Autor: Leandro Amorim

  • A noite que Wembanyama virou o melhor do mundo

    A noite que Wembanyama virou o melhor do mundo

    Cara, eu sempre soube que esse momento ia chegar. Mas não esperava que fosse TÃO cedo na carreira do Wemby. Ontem à noite, contra o Thunder no Jogo 1 das finais de conferência, o francês simplesmente transcendeu — e não é exagero não.

    41 pontos, 24 rebotes e 3 tocos em 49 minutos de quadra. Em duas prorrogações. No primeiro playoff da carreira dele.

    Mano, essas números parecem bug de videogame. Só outros dois caras na história fizeram 40/20/3 nas finais de conferência ou depois: Shaquille O’Neal e Kareem Abdul-Jabbar. Se você botar os números exatos do Wemby, só o Wilt aparece junto com ele nos livros de história.

    O que deixa o francês diferente de todo mundo

    Eu sempre me perguntei como deve ter sido assistir o Wilt no auge dele. Um cara maior, mais atlético E mais habilidoso que todo mundo ao mesmo tempo. É exatamente isso que sinto vendo o Wemby agora — é quase impossível processar o que você tá vendo.

    Olha só esse dado que me deixou de queixo caído: com 22,2 pontos, 11,9 rebotes e 4,0 tocos por jogo nos playoffs, o Wemby seria apenas o sétimo jogador DA HISTÓRIA a fazer 20/10/4 numa pós-temporada. A lista? Hakeem, Tim Duncan, David Robinson, Elvin Hayes, Kareem e Robert Parrish.

    Boa companhia, né? Mas aí vem a parte mais absurda: esses seis lendários combinados fizeram TRÊS cestas de três pontos nessas campanhas históricas. O Wembanyama? Já meteu 15 bolas de três nestes playoffs. Quinze!

    É isso que separa ele de todos os grandes pivôs da história. Wilt, Russell, Shaq, Hakeem, Duncan — todos eram máquinas imparáveis no garrafão (como o Wemby também é). Mas nenhum tinha nem perto do alcance ofensivo que esse moleque tem.

    O arremesso que calou todo mundo

    Sinceramente, quando vi um cara de 2,24m puxando uma bomba do meio da quadra com o time perdendo por três e menos de 30 segundos no relógio… Brother, eu não acreditei.

    Primeira pós-temporada da carreira, finais de conferência, prorrogação, pressão máxima. E o moleque simplesmente decidiu: “Vou resolver isso aqui.” E resolveu mesmo.

    Isso me lembra muito a mentalidade do Kobe — aquela confiança psicopata que só os verdadeiros assassinos têm. Com 22 anos, cara! Quando eu tinha 22 anos, eu ficava nervoso pra pedir aumento no trampo.

    E olha, o Wemby não é só talentoso não. O cara tem aquela veia competitiva que separa os bons dos grandes. Você vê como ele provoca o Chet Holmgren, como ele mesmo assumiu que deveria ter ganhado o MVP… Não é arrogância boba, é convicção mesmo.

    Vocês acham que ele consegue sustentar esse nível até o fim dos playoffs? Porque se conseguir, vamos ter que reescrever os livros de história do basquete.

  • Quando um americano vai ganhar o MVP da NBA de novo?

    Quando um americano vai ganhar o MVP da NBA de novo?

    Olha, eu tava aqui pensando numa parada que tá meio bizarra: desde 2018, quando o James Harden levou o MVP, nenhum americano ganhou mais o troféu. É isso mesmo que vocês leram.

    De lá pra cá, foi só gringo dominando: Giannis (Grécia) ganhou duas vezes, Jokić (Sérvia) levou três, Embiid (Camarões) uma, e agora o Shai (Canadá) emendou duas seguidas. Cara, tá ficando constrangedor pros americanos, não acham?

    A galera veterana tá acabando

    Vamos aos fatos que doem: os únicos americanos ativos que já ganharam MVP são LeBron (4 troféus), Curry (2), Durant, Harden e Westbrook (1 cada). Só que tem um probleminha — todos eles têm 36 anos ou mais. Quanto tempo mais essa turma vai aguentar?

    E aqui vem a parte mais assustadora: LeBron ganhou seu primeiro MVP aos 24 anos. O Wembanyama vai fazer 23 no ano que vem. Se o francesão começar a levar os prêmios agora — e pelo jeito que ele tá jogando, vai mesmo —, existe uma chance real desses veteranos americanos se aposentarem antes de aparecer um novo MVP americano. Imaginem só: uma NBA sem nenhum MVP americano ativo.

