Autor: Leandro Amorim

  • Fox pode perder jogo 2: tornozelo preocupa no Spurs

    Fox pode perder jogo 2: tornozelo preocupa no Spurs

    Cara, a situação do De’Aaron Fox tá ficando complicada mesmo. O armador do San Antonio Spurs vai ser decisão de última hora para o jogo 2 da final do Oeste por causa de uma entorse no tornozelo que simplesmente não quer melhorar.

    Olha, eu acompanho a carreira do Fox desde os tempos de Sacramento, e o cara é conhecido por jogar machucado — mas dessa vez parece que o bicho pegou de verdade. Ele até conseguiu terminar a série contra o Minnesota Timberwolves na segunda rodada, mas depois do jogo 1 contra o Thunder, o tornozelo inchou e endureceu.

    Spurs deixa Fox decidir

    O que eu achei interessante é que o Spurs vai deixar o próprio Fox decidir se joga ou não. Isso mostra a confiança que têm no veterano, mas também a preocupação real com a lesão. Uma entorse alta no tornozelo não é brincadeira — pode virar algo crônico se não for tratada direito.

    E vocês viram como foi o jogo 1? San Antonio conseguiu vencer Oklahoma City em dupla prorrogação SEM o Fox. Stephon Castle e Dylan Harper assumiram as responsabilidades na armação contra aquela defesa monstruosa do Thunder.

    Jovens assumindo a responsa

    Sinceramente, fiquei impressionado com Castle e Harper. Enfrentar a defesa do OKC sem o seu principal armador e ainda conseguir a vitória? Isso é coisa de time maduro. Claro que ter Fox seria melhor — o cara é um dos melhores criadores de jogo da liga — mas ver os jovens segurando a onda foi massa demais.

    Agora a pergunta que não quer calar: Fox vai conseguir jogar no jogo 2? Na minha opinião, se tiver 70% das condições físicas, ele joga. O cara não chegou até aqui pra ficar de fora numa final de conferência. Mas também não dá pra arriscar uma lesão mais grave.

    E aí pessoal, acham que o Spurs aguenta outro jogo sem o Fox? Ou vocês acham que ele vai pro sacrifício mesmo machucado?

  • Celtics já agendam mais treinos pré-Draft – Miller é o destaque

    Celtics já agendam mais treinos pré-Draft – Miller é o destaque

    Os Celtics não estão perdendo tempo com o Draft 2026, pessoal. Já agendaram mais três treinos com possíveis escolhas, e tem um nome que me chamou muito a atenção: Baba Miller.

    Olha, eu já vi muito ala-pivô prometendo muito e entregando pouco, mas esse cara tem algo diferente. Com 2,09m, Miller não é só mais um grandão – ele tem fundamentos de armador mesmo sendo quase um poste ambulante.

    O gigante que joga como armador

    A história do Miller é interessante: era armador quando menor, deu o estirão e manteve todos os fundamentos. O resultado? Um cara de 2,09m que distribui 3.7 assistências por jogo e tem uma visão de quadra absurda.

    Passou por Florida State, Florida Atlantic e agora estava em Cincinnati, onde fez sua melhor temporada. Os números falam por si: 13 pontos, 10.3 rebotes, 1.2 tocos. Mas o que mais me impressiona é a versatilidade – pode jogar de pivô, ala-pivô, e até mesmo criar jogadas.

    E tem um detalhe curioso: assim como Hugo Gonzalez (primeira escolha recente dos Celtics), Miller também veio das categorias de base do Real Madrid. Coincidência? Eu acho que não. Brad Stevens claramente tem um olho clínico para esses europeus com fundamento.

    Defesa é o ponto forte (e o arremesso é a interrogação)

    Na defesa é onde Miller realmente brilha. Com aquela envergadura e mobilidade lateral, consegue marcar desde alas até pivôs menores. É daqueles jogadores que incomodam mesmo sem aparecer na estatística – você sente a presença dele em quadra.

    Agora, vou ser honesto com vocês: o arremesso de três ainda é uma interrogação. Converteu apenas 19% das tentativas de longa distância, o que é preocupante na NBA atual. Mas cara, com 22 anos e aquela pegada de jogo, dá pra desenvolver, né?

    O que me deixa mais animado é que ele tem tudo pra ser aquele sexto homem versátil que resolve problemas. Imaginem ele entrando no segundo time dos Celtics, criando jogadas e protegendo o aro? Seria perfeito para o sistema do Mazzulla.

