Tag: AJ Dybantsa

  • Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Cara, que Draft vai ser esse de 2026! Estamos falando de quatro caras que são simplesmente absurdos: Darryn Peterson, AJ Dybantsa, Cameron Boozer e Caleb Wilson. E o mais louco? Qualquer um deles pode ser o primeiro pick.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall em 2010. Imagina a pressão? O time fez uma temporada horrorosa (17-65), mas pode estar prestes a mudar completamente de patamar.

    A rivalidade épica que virou lenda

    Olha, eu tenho que contar essa história porque é surreal. Peterson e Dybantsa já se enfrentaram no ensino médio num jogo que entrou pra história do basquete americano. O Peterson fez 58 pontos pelo Prolific Prep e acertou a bola de 3 da vitória nos segundos finais. O Dybantsa? 49 pontos pelo Utah Prep.

    “Se você estava nesse jogo, provavelmente é uma memória central de toda sua experiência assistindo basquete”, disse o próprio Dybantsa. E ele tá certo — imaginem presenciar isso ao vivo!

    O louco é que eles se reencontraram na faculdade quando Kansas bateu BYU. Peterson fez 18, Dybantsa 17. A rivalidade continua, né?

    Cameron Boozer: DNA de campeão

    Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Bulls?), Cameron foi eleito o melhor jogador universitário do país pela AP. Os números são de monstro: 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, empatado na liderança nacional com 22 double-doubles.

    “Para mim, é sobre encontrar a situação certa”, disse Boozer. E faz sentido — o cara entende que onde você é draftado pode definir toda sua carreira. Imaginem ele no Bulls como o pai? O próprio Carlos “adoraria” ver o filho em Chicago.

    Wilson e as lesões que assombram

    Caleb Wilson tava tendo uma temporada dominante (19.8 pontos, 9.4 rebotes) quando quebrou a mão esquerda. Voltou, treinou um pouco e… quebrou o polegar direito num treino sem contato. Que azar, bicho!

    Mas ele garante que tá 100%: “Vão ter um vencedor”, disse. “Alguém dedicado à franquia, que vai mudar a cidade para melhor.” Gosto dessa confiança.

    E Peterson? O cara foi hospitalizado por câimbras no corpo todo antes da temporada e perdeu 11 jogos por várias lesões. Mas quando jogou, foi absurdo: 20.2 pontos convertendo 38.2% das bolas de 3 em apenas 24 jogos.

    Sinceramente, qualquer um desses quatro pode revolucionar uma franquia. O Wizards tem uma decisão difícil pela frente — e nós vamos acompanhar cada segundo dessa escolha. Vocês acham que o Dybantsa vai mesmo em primeiro? Eu tenho minhas dúvidas…

  • Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Dybantsa no Draft não é certeza absoluta — tem coisa rolando

    Galera, eu tô aqui acompanhando o Combine da NBA em Chicago e vocês não vão acreditar no que tô ouvindo pelos corredores. Sabe aquela história de que o AJ Dybantsa seria primeira escolha absoluta do Washington? Pois é, não é bem assim.

    Quando saiu o resultado da loteria no domingo, todo mundo — e eu digo TODO MUNDO — botou o Dybantsa direto pro Wizards na posição #1. Parecia mais garantido que morte e imposto. Mas conversando aqui com scouts, a coisa não tá tão amarrada quanto parecia.

    A bomba que ninguém esperava

    Um scout de outro time da loteria foi direto ao ponto quando perguntei se considerava a escolha do Dybantsa pelo Washington uma certeza: “Absolutamente não. Ficamos surpresos que a transmissão fizesse parecer algo tão óbvio”.

    Cara, isso me pegou de jeito. E olha que não é qualquer pessoa falando — é gente que tá lá dentro, que sabe das coisas.

    O próprio Dybantsa deu uma cutucada na noite da loteria, falando que tava aberto pra fazer workout com mais times (dois, pra ser exato). E aqui que a coisa fica interessante…

    Utah no coração

    O papo que mais rola aqui em Chicago é que o Dybantsa quer mesmo é ficar em Utah. Faz sentido, né? O cara já tá lá há dois anos — um no Utah Prep, outro em Provo na BYU. A família dele se mudou pra lá e gostaram do lugar.

    Agora me diz: será que a gente vai ver aquelas “pegadinhas” de workout onde o jogador simplesmente se recusa a treinar pro time que tem a primeira escolha? O próprio Wizards já fez isso recentemente com Alex Sarr e — pasmem — com Ace Bailey, que ironicamente tá justamente em Utah agora.

