Autor: Leandro Amorim

  • Finals de Conferência da NBA tão insanas que até eu tô perdido

    Finals de Conferência da NBA tão insanas que até eu tô perdido

    Olha só, eu deveria ter preparado essa discussão antes das Finals de Conferência começarem, mas quem tem tempo pra isso? Entre dois filhos, um cachorro e agora DOIS filhotes que minha esposa resolveu adotar, aqui em casa virou um caos total. Mas enfim, vamos ao que interessa: o basquete tá ABSURDO!

    Spurs x Thunder: A série mais maluca do momento

    San Antonio e Oklahoma City estão empatados em 1-1, e cara, que jogaços! Sinceramente, eu tô torcendo pros Spurs meio que por pena — esses caras não conseguem defender sem cometer falta a cada lance. É impressionante. Parece que eles esqueceram que dá pra roubar a bola sem derrubar o cara, sabe?

    Mas olha, se eles conseguirem assumir o controle da série, talvez eu mude de opinião. O negócio é que quando você vê um time lutando desse jeito, meio desajeitado mas com garra, é difícil não torcer um pouquinho.

    Cavaliers entregaram de bandeja pros Knicks

    Agora, o que aconteceu com Cleveland no primeiro jogo contra New York foi de chorar. Mano, eles ENTREGARAM aquele jogo de uma forma que eu ainda tô processando. Foi tão absurdo que eu não vejo como eles se recuperam disso, de verdade.

    Vocês viram aquele final? Os caras tinham tudo na mão e simplesmente deixaram escapar pelos dedos. É o tipo de derrota que fica na cabeça, que faz o time questionar tudo.

    E aí, quem vocês acham que vai pro próximo round? Eu tô curioso pra ver se os Spurs conseguem manter essa pegada meio doida deles ou se o Thunder vai mostrar por que todo mundo apostava neles desde o início da temporada.

  • Cavs precisam reagir hoje contra os Knicks no Madison Square Garden

    Cavs precisam reagir hoje contra os Knicks no Madison Square Garden

    Olha, vou ser sincero: depois do que rolou no jogo 1, eu tô genuinamente preocupado com os Cavaliers. Perder uma vantagem de 22 pontos no último período? Isso dói na alma de qualquer torcedor.

    Os Knicks viraram o jogo de forma ABSURDA na terça-feira, ganhando por 115 a 104 na prorrogação. E não foi qualquer virada não — foi a segunda maior virada de último quarto na história dos playoffs da NBA. Imagina a cara do Donovan Mitchell vendo aquela vantagem derreter assim…

    A pressão tá toda no Cleveland agora

    O jogo 2 é hoje às 21h (horário de Brasília), e os Cavs estão jogando fora de casa no Madison Square Garden — que todo mundo sabe que vira um caldeirão quando o Knicks tá bem. As casas de apostas colocaram Nova York como favorita por 6.5 pontos, o que não me surpreende nem um pouco.

    Vocês acham que o Cleveland consegue se recuperar psicologicamente? Porque uma coisa é perder um jogo apertado, outra é entregar uma vantagem desse tamanho. Isso mexe com a cabeça dos caras.

    Onde assistir e o que esperar

    O jogo vai passar na ESPN, e quem quiser acompanhar pelo streaming pode usar o NBA League Pass. Sinceramente, depois do que aconteceu no jogo 1, eu não vou perder esse por nada.

    O over/under tá em 216.5 pontos, o que faz sentido considerando que os dois times têm ataque forte. Mas eu tô mais preocupado é com a defesa dos Cavs — se eles não conseguirem parar o Julius Randle e o Jalen Brunson nos momentos decisivos, pode dar ruim de novo.

    Na minha opinião, se os Cavaliers perderem hoje, a série fica praticamente definida. Voltar de um 0-2 contra esse time do Knicks em casa vai ser quase impossível. É agora ou nunca para o pessoal de Cleveland mostrar que aquela derrocada foi só um acidente.

  • JVG pode voltar! Van Gundy disputa vaga com Tiago Splitter

    JVG pode voltar! Van Gundy disputa vaga com Tiago Splitter

    Gente, vocês acreditam que o Jeff Van Gundy pode estar voltando pra linha de frente? Depois de 19 anos longe da função de técnico principal, o veterano de 64 anos está na disputa final pela vaga do Portland Trail Blazers. E olha só quem mais está na briga: nosso Tiago Splitter e Micah Nori, do Minnesota.

    Cara, eu confesso que não esperava ver o JVG voltando pra ser técnico principal. O homem tava super confortável como assistente do Tyronn Lue no Clippers, depois daquela passagem épica de 16 anos como comentarista na ESPN (quem não lembra das análises dele?).