    E aí, acham que os Celtics vão apostar nessa versatilidade ou vão preferir algo mais “pronto”? Com o histórico deles desenvolvendo jovens talentos, eu apostaria no Miller sem pestanejar.

  • Mitchell desabafa após vexame dos Cavs: ‘A gente cagou tudo’

    Mitchell desabafa após vexame dos Cavs: ‘A gente cagou tudo’

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Madison Square Garden ontem à noite. Os Cavaliers tinham 22 pontos de vantagem no último quarto das finais da Conferência Leste contra os Knicks e… simplesmente entregaram. Perderam por 115-104 na prorrogação.

    E o Donovan Mitchell? O cara não teve papas na língua na entrevista coletiva.

    “Eu falei no vestiário: a gente perdeu, a gente cagou tudo”, disse Mitchell, que fez 29 pontos mas sumiu completamente no final da partida. Sinceramente, eu entendo a revolta dele. Largar uma vantagem dessas numa final de conferência dói até na alma de quem tá assistindo.

    O colapso que ninguém esperava

    Olha, os Cavs estavam dominando por três quartos. Parecia que ia ser mais uma vitória fora de casa — eles já tinham ganhado duas seguidas nos playoffs. Aí veio o que eu só posso chamar de apagão coletivo.

    Os Knicks fizeram uma sequência de 44-11 nos últimos 12 minutos e meio (contando a prorrogação). Quarenta e quatro a onze. É surreal demais. O Jalen Brunson meteu 17 dos seus 38 pontos nesse período e praticamente carregou Nova York nas costas.

    E o Mitchell? Zero pontos no período final. Errou todos os cinco arremessos que tentou. O Landry Shamet colou nele e o cara simplesmente travou. Isso é basquete, né? Às vezes você tá voando, às vezes não consegue nem acertar a tabela.

    A realidade crua dos playoffs

    “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu”, disse Mitchell. E essa frase resume tudo, cara. Nos playoffs da NBA, um momento de desatenção e pronto — lá se vai sua temporada.

    O James Harden também não ajudou muito: fez só 15 pontos, acertou apenas 1 de 8 tentativas do perímetro e ainda perdeu 6 bolas. O Evan Mobley teve um double-double com 15 pontos e 14 rebotes, mas não foi suficiente pra segurar a pressão dos Knicks no final.

    Agora é correr atrás do prejuízo no Jogo 2, quinta-feira, ainda em Nova York. Na minha visão, se os Cavs não conseguirem pelo menos empatar a série jogando fora, a coisa fica bem complicada. E aí, vocês acham que eles conseguem se recuperar desse baque psicológico?

    Como o próprio Mitchell falou: “É uma derrota ruim, mas tudo que podemos fazer é voltar, assistir ao filme e corrigir”. Torcer pra que dessa vez eles consigam manter o foco até o fim.

  • Knicks fazem milagre histórico e deixam NYC em delírio total

    Knicks fazem milagre histórico e deixam NYC em delírio total

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que eu vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último período – VINTE E DOIS! – e do nada viraram o jogo contra os Cavaliers no primeiro confronto da final da Conferência Leste.

    Sinceramente? Eu já tinha desligado a TV. Já estava me preparando pro drama de sempre dos Knicks, aquela frustração que a gente conhece bem. Mas aí resolvi dar uma última olhada e… meu Deus do céu, que loucura foi aquela!

    A reação da imprensa nova-iorquina foi épica

    Os jornais de Nova York enlouqueceram – e com razão. O New York Post veio com “KNICKER BONKERS!” na capa (genial, né?) e “JALE HOUSE ROCK!” na contracapa, brincando com o apelido do Jalen Brunson. O cara simplesmente assumiu o controle da partida nos minutos finais como um verdadeiro capitão.

    E olha, eu acompanho NBA há anos e posso dizer: essa foi uma das maiores viradas da história dos playoffs. Não é exagero não. Quando um time está 22 pontos atrás no último período, as chances de vitória são praticamente zero. Mas os Knicks provaram que basquete é isso mesmo – até acabar, não acabou.

    Por que essa virada é histórica de verdade

    Vocês têm noção do que significa virar um jogo de 22 pontos no último período de uma final de conferência? É tipo o Flamengo virar aquela final da Libertadores de 2019, mas multiplicado por dez. O Madison Square Garden deve ter tremido nas bases.

