Autor: Leandro Amorim

  • Hart vira monstro e Knicks ficam imparáveis nos playoffs

    Hart vira monstro e Knicks ficam imparáveis nos playoffs

    Olha, eu já vi muita coisa bizarra na NBA, mas Josh Hart explodindo com 26 pontos no Jogo 2 contra os Cavs foi de outro mundo. O cara que normalmente faz o trabalho sujo virou cestinha da noite — e que noite!

    A situação era perfeita pra isso acontecer. Com Jalen Brunson sendo marcado como se fosse o último Coca-Cola do deserto (depois daqueles 38 pontos absurdos no Jogo 1), alguém precisava aparecer. Teoricamente, seria Karl-Anthony Towns, OG Anunoby ou Mikal Bridges. Mas não — foi o Hart mesmo que decidiu meter o louco.

    Chuva de três pontos do nada

    Vinte e seis pontos em 10-21 arremessos, sendo 5-11 do perímetro. Pra vocês terem noção do que isso representa: Hart acertou os mesmos 5 arremessos de três que James Harden e Donovan Mitchell juntos. Sim, isso mesmo que vocês leram.

    E aqui vai o dado que me deixou de queixo caído — Hart tinha feito mais de 5 triplas numa partida apenas UMA VEZ na carreira dele em playoffs. Durante toda a temporada regular, ele conseguiu esse feito em apenas três jogos. Sinceramente, ninguém esperava por isso.

    Companheiros babando ovo (com razão)

    Os companheiros de equipe estão extasiados, e olha que o Brunson resolveu zoar o parceiro: “Eu nem tô procurando por ele na verdade. Ele só estava livre mesmo”, disse em tom irônico. Típico do Brunson, né?

    Mas Mikal Bridges foi mais sério: “Temos total confiança nele. Vamos continuar achando ele livre e sabemos que vai acertar alguns arremessos. Pra ele, sabemos que é mentalmente forte”.

    O mais legal foi o OG Anunoby sendo brutalmente honesto: “Ele é um grande jogador. Queremos dar confiança pra ele. Ele não tem, mas tem. Ele sabe, ele treina”.

    Cara, essa frase do Anunoby resume tudo. Hart é daqueles caras que não tem o ego inflado, mas quando precisa aparecer, aparece mesmo.

    Knicks imparáveis quando Hart explode

    A real é que os Knicks já são chatos de defender normalmente. Agora imagina quando um cara como Hart — que ninguém espera — resolve virar Stephen Curry por uma noite? Fica impossível mesmo.

    E aí, vocês acham que Hart consegue manter essa pegada nos próximos jogos? Porque se conseguir, os Cavs vão ter que rezar muito pra conseguir parar esse ataque dos Knicks. Na minha visão, quando os role players explodem nos playoffs assim, geralmente é sinal de que o time tá pronto pra algo grande.

  • Allen confia no plano dos Cavs mesmo com Josh Hart pegando fogo

    Allen confia no plano dos Cavs mesmo com Josh Hart pegando fogo

    Mano, o Josh Hart meteu 26 pontos no Jogo 2 e simplesmente destruiu o Cleveland. Cinco bolas de três em 11 tentativas. E o mais louco? O Jarrett Allen continua confiando no plano defensivo dos Cavaliers mesmo depois dessa pancadaria toda.

    Olha, eu entendo a estratégia do Kenny Atkinson. Hart é conhecido por ser inconsistente do perímetro — ora acerta tudo, ora não acerta nem o aro. No Jogo 1 ele travou completamente, mas no Jogo 2? Simplesmente resolveu virar o Stephen Curry.

    A filosofia de Allen: confiar nos números

    O pivô dos Cavs foi bem direto na coletiva: “Ele é um jogador da NBA, vai acertar arremessos de três. Temos que seguir as estatísticas, confiar na intuição do técnico”. E complementou dando os parabéns pro Hart por mudar o jogo.

