois é, o God Shammgod foi um dos caras que ajudou a aperfeiçoar essas paradas. Antes de chegar nos Pelicans, ele passou um tempão no Dallas Mavericks trabalhando justamente com desenvolvimento de jogadores e fundamentos.

    Os próprios atletas da NBA vivem elogiando o trabalho dele — principalmente quando o assunto é controle de bola e preparação mental pra jogo. E cara, numa liga onde qualquer vantagem técnica pode decidir uma partida, ter um especialista assim no banco faz diferença absurda.

    Pelicans montando um time técnico interessante

    O que mais me chama atenção é ver como o Mosley tá montando a comissão técnica em Nova Orleans. Trazer caras que já trabalharam contigo, que conhecem tua filosofia — isso é coisa de treinador esperto.

    E convenhamos, os Pelicans precisam de toda ajuda possível pra desenvolver os caras que têm lá. Com Zion Williamson sempre machucado e precisando melhorar aspectos técnicos do jogo dele, ter alguém como o Shammgod no desenvolvimento pode ser o diferencial que o time tava procurando.

    Vocês acham que essa contratação pode ajudar os Pelicans a finalmente se estabelecerem como um time consistente no Oeste? Porque, na minha opinião, esses detalhes técnicos que fazem a diferença entre um time mediano e um que realmente compete.

  • Jenkins monta seu ‘dream team’: Ham, St. Andrews e Boylan nos Bucks

    Jenkins monta seu ‘dream team’: Ham, St. Andrews e Boylan nos Bucks

    Galera, o Taylor Jenkins não tá brincando em serviço. O novo técnico dos Bucks já começou a montar sua comissão técnica para 2026-27 e, sinceramente, olhando os nomes que ele trouxe, a coisa promete.

    Darvin Ham, Patrick St. Andrews e Joe Boylan. Três caras que não são nomes aleatórios no mercado — Jenkins conhece o trabalho de cada um deles e sabe exatamente o que esperar.

    Ham volta como assistente (e tá certo)

    O mais interessante dessa história toda é o Darvin Ham. Cara foi técnico principal dos Lakers por duas temporadas, teve um record de 90-74 (nada mal, né?), levou o time até as finais de conferência em 2023… E agora volta como assistente. Pode soar estranho, mas olha — às vezes dar um passo atrás é estratégico.

    Ham e Jenkins já trabalharam juntos lá na época do Budenholzer no Hawks, depois se reencontraram em Milwaukee. É aquela química que já existe, sabe? E depois da experiência como head coach nos Lakers, Ham volta com uma bagagem completamente diferente.

    Aliás, ele até disputou a vaga de técnico do Pelicans recentemente, mas perdeu pro Jamahl Mosley. Agora, juntando-se ao Jenkins, pode ser a combinação perfeita.

    A turma do Budenholzer se reunindo

    Patrick St. Andrews é outro cara que vem dessa ‘família’ do Budenholzer. Nove anos como assistente na NBA, passou pelo Hawks, Bucks, foi com o Jenkins pro Memphis e depois pro Portland com o Tiago Splitter (nosso brasileiro lá comandando!).

    E o Jenkins não esconde a emoção de trabalhar com essa galera de novo. Na coletiva de apresentação, ele falou que são ‘irmãos’ pra ele. Cara, isso é muito importante no basquete — ter pessoas em que você confia 100%, que conhecem sua filosofia.

    ‘A natureza íntima do nosso trabalho faz com que estejamos juntos o tempo todo’, disse o Jenkins. ‘Debates nas reuniões, no vestiário, nos voos… Essas conexões foram imediatas.’

    Joe Boylan completa o trio. Esse é interessante — trabalhou com o Chris Finch em Minnesota (que técnico, por sinal), passou mais de uma década focando no desenvolvimento de jogadores. E tem uma abordagem diferente, essa tal de ‘Constraints-Led Approach’. É basicamente treinar os jogadores em situações que limitam certas opções, forçando eles a desenvolver outras habilidades.

    Olha, eu gosto dessa montagem do Jenkins. Não foi lá pegar qualquer um — trouxe gente que conhece, que confia, e cada um com uma especialidade diferente. Ham com a experiência de head coach, St. Andrews com a versatilidade, Boylan com o desenvolvimento de jogadores.

