Tag: AJ Dybantsa

  • AJ Dybantsa acha que vai virar os Spurs rapidinho na NBA

    AJ Dybantsa acha que vai virar os Spurs rapidinho na NBA

    Olha, eu adoro a confiança dos calouros da NBA, mas o AJ Dybantsa mandou uma que me deixou pensando. O cara disse que espera uma reviravolta rápida tipo San Antonio Spurs quando chegar na liga. Mano, os Spurs saíram do fundo do poço pro playoff em tempo recorde, mas será que é assim tão simples?

    “Não vai demorar tanto assim, especialmente com minha adaptabilidade e ética de trabalho”, disse Dybantsa. “Eu acho que será, não vou dizer fácil, mas bem similar ao que esses caras fazem em termos de projeção.”

    Wizards na mira, mas sem papo

    O maluco é cotado pra ser a primeira escolha do Washington Wizards — time que, convenhamos, precisa urgente de uma estrela. Mas aqui vem o plot twist: ele disse que não conversou com Washington desde o combine do draft. Cara, isso é meio estranho, não acham?

    Sinceramente, acho que todo mundo meio que já deu como certo que ele vai pros Wizards. Mas essa falta de comunicação me faz pensar se não tem alguma coisa rolando nos bastidores.

    Versatilidade é a palavra-chave

    Quando perguntaram sobre seu estilo de jogo, Dybantsa destacou a versatilidade. “Tem muita coisa. Acho que minha habilidade de penetrar no garrafão e dar assistência pros meus companheiros, além de criar pra mim mesmo”, explicou. “Então eu acho que sou um armador natural, me encaixando bem com os outros.”

    Olha, essa mentalidade de “armador natural” me lembra muito alguns brasileiros que chegaram na NBA — sabe aquela pegada de jogar coletivo? Mas a real é que a NBA de hoje exige isso mesmo dos caras mais altos.

    E aí, vocês acham que ele realmente vai conseguir acelerar o processo de reconstrução do time que pegar ele? Porque uma coisa é ter talento individual, outra é transformar uma franquia inteira. Os Spurs tiveram o Wemby como catalisador, mas também uma estrutura monstro por trás.

    Eu tô curioso pra ver se essa confiança toda vai se traduzir em quadra. Às vezes o excesso de confiança pode ser uma faca de dois gumes na NBA — liga onde todo mundo jogava bola desde criancinha e chegou se achando o bichão.

  • Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Jazz não vai vacilar no Draft 2026 – Washington tá criando confusão

    Gente, o que diabos tá acontecendo em Washington? Sério mesmo.

    Enquanto todo mundo tá grudado nas Finais da NBA vendo os Knicks tentarem derrubar o reinado do Wembanyama, eu aqui não consigo parar de pensar no Draft de 2026. E olha, depois de 20 anos sofrendo com o Jazz, finalmente tenho motivos pra ficar empolgado.

    Jazz na pole position (quase)

    O Utah tem a segunda escolha num Draft que tá simplesmente monstro. AJ Dybantsa ou Darryn Peterson — um dos dois vai ser nosso, não importa o que Washington faça. São dois caras que podem facilmente virar All-Star, quem sabe até candidato a MVP no futuro.

    As regras são simples: Washington escolhe um, a gente fica com o outro. Easy.

    Mas aí que tá o problema — os Wizards tão criando um caos desnecessário. Primeiro disseram que não precisavam de um “salvador” no Draft. Depois o Cameron Boozer subiu nas projeções e todo mundo começou a falar dele. Agora ninguém sabe mais o que Washington vai fazer.

    A estratégia bizarra de Washington

    Cara, eu não entendo a estratégia deles. Se você quer aumentar o valor do seu ativo pra uma possível troca, não faz mais sentido mostrar o quanto você valoriza ele? Tipo, sai falando “cara, a gente AMA o Dybantsa” e vê os times desesperados oferecendo a casa toda por ele.

    É como tentar vender um carro falando que ele não presta. Não faz sentido nenhum.

    Mas sabe de uma coisa? Que se dane Washington.

    O Jazz tem uma diretoria inteligente que não vai se deixar levar por essa confusão toda. Danny Ainge e companhia sabem muito bem o que fazer — pegar o melhor jogador disponível na segunda posição e pronto.

    Não compliquem, por favor

    A única coisa que pode dar errado é se o Jazz resolver inventar moda e pegar alguém como Caleb Wilson. Pelo amor de tudo que é sagrado, NÃO FAÇAM ISSO.