    A volta do monstro

    Van Gundy não é qualquer um não. Em 11 temporadas como técnico principal no Knicks e no Rockets, o cara fez 430-318 no geral e levou seus times aos playoffs em 9 dessas 11 temporadas. O ponto alto? Aquele Knicks de 98-99 que foi parar nas Finais — perdeu pro Spurs em 5 jogos, mas que campanha foi aquela!

    Agora, sinceramente? Acho que seria uma contratação interessante pro Portland. O time precisa de experiência depois de toda aquela confusão com o Chauncey Billups (que situação louca aquela do FBI, né?).

    Splitter segurando as pontas

    E falando em Tiago Splitter — que trabalho o brasileiro fez! Assumiu o time no meio da temporada e conseguiu levar os Blazers pros playoffs como 8ª colocado do Oeste (42-39). Nada mal pra quem estava como assistente e de repente virou técnico principal.

    O Tiago tem currículo: passou por Nets e Rockets como assistente, técnico da Seleção Brasileira, e como jogador ganhou anel pelo Spurs em 2014. Experiência não falta pro cara. E pelo visto, o Chicago Bulls também tá de olho nele.

    Já o Micah Nori vem fazendo um trabalho sólido no Minnesota há 6 temporadas como assistente do Chris Finch. O time virou candidato ao título nos últimos anos — não é à toa que ele já foi cotado pro Knicks e Lakers.

    A questão do dinheiro

    Aqui que a coisa fica interessante. O novo dono do Portland, Tom Dundon, tá sendo criticado por cortar gastos (demitiu 70 funcionários essa semana). Se a disputa pelo JVG for questão de grana — e vai ser, né? —, os Blazers podem perder pra outros times.

    Mas tem uma teoria interessante por aí: alguns dizem que o Dundon pode justamente ir atrás do Van Gundy e pagar bem pra mostrar que não é mão de vaca. Uma jogada de marketing, sei lá.

    E vocês, o que acham? Van Gundy ainda tem gás pra comandar um time na NBA depois de quase 20 anos? Ou seria melhor apostar no Splitter, que já mostrou serviço?

  • Castle tá voando nos playoffs, mas precisa parar de perder bola

    Castle tá voando nos playoffs, mas precisa parar de perder bola

    Gente, que negócio é esse do Stephon Castle? O garoto tá literalmente carregando os Spurs nas costas junto com o Wembanyama, e olha que não é pouca coisa não. San Antonio voltou pra final do Oeste depois de SETE ANOS, e o Castle tá sendo o cara número 2 do time.

    Os números dele nos playoffs são de deixar qualquer um de queixo caído: 16.7 pontos, 5.3 rebotes e 7.4 assistências por jogo. Ah, e as enterradas? Cara, ele simplesmente HUMILHOU o Shai Gilgeous-Alexander no jogo 1 e ainda ficou encarando. Que desrespeitoso (no melhor sentido possível).

    A enterrada do século (quase)

    Mas o que mais me impressionou foi aquela enterrada sobre o Hartenstein no jogo 2. O Wemby tocou a bola pro Castle, que tinha o caminho livre pro garrafão. O maluco de 1,98m simplesmente VOOU por cima do pivô de 2,13m como se fosse brincadeira de criança.

    Até o próprio Wembanyama ficou em choque. Sinceramente, acho que essa foi uma das melhores enterradas que eu vi em muito tempo nos playoffs.

    O problema das bolas perdidas

    Mas nem tudo são flores, né? O Castle tá com um probleminha seríssimo: ele perdeu 20 bolas nos dois primeiros jogos da final do Oeste. VINTE! Isso é recorde histórico nos playoffs, meu amigo. E no final do jogo 2, quando os Spurs tavam montando aquela virada épica, ele foi lá e jogou a bola diretamente pra fora. Deu agonia só de ver.

    E os arremessos de 3? Tá complicado também – 2 de 12 nos dois primeiros jogos. Mas calma, contra o Minnesota ele acertou 5 de 7 no jogo que fechou a série. O potencial tá lá.

    Com a série empatada 1-1 e voltando pra casa, será que o Castle consegue segurar a ansiedade? Na minha visão, se ele parar de perder bola besta e voltar a acertar os chutes de longe, os Spurs levam essa em 6 jogos tranquilo.

    E vocês, acham que San Antonio consegue voltar às finais depois de tanto tempo?