    Sinceramente? Acho que o Allen tá certo. Você não pode mudar um plano inteiro por causa de uma noite inspirada do adversário. Hart historicamente não é um atirador confiável de longa distância — deixar ele aberto e forçar outros caras a criarem foi a estratégia certa. Só que às vezes o basquete é cruel assim.

    Situação complicada pros Cavs

    Agora a situação tá feia mesmo. Cleveland está perdendo por 2-0 na série e voltando pra casa com uma pressão absurda. O time até tentou começar bem o Jogo 2, mas os Knicks aplicaram um parcial de 18-0 que basicamente matou qualquer chance de reação.

    Mitchell liderou com 26 pontos, Harden contribuiu com 18, Mobley fez 14 e o próprio Allen terminou com um double-double (13 pontos e 10 rebotes). Números até decentes, mas que não foram suficientes contra um time de Nova York que tá jogando em casa e confiante.

    E aí, vocês acham que os Cavaliers conseguem reverter essa situação? Porque estatisticamente, voltar de um 0-2 nos playoffs é tarefa pra poucos. O Jogo 3 vai ser decisivo — se perderem em casa, podem começar a planejar as férias.

    Uma coisa é certa: a confiança do Allen no sistema defensivo mostra a mentalidade profissional do cara. Mas no basquete, às vezes você precisa se adaptar rapidinho quando o plano A não tá funcionando.

  • Robinson deleta Facebook e muda número no meio dos playoffs

    Robinson deleta Facebook e muda número no meio dos playoffs

    Mitchell Robinson decidiu que é hora de uma limpeza geral na vida. O pivô do Knicks anunciou ontem que vai deletar o Facebook e mudar de número de telefone — tudo isso no meio da disputa por uma vaga nos playoffs. Cara, quando um cara faz isso, é porque a coisa tá séria mesmo.

    “Último post antes de deletar esse app”, escreveu Robinson no Facebook algumas horas antes do Jogo 2. “Finalmente mudei meu número por várias razões… enquanto luto e continuo lutando nessa corrida pelos playoffs, meu foco tem que ir para outro nível. Esse é o início de um novo capítulo na minha vida.”

    O lado pesado das redes sociais

    Olha, eu entendo perfeitamente o Robinson. O cara nunca foi de esconder o que pensa nas redes — já falou abertamente sobre saúde mental, reclamou do papel dele no ataque dos Knicks e, no lado mais leve, vive postando foto dos caminhões dele (que, convenhamos, são lindos).

    Mas essas redes também já custaram caro no bolso. Lembram da confusão com o Dyson Daniels dos Hawks na primeira rodada? Robinson levou uma multa de 50 mil dólares — o dobro do que o Daniels pagou — por causa de um vídeo que postou no Instagram depois da briga. Cinquenta mil! Dá pra entender porque ele quer se afastar.

    Na minha visão, isso mostra uma maturidade que talvez a gente não esperasse do Robinson. É difícil se desconectar hoje em dia, ainda mais sendo um jogador da NBA em Nova York. A pressão deve ser absurda.

    Foco total nos playoffs

    O técnico Mike Brown falou sobre a mentalidade veterana do time depois daquela virada maluca no Jogo 1 — saíram de 22 pontos de desvantagem pra cima. “Nossos caras entendem que escapamos por pouco e não queremos nos colocar nessa posição de novo”, disse Brown. Cleveland não vai dar bobeira duas vezes.

    E é exatamente isso que o Robinson tá tentando fazer: eliminar todas as distrações possíveis. Vocês acham que essa mudança radical vai fazer diferença no desempenho dele? Eu sinceramente acho que sim. Às vezes a gente subestima o quanto essas coisas mexem com a cabeça dos jogadores.

    Uma coisa é certa: se os Knicks querem chegar longe nesses playoffs, vão precisar do Robinson no seu melhor. E se deletar o Facebook e trocar de número é o que ele precisa pra chegar lá, então que seja. O importante é que ele volte a dominar o garrafão como a gente sabe que ele consegue.

