Autor: Leandro Amorim

  • Knicks destroem os Cavs e fazem história: 9 vitórias seguidas nos playoffs!

    Knicks destroem os Cavs e fazem história: 9 vitórias seguidas nos playoffs!

    Mano, os Knicks tão voando! Ontem foi pancadaria nos Cavaliers: 109-93 no Jogo 2 da Final do Leste. E o mais absurdo? É a NONA vitória consecutiva nos playoffs. Nove! Quando foi a última vez que vimos isso?

    Olha, eu vou ser sincero: não esperava ver o Jalen Brunson com apenas 2 pontos no primeiro tempo. Dois pontos, gente! Mas aí que tá a beleza desse time dos Knicks — quando um não vai, outro vai. E que elenco equilibrado, hein?

    Josh Hart simplesmente pegou fogo

    O cara que roubou a cena foi o Josh Hart. 26 pontos (maior pontuação do jogo), 7 assistências, 4 rebotes e 2 roubos de bola. No terceiro quarto, o maluco virou uma máquina de três pontos: 3/3 de longa distância, todas assistidas pelo Brunson. Quando o Hart acertou a terceira bola de três seguida, já tinha feito 24 pontos e o jogo tava praticamente decidido.

    E o Brunson? Pode ter começado devagar no ataque, mas distribuiu assistências como ninguém — 14 no total, recorde pessoal dele nos playoffs. Double-double garantido (19 pontos e 14 assistências), o oitavo duplo-duplo dele nestes playoffs.

    Quinteto equilibrado e KAT mandando ver

    Uma coisa que me chamou atenção: TODOS os cinco titulares terminaram com dois dígitos. Karl-Anthony Towns fez 18 pontos e 13 rebotes (que garrafão dominado!), Mikal Bridges cravou 19, OG Anunoby contribuiu com 14. É time de verdade isso aí.

    O Towns começou o jogo bullying os caras no garrafão e ainda acertando de longe. Aquela enterrada dele… cara, que monstro!

    E tem mais: no terceiro quarto, os Knicks fizeram 32 a 21 nos Cavs e abriram até 19 pontos de vantagem. No último período, Cleveland ainda tentou uma reação com uma sequência de 8-0, mas já era tarde demais.

    Sequência histórica que ninguém esperava

    Nove vitórias seguidas nos playoffs com +212 de saldo de pontos. Vocês conseguem acreditar nisso? Os Knicks, que durante anos foram piada, agora tão fazendo os outros times de piada.

    O que mais me impressiona é a consistência ofensiva: 17 assistências no primeiro tempo contra apenas 9 dos Cavaliers. Isso é basquete coletivo do jeito que tem que ser jogado.

    Agora é Game 3 em Cleveland. E aí, será que os Cavs conseguem reagir jogando em casa ou os Knicks vão continuar essa sequência absurda? Eu, sinceramente, tô começando a acreditar que esse pode ser o ano deles…

  • The Athletic rankeou jogadores da NBA: e o Phoenix Suns?

    The Athletic rankeou jogadores da NBA: e o Phoenix Suns?

    Olha, eu sempre fui viciado em rankings. Sabe aqueles tier lists que fazem pros jogadores da NBA? Pois então, o pessoal do The Athletic soltou uma análise completa dividindo todos os caras da liga em categorias, e claro que fui correndo ver onde os nossos Suns se encaixaram.

    E cara, que exercício interessante eles fizeram.

    Como funciona essa classificação?

    O Law Murray, que é o jornalista responsável por essa loucura, dividiu os jogadores em cinco tiers principais. No topo (Tier 1) estão os 10 melhores da liga — aqueles caras que disputam o First Team All-NBA. No Tier 2, os outros 20 que completam os 30 melhores, jogadores All-Star que podem liderar um time decente.

    Daí pra baixo vai descendo: Tier 3 são os considerados “stars” mas que idealmente não deveriam ser a primeira opção do time. Tier 4 são bons titulares, e Tier 5 são jogadores de rotação de qualidade.