    O que mais me impressiona é a mentalidade desse time dos Knicks. Eles poderiam ter jogado a toalha, aceitar a derrota e focar no jogo 2. Mas não – continuaram lutando, acreditando. E Brunson… cara, que show! Ele recusou deixar o time perder, como disse o Post.

    Agora me digam: vocês acham que os Cavaliers conseguem se recuperar psicologicamente dessa? Porque perder assim, em casa do adversário, depois de estar com o jogo controlado… isso marca, viu. Os Knicks roubaram mais do que apenas o jogo 1 – roubaram toda a confiança dos Cavs.

    Enfim, que noite absurda para quem ama basquete. E que bom ver os Knicks fazendo história de novo – desta vez pelos motivos certos!

  • A virada mais absurda: como os Knicks salvaram o jogo perdido

    A virada mais absurda: como os Knicks salvaram o jogo perdido

    Cara, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks perdendo por 93-71 faltando 7 minutos e 40 segundos? Jogo acabado. Ou pelo menos era isso que todo mundo pensava.

    Eu mesmo já estava mentalmente me preparando para o Jogo 2 — do mesmo jeito que fiz depois daquela derrota humilhante pro Indiana no ano passado. Dividir em casa não é o fim do mundo, né? Mas aí aconteceu algo que eu nunca vi na minha vida assistindo basquete.

    Brunson virou um monstro

    Jalen Brunson simplesmente passou por cima de um time inteiro nos últimos 14 minutos. O cara marcou mais pontos sozinho que Cleveland inteiro nesse período. É surreal demais.

    E olha que os Knicks já tinham feito umas corridas absurdas nesses playoffs, mas conseguiram se superar: 44-11 pra fechar o jogo. Quarenta e quatro a onze! Eu sei que tem gente que prefere aquela chuva de bolas de três que o Pacers fez no ano passado, mas sinceramente? Essa virada apagou completamente a vergonha que foi perder pro Aaron Nesmith e pro Tyrese Haliburton.

    Mas como diabos eles fizeram isso?

    Não foi só questão de “finalmente acertar as bolas de três”. Os Knicks fizeram alguns ajustes táticos fundamentais que mudaram o jogo completamente.

    A principal mudança? Pararam de fazer dupla marcação na bola. Nas séries anteriores contra Hawks e Sixers, essa estratégia funcionou perfeitamente — não deixar o cara principal do time adversário respirar, mostrar em toda tela, forçar ele a tomar decisão sob pressão.

    Contra James Harden funcionou no primeiro tempo. O cara estava tomando decisões ruins, Cleveland estava errando as bolas livres que apareciam quando a movimentação deixava os Knicks em 4×3. Mas aí veio aquela sequência de seis bolas de três em sete tentativas pra fechar o primeiro tempo, e a coisa ficou feia.

    No segundo tempo, os Knicks insistiram na dupla marcação e Cleveland continuou castigando. Era impressionante ver como o Harden achava o Jarrett Allen no centro da quadra, colapsava a defesa, e sempre sobrava alguém livre no perímetro. Dennis Schroder, Max Strus, Sam Merrill — não importava quem fosse, alguém ia ficar livre.

    E quando não era bola de três aberta, era bandeja fácil. Os fechamentos desesperados nos arremessadores criavam espaços pra Donovan Mitchell e os garrafões (Allen e Evan Mobley) chegarem no aro sem resistência.

    A virada de chave veio depois da bola de três do Merrill, faltando 3:05 no terceiro quarto. Os Knicks mudaram pra marcação individual direta, e Cleveland simplesmente travou. Vocês acham que foi coincidência? Eu acho que não.

    Essa mudança tática pode ser o diferencial da série toda. Mesmo se o Sam Merrill tivesse acertado aquela bola que quicou no aro nos segundos finais, os Knicks descobriram como parar Cleveland. E isso vale ouro nos próximos jogos.

  • Tim Connelly admite: Wolves precisam dar o próximo passo

    Tim Connelly admite: Wolves precisam dar o próximo passo

    Olha só, mais uma temporada dos Timberwolves que termina com aquele gosto amargo na boca. E o Tim Connelly não está tentando passar pano pra ninguém — o homem foi direto ao ponto: “Nós temos que dar o próximo passo”.

    Cara, é a terceira temporada consecutiva que Minnesota toma uma surra no último jogo da temporada. Terceira! Em 2024 foi o Dallas que passou por cima, ano passado foi o Thunder que literalmente destruiu os Wolves a caminho do título, e agora? Os Spurs mandaram todo mundo pra casa mais cedo ainda.

