Autor: Leandro Amorim

  • Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Gente, saiu o All-Rookie First Team da temporada 2025-26 e não teve surpresa no comando: Cooper Flagg dos Mavericks liderou a galera toda. O cara que já tinha levado o prêmio de Rookie of the Year obviamente não podia ficar de fora dessa.

    Junto com o fenômeno dos Mavs, vieram mais quatro monstros: Cedric Coward (Grizzlies), VJ Edgecombe (Sixers), Dylan Harper (Spurs) e Kon Knueppel (Hornets). Cara, que safra absurda de rookies foi essa!

    Flagg mostrou por que foi primeira escolha

    O número 1 do draft de 2025 realmente botou pra quebrar em Dallas. Mesmo com o time não chegando nos playoffs — o que deve ter doído pra caramba —, o garoto fechou a temporada com médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Aproveitamento de 46.8% nos arremessos de quadra, mas aquele arremesso de 3 ainda precisa melhorar (29.5%).

    Sinceramente? Pra um rookie carregar tanto peso ofensivo logo de cara, esses números são surreais. E olha que ele só tem 19 anos ainda!

    As outras pérolas da safra

    Agora, Cedric Coward foi a grande surpresa pra mim. Ninguém esperava que ele ia explodir assim em Memphis — 13.6 pontos, 5.9 rebotes e 2.8 assistências em 62 jogos. O Grizzlies sempre teve bom olho pra achar diamante bruto.

    VJ Edgecombe encaixou que nem uma luva no backcourt da Filadélfia ao lado do Tyrese Maxey. E Dylan Harper? Meu amigo, jogar de shooting guard com Victor Wembanyama do seu lado deve ser um sonho — e ele aproveitou cada oportunidade em San Antonio.

    Mas quem quase roubou a parada foi Kon Knueppel. O cara ficou em segundo no ROY, perdendo só pro ex-companheiro de Duke, o próprio Flagg. Todo mundo achava que ele ia ser só um 3&D básico, mas o garoto surpreendeu: 18.5 pontos, 5.3 rebotes, 3.4 assistências com 47.5% de aproveitamento geral e 42.5% de 3. Que evolução!

    E aí, vocês acham que essa vai ser lembrada como uma das melhores safras de rookies da década? Pra mim, com certeza absoluta. Imagina esses caras daqui a uns 3-4 anos — vai ser uma guerra no Oeste e no Leste!

  • SGA encontra John Calipari antes do Jogo 2 e busca motivação extra

    SGA encontra John Calipari antes do Jogo 2 e busca motivação extra

    Mano, que momento especial rolou ontem no Paycom Center! O Shai Gilgeous-Alexander esbarrou com o John Calipari antes do Jogo 2 contra os Spurs, e cara… deu pra sentir a emoção só de ver a cena.

    Pra quem não lembra, “Coach Cal” foi quem recrutou o SGA pro Kentucky lá em 2017. E olha, não foi fácil não — o cara tinha escolhido Florida inicialmente, mas o Calipari deu um jeito de convencer ele a ir pra Lexington. Que sorte a do Kentucky, né?

    O encontro que todo mundo tava esperando

    O Thunder precisa reagir depois de levar aquela porrada do Wembanyama no Jogo 1. O francês simplesmente resolveu jogar videogame na vida real e entregou a primeira derrota dos playoffs pro OKC. Agora com 0-1 na série, qualquer motivação extra é bem-vinda.

    E que motivação melhor que reencontrar o técnico que te formou? SGA passou apenas uma temporada em Kentucky (2017-18), mas que temporada! Médias de 14.4 pontos, 5.1 assistências e 4.1 rebotes. Jogou 37 partidas, sendo titular em 24 delas. Números de veterano pra um calouro.

    Aquele time do Kentucky era um absurdo de talento, viu. Além do SGA, tinha Jarred Vanderbilt, PJ Washington, Kevin Knox… sete caras que acabaram sendo draftados pra NBA. Terminou a temporada com 26-11 e chegou no Sweet 16 antes de cair pro Kansas State.

    Hora de virar a chave

    Sinceramente, acho que o SGA tá carregando um peso desnecessário nas costas. O cara assumiu a culpa pela derrota no Jogo 1, mas convenhamos — quando o Wemby decide que vai dominar, não tem muito o que fazer. O francês foi simplesmente imparável.