    Basicamente, é o que qualquer um que joga fantasy já sabe — organizar por categorias facilita muito a vida na hora de avaliar.

    E onde ficaram nossos Suns?

    Bom, prepare-se porque a lista não é das mais animadoras:

    Devin Booker apareceu no Tier 2D. Ou seja, ainda está entre os 30 melhores da liga, mas numa subcategoria mais baixa dentro do grupo All-Star. Sinceramente? Não discordo muito não. O Book é craque, mas ainda precisa provar que consegue ser O cara de um time campeão.

    Dillon Brooks ficou no Tier 4C — um bom titular, não exatamente um astro. E olha, considerando como ele jogou desde que chegou em Phoenix, até que faz sentido.

    Jalen Green também no Tier 4, só que no 4E. Cara, eu ainda tenho fé no Green, mas ele realmente precisa dar o salto que todo mundo esperava quando saiu de Houston.

    Completando a lista: Collin Gillespie no Tier 5A e Grayson Allen no 5B. Ambos como peças de rotação, o que é justo.

    Minha opinião sobre tudo isso

    Não vou mentir, ver só cinco jogadores dos Suns nessa lista me deixou meio dividido. Por um lado, mostra que o time realmente não tem aquela profundidade que os grandes contenders têm. Por outro, talvez seja um sinal de que alguns caras estão sendo subestimados.

    O que vocês acham? Booker merecia estar mais alto? Green tem potencial pra subir alguns degraus essa temporada? E mais importante: dá pra brigar por playoff com esse elenco aí?

    Uma coisa é certa — se os Suns quiserem voltar a ser relevantes, vão precisar que pelo menos dois ou três desses jogadores elevem o nível. Não dá pra depender só do Book pra sempre.

  • LeBron aos 41: ‘Só penso em time campeão ou aposentadoria’

    LeBron aos 41: ‘Só penso em time campeão ou aposentadoria’

    Gente, o LeBron tá realmente pensando em parar. Aos 41 anos, depois de 23 temporadas na NBA (vinte e três!), o Rei finalmente admitiu que não sabe se volta pra quadra na próxima temporada. E olha, eu não culpo o cara.

    No podcast dele com o Steve Nash, LeBron foi bem direto: ainda não decidiu nada. Pode ser aposentadoria, pode ser mais um ano nos Lakers, pode até ser em outro time. Mas uma coisa ele deixou claro — se for jogar, só aceita time que brigue pelo título.

    Família em primeiro lugar

    O que mais me impressionou foi ele falar que nem pensou direito no assunto ainda. “Vou primeiro curtir as férias com a família depois do Memorial Day”, disse. Cara, isso mostra como o LeBron mudou, né? Antes ele já estaria planejando tudo nos mínimos detalhes.

    A decisão deve sair só lá pra julho, agosto. Coincidentemente quando a free agency esquenta. Timing perfeito ou estratégia? Vocês sabem como o LeBron é esperto pra essas coisas.

    “Não vou pra time reconstruindo”

    A parte mais interessante foi quando perguntaram se ele toparia “recomeçar” num time que tá reconstruindo. A resposta? “De jeito nenhum. Quero estar empolgado pra trabalhar todo dia, quero ganhar.”

    Sinceramente, faz todo sentido. O cara já provou tudo que tinha pra provar. Ganhou em Miami, voltou pra Cleveland e trouxe o título histórico, conquistou mais um em Los Angeles. Por que perderia tempo em projeto?

    Na minha opinião, isso elimina uns 20 times na NBA de cara. Sobram poucos destinos realistas: Lakers (onde tá), talvez Warriors se conseguirem espaço salarial, ou quem sabe uma surpresa tipo Philadelphia?