    Vocês acham que Washington tá só criando smoke screen ou realmente não sabe o que fazer? Sinceramente, acho que é só teatro mesmo. No final das contas, tanto Dybantsa quanto Peterson são jogadores que podem mudar uma franquia.

    Depois de anos no deserto, finalmente temos uma chance real de pegar um craque. O Jazz só precisa não complicar o que é simples: escolher entre dois futuros astros da NBA. Qualquer um dos dois já tá de bom tamanho pra começar a sonhar com playoffs novamente em Salt Lake City.

  • Dybantsa na primeira escolha? Mock Draft 2026 esquenta discussões

    Dybantsa na primeira escolha? Mock Draft 2026 esquenta discussões

    Cara, o Draft da NBA de 2026 tá chegando (menos de três semanas!) e as especulações estão a todo vapor. E olha, tem uns debates bem interessantes rolando por aí.

    AJ Dybantsa, do BYU, continua sendo o favorito absoluto para ser a primeira escolha geral pelo Washington Wizards. Sinceramente? Faz todo sentido. O cara é um monstro de 2,06m que consegue criar arremesso do nada, pressiona o garrafão quando quer e tem um fadeaway impossível de bloquear. É esse tipo de ala versátil que Washington tá desesperadamente precisando.

    Jazz pescando um armador especial

    Na segunda escolha, o Utah Jazz deve ir atrás de Darryn Peterson, do Kansas. Esse menino de 1,96m é diferenciado — tem tudo que um armador da NBA moderna precisa: tamanho, arremesso (38,2% de três!), e o mais importante: aguenta pancada nos playoffs. Quantos calouros conseguem jogar naquela intensidade toda? Peterson consegue.

    Mas aí vem a pergunta: vocês acham que ele vai conseguir juntar aquela criatividade maluca que mostrava no high school com a consistência que exibiu em Kansas? Se conseguir, Utah vai ter um problemão bom nas mãos.

    A grande discussão da terceira escolha

    E é na terceira posição que a coisa fica interessante. Cameron Boozer, do Duke, aparece como favorito para o Memphis. O filho do Carlos Boozer (lembram dele?) é um QI basketball absurdo — processa o jogo de um jeito avançado que me lembra um pouco do Kevin Love nos tempos de Minnesota.

    Os números não mentem: 39,1% de aproveitamento de três pontos e 10,2 rebotes por jogo. É consistência pura. Pode não ser o cara que vai carregar um time nas costas, mas é daqueles jogadores que impactam vitórias por uma década inteira.

    Logo atrás, Caleb Wilson (North Carolina) pro Chicago Bulls na quarta posição. Outro ala-pivô interessante, mas com perfil mais atlético que técnico por enquanto.

    Uma coisa que me chamou atenção: o final da primeira rodada tá bem fraco mesmo. Vários calouros que poderiam ser escolhidos no primeiro round decidiram ficar no college por causa desses contratos de NIL gordos. É a nova realidade da NBA — não dá mais pra contar só com calouros desesperados pra sair da faculdade.

    Ah, e tem uma incógnita gigante: Luigi Suigo, um pivô italiano de 2,21m (!). Se ele mantiver o nome no Draft até 13 de junho, pode facilmente ser primeira rodada. Se sair, vai direto pro Villanova. Imaginem esse gigante jogando college basketball…

    E aí, quem vocês acham que realmente vai com a primeira escolha? Dybantsa tá fichado mesmo ou algum GM vai resolver apostar numa surpresa?

  • Dybantsa e Peterson brigam pela primeira escolha no Draft 2025

    Dybantsa e Peterson brigam pela primeira escolha no Draft 2025

    Olha só que situação interessante se formando no Draft da NBA de 2025. Segundo fontes do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, AJ Dybantsa (BYU) e Darryn Peterson (Kansas) estão na briga pela primeira escolha dos Washington Wizards.

    E antes que alguém pergunte: sim, ainda tem espaço pro Cam Boozer (Duke) na conversa. O cara não tá fora da jogada, não.

    O que mudou na corrida pelo topo

    Sinceramente? Eu achava que o Dybantsa seria escolha óbvia. O moleque tem 2,06m, joga em várias posições e tem um talento absurdo. Mas aparentemente não é tão simples assim. Mês passado já rolaram rumores de que ele não era garantia absoluta para a primeira posição.

