Tag: Adam Silver

  • Trump nas Finals da NBA: Silver defende presença do presidente no Knicks

    Trump nas Finals da NBA: Silver defende presença do presidente no Knicks

    Olha, eu não esperava estar escrevendo sobre política no meio das Finals da NBA, mas aqui estamos. O presidente Donald Trump apareceu no jogo 3 entre Knicks e Spurs no Madison Square Garden, e o comissário Adam Silver saiu em defesa da presença dele.

    Pra quem não sabe (ou esqueceu), esta é a primeira vez que o Knicks chega nas Finals desde 1999. Vinte e sete anos, pessoal. E no meio de toda essa emoção histórica, rola toda essa discussão sobre a presença do Trump na arquibancada.

    Silver defendendo o fã Trump

    “Ele é bem-vindo aqui”, disse Silver antes do jogo. E completou com algo que, sinceramente, faz sentido: “O que torna o esporte tão especial, especialmente quando há tantas coisas que dividem as pessoas, é que é algo que temos em comum.”

    Segundo o comissário, Trump é um fã “genuíno” do Knicks. E olha, isso não é novidade não. O cara costumava ser presença constante no Madison Square Garden, tinha até ingresso cativo na courtside. Ia até no Draft da NBA!

    “Ele era uma figura constante nos jogos do Knicks”, explicou Silver. Eu lembro de ver ele lá várias vezes quando era mais novo, sempre com aquela cara de quem tá levando o jogo a sério.

    Mas e a segurança?

    Agora, vamos falar da parte chata: a operação de segurança foi absurda. Os fãs tiveram que chegar duas horas antes do jogo. Duas horas! Imagina você, que já pagou uma fortuna pelo ingresso das Finals, tendo que chegar cedo desse jeito por causa da segurança presidencial.

    O perímetro de segurança ao redor do MSG foi estendido, proibindo trânsito de carros e pedestres. Basicamento transformaram o local num bunker.

    Mas Silver não tá nem aí para as reclamações: “Sim, há algum inconveniente para os fãs aqui, mas olhando ao redor da arena, está lotada. As pessoas ouviram, chegaram cedo, passaram por qualquer segurança extra que fosse necessária.”

    Esporte unindo ou dividindo?

    A questão é: será que funciona mesmo essa ideia de que o esporte une as pessoas? Eu quero acreditar que sim, mas vocês viram as reações nas redes sociais? Tá longe de ser consenso.

    Silver insiste que “devemos usar o esporte para criar mais senso de comunidade entre as pessoas, não menos”. Bonito no papel, mas na prática… bem, cada um tem sua opinião sobre isso.

    O que importa mesmo é que o Knicks tá nas Finals depois de quase três décadas. E independente de quem tá na arquibancada, essa é uma conquista que todo fã de basquete deveria celebrar. Ou pelo menos eu acho que sim — e vocês, o que acham?

  • Adam Silver manda indireta pro Steve Kerr sobre calendário da NBA

    Adam Silver manda indireta pro Steve Kerr sobre calendário da NBA

    Cara, o Adam Silver acabou de dar uma cutucada no Steve Kerr que vai fazer o técnico dos Warriors engasgar com o café da manhã. O comissário da NBA basicamente mandou um “vocês que lutem” na discussão sobre o calendário de 82 jogos da temporada.

    Olha só o que o Silver falou: segundo ele, os únicos picos de lesões acontecem depois do All-Star Game, não no final da temporada quando os caras já jogaram mais. E aí vem a parte que vai fazer o Kerr surtir — Silver disse que pode ser justamente porque os jogadores NÃO estão se esforçando o suficiente nos dias que descansam.

    Steve Kerr não vai gostar nem um pouco disso

    Pra quem não lembra, o Kerr passou a temporada passada reclamando do calendário maluco que os Warriors enfrentaram. O time teve uma sequência pesada de jogos, viagens sem fim e praticamente zero descanso no começo da temporada.

    Na cabeça do técnico dos Warriors, o problema é simples: o basquete de hoje é muito mais corrido do que antigamente. Os jogadores cobrem muito mais quadra por causa do “pace and space” — movimento que, ironicamente, foi o próprio Kerr quem ajudou a criar quando os Warriors dominavam tudo nos anos 2010.

    Sinceramente? Eu entendo os dois lados. Kerr vê seus jogadores morrendo em quadra com essa correria toda, enquanto Silver precisa pensar no negócio como um todo.

