Tag: 76ers vs Knicks

  • Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Brunson brilha em virada histórica dos Knicks contra os Cavs

    Gente, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite no Madison Square Garden. Os Knicks estavam mortos e enterrados — 22 pontos atrás no último quarto contra o Cleveland — e simplesmente ressuscitaram pra vencer por 115-104 na prorrogação. Foi uma das maiores viradas que eu já vi nos playoffs.

    O Jalen Brunson foi simplesmente monstruoso. 38 pontos no total, sendo que nos momentos mais tensos ele tomou as rédeas do time e liderou uma sequência absurda de 18-1 no quarto período. Cara empatou o jogo faltando 19 segundos. Dezenove segundos! E depois na prorrogação? Os Knicks abriram com 9-0. Cleveland nem viu a cor da bola.

    A mentalidade que fez a diferença

    Depois do jogo, Brunson falou uma coisa que me marcou: “Continue lutando. Continue roendo aos poucos. Não vamos recuperar tudo em uma posse só.” Essa mentalidade é exatamente o que separa os grandes dos medianos. E olha, eu sempre desconfiei um pouco do Brunson quando ele saiu de Dallas, mas o cara tá me provando que tem sangue de líder.

    O time todo contribuiu — Mikal Bridges com 18, Josh Hart, KAT e OG Anunoby com 13 cada. Mas foi a defesa que mudou o jogo. Como o próprio Towns disse depois: “Nossa defesa sempre foi especial nesses playoffs e foi ela que apareceu no quarto período e na prorrogação.”

    Cleveland sentiu o peso da pressão

    Do lado dos Cavaliers, dá até pena. Donovan Mitchell fez 29 pontos, jogou bem, mas não conseguiu segurar a onda. E o James Harden? Rapaz, 15 pontos com seis turnovers. Mais erros que cestas convertidas! Em jogo de playoffs das finais de conferência, isso não pode acontecer mesmo.

    Mitchell resumiu bem o sentimento: “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu.” Sinceramente, acho que o Cleveland vai sentir essa no jogo 2. Quando você tem 99.9% de chance de vitória (foi isso mesmo que mostraram as estatísticas) e perde assim, o baque psicológico é pesado.

    Vocês sabiam que essa foi a segunda maior virada de playoffs dos últimos 30 anos? Só perdeu pro Clippers que virou de 24 pontos contra o Memphis em 2012. Coisa de maluco mesmo.

    Agora é quinta-feira, jogo 2, e os Knicks são favoritos por 6.5 pontos. Com odds de -425, eles têm 81% de chance de chegar na primeira final desde 1999. E aí, acham que Cleveland consegue reagir ou os Knicks vão confirmar que essa virada não foi sorte?

  • Mitchell Robinson tem só um trabalho nas finais do Leste: ‘ser um monstro’

    Mitchell Robinson tem só um trabalho nas finais do Leste: ‘ser um monstro’

    Olha, eu confesso que estava esperando muito por essa final do Leste entre Knicks e Cavaliers. E quando a Chiney Ogwumike falou na ESPN que o Mitchell Robinson tem “só um trabalho” contra os Cavs, eu ri alto aqui em casa. Porque ela mandou a real: o cara tem que “ser um monstro nos rebotes”.

    E mano, faz todo sentido. Se você lembra da série de 2023 entre esses times, o Robinson simplesmente destroçou Cleveland no garrafão. No jogo 5 que fechou a série (vitória por 106-95), o cara pegou 18 rebotes. Dezoito! Além de 2 roubos e 3 tocos em 36 minutos. Foi um massacre completo.

    A matemática é simples demais

    A estratégia dos Knicks é bem óbvia quando você para pra pensar. Do lado de Cleveland, você tem Jarrett Allen e Evan Mobley formando uma dupla de torres que, no papel, deveria dominar o garrafão. Mas aí que tá o problema — o Mitchell Robinson é justamente o tipo de jogador que vive pra incomodar essa galera.