  • Jeff Van Gundy pode ser o novo técnico do Portland Trail Blazers

    Jeff Van Gundy pode ser o novo técnico do Portland Trail Blazers

    Gente, vocês lembram do Jeff Van Gundy? Aquele técnico que ficou famoso por se pendurar na perna do Alonzo Mourning durante uma briga no Heat? Pois é, o cara pode estar voltando às quadras como head coach — e olha que faz 19 anos que ele não comanda um time!

    Segundo o insider Chris Haynes, Van Gundy está entre os finalistas para assumir o Portland Trail Blazers. E sinceramente? Eu não esperava essa. O cara passou os últimos anos como comentarista da ESPN e agora tá como coordenador defensivo do Clippers. Mas técnico principal mesmo, a última vez foi no Houston Rockets em 2007.

    O drama por trás da contratação

    A situação do Portland tá meio caótica, não vou mentir. O novo dono Tom Dundon tá sendo zoado na liga toda porque dizem que ele quer contratar técnico no ‘precinho camarada’. O cara nega, mas a galera comenta que ele tá fazendo compras no atacadão mesmo.

    E olha, tem motivo pra essa economia toda. A temporada passada foi um pesadelo: o Chauncey Billups foi preso logo no primeiro jogo (imagina a vergonha), e o Tiago Splitter teve que assumir como interino. O brasileiro fez um trabalho até que decente considerando a situação, mas todo mundo sabia que era temporário.

    Outros candidatos na disputa

    Van Gundy não tá sozinho nessa briga. O Terry Stotts — que já treinou Portland antes e passou a última temporada como assistente do Steve Kerr no Warriors — disse que toparia voltar pra casa. Tem também o Micah Nori, assistente principal do Minnesota.

    O engraçado é que todos esses caras têm uma coisa em comum: nenhum deles vai aceitar trabalhar por mixaria. Se o Dundon realmente quer economizar, vai ter que olhar pra outro lado.

    Mas pensa comigo — será que faz sentido apostar no Van Gundy depois de tanto tempo longe? O cara entende de basquete, isso é indiscutível, mas 19 anos é muito tempo. O jogo mudou MUITO desde 2007.

    O elenco que vai receber o novo técnico

    Quem assumir vai pegar um time interessante. O Damian Lillard deve voltar depois de ficar a temporada toda fora por conta do tendão de Aquiles rompido — e todo fã de NBA sabe como é complicada a volta depois dessa lesão. Tem o Jrue Holiday trazendo experiência no garrafão, e o Deni Avdija mostrando evolução.

    É um projeto que pode dar certo, mas precisa de alguém que entenda de desenvolvimento de jovens talentos e ainda consiga extrair o melhor do Lillard, que já não tá mais nos seus 20 anos.

    E aí pessoal, vocês acham que o Van Gundy ainda tem lenha pra queimar como técnico? Ou será que deveria continuar na TV mesmo?

  • Blazers demite mais de 70 funcionários com novo dono pão-duro

    Blazers demite mais de 70 funcionários com novo dono pão-duro

    Cara, que situação complicada rolando em Portland. O novo dono dos Trail Blazers, Tom Dundon, mandou embora mais de 70 funcionários da franquia. Mais de setenta pessoas, gente. Isso é muita gente perdendo emprego de uma vez só.

    O presidente da equipe, Dewayne Hankins, veio com aquele papo corporativo de sempre: “decisão difícil”, “reestruturação para o futuro”, “posicionar a organização”… A gente já conhece esse discurso, né? Traduzindo: cortaram gastos e fodeu pra quem tava lá trabalhando há anos.

    O novo dono que não quer gastar nada

    Olha, eu já tô desconfiado desse Dundon desde que ele comprou o time. O cara tá economizando em tudo que é canto — até nos jogadores two-way ele não leva pras viagens de playoff. Playoff, mano! É quando você mais precisa de todo mundo junto.

    E tem mais: vazou que ele não quer gastar mais que 1,5 milhão de dólares num técnico novo. Pra NBA, isso é mixaria. É o equivalente a contratar um técnico de segunda divisão quando você precisa de alguém que manje do negócio.

    Splitter não vai ficar e o futuro é incerto

    O Tiago Splitter, nosso brasileiro que tá como técnico interino, provavelmente não vai ganhar a vaga em definitivo. Uma pena, porque o cara conhece basquete e podia ser uma boa — ainda mais representando o Brasil na NBA.

    Pelo jeito, eles tão entrevistando Ben Sullivan (assistente dos Rockets) e Jared Dudley (assistente dos Nuggets). Dois caras competentes, mas será que vão topar trabalhar com esse orçamento de padaria?

    Sinceramente? Tô com pena dos funcionários demitidos e da torcida de Portland. Time que sempre foi família, organização respeitada… e agora vem esse cara cortando tudo. Vocês acham que dá pra montar um time competitivo assim, só no “jeitinho” e economia extrema? Eu tenho minhas dúvidas.

