Autor: Leandro Amorim

  • Wemby voltando pra casa! Spurs vão jogar na França e Inglaterra

    Wemby voltando pra casa! Spurs vão jogar na França e Inglaterra

    Gente, acabou de sair uma notícia que me deixou empolgado demais! A NBA anunciou que o Victor Wembanyama e o San Antonio Spurs vão jogar na Europa em 2027 — e olha só, uma das partidas vai ser em Paris, a cidade natal do nosso gigante francês favorito.

    Os Spurs vão enfrentar o New Orleans Pelicans em dois jogos: primeiro no dia 14 de janeiro de 2027 na Accor Arena em Paris, e depois no dia 17 em Manchester, na Inglaterra. Cara, imagina a emoção do Wemby jogando em casa, na frente da família e dos amigos que viram ele crescer!

    O fenômeno francês em casa

    Não é a primeira vez que os Spurs levam o Wembanyama pra França, não. Em janeiro de 2025, ainda na segunda temporada dele, eles já tinham jogado duas partidas em Paris contra o Indiana Pacers. Mas agora é diferente — o moleque já é DPOTY (o mais novo da história, diga-se de passagem), tá liderando os Spurs nos playoffs de 2026, e pode muito bem estar indo pra Europa como campeão da NBA. Imaginem só essa cena!

    E Manchester vai ser história também: primeira vez que a NBA vai rolar uma partida de temporada regular por lá. Os ingleses vão ter o privilégio de ver esse monstro de 2,24m fazendo suas enterradas absurdas ao vivo.

    NBA expandindo na Europa

    A liga não tá brincando com essa expansão europeia não, pessoal. Eles já tão planejando uma NBA Europe league que pode começar em outubro de 2027 — imaginem que loucura seria essa! E já tem jogos marcados pra Berlim e Paris em 2028 também.

    Sinceramente, acho que o Wembanyama é o cara perfeito pra essa estratégia da NBA. O mlk já provou que é especial: 41 pontos, 24 rebotes e 3 tocos no primeiro jogo da final do Oeste contra o Thunder. Absurdo demais! Com ele, Stephon Castle e Dylan Harper Jr., os Spurs tão montando um time que pode dominar por anos.

    Vocês acham que os Spurs chegam nas finais? Eu tô começando a acreditar cada vez mais nesse time. E ver o Wemby jogando em Paris como possível campeão seria o final perfeito pra essa história toda.

  • Knicks virando time do destino? Essa virada histórica me convenceu

    Knicks virando time do destino? Essa virada histórica me convenceu

    Cara, eu tô começando a acreditar nesse Knicks. Não é só hype não — é que cada jogo que passa, eles parecem mais e mais um desses times marcados pelo destino, sabe?

    A virada histórica contra o Cavaliers no Jogo 1 das finais da conferência foi só mais um capítulo dessa história maluca que eles tão escrevendo. 22 pontos de desvantagem faltando 7 minutos? Qualquer um desistiria. Mas não esse time.

    E olha, eu lembro bem do que aconteceu ano passado contra o Pacers. A mesma situação, só que invertida — os Knicks tinham 14 pontos na frente faltando 3 minutos e conseguiram entregar de bandeja. Aquela cesta absurda do Haliburton na prorrogação ainda me dá pesadelo.

    Quando tudo mudou de figura

    A virada dessa temporada começou no Jogo 4 da primeira rodada contra o Atlanta. O Karl-Anthony Towns passou o ano todo reclamando do papel dele no time, mas de repente tudo se encaixou. Mike Brown começou a usar ele como um pivô armador, distribuindo bola lá de trás do arco, e o ataque simplesmente decolou.

    Sete vitórias seguidas por uma diferença combinada de 185 pontos. Isso é coisa de San Antonio Spurs de 2014, monstro. Towns jogando a melhor defesa da carreira, o time todo entrosado — parecia que eles tavam jogando um esporte diferente dos adversários.

    Sinceramente? Eu não esperava que eles conseguissem manter esse nível depois de nove dias parados. Mas mesmo saindo atrás no placar, nunca tiraram o pé do acelerador.

