Autor: Leandro Amorim

  • Breen quase gritou o ‘Bang!’ mais frustrante da história

    Breen quase gritou o ‘Bang!’ mais frustrante da história

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no jogo 1 da final do Leste. O Mike Breen, né? O cara que já nos deu arrepios com aqueles ‘Bang!’ históricos quase teve seu momento mais cruel da carreira.

    Com 5.3 segundos no relógio e o jogo empatado, o Sam Merrill dos Cavaliers recebeu uma bola limpa no perímetro. Todo mundo no Madison Square Garden — incluindo o próprio Breen — achou que era gol. A bola saiu bonita, com aquela trajetória perfeita que a gente reconhece de longe.

    O ‘B’ de Bang que virou meme

    “Eu acho que consegui falar só o ‘B’ do Bang”, contou Breen numa entrevista na rádio. Mano, imagina a frustração! O cara se preparando pra soltar mais um daqueles gritos épicos que ficam na nossa memória pra sempre, e aí… a bola gira na borda e sai.

    Sinceramente, eu ri e chorei ao mesmo tempo vendo o vídeo. O Breen já nos deu momentos absurdos: aquela cesta do Luka contra os Clippers, a enterrada do Rose em 2015, o arremesso salvador do Ray Allen em 2013. Todos com aquele “Bang!” que te dá arrepio só de lembrar.

    Mas essa foi diferente. O primeiro “Bang!” prematuro da história virou meme instantâneo no Twitter. A galera do Barstool Sports já tava zoando dizendo que foi o primeiro “Bang!” frustrado do cara.

    A reviravolta que ninguém esperava

    Olha, se o Merrill acerta essa bola, tudo muda. Como o próprio Breen falou: ninguém ia falar da incrível reação dos Knicks, ninguém ia questionar as decisões do Kenny Atkinson, e o James Harden não ia virar piada pela defesa pífia que fez.

    Porque, véi, os Knicks estavam MORTOS no jogo. Perdendo por 22 pontos faltando menos de 8 minutos? A ESPN dava 99,9% de chance pros Cavs ganharem. Noventa e nove vírgula nove por cento! Aí o Jalen Brunson resolveu que não ia deixar barato.

    O cara comandou uma reação de 18-1 que foi de arrepiar. Empatou o jogo com 19 segundos no relógio, forçou a prorrogação e ainda dominou a sobra com um 9-0 logo de cara que enterrou qualquer esperança de Cleveland.

    Vocês acham que o Breen vai conseguir dormir direito até o jogo 2? Porque eu tenho certeza que ele tá ensaiando o próximo “Bang!” na frente do espelho, torcendo pra não acontecer de novo essa palhaçada.

  • Vince Rozman deveria assumir o comando dos Sixers? Cara, eu acho que sim!

    Vince Rozman deveria assumir o comando dos Sixers? Cara, eu acho que sim!

    Olha, vou falar uma parada que talvez muita gente não saiba: o Vince Rozman pode ser exatamente o que os Sixers precisam para comandar essa bagunça toda. E eu não tô falando isso porque ele é bonito não — o cara tem currículo pra caramba.

    Pra quem não lembra (ou não acompanhava tanto na época), Rozman tava lá desde os tempos do Sam Hinkie, ajudando com o draft naqueles workouts que rolavam num ginásio minúsculo do PCOM. Imagina só: Ben Simmons fez workout dele lá! Era um lugar que não parecia nem de time de NBA, mas foi onde muita coisa boa saiu.

    Do scouting coordinator ao braço direito

    Cara, a trajetória do Rozman é impressionante mesmo. Começou como coordenador de scouts em 2006 (na era Billy King, imaginem só), foi promovido a diretor de operações de basquete em 2013 e nunca mais parou de subir. Mesmo com todas as mudanças na organização — Hinkie saindo, Bryan Colangelo chegando, aquela zona toda — ele sempre se manteve firme.

    E quando o Daryl Morey chegou em 2020? Foi o Rozman que teve que colocar o cara no ritmo antes do draft. Dois semanas! Vocês conseguem imaginar a pressão? “Olha Daryl, deixa eu te explicar aqui rapidinho nosso sistema inteiro e ainda preparar você pro draft que tá chegando.” Absurdo.

