Autor: Leandro Amorim

  • Topps lança cards com pedaços da bola do jogaço do Wemby

    Topps lança cards com pedaços da bola do jogaço do Wemby

    Gente, a loucura pelo Wembanyama chegou num nível que nem eu imaginava. A Topps acabou de anunciar uma parada absurda: eles conseguiram a bola do Jogo 1 da final do Oeste e vão fazer cards com pedaços dela!

    E não é qualquer jogo não, pessoal. Estamos falando daquela pancadaria em duas prorrogações onde o francês fez 41 pontos, 24 rebotes e 3 tocos. Quarenta e um pontos! O San Antonio simplesmente atropelou o Oklahoma City Thunder, atual campeão, numa das melhores atuações que já vi na carreira do garoto.

    Dylan Harper também entrou na história

    Mas olha, não foi só o Wemby que brilhou nessa noite histórica. O rookie Dylan Harper, com apenas 20 anos, fez um jogo monstro: 24 pontos, 11 rebotes, 6 assistências e 7 roubos de bola. Sete roubos, gente! O moleque virou o mais jovem da história a conseguir um 4×5 nos playoffs da NBA.

    Sinceramente, eu já tava achando que os Spurs tinham algo especial com essa dupla, mas ver os dois dominando numa final do Oeste assim… cara, é emocionante demais. Lembra quando a gente torcia pro Tim Duncan e Tony Parker nos anos 2000? Tenho a mesma sensação agora.

    A febre dos cards chegou ao próximo nível

    A Topps não parou por aí. Além dos pedaços da bola, eles conseguiram uma das cestas do jogo e vão fazer um card único do Wemby com autógrafo. Um card só, pessoal! Imagina quem vai ter a sorte de pegar esse?

    Os cards custam 11,99 dólares no site da Topps e ficam disponíveis até quinta-feira às 19h (horário americano). A empresa vai distribuir aleatoriamente essas relíquias pra quem comprar os cards comemorativos da performance histórica dos jogadores.

    E vocês sabiam que o Wemby acabou de virar o mais jovem DPOY da história? Foi unanimidade entre os votantes — coisa que nunca tinha acontecido antes. Aos 22 anos, o cara já está reescrevendo os livros de recordes.

    O hype tá tão grande que até a Wendy’s estava pensando em mudar o nome da rede pra homenagear o francês. Wemby-mania é pouco pra descrever o que tá rolando!

    E aí, vocês acham que vale a pena tentar a sorte nesses cards? Eu já tô pensando em comprar uns quantos — nunca se sabe, né?

  • LeBron curte post sobre voltar pra Cleveland – será que vem aí?

    LeBron curte post sobre voltar pra Cleveland – será que vem aí?

    Gente, mal acabou a temporada dos Cavaliers e o assunto já é LeBron James de volta pra Cleveland. E dessa vez não é especulação — o cara literalmente curtiu um post no Instagram falando sobre “Come Home” com uma foto dele batendo no peito com a camisa preta dos Cavs.

    Olha, eu acompanho o LeBron há anos e sei que às vezes ele é meio enigmático com essas coisas de redes sociais. Mas curtir um post com “Volte pra Casa” em letras garrafais? Isso não tem nada de sutil.

    O timing não podia ser mais suspeito

    Os Cavaliers acabaram de perder nas finais da Conferência Leste de uma forma brutal — entregaram uma vantagem de 22 pontos. E aí você me pergunta: será que com LeBron em quadra isso teria acontecido? O cara é mestre em acalmar os ânimos quando o time tá derretendo.

    Na minha opinião, faltou justamente isso pros Cavs — alguém pra tomar as rédeas quando a coisa apertou. LeBron sempre foi esse cara, aquele que grita com todo mundo e ainda consegue dar as instruções certas pro técnico.

    Lakers já tem o Luka mesmo

    Vamos combinar uma coisa: desde que os Lakers trouxeram o Luka Dončić, ficou bem claro que a prioridade é montar um time ao redor do esloveno, não do LeBron. Faz sentido pelo lado dos Lakers, mas imagino que o James não deve estar muito feliz sendo coadjuvante.