    Sinceramente, eu acho que se rolar alguma troca entre as posições 1 e 2, vai ter que partir do pessoal do Dybantsa. Utah provavelmente não vai ser o primeiro a ligar pro Washington oferecendo troca.

    Mas ó, até o final de terça-feira os boatos meio que esfriaram. O pessoal do Dybantsa indicou que não tão interessados nessa jogada política toda, mesmo preferindo Utah.

    E o que rola na segunda posição?

    Se o Dybantsa realmente for pro Washington, o Jazz pega quem na segunda? A maioria aqui fala do Darryn Peterson, armador do Kansas. E olha, tem uma coincidência interessante: Carlos Boozer (pai do Cameron Boozer que pode ser a terceira escolha) trabalha como scout pro Utah.

    Peterson faz todo sentido pro elenco atual do Jazz. E tem gente aqui sussurrando que alguns dentro da organização podem até considerar ele melhor jogador que o Dybantsa. Os Ainge (Danny e Austin) sempre acompanharam os principais prospects desde o colegial, então conhecem bem o jogo do Peterson antes dos problemas de disponibilidade dessa temporada.

    E aí, vocês acham que o Dybantsa vai mesmo tentar forçar uma troca pra Utah ou vai acabar no Wizards mesmo? Eu tô curioso pra ver como essa novela vai acabar.

  • Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Jazz pode trocar tudo pelo pick #1 e pegar AJ Dybantsa no Draft

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando NBA é que temporada de Draft é igual novela — nunca falta drama. E o maior boato rolando por aí agora? O Utah Jazz pode estar disposto a dar qualquer coisa pro Washington Wizards pra trocar de posição no Draft 2026 e pegar AJ Dybantsa com a primeira escolha.

    Ryan Smith, dono do Jazz, não tá brincando em serviço quando o assunto é Dybantsa. Em entrevista pro Deseret News, o cara foi direto: “tudo deve estar na mesa” quando perguntaram se ele toparia negociar pra subir da segunda pra primeira posição. Monstro.

    A conexão Utah faz todo sentido

    E convenhamos, faz total sentido essa obsessão do Jazz pelo garoto. Dybantsa não é qualquer um — o cara jogou o último ano do ensino médio no Utah Prep e depois brilhou na BYU. É praticamente um filho adotivo do estado. Imagina a pressão (boa) que seria ter esse moleque jogando profissionalmente onde tudo começou?

    “A gente não controla isso”, disse Smith. “Estamos tentando ganhar um campeonato. Então tudo deveria estar na mesa. Austin e Danny (Ainge) também são conhecidos por fazer umas loucuras na noite do Draft.”

    E quando ele fala de “loucuras”, não tá exagerando. Lembram de 2017? Danny Ainge, que hoje tá no Jazz como executivo, estava no Celtics e fez aquela troca histórica — desceu da primeira pra terceira posição, trocou com o Sixers, e no final das contas pegou Jayson Tatum enquanto Philly ficou com Markelle Fultz. Genial.

    Mas calma, não tá garantido nada

    Agora, antes de todo mundo do Jazz começar a sonhar acordado, tem um detalhe importante: Dybantsa no Wizards não é certeza. Diferente do ano passado, quando Cooper Flagg era consenso absoluto pra primeira escolha, esse Draft tá bem mais aberto.

    Um olheiro falou pro Adam Finkelstein da CBS Sports que a ida do Dybantsa pra Washington “absolutamente não” é garantida. “Ficamos surpresos com a transmissão fazer parecer que era algo certo”, disse o cara.

    Sinceramente? Acho que isso deixa tudo ainda mais interessante. Além do Dybantsa, tem nomes como Peterson e Cameron Boozer (sim, filho do Carlos Boozer) na conversa pro pick número um.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Porque se rolar, vai ser um dos movimentos mais ousados que a gente já viu em Draft da NBA. O Ryan Smith parece disposto a apostar todas as fichas — e olha que ele não é de brincadeira quando quer alguma coisa.

  • GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    GM dos Wizards já conhece Dybantsa há anos — será coincidência?

    Olha, quando você tem a primeira escolha do Draft depois de anos horríveis, cada detalhe importa. E os Wizards podem ter uma vantagem secreta que ninguém estava esperando.

    Will Dawkins, o GM de Washington, conhece AJ Dybantsa desde que o garoto tinha 14 anos. Isso mesmo — cinco anos de relacionamento com a família do cara que pode ser a primeira escolha geral. Ambos são de Massachusetts, e essa conexão pode fazer toda a diferença na decisão mais importante da franquia em anos.