    Peterson tá fazendo uma temporada monstro em Kansas e mostrando que merece estar nessa conversa. O garoto tem apenas 18 anos e já tá dominando no college. É impressionante como esses jovens chegam preparados hoje em dia.

    Wizards podem fazer surpresa

    Aqui que a coisa fica interessante. Michael Winger, presidente dos Wizards, já deixou claro que eles podem trocar a primeira escolha pra acumular assets. Imagina só – você tem a chance de pegar um futuro craque e resolve trocar por várias escolhas?

    Na minha visão, faz sentido. Os Wizards tão numa reconstrução total e talvez seja mais esperto pegar dois ou três jogadores bons do que apostar todas as fichas em um só. Mas cara, se eu fosse torcedor deles, ia ficar meio nervoso com essa ideia.

    O que vocês acham? Vale a pena os Wizards arriscarem trocar a primeira escolha, ou é melhor ir no garantido e escolher entre esses três talentos? Porque olhando de fora, qualquer um dos três pode ser uma estrela na liga.

  • Mock Draft 3.0: Wizards podem surpreender com 1ª escolha?

    Mock Draft 3.0: Wizards podem surpreender com 1ª escolha?

    Galera, o Draft da NBA 2026 tá chegando (só mais 3 semanas!) e finalmente saiu o primeiro mock draft completo depois da loteria definir a ordem. E cara, tem umas escolhas aí que vão fazer muito barulho.

    A bomba mesmo tá logo na primeira pick. Os Wizards com Darryn Peterson ao invés do AJ Dybantsa? Olha, eu sei que o Dybantsa é visto como o “cara” dessa classe, mas o Peterson jogando ao lado do Trae Young faz muito sentido. O moleque tem um jogo dinâmico que pode acelerar a volta dos Wizards aos playoffs.

    Jazz pega a joia que queria

    Aí que vem o plot twist perfeito: AJ Dybantsa caindo pros Jazz na segunda posição. Sinceramente, acho que essa seria a dupla ideal. O Utah já vinha flertando com a ideia de subir no draft pra pegar o garoto, mas se ele vier de graça assim… monstro demais.

    Cameron Boozer pros Grizzlies na terceira é o mais óbvio possível. O cara é uma máquina analítica, e Memphis é exatamente o tipo de time que valoriza isso. Zero surpresas aí.

    Bulls finalmente acertam uma?

    Caleb Wilson na quarta pick pros Bulls me chamou atenção. Olha, Chicago tá meio perdida faz tempo, mas o Wilson pode ser aquele cara que coloca ordem na casa. E na 15ª posição eles ainda pegam Hannes Steinbach – dupla de garrafão interessante.

    Uma coisa que me pegou foi o Keaton Wagler pros Clippers. Formar dupla com Darius Garland pode funcionar, mas será que o Wagler aguenta a pressão de LA logo de cara?

    Mavs caem mas se dão bem

    Os Mavericks caíram pra nona posição (que dor, né pessoal), mas Kingston Flemings nessa pick seria um presente dos céus. O garoto tem velocidade e visão de jogo que o Dallas precisa desesperadamente. E jogar ao lado do Cooper Flagg? Essa dupla pode ser absurda daqui uns anos.

    A trade dos Spurs subindo 9 posições pra pegar Yaxel Lendeborg também fez sentido. San Antonio sempre foi esperto no draft, e o Michigan forward pode contribuir desde o primeiro ano.

    E aí, galera? Vocês acham que o Wizards tem coragem mesmo de passar do Dybantsa? Porque se isso acontecer, vai ser uma das maiores surpresas da história recente do draft. O que vocês fariam no lugar deles?

  • AJ Dybantsa já quer a camisa 3 do Trae Young nos Wizards

    AJ Dybantsa já quer a camisa 3 do Trae Young nos Wizards

    Cara, isso aqui é o tipo de treta que só acontece na NBA mesmo. O AJ Dybantsa, que tá sendo apontado como primeira escolha geral do Draft 2026, já tá de olho na camisa número 3 do Trae Young nos Wizards. E o moleque não teve papas na língua — foi direto no programa do Gilbert Arenas e mandou: “Se eles me draftarem, eu vou precisar da 3, Trae. Vamos ver em umas 5 semanas”.

    Olha, eu entendo os dois lados aqui. O Dybantsa usou a 3 durante toda sua passagem dominante na BYU, onde simplesmente destruiu todo mundo no primeiro ano de faculdade. Pra ele, esse número faz parte da identidade desde o high school. É como se fosse a marca registrada do cara.