    A lição que custou caro

    Sabe por que eles não desistiram? Porque já passaram pela dor de entregar um jogo desses. Aquela derrota pro Pacers ano passado não foi só uma derrota — foi o fim de uma era. Custou o emprego do Thibodeau, que construiu a cultura mas não soube se adaptar na hora H.

    A mudança que ele se recusou a fazer foi exatamente o que salvou o time dessa vez. Josh Hart tinha oferecido pra sair do quinteto inicial no ano passado, mas Thibs não aceitou mesmo com todos os dados mostrando que deveria. Resultado? Perderam jogos por causa dos minutos que os titulares ficaram no banco.

    Agora, com essa nova mentalidade, eles parecem ter achado a fórmula perfeita. Towns distribuindo, defesa travada, todo mundo sabendo seu papel — é assim que nasce um time campeão.

    Falta muito ainda? Claro, sete vitórias é muita coisa, especialmente com um favorito pesado vindo do Oeste. Mas vocês tão sentindo essa energia também? Porque eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano dos Knicks mesmo.

  • Brunson vira monstro e arranca vitória épica dos Knicks sobre os Cavs

    Brunson vira monstro e arranca vitória épica dos Knicks sobre os Cavs

    Cara, eu ainda não acredito no que aconteceu no Madison Square Garden. Os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último período contra os Cavaliers e eu já tinha mentalmente desligado a TV. Final das Conferências do Leste? Parecia mais um treino do time juvenil.

    Aí o Jalen Brunson resolveu que não ia aceitar essa humilhação em casa.

    O show de horror do Brunson

    Nos últimos 12 minutos e 39 segundos (incluindo a prorrogação), o cara simplesmente destruiu tudo que apareceu pela frente. Marcou 17 dos seus 38 pontos totais e liderou uma virada de 44-11 que deixou os Cavs sem entender o que aconteceu. Final: Knicks 115 x 104 Cavaliers.

    Olha, eu vi muita coisa absurda na NBA, mas essa foi uma das maiores viradas da história dos playoffs. Times que estão perdendo por 22+ no quarto período têm um histórico de 594-1 desde 1997. Agora é 594-2, porque os Cavs entraram pra galeria dos vexames.

    E o pior? Brunson fez isso cozinhando o James Harden na defesa. Literalmente. O cara virou churrasco do armador dos Knicks.

    Harden virou tapete vermelho

    Sinceramente, deu até dó de ver. Brunson identificou que o Harden estava na defesa e simplesmente pediu pick-and-roll atrás de pick-and-roll pra atacar o cara. Foram 21 screens só no último período e prorrogação, resultando em nove isolações com média de 1.9 pontos por jogada.

    Isso é estatística de quem tá pegando doce de criança, gente.

    Enquanto Brunson acertou 8 dos últimos 10 arremessos, Harden e Donovan Mitchell juntos erraram 9 dos últimos 10. É brincadeira isso? O Mikal Bridges ainda ajudou com duas bolas de três decisivas, e o Landry Shamet empatou o jogo faltando 45 segundos com um arremesso que bateu em tudo que é parte do aro antes de cair.

    Kenny Atkinson dormiu no ponto?

    Olha, eu entendo que o James Harden tinha sido um dos melhores defensores dos Cavs nesses playoffs. Mas cara, quando tá claro que um jogador virou saco de pancada, você não tira ele de quadra?

    Kenny Atkinson disse depois do jogo: “Ele tem sido um dos nossos melhores defensores nesses playoffs. Eu confio nele. Inteligente. Boas mãos. Não pensei nisso.”

    Não pensei nisso? O cara estava sendo atacado em TODA jogada dos Knicks! (E vocês acham que o Atkinson vai conseguir ajustar isso pro Jogo 2?)

    Essa vitória vale mais que 1-0 na série. É o tipo de resultado que quebra psicológico de time. Os Cavs estavam com tudo controlado e viram 22 pontos de vantagem virarem pó em questão de minutos.

    Agora é esperar pra ver se os Knicks conseguem manter esse momentum ou se foi só uma noitada mágica do Brunson. Mas uma coisa eu garanto: ninguém vai esquecer dessa virada tão cedo.