    A conexão que pode mudar tudo

    “Esse cara tem um carisma único”, falou Dawkins no Combine da NBA. “Ele tem uma confiança especial. Conseguiu elevar seu jogo em cada nível que chegou.” E cara, quando você vê as estatísticas do moleque, entende o porquê dessa empolgação.

    Dybantsa liderou o país em pontuação como calouro — 25,5 pontos por jogo com 51% de aproveitamento. Um cara de 2,03m que sabe pontuar, defender e ainda arma jogadas para os companheiros. É praticamente um unicórnio no basquete moderno.

    Wizards precisam acertar dessa vez

    Vamos ser honestos: Washington venceu apenas 50 jogos nas últimas três temporadas. Cinquenta! O Thunder, atual campeão, ganhou mais que isso só na última temporada. A situação é desesperadora, mas com Anthony Davis e Trae Young agora no elenco (se conseguirem ficar saudáveis), existe uma luz no fim do túnel.

    Sinceramente acho que essa conexão pessoal entre Dawkins e Dybantsa não é coincidência. No basquete, relacionamentos importam tanto quanto talento. Quando você conhece a família de um jogador há anos, você entende muito mais do que números podem mostrar.

    O GM vai ter cinco semanas para pesquisar a fundo todos os candidatos, mas convenhamos — ele já tem uma vantagem considerável com Dybantsa. E vocês, acham que essa história pessoal vai pesar na decisão final? Porque eu tenho a impressão de que os Wizards já sabem exatamente o que querem fazer com essa escolha.

  • Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Gente, saíram as medidas oficiais dos três primeiros do Draft da NBA no Combine e cara… confirma tudo que a gente já imaginava sobre esses monstros. AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer não decepcionaram nem um pouco.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall lá em 2010. E olha, que sorte a deles, porque esse top 3 é de dar inveja em qualquer franquia.

    Dybantsa: o ala perfeito para a NBA

    O cara do BYU veio com 2,03m descalço e 98kg. Envergadura? 2,13m. Alcance em pé? Absurdos 2,69m. Na minha opinião, essas são exatamente as medidas que você quer ver num ala moderno da NBA. Não é à toa que todo mundo fala dele como consenso para primeira pick.

    Jonathan Givony, que é referência no Draft Express, falou que são “dimensões de elite para um ala da NBA”. E tá certo, né? Com esse físico, o garoto consegue jogar de 2 até 4 sem problema nenhum.

    Peterson e Boozer: complementos perfeitos

    O armador do Kansas, Darryn Peterson, veio com 1,94m e 90kg — mas olha só a envergadura: 2,06m! Cara, isso é coisa de maluco para um armador. Com esse alcance, ele consegue roubar bola e defender alas pequenos numa boa. Givony chamou de “ferramentas físicas de elite”, e eu concordo totalmente.

    Já o Cameron Boozer, que todo mundo conhece por causa do pai (Carlos Boozer era um monstro), chegou nos 2,03m e 115kg. A surpresa boa foi o alcance de 2,74m — isso abre possibilidade dele jogar até de pivô pequeno quando necessário. Duke sempre produz jogadores prontos para a NBA, e esse não vai ser exceção.

    Sinceramente? Qualquer um desses três vai dar certo na NBA. O físico tá ali, o talento todo mundo já viu na faculdade. Agora é só escolher quem encaixa melhor em cada sistema.

    E aí, quem vocês acham que os Wizards vão escolher? Na minha visão, tanto faz — qualquer um desses três vai ajudar muito Washington a sair dessa fase ruim.

  • Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Jazz, pelo amor de Deus, não subam no draft!

    Cara, finalmente aconteceu. Depois de três anos de sofrimento puro, o Utah Jazz conseguiu subir na loteria do Draft da NBA e vai draftar em segundo lugar em 2026. Três anos, gente! Três temporadas torcendo pro próprio time perder, vendo os caras principais praticamente aposentados no banco… foi de partir o coração, mas valeu a pena.

    Agora vem a parte boa: seja AJ Dybantsa ou Darryn Peterson, o Jazz vai pegar um monstro absoluto. Washington vai escolher um dos dois em primeiro, e Utah fica com o que sobrar — que sinceramente, tanto faz qual dos dois seja.