    E sinceramente? Cleveland faz todo sentido. Eles têm uma lacuna gritante na posição 3, precisam de veterania nos playoffs e… cara, é CLEVELAND. A cidade onde ele trouxe o primeiro título da história. O emocional conta muito.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, LeBron deve jogar mais uma temporada e os Lakers ainda são favoritos. Mas esse post curtido no Instagram tá falando mais alto que qualquer declaração oficial.

    E aí, vocês acham que o Rei volta mesmo pra casa? Eu tô começando a acreditar que sim.

  • Ujiri assume culpa por demitir Kidd: ‘Precisávamos de uma página limpa’

    Ujiri assume culpa por demitir Kidd: ‘Precisávamos de uma página limpa’

    Cara, que bomba nos Mavs. Masai Ujiri não quis jogar a responsabilidade pra ninguém — assumiu de cara que foi ele quem mandou Jason Kidd embora. E olha, eu respeito muito essa postura dele.

    “É muito justo dizer que essa decisão é minha”, falou Ujiri na coletiva de quarta-feira. “Não quero colocar isso em nenhum jogador, de jeito nenhum, nem em mais ninguém da organização.”

    Sinceramente? Achei interessante essa transparência toda. O cara chegou em Dallas, olhou tudo de cima a baixo com o GM Mike Schmitz, e decidiu que precisava mexer no time técnico. Cinco anos de Kidd à frente do time, incluindo aquela chegada nas Finals de 2023-24, mas mesmo assim Ujiri achou que era hora de mudar.

    Uma decisão difícil mas necessária

    Ujiri foi bem claro: não foi nada pessoal contra o Kidd. Pelo contrário, falou que foi uma “decisão muito, muito difícil”. Mas na visão dele, os Mavs precisavam de “clareza sobre onde estamos indo” ao invés de “muitas coisas misturadas”.

    E olha, faz sentido. Às vezes você precisa mesmo de um recomeço total, né? Ujiri disse que quer o time trabalhando “numa direção só” na construção do elenco e na criação de uma mentalidade vencedora.

    O que mais me chamou atenção foi ele falando que conversou com Cooper Flagg e Kyrie Irving sobre a decisão. Esses dois são os pilares da franquia agora, então faz todo sentido eles estarem no loop.

    E agora, quem vem?

    Ujiri não deu timeline específico, mas prometeu uma busca “abrangente” pelo novo técnico. Eu tô curioso pra ver quem eles vão trazer. Com Flagg e Irving no elenco, precisa ser alguém que saiba lidar com estrelas e ao mesmo tempo construir um sistema sólido.

    Uma coisa que achei bacana: perguntaram se a decisão teve a ver com Kidd estar ligado àquele negócio todo da troca do Luka Dončić (que pesadelo, né?), e Ujiri foi categórico que não. Também perguntaram se o interesse do Kidd no cargo que o próprio Ujiri assumiu influenciou, e a resposta foi a mesma: não.

    Vocês acham que foi a decisão certa? Kidd tinha seus méritos, mas talvez mesmo os Mavs precisem dessa “página limpa” que o Ujiri falou. Com Flagg e Irving, tem potencial pra fazer algo especial.

  • Por que Wemby detesta tanto o Chet Holmgren?

    Por que Wemby detesta tanto o Chet Holmgren?

    Cara, essa rivalidade entre Victor Wembanyama e Chet Holmgren é uma das coisas mais insanas que estão rolando na NBA hoje. E olha, eu vou ser sincero com vocês — o Wemby claramente não digere o fato de que o americano já tem um anel e ele não.

    Vamos começar pelo óbvio: os dois são monstros absolutos. Holmgren com seus 2,16m mandando bala de três (36% de aproveitamento em 243 tentativas essa temporada) e sendo uma muralha no garrafão. O cara é literalmente um unicórnio — defende como um demônio e ainda estica a quadra no ataque. Resultado? Anel de campeão no terceiro ano de carreira.

    Mas aí vem o alienígena francês

    Agora, se o Chet é um unicórnio, o Wembanyama é simplesmente um ET. Sério, nunca vi nada igual na minha vida de fã de basquete. Com 2,24m e envergadura de quase 2,50m, o cara acerta arremessos de logo igual o Curry, bloqueia tudo que é tipo de finalização e ainda por cima joga com uma intensidade absurda.

    E olha só que dados insanos: provavelmente já é o melhor defensor da história do basquete (com 22 anos!), e eu não tô exagerando não. O cara faz coisas que desafiam a física.

