Tag: Adam Silver

  • LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    LeBron detona Memphis e sugere mudança pra Nashville, mas Silver defende Grizzlies

    Olha, o LeBron simplesmente mandou a real sobre Memphis e causou um baita rebu na NBA. Aos 41 anos, o Rei não tá mais com paciência pra certas coisas — e jogar no Tennessee contra os Grizzlies é uma delas.

    “Vocês acham que eu quero fazer essa m*rda, ficar em Memphis numa quinta-feira qualquer?”, disparou LeBron durante uma gravação no canal “Bob Does Sports” enquanto jogava golfe. E não parou por aí: “Vocês têm que mudar esse time… já vão logo pra Nashville.”

    O Rei não tá sozinho nessa?

    Segundo o próprio LeBron, ele não é o primeiro jogador da NBA a reclamar disso. “Todo mundo fica tipo, ‘vocês têm que se mudar’”, continuou o astro. E sinceramente? Até faz sentido o argumento dele. Nashville tem estrutura de sobra — Vanderbilt, NASCAR, estádios, time de hockey (Nashville Predators), NFL (Tennessee Titans)… A cidade realmente oferece mais.

    Mas aí que entra Adam Silver pra apagar o incêndio. O comissionário da NBA foi direto ao ponto no podcast “Pardon My Take”: os Grizzlies não vão sair de Memphis tão cedo, não.

    Silver joga água no fogo

    “Memphis sempre foi um mercado incrível pra NBA. A cidade tem uma história e cultura fantásticas”, defendeu Silver. E olha, ele tem razão — Memphis respira basquete, é berço de lendas e tem uma torcida apaixonada que não merece perder o time.

    Agora, aqui fica interessante: Silver não fechou completamente a porta pra Nashville. Ele sugeriu que os Grizzlies poderiam jogar “alguns jogos por ano” na capital do Tennessee, meio que virando o time de todo o estado. Estratégia inteligente, né?

    “Obviamente Nashville é uma cidade em ascensão. Coisas incríveis estão acontecendo lá”, admitiu o comissionário. “Se dependesse de mim, eu adoraria que eles jogassem alguns jogos por ano em Nashville e meio que se tornassem o time do Tennessee.”

    Eu, particularmente, acho que o LeBron exagerou na dose. Cara, Memphis tem uma atmosfera única na NBA! Lembra daqueles times do Grit and Grind com Gasol, Randolph e companhia? A torcida de lá é de arrepiar.

    E vocês, o que acham? LeBron tem razão sobre Nashville ter mais estrutura, ou Memphis merece manter seus Grizzlies? Uma coisa é certa: aos 41 anos, o Rei tá cada vez mais sem filtro — e isso torna tudo mais divertido.

  • LeBron quis mudar os Grizzlies pra Nashville mas Silver disse não

    LeBron quis mudar os Grizzlies pra Nashville mas Silver disse não

    Olha só que história louca: o LeBron James simplesmente sugeriu que os Memphis Grizzlies deveriam se mudar pra Nashville. Isso mesmo, o Rei deu pitaco sobre onde um time deveria jogar. E vocês sabem o que o Adam Silver respondeu? “Não, obrigado, mas talvez alguns jogos por lá né…”

    Na minha opinião, o LeBron às vezes exagera mesmo. Cara quer opinar sobre tudo na NBA, desde Draft até onde os times deveriam ficar. Mas dessa vez o comissário foi esperto na resposta.

    Silver defendeu Memphis mas deixou Nashville no radar

    O comissário foi bem claro: “Os jogadores que converso adoram jogar em Memphis. Nunca ouvi isso de não quererem estar lá”. Queimou o filme do LeBron de uma forma educada, mas queimou.

    Mas aí vem o plot twist. Silver falou que adoraria ver os Grizzlies jogando “alguns jogos por ano” em Nashville, pra virarem “o time de todo o Tennessee”. Cara, isso é genial ou perigoso? Porque a gente já viu essa história antes.

    O dono do time, Robert Pera, nem quer saber de mudança. Tá tranquilo em Memphis mesmo. Mas imaginem os torcedores de Memphis ouvindo que o comissário quer levar jogos pra outra cidade… Eu ficaria nervoso, não vou mentir.