    O draft de 2020: obra-prima coletiva

    E olha que resultado saiu dessa parceria maluca. Aquele draft de 2020 foi simplesmente monstruoso. Conseguiram se livrar do Al Horford (que não encaixava mesmo), trouxeram Danny Green e Seth Curry, e — pasmem — draftaram o Tyrese Maxey na 21ª posição.

    Maxey! Na 21ª! Eu ainda fico em choque como 20 times passaram batido por ele. E o Rozman tava ali, no meio de tudo isso, fazendo a mágica acontecer nos bastidores.

    Agora o Bob Myers tá procurando alguém pra tocar o dia a dia dos Sixers, enquanto ele fica com as decisões “high-level”. A lista de candidatos tá extensa, cheio de gente com conexão dos Warriors, nomes badalados do mercado…

    Mas sinceramente? Rozman tem tudo pra ser o cara. Ele conhece a organização por dentro e por fora, tem experiência em draft (que é fundamental), e o mais importante: ele entende como construir um time. E convenhamos, com Maxey e VJ Edgecombe no backcourt, precisa de alguém que saiba o que tá fazendo.

    E aí, vocês acham que seria uma boa dar as chaves do castelo pro Rozman? Na minha opinião, seria um passo certeiro. O cara já provou que sabe trabalhar sob pressão e ainda por cima tem a confiança de quem realmente manja do assunto.

  • Castle mete enterrada BRUTAL nos playoffs e põe Thunder pra dormir

    Castle mete enterrada BRUTAL nos playoffs e põe Thunder pra dormir

    Cara, eu já sabia que o Stephon Castle era diferenciado, mas o que ele fez no Jogo 2 contra o Thunder foi de outro mundo. Simplesmente voou por cima do Hartenstein e enterrou uma das jogadas mais absurdas que eu já vi nos playoffs.

    Todo mundo fica falando do Wembanyama — e com razão, né? — mas às vezes a gente esquece que o Castle também é um monstro atlético. O garoto tem só 21 anos e já tá jogando como veterano nos playoffs.

    A enterrada que parou a internet

    Foi no segundo quarto que aconteceu a magia. Castle pegou a bola, viu o garrafão cheio de gente e pensou: “Tanto faz, vou meter mesmo assim”. Resultado? Hartenstein virou poster na hora. Sinceramente, dó do alemão — vai ter que ver essa jogada em todo lugar por muito tempo.

    O ângulo de cima da tabela então… meu Deus. Parecia que o Castle tinha jetpack nas costas. Até a NBA oficial postou aqueles emojis de explosão — quando até eles perdem a linha, você sabe que foi algo especial.

    Parceria perfeita com Wemby

    E olha, essa dupla Castle-Wembanyama tá funcionando muito melhor do que eu imaginava. O Castle tá fazendo 19.7 pontos, 6.5 assistências e 5.0 rebotes nos playoffs. Números de estrela mesmo.

    Mas o que mais me impressiona é a maturidade dele na defesa. Com 21 anos, o cara já é o melhor defensor de perímetro dos Spurs. E ainda por cima é líder do time! Loucura, né?

    Vocês acham que essa enterrada vai ficar marcada como uma das melhores dos playoffs? Porque na minha opinião, só perde pra aquela do Jamal Cain no primeiro round — mas considerando que foi num jogão entre dois dos melhores times da NBA, eu dou o título pro Castle mesmo.

    Os Spurs tão mostrando que não vieram só pra participar. Com essa química entre os dois jovens, vai ser difícil tirar eles do páreo.

  • Castle mete enterrada HISTÓRICA nos playoffs que vai virar lenda

    Castle mete enterrada HISTÓRICA nos playoffs que vai virar lenda

    Mano, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Stephon Castle simplesmente voou e destruiu o Isaiah Hartenstein com uma enterrada que vai entrar pra história dos playoffs da NBA. Juro que assisti o replay umas 15 vezes e ainda não acredito.

    A situação: Spurs e Thunder se pegando nas finais da Conferência Oeste, Game 2, segundo período. Wembanyama faz um passe pro Castle, que decide que vai mostrar pra todo mundo por que ele joga nos Spurs. O cara olhou pro Hartenstein, mediu o homem, e meteu um tomahawk tão violento que eu senti dó do aro.

    A enterrada que parou o mundo

    Vocês viram esse lance? Castle recebeu a bola do Wemby, atacou o garrafão com uma intensidade absurda e simplesmente VOOU em cima do pivô do Thunder. Foi um poster que vai ficar na memória pra sempre. O ginásio inteiro ficou maluco, até os torcedores do Thunder tiveram que aplaudir (de má vontade, mas aplaudiram).

