Tag: AJ Dybantsa

  • Peterson ainda sem liberação médica: times da NBA no escuro

    Peterson ainda sem liberação médica: times da NBA no escuro

    Olha, essa situação do Darryn Peterson tá ficando meio estranha, não acham? O cara que era considerado o maior prospecto da classe de 2026 ainda não teve seus exames médicos liberados para os times da NBA. E todo mundo tá de olho nisso porque, convenhamos, foi justamente por causa das cãibras que a temporada dele em Kansas virou uma bagunça.

    A questão é que Peterson botou a culpa na creatina — disse que tomou doses muito altas. Sinceramente, eu acho meio estranho um atleta de elite não saber dosar suplemento básico, mas enfim… O importante agora é saber se tem algo mais sério por trás disso.

    AJ Dybantsa aproveitou a deixa

    E enquanto Peterson lida com essa indefinição médica, o AJ Dybantsa da BYU simplesmente passou na frente dele na maioria das análises. Faz sentido, né? Os times preferem apostar no cara que não tem essas interrogações sobre a saúde.

    Mas aqui entre nós: se Peterson conseguir provar que tá 100%, ele ainda tem o maior potencial de toda a classe. O cara tem físico (envergadura de braços absurda, +5¼ polegadas), e quando tava bem em quadra, mostrava por que era o número 1.

    Entrevistas impressionaram

    Uma coisa boa: fontes da ESPN dizem que Peterson se saiu muito bem nas entrevistas da semana passada. Composto, focado, maduro — palavras que você quer ouvir sobre um prospecto que passou por perrengue.

    O moleque respondeu as perguntas difíceis sobre a temporada estranha dele sem fugir do assunto. Isso mostra personalidade, e convenhamos, na NBA você vai enfrentar muito mais pressão que isso.

    Agora é esperar os resultados dos exames. Vocês acham que os times vão ter coragem de apostar alto nele mesmo com essas dúvidas médicas? Porque talento ele tem de sobra — a questão é se o corpo vai aguentar a intensidade da liga.

  • AJ Dybantsa não é garantido como 1ª escolha no Draft 2026

    AJ Dybantsa não é garantido como 1ª escolha no Draft 2026

    Olha, eu sempre achei que o Draft de 2026 ia ser meio bagunçado, mas a situação tá mais confusa do que eu imaginava. AJ Dybantsa, que todo mundo colocava como certo pro número 1 dos Wizards, não é mais consenso entre as franquias da liga.

    Diferente de outros anos onde você tinha aquele prospecto que se destacava quilômetros dos demais, 2026 tá uma briga de foice. Dybantsa, Darryn Peterson, Cam Boozer e Caleb Wilson — qualquer um desses quatro pode ser argumentado como a primeira escolha. E isso deixa tudo muito mais interessante (e imprevisível).

    A temporada freshman mudou tudo

    Durante suas temporadas de freshman, Dybantsa acabou passando Peterson como a “escolha mais segura” para o topo do draft. Mas segura mesmo? Sinceramente, acho que essa palavra nem existe quando se trata de jovens de 18 anos.

    O que mais me chama atenção é como essa falta de consenso pode mexer com as trocas. Se não tem um cara óbvio pro número 1, as equipes vão ficar muito mais dispostas a negociar posições dentro desse top 4. E isso pode render umas movimentações bem interessantes na offseason.

    Utah Jazz na espreita

    A situação fica ainda mais tempestuosa com o Utah Jazz rondando. Ryan Smith, dono do Jazz, tem uma ligação forte com o programa de BYU, que é onde Dybantsa brilha. A conexão é óbvia demais pra ser ignorada.

    Os caras podem muito bem fazer uma proposta pros Wizards pra subir da 2ª posição pra primeira. Mas olha, eles também podem simplesmente ficar quietos na segunda posição e pegar either Dybantsa ou Peterson — qualquer um dos dois seria um baita negócio.

    E tem mais: Peterson encaixaria que nem luva no frontcourt atual do Utah, com Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler. Faz muito sentido do ponto de vista de fit.

    Vocês acham que Washington vai mesmo segurar a primeira escolha, ou vão acabar negociando? Porque na minha opinião, com tantas opções boas disponíveis, pode ser mais inteligente acumular assets do que apostar todas as fichas num prospecto só.

  • Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Cara, que bagunça que tá esse Draft 2026. Acabei de ver os números do Combine e sinceramente? Nunca vi nada igual. Dezoito jogadores do meu top 60 estão pensando seriamente em voltar pra faculdade. Dezoito!

    A culpa é toda desse NIL (Name, Image, Likeness) que mudou completamente as regras do jogo. Agora os caras sabem exatamente quantos milhões estão esperando eles de volta no campus — e pra muitos, essa grana supera tranquilamente o que rola nas picks do final da primeira rodada ou segunda rodada.

    Os nomes que podem dar o pé na jaca

    E olha, não são jogadores qualquer não. Estamos falando de gente como Morez Johnson (Michigan), Koa Peat (Arizona) e Meleek Thomas (Arkansas). Tem também Flory Bidunga (Louisville), Milan Momcilovic (Iowa State) e Matt Able (North Carolina).

    O prazo pra decidir é 27 de maio. Podem ser dois voltando, podem ser quinze. Ninguém sabe — e isso tá deixando os GMs malucos.

    Mas vamos ao que interessa: meu Mock Draft 6.0 baseado no que rolou em Chicago.

    Top 2: Washington e Utah definem o tom

    1. Washington Wizards – AJ Dybantsa (BYU, 2,06m, ala)
    Monstro. Simplesmente isso. O cara tem 2,06m e joga como um armador — entra no garrafão quando quer, cozinha no meio da quadra, arranca falta fácil. O presidente Michael Winger até falou em trocar a pick, mas olha… nos últimos 46 anos só três vezes alguém trocou a primeira escolha pra ficar na loteria. É muito raro mesmo.

    Em Washington ele vai ter menos pressão jogando com veteranos como Trae Young e Anthony Davis. E o futuro? Sarr já mostra que pode ser um pivô dos dois lados da quadra. Tem Kyshawn George, Tre Johnson, Will Riley, Bilal Coulibaly… mas nenhum deles tem teto de superestrela como o Dybantsa.

    2. Utah Jazz – Darryn Peterson (Kansas, 1,96m, armador)
    Desde que o Jazz conseguiu a segunda pick, todo mundo fala se eles vão tentar trocar com Washington pelo Dybantsa — que jogou no Utah Prep e depois BYU, universidade que tem ligação histórica com a franquia. Mas talvez prefiram ficar com Peterson mesmo.

    E cara, Peterson é pura elegância. Controle corporal absurdo, tamanho ideal pra posição, consegue penetrar e criar pra todo mundo. No ensino médio era um show de criatividade.

    Vocês acham que esses caras todos vão mesmo voltar pra faculdade? Porque se voltarem, vai ser uma reviravolta histórica nesse Draft. E olha que a loteria ainda tá recheada de talento até a pick 18, 19… Depois disso que vai sentir o baque.

    Enfim, ainda tem mais de uma semana pra galera decidir. Mas uma coisa é certa: esse Draft 2026 vai entrar pra história, seja pelo talento ou pela quantidade de gente que deu meia volta.

  • AJ Dybantsa mete bronca: ‘Não vou cair no Draft’

    AJ Dybantsa mete bronca: ‘Não vou cair no Draft’

    Cara, tem que admirar a confiança do AJ Dybantsa. Enquanto a maioria dos calouros fica de modéstia falsa, o garoto chega no combine da NBA e fala sem papas na língua: “É definitivamente um objetivo meu ser o número 1”.

    E olha a justificativa dele: “Eu sou número um no ranking desde quando, nono ano? E nunca caí. Então não vou cair no draft.” Monstro.

    Confiança ou arrogância?

    Sinceramente? Eu acho essa atitude refrescante. Vivemos numa era onde todo mundo quer parecer humilde, mas os grandes sempre tiveram essa sede. O cara fala abertamente que quer ser um “Hall of Famer” — e convenhamos, sem essa mentalidade você não chega lá mesmo.

    Claro que alguns executivos vão ver isso como red flag. “Ai, vai dar trabalho, é diva”. Mas pô, você prefere um cara que sonha pequeno? O Washington, que tem a primeira escolha, pelo menos sabe o que está comprando.

    No combine, o Dybantsa conversou com praticamente todo mundo — Jazz, Bulls, Kings, Nets, Hawks, Mavericks, Grizzlies e Clippers também bateram um papo. Normal, né? Todo mundo quer ver de perto o que pode ser a cara da franquia pelos próximos 15 anos.

