Autor: Leandro Amorim

  • Knicks fazem o impossível: virada histórica no MSG deixa torcida em êxtase

    Knicks fazem o impossível: virada histórica no MSG deixa torcida em êxtase

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Madison Square Garden na terça-feira. Os Knicks fizeram uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA — e olha que eu já vi muita coisa absurda nessa liga.

    Imagina só a cena: 22 pontos atrás no último quarto. VINTE E DOIS. A ESPN Analytics mostrou que a probabilidade de vitória dos Knicks chegou a míseros 0,1%. Pra vocês terem noção, desde a temporada 1997-98, times que estavam nessa situação tinham um cartel de 1-594. Uma vitória em quase 600 tentativas!

    O MSG virou uma panela de pressão

    O texto original compara o Garden com a prisão de San Quentin, e não tô mentindo — deve ter sido exatamente essa a sensação pros Cavaliers. A torcida nova-iorquina é conhecida por ser implacável, mas ontem eles se superaram. Aquela atmosfera… monstro demais.

    Os Cavs simplesmente derreteram. E olha que eles tinham tudo pra fechar o jogo tranquilo. Mas é aquilo que a gente sempre fala: playoffs são diferentes, e no MSG então? Esquece. A pressão come solta.

    Knicks provam que ainda sabem jogar bola

    Sinceramente, eu não esperava isso dos Knicks nessa temporada. Depois de anos apanhando, ver eles fazendo uma virada histórica dessas… cara, até arrepia. O time mostrou personalidade, mostrou que tem peito pra grandes momentos.

    E os Cavs? Poxa, que mancada. Primeira vez deles nas finais de conferência no Leste e eles entregam dessa forma? Dá uma tristeza. Mas é isso aí — basquete é cruel às vezes.

    Vocês conseguem imaginar como deve ter sido pra torcida que estava lá? Eu ficaria rouco de tanto gritar. Momentos assim que fazem a gente lembrar porque amamos esse esporte maluco.

    Agora é torcer pra que os Knicks mantenham esse nível. Porque virada histórica é bonita, mas campeonato que vale mesmo, né não?

  • LeBron vai gravar podcast ao vivo em NYC — e pode falar sobre futuro

    LeBron vai gravar podcast ao vivo em NYC — e pode falar sobre futuro

    Olha, se você tá esperando pistas sobre o futuro do LeBron James, pode ser que role algo interessante em julho. O Rei vai gravar um episódio ao vivo do podcast “Mind the Game” com Tyrese Haliburton no dia 16 de julho, durante o Fanatics Fest NYC no Javits Center.

    E o timing é perfeito — ou proposital. A gravação acontece umas duas semanas e meia depois do início da free agency da NBA. Coincidência? Eu duvido muito.

    O mistério continua

    LeBron ainda não falou nada sobre se vai voltar pra mais uma temporada (seria a 24ª da carreira dele, absurdo). Ele acabou de terminar a oitava temporada com o Lakers e pode tanto ficar por lá quanto assinar com qualquer outro time como agente livre.

    “Ninguém aqui sabe o que o futuro reserva”, disse o cara depois da eliminação pros Thunder nos playoffs. “Ninguém tem ideia. Eu também não. Vou dar um tempo pra recalibrar e analisar a temporada, ver o que é melhor pro meu futuro. Quando eu chegar nessa decisão, todo mundo vai saber.”

    Sinceramente? Eu acho que ele já sabe o que vai fazer, mas tá segurando a informação pra criar esse climão todo. É o LeBron, né — mestre em fazer suspense.

    Haliburton no meio da conversa

    Agora, escolher o Tyrese Haliburton pra essa gravação é interessante. O armador do Pacers tá se consolidando como uma das grandes estrelas jovens da liga, então pode rolar uma troca de ideias bem legal entre gerações.

    E vocês acham que o LeBron vai soltar alguma bomba durante a gravação? Ou vai continuar nessa de “vamos ver o que acontece”?

    O episódio vai ser lançado no YouTube e Prime Video no dia 21 de julho. O Fanatics Fest vai rolar até 19 de julho — bem no dia da final da Copa do Mundo FIFA que vai ser em New Jersey. Vai ser uma semana movimentada pra caramba em Nova York.

    Uma coisa é certa: se tem LeBron James gravando podcast ao vivo sobre basquete, eu vou tá assistindo. E vocês?

  • 6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    6 vagas de técnico na NBA em 2026: qual é a pior e qual é a melhor?