    E vocês, o que acham dessa comissão técnica dos Bucks? Jenkins tá montando algo sólido ou é só nostalgia de Atlanta?

  • Kings de olho em novato do Arkansas pro Draft 2026

    Kings de olho em novato do Arkansas pro Draft 2026

    Olha, o Sacramento Kings já tá de olho no Draft de 2026 — e pelo jeito, eles estão apaixonados por um garoto que tá fazendo barulho no Arkansas. Darius Acuff Jr., armador de 1,88m, virou o xodó da franquia californiana.

    E não é pra menos, né? O moleque tá tendo uma temporada de calouro absurda: 23.5 pontos, 6.4 assistências por jogo e acertando 44% dos arremessos de 3 (em quase 6 tentativas por partida). Cara, esses números são de veterano experiente, não de freshman.

    Sacramento precisa de um armador urgente

    A situação do Kings na posição de armador tá meio complicada, pra falar a verdade. O Devin Carter, que eles draftaram em 2024, não desenvolveu como esperavam. E o Russell Westbrook? Bom, ninguém sabe se ele volta mesmo na próxima temporada.

    Sinceramente, acho que faz todo sentido eles mirarem no Acuff. O garoto tem tudo que você quer num armador moderno: visão de jogo, pode criar jogadas pros companheiros e ainda resolve na hora de marcar pontos. E aqueles 48% nos arremessos de campo? Monstro.

    Reconstrução à vista?

    Pelo que tá circulando por aí, o Kings pode estar caminhando pra uma reconstrução mesmo. DeMar DeRozan, Zach LaVine e até o Sabonis estariam disponíveis em trocas. Se for isso mesmo, faz sentido apostar num jovem talento como o Acuff.

    Imagina ele formando dupla com o Keegan Murray? E ainda tem os outros jovens que eles draftaram recentemente — Maxime Raynaud e Nique Clifford. Seria um núcleo bem interessante pra construir algo do zero.

    E aí, vocês acham que o Acuff tem potencial pra ser a peça que faltava em Sacramento? Ou será que é cedo demais pra apostar todas as fichas nele?

  • Hawks querem renovar com CJ McCollum e buscar armador no Draft

    Hawks querem renovar com CJ McCollum e buscar armador no Draft

    Olha, depois da bomba que foi a troca do Trae Young na temporada passada, o Atlanta Hawks ainda tá tentando reorganizar a casa na posição de armador. E uma das peças principais desse quebra-cabeça é renovar com CJ McCollum — que chegou justamente naquela negociação polêmica.

    McCollum jogou 41 partidas na temporada regular pelos Hawks, sendo titular em 25 delas. Nada mal para alguém que chegou no meio da temporada, né? E nos playoffs, quando a coisa apertou, ele foi titular em todos os seis jogos da primeira rodada. Isso mostra que Frank Vogel confia no cara.

    A busca por mais profundidade no Draft

    Mas mesmo com McCollum no elenco (se renovar, claro), Atlanta não quer parar por aí. Os caras tão de olho no Draft de 2026 para buscar mais opções no garrafão e na armação. E olha que posição boa eles têm — a oitava escolha geral, que veio daquela troca com o New Orleans Pelicans.

    Entre os armadores que podem estar disponíveis quando os Hawks escolherem, os nomes que mais chamam atenção são Keaton Wagler, Mikel Brown Jr., Darius Acuff Jr., e Kingston Flemings. Sinceramente, não conheço muito o trabalho desses caras ainda, mas estar na mira de uma franquia da NBA já é um baita sinal.

    Plano B: investir no garrafão

    Agora, se todos esses armadores já tiverem saído quando chegar a vez de Atlanta — que é bem possível, porque armador bom sempre some rápido no Draft — eles têm um plano B interessante. A ideia seria buscar altura e draftar o pivô Aday Mara.

    Faz sentido, né? Se não conseguir resolver a armação no Draft, pelo menos fortalecer o garrafão nunca é demais. E com McCollum renovado, eles teriam mais tempo para desenvolver essa nova peça.

    Vocês acham que CJ McCollum aceita ficar mais uma temporada em Atlanta? O cara já provou que tem bola para ajudar esse time a brigar por vaga nos playoffs.

  • Nova loteria do Draft da NBA vai bagunçar TUDO – e é retroativo!