  • Jameer Nelson pode virar o chefão dos Sixers – que loucura!

    Jameer Nelson pode virar o chefão dos Sixers – que loucura!

    Olha que história massa: Jameer Nelson, que jogou 14 anos na NBA como armador, pode estar prestes a dar o maior salto da carreira dele — só que agora de terno e gravata.

    O cara que comandava as jogadas em quadra tá cotado pra assumir o cargo máximo no front office dos Philadelphia 76ers. E não é papo furado não, viu? Ele já tá lá como GM assistente e, pelo que tô vendo, tem tudo pra subir ainda mais.

    De armador a chefão

    A situação é a seguinte: Nelson atualmente é o terceiro na hierarquia do front office dos Sixers, mas fontes dizem que ele já tem muito mais responsabilidade do que o normal pra alguém nessa posição. O pessoal lá dentro vê ele como uma estrela em ascensão na área administrativa.

    E faz total sentido, né? Quem melhor pra entender de basquete do que alguém que viveu a NBA por mais de uma década? Nelson sabe o que é pressão, conhece vestiário, entende de química de time. Isso não se aprende em faculdade, meu amigo.

    Mesmo se ele não conseguir o cargo principal, já tá confirmado que vai rolar uma promoção de qualquer jeito. Sinceramente, acho que é questão de tempo até esse cara estar comandando alguma franquia por aí.

    A conexão com Philly que ninguém esperava

    Aqui tem um detalhe curioso: Nelson nunca jogou pelos Sixers na carreira profissional, mas tem uma ligação forte com a Filadélfia. O cara cresceu na região e jogou basquete universitário na Saint Joseph’s. Ou seja, é sangue local mesmo — isso conta muito na NBA.

    Imagina só: um garoto que cresceu vendo os Sixers de perto, virou estrela da liga jogando por outros times, e agora pode voltar pra casa como executivo. É dessas histórias que a gente ama no esporte, não é?

    Mas óbvio que a concorrência tá pesada. Na disputa também estão Mike Gansey (Cavaliers), Nick U’Ren (Phoenix Mercury), Matt Lloyd (Timberwolves) e Trent Redden (Clippers). Galera experiente e com currículo forte.

    E aí, vocês acham que o Nelson tem o que precisa pra assumir essa responsabilidade? Eu, particularmente, acho que jogador que virou executivo sempre traz uma perspectiva diferente pro negócio. Vai ser interessante acompanhar essa!

  • Hawks negam pedido dos Sixers pra entrevistar Onsi Saleh

    Hawks negam pedido dos Sixers pra entrevistar Onsi Saleh

    Olha só que situação interessante: os Philadelphia 76ers tentaram uma cartada pra resolver seus problemas de gestão, mas levaram um não dos Atlanta Hawks. O alvo? Onsi Saleh, o GM que tá bombando em Atlanta.

    Os Sixers queriam entrevistar o Saleh pra ser o executivo-chefe do front office deles. Faz sentido, né? O cara é jovem, promissor, e acabou de terminar em segundo lugar na votação de Executivo do Ano da temporada 2025-26 — perdeu só pro Brad Stevens, dos Celtics.

    A trajetória meteórica do Saleh

    O que mais me impressiona na história do Onsi é como ele subiu rápido na hierarquia. O cara trabalhou no front office do Golden State Warriors sob o comando do Bob Myers — e convenhamos, essa escola forma bons executivos. Não é à toa que o próprio Myers agora tá liderando a busca por um novo executivo em Philly, no papel dele como presidente da Harris Blitzer Sports & Entertainment.

    Em 2024, os Hawks contrataram Saleh como GM assistente. Mas a coisa ficou interessante quando Atlanta demitiu o Landry Fields e promoveu Saleh direto pra GM. Uma aposta que claramente deu certo, considerando o reconhecimento que ele teve na votação do prêmio.

    Por que os Hawks disseram não?

    Sinceramente, eu entendo a posição de Atlanta. Você acabou de achar uma joia no front office, o cara tá entregando resultados, e aí chega um rival querendo levar embora? Nem pensar.

    Pra ser justo com os Sixers, eles tão numa situação complicada mesmo. Precisam de alguém que entenda de basquete moderno e tenha visão pra construir um time competitivo ao redor do Joel Embiid — que não tá ficando mais novo. Mas os Hawks foram espertos em blindar o Saleh.

    E vocês, acham que os Sixers vão conseguir achar alguém do mesmo nível? A pressão tá alta em Philly, e essa negativa dos Hawks só mostra como é difícil encontrar talento de qualidade no mercado executivo da NBA.