    O corpo ainda aguenta

    O mais absurdo é que fisicamente o cara ainda entrega. Na temporada passada: 20.9 pontos, 6.1 rebotes, 7.2 assistências. E liderou a liga em pontos de contra-ataque! Aos 41 anos, mano.

    “Sei que ainda posso dar muito pro jogo e jogar em alto nível”, ele disse. E tá certo. Quantos caras de 41 anos vocês conhecem fazendo triple-double na NBA?

    Olha, eu acho que ele volta sim. É viciado em basquete, ama competir, e depois de jogar com o Bronny realizando o sonho de pai… Aposto que quer mais uma temporada pra tentar buscar o quinto anel.

    E aí, vocês acham que o LeBron pendura as chuteiras ou vai pra mais uma?

  • VJ-Maxx é a luz no fim do túnel para os Sixers em crise

    VJ-Maxx é a luz no fim do túnel para os Sixers em crise

    Cara, os Philadelphia Sixers estão um caos completo. Time eliminado no primeiro round pelos Knicks, Daryl Morey saindo, futuro do técnico incerto… mas sinceramente? Eu não tô nem um pouco preocupado com o futuro dessa franquia. E sabe por quê?

    VJ Edgecombe e Tyrese Maxey.

    Lembram quando a galera tava brigando sobre quem pegar com a terceira escolha do Draft 2025? Muita gente questionando se o VJ era a escolha certa vindo de Baylor. Teve até quem especulou sobre trocar o Maxey depois que o Orlando Magic pagou uma fortuna pelo Desmond Bane. Olha só como as coisas mudaram.

    O rookie que ninguém esperava

    Edgecombe teve uma temporada de estreia simplesmente absurda. 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubos por jogo. Mais de 43% nos arremessos e quase 36% das três. Para um moleque de 20 anos? Isso é coisa de monstro.

    E não foi só estatística não. O garoto foi eleito para o First Team All-Rookie e ficou em terceiro no Rookie of the Year – numa classe de draft lotada de talento e jogando num time que foi pros playoffs. Isso aí é currículo de craque.

    “Ele foi excepcional”, falou Maxey depois da eliminação. “Essa é a palavra que posso usar, excepcional. Muitos caras na NBA queriam ter uma temporada como a dele.”

    A dupla que funciona de verdade

    O que mais me impressiona é como esses dois se encaixaram naturalmente. Maxey poderia ter ficado receoso com um rookie pegando tanto protagonismo, mas foi o contrário. Virou uma sociedade perfeita.

    Edgecombe sempre defletindo os elogios, falando do trabalho duro, dando crédito pros companheiros. Igual o Maxey faz. É química pura, e vocês podem ter certeza que isso não acontece por acaso.

    “Desde o primeiro dia, antes mesmo de saber que ia ser draftado aqui, ele me recebeu de braços abertos”, disse VJ sobre Maxey. “Tenho aprendido com ele desde então.”

    Até o Embiid tá impressionado: “VJ é o próximo. Filadélfia acertou em cheio com ele. Esse cara é diferente, e isso foi só o primeiro ano.”

    O futuro é agora

    Enquanto todo mundo fica especulando sobre as mudanças que vêm por aí nos Sixers, eu fico tranquilo sabendo que essa dupla VJ-Maxx vai estar lá. Os dois já falaram sobre trabalhar juntos no verão – Maxey quer jogar mais sem bola para dar espaço pro rookie desenvolver, e o VJ quer pegar mais a bola para tirar pressão do Maxey.

    Essa é a mentalidade que você quer ver: dois caras jovens, talentosos, que se respeitam e querem crescer juntos. Em meio ao caos organizacional dos Sixers, pelo menos eles acertaram onde realmente importa.

    E aí, vocês acham que essa dupla tem potencial para levar Filadélfia de volta ao topo? Eu, sinceramente, já tô comprando a ideia.