    Nova loteria do Draft da NBA vai bagunçar TUDO – e é retroativo!

    Gente, vocês não vão acreditar no que a NBA tá aprontando agora. A liga distribuiu uma proposta completamente reformulada para a loteria do Draft que vai ser votada no dia 28 de maio, e cara… isso vai mudar TUDO.

    A proposta segue um sistema chamado “3-2-1” que distribui 37 bolas entre 16 times. Os três piores times ganham duas bolas cada (5,4% de chance), os times de 4º a 8º lugar ficam com três bolas (8,1%), os seeds 9 e 10 do play-in levam duas (5,4%), e quem perder o confronto 7º vs 8º fica com uma bolinha só (2,7%). O mais interessante? Os três times com pior campanha não podem cair abaixo da 12ª posição.

    Adam Silver vira xerife anti-tanking

    Olha, eu sempre achei que o Silver ia endurecer com essa história de tanking, e agora ele ganhou poderes de Superman. O comissário vai poder mexer nas probabilidades da loteria ou na posição dos picks se suspeitar que algum time tá fazendo corpo mole de propósito.

    Mas o negócio mais louco mesmo são as novas regras de consecutividade. Nenhum time pode ganhar a primeira pick em dois anos seguidos, nem ficar no top 5 por três drafts consecutivos. E atenção: essa regra fica grudada no time ORIGINAL, não em quem tem o pick agora.

    O efeito retroativo que tá deixando todo mundo louco

    Aqui é onde a coisa fica realmente absurda, meus amigos. As regras valem pra trás também! O Washington Wizards ganhou a loteria de 2026 (que ainda nem rolou), então já era – eles não podem ser primeira pick em 2027.

    O Utah Jazz pegou a quinta posição em 2025 e a segunda em 2026. Resultado? Não podem ficar no top 5 em 2027. Só que tem um problema: eles trocaram esse pick pro Memphis Grizzlies pelo Jaren Jackson Jr. Agora o Memphis que tá impedido de ter um pick top 5 por causa de algo que o Utah fez. Imaginem a cara dos caras em Memphis quando descobriram isso…

    E olha só que situação bizarra: o Houston Rockets tem direito de troca com o Phoenix Suns (graças ao negócio do Kevin Durant). Se o Phoenix ficar em 5º em 2027 e em 3º em 2028, o pick que o Houston pegaria não poderia ser top 5 em 2029. Uma trade que foi fechada em julho de 2025 pode perder valor por causa de uma regra que nem existia na época!

    Minha opinião? Isso vai dar confusão

    Sinceramente, acho que a NBA tá tentando resolver um problema real – o tanking descarado que alguns times fazem. Mas essa história retroativa me parece meio complicada demais. Vocês conseguem imaginar os advogados dos times brigando na justiça por causa disso?

    Do jeito que conheço essa liga, algum time vai tentar furar essas regras de um jeito criativo. E aí? Como que o Silver vai lidar com isso? Vai ser interessante acompanhar a votação do dia 28.

    O que vocês acham dessa mudança toda? Vai funcionar pra acabar com o tanking ou só vai criar mais dor de cabeça pra todo mundo?

  • KD e Drake fazem propaganda hilária do Nike KD 19 que vai te matar de rir

    KD e Drake fazem propaganda hilária do Nike KD 19 que vai te matar de rir

    Gente, acabei de assistir a propaganda mais genial que já vi na NBA em muito tempo. Kevin Durant e Drake se juntaram pra fazer um comercial do novo Nike KD 19 que é simplesmente perfeito — e olha que eu sou meio cético com essas parcerias de marketing.

    O conceito é brilhante: KD mostra vários tênis pro Drake, e o cara simplesmente concorda com TUDO que o Durant fala. Tipo aqueles amigos puxa-saco que todo mundo tem, sabe? Drake exagera tanto nos trejeitos de Toronto que chega a ser cômico.

    A Química Entre os Dois é Absurda

    Durant vai trollando o Drake de forma épica durante todo o comercial. Primeiro ele puxa um Air Force 1 temático de cowboy — coisa mais esquisita do mundo — e o Drake: “Mano, isso tá crazy!”. Depois vem com um tênis peludo estilo Pé Grande, e o cara: “Ele é o Abominável da Neve, isso tá hard!”