    O problema? Ele tem 22 anos e ainda não ganhou porra nenhuma, enquanto o Holmgren (que acabou de fazer 24) já tem seu anel brilhando no dedo.

    A bronca começou lá atrás

    Essa treta vem de longe, galera. No Mundial Sub-19 de 2021, os dois se enfrentaram na final — EUA contra França. Os americanos levaram, o Chet foi MVP do torneio, e desde então rola uma energia estranha entre eles.

    O mais doido é que quem realmente dominou aquele jogo foi o Kenneth Lofton Jr. (lembram dele?), um cara de 1,98m e 125kg que jogou na Louisiana Tech e hoje tá na China. Mas enfim, o Holmgren ainda era o melhor jogador daquela seleção americana.

    Agora, com essa Final de Conferência Oeste de 2026 entre Spurs e Thunder, a rivalidade voltou com tudo. E segundo o Marc Spears da ESPN, tem gente lá dentro falando que o Wemby tá motivado especificamente pela vantagem que o Chet tem sobre ele — o título.

    Vocês acham que o francês consegue finalmente passar na frente? Porque uma coisa eu garanto: essa rivalidade vai definir a próxima década da NBA. E eu tô aqui pra acompanhar cada capítulo dessa história maluca.

  • Kawhi pode deixar os Clippers? Os possíveis destinos do Klaw

    Kawhi pode deixar os Clippers? Os possíveis destinos do Klaw

    Olha só, pessoal, parece que o Kawhi Leonard pode mesmo estar de saída dos Clippers. Eu não esperava isso não, mas com um contrato de última temporada valendo mais de 50 milhões de dólares e os Clippers patinando há anos, faz sentido essa especulação toda.

    O cara de 34 anos ainda joga muito — 27.9 pontos por jogo na última temporada, 50% nos arremessos de quadra. Monstro demais. Mas o problema é que os Clippers terminaram com apenas 42 vitórias e caíram logo no Play-In para os Warriors. Sete anos em LA e só uma aparição nas finais de conferência? Complicado.

    A bomba da investigação da NBA

    E aí que vem a parte mais pesada dessa história toda. A NBA tá investigando se o Steve Ballmer (dono dos Clippers) não arrumou um contrato de 28 milhões de dólares meio suspeito pro Kawhi com uma empresa chamada Aspiration, que já faliu inclusive. A ideia seria burlar o salary cap.

    Os Clippers negam tudo, é claro. Dizem que não tem nada demais nisso e que a empresa que tava fazendo coisa errada. Mas sinceramente? Essa investigação deve tá pesando na decisão de todo mundo.

    A diretoria fez umas mexidas interessantes na trade deadline — mandaram o James Harden pros Cavaliers e trouxeram o Darius Garland. Também trocaram o Zubac por algumas peças e picks. Agora eles têm a 5ª escolha do draft nas mãos.

    Hora de reconstruir ou última cartada?

    A grande questão é: os Clippers ainda acreditam que podem brigar pelo título com o Kawhi, ou é hora de recomeçar? Na minha visão, sete anos sem chegar numa final é muito tempo pra um cara desse calibre.

    O Leonard quando tá saudável ainda é um dos melhores two-way players da liga. Defesa de elite, arremesso certeiro, clutch do caramba. Lembro da final de 2019 quando ele carregou o Toronto nas costas — que show foi aquilo!

    Se ele realmente for negociado, vai ter fila de times interessados. Miami Heat, Philadelphia 76ers, New York Knicks… todo mundo que tá naquela de “precisamos de uma peça pra chegar lá” vai ligar pros Clippers.

    E vocês, acham que o Kawhi deveria sair de LA? Ou será que os Clippers conseguem convencê-lo a ficar pra mais uma tentativa? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar, porque uma coisa é certa: onde o Klaw for, vai chegar como candidato ao título.

  • Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Olha, já era mais do que esperado que o Cooper Flagg ia levar o prêmio de Rookie do Ano — o cara simplesmente destruiu na temporada. Mas o que me chamou atenção mesmo foi o Kon Knueppel quebrando um recorde que parecia intocável.

    A NBA divulgou o All-Rookie Team de 2025-2026 e, cara, que turma boa entraram na liga esse ano. Flagg obviamente liderou o primeiro time junto com Knueppel (Hornets), VJ Edgecombe (76ers), Dylan Harper (Spurs) e Cedric Coward (Grizzlies).