    Wemby vai dominar a próxima década?

    Calma aí, pessoal. Eu sei que o Wembanyama é um monstro absoluto, mas vamos com os pés no chão. Nem o Michael Jordan dominou assim — ele ganhou “só” 5 MVPs em toda a carreira. O LeBron ganhou 4. O Kareem, que é o recordista, ganhou 6.

    Façam as contas comigo: Jordan ganhou seu primeiro MVP em 1988 e entre 1988 e 1998 (sua era dourada), ele teve uma taxa de sucesso de mais ou menos 55%. Ou seja, nem o maior de todos os tempos era garantia de MVP todo ano.

    E tem mais: existe a tal da “fadiga do eleitor”. Depois de um tempo, o pessoal cansa de votar no mesmo cara. Sem contar lesões, azar com arremessos, química do time… são mil variáveis que podem estragar uma candidatura.

    Ah, e tem aquela regra dos 65 jogos mínimos. Vocês sabem quantos jogadores conseguiram isso na temporada passada? Só 169 de 569. Pra um cara do tamanho do Wemby, que é mais propenso a lesões, essa barreira é real.

    Então, quem vai quebrar essa seca americana?

    Sinceramente? Não sei se o próximo MVP americano já tá na NBA. A geração atual de estrelas americanas ou tá velha demais (LeBron, Curry) ou não tem o nível necessário pro MVP ainda.

    Na minha visão, vamos ter que esperar pelos jovens que estão chegando ou pelos que ainda nem foram draftados. E com o Wemby dominando, pode ser que essa espera seja mais longa do que esperamos.

    É meio irônico, né? A NBA nasceu nos EUA, sempre foi dominada por americanos, e agora tá virando um campeonato global de verdade. Não que isso seja ruim — pelo contrário, mostra como o basquete cresceu no mundo todo. Mas pra quem torce pelos caras de casa, dói um pouquinho ver essa seca toda.

    E vocês, acham que algum jovem americano vai aparecer pra quebrar essa hegemonia internacional? Ou vamos ter que nos acostumar com essa nova realidade?

  • SGA assume culpa após derrota: ‘Tenho que ser melhor’

    SGA assume culpa após derrota: ‘Tenho que ser melhor’

    Cara, que jogo foi esse? Thunder e Spurs fizeram um jogaço de dupla prorrogação que terminou 122-115 pro San Antonio, mas o que mais chamou atenção foi a autocrítica do Shai Gilgeous-Alexander depois da partida.

    O cara que é candidato a MVP assumiu total responsabilidade pela derrota. “Temos que ser melhores — eu, em particular”, disse SGA. “Tenho que ser melhor, especialmente contra um time desse calibre. Nada mais que isso.”

    E olha, ele tem razão. Os números não mentem: 24 pontos e 12 assistências parecem bons, mas ele arremessou apenas 7 de 23 dos campo. Em 51 minutos! Para um jogador do calibre dele, isso é bem abaixo da média.

    O que San Antonio fez para parar SGA?

    A estratégia dos Spurs foi simples mas efetiva: marcação dupla constante no Shai e Wembanyama protegendo o garrafão. Victor simplesmente abandonava os arremessadores de perímetro para ficar ali na área, intimidando qualquer tentativa de penetração.

    E funcionou. SGA acertou apenas 3 dos primeiros 14 arremessos. Só conseguiu reagir no finalzinho, quando o Thunder virou um déficit de 10 pontos e forçou a prorrogação.

    “É obviamente desafiador — muito alto, muito longo, impede muitas coisas no garrafão”, falou Shai sobre enfrentar Wemby. “Você tem que ser esperto quando vai lá dentro. Ser paciente, mas também agressivo.”

    Alex Caruso salvou o Thunder (quase)

    Enquanto SGA sofria, quem aproveitou os espaços foi Alex Caruso. O cara converteu 8 de 14 tentativas do perímetro e fez 31 pontos — recorde da carreira dele nos playoffs. Sinceramente, sem ele o Thunder nem chegava perto de forçar a prorrogação.

    Isso mostra que quando você tira o SGA do jogo, outros caras têm que aparecer. E apareceram, só que não foi suficiente.

    Thunder vai se adaptar?

    Mark Daigneault, técnico do Thunder, mostrou confiança que o time vai encontrar a solução: “Uma das coisas que eu amo nesse time é nossa capacidade de resolver problemas. Já estivemos nessas séries antes.”