    Os dois são craques de verdade

    Olha, eu acompanho draft há anos e raramente vi duas opções tão equilibradas no topo assim. Dybantsa do BYU tem uma ligeira vantagem nas projeções, mas Peterson também é considerado material de primeira escolha. Os dois têm potencial All-NBA, podem disputar MVP no futuro… enfim, são jogadores de franquia mesmo.

    É aquela situação rara onde draftar em segundo é quase tão bom quanto draftar em primeiro. Você tem toda a emoção de pegar uma estrela, mas sem a pressão de “escolher o cara certo”. Washington escolhe um, Utah relaxa e pega o outro. Simples assim.

    Mas aí que começaram os rumores…

    Ryan Smith, não faça besteira!

    Jake Fischer soltou uma bomba: Michael Winger, presidente dos Wizards, disse que não descarta trocar a primeira escolha. O cara falou que não é um “momento salvador” pra Washington, que já tem Trae Young e Anthony Davis, e que se tiver 2-3 jogadores que eles gostam igualmente, podem negociar a pick.

    E claro, em questão de minutos já estavam especulando que o Jazz — que é fã declarado do Dybantsa — pode tentar subir pro primeiro lugar. Ryan Smith ainda jogou lenha na fogueira no programa do Pat McAfee, falando que “seria irresponsável se tudo não estivesse na mesa”.

    Gente, eu vou falar uma vez só: NÃO FAÇAM ISSO!

    Por que seria uma burrada

    Cara, vou ser bem direto: vocês não podem errar com nenhum dos dois. Peterson encaixa perfeitamente ao lado do Keyonte George — 1,98m, mentalidade de pontuador nato, joga duro pra caramba. O cara é um demônio em quadra e seria perfeito no Jazz.

    E o Dybantsa? Meu amigo, o cara é um fenômeno também. Qualquer um dos dois vai resolver os problemas de Utah pros próximos 10-15 anos.

    Então por que diabos vocês iriam trocar assets preciosos pra subir uma posição? Vocês já estão garantidos com uma das duas estrelas! É como trocar um Fusca e mais uma grana pra comprar uma Ferrari vermelha em vez de aceitar uma Ferrari azul de graça.

    E aí, pessoal do Jazz, vocês acham que vale a pena arriscar? Ou vão fazer a coisa sensata e ficar quietinhos na segunda posição esperando o presente cair no colo? Eu sei o que eu faria…

  • Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Boozer despenca no Mock Draft 2026 – Grizzlies apostam no potencial

    Olha só que reviravolta no primeiro Mock Draft 2026! Depois da loteria do domingo, tá todo mundo falando sobre como o Cameron Boozer – sim, filho do Carlos Boozer – despencou para a quarta posição do Bulls, enquanto o Memphis resolveu fazer uma aposta arriscada na terceira escolha.

    E o favoritão pra primeira pick? AJ Dybantsa, o fenômeno de 2,06m da BYU que simplesmente DOMINOU o basquete universitário. O cara é -450 nas casas de apostas pra ser o primeiro escolhido – isso é praticamente certeza, galera. Washington deve estar comemorando depois daquela temporada horrorosa de 17-65.

    Peterson vs Dybantsa: a comparação dos próximos 10 anos

    Sinceramente, eu achava que o Darryn Peterson do Kansas ia dar mais trabalho pro Dybantsa na corrida pelo topo. O garoto tem 1,98m, joga de armador mas também atua na ala – um combo guard moderno que deveria ter sido sensação. Só que a temporada dele foi meio… estranha?

    Peterson entrou e saiu do time várias vezes, às vezes por escolha própria. Isso levantou umas red flags nos front offices da NBA. Imagina só – você tem o talento do mundo, mas não consegue se manter consistente no college? É complicado.

    Por outro lado, Dybantsa foi uma máquina: 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências por jogo. O moleque liderou o país inteiro em pontuação. Quando você vê números assim, fica difícil não apostar no cara, né?

    A aposta arriscada do Memphis

    Agora, o que me chamou atenção mesmo foi o Memphis passando o Boozer pra pegar o Caleb Wilson da Carolina do Norte na terceira pick. Wilson é um pra frente de 2,08m que fez uma temporada sólida (19,8 pontos e 9,4 rebotes), mas escolher ele na frente do Boozer? É uma decisão corajosa.

    O Grizzlies tá em rebuild total depois de trocar o Desmond Bane e o Jaren Jackson Jr., e com o Ja Morant também cotado pra sair… cara, eles precisam MUITO acertar nessa escolha. Wilson tem potencial? Tem. Mas será que vale mais que a segurança do Boozer?