    Zuby Ejiofor acerta tudo no combine

    Quem também chamou atenção foi o Zuby Ejiofor, do St. John’s. O cara simplesmente meteu tiro de tudo quanto é jeito no combine. 17 de 30 no dribble, 12 de 25 no drill de três pontos… Os números não mentem.

    “Sinto que é algo que poderia ter mostrado um pouco mais na faculdade”, ele disse. E faz sentido — às vezes o sistema não te favorece, mas no combine você mostra seu real potencial. O empresário dele acredita que vai ser escolhido entre as posições 25 e 35. Nada mal para quem subiu de patamar.

    Enquanto isso, o Milan Momcilovic (Iowa State) ainda está decidindo se entra no draft ou não. Se ele recuar, pode ganhar mais de 5 milhões de dólares em NIL se ficar na faculdade. Cinco milhões! E o Kentucky já está de olho nele.

    Vocês acham que essa nova geração com toda essa confiança vai dar certo na NBA? Eu acho que sim — basquete sempre foi sobre mentalidade, e esses moleques já chegam sabendo o próprio valor.

  • Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Olha, o Combine da NBA sempre mexe com a cabeça dos scouts — e 2026 não foi diferente. Depois de uma semana intensa em Chicago, alguns nomes subiram na minha lista pessoal e outros… bom, vamos dizer que deram uma escorregada.

    AJ Dybantsa continua sendo o consenso absoluto para a primeira escolha. O moleque de 19 anos, com 2,06m, simplesmente não dá brecha pra discussão. Jogando em BYU, ele mostrou que tem tudo pra ser aquela estrela que muda franquia — coisa rara de ver.

    O top 4 tá definido (mas a ordem não)

    Por mais que todo mundo concorde nos quatro primeiros nomes, a ordem ainda é uma bagunça gostosa. Darryn Peterson (Kansas) pode muito bem roubar a segunda posição do Utah Jazz. O cara é um armador de 1,96m que joga como veterano — me lembra muito o Jason Tatum quando era calouro, sabe?

    Cameron Boozer em terceiro no Memphis faz todo sentido. Filho do Carlos Boozer, o garoto tem basquete no DNA e mostrou em Duke que sabe jogar o jogo moderno. Mas confesso que Caleb Wilson (North Carolina) no quarto lugar me surpreendeu um pouco. Um pivô de 2,08m que sabe se movimentar assim… é raro mesmo.

    E vocês viram como o Combine mudou algumas posições? Keaton Wagler subiu pra quinta posição no Clippers, e eu to achando que pode subir ainda mais. O moleque de Illinois tem aquele perfil ala moderno que todo técnico quer hoje em dia.

    A revolução dos armadores

    Uma coisa que me chamou atenção foi a quantidade de guards nas primeiras 15 escolhas. Darius Acuff Jr. (Arkansas), Mikel Brown Jr. (Louisville), Kingston Flemings (Houston)… cara, essa geração de armadores é diferenciada.

    Mikel Brown Jr. especialmente me impressiona — 20 anos, 1,96m, e aquela maturidade que você só vê em caras que passaram tempo suficiente no college. Às vezes vale mais a pena pegar o veterano do que apostar no talento bruto, não acham?

    O mais louco é que alguns desses caras podem até voltar pra faculdade por causa do NIL (aqueles contratos de patrocínio no college). Imagina você sendo projetado pro final da primeira rodada e tendo a chance de fazer uma grana boa ficando mais um ano na universidade…

    As surpresas que ninguém esperava

    Aday Mara no Warriors me pegou de surpresa total. Um espanhol de 2,21m no Golden State? Steve Kerr deve estar planejando algo muito diferente. Lembram quando pegaram o Wiseman? Será que aprenderam a lição?

    E o Oklahoma City com duas escolhas no top 15? Sam Presti continua colecionando picks como se fosse Pokémon. Yaxel Lendeborg e Chric Cenac Jr. podem muito bem virar peças importantes naquele time que já tá armado pra dominar por anos.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 tem cara de ser especial. A profundidade é absurda e tem talento pra todo lado. Agora é esperar pra ver quem vai acertar nas escolhas e quem vai se arrepender depois…

    O que vocês acham? AJ Dybantsa realmente merece ser consenso no topo ou tem alguém que pode roubar a primeira posição até junho?