    E aí, vocês acham que o Thunder consegue se adaptar para o Jogo 2? A pressão agora é total — perder em casa seria complicar demais as coisas. SGA vai ter que provar que realmente pode ser melhor, como ele mesmo disse.

    Quarta-feira tem mais, em Oklahoma City. Vai ser interessante ver se os ajustes vão funcionar ou se Wemby e os Spurs vão continuar ditando o ritmo.

  • O ‘puxão de orelha’ que transformou KAT no point center dos Knicks

    O ‘puxão de orelha’ que transformou KAT no point center dos Knicks

    Às vezes o que um jogador precisa é de uma bronca na cara mesmo. Foi exatamente isso que aconteceu com Karl-Anthony Towns depois do jogo 3 da primeira rodada dos playoffs contra o Hawks. Mike Brown, técnico dos Knicks, simplesmente parou a sessão de vídeo e perguntou na lata: “Você quer a bola? O que você está fazendo aí?”.

    E cara, que transformação absurda desde então.

    De pivô parado a point center

    O problema era óbvio: Towns estava parado no canto da quadra em vez de fazer a tela para Jalen Brunson. Brown não teve papas na língua e chamou a atenção do cara na frente de todo mundo. Foi constrangedor? Provavelmente. Funcionou? Com certeza.

    Desde essa bronca memorável, os Knicks emplacaram sete vitórias consecutivas nos playoffs, e Towns virou literalmente um point center. Os números não mentem: 15,7 pontos, 9,6 rebotes e 8,0 assistências por jogo, com 60% de aproveitamento nos arremessos. Tudo isso em apenas 26 minutos por partida!

    O mais impressionante? Sua taxa de assistências de 18,5% lidera todos os jogadores com pelo menos 100 passes nos playoffs. É mais do que o dobro do que ele fazia na temporada regular. Simplesmente monstruoso.

    “Point KAT” revolucionou o ataque

    Agora os Knicks chamam essa versão dele de “Point KAT”, e sinceramente, faz todo sentido. Towns sempre citou Magic Johnson como uma de suas maiores inspirações — inclusive usa a camisa 32 por causa dele. Agora finalmente está jogando como o Magic faria se fosse um pivô de 2,11m.

    “Ele sempre foi uma grande inspiração na minha vida, e poder ter esse momento é incrível”, disse Towns. “Como o Magic, eu sempre falo sobre impacto e vitórias, e poder potencializar meus companheiros é uma das maiores honras.”

    E os resultados falam por si só. Mikal Bridges, que não pontuou em 20 minutos naquele fatídico jogo 3, agora está fazendo média de 15,6 pontos com 67% de aproveitamento. Brunson continua com seus 27,4 pontos por jogo, mas está tendo sua pós-temporada mais eficiente como Knick.

    Numbers que impressionam

    Quer saber como esse ataque está funcionando? O rating ofensivo dos Knicks nessa sequência de sete vitórias é de 130,5 pontos por 100 posses. É o melhor entre todas as equipes dos playoffs de 2026.

    Brown admitiu que foi uma mudança meio “dane-se, vou fazer do meu jeito”. “Colocar o KAT nessa posição, sabendo que temos ótimos cortadores, ótimos armadores e um ótimo facilitador, foi algo que definitivamente foi fácil de aceitar”, explicou o técnico.

    Olha, eu sempre achei que Towns tinha potencial para ser mais do que só um pivô que arremessa de 3. Mas ver ele distribuindo assistências como se fosse o Chris Paul é outro nível. Vocês acham que ele consegue manter essa pegada até o fim dos playoffs?

  • Sean Sweeney pode comandar Bulls ou Magic na próxima temporada

    Sean Sweeney pode comandar Bulls ou Magic na próxima temporada

    Olha só que interessante: Sean Sweeney, assistente técnico do San Antonio Spurs, tá na mira de dois times grandes da NBA pra ser técnico principal. Bulls e Magic estão de olho no cara, e sinceramente, não é à toa.

    Sweeney é o cara por trás da defesa monstruosa dos Spurs essa temporada. E quando você tem o Victor Wembanyama no seu elenco — aquele alien francês de 2,24m que bloqueia tudo — é claro que fica mais fácil montar um esquema defensivo. Mas o mérito do assistente é inegável.

    Currículo de peso na NBA

    O cara não é novato no ramo, não. Já foi assistente técnico do Jason Kidd tanto no Brooklyn Nets quanto no Milwaukee Bucks. Passou também pelo Dallas Mavericks como assistente principal antes de chegar em San Antonio.