    A bomba já caiu: Jason Kidd foi demitido pelos Mavericks com 4 anos e 40 milhões de dólares ainda no contrato. Absurdo, né? Mas é assim que a NBA funciona — você tem Cooper Flagg carregando o time nas costas e mesmo assim rola demissão.

    Agora temos 6 vagas de técnico nesta offseason, e cara, algumas são uma beleza… outras são praticamente um tiro no pé. Vamos ranking essas oportunidades da pior pra melhor, porque eu tô curioso pra saber onde vocês acham que iriam se fossem técnicos.

    6º lugar: Milwaukee Bucks – A bagunça do Giannis

    Olha, ter o Giannis deveria ser sinônimo de sucesso, mas a situação em Milwaukee tá um caos total. 32 vitórias em 82 jogos? Isso é quase inadmissível com um dos 5 melhores jogadores do mundo no seu elenco.

    O problema é que eles estão “abertos a negócios” envolvendo o Greek Freak. Se ele sair — e tudo indica que vai — sobra o quê? Myles Turner ganhando 83 milhões pelos próximos anos e Damian Lillard recebendo 90 milhões pra NÃO jogar até 2030. É surreal.

    Taylor Jenkins foi contratado pra navegar nessa tempestade, mas sinceramente? Boa sorte pra ele, porque sem picks próprios até 2031, vai ser uma reconstrução longa e dolorosa.

    5º lugar: New Orleans Pelicans – Pequeno mercado, grandes problemas

    Os Pelicans contrataram Jamahl Mosley, que saiu meio queimado de Orlando. Cara, eu até entendo a lógica — eles têm peças interessantes como Zion (se ficar saudável), Trey Murphy III e Herb Jones. Mas é Nova Orleans, né?

    Mercado pequeno, dono sem visão clara, e Joe Dumars trocando picks que viraram top 8 no draft. 26 vitórias na temporada passada fala por si só. Mosley vai ter que fazer milagre, e olha que em Orlando ele já mostrou limitações no ataque.

    A pergunta que não quer calar: será que Zion aguenta uma temporada inteira? Porque se não aguentar, prepare-se pra mais um ano de sofrimento na Big Easy.

    4º lugar: Portland Trail Blazers – Veteranos e jovens numa mistura estranha

    Portland fez 42 vitórias e chegou aos playoffs como 8º colocado, o que já é um avanço. O problema é que eles têm uma salada de frutas no elenco: Jrue Holiday ganhando quase 35 milhões, Scoot Henderson ainda tentando provar seu valor, e Shaedon Sharpe com potencial mas inconsistente.

    A boa notícia? Eles têm picks de primeira rodada até 2032, o que dá flexibilidade. A má? Damian Lillard ainda tá na folha ganhando 13 milhões, mesmo não jogando mais lá. É uma situação estranha, mas pelo menos tem futuro.

    Na minha visão, quem pegar esse job vai ter que decidir: apostar nos veteranos pra brigar por playoffs ou focar no desenvolvimento dos jovens. Não dá pra fazer os dois ao mesmo tempo.

    E aí, pessoal — qual dessas vagas vocês pegariam? E mais importante: quem vocês acham que vai parar no topo dessa lista?

  • Bulls procuram técnico: Stackhouse na disputa com dois assistentes

    Bulls procuram técnico: Stackhouse na disputa com dois assistentes

    Jerry Stackhouse na berlinda! O ex-astro da NBA, que hoje é assistente técnico no Golden State Warriors, virou candidato oficial para comandar o Chicago Bulls. E cara, isso faz total sentido — o cara tem experiência e conhece o jogo como poucos.

    Mas não é só o Stackhouse na briga. Lamar Skeeter, que tá no Charlotte Hornets, e Ryan Schmidt, dos Atlanta Hawks, também estão na lista. Três perfis bem diferentes, mas todos com experiência como assistentes em times da liga.

    Stackhouse pode ser a escolha certa

    Olha, eu sempre curti o Stackhouse como jogador — lembra dele nos Pistons? O cara sabia pontuar. Como técnico, passou pela Vanderbilt na NCAA e não foi lá essas coisas, mas trabalhar no Warriors te ensina muito sobre basquete moderno. Steve Kerr deve ter passado umas manhas ali.

    O interessante é que essa é a primeira busca por técnico do Bryson Graham, que assumiu o comando do front office dos Bulls. Billy Donovan decidiu se mandar no final da temporada, e agora o Bulls precisa achar alguém que consiga mexer com o Zach LaVine e companhia.

    E vocês, qual acham que seria a melhor escolha?