  • Josh Hart explode com 26 pontos e Knicks dominam jogo 2 contra Cavs

    Josh Hart explode com 26 pontos e Knicks dominam jogo 2 contra Cavs

    Cara, o Josh Hart simplesmente decidiu que ia acabar com o psicológico do Cleveland ontem à noite. 26 pontos, 5 bolas de 3 em 11 tentativas, e o mais importante: ajudou os Knicks a abrirem 2-0 na série das finais da Conferência Leste.

    Olha, eu sempre soube que o Hart era peça-chave nesse time do New York, mas ver ele explodir assim depois de um jogo 1 meio apagado foi simplesmente monstro. O cara é conhecido pela defesa — e que defesa! — mas quando ele resolve atacar desse jeito, os Knicks ficam praticamente imbatíveis.

    “Continue mandando bala” – O recado do técnico

    O Mike Brown, técnico dos Cavs, não teve outra escolha senão elogiar o adversário depois da surra que tomou. E olha só a mensagem que ele mandou pro Hart: “Continue mandando bala”. Traduzindo: se vocês vão deixar ele livre, ele vai continuar acertando mesmo.

    “É assim que o Josh é. Ele é um jogador de playoff. Ele sabe que ajustes precisa fazer para ser efetivo”, disse Brown. Sinceramente, deve ser frustrante demais ser técnico adversário e ver um cara que você tenta neutralizar simplesmente se reinventar no meio da série.

    Knicks a duas vitórias das Finals

    Gente, vocês conseguem acreditar? Os Knicks estão a DUAS vitórias de voltarem às finais da NBA depois de 25 anos. Vinte e cinco anos! Eu nem tinha nascido quando eles foram pela última vez em 1999.

    E não foi só o Hart que brilhou, não. O Jalen Brunson distribuiu 14 assistências (14!), o Mikal Bridges meteu 19 pontos, o KAT fez um double-double com 18 pontos e 13 rebotes. Quando esse time engata, é difícil parar mesmo.

    O mais absurdo foi aquela sequência de 18-0 que os Knicks fizeram. Dezoito pontos seguidos! O Cleveland simplesmente não conseguiu respirar. É desse tipo de corrida que time campeão é feito.

    Agora é aguardar o jogo 3 em Cleveland no dia 23. Será que os Cavs conseguem reagir jogando em casa, ou os Knicks vão meter 3-0 e praticamente selar a vaga? Na minha opinião, se o Hart continuar nesse nível e o Brunson seguir distribuindo desse jeito, vai ser muito difícil pro Cleveland.

    E aí, vocês acham que os Knicks vão conseguir fechar em Cleveland ou os Cavs ainda têm chances reais de virar essa série?

  • Jalen Williams e Dylan Harper machucados: Finals do Oeste em perigo

    Jalen Williams e Dylan Harper machucados: Finals do Oeste em perigo

    Cara, não é possível. Logo nas Finais da Conferência Oeste, dois caras fundamentais pro Thunder e pro Spurs saíram machucados no Jogo 2. Jalen Williams e Dylan Harper vão fazer ressonância magnética hoje, e sinceramente? A situação tá feia pra ambos os times.

    O Williams já vinha sofrendo com lesão no tendão da coxa esquerda — a mesma perna que o incomodou antes. Olha só que azar: ele já tinha perdido seis jogos nos playoffs por causa disso (dois contra o Suns e toda a série contra os Lakers). No Jogo 1, o monstro fez 26 pontos e 7 rebotes. No Jogo 2? Só conseguiu jogar sete minutos antes de sair mancando.

    Williams: temporada de altos e baixos

    Pra quem acompanha, foi uma temporada complicadíssima pro Jalen Williams. O cara que fez All-NBA na temporada passada e foi peça-chave na campanha do título do Thunder jogou apenas 33 partidas na temporada regular. Primeiro foi cirurgia no punho, depois lesão no tendão da coxa direita, agora o esquerdo. Que azar, bicho.

    E o mais frustrante? Oklahoma City tava voando, construindo uma das melhores defesas da liga, e agora pode perder um dos seus principais criadores de jogada justamente nas Finais do Oeste.