    Load management virou caso de polícia

    A questão do load management tá virando uma briga feia entre técnicos, jogadores e a liga. De um lado, você tem caras como Kawhi Leonard que praticamente inventaram a arte de descansar jogos “importantes”. Do outro, Silver que quer proteger o produto NBA.

    Mas essa declaração do comissário foi meio estranha, não acham? Falar que os jogadores podem não estar se esforçando o suficiente nos treinos é praticamente chamar os caras de vagabundos.

    E vocês, o que acham? O calendário da NBA tá pesado demais ou os jogadores de hoje são mais “frescos” que os de antigamente? Uma coisa é certa: essa treta entre Silver e Kerr tá longe de acabar.

  • NBA investiga Kawhi e ‘tio Dennis’ por suposta trapaça do Clippers

    NBA investiga Kawhi e ‘tio Dennis’ por suposta trapaça do Clippers

    Gente, que confusão esse caso do Kawhi Leonard e do Clippers, hein? A NBA tá investigando há meses uma parada que pode dar uma dor de cabeça gigantesca pra todo mundo envolvido.

    Kawhi e o famoso “tio Dennis” (Dennis Robertson, que é empresário do cara) já foram ouvidos pelos investigadores que a liga contratou. O negócio é o seguinte: tem uma acusação rolando de que o Steve Ballmer, dono dos Clippers, investiu 50 milhões de dólares numa empresa chamada Aspiration pra burlar o teto salarial e dar mais grana pro Kawhi por fora.

    A trama fica mais pesada

    Sinceramente? Eu não esperava que a coisa fosse tão longe. Os investigadores já ouviram todo mundo: Ballmer, executivos dos Clippers, ex-funcionários da Aspiration… É uma operação gigante mesmo. E olha só que coincidência bizarra: na segunda-feira, um dos fundadores da Aspiration foi condenado a 14 anos de prisão por fraudar investidores. Nada suspeito, né?

    O Adam Silver, comissionário da NBA, falou que a investigação tá “bem avançada” mas ainda não tem prazo pra terminar. Na minha visão, eles tão pisando em ovos porque se for verdade mesmo essa história toda, vai dar uma repercussão absurda.

    E agora, qual vai ser o castigo?

    Cara, essa é a pergunta de um milhão de dólares. Silver tem poderes “muito amplos” pra aplicar punições se comprovarem que rolou mesmo essa trapaça no salary cap. Podem perder picks de draft, multas pesadíssimas, suspensões… A imaginação é o limite.

    O mais louco é que tudo isso começou com uma investigação jornalística que inclusive ganhou um Pulitzer Prize. Imagina a pressão que tá em cima do Clippers agora? Eles já negaram tudo desde o começo, mas investigação da NBA é coisa séria.

    E vocês, o que acham? Se for verdade essa história do investimento “por fora” pro Kawhi, que punição seria justa? Porque olha, se comprovarem que burlaram o salary cap só pra segurar o Leonard, outros times vão ficar pistola – e com razão.

  • Adam Silver promete seguir os fatos na investigação dos Clippers

    Adam Silver promete seguir os fatos na investigação dos Clippers

    Olha, a situação dos Clippers tá ficando séria mesmo. Adam Silver deu uma entrevista antes do Jogo 1 das Finals de 2026 em San Antonio e basicamente disse que a investigação sobre possíveis violações do salary cap pelos Clippers precisa chegar ao fim logo.

    “Eu não tenho uma data específica de quando vai terminar”, disse o comissário. “Mas é claro que eles estão bem adiantados. Acho que chegamos no ponto onde precisamos finalizar isso, porque vocês também precisam de uma resposta definitiva.”

    O caso Kawhi Leonard e a Aspiration

    Pra quem não tá ligado no escândalo: a investigação gira em torno da suspeita de que os Clippers teriam desviado dinheiro pro Kawhi Leonard através de um acordo de 28 milhões de dólares dele com a Aspiration – uma empresa de banco “verde” que também tinha um contrato de patrocínio de 300 milhões por 23 anos com a franquia.

    Steve Ballmer, dono dos Clippers, investiu 60 milhões na Aspiration e nega que sabia do esquema com o Leonard. Mas convenhamos, né? Coincidência demais…

    A coisa ficou ainda mais feia porque a Aspiration faliu e o cofundador Joe Sanberg foi condenado segunda-feira a 14 anos de prisão por fraude. Quatorze anos, galera. Isso não é brincadeira.