    Sinceramente, acho que qualquer um dos três seria uma aposta. Skeeter tem trabalhado com jovens talentos em Charlotte — vocês viram como o Miller e o Mark Williams evoluíram? Já o Schmidt vem de Atlanta, que sempre teve um basquete bem organizado.

    Mas meu feeling diz Stackhouse. O cara tem nome, respeito dos jogadores e experiência suficiente para não passar vergonha. Além disso, os Bulls precisam de alguém que entenda de ataque — e se tem uma coisa que o Jerry sempre soube fazer foi botar a bola no aro.

    Agora é esperar o Graham fazer a escolha. Bulls Nation, quem vocês querem vendo comandando esse time na próxima temporada?

  • Brunson destruiu Harden na virada épica dos Knicks

    Brunson destruiu Harden na virada épica dos Knicks

    Cara, eu ainda não acredito no que vi no Jogo 1 dos playoffs. Os Knicks estavam perdendo por 22 pontos no último quarto e conseguiram virar pra cima do Cleveland. Mas o mais impressionante não foi só a virada — foi como eles literalmente caçaram o James Harden na defesa.

    Jalen Brunson simplesmente resolveu humilhar o Barbudo. E quando digo humilhar, é porque os números são absurdos mesmo. No quarto período, os Knicks forçaram nove isolações contra o Harden e conseguiram uma média obscena de 1.9 pontos por jogada. Mano, isso é coisa de videogame!

    A estratégia foi simples: atacar o Harden

    O técnico Mike Brown nem tentou esconder depois do jogo: “Não era segredo nenhum que estávamos atacando o Harden”. E funcionou perfeitamente. Essas nove isolações renderam uns 17 pontos pros Knicks, enquanto Cleveland viu a vantagem de 22 pontos derreter como picolé no verão.

    Mas aí que vem o mais louco: quando os Knicks estavam perdendo por 93 a 71, faltando uns 7 minutos e meio, o Brunson simplesmente pegou fogo. O cara fez uma corrida de 11 pontos SOZINHO, com o Harden como defensor primário em todas as cestas. Todas mesmo.

    Kenny Atkinson segurou os timeouts… até demais

    Olha, eu entendo que técnico gosta de guardar timeout, mas o Kenny Atkinson exagerou na dose. O cara ficou lá vendo o Brunson fazer festa e só chamou pedido de tempo quando faltavam 3:30, com os Knicks já a apenas cinco pontos de distância.

    “Eu gosto de segurar meus timeouts”, disse Atkinson depois. Cara, segurou tanto que quase perdeu o jogo! E quando perguntaram se ele pensou em tirar o Harden das jogadas defensivas, a resposta foi um “não” seco. “Ele tem sido um dos nossos melhores defensores nesses playoffs”.

    Sinceramente? Depois dessa performance, talvez seja hora de repensar essa estratégia. Os números não mentem: nos picks com Harden como cortineiro no quarto período e prorrogação, os Knicks conseguiram 1.6 pontos por ação. Isso deu uns 33 pontos no total!

    Prorrogação foi massacre

    Se no tempo normal já estava feio pro Cleveland, na prorrogação virou chacina. Os Knicks golearam por 14 a 3 nos cinco minutos extras. Quatorze a três! E adivinha quem continuou sendo o alvo preferencial? Exato.

    O resultado final foi 115 a 104 para os Knicks, numa das viradas mais épicas que eu já vi nos playoffs. E o mais impressionante é que não foi sorte — foi estratégia pura. Os caras identificaram que o Harden estava vulnerável na defesa e martelaram em cima até conseguir a vitória.

    Agora fica a pergunta: será que o Cleveland vai ajustar para o Jogo 2? Porque se continuar com essa mesma postura defensiva, pode ser que os Knicks roubem a vantagem de jogar em casa logo de cara. E vocês, acham que o Atkinson vai mexer no esquema ou vai insistir no Harden?

  • Combine da NBA 2026: quem subiu e quem despencou no Draft

    Combine da NBA 2026: quem subiu e quem despencou no Draft

    Cara, acabou o Combine da NBA e já dá pra sentir o cheiro de mudança no ar. Alguns caras se transformaram em monstros durante essa semana em Chicago, enquanto outros… bem, vamos dizer que criaram mais dúvidas do que respostas. E olha que ainda tem até 27 de maio pra galera decidir se fica no Draft ou volta pra faculdade.

    Vou ser sincero: sempre fico hypado com essa época. É quando descobrimos quem realmente tem o que é preciso pra NBA e quem tava só se iludindo. Vamos aos fatos!