    E o mais interessante? Sweeney já teve várias entrevistas pra técnico principal nas últimas temporadas, mas nunca rolou. Agora parece que finalmente chegou a hora dele dar o salto.

    Bulls e Magic precisam de mudança

    Os dois times realmente precisam de uma mexida. Chicago vem patinando há anos, mesmo com alguns talentos no elenco. Já Orlando tem uma base jovem promissora, mas precisa de alguém que saiba como desenvolver esses garotos.

    Na minha opinião, seria perfeito pro Magic. Imagina o Sweeney trabalhando com o Paolo Banchero e companhia? O cara que ajudou a moldar a defesa do Wemby certamente saberia como extrair o melhor desse grupo.

    E aí, vocês acham que ele finalmente vai conseguir a oportunidade como técnico principal? Eu tô torcendo pra que role — assistente bom merece a chance de mostrar serviço como comandante.

  • Sixers procuram substituto para Daryl Morey – e tem nomes fortes

    Sixers procuram substituto para Daryl Morey – e tem nomes fortes

    Olha, os Sixers não estão brincando em serviço na busca pelo substituto do Daryl Morey. Bob Myers, que tá comandando essa caçada, já tem uma lista recheada de candidatos — e alguns nomes me chamaram bastante atenção.

    Matt Lloyd tá no topo da lista. O cara é GM dos Timberwolves e trabalha sob o Tim Connelly. Pra vocês terem uma ideia do nível dele: foi um dos principais candidatos para a vaga dos Bulls que acabou indo pro Bryson Graham. Sinceramente, acho que seria uma contratação inteligente dos Sixers.

    Cleveland manda bem com Gansey

    Outro nome forte é o Mike Gansey, que toca as coisas em Cleveland junto com o Koby Altman. Os Cavs têm feito um trabalho excepcional nos últimos anos, e muito disso passa pela mesa do Gansey. O mercado já considera ele um dos executivos mais prontos pra assumir uma operação própria.

    Agora, o nome que mais me surpreendeu foi o de Nick U’Ren. O cara é executivo do Phoenix Mercury na WNBA, mas tem uma conexão forte com Bob Myers — trabalharam juntos por nove anos no Warriors. E convenhamos, quem passou pela máquina dos Warriors naquela era dourada algo aprendeu sobre como montar um time vencedor.

    Atlanta segura as pontas

    Tinha um nome que seria perfeito mas tá fora do páreo: Onsi Saleh. O problema? Os Hawks não vão liberar ele de jeito nenhum. Faz sentido — quando você tem um bom executivo, você segura com unhas e dentes.

    E aí, qual candidato vocês acham que seria a melhor escolha pros Sixers? Considerando que eles têm Embiid no auge e uma janela competitiva aberta, não dá pra errar nessa contratação. O time precisa de alguém que entenda que a hora é agora.

    Bob Myers comandando essa busca me dá confiança. O cara sabe o que é construir um time campeão, então imagino que ele tá olhando pros detalhes certos em cada candidato.

  • Wemby usa prêmio do SGA como combustível e destrói o Thunder

    Wemby usa prêmio do SGA como combustível e destrói o Thunder

    Cara, o que o Victor Wembanyama fez ontem foi simplesmente surreal. 41 pontos e 24 rebotes em uma vitória dupla prorrogação contra o Thunder? E o mais louco: ele mesmo confirmou que assistir o Shai Gilgeous-Alexander recebendo o troféu de MVP antes do jogo foi combustível puro.

    Imagina a cena. Você tá sentado no banco, vendo o cara que você acha que não merecia ganhar seu prêmio sendo ovacionado pela torcida da casa. O Wemby ficou lá, olhos fixos na quadra, processando tudo. E aí saiu e simplesmente destruiu.

    “Aquele troféu era dele”

    Os companheiros do francês não tiveram papas na língua. Stephon Castle foi direto: “A gente sentia que aquele troféu era dele. Tenho certeza que ele sentia a mesma coisa.”

    Olha, eu entendo perfeitamente. O Wembanyama teve uma temporada histórica — primeiro rookie a liderar a liga em tocos, médias absurdas dos dois lados da quadra. Na minha opinião, ele tinha argumentos sólidos pra brigar pelo MVP sim.

    O técnico Mitch Johnson também confirmou que a cerimônia mexeu com o gigante de 2,24m: “Cem por cento. Ver outro competidor com o troféu que você sente que merece… isso é motivacional.”