    “Meu trabalho é seguir os fatos”

    Silver foi questionado se a condenação do Sanberg influenciaria na decisão sobre possíveis punições pros Clippers. A resposta dele foi bem diplomática: “Meu trabalho é seguir os fatos. Os achados vão ser feitos por essa firma independente. Isso é apresentado pra mim. E aí é meu papel determinar qual disciplina apropriada, se houver, deve ser aplicada.”

    Sinceramente? Acho que os Clippers vão tomar uma punição pesada. Não dá pra fingir que nada aconteceu quando tem gente sendo presa por 14 anos no meio da história. E vocês, acham que o Ballmer sabia de tudo mesmo?

    A investigação tá sendo conduzida pela Wachtell, Lipton, Rosen & Katz desde setembro, e pelo visto todo mundo quer que isso termine logo. Os outros 29 times também precisam saber que tipo de precedente vai ser estabelecido aqui.

    Uma coisa é certa: se comprovarem que os Clippers burlaram o salary cap dessa forma, vai ser um dos maiores escândalos da história recente da NBA. E olha que já vimos muita coisa…

  • NBA vai criar liga na Europa com 12 times fixos — será que rola?

    NBA vai criar liga na Europa com 12 times fixos — será que rola?

    Gente, o Adam Silver soltou uma bomba que tá mexendo com todo mundo. A NBA vai mesmo criar uma liga na Europa — e não é papo furado não. O comissário confirmou que a estrutura já tá praticamente pronta: 16 times, sendo 12 fixos e 4 vagas abertas pra qualquer clube europeu disputar.

    Olha, eu confesso que quando começaram esses rumores eu pensei “mais uma ideia maluca que não vai sair do papel”. Mas pelo jeito a coisa tá séria mesmo. Silver explicou que vai ser tipo um sistema misto — parte fechado (os 12 permanentes) e parte aberto (as 4 vagas que qualquer time pode brigar).

    Como vai funcionar essa parada?

    A ideia é meio genial, na real. Os 12 times fixos vão garantir a estabilidade financeira da liga (que a gente sabe que é fundamental), enquanto as 4 vagas abertas mantêm o sonho vivo pra todos os outros clubes europeus. É tipo uma promoção e rebaixamento adaptada — não é aquele sistema tradicional que a gente vê no futebol europeu, mas dá uma chance pra galera de fora.

    E tem coisa interessante rolando nos bastidores. Segundo o Silver, já tem grupos se organizando pra criar times em cidades que nem têm basquete de alto nível hoje. Imagina só — pode ser que vejamos franquias novinhas em folha surgindo do nada, com investimento pesado e tudo mais.

    E a Euroliga nisso tudo?

    Aqui que a coisa fica tensa, pessoal. A Euroliga é praticamente a “NBA da Europa” hoje, né? E pelo que o Silver falou, eles tão tentando achar um jeito de integrar as duas competições, mas se não rolar… vão tocar pra frente mesmo assim.

    Sinceramente? Acho meio complicado essa integração. A Euroliga tem seus interesses, a NBA tem os dela — e no final das contas, é muito dinheiro em jogo. Mas imagina se conseguissem fazer dar certo? Seria absurdo ver o melhor do basquete europeu com o padrão NBA de produção.

    O que vocês acham? Essa NBA Europe vai mesmo decolar ou vai ser mais um projeto que fica no papel? Eu tô curioso pra ver como os times tradicionais europeus vão reagir a isso — porque mexer no esquema que já existe nunca é fácil, né?

    Uma coisa é certa: se rolar mesmo, o basquete mundial vai mudar pra sempre. E eu, como fã de carteirinha, já tô ansioso pra ver os primeiros jogos.

  • Silver admite: NBA não quer campeão diferente todo ano

    Silver admite: NBA não quer campeão diferente todo ano

    Olha só que declaração interessante do Adam Silver antes do Jogo 1 das Finais. O comissário da NBA basicamente admitiu que a liga não está necessariamente buscando ter um campeão diferente a cada temporada. Isso me pegou de surpresa, não vou mentir.

    Com Spurs e Knicks na decisão, a NBA vai ter seu oitavo campeão diferente em oito anos. Absurdo quando você para pra pensar, né? E o Silver foi bem direto sobre isso: “Não significa que necessariamente estamos procurando ter um campeão diferente todo ano, mas queremos garantir que os 30 times da liga, independente do tamanho do seu mercado, tenham oportunidade de competir.”