    Só nesta temporada, em dois jogos contra os Cavs, Robinson pegou 29 rebotes em apenas 36 minutos totais. Dezesseis desses rebotes foram ofensivos. Cara, isso é coisa de maluco. É como se ele tivesse um ímã na mão pra bola quicada.

    E o mais interessante é que, três anos depois, a narrativa continua a mesma. O Allen até evoluiu bastante — nasceu até esse apelido de “Game 7 Jarrett Allen” por causa das atuações recentes dele. Mas eu lembro que em 2023 ele mesmo admitiu que “as luzes ficaram muito brilhantes” pra ele. Será que os Knicks ainda têm essa vantagem psicológica?

    O confronto que vai decidir tudo

    Na minha opinião, essa batalha no garrafão vai ser o fator decisivo da série inteira. Porque olha só: os Knicks mudaram muito desde 2023. Trouxeram OG Anunoby, Mikal Bridges, Karl-Anthony Towns… Já os Cavs trocaram Darius Garland pelo James Harden pra completar o trio com Mitchell e Mobley.

    Mas sabe o que não mudou? Mitchell Robinson continua sendo aquele cara irritante que pega rebote em bola que nem deveria existir. E contra um time que depende tanto do Allen e Mobley pra controlar o garrafão, isso pode ser o diferencial que ninguém tá calculando direito.

    Sinceramente, eu acho que a Chiney acertou em cheio. Robinson tem mesmo só um trabalho: ser um monstro nos rebotes. Se ele conseguir repetir o que fez em 2023, os Knicks largam com uma baita vantagem nessa final. E vocês, acham que ele consegue incomodar a dupla de Cleveland de novo?

  • Mike Brown vs Kenny Atkinson: ex-colegas do Warriors vão se enfrentar

    Mike Brown vs Kenny Atkinson: ex-colegas do Warriors vão se enfrentar

    Cara, que loucura que vai ser esse confronto! Mike Brown (Knicks) e Kenny Atkinson (Cavaliers) vão se enfrentar na final da Conferência Leste, mas há apenas quatro anos eles estavam no mesmo lado da quadra, conquistando um anel juntos no Golden State Warriors.

    É surreal quando você para pra pensar. Em 2022, os dois eram assistentes técnicos do Steve Kerr e comemoraram o título dos Warriors. Agora? Estão nos bancos opostos brigando por uma vaga na final da NBA.

    Do banco do Warriors para técnicos do ano

    Desde que saíram de Golden State, os dois simplesmente decolaram. Brown foi pro Sacramento Kings e transformou um time que não via playoffs há 18 anos numa máquina — foi eleito Técnico do Ano em 2023. Atkinson pegou o Cleveland e levou os Caras para 64 vitórias na temporada passada, também ganhando o prêmio de melhor técnico.

    Mas olha só que reviravolta cruel: Cleveland era o primeiro colocado da conferência ano passado e tomou uma surra do Indiana Pacers na segunda rodada. Imagina a frustração! Um time de 64 vitórias eliminado antes de chegar na final de conferência.

    “Nós nos conhecemos bem do tempo juntos em Golden State”, disse Brown após o treino de segunda. “Ele é uma pessoa incrível e obviamente um técnico muito bom.”

    Cleveland aprendeu com a pancada

    Essa temporada foi meio conturbada pros Cavs, não vou mentir. Começaram 17-16 — uma ressaca daquela eliminação humilhante do ano passado era bem visível. Mas, cara, eles se recuperaram e chegaram na final de conferência pela primeira vez em oito anos!

    O que me impressiona é como os dois times chegaram aqui pegando jogos de sete partidas. Cleveland levou tanto o Boston quanto o Miami pro limite máximo e conseguiu virar os jogos quando tudo parecia perdido. Isso mostra o tanto que esse grupo amadureceu.

    “Kenny fez um trabalho fenomenal”, elogiou Brown. “Ele tem esses caras jogando em alto nível. Ver eles levarem ambas as séries pro jogo 7 e encontrarem força pra vencer mostra o quanto esse time tem experiência nos playoffs.”

    Sinceramente, eu não esperava que Cleveland chegasse até aqui depois daquele início ruim de temporada. Mas Atkinson — que é de Long Island e já foi assistente nos próprios Knicks — conseguiu fazer a magia acontecer.