    Os que bombaram no Combine

    Cameron Carr (Baylor) – Mano, esse garoto simplesmente destruiu Chicago. Estava fora da loteria antes do Combine, mas agora? Pode entrar no top 14 fácil. 1,95m com envergadura de 2,16m e um salto vertical de 42.5 polegadas. Isso é coisa de cartoon!

    Mas o mais absurdo foi no scrimmage: 30 pontos, 6 bolas de três e 7 rebotes. TRINTA PONTOS num scrimmage de Draft. Eu tô começando a acreditar nesse moleque. Se cair numa situação boa, pode ser uma pechincha no fantasy.

    Aday Mara (Michigan) – 2,21m descalço com envergadura de 2,28m. O alcance de pé dele (2,98m) é o SEGUNDO MAIOR da história do Combine. Segundo maior, pessoal! Óbvio que é lerdo nos testes de velocidade, mas surpreendeu na agilidade.

    Pra mim, esse cara é um Zach Edey ou Donovan Clingan da vida. Vai tocar bloco e pegar rebote que é uma beleza. E ainda tem uns flashes de passe estilo Marc Gasol. Mesmo sem jogar o scrimmage, já tá sendo cotado pro top 10.

    As surpresas que ninguém esperava

    Morez Johnson Jr. (Michigan) – Salto de 39 polegadas, segundo melhor tempo na agilidade E ainda acertou 17 de 25 bolas de três no treino de arremesso. Dezessete de vinte e cinco! Sendo que na temporada ele só acertava 34% com volume baixíssimo.

    Sinceramente, não esperava isso dele. O Yahoo Sports já tem ele mockado pro OKC na 17ª posição, o que seria perfeito pro fantasy. Thunder sabe desenvolver talento como ninguém.

    Tarris Reed Jr. (UConn) – Segundo mais pesado entre os pivôs, mas terminou em segundo lugar no teste de agilidade. Pés rápidos + 2,08m + envergadura de 2,24m = receita pra switchear na defesa.

    Jogou bem nos dois scrimmages: 9 pontos e 5 rebotes num dia, 17 pontos, 5 rebotes e 2 tocos no outro. Pode ser chamado no final da primeira rodada e virar um sleeper interessante pro dynasty.

    E vocês, acham que algum desses caras vai surpreender na NBA? Eu tô de olho especialmente no Carr – acho que pode ser o steal do Draft se cair no time certo.

  • Os Sixers tão desesperados: a busca por um novo presidente tá virando novela

    Os Sixers tão desesperados: a busca por um novo presidente tá virando novela

    Olha, vou ser sincero com vocês: a situação dos Sixers tá meio dramática depois da saída do Daryl Morey. Bob Myers, que agora comanda as operações temporariamente, tem até o Draft (23 de junho) pra encontrar um novo presidente de operações de basquete. E cara, os nomes que tão rodando são bem interessantes.

    O favorito da casa: Vince Rozman

    Esse nome me chamou muito atenção. Rozman passou 16 anos nos Sixers — imagina o tanto que esse cara conhece a organização de dentro pra fora. Trabalhou com o Sam Hinkie desde 2013, subiu na hierarquia, e em 2022 foi pro Thunder trabalhar com o Sam Presti (que é praticamente o mago dos front offices da NBA).

    O mais louco? Ele agora supervisiona a avaliação de draft do OKC, que todo mundo sabe que é referência nesse quesito. Sinceramente, faz todo sentido os Sixers quererem ele de volta. É como contratar alguém que conhece sua casa mas aprendeu truques novos na casa do vizinho mais esperto.

    Elton Brand: o interno que não desiste

    Agora, o Elton Brand é um caso interessante. O cara jogou pelos Sixers, virou GM em 2018, trouxe o Doc Rivers… e quando o Morey chegou, em vez de fazer birra, virou o braço direito dele por todo o tempo.

    Isso mostra caráter, não acham? Ano passado ele quase foi pros Hawks, mas desistiu. Pode ser que ele esteja esperando essa oportunidade nos Sixers mesmo. Seria meio poético: de jogador a presidente na mesma franquia.

    O Neil Olshey, que era consultor dos Sixers, já saiu fora da corrida segundo o Marc Stein. Cara tem currículo (ajudou a montar o Lob City dos Clippers, draftou o Damian Lillard), mas aquela história de ambiente de trabalho hostil em Portland deve pesar.