    A fórmula que tá funcionando

    Na minha visão, o cara tocou no ponto central. Não importa se você é New York (um dos maiores mercados) ou San Antonio (um dos menores) — o que faz a diferença é gestão forte, cultura vencedora e basquete de equipe. Simples assim.

    E sinceramente? Acho que essa é a receita certa. Não adianta forçar paridade artificial. O negócio é criar condições iguais pra todo mundo brigar pelo título.

    Novo CBA mudando o jogo

    A grande sacada foi o novo acordo coletivo de 2023, que criou um segundo “apron” — basicamente, penalidades pesadíssimas pra times que gastam muito além do luxury tax. Isso tá forçando os gigantes a pensarem duas vezes antes de montar super times.

    E tá funcionando, cara. Nos últimos quatro anos, tivemos o máximo possível: oito times diferentes nas Finais. Quando foi a última vez que vimos isso? Eu não consigo lembrar de uma época com tanta imprevisibilidade.

    O que vocês acham? Preferem essa “paridade natural” que temos hoje ou sentem falta daquelas dinastias que dominavam por anos? Eu tô curtindo demais essa fase da liga, mas confesso que às vezes bate uma nostalgia dos Lakers do Kobe ou dos Warriors do Curry na época áurea.

    Uma coisa é certa: essas Finais entre Spurs e Knicks mostram que qualquer time pode chegar lá com o trabalho certo. E isso, meus amigos, é o que faz a NBA ser monstruosa.

  • Silver mantém regra dos 65 jogos e investigação do Kawhi tá quase no fim

    Silver mantém regra dos 65 jogos e investigação do Kawhi tá quase no fim

    Olha, o Adam Silver não tá brincando em serviço. O comissário da NBA deixou bem claro que a famosa regra dos 65 jogos veio pra ficar, mesmo com toda a pressão dos astros e agentes. E sinceramente? Eu entendo o lado dele.

    Falando antes do Jogo 1 das Finais, Silver foi direto ao ponto: “Não estou pronto pra apoiar uma mudança”. A regra, que obriga os caras a jogarem pelo menos 65 partidas (cerca de 80% da temporada regular) pra serem elegíveis aos prêmios individuais, tá funcionando exatamente como a liga queria.

    Os números não mentem, galera

    E olha que dado absurdo: antes da regra entrar em vigor na temporada 2023-24, cerca de um terço dos jogadores do All-NBA nem chegavam aos 65 jogos! Um terço, cara. É muito load management mesmo.

    Nesta temporada, apenas duas exceções foram aprovadas: Luka Dončić (que perdeu jogos por causa do nascimento do filho) e Cade Cunningham (que sofreu um pneumotórax). Já o Anthony Edwards tentou apelar e foi negado. A liga tem critério, né?

    “Acho que a regra está funcionando”, disse Silver. E eu concordo – finalmente os fãs podem ter mais certeza de ver seus ídolos em quadra quando compram ingresso.

    O caso Kawhi Leonard tá chegando ao fim

    Agora, sobre aquela investigação louca envolvendo Kawhi Leonard e a empresa Aspiration – cara, essa história é de filme. A investigação independente que começou em setembro tá quase terminando, segundo Silver.

    Pra quem não lembra: Leonard assinou um contrato de endosso de 4 anos e US$ 28 milhões com a Aspiration em 2022, mas o jornalista Pablo Torre alegou que ele nunca fez trabalho promocional nenhum pra empresa. Pior ainda: o contrato seria cancelado se ele saísse dos Clippers. Isso seria burlar o salary cap na cara dura.

    O timing é suspeito demais – Steve Ballmer (dono dos Clippers) investiu US$ 50 milhões na Aspiration na mesma época que o time fechou um patrocínio de US$ 300 milhões com a empresa. Coincidência? Eu duvido.

    Joseph Sanberg, cofundador da Aspiration, já foi condenado a 14 anos de prisão por fraude. E Silver deixou claro que nem o Prêmio Pulitzer que Torre ganhou pela reportagem nem essa condenação vão influenciar a decisão.

    “Não estaria fazendo meu trabalho se tomasse uma decisão baseada em percepção”, disse o comissário. “Meu trabalho é seguir os fatos.”