  • Gilbert Arenas bate o martelo: quer Peterson no Draft, não Dybantsa

    Gilbert Arenas bate o martelo: quer Peterson no Draft, não Dybantsa

    Olha só que bomba que rolou! Gilbert Arenas, o lendário Agent Zero, saiu da toca pra dar sua opinião sobre quem os Washington Wizards deveriam escolher na primeira pick do Draft. E pasmem — ele não quer AJ Dybantsa, que todo mundo tá cotando como número 1.

    O cara quer Darryn Peterson.

    Agent Zero tem suas razões

    “Vamos lá Wizards! Eu aprovo! Esse é o cara! Tô observando ele há três anos. Profissional profissional. Só basquete, nada de brincadeira”, postou Arenas nas redes sociais. E vocês sabem que quando o Gilbert fala, a galera escuta né?

    Sinceramente, essa escolha me surpreendeu um pouco. Dybantsa vem sendo tratado como consenso absoluto — 25.5 pontos por jogo em BYU, aproveitamento de 51% nos arremessos. O moleque é um fenômeno de 2,06m que joga em qualquer posição do garrafão pra frente.

    Mas Peterson… cara, os números do garoto em Kansas são de outro mundo também. 20.2 pontos, 38.2% nas bolas de três em 24 jogos. E Arenas destacou exatamente o que eu acho que mais importa: a mentalidade profissional.

    Contexto que muda tudo

    Os Wizards não são mais aquele time perdido de anos atrás. Eles trouxeram Trae Young do Hawks numa troca que envolveu CJ McCollum, e ainda pescaram Anthony Davis no deadline. Quando todo mundo estiver saudável na próxima temporada, esse time pode brigar por playoffs no Leste tranquilamente.

    Com esse contexto, a escolha fica ainda mais interessante. Você pega o talento bruto maior (Dybantsa) ou vai no cara que parece mais NBA-ready desde o primeiro dia (Peterson)? E aí, o que vocês acham que faz mais sentido pros Wizards?

    Gilbert jogou oito temporadas em Washington e conhece a pressão que é vestir essa camisa. Quando ele fala que Peterson é “all hoop no play”, tá valorizando algo que todo técnico da NBA ama: jogador que não dá dor de cabeça e só quer trabalhar.

    Draft de luxo chegando

    O Draft vai ser nos dias 23 e 24 de junho no Barclays Center, e essa primeira pick dos Wizards promete ser uma das mais debatidas dos últimos anos. Duas opções sensacionais, estilos diferentes, mas ambos com potencial All-Star.

    Na minha opinião, Arenas pode ter um ponto válido aqui. Às vezes é melhor pegar o cara que vai render desde o primeiro ano do que apostar no teto mais alto mas que pode demorar pra desenvolver. Especialmente com um time que já tem peças prontas pra competir agora.

    Mas e vocês? Time Dybantsa ou time Peterson? A torcida dos Wizards deve estar dividida — e que problema bom de se ter, né?

  • Cara de pau! Prospect da NBA coloca Curry de reserva no time ideal

    Cara de pau! Prospect da NBA coloca Curry de reserva no time ideal

    Olha, eu já vi muito jovem cheio de si no basquete, mas o AJ Dybantsa conseguiu me surpreender. O garoto que é cotado como número 1 do Draft de 2026 montou seu quinteto ideal da NBA atual e… bem, digamos que ele não teve papas na língua.

    Na combine de Chicago essa semana, Dybantsa soltou essa pérola: “LeBron de armador, Jokić no garrafão, eu na ala, Durant de ala-pivô e o Steph Curry de escolta — mas ele tá lá só pra arremessar de 3”.

    Só pra arremessar de 3? Cara, o Curry revolucionou o basquete moderno! O moleque falou como se o Chef fosse um Eric Gordon da vida, entende?

    A lógica meio torta do garoto

    Tá, vou ser justo com o Dybantsa. Tecnicamente, faz sentido você botar o LeBron organizando — o cara sempre foi um armador natural de 2,06m. E convenhamos, num time hipotético você quer a bola nas mãos do cara com mais QI de basquete da história, né?

