Tag: arbitragem NBA

  • NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    NBA diz que não foi falta no Jarrett Allen – Detroit ficou pistola

    Olha, quando eu vi essa jogada no final do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, já sabia que ia dar polêmica. E não é que deu mesmo?

    A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos ontem e confirmou: os árbitros acertaram ao não marcar falta do Jarrett Allen no Ausar Thompson naqueles segundos finais do tempo normal. O placar estava empatado 103 a 103, os dois foram atrás da bola solta e rolou um contato que fez o pessoal de Detroit sair do sério.

    A polêmica toda

    Sinceramente, eu assisti umas cinco vezes e ainda fico em dúvida se foi falta ou não. Os dois estavam correndo atrás da bola, se esbarraram, e o Thompson foi ao chão. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre com o jogo empatado — imagina a pressão.

    Mas não rolou. Cleveland ficou com a posse, levou pro overtime e ganhou de 117 a 113. Resultado? Cavs abriram 3-2 na série e praticamente selaram a vaga.

    O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, não engoliu. “Allen fez falta no Ausar — claramente. Ele derrubou ele quando estava indo atrás da bola solta”, reclamou depois do jogo. Cara, eu entendo a revolta dele. Perder assim, com uma jogada duvidosa nos segundos finais, deve doer pra caramba.

    O que a NBA falou

    No relatório oficial, a liga foi bem técnica: “Allen e Thompson legalmente ocuparam o mesmo espaço perseguindo a bola solta antes de qualquer jogador ter posse, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Marginal. Essa palavra fez toda a diferença. Na NBA, contato marginal entre jogadores que vão atrás da bola sem posse não é falta. É a regra.

    O árbitro principal Tony Brothers explicou que durante o lance ao vivo, os dois estavam indo pra bola e houve “contato incidental nas pernas sem nenhum jogador tendo posse da bola”.

    Minha opinião sobre tudo isso

    Olha, eu fico dividido nessas situações. Por um lado, entendo que os árbitros não podem marcar tudo — senão vira várzea. Por outro, o Thompson realmente foi derrubado numa jogada crucial.

    Mas pensando bem, se fosse o contrário — se fosse um jogador do Cleveland que tivesse caído — vocês acham que o Detroit reclamaria da não marcação? Difícil né?

    O fato é que essa decisão pode ter mudado completamente o rumo da série. Agora Cleveland tem match point e pode fechar em casa no Jogo 6. Detroit vai ter que fazer o impossível pra empatar de novo.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo? Ou os árbitros acertaram em não marcar?

  • Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Olha só que situação curiosa rolou depois do jogo 5 entre Cavaliers e Pistons. O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, ficou putaço com uma jogada no final do jogo — achava que o Jarrett Allen tinha cometido falta no Ausar Thompson numa disputa de bola perdida. Se fosse marcada, seriam dois lances livres pro Pistons empatar o jogo. Tenso demais.

    “[Allen] fez falta no Ausar [Thompson]”, disse Bickerstaff depois do jogo. “Está claro. Ele tropeça nele quando está indo pegar a bola perdida. Situação de final de jogo, isso é difícil.”

    Mas aí que vem o plot twist.

    Liga bate o martelo: não foi falta

    O Tony Brothers, que estava apitando a partida, já tinha defendido a decisão logo depois do jogo. Disse que foi apenas “contato incidental” entre os dois jogadores disputando a bola, sem ninguém ter posse dela.

    E agora veio o relatório oficial dos últimos dois minutos da NBA — aquele documento que a liga solta pra confirmar se os árbitros acertaram ou erraram nas jogadas polêmicas do finalzinho.

    Resultado? Os caras acertaram em cheio.

    Segundo o relatório: “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente disputam o mesmo espaço enquanto perseguem a bola perdida [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perdem o equilíbrio devido ao contato mínimo.”

    Outras jogadas também estavam certas

    Teve uma outra jogada polêmica na prorrogação — falta marcada no Paul Reed contra o James Harden com 24 segundos restantes. O pessoal do Pistons reclamou que o Harden tinha saído de quadra antes da falta, mas o relatório confirmou que não. Harden ainda estava “dentro de quadra com posse da bola antes do contato ilegal do Reed.”