    E vocês, o que acham? Boozer cair pra quarta posição é loucura ou faz sentido? Na minha opinião, o Chicago vai fazer um negócio da china se isso realmente rolar. Às vezes as melhores escolhas vêm quando todo mundo subestima um cara.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 tá sendo chamada de a melhor da história do basquete universitário. Se for mesmo, a gente vai ter uns anos INSANOS de NBA pela frente.

  • Top 25 do Draft 2026: AJ Dybantsa é realmente o cara?

    Top 25 do Draft 2026: AJ Dybantsa é realmente o cara?

    Cara, já começou a loucura do Draft 2026! O Washington Wizards tirou a sorte grande na loteria e vai escolher primeiro, seguido por Utah Jazz, Memphis Grizzlies e Chicago Bulls. E agora todo mundo quer saber: quem são os monstros que vão mudar a NBA nos próximos anos?

    Olha, eu acompanho esses garotos desde o ensino médio, e posso dizer que essa classe é ABSURDA. O nome que todo mundo conhece é o AJ Dybantsa, mas tem muito talento escondido nessa lista que pode surpreender.

    Os Três Primeiros Colocados

    AJ Dybantsa (BYU) tá no topo, e sinceramente? Faz sentido. O cara tem 2,06m, joga de ala, e simplesmente resolve qualquer situação na quadra. Aos 19 anos, já mostra uma maturidade absurda no jogo.

    Cameron Boozer (Duke) vem logo atrás. Filho do Carlos Boozer, esse garoto de 2,06m herdou muito do pai – e talvez até melhorou a receita. Só tem 18 anos e já joga como veterano.

    Darryn Peterson (Kansas) completa o top 3. Armador de 1,96m que simplesmente não erra quando a coisa aperta. O Bill Self deve estar babando com esse moleque na universidade.

    As Revelações que Ninguém Tá Falando

    Agora vem a parte interessante: quem são os caras que vão fazer os GMs se arrependerem de não ter pescado antes?

    Caleb Wilson (North Carolina) na quarta posição me chama atenção. Pivô de 2,08m que joga com uma elegância que lembra muito o Tim Duncan jovem. Roy Williams deve estar se divertindo nos treinos.

    E tem o Aday Mara (Michigan) na 11ª posição – um gigante de 2,21m vindo da Espanha. Cara, esse tipo de jogador europeu sempre me deixa curioso. Lembram do que aconteceu com o Porzingis?

    Kingston Flemings (Houston) também merece destaque. Armador de 1,93m que tem aquele jogo moderno que a NBA adora: arremessa de qualquer lugar e ainda distribui como ninguém.

    Minha Análise Pessoal

    Olhando essa lista, uma coisa me chama atenção: a quantidade de jogadores altos que sabem fazer de tudo. Antigamente, pivô ficava no garrafão e pronto. Hoje esses caras de 2,06m, 2,08m jogam como alas e ainda acertam de três pontos.

    Outra coisa interessante é a diversidade internacional. Além do Mara da Espanha, tem o Hannes Steinbach da Alemanha e o Karim Lopez que tá jogando na Austrália. A NBA realmente virou global mesmo.

    E aí, quem vocês acham que vai ser a maior surpresa? Eu tenho uma teoria de que algum desses caras do meio da lista vai explodir e todo mundo vai falar “como ninguém viu isso vindo?”

    O combine em Chicago vai ser crucial. É lá que a galera vai ver quem realmente aguenta a pressão e tem o físico pra NBA. Alguns nomes podem subir muito na lista depois dessas medições e scrimmages.

    Uma coisa é certa: 2026 promete ser um dos drafts mais equilibrados dos últimos anos. Não tem um LeBron óbvio no topo, mas tem muito talento distribuído. Isso significa que times que escolhem mais pro final da loteria podem pescar jogadores incríveis.

  • Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Mock Draft pós-lottery: AJ Dybantsa vai pra onde?

    Galera, o Draft Lottery já passou e — vamos ser honestos — eu queria que tivesse sido diferente pra alguns times. Mas fazer o quê, né? Agora é hora de especular quem vai onde nesse Draft que promete ser insano.

    Vou compartilhar aqui minha visão de como os primeiros picks vão rolar, porque sinceramente? Esse Draft tem cara de ser histórico.

    Washington pega o queridinho geral

    Com a primeira escolha, Washington vai de AJ Dybantsa. Olha, pode ter argumento pra outros caras irem em primeiro, mas o Dybantsa é o que tem menos pontos de interrogação. O moleque de BYU é simplesmente completo.