    E olha, o Castle não é conhecido pelo arremesso não — aliás, ele ainda briga bastante com a bola de 3. Teve 11 turnovers só no Game 1 (que dor). Mas sabe o que ele tem? Raça. Intensidade. O cara joga com uma força que contagia, e quando ele resolve atacar assim, não tem jeito.

    Dupla do futuro já é presente

    Sinceramente, eu já sabia que o Wembanyama era um monstro, mas o Castle tá provando que San Antonio acertou em cheio no draft. Que dupla absurda esses dois vão formar pelos próximos anos, hein?

    É isso que eu mais amo na NBA — esses momentos que a gente sabe que vão virar lenda. Daqui a 20 anos, quando alguém falar das melhores enterradas dos playoffs, esse tomahawk do Castle vai estar lá no topo. Podem anotar.

    E aí, vocês acham que essa série vai ter mais momentos assim? Porque pelo jeito que tá indo, a gente não vai sair decepcionado.

  • Kylie Jenner é amuleto dos Knicks? Dados mostram coincidência absurda

    Kylie Jenner é amuleto dos Knicks? Dados mostram coincidência absurda

    Olha, eu sei que pode soar loucura, mas os números não mentem: quando Kylie Jenner está na Celebrity Row do Madison Square Garden, os Knicks simplesmente voam. Os caras fazem 8,2 pontos A MAIS por jogo quando ela está lá. Coincidência? Pode até ser, mas como fã de NBA eu já vi coisas mais estranhas acontecerem.

    A namorada do Timothée Chalamet (que é fanático pelos Knicks) tem um aproveitamento de 83,3% nos jogos que assiste. Cinco vitórias em seis jogos, com uma margem média de +13,5 pontos. Isso é praticamente garantia de vitória, cara.

    O casal que faz o MSG explodir

    E o Chalamet? Meu amigo, esse cara é o amuleto supremo dos Knicks. Quando ele está na quadra, o time faz média de 117,4 pontos – 13,6 pontos a mais que nos outros jogos. O maluco é tão viciado no time que já furou duas Met Galas seguidas só pra ver os Knicks jogarem. Isso é paixão de verdade.

    A dupla estava junta quando os Knicks atropelaram o Atlanta Hawks por 126-97 no jogo 5 da primeira rodada dos playoffs. Depois, a Kylie marcou presença na vitória por 108-102 contra o Philadelphia 76ers no jogo 2 das semifinais da Conferência Leste.

    Mas ó, rolou uma parada interessante: ela não estava lá no jogo 1 das finais do Leste contra o Cleveland Cavaliers na terça. Os Knicks ganharam de virada na prorrogação por 115-104, mas será que foi mais difícil sem o “amuleto”?

    Spike Lee completa a fórmula mágica

    Agora, quando você junta Kylie, Chalamet E o lendário Spike Lee (que é presença garantida no MSG há décadas), aí a coisa fica surreal. Com os três juntos na quadra, os Knicks estão 5-0, ganhando por quase 20 pontos de diferença por jogo. É estatística de videogame.

    Lee sozinho já é um bom sinal – 13 vitórias em 19 jogos que ele assistiu. O cara é praticamente parte da mobília do Madison Square Garden.

    Mas nem tudo são flores na Celebrity Row. Jon Stewart e a ginasta olímpica Suni Lee parecem ser pé frio dos Knicks – o time perdeu os dois jogos em que eles estiveram presentes. Vai entender, né?

    E aí, vocês acham que essas coincidências realmente influenciam ou é só nossa mania de ver padrão em tudo? Uma coisa eu garanto: se eu fosse torcedor dos Knicks, estaria torcendo pra Kylie e Chalamet comprarem uma season ticket. Pelo menos a matemática está do lado deles.

  • Agente do Wemby ligou pro Rob Pelinka pra aprender sobre o Kobe

    Agente do Wemby ligou pro Rob Pelinka pra aprender sobre o Kobe

    Cara, essa história é muito louca. O agente do Victor Wembanyama, o Bouna Ndiaye, literalmente ligou pro Rob Pelinka (GM dos Lakers e ex-agente do Kobe) pedindo pra almoçar junto. O motivo? Queria entender como o Black Mamba pensava quando tinha a mesma idade do Wemby.