    No fim das contas, a NBA confirmou que TUDO foi apitado corretamente no final do jogo 5. Zero erros de arbitragem nos momentos cruciais. Isso é raro, gente!

    Sinceramente, acho que essa confirmação da liga tira um peso das costas dos Cavs. Nada pior que ganhar um jogo decisivo e todo mundo ficar questionando se foi “roubo” ou não. Agora eles podem focar 100% no jogo 6.

    E vocês, acham que os Cavaliers conseguem fechar a série na sexta-feira e garantir vaga na final da Conferência Leste? Seria um baita feito eliminar esse Pistons que tá dando muito trabalho!

  • NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    Cara, que confusão essa nos playoffs! A NBA divulgou ontem o relatório oficial dos últimos dois minutos do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, e confirmou que a arbitragem estava certa em não marcar falta no lance mais polêmico da partida. Detroit estava pistola achando que Ausar Thompson levou uma rasteira, mas a liga disse que foi lance limpo.

    Vamos aos fatos: faltando segundos para o fim do tempo regulamentar, Thompson conseguiu um toco monstuoso no Donovan Mitchell para manter o jogo empatado. Só que na sequência, quando foi buscar a bola, o cara foi ao chão depois de se enroscar com Jarrett Allen. Os Pistons gritaram falta, torcida ficou louca, mas os árbitros mandaram seguir.

    O que a NBA falou sobre o lance

    No famoso Last Two Minute Report — aquele documento que a liga solta para revisar os lances finais dos jogos apertados — os oficiais foram claros: “Allen (CLE) e Thompson (DET) disputaram a mesma posição legalmente enquanto corriam atrás da bola solta, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal.”

    Olha, eu assisti o replay umas cinco vezes e sinceramente? É lance difícil mesmo. Parece que os dois foram na bola ao mesmo tempo e acabou dando esse emaranhado de pernas. Mas vocês sabem como é — no calor do momento, especialmente com playoffs em jogo, qualquer contato vira polêmica.

    A revolta de JB Bickerstaff

    O técnico dos Pistons, JB Bickerstaff, não engoliu nem um pouco. “É claro. Ele derruba ele quando está indo buscar a bola solta”, disse o cara, visivelmente irritado. “Situação de final de jogo, isso é pesado.”

    E tem um detalhe importante: Detroit estava no bônus na hora. Se a falta fosse marcada, Thompson teria dois lances livres para decidir o jogo ali mesmo. Em vez disso, foi pra prorrogação, onde Mitchell — que já tinha feito um jogaço — meteu mais 7 pontos dos 21 totais dele.

    Não é a primeira vez que Bickerstaff reclama da arbitragem nesta série. No Jogo 4, ele ficou possesso com a disparidade de lances livres: Mitchell sozinho bateu mais tiros livres (13 de 16) do que o time inteiro de Detroit tentou (9 de 12). “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, mandou o técnico.

    Agora é Cleveland com 3-2 na série e jogando em casa no Jogo 6 na sexta. Se não fecharem, aí sim vai ser emocionante — Jogo 7 em Detroit no domingo. E aí, vocês acham que os Cavs conseguem fechar em casa ou vamos ter aquele drama todo de decisão fora?

  • NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    Cara, vocês viram aquele lance no final do quarto período entre Pistons e Cavaliers? O Ausar Thompson fez uma defesa absurda no Donovan Mitchell, roubou a bola, e aí na correria pela bola solta o Jarrett Allen trombou com o Thompson a uns 9 metros da cesta. Na hora eu pensei: “Putz, falta clara no Allen”. Mas o árbitro Tony Brothers, que tava praticamente do ladinho, não apitou nada.

    A galera do Detroit ficou P da vida — e eu entendo. O técnico J.B. Bickerstaff não poupou palavras: “Ele fez falta no Ausar. Claro. Derrubou ele quando estava indo para a bola solta. Em qualquer situação de jogo, isso é difícil”.