    Agora é ver se esse reencontro com o Coach Cal vai dar aquela energia extra que o Thunder precisa. Estar 0-2 numa final de conferência não é o fim do mundo, mas também não é exatamente onde você quer estar, né?

    O que vocês acham? Será que esse momento especial vai servir de combustível pro SGA explodir no Jogo 2? Eu tenho fé que o cara vai responder à altura — ele não chegou até aqui por acaso.

  • Jalen Williams machuca de novo e deixa Thunder na bronca

    Jalen Williams machuca de novo e deixa Thunder na bronca

    Cara, o Jalen Williams simplesmente não consegue pegar uma sequência boa nesta temporada. É de cortar o coração mesmo.

    Depois de ficar seis jogos fora por lesão no tendão, ele volta no Jogo 1 das Finais da Conferência Oeste contra o Spurs, faz uma partida bem apagada, e aí no Jogo 2 de ontem… PÁ! Machuca o mesmo tendão logo no primeiro quarto e não volta mais pra quadra.

    Sete minutinhos de jogo. Quatro pontos, um rebote, duas roubadas de bola e tchau. Uma pena, porque pelo que deu pra ver, o cara tava bem melhor que no primeiro jogo.

    Thunder sem Williams, mas com coração

    Agora vem a parte que me deixa orgulhoso desse time de Oklahoma City: quando um cai, outro levanta. É impressionante como eles têm essa química.

    O Alex Caruso saiu do banco e meteu 17 pontos em 5 de 7 arremessos — eficiência pura. Cinco assistências ainda por cima. E a molecada? Cason Wallace, Jared McCain e Ajay Mitchell saíram todos do banco e somaram 34 pontos, 10 rebotes, 9 assistências e 10 (!) roubadas de bola.

    Dez roubadas de bola, gente. Isso é absurdo.

    SGA brilha mas rola climão

    O Shai Gilgeous-Alexander, como sempre, foi o maestro da orquestra: 30 pontos, 4 rebotes e 9 assistências. Mas rolou uma treta interessante depois do jogo. Pelo que entendi, ele meio que alfinetou o Isaiah Hartenstein, que fez um triple-double (10 pontos, 13 rebotes, 13 assistências).

    Sinceramente, não sei bem o que rolou ali, mas quando o SGA fala alguma coisa, a gente presta atenção. O cara não é de criar confusão à toa.

    Thunder venceu por 122 a 113 e empatou a série em 1-1. Agora é partir pra San Antonio na sexta-feira, e a grande pergunta é: o Jalen Williams vai estar disponível?

    O técnico Mark Daigneault disse que só vão examinar ele hoje de manhã. Ou seja, ninguém sabe de nada ainda. E com apenas dois dias de descanso, fica difícil acreditar que ele vai estar 100%.

    Vocês acham que o Thunder consegue segurar essa série mesmo com o Williams machucado? Porque olha, esse banco deles tá jogando muita bola…

  • Gobert manda recado emocionante em meio a rumores de troca

    Gobert manda recado emocionante em meio a rumores de troca

    Cara, o Rudy Gobert acabou de postar uma mensagem no X que me deixou pensativo. Depois da eliminação dos Timberwolves pros Spurs na segunda rodada dos playoffs, o gigante francês mandou um recado que pode significar muita coisa.

    “Grato pelo ano 13, por cada alta e cada baixa, ambas servindo ao seu propósito”, escreveu o Gobert. Acompanhou com um emoji de mãos em oração e um dragão. Olha, não sei vocês, mas pra mim isso tem cara de despedida…

    Eliminação dolorosa e futuro incerto

    Os Wolves caíram em seis jogos pros Spurs — que aliás estão voando nestes playoffs de 2026. Foi uma eliminação que doeu, especialmente considerando as expectativas que se criaram em torno do time de Minnesota nos últimos anos.

    E agora vem a parte interessante: o Gobert ainda tem contrato garantido de $36.5 milhões para a próxima temporada, com uma player option de $38 milhões para 2027-28. A pergunta que não quer calar é: ele vai exercer essa opção ou os Wolves vão tentar trocar ele antes?

    Sinceramente, eu acho que chegou a hora de Minnesota repensar algumas coisas. O time tem potencial, mas algo não está encaixando nos momentos decisivos.