    E olha, faz todo o sentido quando você para pra pensar. O Wemby tá com 22 anos dominando os playoffs contra o atual campeão — coisa que pouquíssimos caras fizeram na história. Um deles foi justamente o Kobe, que aos 22 também estava destruindo nos playoffs, incluindo um jogo de 48 pontos e 16 rebotes contra o Kings.

    A curiosidade que conecta dois monstros

    “O jeito que eles pensam é diferente”, disse o Ndiaye em entrevista pra ESPN. “O jeito que jogam, como se esticam pro máximo. A curiosidade deles. Como estudam e assistem as coisas. São muito criativos pra resolver problemas.”

    Sinceramente, essa comparação me arrepia. Porque não é só sobre números ou talento — é sobre mentalidade mesmo. Tanto o Kobe quanto o Wemby têm essa sede de conhecimento que vai muito além do que você vê em quadra.

    O Pelinka, como esperado, topou na hora e compartilhou várias histórias sobre o Kobe. Imagina a cena: dois caras conversando sobre como moldar um fenômeno de 2,24m que pode revolucionar o basquete.

    Construindo algo único

    “Eu queria entender como o Kobe fazia as coisas pra gente aprender com ele. O Victor não é como ninguém. Temos que ser criativos pra construir programas únicos pra ele”, explicou o agente.

    E essa é a parte mais interessante da história. Eles não querem só copiar o que funcionou pro Kobe — querem adaptar a mentalidade dele pra um cara completamente diferente fisicamente. Como você treina um alien de mais de 2 metros sem simplesmente encher ele de músculo?

    Teve gente criticando o Pelinka por “ajudar a concorrência”, mas cara, lembra do último tweet do Kobe? Quando o LeBron passou ele na lista de pontuação, ele escreveu sobre “continuar movendo o jogo pra frente”. É isso aí. O legado do Mamba não é sobre competir — é sobre elevar o nível geral do basquete.

    Vocês acham que essa mentoria indireta vai fazer diferença na carreira do Wemby? Porque na minha visão, qualquer coisa que conecte esse garoto com a mentalidade do Kobe só pode dar certo. E olha que os Lakers podem ter que passar por ele pra ganhar um título — mas isso é problema pra depois, né?

  • Trail Blazers demite funcionários após venda milionária

    Trail Blazers demite funcionários após venda milionária

    Cara, que situação chata essa dos Portland Trail Blazers. O time acabou de ser vendido por US$ 4,25 bilhões — quatro bilhões e duzentos e cinquenta milhões de dólares — e a primeira coisa que o novo dono fez foi demitir um monte de funcionários. Sinceramente, não consigo entender essa lógica.

    Tom Dundon, que lidera o grupo de investidores que comprou a franquia, está cortando custos logo de cara. O cara que também é dono do Carolina Hurricanes da NHL aparentemente acredita que economia começa pelos funcionários que construíram o time ao longo dos anos.

    Demissões atingem toda a organização

    Os funcionários souberam da notícia numa videoconferência na terça de manhã. Imagina só receber esse tipo de bomba num Teams da vida? Entre os demitidos estava Casey Holdahl, repórter digital que estava no time há 18 anos. Dezoito anos, gente! O cara praticamente cresceu junto com a franquia.

    As demissões atingiram tanto o lado business quanto as operações de basquete. Não divulgaram quantos exatamente foram mandados embora, mas pelo tom da declaração oficial, não foi pouco não.

    “Essas mudanças impactaram pessoas talentosas que ajudaram a moldar os Trail Blazers por muitos anos”, disse Dewayne Hankins, presidente de operações comerciais. Bonito no papel, né? Mas na prática é gente perdendo emprego depois de décadas de dedicação.

    O timing não podia ser pior

    O que mais me incomoda é o timing disso tudo. A venda foi aprovada em abril por US$ 4,25 bilhões — uma das maiores da história da NBA — e em maio já estão cortando pessoal? A franquia foi comprada do espólio de Paul Allen, cofundador da Microsoft que morreu em 2018, então não é como se fosse uma situação financeira desesperadora.

    Além disso, o time está negociando com autoridades locais e estaduais sobre financiamento para renovar o Moda Center. O Oregon já aprovou fundos em março para reformar a arena de 30 anos, garantindo US$ 365 milhões para as obras até 2030, quando Portland vai sediar o Final Four feminino da NCAA.