    Já aconteceu com outros times

    Os Spurs fazem algo parecido com Austin, então não seria a primeira vez. Mas sempre fico com o pé atrás quando times começam a “experimentar” outras cidades. É assim que começa, né? Primeiro são alguns jogos, depois vem aquele papo de arena nova, incentivos públicos…

    Sinceramente, Memphis tem uma história absurda com basquete. A cultura da cidade, a torcida, aquela energia única do FedExForum quando tá lotado. Seria uma pena perder isso.

    E vocês, acham que o LeBron deveria dar pitaco sobre localização de franquias? Pra mim, jogador tem é que focar em jogar bem, mas sei lá… talvez ele tenha um ponto sobre atrair mais fãs pra certas regiões.

    Por enquanto os Grizzlies ficam em Memphis. Mas fiquem de olho nessa história de Nashville, porque quando a NBA quer alguma coisa, ela geralmente consegue. E com a expansão da liga vindo aí (Seattle e Las Vegas na fila), quem sabe Nashville não entra no radar também?

  • NBA pode fechar acordo milionário com sites de apostas especiais

    NBA pode fechar acordo milionário com sites de apostas especiais

    Olha, essa é daquelas notícias que podem mudar o jogo completamente. A NBA está negociando sério com duas plataformas de “mercados de previsão” – Kalshi e Polymarket – pra fechar uma parceria que pode valer centenas de milhões de dólares.

    E o que são esses mercados de previsão? É tipo apostar, mas não só em quem vai ganhar o jogo. É apostar em TUDO que pode rolar na temporada: quantos pontos o LeBron vai fazer, se o Lakers vai chegar aos playoffs, se algum jogador vai se machucar… É meio assustador quando você para pra pensar.

    A pressão veio lá de cima

    As conversas já rolavam há mais de um ano, mas esquentaram mesmo depois que Michael Selig assumiu como chairman da CFTC (a galera que regula esse tipo de coisa nos EUA). Segundo fontes, foi ele que deu o gás nas negociações ao mostrar que vai ter regulamentação séria no negócio.

    “Foi o engajamento dele que acelerou as conversas”, disse uma fonte. E faz sentido – ninguém quer entrar numa parada sem saber como vai funcionar, né?

    A NBA tá sendo esperta nisso. Eles querem manter controle total sobre que tipo de aposta vai rolar e, principalmente, ter sistema pra detectar qualquer coisa suspeita. Porque convenhamos, apostar em lesão de jogador ou em expulsão é praticamente convidar a manipulação.

    O dinheiro que tá em jogo é absurdo

    A MLB já fechou um acordo exclusivo com a Polymarket que pode chegar a US$ 300 milhões em quatro anos. Trezentos milhões! É o tipo de grana que faz todo mundo prestar atenção.

    Mas a NBA pode ser ainda mais esperta e fechar com as duas plataformas ao mesmo tempo – igual a NHL fez. Por que escolher quando você pode ter os dois pagando?

    Na verdade, Adam Silver já tinha dado umas pistas durante o All-Star Weekend que a liga via esses mercados de previsão do mesmo jeito que vê os parceiros tradicionais de apostas como DraftKings e FanDuel.

    E agora, quando sai?

    Não tem prazo definido, mas as fontes dizem que pode rolar antes da próxima temporada. Scott Kaufman-Ross, vice-presidente executivo da NBA, já apresentou atualizações das negociações pros presidentes dos times essa semana.

    Sinceramente? Eu vejo com olhos meio ressabiados essa história toda. Por um lado, é dinheiro pra liga investir no produto. Por outro, apostar em cada detalhe do jogo pode meio que… tirar a magia? Imagina se descobrirmos que alguém apostou que o Curry ia errar de propósito os últimos lances livres.

    E vocês, o que acham? Essa evolução das apostas é boa pro basquete ou tá indo longe demais?

  • NBA favorecendo Lakers? Fãs acusam Silver de manipular playoffs

    NBA favorecendo Lakers? Fãs acusam Silver de manipular playoffs

    Gente, que polêmica! Os fãs da NBA tão revoltados com Adam Silver e eu sinceramente entendo o por quê. A liga divulgou o calendário da primeira rodada dos playoffs de 2026 e… cara, os Lakers ganharam uma folga suspeita demais.

    Olha só que esquema: LA vai começar a série contra os Rockets no sábado, mas depois ganha DOIS DIAS inteiros de descanso antes do Jogo 2. E não para por aí — mais dois dias off antes do Jogo 3, e o Jogo 5 só vai rolar no dia 29 de abril.