    E aí, pessoal? Acham que esse conhecimento mútuo vai influenciar a série, ou cada técnico evoluiu tanto que não faz diferença? Uma coisa eu garanto: vai ser um jogaço ver esses dois cara a cara.

  • Knicks querem apagar trauma dos Pacers na nova final do Leste

    Knicks querem apagar trauma dos Pacers na nova final do Leste

    Cara, eu ainda lembro como se fosse ontem. Game 1 da final do Leste do ano passado, Knicks com 17 pontos de vantagem no último quarto contra os Pacers e… bom, vocês sabem como terminou essa história. Uma das maiores zebras que eu já vi na vida.

    Agora os Knicks estão de volta à final da Conferência Leste, dessa vez contra os Cavaliers, e aquele trauma de 2025 voltou à tona. E olha, sinceramente? Ainda bem que voltou. Porque esse time precisa lembrar da dor pra não repetir os mesmos erros.

    O pesadelo que mudou tudo

    Vamos relembrar rapidinho o que aconteceu: 17 pontos de vantagem no quarto período, os Pacers fizeram 23 pontos nos últimos 3:14 do tempo regulamentar, aquela bomba do Tyrese Haliburton pra empatar no finalzinho e depois mais um colapso na prorrogação. Monstro, foi de partir o coração.

    O Jalen Brunson foi direto ao ponto na coletiva: “A experiência sempre ensina muitas lições. Obviamente sabemos o que temos que fazer. Fechar jogos e fechar quartos vai ser muito importante pra gente.”

    E é verdade. Aquele Game 1 definiu toda a série. Os Knicks entraram como favoritos e saíram com a confiança destroçada. Levaram até o Game 3 pra se recuperar, mas já estavam 2-0 pra baixo.

    O problema voltou neste ano

    O mais bizarro é que eles quase repetiram a mesma coisa contra os Hawks na primeira rodada. Liderando por 18 no Game 1, deixaram Atlanta fazer 11 pontos seguidos. No Game 2? Perderam uma vantagem de 12 pontos no último quarto.

    Josh Hart falou uma coisa que eu acho que resume tudo: “Nos playoffs você nunca pode relaxar, especialmente no estilo que a NBA é jogada hoje. Você vê vantagens de 10, 15, 20 pontos desaparecerem em quatro, cinco minutos.”

    É exatamente isso. O jogo mudou, cara. Qualquer time pode fazer 15 pontos em três minutos se pegar fogo do perímetro. E os Knicks aprenderam isso da pior forma possível.

    Desde aquele susto contra os Hawks, eles mudaram completamente. Tem sido uma máquina de destruição, não dando moleza pra ninguém até o adversário levantar a bandeira branca.

    Hora da redenção

    Mais uma vez os Knicks chegam como favoritos à final do Leste. E mais uma vez eles têm tudo pra não dar bobeira — principalmente depois de tudo que passaram.

    Brunson foi honesto: “Aconteceu de novo este ano contra Atlanta. Tiramos o pé do acelerador. É algo que precisamos continuar melhorando e acho que temos melhorado, mas não podemos ficar satisfeitos.”

    Essa mentalidade é tudo. Porque uma coisa eu aprendi acompanhando NBA: trauma pode tanto destruir quanto fortalecer um time. No caso dos Knicks, parece que escolheram o segundo caminho.

    Vocês acham que eles conseguem exorcizar de vez o fantasma dos Pacers? Porque eu tô com uma boa sensação sobre esse time. Eles aprenderam na dor que na NBA, 17 pontos de vantagem não significam absolutamente nada se você relaxar por dois minutos.

  • Knicks favoritos como nunca: odds históricos para chegar à final da NBA

    Knicks favoritos como nunca: odds históricos para chegar à final da NBA

    Cara, eu tô tremendo de expectativa aqui. Os Knicks estão nas finais da Conferência Leste pela segunda vez consecutiva e as casas de apostas estão praticamente entregando a vaga para eles. Favoritos com -270 de odds — isso significa 73% de probabilidade implícita de classificação.