  • RJ Luis no LSU? NCAA vai dar trabalho pra esse garoto

    RJ Luis no LSU? NCAA vai dar trabalho pra esse garoto

    Olha, a saga do RJ Luis tá longe de terminar. O ala de 1,98m que rodou por aí nos últimos tempos acabou de se comprometer com LSU para a próxima temporada, mas sinceramente? Eu acho que a briga com a NCAA vai ser épica.

    O cara teve uma jornada meio maluca no basquete universitário. Começou em Massachusetts, depois transferiu pra St. John’s onde ficou duas temporadas. Até aí, beleza. O problema começou quando ele resolveu se declarar pro Draft da NBA de 2025.

    A volta que não deveria existir

    RJ não foi draftado — o que já é um baque pra qualquer jogador. Mas aí que a coisa complicou de vez. O Utah Jazz ofereceu um contrato two-way pra ele, e cara… ele assinou. Na cabeça de qualquer um, faz sentido, né? Oportunidade na NBA apareceu, você pega.

    Só que depois foi aquela confusão toda. Jazz trocou ele pro Boston Celtics, que cortou, depois re-contratou num Exhibit 10. O garoto jogou três jogos de pré-temporada pelos Celtics, foi cortado de novo, se machucou e nem chegou a jogar no G League pelo Maine Celtics.

    E agora? Agora ele quer voltar pro college. LSU topou receber ele, mas a NCAA… ah, a NCAA é complicada.

    NCAA não perdoa contrato profissional

    A regra é clara: assinou contrato na NBA? Tchau, college. A NCAA já bateu o martelo nessa várias vezes, inclusive numa briga judicial com Charles Bediako e Alabama que virou precedente.

    Na minha opinião, RJ Luis vai ter que partir pro “all-in” legal se quiser mesmo jogar por LSU. Porque tecnicamente, o cara foi profissional. Mesmo que tenha durado pouco, mesmo que não tenha dado certo — ele assinou aqueles papéis.

    Vocês acham que ele tem chance de reverter isso? Ou LSU tá perdendo tempo correndo atrás de um jogador que nunca vai poder vestir a camisa deles? Porque olha, eu entendo o interesse do time — o cara tem talento e experiência — mas essa briga com a NCAA pode ser longa e cara.

    Vai ser interessante acompanhar esse desenrolar todo. RJ Luis meio que virou símbolo de como é complicado navegar entre college e NBA nos dias de hoje. Uma decisão errada e você pode ficar no limbo do basquete.

  • Saída de Riccardi dos Mavs marca nova era com Masai Ujiri

    Saída de Riccardi dos Mavs marca nova era com Masai Ujiri

    Olha, os Dallas Mavericks estão mesmo fazendo uma faxina geral. Matt Riccardi acabou de deixar o front office da franquia, e isso é só mais um capítulo dessa reformulação comandada por Masai Ujiri.

    Riccardi vinha dividindo o cargo de gerente-geral com Michael Finley depois que mandaram o Nico Harrison embora. E cara, uma das últimas pegadas dele foi aquela troca polêmica do Anthony Davis para o Washington Wizards no deadline. Sinceramente? Eu ainda não sei se foi genial ou loucura.

    A revolução de Ujiri em Dallas

    Desde que Masai Ujiri chegou em Dallas, a coisa mudou de figura completamente. O cara que transformou o Toronto Raptors em campeão não veio pra brincar. Primeiro foi o Harrison, agora o Riccardi… e vocês viram que na terça também demitiram o Jason Kidd do comando técnico?

    É uma reformulação total mesmo. Riccardi tinha chegado do Brooklyn Nets em 2022, então nem deu tempo de criar raízes direito. Mas é assim mesmo no mundo da NBA – quando muda a direção, muda tudo.

    E o Finley? Qual o futuro dele?

    A grande pergunta que fica no ar é: o que vai acontecer com o Michael Finley? O ex-jogador ainda não teve o futuro definido na organização. Na minha visão, seria estranho demais manter só ele ali sozinho depois de toda essa mudança.

    Finley tem história com a franquia como jogador, mas executivo é outra parada. E com Ujiri assumindo o controle, imagino que ele vai querer montar a própria equipe do zero.