    Números ainda impressionantes

    Não dá pra negar que o “Stifle Tower” ainda produz. Nesta temporada foram 10.9 pontos com um absurdo de 68.2% nos arremessos de quadra, 11.5 rebotes e 1.6 tocos por jogo. Tetracampeão do prêmio de Melhor Defensor da NBA, o cara ainda é uma muralha no garrafão.

    Mas basquete é mais que estatística, né? E talvez seja hora do Gobert encontrar um novo lar onde possa brigar de verdade pelo título. Aos 33 anos (completados recentemente), ele não tem tempo infinito pra conseguir aquele anel que ainda falta na carreira.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Gobert fica em Minnesota ou é hora de uma mudança? Qual time faria sentido pra ele nesse momento da carreira?

  • Dylan Harper fura a fila e vai pro All-Rookie First Team saindo do banco

    Dylan Harper fura a fila e vai pro All-Rookie First Team saindo do banco

    Olha só que história louca: Dylan Harper conseguiu uma vaga no All-Rookie First Team mesmo sendo praticamente o único cara que saiu do banco a temporada toda. É, você leu certo — o cara foi 2ª escolha geral no Draft de 2025 e tá dividindo espaço com estrelas que foram titulares desde o primeiro jogo.

    A NBA anunciou o time na quinta-feira, e Harper ficou em quarto lugar na votação, com 93 votos em primeiro lugar e sete em segundo. À frente dele ficaram Cooper Flagg (Dallas), Kon Knueppel (Charlotte) e VJ Edgecombe (Sixers) — todos com 100 votos de primeira. Cedric Coward (Memphis) fechou o top 5.

    Situação única em San Antonio

    Sinceramente? Harper tá numa situação bem peculiar nos Spurs. Cara foi escolhido em segundo no draft mas passou a maior parte da temporada saindo do banco, jogando só 22.6 minutos por jogo. E olha que os números foram sólidos: 11.8 pontos, 3.4 rebotes e 3.9 assistências, com 50% de aproveitamento nos arremessos e uns respeitáveis 34% de três.

    O negócio é que em San Antonio ele tá dividindo a bola com De’Aaron Fox (All-Star veterano) e Stephon Castle (Rookie of the Year de 2024). É meio que um problema de rico, né? Se tivesse caído num time em reconstrução, provavelmente estaria brigando pelo Rookie of the Year.

    E os outros calouros?

    O All-Rookie Second Team também veio carregado: Derik Queen e Jeremiah Fears (ambos do Pelicans), Maxime Raynaud (Kings), Ace Bailey (Jazz) e Collin Murray-Boyles (Raptors). Ah, e Carter Bryant — o outro primeira escolha dos Spurs em 2025 — recebeu alguns votos mas não conseguiu entrar na lista.

    É impressionante como a classe de 2025 tá forte. Harper pode não ter levado o troféu de calouro do ano, mas mostrou que tem potencial pra ser o melhor jogador dessa turma no longo prazo. E aí, vocês acham que ele vai conseguir uma vaga no quinteto titular na próxima temporada? Porque com esse talento todo, ficar no banco é quase um desperdício.

  • Mike Brown usa lições dos Warriors para destruir os Cavs no Jogo 1

    Mike Brown usa lições dos Warriors para destruir os Cavs no Jogo 1

    Cara, que jogaço foi esse Game 1 das Finais do Leste! Os Knicks viraram um jogo que tavam perdendo por 22 pontos e venceram na prorrogação por 115-104. E o mais louco? Mike Brown usou uma estratégia que aprendeu quando era assistente técnico dos Warriors contra James Harden.

    “Quando eu estava em Golden State e jogamos contra Houston, nós contávamos os dribles do James Harden”, revelou Brown após a vitória. “Falamos pros nossos caras que ele tava dribland quase mil vezes por jogo. Continuem pressionando ele na quadra toda e fazendo ele driblar. No final do jogo, isso ia cansar ele.”

    A estratégia anti-Harden funcionou de novo

    E funcionou mesmo, meu amigo. Jalen Brunson começou a forçar troca de marcação pra pegar o Harden e simplesmente destruiu no último quarto — 7 de 9 arremessos e 15 pontos só ali. Enquanto isso, Harden fez 1 de 6 e errou a única tentativa na prorrogação.

    Sinceramente, eu já vi essa estratégia funcionar nos playoffs de 2018 e 2019, mas ver ela sendo aplicada agora pelos Knicks é absurdo. Brown literalmente pegou o manual dos Warriors e aplicou contra seu ex-time.