    Ou seja: tem dinheiro público entrando, tem uma venda bilionária recente, mas mesmo assim acham necessário demitir funcionários históricos? Vocês acham que isso faz sentido como estratégia de negócio?

    Olha, eu entendo que novos donos querem colocar sua marca na organização. Mas começar mandando embora gente que dedicou quase duas décadas ao time? Na minha visão, isso mostra muito sobre as prioridades dessa nova gestão.

  • NBA explode na TV: Spurs x Thunder bate recorde histórico de audiência

    NBA explode na TV: Spurs x Thunder bate recorde histórico de audiência

    Olha, eu sabia que os playoffs estavam pegando fogo, mas isso aqui passou de todos os limites. O jogo 1 entre Spurs e Thunder na última segunda-feira simplesmente quebrou todos os recordes de audiência que você possa imaginar.

    Foram 9,2 milhões de pessoas grudadas na TV assistindo aquele jogaço que terminou em dupla prorrogação, com vitória de San Antonio por 122-115. Cara, DUPLA PRORROGAÇÃO! Quem dormiu cedo perdeu o show da vida.

    O que mais me impressiona

    Sabe o que me deixa mais empolgado? Na segunda prorrogação e no final do jogo, a audiência chegou a 12 milhões de pessoas. Doze milhões! Isso é coisa de Copa do Mundo, galera. E olha que a NBA tá competindo com um monte de coisa na TV americana.

    O mais louco é que esse foi apenas o segundo jogo mais assistido dos playoffs até agora. O jogo 7 entre 76ers e Celtics ainda segura o recorde com 11 milhões. Mas convenhamos, jogo 7 sempre é especial, né?

    E os números gerais? Simplesmente absurdos. As duas primeiras rodadas dos playoffs tiveram média de 4,5 milhões de telespectadores por jogo. Isso é um aumento de 16% comparado ao ano passado e a maior audiência desde 1997. Desde 97, gente! Eu nem tinha nascido direito ainda.

    NBC voltou com tudo

    Uma das principais razões para essa explosão de audiência é que a NBC voltou a transmitir jogos da NBA depois de 22 anos parada. E eles pegaram pesado: 21 jogos nas duas primeiras rodadas, com média de 5,8 milhões de espectadores.

    Sinceramente, eu acho que essa volta da NBC foi genial. Ter os jogos em TV aberta faz toda a diferença para quem não tem cable ou streaming. E com ABC também transmitindo, foram 28 jogos em rede nacional – ano passado a ABC só teve 10 jogos.

    Até o Amazon Prime Video tá mandando bem. O jogo 7 entre Cavaliers e Pistons domingo passado teve 6,53 milhões na plataforma e foi o evento esportivo mais assistido da semana. É a primeira vez que o Prime Video lidera o ranking semanal da Nielsen.

    E agora?

    O que vocês acham – essa audiência vai se manter nas finais de conferência? Eu tô apostando que sim. Com Spurs e Thunder no Oeste prometendo mais pancadaria, e a final do Leste ainda rolando entre Cavaliers e Knicks (que ontem virou um jogo de 22 pontos atrás!), a coisa só tende a esquentar.

    Uma curiosidade: essa vai ser a primeira vez que uma final de conferência inteira vai passar na TV aberta. A NBC pega toda a série do Oeste, enquanto a ESPN/ABC divide a do Leste.

    Cara, que momento para ser fã de NBA. Os números não mentem – o basquete tá mais popular que nunca. E olha que ainda nem chegamos nas Finais!

  • Kenny Atkinson defende Harden após colapso histórico dos Cavs

    Kenny Atkinson defende Harden após colapso histórico dos Cavs

    Cara, o que foi aquilo? Os Cavaliers simplesmente entregaram uma vantagem de 22 pontos no último quarto do Jogo 1 da Final do Leste contra os Knicks. Vinte e dois pontos, gente! E agora Kenny Atkinson tá tentando defender James Harden das críticas.

    Olha, eu entendo a posição do técnico, mas sinceramente? Foi doloroso de assistir. Jalen Brunson fez 15 pontos só no quarto período e basicamente destroçou a defesa de Cleveland. E adivinha quem tava sendo caçado o tempo todo? Nosso barbudo favorito.

    A defesa dos dados

    Atkinson veio com uma defesa interessante depois do treino de quarta-feira. Segundo ele, os Knicks tiveram qualidade de arremesso no “primeiro percentil” — ou seja, fizeram cestas praticamente impossíveis. “Temos dados que vocês não têm. Primeiro percentil. Nosso processo estava certo, eles acertaram arremessos muito, muito difíceis”, falou o técnico.