    Calendário “conveniente” demais

    Agora vem a parte suspeita. Austin Reaves (lesão no oblíquo) e Luka Dončić (problema no posterior da coxa) tão fora desde 2 de abril. O JJ Redick, técnico dos Lakers, disse que os dois ficam “por tempo indefinido”, mas os médicos estimaram cerca de um mês para volta.

    Fazendo as contas? O Jogo 5 marca EXATAMENTE quatro semanas da lesão dos dois caras. Coincidência? Eu duvido muito.

    “Adam Silver, seu esperto”, escreveu um fã no Reddit. “A gente vê o que você fez aí e agradece.” Outro postou no X: “Três folgas de dois dias pros Lakers, eles querem mesmo que o Luka jogue na primeira rodada” — e ainda colocou emoji de peixe, insinuando que tem coisa podre aí.

    Teoria da conspiração ou cuidado médico?

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi um calendário tão “generoso” assim. Se rolar Jogos 6 e 7, eles acontecem nos dias 1 e 3 de maio — ou seja, mais de um mês completo pros dois voltarem caso precise de um jogo decisivo.

    Na minha visão? A NBA sempre teve seus favoritos, mas isso aqui tá muito na cara. Os Lakers são uma das franquias que mais vendem, mais audiência, mais grana. É business, pessoal.

    E vocês, acham que é coincidência ou o Silver realmente deu uma mãozinha pros Lakers? Porque sinceramente, esse calendário tá mais suspeito que arbitragem de final de Copa do Mundo.

    Uma coisa eu garanto: se o Luka e o Reaves voltarem justamente no Jogo 5, a internet vai pegar fogo. E eu vou estar aqui pipocando vendo a confusão!

  • Suns garantem 7º seed, mas isso vale alguma coisa mesmo?

    Suns garantem 7º seed, mas isso vale alguma coisa mesmo?

    Os Phoenix Suns garantiram a sétima colocação na Conferência Oeste depois de baterem o Dallas na última quarta. E aí, parabéns pra eles, né? Conquistaram o “direito” de sediar um cara ou coroa de alto risco no Play-In Tournament. Porque é isso que essa parada é — um cara ou coroa mascarado de basquete competitivo.

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: não consigo me empolgar com esse negócio do Play-In. É pura invenção do Adam Silver pra criar mais conteúdo, mais drama, mais grana. Time que batalhou 82 jogos na temporada regular agora tem que apostar tudo numa noite só? Uma enterrada errada, um tornozelo torcido, uma arbitragem duvidosa e tchau, temporada acabou.

    A máquina de fazer dinheiro

    E claro que agora tem patrocínio até no nome — “SoFi Play-In Tournament”. Porque não dá pra ter nada puro no esporte hoje em dia, né? Tudo tem que virar produto, tem que ser monetizado até o último segundo de quadra.

    Quer saber o que me incomoda mais? Times que fizeram o dever de casa durante seis meses inteiros agora precisam provar que merecem os playoffs numa partida única. Isso faz sentido pra vocês? Pra mim, não.

    É tipo jogar fora tudo que aconteceu na temporada regular. Todas aquelas vitórias suadas em fevereiro, jogos de madrugada, lesões superadas… Agora vale menos que uma noite de sorte ou azar no Play-In.

    Mas os números não mentem

    Tudo bem, já desabafei. Agora vamos aos fatos: desde que inventaram essa parada em 2021, o 7º seed sempre se classificou pros playoffs. Sempre. Taxa de 100% de aproveitamento pra chegar na primeira rodada.

    Quando hospedam o primeiro jogo do Play-In, os times na sétima colocação têm um histórico de 8 vitórias em 10 jogos. As únicas zebras foram em 2023 (Hawks bateram o Heat) e 2024 (Pelicans perderam pros Lakers). Mas mesmo nesses casos, Heat e Pelicans se recuperaram e avançaram.

    Então, estatisticamente falando, os Suns estão numa boa. A matemática tá do lado deles. Mas vocês sabem como é basquete — papel aceita tudo, quadra que não aceita.

    E sinceramente? Mesmo com esses números favoráveis, continuo achando injusto um time que batalhou pra ter campanha melhor que times de 0,500 ter que provar alguma coisa num jogo eliminatório. Mas fazer o quê, né? As regras são essas agora.