  • Jakucionis vai ter julho insano: Lituânia e Summer League

    Jakucionis vai ter julho insano: Lituânia e Summer League

    Olha só que agenda maluca o Kasparas Jakucionis vai ter em julho. O armador do Miami Heat foi convocado pra defender a Lituânia nas eliminatórias da Copa do Mundo da FIBA na primeira semana do mês, e logo depois vai direto pra Las Vegas jogar a Summer League pelo Heat. Cara vai viver no avião!

    Pra quem não lembra, o Miami pescou o Jakucionis com a 20ª escolha do draft de 2025, direto da Universidade de Illinois. E sinceramente? Acho que foi uma baita escolha. O cara tem 1,96m e joga de armador — essa combinação de tamanho e visão de jogo é ouro no basquete moderno.

    Números de estreante promissores

    Na temporada de rookie dele, Jakucionis fez uma média de 6,2 pontos, 2,6 rebotes e 2,6 assistências em apenas 17,8 minutos por jogo. Não são números de All-Star, óbvio, mas pra um calouro jogando poucos minutos no Heat (que sempre foi durão com novatos), tá longe de ser ruim.

    O que me impressiona é a eficiência. Pat Riley não dá moleza pra ninguém, e o fato do Jakucionis ter conseguido tempo de quadra consistente na primeira temporada já diz muito sobre o potencial dele.

    Estreia pela seleção principal

    Agora vem a parte mais interessante: vai ser a primeira vez que o Jakucionis defende a Lituânia na categoria adulta. Ele já representou o país nas categorias de base por anos — inclusive ajudou a conquistar o ouro no EuroBasket Sub-16 em 2022.

    A Lituânia sempre foi uma potência no basquete europeu, e ter a chance de jogar ao lado de caras experientes vai ser uma escola e tanto pro garoto. Depois dessa experiência internacional, ele vai pra Summer League com uma confiança completamente diferente.

    Vocês acham que essa agenda corrida vai ajudar ou atrapalhar o desenvolvimento dele? Na minha opinião, quanto mais basquete de alto nível, melhor. O cara vai chegar na próxima temporada muito mais maduro e preparado pra brigar por mais minutos em Miami.

  • Cavaliers admitem: éramos só ‘a cultura do LeBron’ após saída em 2018

    Cavaliers admitem: éramos só ‘a cultura do LeBron’ após saída em 2018

    Olha só que confissão pesada saiu dos Cavaliers. Uma fonte da franquia admitiu pra ESPN que quando o LeBron James vazou de Cleveland pela segunda vez, em 2018, o time simplesmente… não tinha nada. Literalmente nada.

    “Quando LeBron saiu, a gente só despencou de cara no chão porque não estávamos enraizados em nada”, disse a fonte. “Não tínhamos nada de fundamental em termos de cultura ou construção de elenco ou desenvolvimento de jogadores. Estávamos apenas enraizados na cultura do LeBron.”

    Cara, que admissão dolorosa, né? Basicamente confirmaram que o Cavs vivia completamente na dependência do Rei. E olha, eu entendo — quando você tem o melhor jogador do mundo no seu time, é fácil relaxar no resto.

    O desastre pós-LeBron

    O que veio depois foi brutal de assistir. Três temporadas horríveis com um saldo de 60 vitórias e 159 derrotas. Sinceramente, eu não desejo isso nem pro meu pior inimigo no basquete.

    Mas sabe o que eu admiro? O GM Koby Altman usou essa fase horrível pra repensar tudo. A prioridade virou desenvolvimento de jogadores e trazer caras que realmente quisessem estar em Cleveland — não só por dinheiro ou por jogar com LeBron.

    A reconstrução que deu certo

    E funcionou, mano. Em 2021 eles conseguiram o Jarrett Allen, pegaram o Evan Mobley na terceira escolha (que jogadaça), trouxeram o Lauri Markkanen… E aí veio a jogada master: em 2022, o Altman conseguiu o Donovan Mitchell do Jazz.

    Os números não mentem — em quatro anos sem Mitchell na reconstrução, conseguiram apenas uma vaga no play-in. Com o Spider? Quatro playoffs seguidos, três aparições na segunda rodada e uma final de conferência.

    Agora o Dan Gilbert tá pagando 68,7 milhões de luxury tax — a primeira vez desde que LeBron saiu. E vocês sabem o que mais me impressiona? O Altman deixou claro que não tá construindo esse time pensando numa terceira volta do LeBron. É pra ser sustentável, com ou sem o Rei.

    Será que finalmente Cleveland aprendeu a viver sem depender de um único jogador?