    NBA bate o martelo: não foi falta mesmo

    Aí que vem o plot twist. A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos e… bancou o Brothers! Segundo eles, foi “não marcação correta”. A justificativa foi que “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente se dirigiram para o mesmo local enquanto perseguiam a bola solta [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Sinceramente? Eu assisti umas cinco vezes e ainda acho que foi falta. Mas né, quem sou eu perto dos experts da liga, não é? (risos) O próprio Brothers explicou depois: “Durante a jogada ao vivo, ambos os jogadores estavam indo atrás da bola e houve contato incidental com as pernas sem nenhum jogador ter posse de bola”.

    Cleveland aproveita e vira o jogo

    O que me impressiona mesmo é como os Cavs conseguiram virar esse jogo. Estavam perdendo por 9 pontos nos últimos três minutos — uma diferença que normalmente é sentença de morte nos playoffs. Mas não desistiram, empataram, e na prorrogação fecharam 117-113.

    Agora Cleveland lidera a série por 3-2 e pode fechar em casa na sexta-feira. E olha, depois de um susto desses, qualquer vantagem de quadra vira ouro. Vocês acham que Detroit consegue forçar um jogo 7 ou os Cavs vão finalizar logo em casa mesmo?

    O que mais me chama atenção é que esses lances sempre geram polêmica — e sempre vão gerar. Basketball é um esporte de muito contato, especialmente quando a bola tá solta e todo mundo sai correndo que nem maluco atrás dela. A diferença entre “jogada normal” e “falta” às vezes é questão de milímetros.

  • Árbitros ‘roubaram’ os Pistons? Cunningham detona no-call absurdo

    Árbitros ‘roubaram’ os Pistons? Cunningham detona no-call absurdo

    Cara, eu vi essa jogada umas cinco vezes e continuo incrédulo. Os Pistons tinham TUDO nas mãos pra fechar o jogo contra os Cavaliers no Game 5, mas os árbitros… ah, os árbitros.

    Vamos aos fatos: Detroit dominando, 9 pontos na frente faltando 3 minutos. Aí vem aquele clássico colapso dos Pistons (que dor) e Cleveland empata. Nos segundos finais, Donovan Mitchell vai pra cima do Ausar Thompson, que faz uma defesa MONSTRO, rouba a bola e sai correndo atrás da sobra. Só que o Jarrett Allen simplesmente derruba o garoto e… nada. Sem falta. Jogo pra prorrogação.

    Cade Cunningham não engoliu

    E olha, o Cade não deixou passar batido. Com 39 pontos, 7 rebotes e 9 assistências (que jogaço, aliás), ele foi direto ao ponto na entrevista: “Todo mundo viu a jogada, é bem claro que foi falta”.

    J.B. Bickerstaff, técnico dos Pistons, foi na mesma linha: “[Allen] fez falta no Ausar. É claro. Ele derrubou o garoto quando ele ia atrás da bola solta”.

    Sinceramente? Eu concordo com eles. Vi o lance e é inacreditável como não marcaram. O Thompson fez uma defesa perfeita no Mitchell, roubou a bola limpa e na sequência leva uma ‘rasteira’ do Allen. Se fosse marcada a falta, ele ia pra linha do lance livre podendo ser o herói da partida.

    Árbitros se defendem, mas…

    O Tony Brothers, chefe da arbitragem, disse que foi “contato incidental” entre os dois jogadores. Ah, Tony… a gente não nasceu ontem, né?

    O relatório dos últimos 2 minutos que saiu depois disse que o no-call tava certo, que os dois foram “legalmente” pro mesmo lugar. Legalmente uma ova. Vocês acham mesmo que isso foi lance normal?

    Mas o Ausar mostrou maturidade: “Não posso culpar os árbitros. Não podemos nos colocar nessas situações”. Classe pura do garoto, mas eu não teria essa paciência toda não.

    Agora os Pistons precisam de dois milagres: vencer o Game 6 em Cleveland na sexta E ainda ganhar o jogo 7. Tudo isso pra voltar às finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2008. Uma eternidade.

