Finalmente! Os Houston Rockets converteram o contrato two-way do JD Davison para um contrato padrão da NBA, e sinceramente, já era mais que hora. O cara foi MVP da G-League na temporada passada e estava ali, na nossa frente, esperando uma oportunidade real.
O timing não podia ser mais perfeito. Com os playoffs batendo na porta, Houston precisava garantir que Davison estaria disponível — porque, pasmem, ele já tinha batido o limite de 50 jogos permitidos para contratos two-way. Imaginem a dor de cabeça se perdessem um jogador assim por uma questão burocrática?
A situação complicada dos armadores
Olha, vou ser sincero: a situação do Houston na posição de armador tem sido um pesadelo desde que o Fred VanVleet rompeu o ligamento do joelho. Aaron Holiday e Reed Sheppard estavam ali fazendo o que podiam, mas tecnicamente não eram armadores puros, né?
E aí que entra o Davison. Durante a pré-temporada, o moleque simplesmente destruiu — 47,1% nas bolas de três! Pra um time que sofre pra arremessar de longe, isso é ouro puro. Média de 10,5 pontos também, mostrando que tem jogo ofensivo.
Os números da temporada regular
Agora, vamos com calma. Os números da temporada regular não são de tirar o fôlego: 2,2 pontos, 1 assistência por jogo. Mas cara, o moleque mal jogou! Quando você projeta por 36 minutos, a coisa muda de figura: 11,3 pontos, 5,2 assistências e 4,5 rebotes.
O arremesso de três caiu pra 28,6% — bem longe daqueles 47% da pré-temporada. Mas olha, é normal. Pressão da temporada regular, menos minutos, ritmo diferente. O importante é que o potencial está ali.
O contrato é de dois anos com opção de equipe no segundo ano. Inteligente da parte dos Rockets — testam o garoto nos playoffs, veem como ele se desenvolve, e se não rolar, não ficam presos.
Vocês acham que o Ime Udoka vai dar minutos pro Davison nos playoffs? Eu acho que deveria. Com o VanVleet fora, toda ajuda é bem-vinda, especialmente alguém que pode esticar a defesa com o arremesso de três.

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