    A história da camisa 3 em Washington

    Agora, do lado do Trae Young, a situação é um pouco diferente mas igualmente importante. O cara chegou em Washington em janeiro e teve que abrir mão da sua icônica 11 porque a organização aposentou o número em homenagem ao lendário Elvin Hayes — e com razão, né?

    Aí o Young se adaptou, pegou a 3 e até criou uma nova marca pessoal com “TRA3”. Sinceramente, achei genial da parte dele transformar uma mudança forçada em oportunidade de rebranding. O cara é All-Star quatro vezes, tem seu lugar garantido no time, e agora vem um calouro querendo tomar sua camisa?

    Quem fica com a camisa no final?

    Na real, se os Wizards realmente pegarem o Dybantsa como primeira escolha geral — e tudo indica que vão —, essa vai ser uma negociação interessante nos bastidores. Normalmente, calouros respeitam veteranos estabelecidos, principalmente All-Stars. Mas estamos falando de um cara que pode ser a nova cara da franquia.

    E vocês, o que acham? O Young deveria ceder a camisa pro futuro da franquia ou o Dybantsa que tem que se adaptar? Eu acho que vai dar Young mesmo, até porque o cara tá há mais tempo na liga e tem mais moral. Mas vai ser engraçado de acompanhar essa “treta” de vestiário.

    O que mais me impressiona é a confiança do Dybantsa. Aos 19 anos, chegar e já mandar um recado desses mostra que o moleque não tá brincando. Ele sabe que é especial e não tem medo de mostrar isso. Essa mentalidade pode ser exatamente o que Washington precisa pra sair do buraco que tá há anos.

  • Draft 2026: Peterson pode ser #1, mas tem pegadinha no meio

    Draft 2026: Peterson pode ser #1, mas tem pegadinha no meio

    Olha, o prazo pra desistir do Draft da NBA 2026 acabou e agora a coisa ficou interessante de verdade. Darryn Peterson do Kansas sendo cotado como primeira escolha pelos Wizards? Cara, isso me surpreende zero — mas também tem muito mais história por trás disso.

    O que mais me chama atenção é que não tem aquele consenso óbvio de sempre. Diferente do ano passado com Cooper Flagg (que era óbvio que seria #1), agora temos pelo menos três caras brigando pelo topo: Peterson, AJ Dybantsa do BYU e Cameron Boozer do Duke.

    Peterson é realmente o cara?

    Peterson tem sido rankeado como #1 desde o começo do ciclo, mas sinceramente? O cara teve uma temporada meio estranha no Kansas. Problemas com câimbras atrapalharam bastante o ritmo dele, e isso me deixa com o pé atrás. Por outro lado, quando ele tá 100%, o moleque é um monstro. 1,96m de altura, 20.2 pontos por jogo e 38.2% nos três pontos. Esses números não mentem.

    O que me impressiona é a versatilidade dele. Pode jogar de armador ou ala-armador, e isso é ouro puro na NBA moderna. Mas será que os Wizards vão apostar todas as fichas nele? Washington tem várias opções na mesa, incluindo uma possível troca com o Utah.

    AJ Dybantsa não pode ser ignorado

    Se eu fosse o Utah Jazz, estaria rezando pra Peterson sair primeiro e Dybantsa cair no meu colo. O cara fez 25.5 pontos por jogo no BYU sendo calouro — isso é absurdo. E tem 2,06m de altura! É praticamente um Kevin Durant em potencial.

    A conexão local também é interessante. Dybantsa jogou no Utah Prep no ensino médio e depois foi pra BYU. Imagina a festa que seria se ele ficasse no Jazz? O cara seria ídolo instantâneo por lá.

    Cameron Boozer completando o top 3 no Memphis faz sentido também. O filho do Carlos Boozer tá sendo meio subestimado na minha opinião. 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo no Duke? E ainda com 39.1% de três? Esse moleque sabe jogar bola.

    O meio do draft tá recheado

    Uma coisa que me chamou atenção é que vários jogadores decidiram ficar na faculdade em vez de arriscar no draft. Por um lado, isso deixou o final da primeira rodada e toda a segunda rodada meio fracas. Por outro, significa que a classe de 2027 pode vir ainda mais forte.

    Entre os que confirmaram entrada estão Koa Peat (Arizona), Meleek Thomas (Arkansas) e Allen Graves (Santa Clara). Peat em especial me deixa curioso — o cara meio que mudou a mecânica do arremesso inteira no Draft Combine. Isso ou é genial ou vai dar muito errado.