    Harper brilhou e se machucou

    Do outro lado, Dylan Harper tava tendo o jogo da vida dele como profissional. O rookie dos Spurs, que começou no lugar do De’Aaron Fox (também machucado), fez um Jogo 1 absurdo: 24 pontos, 11 rebotes, 6 assistências e 7 roubos de bola. Sete roubos! O garoto tava inspirado demais.

    Mas aí no terceiro quarto do Jogo 2, sentiu a coxa direita e foi pro vestiário. Não voltou mais. E olha que situação complicada pros Spurs: sem Fox (que continua com o tornozelo dolorido desde a série contra Minnesota) e agora possivelmente sem Harper, sobra tudo pro Stephon Castle.

    O resultado? Castle já cometeu 20 turnovers em apenas dois jogos. Vinte! Contra essa defesa do Thunder, que é uma máquina de roubar bola, tá impossível. “Eles fazem você errar”, disse o técnico Mitch Johnson. “Quando você perde seus principais criadores, a pressão aumenta em tudo.”

    E agora, o que esperar?

    A real é que parece difícil tanto Williams quanto Harper jogarem o Jogo 3, amanhã à noite em San Antonio. E se eles não conseguirem voltar rápido, essas Finais do Oeste podem mudar completamente de cara.

    Vocês acham que algum dos dois consegue se recuperar a tempo? Porque sinceramente, sem esses caras, tanto Thunder quanto Spurs ficam bem limitados no que podem fazer ofensivamente. Vai ser interessante ver como os técnicos vão se adaptar — se é que vão conseguir.

    O Jogo 3 é amanhã às 21h30 (horário de Brasília), e a expectativa é que tenhamos notícias mais concretas sobre o estado dos dois jogadores ao longo do dia.

  • Pistons precisam de URGÊNCIA no ataque após vexame nos playoffs

    Pistons precisam de URGÊNCIA no ataque após vexame nos playoffs

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Pistons. Sessenta vitórias na temporada regular — algo que ninguém esperava após aquela catástrofe de 2024 com 68 derrotas. Mas sinceramente? Esse time nunca teve cara de candidato real ao título, e os playoffs deixaram isso bem claro.

    Sete jogos pra eliminar o Orlando Magic (que demitiu o técnico Jamahl Mosley na sequência, imaginem a humilhação). Depois perderam em sete pro Cleveland Cavaliers, parecendo uma equipe de ensino médio no ataque. É doloroso de assistir.

    A defesa salvou, mas o ataque afundou

    Olha só que loucura: os Pistons tiveram a segunda melhor defesa da liga. Segunda! Isso explica as 60 vitórias, mas também mostra o problema — quando você depende SÓ da defesa, vai dar ruim nos playoffs. E deu.

    O time começava dois caras que não sabem arremessar de 3: Jalen Duren e Ausar Thompson. O Cade Cunningham, que deveria ser a estrela, jogou com uma eficiência medíocre o ano todo. Como que você quer competir assim na pós-temporada? É impossível.

    A diretoria teve a oportunidade de fazer uma troca grande antes do deadline e não fez. Erro crasso. Agora tá aí o resultado — eliminação precoce e cara de quem não sabe por onde começar.

    Duren sumiu na hora H

    O Jalen Duren teve uma temporada regular monstro: 19.5 pontos, 10.5 rebotes, 65% de aproveitamento nos arremessos. O garoto parecia ter virado gente grande. Mas aí chegaram os playoffs e… cadê? Simplesmente desapareceu quando mais precisavam dele.

    Agora ele vai ser agente livre restrito, e vocês acham que ele merece uma renovação gorda depois dessa performance? Eu tô na dúvida, não vou mentir. Talvez a pressão dos playoffs tenha mostrado que ele ainda não tá pronto pra ser o cara.

    E agora, José?

    A resposta é óbvia: ARREMESSO DE 3. Os Pistons precisam desesperadamente de caras que saibam chutar de longe. Não dá pra ganhar nada na NBA moderna se você não espalha a quadra.