    Performance histórica alimentada pela raiva

    E que performance foi essa, minha gente! 41 pontos e 24 rebotes em playoffs é coisa de monstro. Pra vocês terem ideia, só o Tim Duncan e o Kareem Abdul-Jabbar tinham conseguido algo parecido na história dos Spurs em pós-temporada.

    O mais impressionante? O cara fez tudo isso mantendo a classe. Quando perguntaram se a cerimônia serviu de motivação, ele só disse “sim” e partiu pra outra. Nada de drama desnecessário.

    Sinceramente, acho que a NBA perdeu uma grande oportunidade de dar o MVP pra um cara que tá revolucionando o jogo. Mas se isso serviu pra despertar o monstro que vimos ontem, talvez tenha sido melhor assim.

    Agora é ver se o Wemby consegue manter esse nível. Porque se ele continuar jogando com essa sede de vingança, o Thunder pode estar com um problemão nas mãos. E vocês, acham que ele mereceu o MVP mesmo?

  • Giannis tá mesmo querendo sair do Bucks — e a coisa tá ficando séria

    Giannis tá mesmo querendo sair do Bucks — e a coisa tá ficando séria

    Olha, eu venho falando isso há meses e parece que finalmente a bomba vai explodir: Giannis Antetokounmpo quer mesmo sair de Milwaukee. E não é papo furado não — o cara tá sinalizando pra diretoria dos Bucks que é hora de seguir caminhos diferentes.

    Segundo o Shams Charania da ESPN, os Bucks já começaram a ouvir propostas pelo Greek Freak. E o mais louco? As conversas só tendem a esquentar até o dia 23 de junho.

    A situação tá insustentável

    “Giannis acredita há vários meses que é hora de ambos os lados seguirem em frente”, falou o Shams no The Pat McAfee Show. Cara, imagina a pressão que deve ser pra diretoria ouvir isso do seu astro principal.

    E eu entendo o lado do Giannis, sinceramente. Os Bucks tentaram de TUDO: trouxeram Jrue Holiday em 2020, Damian Lillard em 2023, Myles Turner no verão passado… Eles foram all-in tantas vezes que já não sabem mais o que fazer.

    É aquela parada clássica: quando você tenta tanto e não consegue, chega uma hora que você para e pensa “será que o problema não sou eu?”. Só que no caso, não é bem assim. Milwaukee fez um time de campeonato em 2021, mas de lá pra cá… sei lá, parece que faltou aquele algo a mais.

    Quem tá na corrida pelo monstro?

    A lista de interessados é de dar água na boca: Minnesota Timberwolves, Los Angeles Lakers, New York Knicks, Miami Heat, Boston Celtics, Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors. Praticamente metade da liga quer o cara — e quem não quer, né?

    Os Wolves e o Heat foram os que mais conversaram sobre uma possível troca no deadline. Miami sempre foi aquele time que mexe com jogador estrela, e Minnesota… cara, imagina o Giannis com o Anthony Edwards? Seria algo absurdo de assistir.

    O que me deixa mais curioso é: qual desses times consegue montar um pacote que convença Milwaukee? Porque trocar o Giannis não é trocar qualquer um — você tá falando de um cara que pode te dar 30 pontos, 12 rebotes e ainda defender como um demônio.

    E agora, o que rola?

    A extensão de contrato que ele pode assinar em outubro é de quatro anos por US$ 275 milhões. Dinheiro não é pouco, mas pelo jeito isso não tá pesando na decisão dele.

    Na minha visão, se o Giannis realmente quer sair, Milwaukee tem que fazer essa troca logo. Não adianta segurar um jogador insatisfeito — já vimos essa história antes na NBA e nunca termina bem.

    E vocês, acham que os Bucks conseguem convencer ele a ficar ou já era mesmo? Eu tô começando a achar que 2024-25 vai ser a primeira temporada do Greek Freak fora de Milwaukee em muito tempo.

  • Duren se complicou nos playoffs e agora não vai ganhar contrato máximo

    Duren se complicou nos playoffs e agora não vai ganhar contrato máximo

    Olha, eu sabia que os playoffs iam mostrar quem é quem de verdade, mas não esperava que o Jalen Duren ia desabar desse jeito. O garoto que brilhou na temporada regular simplesmente sumiu quando a coisa ficou séria nos Pistons.

    Da glória ao vexame em questão de semanas

    Durante a temporada regular, o cara estava monstruoso: 19.5 pontos, 10.5 rebotes e absurdos 65% de aproveitamento nos arremessos. Primeira convocação pro All-Star Game aos 22 anos. Eu tava pensando “esse moleque vai arrancar uma grana violenta do Detroit”.