    Os candidatos externos

    Travis Schlenk é outro nome pesado. Passou 13 anos com o Warriors como assistente do Myers — inclusive foi ele que descobriu o Draymond Green na segunda rodada de 2012. Que achado absurdo, né?

    Depois virou GM/presidente dos Hawks e levou eles até a final da conferência leste em 2021. Agora tá no Wizards, mas convenhamos: quem não sairia de Washington pra assumir os Sixers?

    A real é que os Sixers precisam de alguém que entenda de draft E saiba lidar com pressão. Com o Joel Embiid entrando nos 30 e o Tyrese Maxey explodindo, a janela tá aberta, mas não vai ficar aberta pra sempre.

    E aí, quem vocês acham que seria a melhor escolha? Eu tô na torcida pro Rozman — conhece a casa e aprendeu com os melhores. Mas confesso que seria legal ver o Brand coroando sua jornada nos Sixers.

    Uma coisa é certa: quem vier vai herdar uma responsabilidade gigante. Philadelphia merece um título, e a torcida não vai ter paciência com mais uma década perdida.

  • Connelly promete mudanças radicais nos Timberwolves: ‘Vamos ser agressivos’

    Connelly promete mudanças radicais nos Timberwolves: ‘Vamos ser agressivos’

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando a NBA é que ficar parado é retrocesso. E o Tim Connelly, presidente de operações dos Timberwolves, acabou de deixar isso bem claro na coletiva pós-temporada: Minnesota vai mexer no time, e muito.

    “Se errarmos, vamos errar alto. Vamos tentar ser o mais agressivos possível”, disse Connelly. Cara, essa frase resume tudo o que eu quero ouvir de um dirigente depois de três eliminações seguidas nos playoffs.

    A dura realidade dos Wolves

    Vamos aos fatos: três anos seguidos caindo nos playoffs, sendo que nas últimas três eliminações levaram surras de mais de 20 pontos no jogo decisivo. Ano passado foi o Oklahoma City Thunder que passou por cima com 30 pontos de diferença. Agora foi o San Antonio Spurs com o mesmo placar humilhante.

    E o mais doloroso? Ver Thunder e Spurs brigando pela final de conferência enquanto Minnesota fica assistindo de casa. Dois times jovens, com superestrelas e mentalidade vencedora – exatamente o que os Wolves querem ser.

    Connelly foi direto: “Seria desonesto sentar na frente de vocês e dizer que estamos felizes com o sexto seed, felizes por não ter vantagem de quadra nos playoffs”. Na minha visão, essa honestidade é o primeiro passo pra mudança real.

    Os problemas são evidentes

    A lesão do Donte DiVincenzo no tendão de Aquiles complica tudo. O cara era uma das principais armas de três pontos do time, e agora fica fora por tempo indefinido no último ano de contrato. “Precisamos encontrar mais arremesso na ausência dele”, admitiu Connelly.

    E tem o Julius Randle. Meu Deus, que sequência terrível nos playoffs! Nos cinco jogos finais foi um desastre, especialmente contra o Spurs onde teve um rating combinado de minus-93. Minus-93! Isso é quase inadmissível pra um jogador dessa categoria.

    Connelly desconversou quando perguntaram se Randle ainda faz parte dos planos, mas a resposta diplomática já diz tudo: “Não ganhamos ou perdemos por causa de um jogador”.

    E agora, o que esperar?

    Com apenas a 28ª escolha do draft em mãos, os Wolves vão ter que abrir mão de peças importantes pra conseguir um upgrade real no elenco. E sinceramente? Eu acho que tá na hora mesmo.

    Anthony Edwards é monstro, Jaden McDaniels tem potencial defensivo absurdo, mas ao redor deles precisa ter mais consistência. Especialmente na hora H dos playoffs, quando a pressão aperta e os detalhes fazem a diferença.

    Vocês acham que Minnesota consegue dar o salto de qualidade necessário pra brigar de igual com Thunder e Spurs? Porque do jeito que tá, vai ser mais um ano assistindo os outros brigarem pelo título.

  • Sean Sweeney é o favorito para substituir Jason Kidd no Dallas

    Sean Sweeney é o favorito para substituir Jason Kidd no Dallas

    Bomba nos Mavericks! Jason Kidd foi mandado embora e agora todo mundo quer saber quem vai comandar o time na próxima temporada. E olha, parece que o Sean Sweeney, assistente técnico dos Spurs, tá na pole position pra assumir o cargo.