    Pra vocês terem uma ideia do quanto isso é absurdo: desde 1988 que o time de Nova York não era favorito assim numa final de conferência. 1988, gente! Eu nem tinha nascido quando isso aconteceu pela última vez.

    Vantagem de descanso que é de outro planeta

    E olha, não é só o elenco monstro que eles têm. Os Cavaliers vêm de um jogo 7 durissimo contra o Detroit no domingo, e agora vão ter que entrar em quadra em menos de 48 horas. Enquanto isso, os Knicks tão descansadinhos desde 10 de maio — quando meteram 144 pontos no Philadelphia e fecharam a série em 4 jogos.

    Sério, que vantagem injusta é essa? Cleveland mal teve tempo de respirar e já tem que enfrentar o Madison Square Garden pegando fogo na terça.

    Sequência histórica dos Knicks

    A situação fica ainda mais impressionante quando você para pra analisar a fase do time. Sete vitórias consecutivas nos playoffs, com uma margem média de 26 pontos por jogo. Vinte e seis pontos! Isso depois de estar perdendo por 2-1 para o Atlanta na primeira rodada.

    Na minha visão, esse time encontrou algo especial depois daquele susto inicial. E agora tá jogando um basquete que eu, sinceramente, não lembro de ver há anos em Nova York. A confiança tá lá em cima, o ataque tá fluindo e a defesa… meu Deus, a defesa tá sufocante.

    Para o primeiro jogo, os Knicks são favoritos por 7.5 pontos em casa. Vocês acham que Cleveland consegue pelo menos manter o jogo competitivo? Porque eu tô achando que vai ser mais uma goleada histórica no Garden.

    Olha, eu não quero zicar, mas se os Knicks chegarem mesmo na final da NBA (a primeira desde 1999), vai ser uma das histórias mais incríveis desta década. Nova York merece, a torcida merece, e esse time parece que tá destinado a fazer história.

  • Thunder vs Spurs e Knicks vs Cavs: que Final seria mais épica?

    Thunder vs Spurs e Knicks vs Cavs: que Final seria mais épica?

    Olha só que loucura chegou até nós! As finais de conferência de 2026 estão definidas e, cara, os matchups estão de tirar o fôlego. No Oeste, temos o confronto que todo mundo estava esperando há anos: Thunder (1º) contra Spurs (2º). No Leste, Knicks (3º) enfrentam os Cavaliers (4º).

    Eu sinceramente acho que essa final do Oeste pode ser a verdadeira decisão do título. Dois times absurdamente completos, com elencos profundos e qualidade técnica de outro mundo.

    Os quatro cenários possíveis pra Final

    Vamos ranquear as quatro combinações possíveis, da menos emocionante para a mais épica:

    4º lugar: Thunder vs Cavaliers

    Seria legal de assistir, mas meio previsível demais. O Thunder com Shai Gilgeous-Alexander, Chet Holmgren, Jalen Williams, Alex Caruso e companhia seria favorito demais contra Cleveland. Por mais que Donovan Mitchell e James Harden (sim, o Harden ainda tá por aí!) possam fazer mágica, conseguir consistência suficiente pra derrubar OKC em quatro jogos? Complicado.

    3º lugar: Spurs vs Cavaliers

    Cenário parecido. Victor Wembanyama, De’Aaron Fox, e esse elenco dos Spurs seria pedreira demais pro Cleveland. É verdade que os Cavs ganharam os dois confrontos da temporada regular, mas um foi sem o Wemby em quadra. E convenhamos, os times mudaram muito desde dezembro.

    Os dois matchups dos sonhos

    2º lugar: Thunder vs Knicks

    Agora a coisa fica interessante! Jalen Brunson, Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges contra a máquina do Thunder. Na minha visão, isso seria uma guerra épica entre dois estilos diferentes. A série provavelmente se resumiria ao duelo Shai vs Brunson — e sendo honesto, o cara que ganhou dois MVPs seguidos (Shai) deveria levar a melhor.