    Eles têm a 21ª escolha do draft — não vai resolver o problema, mas já ajuda se pegarem um cara que sabe atirar. O foco tem que ser encontrar veteranos que complementem o Cade e tragam esse espaçamento que tanto falta.

    Duncan Robinson tá com garantia parcial, Tobias Harris é agente livre… decisões importantes pela frente. Mas uma coisa é certa: se continuarem com essa filosofia de “vamos ganhar só na defesa”, vão passar mais uns anos vendo os outros brigarem pelo título.

    Sessenta vitórias foram ótimas, mas os torcedores de Detroit merecem mais que isso. Merecem um time que saiba jogar basquete moderno nos dois lados da quadra.

  • Murray-Boyles faz história: primeiro Raptor premiado desde Barnes

    Murray-Boyles faz história: primeiro Raptor premiado desde Barnes

    Olha só que notícia massa chegou aqui do Canadá! Collin Murray-Boyles, aquele rookie dos Raptors que virou sensação na temporada, acabou de ser escolhido para o All-Rookie Second Team. E sabe qual é o mais legal? Ele é o primeiro jogador de Toronto a receber esse reconhecimento desde que o Scottie Barnes levou em 2022.

    Cara, eu confesso que não esperava isso no começo da temporada. O garoto chegou vindo da South Carolina meio que nas coxas, mas foi mostrando serviço aos poucos. Os números dele não gritam — 8.5 pontos, 5 rebotes, 2 assistências por jogo — mas quem assistiu os jogos sabe que o impacto vai muito além das estatísticas.

    A transformação nos playoffs foi absurda

    Agora, nos playoffs o bicho desandou mesmo. Murray-Boyles simplesmente virou outro jogador: 14 pontos, 6.4 rebotes e 2.4 assistências de média. No jogo 6 crucial, o moleque fez 5 roubadas + tocos (aqueles “stocks” que a galera ama acompanhar). Com apenas 2,01m de altura, estava jogando de pivô e segurando a parada contra caras bem maiores.

    “Isso me faz sorrir o tempo todo, só de poder fazer parte disso”, disse ele sobre jogar playoffs pelos Raptors. Mano, dá pra sentir a emoção do cara na fala, né?

    As comparações que estão rolando são interessantes

    Com o Jakob Poeltl machucado por várias semanas, Murray-Boyles assumiu a responsabilidade defensiva e começou a receber comparações com o próprio Scottie Barnes e até com o Draymond Green. Sinceramente acho que ele tá mais pro lado do Green — um especialista defensivo que sabe tocar a bola, mas não necessariamente um armador nato como o Barnes.

    O que me impressiona é como ele consegue fazer pump fake no garrafão e finalizar bem pertinho da cesta. Se melhorar os lances livres (que tá meio capenga ainda), vai ser difícil parar esse cara lá embaixo.

    Uma coisa engraçada: Murray-Boyles foi o que recebeu menos votos entre todos os escolhidos pro All-Rookie — apenas 66, enquanto o Ace Bailey teve 107. Mas olha, ele foi o único cara de time que chegou nos playoffs que não conseguiu entrar no First Team. Isso acontece porque ele saía do banco na maior parte dos jogos, enquanto outros rookies eram titulares absolutos em times mais fracos.

    E agora? O futuro promete muito

    Na minha visão, esse moleque tem potencial pra ser um dos melhores defensores da liga nos próximos anos. Lembram quando ele foi draftado em 9º lugar e ficou meio em choque quando chamaram o nome dele? Pois é, quem diria que em poucos meses estaria carregando os Raptors nos playoffs.

    Vocês acham que ele consegue evoluir o arremesso de 3 pontos também? Porque se conseguir esticar a marcação e forçar os pivôs adversários a saírem do garrafão… aí é que os Raptors vão ter uma arma perigosa mesmo.

    Enfim, parabéns pro garoto! Toronto tá de parabéns por ter apostado nele, e nós aqui do Sexto Homem vamos ficar de olho na evolução desse cara. Tem tudo pra ser uma peça fundamental nos próximos anos.