    Cara, que reviravolta, né? Kidd tinha contrato até 2028 com mais de 40 milhões garantidos, mas isso não salvou ele do machado. O novo presidente Masai Ujiri não perdoou a temporada desastrosa de 26-56, uma queda livre depois daquela campanha histórica até as Finais em 2024.

    Sweeney conhece a casa

    O Sweeney não é qualquer um não. Esse cara de 41 anos já trabalhou em Dallas mesmo, foi assistente do próprio Kidd de 2021 a 2025. Agora tá nos Spurs como assistente principal e – pasmem – ajudou a transformar o Wembanyama no Defensor do Ano.

    Sinceramente? Faz todo sentido. O cara conhece a organização, tem credibilidade defensiva (que Dallas precisa desesperadamente) e já provou que sabe trabalhar com jovens talentos. E convenhamos, com o Cooper Flagg chegando como Novato do Ano e o Kyrie Irving voltando de lesão, o time tem potencial pra voltar aos playoffs.

    Só tem um problema: o Bulls também quer ele, e o cargo deles tá aberto há semanas. Será que Dallas não demorou demais pra mexer?

    A concorrência esquenta

    Billy Donovan também tá na briga, mas pelo que eu vejo, ele tá mais inclinado pro Orlando. O cara saiu de Chicago justamente por não querer mais reconstrução, e Dallas ainda tá nesse processo meio doloroso.

    Jon Scheyer da Duke aparece nas listas também, mas convenhamos – ele tá muito bem onde tá. Coach K nunca saiu da faculdade pros profissionais, e Scheyer parece seguir a mesma linha.

    O que vocês acham? Sweeney tem o perfil certo pra fazer Dallas voltar a brigar lá em cima? Eu acho que sim. Experiência defensiva + conhecimento da casa + timing perfeito com esses jovens talentos chegando. Pode dar muito certo.

    Uma coisa é certa: depois da troca desastrosa do Doncic pro Lakers em 2025 (que custou o cargo do GM também), Dallas precisa acertar nessa escolha. A torcida não aguenta mais decepção.

  • O discurso épico do Brunson que virou o jogo pros Knicks

    O discurso épico do Brunson que virou o jogo pros Knicks

    Cara, vocês viram aquele vídeo do Jalen Brunson no timeout dos Knicks? O cara simplesmente assumiu a liderança total quando o time estava levando uma surra de 9 pontos no terceiro quarto. E olha, não foi só mais um papo motivacional não — foi o discurso que mudou tudo.

    Na real, quando eu vi aquela cena, pensei: “Esse maluco tem sangue de capitão mesmo”. Ali estava o Brunson, pegando o microfone (literalmente falando), mandando os companheiros jogarem mais rápido e focarem na defesa. Mas a parte mais massa da história é o que ele disse depois.

    “Mesmo se a gente perder, não para de lutar”

    Segundo quem estava perto o suficiente pra ouvir (e que contou pros caras da SNY), o Brunson basicamente falou: “Pessoal, a gente pode até perder esse jogo, mas não para de brigar. Porque essa atitude a gente leva pro Jogo 2”.

    Mano, que mentalidade é essa? O cara já pensando no futuro mesmo estando numa situação complicada. É por isso que ele usa a braçadeira de capitão — não é à toa.

    E óbvio que no primeiro momento não deu em nada. Os Knicks chegaram a estar perdendo por 22 pontos faltando menos de 8 minutos no último quarto. Eu já estava pensando “era isso aí, acabou”.

    A virada mais insana da temporada

    Aí que vem a parte absurda da história: os caras fizeram uma sequência de 44-11. Quarenta e quatro a onze! Isso nem em videogame é normal, bicho.

    O Madison Square Garden virou um inferno, a galera enlouqueceu, e o jogo foi pra prorrogação. Na sobra, os Knicks ainda meteram 14-3 nos Cavaliers e fecharam uma das maiores viradas da história dos playoffs da franquia.

    Mike Brown, que presenciou tudo de perto, confirmou que o discurso do Brunson foi crucial: “Tinha algumas coisas que ele estava sentindo, e ele fez questão de que todo mundo soubesse. Nossos caras responderam a ele”.

    E aí, vocês acham que esse tipo de liderança faz diferença mesmo? Porque pra mim, é isso que separa um bom jogador de um verdadeiro líder. O Brunson pode não ser o maior físicamente, mas mentalmente o cara é um monstro.

    Sinceramente, esse tipo de postura me lembra muito aqueles capitães antigos da NBA. O cara não só joga bem — ele faz todo mundo ao redor jogar melhor também. Isso aí é ouro puro em playoffs.