    O que vocês acham? Foi roubo mesmo ou estou sendo muito clubista aqui?

  • Pistons são roubados? Falta não marcada custou o jogo contra Cavs

    Pistons são roubados? Falta não marcada custou o jogo contra Cavs

    Olha, eu vi esse lance umas dez vezes e sinceramente não consigo entender como os árbitros engoliram o apito ali. O Detroit Pistons tava com tudo na mão pra empatar a série contra o Cleveland Cavaliers, mas uma não-marcação questionável no fim do tempo regulamentar mandou o jogo pra prorrogação — onde os Cavs acabaram levando a melhor.

    A parada foi assim: 22 segundos no relógio, Cavaliers com a bola pra decidir o jogo. Donovan Mitchell recebe pra tentar o arremesso da vitória, mas o Ausar Thompson (que monstro defensivo, pessoal) gruda nele que nem chiclete. O garoto consegue o toco na área e ainda disputa a bola solta com o Jarrett Allen.

    O lance da discórdia

    Aí que vem a polêmica toda. Thompson consegue a posse, mas tropeça no pé do Allen e perde a bola. Tempo esgota, jogo vai pra overtime. Só que pra mim — e pro técnico dos Pistons, J.B. Bickerstaff — aquilo ali foi falta clara.

    “Ele [Allen] fez falta no Ausar. Está claro. Ele o derruba quando ele vai atrás da bola solta. Situação de fim de jogo, isso é difícil”, desabafou Bickerstaff na entrevista pós-jogo. E cara, vendo o replay, é difícil discordar.

    Com os Pistons no bônus, Thompson ia pra linha de lance livre com chance de colocar Detroit na frente. Mas os árbitros — provavelmente com medo de decidir o jogo no apito — deixaram passar. Que bad timing, né?

    Prorrogação amarga

    Na overtime, os Cavaliers rapidamente tomaram o controle e não olharam mais pra trás. James Harden (que tá numa fase absurda) comandou com 30 pontos e praticamente carimbou a classificação dos Cavs.

    Do lado dos Pistons, o Cade Cunningham fez de tudo que podia: 39 pontos, 9 assistências e 7 rebotes. Números de MVP, mas que não adiantaram nada. Em um universo paralelo, ele seria o herói da virada heroica de Detroit. Na vida real, vai ter que ganhar fora de casa só pra forçar um jogo 7 decisivo.

    E aí, vocês acham que foi falta mesmo? Ou os Pistons tão chorando à toa? Eu tô no time do “foi roubo”, mas quero ver se eles conseguem responder em Cleveland. A série tá pegando fogo!

  • JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    JB Bickerstaff detona arbitragem após derrota: ‘Inaceitável’

    Cara, o JB Bickerstaff não conseguiu se segurar depois da derrota do Pistons pros Cavaliers no jogo 4. E olha, eu entendo completamente a revolta do cara.

    Os números dos lances livres foram absolutamente bizarros. Detroit converteu 9 de 12 tentativas — só 12 tentativas, gente! Enquanto isso, Cleveland foi pra linha 34 vezes e acertou 30. É muita diferença pra ser coincidência.

    “Desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou”

    Bickerstaff não poupou palavras na coletiva. “É inaceitável. Não fizemos o suficiente, obviamente, para nos ajudarmos, e vou começar por aí. Mas desde que chegamos em Cleveland, o apito mudou. Não é possível que um cara do time deles arremesse mais lances livres que nossa equipe inteira.”

    E ele tá certo, véi. Detroit não é time de ficar parado no perímetro — eles atacam o garrafão, vão pra cima. Como que só conseguem 12 tentativas?

    O mais interessante (e suspeito) foi quando Bickerstaff mencionou os comentários públicos do Kenny Atkinson sobre o Pistons. “Desde que o Kenny fez seus comentários publicamente sobre nós, os apitos mudaram nesta série.” Eita, agora a coisa ficou quente!