  • Austin Reaves usou instalações dos Dodgers pra se recuperar de lesão

    Austin Reaves usou instalações dos Dodgers pra se recuperar de lesão

    Olha só que parada interessante: o Austin Reaves teve que apelar pra tudo que é canto pra se recuperar de uma lesão no oblíquo antes dos playoffs, e acabou usando até as instalações dos Dodgers de baseball pra conseguir voltar a jogar pelos Lakers.

    O cara sofreu uma distensão grau 2 no oblíquo uma semana antes da temporada regular acabar — timing terrível, né? Mas o maluco se dedicou tanto que conseguiu voltar no jogo 5 da primeira rodada contra os Rockets. No final, jogou seis jogos nos playoffs antes dos Lakers serem eliminados pelo Thunder.

    Maratona de recuperação

    “Tinha dias que eu saía de casa às 7h30 da manhã e só voltava às 7h30 da noite ou mais tarde”, contou Reaves sobre o processo. E não era moleza não — o cara literalmente atacou a reabilitação todos os dias.

    Além de treinar na instalação dos Lakers em El Segundo, Reaves também fez tratamento na base dos Dodgers. Foi sugestão do próprio Lakers, segundo fontes anônimas. Faz sentido, né? Com o Mark Walter sendo dono dos dois times desde outubro passado, por que não aproveitar toda a estrutura disponível?

    Nova era Lakers-Dodgers

    Essa história do Reaves é só um gostinho do que tá por vir. O Rob Pelinka já confirmou que os Lakers vão colaborar com os Dodgers pra turbinar as instalações médicas e de performance do centro de treinamento.

    A lista de novidades é de dar água na boca: laboratório de biomecânica, laboratórios de movimento, área de recuperação… Tudo isso vai rolar durante a offseason, com previsão de ficar pronto lá pela summer league de Vegas.

    “São coisas super caras de fazer e super bem pensadas”, admitiu Pelinka. E com o time da G-League se mudando pro Coachella Valley, sobrou muito mais espaço pra essas melhorias.

    Sinceramente? Acho que essa parceria Lakers-Dodgers pode ser um game changer gigante. Os Dodgers sempre foram referência em tecnologia e análise de dados no baseball — imagina essa expertise aplicada no basquete?

    E vocês, o que acham dessa conexão? Será que vai fazer diferença real na hora de manter os jogadores saudáveis na próxima temporada?

  • Sean Sweeney favorito para comandar os Mavs? Olha essa lista!

    Sean Sweeney favorito para comandar os Mavs? Olha essa lista!

    Cara, mal saiu a notícia da demissão do Jason Kidd e as casas de apostas já estão fervendo com as cotações para o próximo técnico dos Dallas Mavericks. E olha só quem aparece como favorito: Sean Sweeney, que era justamente o braço direito do Kidd em Dallas!

    Segundo o BetOnline, Sweeney tem +125 de odds – o que significa 44,4% de chances implícitas. Faz sentido, né? O cara conhece o elenco, sabe como o Luka pensa em quadra, e era quem comandava o esquema defensivo dos Mavs. Mas sinceramente? Acho meio estranho ele ser TÃO favorito assim logo de cara.

    Os nomes que fazem a galera sonhar

    Agora vem a parte interessante. Nick Nurse aparece com +300 (segundo colocado), mas cara… ele tá no Philadelphia! Seria preciso os Sixers liberarem ele pra entrevista, e duvido muito que isso role. O cara ganhou anel em Toronto e tá construindo algo legal na Filadélfia.

    Frank Vogel (+400) é outro nome que faz sentido – era assistente do Kidd na temporada passada. A questão é: será que Masai Ujiri (novo presidente dos Mavs) vai querer manter alguém do staff anterior? Eu tenho minhas dúvidas.

    Mas o nome que mais me chamou atenção foi Steve Nash em quarto lugar (+650). Gente, seria MUITO louco ver outro armador lendário dos Mavs comandando o time depois do Kidd. Lembram da passagem conturbada dele no Brooklyn com o Kyrie Irving? Pois é, ironicamente o Kyrie tá em Dallas agora. O mundo dá voltas mesmo.