    E faz todo sentido pros Wizards. O Bilal Coulibaly não evoluiu no ataque como esperavam, então o Dybantsa pode pegar a vaga de titular na ala desde o primeiro dia. Com Trae Young e Anthony Davis chegando também, Washington tá montando algo interessante ali.

    Imagina quando o Tre Johnson e o Alex Sarr também estiverem prontos? Os Wizards podem finalmente ganhar 50 jogos depois de mais de 50 anos. Isso se não for zikar falando, né?

    Utah pega o artilheiro

    No segundo pick, Utah vai de Darryn Peterson. Cara, esse moleque é pura habilidade ofensiva — um bucket ambulante mesmo. O único problema foi as cãimbras que ele teve em Kansas, mas descobriram que era por causa de creatina em excesso. Bizarro, mas pelo menos já resolveram.

    Peterson com Keyonte George no backcourt? Meu Deus, vai ser um show de pontuação. Só espero que o físico aguente agora.

    Memphis aposta no poste moderno

    Memphis tá numa situação complicada — trocaram o Jaren Jackson Jr., vão trocar o Ja Morant… precisam urgente de uma estrela. Por isso vão de Cam Boozer na terceira posição.

    O garoto foi Player of the Year na faculdade com 22/10/4 de média. Absurdo. E olhando o que o Jokic fez com a liga, é difícil não ver o Boozer tendo sucesso também. Não tô dizendo que vai ser MVP três vezes, mas All-Star? Com certeza.

    E vocês, o que acham?

    Chicago provavelmente vai de Caleb Wilson — um cara com upside defensivo monstro, meio Kevin Garnett style. Já os Clippers podem pegar Mikel Brown Jr. pra ajudar na defesa, já que Kawhi Leonard tá com um pé na porta.

    Esse Draft tá com uma cara diferente, galera. Que jogador vocês acham que vai surpreender mais? E quem vai ser o maior steal da primeira rodada?

  • Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Wizards ganha a loteria e ESPN/Athletic fazem mock draft IDÊNTICO

    Cara, que coincidência maluca é essa? ESPN e The Athletic fizeram mock drafts pós-loteria com o TOP-10 EXATAMENTE IGUAL. Tipo, idêntico mesmo. Zero diferença. Isso aí mostra que tem um consenso bem claro sobre quem são os melhores prospects de 2026.

    E olha só o presente que o Washington Wizards ganhou: a primeira escolha geral do Draft 2026! Foi a primeira vez desde 2010 que eles conquistaram o topo da loteria. Sinceramente? Mereceram. O time fez uma engenharia social absurda — trocaram por veteranos como Trae Young e Anthony Davis no deadline e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos. É o tanking científico, meu amigo.

    AJ Dybantsa é consenso absoluto

    O cara que todo mundo tá de olho é AJ Dybantsa, freshman do BYU. Esse moleque é projetado como primeira escolha absoluta pelos dois veículos. E faz todo sentido — o cara tem 2,08m, joga de ala, e tem um potencial que dá água na boca de qualquer GM.

    Atrás dele vem Darryn Peterson (Kansas) pro Utah Jazz na segunda posição. Os Jazz conseguiram sua melhor colocação desde 2011, que sorte! Memphis pega Cameron Boozer (Duke) em terceiro — e olha que eles tinham só 9,4% de chance de ficar no top-3. Cameron é filho do Carlos Boozer, lembram? DNA de campeão aí.

    Bulls na zona de conforto

    O Chicago Bulls conseguiu entrar no top-4 com apenas 20,27% de probabilidade e deve escolher Caleb Wilson, de North Carolina. Quatro escolhas no topo significa quatro franquias que vão pegar caras com potencial de mudarem tudo.

    Uma coisa que me chamou atenção: os Clippers ficaram com a quinta escolha — uma pick que ORIGINALMENTE era dos Pacers, mas como Indiana perdeu a proteção top-4, Los Angeles herdou. Keaton Wagler de Illinois é o nome cotado. Considerando que os Clippers só vão controlar totalmente suas próprias escolhas a partir de 2030, essa foi uma tacada e tanto.

    Brooklyn aparece em sexto com Darius Acuff Jr. de Arkansas, e por aí vai. O que acham desse mock draft? Faz sentido pra vocês ou tem algum nome que deveria estar mais alto?

    O combine começa segunda-feira em Chicago e vai até o final da semana. Vai ser interessante ver se algum desses caras consegue mudar a percepção dos scouts nos workouts.