Cara, que momento pesado ontem à noite. Ver Curry, Steve Kerr e Draymond Green se abraçando depois da eliminação pros Suns… deu um aperto no peito de qualquer fã dos Warriors que nem eu.
Esses três caras estão juntos desde 2014, quando o Kerr chegou pra comandar o time. Quatro títulos em oito anos, mano. Quatro. Uma dinastia que a gente teve o privilégio de acompanhar e que agora tá… bom, tá complicada mesmo.
A realidade bateu forte
Desde o título de 2022, os Warriors não são mais os mesmos. Perderam na segunda rodada em 2023, e agora pelo segundo ano consecutivo não conseguem nem passar do play-in. É difícil de engolir, principalmente pra quem viveu aqueles anos dourados.
Ontem contra o Phoenix foi frustrante de assistir. O Curry tentou — sempre tenta —, mas 4 de 16 nos arremessos não dá. Dezessete pontos numa partida decisiva? Pro padrão dele, isso é quase um crime. O Podziemski foi o cestinha com 23 pontos, mas sinceramente, quando seu melhor jogador não é o Curry, algo tá errado.
E agora, o que vem pela frente?
Olha, eu vou ser sincero: acho que chegou a hora de decisões difíceis em Golden State. Esse núcleo histórico deu o que tinha que dar, mas tá na hora de pensar no futuro. Curry com 38 anos ainda joga muito — isso ninguém discute — mas será que o time ao redor dele consegue competir de verdade?
O Draymond continua sendo o coração defensivo do time, mas ofensivamente… cinco pontos numa eliminatória? Complicado. E o Kerr, que já foi o técnico mais inovador da liga, talvez precise repensar algumas coisas também.
A temporada regular foi um desastre: 37-45. Décimo lugar no Oeste. Pro padrão Warriors, isso é inadmissível. E vocês acham que vale a pena tentar mais um ano com essa formação ou é hora de uma reformulação geral?
Porque uma coisa eu garanto: ver aquele abraço no final da partida me fez lembrar de tudo que esses caras conquistaram juntos. Mas também me fez pensar se não foi um abraço de despedida de uma era que talvez tenha chegado ao fim.

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