    Kenny Atkinson cometeu erro de iniciante

    Do outro lado, Kenny Atkinson — que também veio dos Warriors — parece que esqueceu as lições de Steve Kerr. O cara deixou Harden jogar TODO o quarto período e a prorrogação. Donovan Mitchell ficou 17 minutos direto em quadra no final.

    E o pior: Atkinson segurou os timeouts que nem o Tite na Copa do Mundo. Deixou os Knicks fazerem uma corrida de 16-1 no quarto período antes de pedir tempo. Na prorrogação, esperou um 9-0 pra reagir. Cara, isso não é estratégia — é teimosia.

    Olha, eu entendo a filosofia do Kerr de não pedir timeout às vezes pra pegar a defesa desorganizada. Mas guardar timeout “por guardar” quando seu time tá derretendo? Aí não dá.

    Outras lições dos Warriors que Brown aplicou

    Os Knicks defenderam os cantos exatamente como os Warriors fazem há anos. Cleveland construiu aquela vantagem grande justamente porque os Knicks ajudavam demais e deixavam caras como Sam Merrill e Max Strus livres pra três.

    E no final? Brown foi small ball que nem o Kerr adora. Cinco armadores diferentes jogaram o último quarto. Três deles com 1,88m ou menos. Landry Shamet até acertou duas bolas de três na virada — e olha que o cabelo dele é quase tão doido quanto o do Brandin Podziemski!

    Uma coisa que me chamou atenção: Brown rodou o ataque pelo Karl-Anthony Towns, que acabou com 7 turnovers. Mas diferente de certo pivô dos Warriors que a gente conhece, pelo menos o KAT pegou 13 rebotes pra compensar.

    No fim das contas, quando a coisa apertou, Brown fez que nem Kerr sempre faz: deu a bola pro melhor jogador. Jalen Brunson assumiu a responsa e decidiu o jogo.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem se ajustar ou os Knicks vão aplicar essa pressão a série toda? Porque se for pra continuar assim, vai ser massacre.

  • VJ Edgecombe no All-Rookie First Team – que primeira temporada absurda!

    VJ Edgecombe no All-Rookie First Team – que primeira temporada absurda!

    Cara, eu já falei aqui no site que o VJ Edgecombe ia ser especial, mas sinceramente? Nem eu esperava que ele fosse arrasar tanto logo na primeira temporada. O moleque acabou de ser nomeado para o All-Rookie First Team da NBA e olha… mereceu demais.

    A liga anunciou na quarta-feira que o armador do Philadelphia 76ers está entre os cinco melhores rookies da temporada 2025-26, junto com Cedric Coward (Memphis), Cooper Flagg (Dallas), Dylan Harper (Spurs) e Kon Knueppel (Hornets). E o mais impressionante? Edgecombe recebeu TODOS os 100 votos para o First Team. Zero votos para o Second Team. Isso é unanimidade, galera.

    Uma estreia de cinema no primeiro jogo

    Vocês lembram da estreia dele? 34 pontos contra o Boston Celtics no primeiro jogo da temporada. Trinta e quatro! Eu tava assistindo pensando “calma aí, esse cara tem apenas 20 anos”. Claro que ele não fez isso todo jogo (né, seria meio absurdo), mas a consistência que ele mostrou durante toda a temporada foi de impressionar.

    Em 75 jogos como rookie, Edgecombe teve médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes e 4.2 assistências. Números sólidos, mas o que mais me chamou atenção foi a maturidade dele nos momentos decisivos. O cara já chegou sabendo jogar clutch — coisa que muito veterano não consegue fazer direito.

    Primeira vez desde Ben Simmons

    Uma curiosidade: o último jogador do Sixers a entrar no All-Rookie First Team foi Ben Simmons lá em 2017-18. Ou seja, fazia tempo que a Filadélfia não tinha um rookie desse nível. E olha que diferença de estilos, né? Simmons com aqueles problemas de arremesso, Edgecombe já chegou metendo de três sem medo.

    O que eu acho mais legal é que Edgecombe ficou em terceiro lugar na disputa do Rookie of the Year — atrás apenas de Flagg e Knueppel, que foram os outros dois caras que também receberam votos unânimes para o First Team. Estar nesse grupo seleto aos 20 anos é coisa de monstro mesmo.