    Bom, sem acesso aos dados internos, a gente só pode ir pelo que viu. Dos 22 arremessos que New York tentou no último quarto, nove foram perto da cesta, seis no meio da quadra e sete de três pontos. E olha que curioso: eles converteram menos justamente perto da cesta, que é onde teoricamente é mais fácil fazer pontos.

    Harden no banco dos réus

    Todo mundo tá botando a culpa no Harden, né? Mas Atkinson não tá comprando essa história. “Ele é um bom defensor individual. Todo mundo tá colocando a culpa no James. Claro, alguma coisa foi culpa dele… Às vezes experiências pequenas ficam exageradas”.

    E aí, o técnico ainda mandou uma: sem Harden, os Cavs nem teriam passado da primeira rodada. É, pode até ser verdade, mas assistir o cara sendo atacado repetidamente pelo Brunson foi de partir o coração de qualquer torcedor de Cleveland.

    Pra completar, Atkinson disse que o maior problema não foi a defesa, mas o ataque. “Olhando pra trás, estamos mais desapontados com o ataque. A qualidade dos arremessos não foi boa. Não conseguimos chegar perto da cesta. Tentamos nove bolas de três. Acho que podíamos ter atacado mais o garrafão”.

    E ele tem razão. Donovan Mitchell, que tinha sido um monstro nos três primeiros quartos, meio que travou quando a pressão aumentou. Ficou segurando muito a bola, matando o ritmo que tinham construído.

    Vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque sinceramente, entregar uma vantagem dessas na Final do Leste é de doer na alma.

  • LaRavia admite que precisa melhorar o arremesso de 3 na offseason

    LaRavia admite que precisa melhorar o arremesso de 3 na offseason

    Cara, que montanha-russa foi a temporada do Jake LaRavia nos Lakers, né? O cara começou o ano destruindo tudo — principalmente contra os Wolves — a ponto do Anthony Edwards perguntar quem era esse maluco acertando tudo de três. Agora, depois de ser tirado da rotação nos playoffs, ele tá sendo bem honesto sobre o que precisa melhorar.

    E olha, sinceramente? Respeito demais essa autocrítica dele.

    A queda livre no arremesso

    A situação ficou feia mesmo. De janeiro a março, o percentual de três do LaRavia despencou mês a mês. E quando chegaram os playoffs — que é onde a coisa fica séria — o bicho pegou de vez. O cara tentou só 7 arremessos em toda a pós-temporada. Sete! Dá pra ver que o psicológico tava abalado.

    O JJ Redick não teve escolha: tirou ele da rotação nos dois últimos jogos. Imagina a frustração? Primeira vez dele nos playoffs, time brigando pelo título, e ele vendo de camarote.

    “Sei que sou muito melhor que isso”

    Na entrevista de saída, o LaRavia não fugiu da real: “Obviamente, não arremessei nem perto do que eu queria esse ano. Ter meses arremessando abaixo dos 30% simplesmente não vai dar certo, e eu sei que sou um arremessador muito melhor que isso.”

    E é verdade mesmo. Na temporada passada, o cara convertia 42% dos seus triplos. Isso não é brincadeira não — é percentual de especialista. Então a capacidade tá lá, só precisa encontrar a consistência de novo.

    O que me impressiona é a mentalidade dele. Em vez de ficar se lamentando, tá vendo isso como motivação pra offseason. “Não estou olhando negativamente, mas estou animado pra trabalhar nas coisas que preciso”, disse ele.

    Momento decisivo nos Lakers

    Agora vem a parte mais tensa: os Lakers têm um monte de espaço salarial e tão querendo reformular o elenco. O LaRavia pode tanto fazer parte dessa reformulação quanto virar moeda de troca para trazer peças novas.

    É cruel, mas é a NBA. Teve aquele jogaço de 26 pontos contra o Memphis (ironia jogar bem justamente contra o ex-time), mas também teve essa derrocada nos playoffs. A questão é: qual dos dois LaRavias vai aparecer na próxima temporada?

    Vocês acham que ele consegue se recuperar mentalmente e voltar a ser aquele arremessador que assombrava os adversários? Ou essa experiência dos playoffs vai deixar sequelas? Uma coisa é certa: essa offseason vai definir muito do futuro dele na liga.