Gente, acabou de rolar algo histórico na WNBA. Jackie Young, das Las Vegas Aces, acabou de assinar o primeiro contrato de US$ 1 milhão da história da liga feminina de basquete americano. Isso mesmo — 1,19 milhão de dólares por uma temporada.
Olha, eu sabia que esse momento ia chegar uma hora ou outra, mas ver acontecer é surreal. A WNBA tá crescendo absurdamente nos últimos anos e finalmente as jogadoras tão começando a receber o que merecem.
Por que ela vale cada centavo
A Jackie não é brincadeira não. Quatro vezes All-Star, foi eleita a jogadora que mais evoluiu em 2022, e já levou duas medalhas de ouro olímpicas — uma no 3×3 em Tóquio e outra no 5×5 em Paris. Ah, e ainda ganhou o título universitário em Notre Dame em 2018.
Na temporada passada ela fez uma média de 16,5 pontos, 5,1 assistências e 4,5 rebotes por jogo. Números sólidos pra uma armadora de 1,83m que joga dos dois lados da quadra.
E o mais interessante? Ela nem conversou com outros times. Zero reuniões. Quis ficar mesmo nas Aces, onde começou a carreira em 2019 como primeira escolha do draft.
O trio que vale ouro continua junto
Com a renovação da Jackie, o trio monstruoso das Aces tá preservado. Ela, A’ja Wilson (quatro vezes MVP) e Chelsea Gray (seis vezes All-Star) seguem juntas. Esse núcleo já conquistou três títulos em quatro anos, incluindo o de 2025.
Sinceramente, acho que essa continuidade é fundamental. Química entre jogadoras desse nível não se constrói do dia pra noite, e as Aces sabem disso.
Vocês acham que outros times vão conseguir quebrar essa hegemonia? Porque com esse trio renovado, vai ser osso duro de roer mesmo.
O mais legal de tudo isso é que o contrato da Jackie marca uma nova era pra WNBA. Depois do novo acordo coletivo, a liga finalmente tá conseguindo pagar melhor suas estrelas. Era sobre tempo, né?
Agora é ver se outras jogadoras vão conseguir romper essa barreira do milhão também. Aposto que a própria A’ja Wilson deve ser a próxima.

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