    1º lugar: Spurs vs Knicks

    Meu Deus, que Final seria essa! Duas das franquias mais tradicionais da liga tentando quebrar jejuns históricos. Os Spurs não ganham desde 2014, mas os Knicks… cara, desde 1973! É de doer o coração.

    Imaginem só: Wembanyama aos 22 anos, na terceira temporada, tentando fazer história contra um time de Nova York desesperado pra voltar ao topo. Brunson e companhia teriam a chance de entrar pros livros de história, mas teriam que passar por cima de um dos jogadores mais dominantes que já vi.

    E aí, qual vocês preferem?

    Sinceramente, qualquer uma dessas Finais seria absurda de assistir. O Thunder parece imparável, mas nunca duvidem da magia dos playoffs. Cleveland mostrou personalidade ao eliminar Detroit no jogo 7, e os Knicks… bom, Nova York nos playoffs é sempre perigoso.

    O que vocês acham? Preferem ver novos campeões ou torcem pra algum desses gigantes quebrar o jejum? Uma coisa é certa: 2026 promete ser inesquecível!

  • Finais de 2026: qual seria o confronto mais insano?

    Finais de 2026: qual seria o confronto mais insano?

    Cara, que playoffs malucos estão rolando em 2026! Chegamos nas finais de conferência e, sinceramente, qualquer combinação pra final vai ser absurda. No Oeste temos Thunder vs Spurs — que duelo de monstros — e no Leste, Knicks contra Cavaliers numa briga que ninguém esperava.

    Olha, eu tô aqui imaginando os quatro cenários possíveis pra final da NBA e, não vou mentir, qualquer um deles me deixa maluco de empolgação. Mas vamos ranquear do “menos insano” pro “vai quebrar a internet”:

    Thunder vs Cavaliers — o menos provável de emocionar

    Por mais único que seja, essa final seria meio previsível demais pro meu gosto. O Thunder com Shai Gilgeous-Alexander (que tá voando), Chet Holmgren dominando o garrafão, Jalen Williams fazendo de tudo… é time demais pra Cleveland. Mitchell e Harden até podem fazer mágica de vez em quando, mas sustentar isso por quatro vitórias contra Oklahoma City? Complicado.

    Mobley e Allen são bons, mas não sei se conseguem segurar essa máquina do Thunder. E vocês, acham que Cleveland teria chance?

    Spurs vs Cavaliers — Victor vs o mundo

    Wembanyama mudou o jogo completamente. Aos 22 anos, o cara tá reescrevendo o que significa ser dominante. Com De’Aaron Fox, Stephon Castle e Dylan Harper dando suporte, San Antonio tá assustador.

    Cleveland até ganhou dos Spurs duas vezes na temporada regular, mas uma foi sem o Wemby. Times diferentes agora. Se San Antonio conseguir eliminar Oklahoma City — o que por si só seria épico — a momentum deve ser suficiente pra passar pelo Cavaliers. A menos que Mobley resolva virar o Dennis Rodman da vida e pare o francês…

    Thunder vs Knicks — o duelo dos MVPs

    Agora a coisa fica interessante! Na minha opinião, os Knicks são superiores no Leste e devem passar fácil pelos Cavaliers. Jalen Brunson tá jogando como um veterano de 10 anos de playoffs, KAT finalmente encontrou seu lugar, e esse quinteto com Mikal Bridges, Josh Hart e OG Anunoby é equilibrado pra caramba.

    Seria basicamente Gilgeous-Alexander contra Brunson — dois caras que sabem decidir jogo. O bi-campeão de MVP (SGA) deveria levar a melhor, dando o bicampeonato consecutivo pro Thunder. Mas Brunson em Nova York é diferente, véi.

    Spurs vs Knicks — a final dos sonhos

    Cara, ESSA seria a final perfeita! Duas das franquias mais tradicionais da NBA, ambas querendo quebrar jejuns longos. San Antonio não ganha desde 2014, mas Nova York… 1973, gente. CINQUENTA E TRÊS ANOS!