    A realidade doeu, mas Connelly não fugiu dela

    “Nosso objetivo no início da temporada era ser um time com vantagem de quadra nos playoffs. Não fomos”, disse Connelly numa coletiva que deve ter sido bem desconfortável. “Nosso objetivo era ir mais longe que no ano passado. Não fomos. Essas coisas meio que exigem ação.”

    E vocês sabem o que mais me incomoda? Os Wolves terminaram em sexto no Oeste DE NOVO. Mesma posição, mesmo resultado decepcionante. Connelly foi bem claro: “Temos muito mais coisa boa do que ruim, mas sabemos que não somos bons o suficiente agora.”

    Na minha opinião, essa honestidade é refrescante. Quantas vezes a gente vê dirigente tentando pintar situação ruim como se fosse sucesso?

    Thunder e Spurs viraram o pesadelo dos Wolves

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio deprimente pros fãs de Minnesota. Os dois últimos times que eliminaram os Wolves (Spurs e Thunder) estão agora se enfrentando na final do Oeste. É como se fosse um lembrete constante: “Olha só quem tá brigando pelo título enquanto vocês estão em casa.”

    “Levamos surra do Oklahoma City ano passado, levamos surra do San Antonio agora”, Connelly não poupou palavras. “Sabemos que nossa competição não vai ficar parada, e nós também não vamos.”

    Mas o cara foi esperto numa coisa: disse que não dá pra focar só em como bater os Spurs ou Thunder especificamente. Faz sentido, né? Se você monta o time pensando só num adversário, pode se dar mal contra todo mundo.

    A filosofia é simples: empilhar talento

    “Se você tem jogadores bons o suficiente, e nós temos um grande em Anthony [Edwards], você vai ser um bom time”, explicou Connelly. E olha, eu concordo completamente com essa visão.

    O negócio é que ter Anthony Edwards como sua estrela principal é uma base sólida pra construir qualquer coisa. O garoto é um monstro, mas precisa de ajuda — e ajuda de verdade, não esses coadjuvantes que aparecem um jogo e somem no próximo.

    Connelly fechou com uma frase que eu achei massa: “Prefiro ser demitido por tentar do que ficar aqui só pensando em sobrevivência no emprego.” Cara com essa mentalidade que você quer dirigindo seu time, sinceramente.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue dar esse salto na próxima temporada? Porque do jeito que Thunder e Spurs estão voando, não dá pra ficar no “quase” pra sempre…

  • Wemby volta pra casa! Spurs vão jogar em Paris e Manchester

    Wemby volta pra casa! Spurs vão jogar em Paris e Manchester

    Cara, que notícia incrível! O Victor Wembanyama vai jogar em casa de novo. Os Spurs acabaram de confirmar que vão encarar o New Orleans Pelicans em duas partidas oficiais na Europa na próxima temporada — uma em Paris no dia 14 de janeiro e outra em Manchester três dias depois.

    Olha, eu já esperava isso depois do sucesso absurdo que foram os jogos do Wemby em Paris este ano contra o Indiana Pacers. Os ingressos sumiram em questão de minutos. E é óbvio que a NBA ia querer repetir a dose, né?

    O fenômeno Wembanyama move montanhas

    Sinceramente, é impressionante como um cara de 7’4″ conseguiu transformar os Spurs numa máquina global de marketing. Desde que foi drafted em 2023, o time praticamente montou um escritório permanente na França. Eles fizeram até uma “Semana Spurs Paris” com loja pop-up, reformas de quadra, clínicas para a garotada… É marketing pesado, mas funciona.

    E não é só pelo hype não — o monstro acabou de ganhar o prêmio de Melhor Defensor do Ano por unanimidade. Por unanimidade, gente! Aos 22 anos. Isso é simplesmente surreal.

    NBA invadindo a Europa de vez

    Essa jogada faz parte de um plano muito maior da NBA. Eles querem pelo menos seis jogos oficiais na Europa ao longo de três temporadas. Começou com Grizzlies e Magic jogando em Berlim e Londres, e agora é a vez do show do Wemby.

    Mas o mais louco mesmo é que Paris e Manchester estão na lista de cidades que podem ter times na nova liga que a NBA e a FIBA estão planejando. Imagina uma liga europeia oficial começando em 2027? Seria absurdo ver isso acontecer.