    O que vocês acham? Curtem esse formato do Play-In ou também preferiam o sistema antigo dos playoffs?

  • Adam Silver animado com ideia maluca: punir os piores times no Draft

    Adam Silver animado com ideia maluca: punir os piores times no Draft

    Olha, eu pensei que já tinha visto de tudo quando se trata de reformas no Draft da NBA. Mas essa aqui me pegou de surpresa: Adam Silver tá “entusiasmado” com uma proposta que simplesmente puniria os três piores times da liga na loteria do Draft. Sim, você leu certo.

    A ideia surgiu numa ligação recente entre GMs e o comissário. Um gerente geral sugeriu que os três piores times nem pudessem ganhar a primeira escolha geral. Acharam radical demais (com razão). Aí outro cara chegou com uma versão mais suave: que tal só reduzir as chances desses times em relação aos times “menos piores” que ficaram fora dos playoffs?

    E o Silver? Cara curtiu a ideia.

    Como funcionaria essa loucura?

    A proposta com mais força agora expandiria a loteria de 14 para 18 times. Os 10 times que nem chegaram no Play-In teriam 8% de chance cada um para a primeira escolha. Os 8 do Play-In ficariam com 2,5% cada.

    Mas essa nova ideia iria além — tiraria alguns pontos percentuais dos três piores e redistribuiria para o meio da tabela. A lógica? Forçar os times ruins a pelo menos tentarem ganhar alguns jogos no final da temporada pra não caírem no “top 3 da vergonha”.

    Sinceramente, entendo a intenção. Ninguém aguenta mais ver time desligando seus melhores jogadores em março só pra garantir uma chance melhor no Draft. Mas será que não tão exagerando na dose?

    O lado bom e o lado perigoso

    Por um lado, a ideia faz sentido. Times que tão brigando pra não ficar entre os três piores vão competir até o final. Menos tanking descarado, mais basquete de verdade em abril e maio.

    Por outro lado… cara, o Draft existe justamente pra ajudar os piores times! Se você pune quem tá genuinamente ruim (não só fingindo que tá), fica mais difícil pra esses times saírem do buraco.

    E aí que mora o perigo. Imagina um time desesperado pra não cair no “top 3 maldito” forçando um jogador machucado a voltar mais cedo? Ou fazendo trade burro só pra ganhar dois jogos a mais? As consequências podem ser piores que o tanking.

    O que vocês acham? Tá na hora de punir quem tá genuinamente na pior, ou isso vai criar problemas maiores? A votação só acontece em maio, então ainda dá tempo dos times mandarem o feedback deles.

    Uma coisa é certa: se aprovarem isso, a reta final das temporadas vai ficar bem mais interessante. Ninguém vai querer ser um dos três piores, né?

  • NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    Olha só que situação bizarra a NBA se meteu. Todo mundo odeia o tanking — literalmente todo mundo — mas os times continuam fazendo porque, né… funciona pra caramba.

    A ESPN foi lá e conversou com um monte de gente da liga, e o resultado? Steve Kerr, técnico dos Warriors, foi o mais direto de todos: “Eu odeio isso”, disse ele. E olha que o Kerr não é de falar besteira, então quando ele fala assim é porque a coisa tá feia mesmo.

    Os números não mentem

    A diferença média de pontos nos jogos desta temporada é de 13.1 — a maior da história da NBA. Pensa nisso. E tem mais: 89 jogos já foram decididos por 30 pontos ou mais. É recorde. Basicamente, metade da liga tá jogando pra perder e a outra metade tá massacrando.

    Mas aqui vem o problema: por mais que seja uma desgraça pro espetáculo, o negócio funciona. Um GM da Conferência Oeste — que obviamente não quis se identificar — foi bem sincero sobre as táticas que os times usam:

    “Esses times fazem de tudo: deixam os caras no banco no quarto período, escalam quintetos ruins de propósito, armam jogadas pra errar arremesso”, explicou o executivo. “A criatividade é impressionante e eu não culpo eles. É a melhor estratégia pra melhorar.”

    Thunder, Spurs e cia: a prova que funciona

    E aí que tá o drama todo. Olha só os exemplos que ele deu: Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets. Todos esses times passaram anos apanhando na liga pra conseguir picks altos no Draft. E funcionou!