    Apostas malucas e sonhos impossíveis

    Billy Donovan (+700) fecha o top 5, mas pelo que tô vendo, ele tá cotado pra ir pro Orlando Magic. Aí tem uns nomes interessantes tipo Tiago Splitter (10/1) – seria massa ver um brasileiro técnico na NBA, mas acho difícil.

    Tom Thibodeau (12/1) sempre aparece nessas listas, mas o cara é meio “old school” demais pro estilo atual da liga. Michael Malone (16/1) seria interessante, mas ele tá bem no North Carolina.

    Agora a cereja do bolo: DIRK NOWITZKI com 75/1! Cara, imaginem o Dirk comandando Luka e companhia? Seria um filme, mas obviamente é mais meme do que possibilidade real. O alemão tá curtindo a vida de analista na Amazon Prime.

    E aí, galera? Quem vocês acham que deveria pegar esse desafio? Eu confesso que tô curioso pra ver se vão apostar em alguém experiente ou se vão de cara nova mesmo. Os Mavs precisam de alguém que saiba lidar com estrelas e que tenha jogo de cintura pra gerenciar egos. Não é qualquer um que aguenta a pressão de comandar Luka e Kyrie ao mesmo tempo!

  • Por que os Suns têm que manter o Grayson Allen

    Por que os Suns têm que manter o Grayson Allen

    Olha só, eu sei que o Grayson Allen não é o cara mais carismático da NBA. Mas sinceramente? Os Suns cometeriam um erro gigantesco se deixassem ele escapar nessa offseason.

    Cara chegou no Arizona em 2023 naquela negociação maluca que envolveu o Deandre Ayton, e desde então tem sido um soldado. Três temporadas sendo exatamente o que o time precisava — saindo do banco ou como titular, tanto faz. O moleque se adaptou que nem luva.

    Não foi tão ruim quanto parece

    Tá, vamos ser honestos: a temporada 2025-26 do Allen deixou todo mundo meio preocupado. Perdeu 32 jogos por lesão e os 34.9% de três pontos não foram nada bonitos de se ver (especialmente pra um cara que a gente conta pra acertar essas bolas). Mas calma aí antes de entrar em pânico.

    O cara fez CARREIRA nos pontos (16.5 por jogo) e assistências (3.8). E olha esse dado absurdo: 8.9 tentativas de três por jogo! É claro que a eficiência ia cair um pouco com esse volume todo. Sem falar que ele meteu 42 pontos contra o Pelicans em novembro — 10 triplas numa partida só, recorde da franquia!

    Vocês acham mesmo que um cara desses vira problemático do dia pra noite?

    Por que os Suns não podem abrir mão dele

    Primeiro: o cara é muito mais que um arremessador. Sério mesmo. Allen tem atleticismo pra atacar o garrafão, sabe fazer a jogada certa e ainda por cima defend e múltiplas posições. Na minha opinião, é um dos contratos com melhor custo-benefício do time.

    Segundo: a gravidade dele em quadra é coisa de louco. Mesmo numa temporada “ruim”, ainda acertou 3.1 triplas por jogo. Quando o Devin Booker tá fazendo suas coisas, ter o Allen aberto na lateral muda completamente a geometria da quadra. Os caras não podem dormir na dele.

    Terceiro: todo time brigando pelo título MATA por um jogador como ele. Ala que acerta bolas abertas, faz passes extras e não precisa ter a bola na mão o tempo todo? É ouro no mercado atual da liga.

    Eu entendo que com tantos armadores no elenco, fica tentador trocar o Allen pra equilibrar as posições. Mas essa é exatamente a cilada que transforma times bons em medianos. Você não troca qualidade comprovada por planilha bonita.