    Uma curiosidade engraçada: o New Orleans Saints (NFL) também vai jogar em Paris em outubro contra o Pittsburgh Steelers. A dona dos dois times, Gayle Benson, deve estar se esfregando de satisfação com toda essa exposição internacional.

    Vocês acham que essa expansão da NBA pra Europa vai dar certo mesmo? Eu tô aqui torcendo pra rolar, porque ver mais basquete de alto nível nunca é demais. E se depender do Wemby pra puxar o interesse dos europeus, acho que a coisa vai longe mesmo.

  • Wemby vai jogar em Manchester! Spurs e Pelicans fazem história

    Wemby vai jogar em Manchester! Spurs e Pelicans fazem história

    Galera, segurem-se na cadeira porque a NBA vai fazer história na Europa! Victor Wembanyama e os San Antonio Spurs vão encarar o New Orleans Pelicans em uma double-header épica entre Paris e Manchester em janeiro de 2027.

    E o mais louco de tudo? Manchester vai receber um jogo oficial da NBA pela primeira vez na história. Isso mesmo, o Co-op Live vai ser palco de um jogaço no domingo, 17 de janeiro. Três dias antes, no dia 14, os mesmos times se enfrentam no Accor Arena, em Paris.

    O Alien francês em casa

    Sinceramente, não podia ser jogador melhor pra representar a NBA na França. Wemby terminou em terceiro lugar na votação de MVP esta temporada — com 20 anos de idade, gente! O cara é um monstro absoluto, e ver ele jogar em Paris deve ser emocionante demais.

    Os Spurs, aliás, estão voando nesta temporada. No momento da publicação desta matéria, eles lideravam por 1 a 0 nas finais da Conferência Oeste contra o Oklahoma City Thunder, os atuais campeões. Imaginem se eles chegam em Manchester como finalistas da NBA?

    Europa virando casa da NBA

    Olha, eu tô vendo uma tendência que me empolga muito. Este ano já rolou uma double-header histórica com Orlando Magic e Memphis Grizzlies jogando em Berlim e Londres em janeiro. Agora Manchester entra no mapa, e já tem outra programada entre Berlim e Paris em 2028.

    Na real, isso faz parte de um plano maior da NBA de criar uma liga europeia independente. Manchester e Paris estão entre as cidades cotadas pra ter franquias nessa ‘NBA Europe’, que pode começar já na temporada 2027-28. Vocês conseguem imaginar times europeus de NBA com nível de franquia oficial?

    Andy Burnham, prefeito de Manchester, não escondeu o entusiasmo: “É uma grande notícia para a região e uma oportunidade emocionante de vermos alguns dos melhores jogadores de basquete do mundo na nossa porta.”

    O futuro do basquete na Europa

    George Aivazoglou, diretor da NBA para Europa e Oriente Médio, disse uma coisa que me chamou atenção: “Jogar em Paris e Manchester reflete o forte impulso que estamos vendo para o basquete e a NBA na França, Reino Unido e em toda a Europa.”

    E aí, pessoal — vocês acham que essa expansão europeia da NBA vai dar certo? Eu tô curioso pra ver como vai ser a recepção do público inglês, especialmente comparado com a França, que já tem uma tradição maior no basquete.

    Uma coisa é certa: com Wembanyama sendo a cara dessa internacionalização, o interesse só tende a crescer. O cara é carismático, joga um basquete absurdo e representa perfeitamente essa nova geração global da NBA.

  • Faxina completa em Dallas: quem vai treinar Cooper Flagg?

    Faxina completa em Dallas: quem vai treinar Cooper Flagg?

    Galera, aconteceu a bomba em Dallas. Jason Kidd, mesmo ganhando US$ 40 milhões de extensão ano passado, foi mandado embora pelos Mavericks. E junto com ele, foi todo mundo — pessoal do scouting, analytics, front office. Faxina completa mesmo.

    O responsável por essa mudança radical? Masai Ujiri, o novo presidente da franquia. O cara que fez milagre em Toronto tá querendo montar TUDO do seu jeito. E olha, conhecendo o histórico dele, pode dar muito certo.

    O padrão Ujiri de contratar técnico

    Vocês lembram de como o Ujiri trabalha? Em Toronto, ele contratou Nick Nurse (2018) e Darko Rajaković (2023). Nenhum dos dois era técnico principal antes, mas ambos eram vistos como estrelas em ascensão. Pelo jeito, ele não quer técnico “requentado” — quer descobrir o próximo fenômeno.