    A firma de advocacia que tá conduzindo a investigação vai entregar as conclusões pro Silver em breve. E aí? Vocês acham que os Clippers vão tomar punição pesada se for comprovada a burla?

    Uma coisa é certa: essa história toda mostra como a NBA não brinca quando se trata de salary cap. E olha que o Kawhi já ganhava US$ 176 milhões em 4 anos… será que precisava mesmo de mais US$ 28 milhões assim?

  • Silver tenta, Jordan tenta, mas briga Dolan x Oakley segue firme

    Silver tenta, Jordan tenta, mas briga Dolan x Oakley segue firme

    Cara, que situação mais bizarra. Os Knicks estão nas Finals pela primeira vez em 27 anos — 27 ANOS! — e uma das maiores lendas do time não pode nem pisar no Madison Square Garden por causa de uma treta que já dura quase uma década.

    Adam Silver, o comissário da NBA, foi questionado sobre a ausência de Charles Oakley entre os ex-jogadores que estão enchendo o Garden nessa campanha histórica dos Knicks. E a resposta dele foi meio constrangedora, pra ser sincero.

    Até Michael Jordan tentou ajudar

    “É uma vergonha que eu tentei, Michael Jordan também tentou, intermediar a paz entre Charles e Jim Dolan”, disse Silver antes do Jogo 1 das Finals em San Antonio. “Nossos esforços não deram certo. Acho que é uma pena para a NBA que essa situação continue.”

    Olha, quando até o Michael Jordan tenta resolver uma treta e não consegue, você sabe que a coisa está feia mesmo. E sinceramente? Acho que isso mostra o quanto o James Dolan consegue ser teimoso.

    Pra quem não lembra (ou quer esquecer), Oakley foi literalmente arrastado da sua cadeira no Garden durante um jogo em fevereiro de 2017. O cara foi PRESO. Depois processou o Dolan e o Madison Square Garden por agressão e difamação. Sete anos depois, a briga judicial continua rolando nos tribunais federais.

    Uma ausência que dói nos Knicks

    A parada fica ainda mais triste quando você para pra pensar. Silver citou Patrick Ewing, Allan Houston, John Starks e Walt Frazier como lendas dos Knicks que estão presentes nessa campanha. Oakley? O cara que foi fundamental naqueles times dos anos 90 que chegaram às Finals de 94? Fora da história.

    “Acho que uma das coisas que torna essa liga tão especial é esse ambiente familiar que temos”, disse Silver. Meio irônico, né? Família que briga tanto assim…

    Na minha opinião, isso é maior que basquete. Oakley dedicou uma década da carreira dele aos Knicks, foi ídolo da torcida, enfrentou os Bulls do Jordan de igual pra igual. E agora não pode nem assistir um jogo do time que ele ajudou a construir por causa do ego ferido do dono.

    Vocês acham que essa treta vai acabar um dia? Ou o Dolan vai levar isso pro túmulo mesmo?

  • Silver confirma: NBA Europa chegando em 2027, e Wemby é a cara disso

    Silver confirma: NBA Europa chegando em 2027, e Wemby é a cara disso

    Gente, finalmente saiu da gaveta! Adam Silver confirmou ontem que a liga europeia da NBA está caminhando pra ser realidade já na temporada 2027-28. E sinceramente? Não podia ter timing melhor, com o Wembanyama destruindo tudo nas finais da NBA.

    O comissário falou antes do primeiro jogo das finais em San Antonio que os planos estão “muito no cronograma” e que as propostas finais das franquias vencem no fim de junho. Cara, imaginem só – NBA oficial na Europa, com times de verdade disputando uma liga própria junto com a FIBA.

    Wemby é o cara da expansão europeia

    Olha, eu sempre achei que o Wembanyama ia ser especial, mas ver o impacto dele na Europa é absurdo. O moleque leva San Antonio pras finais no segundo ano de carreira e os franceses tão fazendo watch party às 2h30 da manhã! Na minha opinião, ele virou o rosto da NBA na Europa de uma forma que nem LeBron conseguiu.

    E tem mais: os Spurs vão jogar duas partidas da temporada regular na França e Inglaterra – Paris no dia 14 de janeiro contra o Pelicans, e Manchester no dia 17. Adivinhem quais cidades tão na lista pra ter times na nova liga europeia?

    A temporada passada, quando o Wemby jogou em Paris contra o Pacers, foi uma loucura total. Ingressos esgotados na velocidade da luz. E olha que a NBA já vinha flertando com a Europa muito antes do francês chegar, mas agora virou questão de tempo.