    E vocês viram a qualidade dessa classe de rookies de 2025? Tem talento que não acaba mais. Vários caras nem chegaram nos 21 anos ainda e já tão mostrando que vieram pra ficar. Isso me deixa empolgado pensando no futuro da liga.

    Enfim, parabéns pro VJ Edgecombe. Que venham mais temporadas assim — o Sixers finalmente tem uma joia nas mãos!

  • Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Cara, os calouros da temporada 2025-26 da NBA são simplesmente absurdos. Cooper Flagg não só confirmou todo o hype que vinha de Duke, como literalmente arrasou e foi escolha unânime pro First Team All-Rookie junto com mais quatro monstros.

    E olha que time se formou no Dallas! Flagg chegou nos Mavericks e já mostrou porque era considerado a joia número 1 do draft. O garoto tem 19 anos e joga com uma maturidade que impressiona — me lembra muito o LeBron quando chegou na liga, sabe?

    O quinteto dos sonhos rookies

    Junto com Flagg, o First Team veio completo: Kon Knueppel (Charlotte Hornets), VJ Edgecombe (Philadelphia 76ers), Dylan Harper (San Antonio Spurs) e Cedric Coward (Memphis Grizzlies). Todos unânimes, o que é coisa rara de ver.

    Harper no Spurs foi uma surpresa boa — imagina esse garoto aprendendo com Pop? Vai virar monstro. E o Edgecombe na Filadélfia… cara, os 76ers acertaram em cheio nessa escolha.

    O que mais me impressiona é como esses rookies chegaram já fazendo diferença. Normalmente a gente vê calouros sofrendo pra se adaptar, mas essa turma veio pra jogar desde o primeiro dia. Knueppel especialmente tem um arremesso de 3 que é pura arte.

    Second Team também tem qualidade de sobra

    No segundo time, Ace Bailey (Utah Jazz) deve estar roendo as unhas por não ter conseguido o primeiro time, mas convenhamos — a concorrência estava pesada. O garoto tem potencial de estrela, só precisa de mais consistência.

    Jeremiah Fears no New Orleans me chamou atenção também. Nome estranho, mas o jogo é sério. E o Maxime Raynaud no Sacramento? Francês de 2,11m que joga como pivô moderno — arremessa de longe e tem passe. Coisa linda de ver.

    Collin Murray-Boyles no Toronto e Derik Queen completando o time em New Orleans também merecem todos os elogios.

    Sinceramente, não lembro de uma classe de rookies tão forte assim desde 2003, quando veio LeBron, Carmelo, Wade e Bosh. Óbvio que ainda é cedo pra fazer essas comparações malucas, mas o potencial tá todo ali.

    E aí, quem vocês acham que vai ser o Rookie do Ano? Meu palpite fica com Flagg, mas Harper e Edgecombe também estão brigando forte. Vai ser uma disputa emocionante até o final da temporada!

  • Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    Warriors já começaram a garimpagem: primeiros testes revelam o plano

    E aí, pessoal! Os Warriors já começaram a trabalhar para o Draft 2024 e, cara, a primeira leva de testes já deu umas pistas interessantes sobre o que eles estão procurando. Golden State recebeu seis caras em San Francisco, todos projetados para a segunda rodada — lembrem que eles têm a 11ª pick (loteria) e também a 54ª.

    A lista incluiu Maliq Brown (Duke), Ryan Conwell (Louisville), Ja’Kobi Gillespie (Tennessee), Rob McCray (Florida State), Emanuel Sharp (Houston) e Ernest Udeh (Miami). Só três deles falaram com a imprensa depois, mas já deu pra sacar algumas coisas.

    Olha, eu sei que é cedinho demais pra tirar conclusões definitivas, mas conhecendo como os Dubs conseguem achar pérolas na segunda rodada — lembrem do trabalho com Will Richard e LJ Cryer recentemente —, vale a pena prestar atenção nos padrões que eles seguem.

    Warriors continuam apostando na experiência

    Uma coisa que salta aos olhos: todos esses caras têm bagagem universitária sólida. Gillespie, por exemplo, liderou Tennessee até o Elite Eight fazendo 18.4 pontos por jogo. Sharp jogou pelo Houston do técnico Kelvin Sampson — o mesmo que formou o Cryer.

    Steve Kerr já disse que eles valorizam “winners” vindos de programas vitoriosos. Faz sentido total, né? Na segunda rodada você não vai achar um atleta fora da curva ou um cara com teto altíssimo. Você quer um sujeito que entende basquete, que não vai se perder quando entrar em quadra no jogo 32 da temporada regular.