    E sinceramente, faz todo sentido. Com Cooper Flagg chegando (que monstro esse mlk), Dallas tem uma janela gigante pra construir algo especial. A pergunta é: quem vai ser o escolhido?

    Sean Sweeney: o favorito interno

    O nome mais quente é Sean Sweeney, que tá como assistente dos Spurs. E olha que curioso: o cara foi assistente do próprio Kidd em Dallas entre 2021 e 2025. Conhece a casa, conhece os jogadores.

    Sweeney é considerado um dos melhores assistentes da liga, especialista em defesa. O Chicago Bulls também quer conversar com ele, mas convenhamos — treinar Cooper Flagg em Dallas ou tentar salvar Chicago? Não tem nem comparação, né?

    As outras opções interessantes

    Micah Nori é outro nome forte. Cinco anos como braço direito do Chris Finch em Minnesota, e todo mundo na liga fala que ele merece uma chance como técnico principal. Pelo que tô vendo, tanto ele quanto Sweeney são vistos como futuros astars do coaching.

    Agora, tem um nome que quebra o padrão do Ujiri: Billy Donovan. O cara saiu do Chicago Bulls justamente porque queria treinar um time competitivo, com chances reais de playoffs. E Dallas com Flagg oferece exatamente isso.

    Donovan tá sendo cotado como favorito em Orlando também, mas imaginem a diferença: treinar o Magic ou pegar Cooper Flagg e tentar montar uma dinastia em Dallas? Eu sei qual eu escolheria…

    E aí, quem vocês acham que o Ujiri vai escolher? Apostam no padrão dele de apostar em técnicos promissores, ou vocês acham que a tentação de pegar um nome pronto como Donovan vai ser maior?

  • Nets podem aprontar no Draft — ESPN vê pick #6 como ‘carta na manga’

    Nets podem aprontar no Draft — ESPN vê pick #6 como ‘carta na manga’

    Cara, chegou aquele momento do ano em que todo mundo fica especulando o que diabos o Brooklyn Nets vai fazer no Draft. E dessa vez, parece que a coisa tá mais interessante do que nunca.

    A ESPN saiu falando que a sexta escolha dos Nets é uma “carta na manga” — ou seja, aquela peça que pode mudar todo o tabuleiro na hora H. Jeremy Woo, que manja dos paranauês do Draft, tá dizendo que executivos da liga acham que o Brooklyn pode meter uma dessas e fazer alguma loucura com o pick.

    Brooklyn precisa de estrela, mas tem opções de sobra

    Olha só a situação: os Nets caíram três posições na loteria (de novo!), mas sinceramente? Isso pode até ser uma bênção disfarçada. Eles têm espaço salarial, uma caralhada de picks futuros para negociar, e cara… eles PRECISAM de poder de estrela.

    O Woo da ESPN tá especulando que eles podem pegar o Darius Acuff Jr. — um armador de 1,88m que melhorou as medidas no combine e tem um wingspan interessante. Mas aqui entre nós, a defesa do cara é problemática. Na minha visão, se você vai na sexta posição, precisa de algo mais garantido que isso.

    E tem outra: Kevin O’Connor implica que os Nets podem não estar limitados só aos armadores que todo mundo tá falando. Ele mencionou o Keaton Wagler como melhor opção, mas fontes da liga estão conectando Brooklyn ao pivot Aday Mara (de 2,24m!) e ao ala Nate Ament.

    Sean Marks pode aprontar de novo

    Lembram quando os Nets chocaram geral escolhendo o Egor Dёmin na oitava posição ano passado? Ninguém esperava. Sean Marks é conhecido por essas pegadinhas, e com 32 picks em mãos (incluindo nove primeiras rodadas negociáveis), ele tem munição para fazer qualquer coisa.

    As opções são várias: ficar onde estão, descer algumas posições, pegar uma segunda primeira escolha, ou — pasmem — tentar subir no Draft. Brian Lewis já tinha furado que o Marks tá aberto a movimentações.

    Vocês acham que eles vão com a cabeça ou com o coração? Porque sinceramente, com tanto ativo, seria loucura não tentar algo mais ousado. O Brooklyn precisa sair dessa mesmice e buscar aquele jogador que vai fazer a diferença real.

    Sei lá, cara. Tem algo me dizendo que os Nets vão surpreender todo mundo de novo. E olha que eu não costumo confiar muito nas escolhas deles nos últimos anos…