    O que vocês acham dessa reformulação toda? Ujiri vai conseguir transformar Dallas numa potência como fez com Toronto? Porque uma coisa é certa: eles não estão brincando em serviço não. É mudança real mesmo.

  • Magic quase contratou Jason Kidd em 2021, mas foi de Mosley

    Magic quase contratou Jason Kidd em 2021, mas foi de Mosley

    Olha só que revelação interessante: o Orlando Magic teve interesse SÉRIO em contratar Jason Kidd como técnico em 2021. A informação veio direto do Marc Stein, que sempre tem uns furos quentes.

    Mas não deu certo. O Magic acabou indo com Jamahl Mosley — que, por sinal, acabou de ser demitido e contratado pelo Pelicans numa dessas reviravoltas malucas da NBA.

    E agora? Kidd tá livre no mercado

    Plot twist: Jason Kidd e os Mavs se separaram essa semana. Então o cara que o Magic queria três anos atrás tá livre no mercado de novo. Coincidência? Não acredito muito nisso…

    Na minha visão, foi uma decisão complicada na época. Kidd já tinha experiência como técnico (mesmo com resultados mistos), enquanto Mosley era um assistente promissor. O Magic apostou no futuro, mas o resultado… bem, sabemos como foi.

    Quem vem por aí?

    Agora o Magic tá de olho em alguns nomes interessantes para substituir o Mosley: Billy Donovan (que conhece bem college e NBA), Jeff Van Gundy (veterano respeitadíssimo) e Sean Sweeney (assistente do Mavs que tá chamando atenção).

    Sinceramente? Acho que o Magic precisa de alguém que consiga extrair o máximo do Paolo Banchero e do Franz Wagner. Esses caras têm potencial absurdo, mas precisam de direcionamento tático.

    E aí, vocês acham que o Magic deveria dar uma segunda chance pro Jason Kidd agora? Ou é melhor apostar em sangue novo mesmo?

  • Pistons querem renovar com Duren e Harris após temporadão

    Pistons querem renovar com Duren e Harris após temporadão

    Cara, que temporada foi essa dos Pistons, hein? 60 vitórias — SESSENTA! — e chegaram no segundo round dos playoffs. Tá, perderam em 7 jogos pro Cleveland, mas convenhamos: ninguém esperava isso de Detroit há alguns anos atrás.

    E agora o GM Trajan Langdon já deixou claro que quer manter a banda junta. O foco principal? Jalen Duren e Tobias Harris. Dois caras que foram fundamentais nessa ressurreição dos Pistons.

    Duren vale ouro — literalmente

    O moleque Duren, que tem só 22 anos, simplesmente explodiu nesta temporada. Primeiro All-Star da carreira, quase 20 pontos e mais de 10 rebotes por jogo na temporada regular. Monstro absoluto no garrafão.

    Claro que nos playoffs a coisa apertou um pouco — 10.2 pontos e 8.5 rebotes por jogo. Normal, né? As defesas se ajustam, ficam mais físicas, e o garoto ainda tá aprendendo a lidar com essa pressão toda. Mas olha, Langdon foi certeiro: “JD teve uma temporada fantástica. Ele foi um dos maiores responsáveis por sermos cabeças de chave número 1.”

    E o cara pode ganhar uma grana ABSURDA. Se entrar no All-NBA — e tudo indica que vai —, ele fica elegível para um contrato máximo de 30% do salary cap. Estamos falando de mais de 200 milhões de dólares. É muito dinheiro, mas sinceramente? Acho que vale cada centavo.

    Harris: o veterano confiável

    Agora, Tobias Harris é outra história. Aos 34 anos, o cara mostrou que ainda tem muito basquete pra oferecer. Mais de 18 pontos por jogo nos playoffs, sendo aquela opção segura de pontuação que todo time precisa.

    Harris tá livre no mercado agora, pode assinar com qualquer time. Mas Langdon foi direto: “Esperamos que possamos trazê-lo de volta. Ele é alguém que queremos manter no uniforme dos Pistons.”

    E faz todo sentido, né? Num time que é conhecido pela defesa — e que defesa! —, ter um cara experiente que sabe pontuar quando a coisa aperta é fundamental. Harris foi perfeito como complemento ao Cade Cunningham.