  • MSG é absurdo: ingresso pro Jogo 2 custa mais que 3 jogos inteiros em Cleveland

    MSG é absurdo: ingresso pro Jogo 2 custa mais que 3 jogos inteiros em Cleveland

    Gente, eu sabia que o Madison Square Garden era caro, mas isso aqui passou dos limites da sanidade. O ingresso mais barato pro Jogo 2 entre Knicks e Cavaliers está custando 740 dólares. SETECENTOS E QUARENTA DÓLARES pra entrar no ginásio. É mais caro que meu aluguel, cara!

    Mas ó, a loucura não para por aí. Sabe quanto custa pra você assistir os TRÊS jogos dos Cavs em casa? 629 dólares. Ou seja, é mais barato você viajar pra Cleveland, assistir três jogos da série e ainda sobra dinheiro do que ir no MSG pra um jogo só.

    A matemática da dor de cabeça

    Vamos fazer as contas aqui porque é de chorar. O Jogo 3 em Cleveland tá custando 180 dólares (já é salgado, mas pelo menos não é um assalto). O Jogo 4 sai por 161 dólares e um possível Jogo 6 por 288. Total: 629 dólares por três jogos.

    Enquanto isso, um único jogo no ‘The Garden’ custa 740. Sinceramente, eu entendo que é Nova York, que é playoff, que é a final do Leste… mas isso aí é de outro mundo.

    E olha que os Knicks deram um show no Jogo 1, né? Estavam perdendo por 22 pontos no segundo tempo e conseguiram virar numa sequência monstruosa de 44-11. Josh Hart meteu 26 pontos (recorde pessoal dele em playoffs), e o time ainda ganhou na prorrogação por 115-104.

    Vale a pena o investimento?

    A questão é: vocês acham que vale pagar esse absurdo? Tipo, eu entendo a emoção de estar no MSG numa final de conferência. A energia deve ser insana, a galera gritando… mas 740 dólares?

    Na minha opinião, se você tem essa grana sobrando, vai fundo. Mas se for apertar o orçamento, melhor assistir em casa com uma pizza boa e economizar pra uma viagem pra Cleveland. Pelo menos lá você vê mais basquete pelo mesmo preço — e ainda conhece uma cidade diferente.

    Os Knicks tão com moral depois dessa virada épica, mas o negócio é que em playoff qualquer coisa pode acontecer. E imagine pagar 740 dólares pra ver seu time perder… aí é dose demais até pra quem tem dinheiro sobrando.

  • Cavs tomaram uma surra dos Knicks e o backcourt tá um desastre

    Cavs tomaram uma surra dos Knicks e o backcourt tá um desastre

    Olha, eu não esperava isso dos Cavs. Perder o jogo 2 para os Knicks por 109-93 já foi ruim, mas ver como o backcourt de Cleveland está jogando… cara, tá doendo assistir.

    Donovan Mitchell marcou 26 pontos, mas sinceramente? Parecia um cara jogando machucado. Zero explosão, zero elevação nas penetradas. E pior: apenas 1 assistência a noite toda. Uma! Como é que um cara que se considera estrela distribui uma assistência só num jogo de playoff?

    James Harden simplesmente sumiu

    E o que dizer do Harden? 18 pontos até que não é ruim, mas defensivamente ele é um buraco negro. Os Knicks fazem o que querem quando ele tá em quadra. Na real, parece que ele tá jogando com o freio de mão puxado.

    O mais frustrante é que a gente sabe que o Harden já foi muito melhor que isso. Duas assistências apenas? Pro cara que já foi um dos melhores armadores da liga? Não dá, mano.

    Mobley e Allen tentaram, mas…

    Evan Mobley começou bem — 10 pontos só no primeiro quarto. Aí aconteceu aquela coisa típica dos Cavs: ele simplesmente desapareceu do jogo. Terminou com 14 pontos em apenas 8 arremessos. Oito! Como é que você não dá mais bola pro seu melhor jogador?