    E aí, pessoal — vocês acham que Peterson realmente merece ser #1? Ou Dybantsa deveria ir primeiro? Na minha humilde opinião, qualquer um dos três primeiros sendo a primeira escolha seria defensável. Só mostra como esse draft tá equilibrado lá em cima.

    Uma coisa é certa: June vai ser interessante. Especialmente se rolar essas trocas que estão sendo especuladas. Kings e Thunder tentando subir no draft? Isso pode bagunçar tudo.

  • AJ Dybantsa lista os astros da NBA que ele imita no jogo

    AJ Dybantsa lista os astros da NBA que ele imita no jogo

    Cara, o Draft de 2026 da NBA tá pegando fogo! E tem um moleque que tá chamando atenção de todo mundo: AJ Dybantsa, o ala do BYU que pode muito bem ser a primeira escolha geral. Ontem ele soltou uma lista dos jogadores que ele usa como inspiração pro seu jogo e… meu amigo, que lista!

    “Meu jogador favorito é o Kevin Durant, mas a comparação que fazem é com Tracy McGrady… Eu amo o Paul George, Kawhi, Brandon Ingram, Tatum, Brown, Shai, Luka e Edwards”, disse o garoto de 19 anos.

    Lista de monstros como referência

    Olha só essa galera que ele citou. Kevin Durant — dispensa comentários, né? Tracy McGrady, que era puro veneno no auge. Paul George quando tá saudável é diferenciado. Kawhi Leonard, o robô assassino. Sem falar no Tatum, que é cestinha nato, e no Luka que joga um basquete de outro planeta.

    Sinceramente? Eu acho que o moleque tem bom gosto pra escolher referências. Todos esses caras têm uma coisa em comum: versatilidade absurda e capacidade de resolver jogos sozinhos. Se o Dybantsa conseguir absorver nem que seja 50% do que cada um desses faz de melhor, vai ser um problemão pra qualquer defesa da NBA.

    Washington pode fisgar o prospecto

    E por falar nisso, parece que o Washington Wizards ganhou na loteria do Draft e deve pescar o AJ com a primeira escolha. Faz todo sentido, na minha opinião. O time tá montando um quinteto interessante com Trae Young, Anthony Davis, Alex Sarr e Kyshawn George — e um ala talentoso como o Dybantsa seria a peça que falta no quebra-cabeças.

    O garoto tem 19 anos e já mostra uma maturidade impressionante ao escolher suas referências. Não tá falando que quer ser igual ao LeBron (que seria meio pretensioso demais), mas pegou jogadores com estilos que realmente combinam com o perfil dele.

    Vocês acham que ele consegue chegar no nível desses caras que ele citou? Porque olha, é uma lista de peso mesmo. Mas se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando a NBA é que quando um prospecto tem essa clareza de visão sobre o próprio jogo aos 19 anos, geralmente é sinal de que a cabeça tá no lugar certo.

  • Draft 2026: Dybantsa em 1º, mas tem brasileiro na briga?

    Draft 2026: Dybantsa em 1º, mas tem brasileiro na briga?

    Galera, chegou a hora da especulação mais gostosa do ano: o mock draft da NBA 2026! Com o prazo de inscrição encerrado, já sabemos quem tá na briga pra virar profissional e quem resolveu ficar mais um ano na faculdade.

    E olha, que classe promissora. AJ Dybantsa do BYU tá sendo cotado como primeira escolha pro Washington Wizards, e cara… faz todo sentido. O moleque foi simplesmente um monstro na NCAA, liderou o país em pontuação e ganhou o prêmio Julius Erving. 35 pontos e 10 rebotes no March Madness? Absurdo.

    O fenômeno Dybantsa pode salvar Washington

    Washington teve o pior ataque da liga essa temporada — segundo pior da NBA, imaginem a situação. Dybantsa seria exatamente o que eles precisam: um cara de 6’9″ que pode criar jogada sozinho e meter pontos de qualquer lugar da quadra. 680 pontos sem assistência na temporada, segundo o CBB Analytics. Isso é coisa de outro planeta.

    O que me impressiona mesmo é como ele fechou a temporada: 28.8 pontos por jogo nas últimas 17 partidas. E aquele jogo de 40 pontos contra o Kansas State? Pura magia. Jogando ao lado do Trae Young e Anthony Davis, o cara pode aprender muito e já chegar chegando.