    Mas reduzir o Curry a um “specialist” é de doer o coração. O homem tem duas MVPs, revolucionou o jogo e ainda por cima é clutch pra caramba. Sinceramente acho que o jovem AJ ainda não entendeu completamente o que torna o Steph especial.

    Um time cheio de problemas

    Agora vamos falar sério — esse quinteto seria um pesadelo defensivo. LeBron com 41 anos, Curry com 38, Durant com 37… O garoto Dybantsa seria praticamente um personal trainer tentando segurar a galera veterana em quadra!

    E outra: vocês conseguem imaginar o ego desse time? Cinco caras acostumados a ser a primeira opção ofensiva? Seria um reality show melhor que qualquer coisa da Netflix.

    O mais engraçado é que o Dybantsa se colocou de titular no meio desses monstros todos. A confiança é admirável, mas cara… humildade também é uma virtude, sabe?

    E aí, o que vocês acham? O moleque tem razão ou foi apenas mais um caso de prospect se achando o tal antes mesmo de pisar na NBA? Uma coisa é certa: ele vai precisar provar muito em quadra pra justificar esse papo todo!

  • Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Jazz quer trocar até a 1ª escolha do Draft – e o cara toparia ficar!

    Gente, que situação interessante está rolando em Utah! O Jazz não está satisfeito com a 2ª escolha do Draft 2026 e quer subir para a 1ª posição. E sabe o que é mais louco? AJ Dybantsa, que todo mundo considera o principal nome dessa safra, aparentemente toparia ficar por lá mesmo.

    Olha, eu entendo perfeitamente o Jazz nessa. Quando você tem a chance de pegar o cara que pode mudar sua franquia pelos próximos 10-15 anos, você faz de tudo, né?

    Dybantsa quer ficar em casa

    O mais interessante dessa história toda é que o próprio Dybantsa, que jogou em Brigham Young (ali pertinho de Salt Lake City), sinalizou que gostaria de continuar em Utah. Cara, isso é praticamente um presente dos céus para o Jazz! Quantas vezes você vê um prospecto top 1 querendo ficar na região onde já está?

    Segundo o pessoal da CBS Sports, isso foi confirmado durante o Combine em Chicago. E Danny Smith, do Jazz, já deixou claro que “tudo deve estar em cima da mesa” quando perguntado sobre a possibilidade de negociar para subir. Traduzindo: eles vão fazer qualquer negócio necessário.

    Washington pode aceitar a proposta?

    Do outro lado temos o Washington Wizards, que tem a 1ª escolha. O presidente da equipe, Michael Winger, já disse que está pelo menos “aberto” a trocar a escolha. Mas vamos combinar – na teoria todo mundo está aberto, na prática é bem diferente.

    Sinceramente? Eu acho bem difícil o Wizards abrir mão da primeira escolha, ainda mais para um time da mesma conferência que pode virar rival nos próximos anos. Mas o Jazz tem algumas peças interessantes e escolhas futuras que podem fazer Washington pensar duas vezes.

    A questão é: o que exatamente Utah estaria disposto a oferecer? Lauri Markkanen? Múltiplas escolhas de primeira rodada? Vai ser interessante ver se eles conseguem montar um pacote irresistível.

    E aí, vocês acham que o Jazz consegue fazer essa troca acontecer? Ou o Washington vai segurar a primeira escolha mesmo? Eu tô na torcida para ver esse drama todo se desenrolar até junho!

  • AJ Dybantsa vai abandonar o Celtics: ‘Último ano sendo fã’

    AJ Dybantsa vai abandonar o Celtics: ‘Último ano sendo fã’

    Cara, imagina só a ironia dessa história. AJ Dybantsa, o cara que deve ser a primeira escolha do Draft 2026, cresceu torcendo pro Celtics em Massachusetts e agora vai ter que abandonar o time do coração.

    “Este é meu último ano sendo fã do Celtics”, disse o garoto de 2,06m no Combine da NBA em Chicago essa semana. “Vou ser draftado este ano, então… quer dizer, ainda pode estar em mim, mas definitivamente não vou torcer tanto.”

    Mano, que situação mais louca. O moleque cresceu em Brockton, Massachusetts, vendo os jogos do Celtics, sonhando um dia jogar na NBA, e agora pode muito bem ser escolhido pelo Washington Wizards com a primeira pick geral.

    De fã a rival?