    O Grayson Allen pode não ser o cara mais empolgante do mundo, mas é exatamente o tipo de jogador que faz a diferença quando a coisa aperta. E olha que eu tô falando isso mesmo depois de uma temporada irregular dele!

  • Splitter pode ser técnico na NBA! Brasileiro disputa vaga no Portland

    Splitter pode ser técnico na NBA! Brasileiro disputa vaga no Portland

    Gente, vocês viram essa? Tiago Splitter está na briga pra ser técnico principal do Portland Trail Blazers! Isso mesmo, o nosso eterno pivô da seleção brasileira pode fazer história como o primeiro brasileiro a comandar um time da NBA.

    Olha só a situação: depois que Chauncey Billups foi preso por acusações federais em outubro (que loucura, né?), o Splitter assumiu interinamente e agora está entre os três finalistas pra ficar com a vaga em definitivo. Os outros dois candidatos são Jeff Van Gundy e Micah Nori.

    Van Gundy volta à ativa depois de anos na TV

    Jeff Van Gundy é nome conhecido de longa data. O cara passou anos comentando jogos na ESPN e voltou às quadras como assistente do Los Angeles Clippers em 2024. Sua última experiência como técnico principal foi no Houston Rockets, mas isso lá em 2007 — faz tempo, hein?

    Já o Micah Nori é assistente do Chris Finch no Minnesota Timberwolves há bastante tempo. O cara já chegou na final de várias vagas de técnico principal, mas sempre ficou na trave. Será que dessa vez cola?

    E o Splitter nisso tudo?

    Sinceramente, eu não esperava ver o Tiago nessa posição tão cedo. O cara sempre foi inteligente demais em quadra — lembram da época dos Spurs? — mas partir direto pra técnico principal na NBA é um salto gigantesco.

    Por outro lado, ele já conhece o elenco do Portland, já teve a chance de mostrar seu trabalho como interino. E convenhamos, depois da bagunça que foi a temporada dos Blazers, talvez seja a hora perfeita pra apostar numa cara nova.

    O que vocês acham? Será que o Splitter tem chance real de levar essa? Seria monstro demais ter um brasileiro comandando uma franquia da NBA. Imaginem só o orgulho que seria pra gente!

    Uma coisa é certa: seja qual for a decisão de Portland, o fato do Tiago estar entre os finalistas já é uma vitória absurda. Mostra o respeito que ele conquistou no basquete americano, primeiro como jogador e agora como técnico.

  • Cavs vs Knicks Jogo 2: Apostas dos Experts e Minha Análise

    Cavs vs Knicks Jogo 2: Apostas dos Experts e Minha Análise

    Cara, que jogaço foi aquele Jogo 1 no Garden! Os Knicks viraram uma desvantagem de 22 pontos — coisa que só vejo em filme. Agora é hora do Jogo 2, e sinceramente, acho que vamos ter ajustes táticos importantes dos dois lados.

    Vou ser honesto com vocês: depois de acompanhar essa série e ver como os experts americanos estão apostando, algumas tendências me chamaram atenção. E olha que eu não esperava algumas dessas análises.

    Brunson Vai Distribuir Mais Assistências

    O Jon Metler (expert lá de fora) tá apostando pesado no Brunson fazer mais de 6.5 assistências hoje. A lógica é simples: no Jogo 1, ele conseguiu quebrar o James Harden no um-contra-um várias vezes. Agora os Cavs vão ter que mandar mais ajuda, né?

    E quando você força mais dupla marcação, naturalmente cria mais oportunidades de passe. Brunson teve 12 assistências potenciais no primeiro jogo — isso significa que os companheiros erraram cestas abertas que ele criou. Número forte pra caramba.

    Na minha visão, faz todo sentido. O garoto é inteligente demais pra não explorar essas situações.

    Harden Pode Explodir no Ataque

    Agora uma parada interessante: os Knicks mudaram a marcação no Harden durante o jogo. Primeiro tempo, mandaram dupla marcação pesada — resultado? Ele fez só 7 pontos. Segundo tempo, marcação individual — aí ele teve mais oportunidades, mas desperdiçou (2/10 nos arremessos).