    O que vocês acham? Detroit deveria gastar pesado nesses dois ou tentar economizar e buscar outras opções no mercado? Na minha opinião, depois de uma temporada dessas, você mantém o núcleo e tenta melhorar nas bordas. Às vezes a química vale mais que tudo.

  • Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Gente, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam mortos e enterrados — 22 pontos atrás no último quarto contra o Cleveland — e simplesmente ressuscitaram pra vencer por 115-104 na prorrogação. Foi uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs.

    O Jalen Brunson foi simplesmente monstruoso. 38 pontos no total, sendo que nos momentos mais tensos ele tomou as rédeas do time e liderou uma sequência absurda de 18-1 no quarto período. Cara empatou o jogo faltando 19 segundos. Dezenove segundos! E depois na prorrogação? Os Knicks abriram com 9-0. Cleveland nem viu a cor da bola.

    A mentalidade que fez a diferença

    Depois do jogo, Brunson falou uma coisa que me marcou: “Continue lutando. Continue roendo aos poucos. Não vamos recuperar tudo em uma posse só.” Essa mentalidade é exatamente o que separa os grandes dos medianos. E olha, eu sempre desconfiei um pouco do Brunson quando ele saiu de Dallas, mas o cara tá me provando que tem sangue de líder.

    O time todo contribuiu — Mikal Bridges com 18, Josh Hart, KAT e OG Anunoby com 13 cada. Mas foi a defesa que mudou o jogo. Como o próprio Towns disse depois: “Nossa defesa sempre foi especial nesses playoffs e foi ela que apareceu no quarto período e na prorrogação.”

    Cleveland sentiu o peso da pressão

    Do lado dos Cavaliers, dá até pena. Donovan Mitchell fez 29 pontos, jogou bem, mas não conseguiu segurar a onda. E o James Harden? Rapaz, 15 pontos com seis turnovers. Mais erros que cestas convertidas! Em jogo de playoffs das finais de conferência, isso não pode acontecer mesmo.

    Mitchell resumiu bem o sentimento: “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu.” Sinceramente, acho que o Cleveland vai sentir essa no jogo 2. Quando você tem 99.9% de chance de vitória (foi isso mesmo que mostraram as estatísticas) e perde assim, o baque psicológico é pesado.

    Vocês sabiam que essa foi a segunda maior virada de playoffs dos últimos 30 anos? Só perdeu pro Clippers que virou de 24 pontos contra o Memphis em 2012. Coisa de maluco mesmo.

    Agora é quinta-feira, jogo 2, e os Knicks são favoritos por 6.5 pontos. Com odds de -425, eles têm 81% de chance de chegar na primeira final desde 1999. E aí, acham que Cleveland consegue reagir ou os Knicks vão confirmar que essa virada não foi sorte?

  • Wemby volta pra casa! Spurs e Pelicans vão jogar na Europa

    Wemby volta pra casa! Spurs e Pelicans vão jogar na Europa

    Galera, preparem os passaportes porque a NBA tá levando o show pra Europa de novo! Os Spurs e os Pelicans vão se enfrentar duas vezes do outro lado do Atlântico na próxima temporada, e uma dessas partidas vai ser especial demais.

    O primeiro jogo rola em Paris no dia 14 de janeiro de 2027. E adivinhem só? Vai ser praticamente um jogo em casa pro nosso gigante francês Victor Wembanyama. O cara já jogou pela NBA em Paris em 2025, então imagina a emoção de voltar lá representando os Spurs. Deve ter francês maluco pra ver o Wemby jogando no quintal dele de novo.

    Manchester também vai receber a NBA

    Três dias depois, no dia 17 de janeiro, a festa continua em Manchester, na Inglaterra. Essa vai ser histórica porque será o primeiro jogo oficial da temporada regular que a NBA vai fazer na cidade. Eles já tinham levado um jogo de pré-temporada pra lá antes, mas agora é pra valer.

    Sinceramente, acho genial essa estratégia da NBA de espalhar o basquete pelo mundo. Paris já vai ser o sexto jogo oficial que acontece na cidade – a liga realmente encontrou um mercado receptivo por lá. E faz todo sentido, né? Com o Wemby sendo francês e tudo mais.