    O Thunder hoje é candidato ao título. Os Spurs têm o Victor Wembanyama (que monstro, né?). Detroit tá se reerguendo. A fórmula é dolorosa mas comprovada: seja ruim por alguns anos, pegue picks altos, desenvolva os pivetes e pronto.

    Na minha opinião, é uma situação esquisita. Por um lado, entendo os times — qual executivo vai explicar pros torcedores que preferiu ficar na mediocridade em vez de tentar pegar uma estrela no Draft? Por outro, imagina você pagando ingresso pra ver seu time claramente não se esforçando pra ganhar.

    Adam Silver promete resolver

    O comissário Adam Silver já prometeu que vai resolver isso até junho, com mudanças na estrutura de incentivos que devem rolar a partir do Draft de 2026. Mas sinceramente? Enquanto o sistema continuar premiando times ruins com picks melhores, sempre vai ter alguém tentando burlar.

    Vocês acham que tem solução pra isso? Porque olhando assim, parece que todo mundo sabe qual é o problema, mas ninguém tem uma resposta que funcione de verdade. O jeito é torcer pra que o Silver tenha uma ideia genial aí guardada.

  • Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    O Adam Silver tá pistola com o tanking na NBA e quer mudanças pra ontem. Problema? Os próprios times não tão nem aí pras propostas dele.

    Numa reunião recente do Board of Governors, a liga apresentou três propostas anti-tanking. E olha, pelo que rolou, nenhuma das três empolgou os donos das franquias. Sinceramente, não me surpreende — mexer no sistema de draft é mexer na estratégia de reconstrução que muitos times usam há décadas.

    O dilema do tanking

    Aqui que a coisa fica interessante. Não tem nem consenso se tanking é problema! Vários times acham que perder de propósito uma temporada pra pegar uma pick alta é a melhor estratégia pra construir um futuro vencedor. Do outro lado, tem quem acredite que criar uma cultura perdedora pode ser mais prejudicial que benéfico pro clube.

    E vocês, o que acham? Tanking é estratégia inteligente ou veneno pro basquete?

    Na minha visão, tem lógica dos dois lados. Olha o caso dos Sixers com aquele “Process” — perderam por anos seguidos, pegaram Embiid e Simmons, e montaram um time competitivo. Mas também já vi times que entraram nessa de tanking e ficaram anos patinando na mediocridade.

    Silver não desiste

    O comissário deixou claro que quer as mudanças implementadas antes da próxima temporada, mas tá difícil. “Essa é uma decisão que precisa ser tomada no nível dos proprietários”, disse Silver. “Tem implicações nos negócios, no basquete e na integridade da liga.”

    O cara tá certo quando fala de integridade. Imagina você pagando ingresso caro pra ver seu time jogar pra perder de propósito? É complicado demais.

    As três propostas apresentadas foram só um ponto de partida — não era tipo “escolham uma dessas”. Mas mesmo assim, a recepção foi fria. Isso mostra como é difícil mexer em algo tão enraizado no sistema da NBA.

    Olha, eu acompanho essa discussão há anos e sempre fico dividido. Por um lado, ver times perdendo de propósito é triste pra qualquer fã de basquete. Por outro, o sistema atual meio que força isso — se você não vai ser campeão, melhor ser o pior possível pra ter chance de pegar uma estrela no draft.

    O que será que rola? Silver parece determinado, mas sem o apoio dos times fica complicado implementar qualquer mudança significativa.

  • NBA quase criou sistema maluco igual fantasy football pro Draft

    NBA quase criou sistema maluco igual fantasy football pro Draft

    Gente, vocês não vão acreditar na ideia que a NBA quase aprovou. A liga cogitou seriamente um sistema de “créditos de draft” que funcionaria igual aqueles leilões de fantasy football. Sério. Por pouco não rolou uma revolução completa no Draft.

    A informação vazou que durante reuniões internas, antes de apresentarem as propostas oficiais pros 30 times em Manhattan, os caras da NBA estavam pensando em acabar COMPLETAMENTE com a ligação entre temporada regular e posição no draft. Imaginem isso.

    Como funcionaria esse sistema doido

    A ideia era assim: cada franquia receberia 100 créditos de draft (número redondo pra facilitar). Aí, em vez dos tradicionais picks de primeira e segunda rodada, os times fariam leilão começando com a primeira escolha geral.