    Seattle e Las Vegas também no radar

    Mas não é só Europa não. Silver confirmou que as conversas sobre expansão doméstica em Seattle e Las Vegas continuam rolando. Várias grupos interessados, galera com dinheiro de sobra querendo entrar na brincadeira.

    Só que calma aí – não tá garantido ainda. Silver foi claro: “Não é conclusão óbvia que vamos expandir”, mas prometeu decisão até o fim de 2026. Vocês acham que rola mesmo? Eu acho que sim, principalmente depois de ver como Vegas abraçou o hockey e o football.

    E aí tem aquela investigação chata dos Clippers ainda rolando – aquela história dos 28 milhões do Kawhi Leonard que pode ter burlado o salary cap. Silver disse que tá de saco cheio dessa investigação e quer resolver logo. Francamente, também acho que já deu, né?

    No final das contas, 2027 pode ser o ano que a NBA vira oficialmente global. Europa com liga própria, possível expansão nos EUA… o jogo tá crescendo de um jeito que eu nunca vi. E com jogadores como Wembanyama sendo a cara dessa expansão, só posso dizer: que venha logo essa revolução!

  • Silver mantém regra dos 65 jogos e defende: ‘Tá funcionando’

    Silver mantém regra dos 65 jogos e defende: ‘Tá funcionando’

    Olha, o Adam Silver não tá nem um pouco afim de mexer na polêmica regra dos 65 jogos. Falando antes do Jogo 1 das Finals entre Spurs e Knicks na quarta-feira, o comissário da NBA bateu o pé: “A regra tá funcionando”.

    Pra quem não lembra, desde a temporada 2023-24 a liga criou essa regra que exige que os caras joguem pelo menos 65 partidas na temporada regular pra serem elegíveis pros prêmios individuais — MVP, All-NBA, essas paradas todas. São quase 80% dos jogos da temporada.

    O problema do load management

    A ideia por trás disso é meio óbvia: fazer os astros jogarem mais na temporada regular ao invés de ficarem descansando ou “gerenciando lesões”. E sinceramente, era necessário mesmo.

    Os números são absurdos quando você para pra pensar. Nos anos 80 e 90, os principais jogadores perdiam menos de 11 jogos por temporada. Nos anos 2010, isso subiu pra 17,5 jogos. No início desta década? Quase 24 jogos por ano. Ou seja, os caras tavam basicamente perdendo um terço da temporada.

    Imagina se o Luka ou o Giannis simplesmente decidissem não jogar 30 jogos por ano? O torcedor que paga ingresso caro fica no prejuízo total.

    As exceções que confirmam a regra

    Mas nem tudo são flores. Nesta temporada a regra gerou uma baita polêmica. O Luka Dončić jogou 64 partidas (uma a menos que o mínimo) por causa de uma lesão no posterior da coxa. O Cade Cunningham do Pistons jogou 63 por um pulmão colapsado — imagina só.

    Os dois apelaram pra liga e conseguiram a elegibilidade, até ganharam vaga no primeiro time All-NBA. Mas sabe quem se deu mal? O Anthony Edwards do Minnesota. O cara jogou apenas 60 partidas, perdeu 11 dos últimos 14 jogos com lesão no joelho, teve médias absurdas (28,8 pontos, 5 rebotes, 3,7 assistências) e mesmo assim foi negado no recurso.

    Cara, eu acho meio injusto com o Ant-Man. O garoto tá jogando um basquete monstro, mas se machucou na reta final. É diferente de alguém que escolhe não jogar, né não?

    Silver não muda de opinião

    Mesmo com as críticas, o Silver tá firme na decisão: “Não tô pronto pra apoiar uma mudança ainda”. Ele disse que quando rolar a negociação do novo acordo coletivo com o sindicato dos jogadores, aí eles podem conversar sobre isso.

    E olha, o cara tem um ponto quando fala: “Não importa onde a gente coloque a linha, sempre vai ter jogadores do outro lado dela”. É verdade. Se fosse 60 jogos, alguém ia jogar 59. Se fosse 70, alguém ia jogar 69.

    O acordo atual vai até a temporada 2029-30, então pelo menos pelos próximos quatro anos essa regra vai continuar aí. E vocês, acham que tá certo ou deveria ter mais flexibilidade pra casos de lesão? Eu tô dividido, porque entendo os dois lados da história.