    Europa cada vez mais no mapa da NBA

    Na temporada passada, Memphis Grizzlies e Orlando Magic já tinham feito essa turnê europeia, jogando em Berlim e Londres. Agora é a vez dos Spurs e Pelicans levarem um pouco da magia da NBA pra lá.

    E aí, vocês acham que essa exposição internacional tá funcionando pra crescer a base de fãs da liga? Porque eu tô vendo cada vez mais europeus viciados em NBA, e esses jogos ao vivo devem ser uma experiência absurda pra quem nunca foi nos EUA.

    Uma coisa é certa: Wembanyama jogando em Paris deve ser uma das coisas mais especiais que vamos ver na próxima temporada. O cara já é um fenômeno global, imagina a recepção que ele vai ter na terra natal. Vai ser emocionante demais!

  • Koa Peat despenca no draft após combine desastroso

    Koa Peat despenca no draft após combine desastroso

    Cara, que reviravolta louca na situação do Koa Peat. O cara que era praticamente garantido na primeira rodada do Draft da NBA agora tá vendo seu sonho desmoronar depois de uma performance absolutamente catastrófica no combine da semana passada.

    Olha só esses números: 6 de 25 nos arremessos de três pontos. Seis de vinte e cinco! Isso é 24% de aproveitamento, mano. Pra um cara que quer jogar na NBA, é simplesmente inadmissível. No drill de spot-up shooting foi a mesma coisa — mais 6 de 25. Pelo menos nos arremessos saindo do drible ele foi um pouco melhor: 15 de 30. Mas mesmo assim, longe do que você espera de um possível primeira rodada.

    O problema não são só os números

    E o pior de tudo? Segundo os analistas que estavam lá, não foi só a porcentagem que assustou — foi a forma como ele arremessou. Isaac Trotter, da 247Sports, foi direto: “Não são os resultados, é como pareceu. Foi um movimento que simplesmente parecia estranho, desconfortável, esquisito.”

    Aparentemente o Peat tentou mexer na mecânica do arremesso pra ter mais arco na bola. Cara, que timing horrível pra fazer isso! Você não muda seu arremesso na véspera do combine mais importante da sua vida. É como mudar o pênalti no meio da Copa do Mundo.

    A queda livre nos mock drafts

    E agora a conta chegou. Os mock drafts pós-combine tão sendo cruéis com o garoto:

    A NBC Sports tirou ele completamente da primeira rodada. O Yahoo Sports fez a mesma coisa. Já a ESPN ainda tem uma pontinha de esperança — colocou ele na 27ª posição pro Boston Celtics.

    Jeremy Woo, da ESPN, foi bem realista na análise: “Peat foi um tópico quente no combine, já que os times expressaram preocupação com o que parecia ser uma mecânica de arremesso completamente refeita enquanto ele lutava nos drills de tiro.”

    Na minha visão, o Celtics até faria sentido pra ele. Eles têm um histórico muito bom de desenvolver jogadores internamente, e com 2,01m de altura, o Peat poderia ser uma boa opção como pivô pequeno no futuro.

    E agora? Volta pra faculdade ou arrisca?

    A pergunta que não quer calar: o que vocês fariam no lugar dele? Ficar no draft e torcer pra alguém apostar no potencial, ou voltar pro Arizona pra mais um ano de faculdade?

    O prazo tá apertado — dia 27 de maio às 23h59 é o deadline pra desistir do draft e manter a elegibilidade universitária. Sinceramente, se eu fosse ele, voltava. Um ano a mais pra arrumar esse arremesso pode valer a diferença entre ser escolhido na primeira rodada ou nem ser draftado.

    Porque olha, no basquete moderno você precisa saber arremessar. Não tem jeito. Por mais que ele tenha um físico interessante e agilidade boa (testou bem nos drills de agilidade), se não conseguir acertar chutes abertos, vai ser muito difícil se estabelecer na liga.

    O Arizona deve tá torcendo pra ele voltar, né? Um jogador com esse potencial por mais um ano seria ótimo pro programa. E pra ele, seria a chance de chegar no próximo draft bem mais preparado e confiante.