    Imagina o Wembanyama, com apenas 22 anos e na terceira temporada, tentando fazer história contra Brunson e cia querendo colocar o nome deles pro resto da vida nos livros de história do basquete. Fox precisaria manter a consistência pelos Spurs, mas cara… o interesse nessa final seria através do teto.

    Os Knicks carregando o peso de meio século sem título contra um prodígio francês que quer dominar a liga pelos próximos 15 anos. Seria épico demais.

    E vocês, qual final gostariam de ver? Eu tô torcendo pela quarta opção — seria um negócio histórico mesmo!

  • Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Cara, chegou a hora da verdade pros Knicks. A defesa no perímetro deles, que foi uma montanha-russa durante a temporada, vai encarar o teste mais difícil até agora — com uma vaga nas finais em jogo.

    E olha só o tamanho do problema: tanto os Cavaliers quanto os Pistons (que decidem tudo no jogo 7 domingo em Detroit) têm guardas que são pesadelo puro pra qualquer defesa.

    Se for os Pistons, Cade é o bicho

    Sinceramente? Cade Cunningham é daqueles caras que você não consegue parar, só diminuir o estrago. O tamanho e a força dele são absurdos pra um armador — não é à toa que virou uma estrela. Tudo que os Pistons fazem no ataque passa por ele.

    Por outro lado, se os Cavs passarem, aí complica de outro jeito. Donovan Mitchell E James Harden? Dois monstros no perímetro. É tipo enfrentar duas cobras venenosas ao mesmo tempo.

    “É gigante”, falou Miles McBride. “Obviamente, cada fase fica mais difícil. Oponentes diferentes, desafios diferentes, então ter uma defesa sólida no perímetro é super importante.”

    A reviravolta defensiva que mudou tudo

    Aqui ó, uma coisa que muita gente não prestou atenção: os Knicks mudaram completamente o esquema defensivo no meio da temporada. Na primeira metade do ano, eles forçavam os armadores pro meio da quadra — e tava dando errado.

    Os caras estavam sendo quebrados toda hora, resultando em arremessos livres pro adversário. Aí mudaram pra um esquema mais tradicional: força o cara pra lateral e linha de fundo, não deixa entrar no garrafão.

    E funcionou pra caramba!

    Nas primeiras rodadas, Josh Hart virou o pesadelo do CJ McCollum depois que botaram ele na marcação. Mikal Bridges — junto com McBride às vezes — anulou Tyrese Maxey contra os 76ers. Foi um show à parte.

    “Temos que garantir que no ponto de ataque haja pressão na bola com um pouco de fisicalidade, mas sem cometer falta”, explicou o técnico Mike Brown. E cara, essa é a chave — ser duro sem mandar o cara pra linha de lance livre.

    Na minha opinião, se for enfrentar os Cavaliers, fica mais fácil de planejar. Bridges e Hart podem pegar Mitchell e Harden. Mas Cunningham e os Pistons? Aí complica. O tamanho do Cade incomoda o Bridges, que se vira melhor contra guardas menores e mais rápidos.

    Ano passado, quem marcava o Cunningham era o OG Anunoby. Será que vão repetir a fórmula?

    Uma coisa é certa: essa defesa dos Knicks tá numa sequência de sete vitórias consecutivas, com goleadas históricas. E aí, vocês acham que eles conseguem manter esse nível contra esses monstros aí?

  • ABC mete o pé na jaca e ‘vaza’ final inexistente da NBA

    ABC mete o pé na jaca e ‘vaza’ final inexistente da NBA

    Gente, vocês viram a cagada que a ABC fez ontem? A emissora conseguiu promover um jogo que… não existe. Tipo, literalmente inventaram uma final de conferência entre Knicks e Cavaliers quando os Pistons ainda estão vivos na série.

    A coisa foi tão absurda que o comercial rodou em várias afiliadas da ABC pelo país inteiro — do Alabama até a Califórnia. No vídeo, aparecia toda aquela produção caprichada falando “Os Cavs buscam outro upset, enquanto os Knicks carregam os sonhos de toda Nova York”. Bonitinho, né? Só esqueceram de um pequeno detalhe: Detroit ganhou o Jogo 6 por 115-94 e forçou um decisivo Jogo 7.