    Cameron Boozer quer estragar a festa

    Mas ó, não tá fácil pra ninguém não. Cameron Boozer, filho do Carlos Boozer (lembram dele?), tá fazendo barulho em Duke. O moleque foi eleito jogador do ano da ACC e levou o time pro Sweet 16. E tem um detalhe curioso: o pai dele trabalha como scout pro Utah Jazz, que tem a segunda escolha. Coincidência? Eu acho que não.

    Boozer não é aquele cara espetacular que vira meme no Instagram, mas é consistente pra caramba. E convenhamos, consistência na NBA vale ouro. O Jazz tá montando um time interessante depois de trocar pelo Jaren Jackson Jr. e draftar o Ace Bailey.

    Caleb Wilson do North Carolina também tá na briga pelo top 3. Tem GM falando que “todo time” vai colocar ele acima de qualquer outro prospect. O Memphis Grizzlies, que ama uma escolha fora da curva, pode muito bem ir nele.

    E os brasileiros, cadê?

    Uma coisa que me deixa curioso é ver se algum brasileiro vai aparecer nessa primeira rodada. Sempre fico de olho pra ver se surge mais um compatriota pra gente torcer na NBA. Por enquanto, o foco tá todo nos americanos mesmo, mas quem sabe rola uma surpresa?

    Vocês acham que Dybantsa realmente vai em primeiro? Ou Cameron Boozer pode dar a volta por cima? Sinceramente, acho que Washington não tem muito o que pensar — eles precisam de pontos urgente, e Dybantsa é exatamente isso.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 promete muito. E depois de ver o que alguns calouros fizeram na temporada passada, tô ansioso pra ver como esses moleques vão se adaptar ao basquete profissional. A NBA só fica mais emocionante com sangue novo entrando.

  • AJ Dybantsa: o monstro que pode revolucionar o Utah Jazz no Draft 2026

    AJ Dybantsa: o monstro que pode revolucionar o Utah Jazz no Draft 2026

    Olha, vou falar uma coisa que pode soar exagerado, mas não é: AJ Dybantsa é simplesmente o prospect mais completo que eu vi em muito tempo. E quando eu falo muito tempo, estou falando de gerações mesmo.

    O cara saiu de BYU como líder de pontuação da NCAA sendo apenas um calouro — 25 pontos por jogo, gente! Vocês conseguem dimensionar o absurdo que isso representa? Ser o cestinha da NCAA no primeiro ano é coisa de monstro mesmo.

    Por que ele é tão especial?

    Sinceramente, é mais fácil falar o que ele NÃO tem do que listar suas qualidades. Dybantsa tem físico de veterano da NBA, pode jogar em múltiplas posições, tem facilidade para criar jogadas e ainda por cima é eficiente nos arremessos. Na minha visão, essa temporada inteira foi só um aquecimento para ele — tipo um Giannis jovem se preparando para dominar a liga.

    A única crítica real que consigo fazer é na defesa. Mas olha, considerando que ele carregou praticamente sozinho o ataque dos Cougars (ainda mais depois que Richie Saunders se machucou), eu até perdoo. E mesmo assim, ele não foi ruim defensivamente — só ficou um pouco abaixo da média da liga.

    Eu sempre disse: quando você tem um talento desses, você pega e pergunta depois.

    O encaixe perfeito no Jazz

    Se eu fosse o Danny Ainge, estaria babando por esse garoto. O Utah Jazz tem a segunda escolha do Draft e, cara, pode ser que seja o suficiente para pescar o Dybantsa. Os Wizards ainda não bateram o martelo na primeira escolha, então quem sabe?

    Com Keyonte George se consolidando na armação (6.1 assistências por jogo na reta final da temporada passada — monstro!), falta exatamente um ala-armador de elite. E é aí que o Dybantsa se encaixa como uma luva.

    Imagina só um quinteto com George, Dybantsa, Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler? Eu fico arrepiado só de pensar. Ou então, se resolverem apostar no Ace Bailey como titular e trocar o Markkanen por mais picks… cara, as possibilidades são infinitas.

    O mais legal do Dybantsa é a versatilidade. Pode jogar desde armador até ala-pivô em situações específicas. Will Hardy vai ter um baú de opções táticas nas mãos.

    E aí, vocês acham que o Jazz tem chance real de pescar esse fenômeno? Ou os Wizards vão fazer a escolha óbvia e pegar ele em primeiro?