    E sinceramente? Acho que essa estratégia funciona. Richard foi campeão nacional pela Florida antes de chegar aos Warriors. Experiência conta, principalmente quando você precisa de caras prontos pra contribuir imediatamente.

    Portal de transferências criou jogadores “canivete suíço”

    Outro padrão interessante: vários desses prospetos rodaram por diferentes universidades antes de chegar onde estão. Conwell passou por South Florida, Indiana State, Xavier até chegar em Louisville. Gillespie saiu de Belmont, passou por Maryland e fechou em Tennessee.

    Isso não é coincidência. Esses caras aprenderam a se adaptar rapidamente a sistemas diferentes, algo que os Warriors valorizam demais. O basquete do Golden State é complexo — aquele “point-five basketball” deles exige QI alto e capacidade de adaptação rápida.

    Vocês acham que essa experiência de ter que se reinventar em programas diferentes prepara melhor os jogadores para a NBA? Eu tendo a acreditar que sim.

    Claro, ainda tem muita água pra rolar até o Draft em junho. Mas essa primeira leva já mostra que os Warriors continuam fiéis à receita: experiência universitária sólida, caras que sabem vencer e que conseguem se adaptar rápido a sistemas complexos.

    E aí, qual desses nomes vocês acham que pode virar uma steal na segunda rodada? Eu tô de olho no Gillespie — 18 pontos por jogo levando Tennessee longe no March Madness não é brincadeira.

  • Allen admite: ‘foi devastador’, mas Cavs têm que reagir no jogo 2

    Allen admite: ‘foi devastador’, mas Cavs têm que reagir no jogo 2

    Cara, o que aconteceu no Madison Square Garden terça-feira foi de partir o coração. Os Cavaliers estavam ganhando por 22 pontos faltando menos de 8 minutos — VINTE E DOIS! — e conseguiram entregar de bandeja pros Knicks. Perderam na prorrogação por 115-104 no jogo 1 da final da Conferência Leste.

    Jarrett Allen não tentou mascarar a dor. Chamou do que foi mesmo: “um golpe devastador”. Mas olha, eu gosto da postura do cara — mesmo depois dessa pancada, ele tá pregando resiliência pro time.

    “A resiliência vai aparecer amanhã”

    “Entendendo que não tivemos o melhor esforço ontem à noite… a resiliência vai aparecer amanhã na forma como entramos em quadra”, disse Allen pros repórteres. “Eu simplesmente sinto que poderíamos ter feito mais… sair com mais energia e esforço pra parar eles.”

    E sabe o que me impressiona? Allen tá tentando focar nos pontos positivos. Disse que jogaram três quartos bons de basquete. Três quartos bons, mas no basquete você precisa dos quatro — e da prorrogação quando rola, né?

    Brunson destruiu, mas não foi só ele

    Jalen Brunson meteu 38 pontos e simplesmente resolveu o jogo. Mas a real é que foi um colapso coletivo dos Cavs. Os Knicks fecharam o tempo regulamentar com uma corrida absurda de 30-8. Mikal Bridges e Landry Shamet acertaram arremessos importantes na hora que mais precisavam.

    Allen até lembrou do colapso que os Cavs sofreram no Natal mais cedo na temporada. Cara, quando você precisa lembrar de outros colapsos pra falar do atual… é porque a coisa tá feia mesmo.

    Sinceramente, depois de duas séries de sete jogos seguidas contra Raptors e Pistons, eu achei que os Cavs tinham aprendido a lidar com pressão. Mas parece que o fantasma do Madison Square Garden ainda assombra esse time.

    Allen tem sido o cara nos playoffs

    Olha, uma coisa que não dá pra negar: Allen tem sido fundamental nessa caminhada dos Cavs. O cara meteu 23 pontos e 7 rebotes no jogo 7 contra Detroit — foi ele que basicamente carregou o time pras finais da conferência. E contra Toronto teve aquela performance monstruosa de 22 pontos e 19 rebotes.

    Agora é ver se a tal “resiliência” que ele prega realmente vai aparecer no jogo 2. Porque se os Cavs saírem de Nova York perdendo por 2-0… aí a coisa fica bem complicada mesmo.

    Vocês acham que Cleveland consegue se recuperar dessa? Ou o trauma desse colapso vai assombrar o resto da série?