    Mas aí que vem a jogada de mestre. KD finalmente mostra o Nike KD 19 na colorway “Candy” azul, e inicialmente o Drake meio que hesita. Só que quando o Durant fala “esses são os bons”, o cara solta um “Sheeeeeeesh!” que me quebrou completamente.

    Sinceramente, a química entre eles é natural demais. E faz sentido — os dois são amigos de verdade há anos, então essa dinâmica não parece forçada como a maioria dos comerciais por aí.

    O Tênis em Si Tá uma Beleza

    Falando sério agora, esse Nike KD 19 na colorway azul “Candy” ficou muito clean. A cor combina perfeitamente com o novo álbum do Drake chamado “Iceman” — não é coincidência, né pessoal?

    O tênis vai custar $155 e chega nas lojas em 13 de junho através da plataforma Nike SNKRS. Na minha opinião, tá um preço justo considerando a qualidade da linha KD.

    Mas o que mais me impressiona é como a Nike tá sabendo trabalhar essas campanhas. Enquanto a Adidas fica provocando todo mundo com o Anthony Edwards, eles vão na pegada do humor inteligente. E funcionou perfeitamente.

    Vocês acham que essa parceria KD + Drake vai render mais campanhas? Porque eu já quero ver o próximo! A dupla tem um timing cômico que daria pra fazer uma série inteira.

  • Jazz pode perder assistente pro Trail Blazers – e faz sentido

    Jazz pode perder assistente pro Trail Blazers – e faz sentido

    Olha, não sei vocês, mas eu acho que o Portland Trail Blazers finalmente tá levando essa busca por técnico a sério. Mike Williams, assistente do Utah Jazz, virou finalista pra comandar o time de Oregon — e sinceramente? Faz todo sentido.

    Williams tá no Jazz desde 2023, trabalhando com Will Hardy. E cara, quem acompanha a NBA sabe que a comissão técnica de Utah virou referência em desenvolvimento de jogadores. O time pode não estar brigando por título, mas a forma como eles trabalham com os mais novos impressiona qualquer um que entende do riscado.

    Por que Portland quer esse cara?

    Vamos ser honestos: o Trail Blazers precisa de alguém que saiba mexer com jovem. Scoot Henderson, Shaedon Sharpe… esses moleques têm talento de sobra, mas precisam de direção. E Williams parece ser exatamente o tipo de cara que sabe como extrair o melhor desses caras.

    A experiência dele no Jazz conta muito. Hardy montou um sistema moderno, focado no desenvolvimento, e Williams foi peça importante nisso tudo. Agora Portland quer essa receita pra si — e eu não culpo eles não.

    Trail Blazers finalmente acertando?

    Vou ser sincero com vocês: Portland vive numa eterna transição há anos. Sempre promettendo, nunca entregando. Mas essa busca por técnico parece diferente. Eles não tão correndo atrás de nome famoso só pra impressionar torcida.

    Williams representa algo que Portland precisa desesperadamente: estrutura. O cara entende de basquete moderno, sabe trabalhar com jovens e — o mais importante — conhece o processo de construir algo do zero.

    E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de comandar uma franquia que há anos promete virar a página? Porque vou te falar, não é moleza não. Mas se for pra apostar em alguém, prefiro mil vezes apostar num cara que provou que sabe desenvolver talento do que em algum nome badalado sem proposta clara.

    A decisão sai em breve. E pela primeira vez em muito tempo, tenho a sensação de que Portland pode acertar de verdade. Williams não vai resolver tudo da noite pro dia, mas pode ser exatamente o que esses moleques precisam pra explodir de vez.

  • Suns intensificam treinos pré-draft: hora de garimpar talentos

    Suns intensificam treinos pré-draft: hora de garimpar talentos

    Olha, o Phoenix Suns tá correndo atrás do prejuízo. Com apenas um mês pro Draft 2026, eles finalmente começaram a acelerar os treinos com os prospetos que podem rolar na pick 47 — que, convenhamos, é praticamente a única que sobrou pra eles.

    Segundo o insider John Gambadoro, os Suns já testaram Robert McCray V, da Florida State, e devem receber Ryan Conwell (Louisville) e Bryce Hopkins (St. John’s) na próxima semana. Todos veteranos de college — pelo menos quatro anos cada um. McCray foi All-ACC Third Team, Conwell pegou Second Team All-ACC, e Hopkins Second-Team All-Big East.