    Jarrett Allen fez a parte dele: double-double com 13 pontos e 10 rebotes. Os Cavs dominaram o rebote ofensivo 13-5, mas de que adiantou se o ataque não funcionou?

    O resto do banco foi de dar dó. Max Strus acertou 1 de 7 arremessos. Sam Merrill errou TODOS os sete arremessos de 3 que tentou. Todos, cara. Eram bolas limpas na maioria das vezes.

    E agora, como sai dessa?

    Sinceramente, eu não sei como os Cavs vão reverter essa situação. O backcourt precisa acordar urgentemente, porque assim não dá para competir com time nenhum nos playoffs, quanto mais com os Knicks que estão jogando um basquete sólido.

    Vocês acham que o Mitchell realmente está machucado ou é só fase ruim mesmo? E o Harden, será que ainda tem gás no tanque para uma corrida de playoff? Porque do jeito que tá, essa série vai acabar rápido — e não do lado que a gente torce.

  • Cavs despencam no jogo 2 — Mitchell claramente machucado

    Cavs despencam no jogo 2 — Mitchell claramente machucado

    Cara, que desastre foi esse jogo 2 dos Cavs contra os Knicks. 109-93 — e olha que o placar até que esconde o quão feio foi isso aí. Os caras simplesmente esqueceram como arremessar uma bola de basquete.

    Mas o que mais me preocupa não são os arremessos errados. É o Donovan Mitchell. O cara tá claramente machucado, galera. Não tem como negar mais.

    Mitchell não é o mesmo

    O técnico Kenny Atkinson fica dizendo que não sabe de lesão nenhuma, mas qualquer um que acompanha NBA vê que algo tá errado. Aquela explosão característica do Mitchell? Sumiu. O primeiro passo dele, que sempre foi um monstro? Não existe mais.

    Sinceramente, se o Mitchell não estiver 100%, eu não vejo como os Cavs voltam nessa série. O cara é o motor desse time — sem ele no auge, fica impossível.

    Mesmo assim, ele foi o cestinha do Cleveland com 26 pontos. Mas com apenas 1 assistência, cara. Uma. Isso mostra como o ataque dos Cavs tá dependente demais dele forçar as jogadas.

    O pesadelo dos arremessos de 3

    Olha, eu já vi times passando por crises de arremesso, mas 9-35 do perímetro é de assustar. Sam Merrill foi 0-7 da linha de 3 — e não foram chutes forçados não, foram bandejas de fora da área que simplesmente não entraram.

    Max Strus (1-4), Mitchell (2-7), Jaylon Tyson (0-3)… Todo mundo frio. E o pior: perderam 10 de 32 lances livres! Dez! Como que você erra tanto da linha?

    O Evan Mobley começou bem, fez 10 pontos só no primeiro quarto. Pensei “agora vai”, mas aí os caras pararam de passar a bola pra ele. Apenas 2 arremessos nos três quartos finais. Isso é planejamento tático ou birra?

    Os Knicks souberam aproveitar

    Josh Hart foi o cara que mais machucou os Cavs. 12 pontos no terceiro quarto, indo 4-6 do campo e 3-3 de três. Exatamente o tipo de jogador que você não pode deixar pegar confiança nos playoffs.

    Os Knicks fizeram uma sequência de 18-0 que basicamente definiu o jogo. Enquanto Cleveland ficou 5 minutos e meio sem pontuar, New York fez o que quis na quadra.

    E aí, galera — vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar jogando em casa? Ou essa série já era? Porque do jeito que o Mitchell tá, e com esse ataque completamente perdido, tá difícil de ver uma virada.

    James Harden contribuiu com 18 pontos, mas também não foi aquela performance dominante que esperávamos. Jarrett Allen fez sua parte com 13 pontos em 50% dos arremessos, mas não teve apoio suficiente.

    Agora é torcer para que o técnico dos Cavs encontre uma solução rápida, porque estar 0-2 nos playoffs não é brincadeira não. E se o Mitchell continuar claramente limitado fisicamente… bem, aí a conversa muda de figura mesmo.