    Pistons fizeram a parte deles em quadra

    Mesmo com a arbitragem controversa, Detroit mostrou que tem time. Caris LeVert liderou com 24 pontos, enquanto Cade Cunningham (que eu acho que vai ser estrela) contribuiu com 19 pontos e 6 assistências. Tobias Harris e Paul Reed também fizeram a diferença.

    O problema é que quando você enfrenta uma discrepância de 22 lances livres, fica complicado demais. São pontos de graça que fazem toda a diferença no placar final.

    Agora é aguardar o jogo 5 em casa. Vocês acham que os árbitros vão manter esse padrão quando a série voltar pra Detroit? Sinceramente, espero que não, porque o basquete merece ser decidido em quadra, não na mesa dos árbitros.

  • Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Cara, o J.B. Bickerstaff estava pistola mesmo depois da derrota dos Pistons ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o lado dele.

    Detroit perdeu pro Cleveland por 112 a 103 no jogo 4, empatando a série em 2-2 nos playoffs. Mas não foi só a derrota que deixou o técnico dos Pistons nervoso — foi a arbitragem completamente desbalanceada que rolou na partida.

    A revolta do técnico

    “É inaceitável, é sim”, disparou Bickerstaff após o jogo. “Não fizemos o suficiente para nos ajudar, vou começar por aí. Mas desde que viemos para Cleveland, o apito mudou. Não tem como um cara do time deles arremessar mais lances livres que nosso time inteiro.”

    E os números realmente impressionam (negativamente). Os Pistons foram apenas 9 de 12 nos lances livres — porque só tiveram 12 tentativas na partida inteira! Enquanto isso, Cleveland fez 30 de 34. O Donovan Mitchell sozinho foi 13 de 15 da linha. Treze! Mais que todo o time de Detroit.

    Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha de arbitragem na NBA, mas isso aí é de arrepiar mesmo.

    Mitchell foi um monstro, mas…

    Olha, não dá para tirar o mérito do Mitchell. O cara simplesmente resolveu virar o Kobe Bryant no segundo tempo e marcou 39 dos seus 43 pontos nos últimos dois quartos — igualando um recorde histórico dos playoffs da NBA. Foi um show à parte.

    Mas aí que tá: mesmo com essa performance absurda, a discrepância nos lances livres chama atenção. Como é que um jogador consegue mais tentativas da linha que um time inteiro? Por mais que o Mitchell tenha jogado muito, isso não faz sentido estatisticamente.

    “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, continuou Bickerstaff. “Mas não podemos deixar isso ser a razão do porquê… Mas de novo, quando você olha a contagem de faltas, você olha a disparidade, isso é difícil de superar. E você fica se perguntando qual é a razão.”

    Contexto da série

    O mais interessante é que nos primeiros jogos a situação era bem diferente. No jogo 1, que Detroit ganhou, eles foram 27 de 35 nos lances livres enquanto Cleveland teve só 16 tentativas. No jogo 2, também vitória dos Pistons, a diferença foi bem menor.

    Mas desde que a série voltou para Cleveland… bom, os números falam por si só.

    E aí, vocês acham que essa pressão do Bickerstaff vai fazer diferença no jogo 5 em Detroit? Eu acho que ele fez certo em falar — às vezes os técnicos precisam mesmo chamar atenção para essas coisas, mesmo correndo o risco de levar uma multa da liga.

    A série tá empatada e promete pegada nos próximos jogos. Só espero que a arbitragem seja mais equilibrada daqui para frente, porque playoff da NBA já é tenso o suficiente sem essas polêmicas.

  • Técnico dos Spurs detona arbitragem e defende Wembanyama

    Técnico dos Spurs detona arbitragem e defende Wembanyama

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi o Mitch Johnson falando sobre a expulsão do Wembanyama ontem, pensei: finalmente alguém teve coragem de falar a real.

    O técnico dos Spurs não engoliu seco a expulsão do Victor na derrota para o Minnesota. E sinceramente? Ele tá coberto de razão. O francesão levou um Flagrant 2 por acertar o Naz Reid com o cotovelo na cara/pescoço, mas o contexto é que os Wolves estavam metendo o pau no menino o jogo inteiro.