    Flagg fez o que todo mundo esperava

    21 pontos por jogo liderando todos os rookies. Sinceramente, eu já esperava isso do garoto — desde Duke você via que ele tinha algo especial. Os 6.7 rebotes e 4.5 assistências mostram que não é só cestinha, sabe jogar coletivo também. E aqueles 46.8% de aproveitamento? Monstro.

    Mas vou te falar, Dallas acertou em cheio nessa escolha. O cara já tá sendo peça fundamental no time.

    Knueppel quebrou tudo no arremesso de 3

    Agora o que me deixou de queixo caído foi o Knueppel. 273 bolas de três na temporada! Pra vocês terem noção, o recorde anterior era do Keegan Murray com 207 em 2022-23. O cara literalmente pulverizou a marca.

    42.5% do perímetro é coisa de maluco. E olha que não foi sorte não — foram mais de 80 tentativas, então é consistência mesmo. Charlotte pode ter encontrado um atirador especial aí.

    Edgecombe também fez bonito nos Sixers com 16 pontos de média em 75 jogos. Consistência é tudo na NBA, e o garoto provou que aguenta o tranco da temporada inteira.

    Harper e as enterradas que viraram meme

    Dylan Harper pode ter saído do banco na maior parte da temporada pelos Spurs, mas cara… essas enterradas que ele dava eram absurdas. Aquela que deixou o Dwyane Wade e a Candace Parker de boca aberta no Prime? Eu assisti umas 50 vezes, não vou mentir.

    13.6 pontos em 25.8 minutos é produção boa vindo do banco. San Antonio sempre soube desenvolver jovem, né? E Coward no Memphis também mostrou serviço com seus 13.6 pontos e 5.9 rebotes por jogo.

    No segundo time ficaram Jeremiah Fears (Pelicans), Ace Bailey (Jazz), Maxime Raynaud (Kings), Collin Murray-Boyles (Raptors) e Derik Queen (também Pelicans).

    E aí, quem vocês acham que vai ser o próximo a quebrar o recorde do Knueppel? Com a liga cada vez mais voltada pro arremesso de 3, não duvido que apareça alguém tentando chegar nas 300 bolas na próxima temporada!

  • Knicks massacram Cavs no Jogo 1 e MSG vira loucura total

    Knicks massacram Cavs no Jogo 1 e MSG vira loucura total

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu no Madison Square Garden ontem à noite. Os Knicks simplesmente DESTRUÍRAM os Cavaliers no Jogo 1 das Finais da Conferência Leste, e cara… que comeback foi esse?

    Jalen Brunson foi absolutamente monstruoso com 38 pontos, incluindo uma bandeja heroica que mandou o jogo pra prorrogação. O maluco literalmente carregou o time nas costas quando tudo parecia perdido. “Encontre um jeito”, foi o que ele disse depois do jogo. E olha que ele encontrou mesmo.

    A ressurreição dos Knicks

    Vocês viram aquele último quarto? Foi algo de outro planeta. Os caras fizeram uma corrida de 44-11 no último período que deixou todo mundo de queixo caído. Até o Timothée Chalamet (que é fanático pelos Knicks) postou nos stories dele: “O que eu acabei de ver? Vamos!”

    Sinceramente, depois de nove dias parados, eu não esperava que o time voltasse com essa intensidade toda. Brunson, Bridges, Anunoby, Hart e o KAT mostraram que quando a coisa aperta, eles sabem responder. O técnico Mike Brown admitiu que nunca viu nada parecido em playoffs.

    Quanto custa presenciar essa loucura?

    Agora vem a parte que dói no bolso. Se você quer estar lá no Jogo 2 (quinta-feira às 21h), prepare-se pra desembolsar pelo menos 715 dólares por ingresso no SeatGeek. Isso mesmo, mais de 3.500 reais só pra entrar no Madison Square Garden.

    E se a série for longa? Os preços sobem ainda mais. Um possível Jogo 5 em casa custa a partir de 878 dólares, e um Jogo 7 decisivo pode chegar a 1.124 dólares. É caro? Absurdamente. Mas depois do que vimos ontem, dá pra entender por que a galera tá disposta a pagar.

