Olha, eu não esperava essa. O Milwaukee Bucks cortou Cam Thomas ontem, literalmente horas antes do jogo contra o Clippers. E sinceramente? A explicação do Doc Rivers deixou mais dúvidas do que respostas.
“Foi uma decisão difícil”, disse o técnico na coletiva. Difícil, né Doc? O cara estava fazendo 10.7 pontos por jogo desde que chegou, arremessando 43% dos chutes. Não é um monstro, mas também não é um desastre total.
O timing foi bizarro
Vamos aos fatos: em fevereiro, quando os Bucks estavam desesperados por jogadores (lembram do surto de lesões?), eles correram atrás do Thomas depois que o Brooklyn dispensou ele. Assinaram contrato para o resto da temporada, ele jogou 18 partidas… e agora tchau?
A explicação do Rivers foi estranha: “Ficamos sem corpos e às vezes você tem que tomar decisões difíceis sobre caras”. Cara, que papo é esse? Se você estava sem corpos, por que cortar mais um?
E teve essa parte também: “Há coisas que não precisamos discutir. Isso não é da conta de ninguém”. Eita. Quando técnico fala assim, é porque tem coisa por trás.
Thomas não é nenhum craque, mas…
Vamos ser honestos aqui — Cam Thomas nunca foi aquele jogador que vai resolver a vida de um time. No Brooklyn, ele fazia seus 22.9 pontos por jogo (o que é bom, viu), mas sempre teve essa fama de ser meio individualista.
Nos Bucks, ele chegou mais comportado: 10.7 pontos, 1.9 assistências. Números de coadjuvante, que era exatamente o que Milwaukee precisava. O arremesso de três não estava encaixando muito (27.5%), mas cara, 18 jogos é muito pouco para julgar qualquer coisa.
Rivers ainda falou que “pode ser alguém que vamos reconsiderar no futuro”. Traduzindo: se a coisa apertar de novo, a gente liga.
Vocês acham que teve algo além do basquete nessa dispensa? Porque esse timing, essa explicação vaga… tá com cara de que rolou algum problema nos bastidores. E olha que o Milwaukee não está em posição de dispensar jogador à toa — eles ainda estão lutando pelos playoffs.

Deixe um comentário