    Tipo, o Lakers poderia dar 45 créditos pela primeira pick, mas aí o San Antonio chega e oferece 50. Quem tivesse mais créditos, levava. Na minha opinião, seria um caos total – mas um caos interessante.

    E olha só que loucura: nas trocas, em vez de trocar picks por veteranos, os times poderiam oferecer parte dos créditos. “Dou 40 dos meus 100 créditos pelo Jimmy Butler.” O time que recebesse poderia juntar com os próprios créditos e fazer lances gigantes nas primeiras escolhas.

    Por que não deu certo

    Sinceramente, acho que foi bom terem descartado. Imaginem a confusão que seria? Times pequenos que não conseguem atrair free agents ficariam ainda mais ferrados. Pelo menos no sistema atual, se você for ruim, tem chance de pegar um talento especial.

    A comparação com fantasy football faz sentido, mas basquete é diferente. Um rookiestar pode mudar completamente uma franquia – olha o que o Wembanyama fez com San Antonio.

    Por enquanto, as propostas que realmente têm chance de passar em maio são bem mais conservadoras: incluir times do Play-In na loteria e diminuir ainda mais as diferenças de probabilidade entre times que não foram pros playoffs.

    O Adam Silver já prometeu mudanças substanciais pra combater o tanking. E vocês, acham que esse sistema de leilão seria melhor ou pior que a loteria atual?

  • NBA Europa: + de 120 investidores querem pagar BILHÕES pela liga

    NBA Europa: + de 120 investidores querem pagar BILHÕES pela liga

    Gente, vocês viram essa loucura? A NBA Europa que tá planejada pra 2027 virou uma verdadeira guerra de bilionários. Mais de 120 investidores mandaram propostas até a terça-feira à meia-noite, e vários deles estão dispostos a desembolsar pelo menos 1 BILHÃO de dólares pra ter um time na liga.

    Sinceramente, eu não esperava essa repercussão toda. O Adam Silver deve tá sorrindo de orelha a orelha vendo essa galera brigando pra entrar no negócio.

    As cidades da vez

    A lista das 12 cidades escolhidas é de dar água na boca: Londres, Paris, Milão, Barcelona, Madrid, Roma, Atenas, Istambul, Berlim, Munique, Lyon e Manchester. Imagina só um Lakers vs Warriors em Wembley? Ou um Celtics vs Heat no estádio do Real Madrid?

    O Mark Tatum, vice-comissário da NBA, soltou uma nota falando que o nível de interesse “reflete a crença do mercado no nosso modelo proposto e no potencial enorme e inexplorado do basquete europeu”. Traduzindo: tem muito dinheiro envolvido aqui, pessoal.

    A briga tá feia na EuroLeague

    Aqui é onde a coisa fica interessante — e polêmica. Até os clubes tradicionais da EuroLeague mandaram propostas. Ou seja, times como Real Madrid, Barcelona e Olympiacos podem abandonar a liga europeia histórica pra entrar nessa nova brincadeira da NBA.

    E tem mais: mesmo sendo clubes estabelecidos, eles vão ter que pagar a mesma taxa de licença que qualquer investidor de fora. Nada de passe livre por tradição.

    Entre os nomes que já vazaram estão o fundo soberano da Arábia Saudita querendo Londres, o Qatar Sports Investments de olho em Paris, e a RedBird Capital (dona do AC Milan) mirando Milão. É dinheiro que não acaba mais.

    O modelo é tipo MLS no basquete

    A NBA tá basicamente copiando o que deu certo com a MLS no futebol americano. Franquias fechadas, sem rebaixamento, investidores comprando a entrada. Pra vocês terem noção, um time médio da MLS hoje vale 767 milhões de dólares.

    A diferença é que aqui estamos falando de basquete — e da marca NBA. O apelo é gigantesco.

    Claro que nem tudo são flores. Uma fonte disse que os investidores europeus estão “analisando com lupa” o modelo de negócio proposto, e que ainda vem muita negociação dura pela frente. O JP Morgan Chase e o Raine Group estão assessorando a NBA nessa empreitada de 16 times.

    E aí, vocês acham que essa NBA Europa vai mesmo decolar? Eu tô curioso pra ver como vai ser a reação dos fãs tradicionais da EuroLeague com essa revolução toda.