    Pra comparar: em Cleveland, os ingressos pro Jogo 3 começam em 257 dólares, e pro Jogo 4 saem por apenas 160 dólares. A diferença entre jogar no Garden e jogar em qualquer outro lugar é brutal mesmo.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter esse nível absurdo no Jogo 2? Porque depois do que rolou ontem, eu tô começando a acreditar que esse time pode chegar longe mesmo. Donovan Mitchell e os Cavs que se cuidem — o Garden tá pegando fogo!

  • Booker fez o que precisava, mesmo sem brilhar nas estatísticas

    Booker fez o que precisava, mesmo sem brilhar nas estatísticas

    Cara, vou ser sincero: quando a temporada começou, todo mundo já sabia que o Devin Booker ia ter que carregar os Suns nas costas. O time estava numa transição danada, galera jovem chegando, e o Book ali como o veterano que tinha que segurar a bronca.

    E olha, ele fez exatamente isso. Só que não do jeito que a gente esperava.

    Os números contam uma história estranha

    Booker teve 26.1 pontos por jogo, 6.0 assistências e 3.9 rebotes. Números sólidos, mas se você olhar mais de perto, vai ver que a eficiência dele caiu um pouco. O arremesso de 3 foi pra 33%, o aproveitamento de quadra pra 45.6% – nada absurdo, mas não é aquele Booker cirúrgico que a gente conhece.

    Só que aí que tá a pegada: ele sacrificou a própria eficiência pelo bem do time. Sabe quando você joga bola e deixa de fazer a jogada mais fácil pra dar uma chance pro parceiro crescer? Foi isso que o Book fez o ano todo.

    A prova tá nos números do time. Com ele em quadra, os Suns tinham rating ofensivo de 115.9 e fizeram 37-27. Sem ele? 110.0 de rating e só 8-10. Uma diferença monstruosa.

    O líder que Phoenix precisava

    Eu sempre falo que existem dois tipos de estrela: aquela que brilha sozinha e aquela que faz todo mundo brilhar junto. Booker virou do segundo tipo essa temporada. Ele liderou a liga toda em assistências secundárias com 1.2 por jogo – ou seja, ele fazia a jogada que gerava a jogada que virava ponto.

    E tem outro detalhe que poucos repararam: ele jogou só 33.5 minutos por jogo. Nas duas temporadas anteriores, eram mais de 36. Isso não é coincidência não – é gestão inteligente de um cara que entendeu que não precisava mais se matar em quadra toda noite.

    Os garotos como Khaman Maluach, Koby Brea e Rasheer Fleming cresceram na sombra dele. É impressionante como um veterano bem posicionado consegue acelerar o desenvolvimento de um time jovem.

    Booker, o estabilizador

    Sinceramente? Acho que essa foi uma das temporadas mais importantes da carreira do Booker, mesmo não sendo a mais vistosa. Ele provou que consegue ser algo além de um cestinha – virou um verdadeiro floor general.

    Claro que todo mundo queria ver ele quebrando recordes e fazendo 30+ por noite. Mas olhando o contexto todo, ele fez a escolha certa. Phoenix não precisava de um Booker heroico, precisava de um Booker líder.

    E aí, vocês acham que ele vai manter esse estilo mais facilitador ou volta a ser o protagonista total na próxima temporada? Porque com 29 anos e ainda no auge, as possibilidades são infinitas pra esse monstro.

  • Kidd demitido dos Mavs: finalmente uma nova era pode começar

    Kidd demitido dos Mavs: finalmente uma nova era pode começar

    Cara, não vou mentir — acordei com uma sensação estranha hoje. Jason Kidd não é mais técnico dos Dallas Mavericks. E sabe o que mais? Tô aliviado.

    Olha, não é que eu odiasse o Kidd. O cara foi um jogador monstro, Hall of Fame, respeito total. Mas como técnico dos Mavs… sinceramente, já tava na hora de uma mudança. Principalmente depois daquela trade bizarra do Luka Doncic.

    O que deu errado com Kidd?

    Vou ser honesto aqui: Kidd tinha qualidades. Ele desenvolveu bem os jovens, sabia lidar com ego de estrela, e os jogadores gostavam dele. Isso não é pouca coisa na NBA atual.