    “Se não protegem, ele vai ter que se proteger”

    A frase que mais me chamou atenção foi quando Johnson disse que “se as pessoas que controlam o jogo não protegerem a fisicalidade, então em algum momento ele vai ter que se proteger”. Mano, isso aí é quase uma declaração de guerra contra a arbitragem.

    E não é exagero não. Qualquer um que acompanha a NBA sabe que jogadores altos e habilidosos como o Wemby sempre apanham mais. Lembra do que faziam com o Shaq? Com o LeBron no início da carreira? É sempre a mesma história.

    Suspensão seria “ridícula”

    Johnson ainda foi além e disse que seria “ridículo” se o Victor fosse suspenso pelo lance. Na visão dele, não teve intenção nenhuma de machucar o Reid. E olhando o lance (porque eu assisti umas cinco vezes), realmente parece mais um movimento natural de proteção do que uma jogada suja.

    Vocês acham que a liga vai mesmo suspender o cara? Porque se fizer isso, vai estar mandando um recado bem claro: que é mais fácil punir quem se defende do que controlar quem agride primeiro.

    O Wembanyama já mostrou que não é moleque — ele sabe jogar duro quando precisa. Mas se a arbitragem não fizer o trabalho dela de proteger os jogadores, aí as coisas podem ficar feias mesmo. E ninguém quer ver o maior talento da nova geração se machucando por causa de descaso dos árbitros, né?

  • NBA se pronuncia sobre a treta do Reaves com os árbitros

    NBA se pronuncia sobre a treta do Reaves com os árbitros

    Olha, eu já esperava que a NBA ia ter que dar uma satisfação sobre aquela confusão entre o Austin Reaves e a arbitragem no jogo 2 contra o Thunder. E finalmente rolou um posicionamento oficial.

    Monty McCutchen, VP sênior de desenvolvimento de arbitragem da NBA, falou sobre o que aconteceu — e sinceramente, achei a explicação dele bem mais equilibrada do que eu esperava.

    “Nós ensinamos nossos árbitros a irem para o centro da quadra para não sairmos todos juntos quando os ânimos estão exaltados. Certamente queremos que as interações sejam profissionais, e eu acho que teve uma aparência estranha, mas não houve muito palavrão ou algo assim. Foi fora do comum, sem dúvida”, disse McCutchen.

    A versão dos dois lados

    O que mais me chamou atenção foi o cara reconhecer que o Reaves estava controlado e que o árbitro John Goble fez bem em deixar ele falar. Isso é raro de ver, né? Geralmente a liga só defende os árbitros.

    “Austin estava no controle, John fez um bom trabalho deixando ele falar o que queria. Houve algumas jogadas no final daquele jogo que viveram das nuances de nossas regras… Posso entender na paixão daquele momento o desacordo de uma equipe”.

    A treta toda começou numa disputa de bola ao alto entre Reaves e Cason Wallace. O cara só queria se posicionar melhor e o árbitro Scott Goble foi lá gritar na cara dele. Eu entendo a revolta do Reaves, viu.

    “Senti que fui respeitoso com todos eles a noite toda. Um milhão de vezes no passado, eu já disse coisas bem piores. E quando estávamos fazendo a disputa de bola e eles estavam trocando de posição, eu queria ir para o outro lado porque eles tinham um cara do outro lado, estava só tentando manter uma vantagem. E ele se virou e gritou na minha cara… Eu só achei desrespeitoso”, disse Reaves.

    Jogo 3 decisivo pela frente

    Monstro, o que me preocupa mesmo é que os Lakers não podem deixar essas polêmicas com arbitragem tirarem o foco. Agora é jogo 3 em casa, praticamente vida ou morte na série.

    E vocês, acham que o Reaves estava certo em se posicionar daquele jeito? Ou os árbitros que exageraram na reação? Porque olhando os replays, eu tô mais do lado do garoto mesmo.

    Uma coisa é certa: com LeBron e companhia precisando desesperadamente de uma vitória, qualquer distração pode ser fatal. Tomara que usem isso como combustível extra.