    Conspiração ou só incompetência mesmo?

    Olha, eu não sou de ficar alimentando teoria da conspiração, mas imaginem a cara do Cade Cunningham vendo isso. O cara acabou de fazer 21 pontos numa vitória crucial, salvando a temporada do Detroit, e a ABC já estava vendendo ingresso pra final sem eles.

    Sinceramente? Acho que foi só preguiça e incompetência mesmo. Alguém lá deve ter preparado o material assumindo que Cleveland fecharia em casa — afinal, eles eram favoritos. Mas basquete é isso aí, né pessoal? Por isso que jogamos os jogos.

    Donovan Mitchell sumiu na hora H

    Falando em Cleveland, que noite horrível do Donovan Mitchell. 18 pontos até que não é ruim, mas um rating de -25 é de chorar. O cara simplesmente desapareceu quando o time mais precisava dele em casa.

    Enquanto isso, Cade mostrou porque virou o rosto da franquia em Detroit. Distribuição perfeita, liderança na quadra — tudo que você quer de um armador numa situação dessas. E agora vai ter Jogo 7, com Detroit sendo favorito por 4.5 pontos segundo o FanDuel.

    A real é que esse tipo de erro da ABC só adiciona mais lenha na fogueira pra quem já desconfia que a liga é manipulada. Eu não acredito nisso, mas convenhamos — vazar um comercial promovendo uma série que ainda nem foi decidida é bem estranho, né?

    E aí, vocês acham que Detroit consegue fechar em casa? Porque depois dessa publicidade gratuita, eles devem estar com sangue no olho…

  • Dono dos 76ers libera grana pesada: vai tudo pro luxury tax

    Dono dos 76ers libera grana pesada: vai tudo pro luxury tax

    Josh Harris mandou o papo reto: o Philadelphia 76ers tem carta branca pra gastar pesado na próxima temporada. E quando digo pesado, é PESADO mesmo. O dono do time confirmou que a diretoria pode estourar o luxury tax sem dó nem piedade.

    “O front office tem luz verde total pra entrar no luxury tax”, disse Harris pros repórteres na quinta-feira. “Aliás, a gente já entrou e saiu dele várias vezes, então não é problema. Estamos construindo uma arena aqui. Posso dizer que a quantidade de dólares que você gasta nisso versus o luxury tax é muito maior.”

    Olha, sinceramente? Era hora. Os caras vão desembolsar mais de 154 milhões de dólares só pro trio Embiid, Paul George e Tyrese Maxey na temporada 2026-27. Isso já deixa o time numa situação complicada do salary cap, mas pelo menos agora sabemos que o dinheiro não vai ser problema.

    O problema é mais profundo que money

    Por mais que esses três monstros tenham ajudado na vitória épica contra o Boston Celtics nos playoffs de 2026, ficou óbvio que faltou banco. E cara, quando você tem o Embiid – que é provavelmente o maior risco de lesão da NBA hoje – e o Paul George que já tá com 36 anos, precisa de um elenco mais robusto.

    Não dá pra colocar todas as fichas nesses caras, por mais talentosos que sejam. O novo presidente de operações de basquete (que ainda nem foi contratado depois da demissão do Daryl Morey) vai ter que montar um time com mais profundidade.

    A pressão tá no talo

    E os torcedores da Filadélfia? Mano, esses caras não brincam em serviço. São 25 anos sem chegar numa final de conferência – vinte e cinco anos! Imagina a irritação dessa galera. Eles não são conhecidos pela paciência mesmo, e essa seca toda só tá piorando as coisas.

    Harris sabe que precisa cumprir a palavra. Falar que vai gastar é fácil, agora é botar a mão no bolso e montar um time de verdade. O cara que vier substituir o Morey vai entrar numa pressão danada, mas pelo menos tem o apoio da diretoria – e isso não é pouco na NBA de hoje.

    Vocês acham que só dinheiro resolve? Ou os 76ers precisam de mais que isso pra finalmente brigar pelo título?