    O preço das superestrelas

    Cara, isso é o que acontece quando você vai all-in. As trocas por Kevin Durant e Bradley Beal em 2023 deixaram Phoenix praticamente sem assets de draft. Aliás, eles nem primeira rodada têm mais — mandaram embora no deadline de 2025 pra se livrar do Jusuf Nurkić pros Hornets.

    É meio irônico, né? Ano passado eles conseguiram entrar na primeira rodada e pegaram Khaman Maluach na 10ª posição (depois de trocar o próprio KD pro Houston). Agora estão de volta à realidade: garimpando na segunda rodada.

    Apostando na experiência

    Uma coisa que chama atenção é o perfil dos caras que eles estão testando. McCray, Conwell e Hopkins — todos com bagagem de college, jogadores mais maduros. Faz sentido pra um time que precisa de contribuição imediata, não projeto de longo prazo.

    Sinceramente? Acho que os Suns tão certos em focar em veteranos de college. Com a pressão que esse time tem pra ganhar agora, não dá pra ficar desenvolvendo rookie de 19 anos. Eles precisam de gente que chegue e já entenda o jogo.

    Tem rumores de que Phoenix pode tentar subir pra primeira rodada de novo, mas vamos ser realistas — com o que? Não sobrou muita coisa pra negociar. A pick 47 pode ser a única chance mesmo de adicionar sangue novo ao elenco.

    O Draft rola nos dias 23 e 24 de junho. Vamos ver se os Suns conseguem achar alguma pérola perdida. E vocês, acham que vale a pena apostar em veteranos de college na segunda rodada?

  • Wemby quer ver ‘do que os Spurs são feitos’ após tombo no jogo 3

    Wemby quer ver ‘do que os Spurs são feitos’ após tombo no jogo 3

    Olha, eu não esperava ver o Wemby falando assim depois de uma derrota. Mas o cara mostrou que tem personalidade de líder quando disse que agora “vamos ver do que somos feitos” após os Spurs perderem para o Thunder por 108-93 no jogo 3 das finais da Conferência Oeste.

    Cara, que montanha-russa foi esse jogo 3. Os Spurs começaram VOANDO — 15-0 logo de cara. Eu tava aqui pensando “agora vai, essa garotada vai mostrar serviço”. Aí do nada o Thunder acordou e simplesmente atropelou San Antonio. O banco deles foi monstro e virou o jogo completamente.

    Wemby não conseguiu repetir o show

    Victor Wembanyama fez 26 pontos com 8-15 de quadra — números até decentes. Mas cara, que diferença gritante do jogo 1, quando o francês simplesmente destruiu todo mundo com 41 pontos e 24 rebotes. Foi um massacre naquele dia.

    O problema no jogo 3? Apenas 4 rebotes. Quatro! Para um cara de 2,20m isso é inadmissível, principalmente nas finais de conferência. O Thunder claramente estudou como neutralizar o garoto, e por enquanto tá funcionando.

    Playoffs de estreia com gosto amargo

    “São meus primeiros playoffs. São os primeiros playoffs para muitos de nós. Claro que ia ter momentos difíceis. Era esperado. Mas agora, vamos ver do que somos feitos”, disse Wemby na coletiva pós-jogo.

    Sinceramente acho que essa frase resume tudo. Essa molecada dos Spurs tá aprendendo na raça — só dois caras da rotação têm experiência em playoffs: De’Aaron Fox e Luke Kornet. E olha, o Kornet tá sofrendo nessa série.

    Harrison Barnes, que deveria ser uma das referências em experiência, simplesmente sumiu do mapa. Parece que o tempo passou e ele não consegue mais acompanhar o ritmo dos playoffs. Duro de ver.

    Agora é jogo 4 e os Spurs não podem deixar ficar 3-1 na série. Todo mundo sabe que voltar de 3-1 é quase impossível — e contra esse Thunder que é campeão em título? Complicado.

    Vocês acham que essa garotada dos Spurs consegue reagir ou vão precisar de mais tempo pra amadurecer, igual o próprio Thunder precisou em 2024? Porque olhando de fora, parece que essa experiência, por mais dolorosa que seja, vai ser fundamental pro futuro desse time.