    Mas mano, o cara simplesmente não evoluiu taticamente. Quantas vezes a gente viu as mesmas rotações cansadas? Os mesmos plays saindo do timeout que qualquer técnico adversário já decorou? E aquela dependência absurda do Luka pra resolver tudo sozinho…

    Lembram quando perguntaram pro Kidd sobre não pedir timeout numa sequência ruim e ele respondeu “Eu tô assistindo, como vocês”? Cara, que resposta é essa? (risos) Você é o TÉCNICO!

    A estatística que mais me chocou: antes da trade do Luka, Kidd tinha 56.3% de aproveitamento. Depois da trade? 33.9%. Claro que perdeu o melhor jogador, mas essa queda é de arrepiar.

    Masai Ujiri chegou pra revolucionar

    Agora vem a parte que me deixa empolgado. Masai Ujiri assumiu como presidente dos Mavs e já mostrou que não tá brincando. Primeiro trouxe Mike Schmitz como GM — um cara que conhece há anos e confia no trabalho de scout.

    E olha a rapidez: 11 dias depois de contratar o Schmitz, já demitiu o Kidd. Isso é decisão! Nada de ficar enrolando ou “vamos dar mais uma chance”.

    Ujiri falou uma coisa que me marcou sobre o Schmitz: “Ele é um scout incrível, um líder incrível. Se aprofunda no trabalho, nos dados, e em tudo que você quer saber sobre scout de um jogador, construção de time”.

    E agora, Dallas?

    Vocês acham que essa mudança vai dar resultado? Eu tô otimista, não vou mentir. Os Mavs precisavam dessa chacoalhada depois de toda aquela confusão da trade do Luka e dos problemas com o departamento médico.

    Claro que ainda dói perder o Luka — imagina trocar um cara que fez 73 pontos numa noite! Mas às vezes você precisa dar dois passos pra trás pra conseguir dar três pra frente.

    O importante é que agora tem gente séria no comando. Ujiri construiu um time campeão em Toronto, sabe o que tá fazendo. E se ele e o Schmitz conseguirem encontrar o técnico certo, quem sabe os Mavs não voltam a ser relevantes nos playoffs?

    Uma coisa é certa: a era Kidd acabou. E sinceramente? Era hora mesmo de virar essa página.

  • Orlando pode ser o novo lar de Jason Kidd após bomba em Dallas

    Orlando pode ser o novo lar de Jason Kidd após bomba em Dallas

    Rapaz, que reviravolta! Jason Kidd foi demitido pelos Mavericks depois de cinco temporadas e agora todo mundo quer saber: onde o veterano vai parar? Na minha opinião, Orlando faz muito sentido — e vou explicar o porquê.

    A demissão do Kidd na terça-feira foi um verdadeiro baque. O cara teve que lidar com a troca bombástica do Luka Dončić para os Lakers em troca do Anthony Davis (que logo se machucou, que azar), comandou uma reconstrução total e ainda viu o time draftar Cooper Flagg como primeira escolha geral. Resultado? 26-56 na temporada. Não é fácil mesmo.

    Orlando precisa de experiência

    E é aí que entra o Magic. O time dispensou Jamahl Mosley depois daquela zebra histórica — perderam uma série de 3-1 para os Pistons nos playoffs. Cara, como você perde uma vantagem dessas? Foi o terceiro ano consecutivo que Orlando caiu na primeira rodada sob comando do Mosley.

    Segundo o Marc Stein, Orlando já tinha interesse no Kidd em 2021 e agora está atrás de um técnico experiente. Faz sentido total. O Magic tem potencial — foram 45-37 na temporada regular e quase derrubaram a primeira colocação nos playoffs. A contratação do Desmond Bane no ano passado mostrou que eles querem competir de verdade.

    Kidd é a peça que falta?

    Olha, eu sinceramente acho que Kidd pode ser exatamente o que Orlando precisa. O cara tem 388-395 como técnico (ok, não é um números espetacular), mas passou por Milwaukee, Brooklyn e agora Dallas. Experiência não falta.

    E vocês sabem o que mais me chama atenção? Orlando quer dar o próximo passo. Eles têm peças interessantes, um elenco jovem com fome de vitória, e agora precisam de alguém que saiba como navegar nos playoffs — coisa que o Kidd já fez.

    Claro que o Magic também está de olho no Jeff Van Gundy e no Billy Donovan. Mas entre nós, Kidd conhece a liga como poucos. Será que Orlando vai apostar nessa experiência? Eu apostaria.