    Aí chegaram os playoffs e… 10.2 pontos, 8.5 rebotes, 51% nos arremessos. Cara, que diferença brutal! O pior de tudo? Foi dominado pelos pivôs adversários nas duas séries. Primeiro levou um baile do Wendell Carter Jr., depois o Jarrett Allen fez o que quis com ele.

    O técnico J.B. Bickerstaff chegou ao ponto de tirar o Duren de quadra no quarto período inteiro e na prorrogação do Jogo 5, colocando o Paul Reed no lugar. Imagina a humilhação…

    Pistons ainda querem ficar com ele, mas…

    Apesar da decepção, Detroit não vai abrir mão do pivô. A diretoria ainda vê nele um jogador central pro futuro da franquia — afinal, tamanho, habilidade e idade (22 anos) não são coisas que você encontra em qualquer esquina.

    A diferença é que agora os Pistons não vão precisar quebrar o cofre pra mantê-lo. Antes dos playoffs, todo mundo falava em contrato máximo. Agora? Esquece. A própria liga não acredita que Duren tenha poder de barganha pra exigir valores astronômicos.

    Tecnicamente ele ainda poderia conseguir um contrato de cinco anos valendo 30% do teto salarial se fizesse o All-NBA Team, mas sejamos realistas: depois dessa performance nos playoffs, isso não vai rolar.

    Lição aprendida ou problema maior?

    A organização dos Pistons tá apostando que essa decepção nos playoffs vai servir como combustível pro Duren crescer. Eu torço pra que seja verdade, porque o potencial tá lá. Mas vocês acham que ele consegue superar esse trauma ou vai carregar isso na carreira?

    E não para por aí — Detroit também precisa decidir sobre a extensão do Ausar Thompson, que a diretoria considera outra peça fundamental. Ou seja, vai ser um verão bem movimentado em Michigan.

    Sinceramente, acho que o Duren ainda pode virar um jogador especial. Mas essa bomba nos playoffs mostrou que experiência não se improvisa. Agora é torcer pra ele usar isso como motivação e não como trauma.

  • LeBron aos 41: todo mundo quer, mas vai ficar nos Lakers mesmo

    LeBron aos 41: todo mundo quer, mas vai ficar nos Lakers mesmo

    Olha, eu não sei vocês, mas acho que essa novela do LeBron James nunca acaba, né? Cara tem 41 anos — quarenta e um! — e ainda tem a NBA inteira ligando pro empresário dele pedindo uma força. Segundo o Shams Charania, da ESPN, praticamente todo time candidato ao título já deu um toque no Rich Paul desde que a temporada acabou.

    Mas vamos ser realistas aqui. LeBron está naquela idade que eu nem consigo imaginar jogar basquete recreativo no fim de semana, e o monstro ainda tá decidindo se joga a 24ª temporada na carreira. Vinte e quatro temporadas, gente. Quando ele entrou na liga, eu ainda achava que o Kobe ia jogar pra sempre.

    Todo mundo quer, ninguém pode pagar

    A diferença é que agora não é mais como em 2010 ou 2014, quando metade da liga limpou o salary cap só pra tentar convencer o King. Hoje ninguém tem os mais de 50 milhões que ele ganhou nos Lakers ano passado. Então, na prática, ele vai ter que escolher: fica em LA ganhando um pouco menos ou aceita uma baita redução salarial pra tentar mais um anel em outro lugar.

    Sinceramente? Acho que ele fica mesmo. Los Angeles oferece aquele conforto que, convenhamos, aos 41 anos deve pesar bastante. Família estabelecida, casa na praia, e os Lakers ainda o querem por lá. Não é pouca coisa.

    O que eu acho dessa história toda

    Na minha opinião, LeBron já decidiu que vai jogar mais uma temporada — a questão é onde. E olha, se ele decidisse parar agora, ninguém ia criticar. O cara já provou tudo que tinha pra provar, quebrou recordes que pareciam impossíveis, e ainda por cima teve a experiência única de jogar com o próprio filho.

    Mas conhecendo o LeBron, ele não vai sair assim. O cara é competitivo demais pra isso. E sinceramente, ainda dá conta do recado — mesmo aos 41, continua sendo um dos melhores da liga. Absurdo, né?

    E aí, galera, vocês acham que ele fica mesmo nos Lakers ou vai tentar mais uma aventura? Eu aposto que ele nem sai da Califórnia.