    Se Nova York mantiver a marcação individual que funcionou pra virada, o Harden vai ter espaço pra trabalhar. E convenhamos, o cara não vai continuar errando tudo pra sempre. Jason Logan (outro expert) tá confiante que ele passa dos 17.5 pontos.

    Eu tenho minhas dúvidas — Harden em playoffs é sempre uma incógnita, mas a lógica faz sentido.

    Knicks Favoritão em Casa

    Os Knicks são favoritos por 6.5 pontos, e olha… depois daquela virada épica, é difícil apostar contra eles no Madison Square Garden. Joe Osborne tá confiante que Nova York pega onde parou.

    Os números apoiam: Knicks lideram todos os times dos playoffs em net rating e porcentagem efetiva de arremessos. Oito das nove vitórias deles nos playoffs foram por 11+ pontos. Isso é dominância, galera.

    Do lado dos Cavs, a eficiência fora de casa despencou. E aqueles 4 minutos finais do Jogo 1? Pareceram completamente perdidos com a pressão da torcida do Garden.

    Vocês acham que Cleveland consegue se recuperar mentalmente depois daquela pancada? Ou os Knicks vão manter o ritmo e partir pra cima do 2-0?

    Seja como for, promete ser outro jogaço. E uma coisa eu garanto: ninguém vai sair do sofá hoje à noite.

  • Spurs rookie vira ‘MVPee’ depois de vídeo viral no banheiro

    Spurs rookie vira ‘MVPee’ depois de vídeo viral no banheiro

    Cara, só na NBA mesmo pra gente ver uma situação dessas. O rookie Carter Bryant, do San Antonio Spurs, virou o ‘MVPee’ oficial da Charmin depois que um vídeo dele usando o banheiro público do Paycom Center — DE UNIFORME — viralizou nas redes sociais.

    Olha só que loucura: o moleque aparece no vídeo lavando as mãos, todo arrumadinho de uniforme dos Spurs, e a legenda ainda dizia “mid game btw” (no meio do jogo, por sinal). A Charmin não perdeu tempo e já ofereceu papel higiênico suficiente pro garoto até o fim da temporada. Chamaram de “melhor CONTRA-ATAQUE da noite” e “performance de MVPee”. Marketing genial, não vou mentir.

    Real ou fake? Essa é a questão

    Agora, será que o vídeo é real mesmo? Com tanto deepfake e IA por aí, fica difícil saber. O cara que postou, Keith Hillary (que pelo TikTok dele trabalha numa tatuadora de Oklahoma City), pode muito bem ter flagrado o Bryant no banheiro mesmo. Ou pode ser tudo montagem.

    Mas sinceramente? Pouco importa pra Charmin. Eles já fizeram isso antes — lembram quando o Kobe chamou os companheiros de Lakers de “moles como Charmin” em 2012? A marca respondeu na mesma hora nas redes sociais. É o tipo de sacada que funciona.

    A performance em quadra foi menos impressionante

    Agora, falando sério: o Bryant pode ter lavado bem as mãos, mas em quadra a coisa não foi tão boa assim. Jogou 10 minutos na derrota dos Spurs por 122-113, não fez nenhum ponto e terminou com -10 no plus/minus. Pelo menos a higiene tava em dia, né?

    O garoto é rookie e tá aprendendo ainda, mas que início de carreira peculiar. Quantos calouros podem dizer que viraram meme internacional por causa de uma ida ao banheiro? E aí, vocês acham que o vídeo é real ou montagem?

    Uma coisa é certa: a Charmin sabe como aproveitar uma oportunidade. Já ofereceram papel higiênico até pra astronautas com problemas de banheiro no espaço. Agora é a vez do Carter Bryant entrar pra essa lista ilustre. Que mundo maluco vivemos!