    E olha só que plot twist absurdo: se ele for mesmo pro Wizards, vai jogar na mesma conferência que o Celtics. Ou seja, de torcedor virou possível rival. A última vez que Washington chegou longe nos playoffs, inclusive, foi eliminado justamente pelo Boston numa série que foi até o jogo 7 em 2016-17.

    Na temporada passada em BYU, o garoto mostrou porque é considerado o prospecto número 1 da sua classe. Médias de 25,8 pontos, 6,9 rebotes e 3,6 assistências, com 50,7% nos arremessos de quadra. Números de monstro, sem dúvida.

    “Significaria muito [ser a primeira escolha]”, disse Dybantsa. “Significaria que todo meu trabalho duro está valendo a pena, e que todas as horas incontáveis e todos os sacrifícios que fiz valeram a pena.”

    Encaixe perfeito em Washington?

    Quando perguntaram sobre como ele se encaixaria nos Wizards, o cara não hesitou nem um segundo. “Obviamente eles têm um armador All-Star [Trae Young] e um pivô All-Star no Anthony Davis. Eles têm Tre Johnson, Will Riley, que são joias. Têm Bub Carrington também.”

    Sinceramente? Esse time de Washington tá montando algo interessante. Trouxeram Young e Davis pra complementar o núcleo jovem, e se conseguirem Dybantsa, pode ser que tenham algo especial nas mãos.

    “Acho que seria um bom núcleo jovem. Posso me encaixar e realmente jogar rápido”, completou o prospecto.

    É claro que ele tem concorrência pesada pela primeira pick. Essa classe de Draft tá recheada de talentos como Darryn Peterson (ex-Kansas), Cameron Boozer (ex-Duke) e Caleb Wilson (ex-North Carolina). Mas pelo que vimos dele em BYU, Dybantsa parece ser a escolha mais segura.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele vai conseguir esquecer a paixão pelo Celtics quando estiver jogando contra eles? Porque uma coisa é certa: deixar de torcer pro time que você amou a vida toda não é nada fácil, mesmo quando você vira profissional.

  • AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    Olha, vocês lembram da cara de paisagem que o AJ Dybantsa fez quando os Wizards ganharam a loteria do Draft? Pois então, o moleque finalmente falou sobre aquela reação que virou meme na internet toda.

    “Eu literalmente não tive reação nenhuma, e o pessoal arruma um jeito de dizer que eu não queria ser escolhido por eles. Mas eu queria sim”, disse Dybantsa durante o Combine da NBA. E sinceramente? Eu acredito nele. Às vezes a gente fica sem reação mesmo quando acontece algo muito importante.

    Vestindo a camisa do profissionalismo

    Uma coisa que me chamou atenção foi ele aparecer de terno completo — terno xadrez cinza, camisa azul escura, gravata. Enquanto a maioria dos caras chega de moletom e tênis, o garoto estava parecendo que ia fechar negócio no Faria Lima.

    “Nunca tive um emprego antes. Comecei a levar o basquete a sério quando tinha 13 anos. Mas isso aqui é tipo minha primeira entrevista de emprego. Meu pai falou: ‘Cara, essa é sua entrevista. Então vai profissional, vai de terno’”, explicou.

    E o pai dele tem razão, né? O moleque de 18 anos tá disputando ser a primeira escolha do Draft. É literalmente a entrevista de emprego mais importante da vida dele.

    Rodada de reuniões com os times

    Até quarta-feira, AJ já tinha se encontrado com Wizards, Jazz, Grizzlies, Bulls, Clippers, Hawks e Mavericks. Basicamente uma maratona de convencimento para mostrar que ele é o cara.

    E quando perguntaram por que deveria ser a primeira escolha, a resposta foi direta: “Acho que consigo marcar do 1 ao 4, jogar do 1 ao 4. Jogo do jeito certo. Mas sou super empolgante como jogador, explosivo. Eu encho estádio”.

    Cara, essa confiança é absurda — mas é exatamente isso que você quer ouvir de um possível número 1 do Draft, não acham? O garoto sabe que tem talento e não tem medo de falar sobre isso.

    Agora é esperar pra ver se Washington vai mesmo cravar nele ou se vai rolar alguma surpresa. Mas uma coisa é certa: depois dessa explicação, aquela cara sem expressão faz muito mais sentido. Às vezes o choque é tão grande que a gente só congela mesmo.