Knicks querem apagar trauma dos Pacers na nova final do Leste

Cara, eu ainda lembro como se fosse ontem. Game 1 da final do Leste do ano passado, Knicks com 17 pontos de vantagem no último quarto contra os Pacers e… bom, vocês sabem como terminou essa história. Uma das maiores zebras que eu já vi na vida.

Agora os Knicks estão de volta à final da Conferência Leste, dessa vez contra os Cavaliers, e aquele trauma de 2025 voltou à tona. E olha, sinceramente? Ainda bem que voltou. Porque esse time precisa lembrar da dor pra não repetir os mesmos erros.

O pesadelo que mudou tudo

Vamos relembrar rapidinho o que aconteceu: 17 pontos de vantagem no quarto período, os Pacers fizeram 23 pontos nos últimos 3:14 do tempo regulamentar, aquela bomba do Tyrese Haliburton pra empatar no finalzinho e depois mais um colapso na prorrogação. Monstro, foi de partir o coração.

O Jalen Brunson foi direto ao ponto na coletiva: “A experiência sempre ensina muitas lições. Obviamente sabemos o que temos que fazer. Fechar jogos e fechar quartos vai ser muito importante pra gente.”

E é verdade. Aquele Game 1 definiu toda a série. Os Knicks entraram como favoritos e saíram com a confiança destroçada. Levaram até o Game 3 pra se recuperar, mas já estavam 2-0 pra baixo.

O problema voltou neste ano

O mais bizarro é que eles quase repetiram a mesma coisa contra os Hawks na primeira rodada. Liderando por 18 no Game 1, deixaram Atlanta fazer 11 pontos seguidos. No Game 2? Perderam uma vantagem de 12 pontos no último quarto.

Josh Hart falou uma coisa que eu acho que resume tudo: “Nos playoffs você nunca pode relaxar, especialmente no estilo que a NBA é jogada hoje. Você vê vantagens de 10, 15, 20 pontos desaparecerem em quatro, cinco minutos.”

É exatamente isso. O jogo mudou, cara. Qualquer time pode fazer 15 pontos em três minutos se pegar fogo do perímetro. E os Knicks aprenderam isso da pior forma possível.

Desde aquele susto contra os Hawks, eles mudaram completamente. Tem sido uma máquina de destruição, não dando moleza pra ninguém até o adversário levantar a bandeira branca.

Hora da redenção

Mais uma vez os Knicks chegam como favoritos à final do Leste. E mais uma vez eles têm tudo pra não dar bobeira — principalmente depois de tudo que passaram.

Brunson foi honesto: “Aconteceu de novo este ano contra Atlanta. Tiramos o pé do acelerador. É algo que precisamos continuar melhorando e acho que temos melhorado, mas não podemos ficar satisfeitos.”

Essa mentalidade é tudo. Porque uma coisa eu aprendi acompanhando NBA: trauma pode tanto destruir quanto fortalecer um time. No caso dos Knicks, parece que escolheram o segundo caminho.

Vocês acham que eles conseguem exorcizar de vez o fantasma dos Pacers? Porque eu tô com uma boa sensação sobre esse time. Eles aprenderam na dor que na NBA, 17 pontos de vantagem não significam absolutamente nada se você relaxar por dois minutos.

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