Tag: calendário playoffs

  • SGA meteu 37 pontos e o Thunder tá voando nos playoffs

    SGA meteu 37 pontos e o Thunder tá voando nos playoffs

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu virar monstro ontem à noite. 37 pontos e nove assistências na vitória do Oklahoma City Thunder sobre o Phoenix Suns por 120 a 107. E o melhor? Agora o Thunder tá 2 a 0 na série de primeira rodada dos playoffs do Oeste.

    Olha, eu vou ser sincero: depois daquele jogo 1 onde o SGA fez 25 pontos mas acertou só 5 de 18 arremessos, eu fiquei meio preocupado. Mas o cara é clutch mesmo — não é à toa que ganhou o prêmio de Clutch Player of the Year que foi entregue antes do jogo. Respondeu com 13 de 25 nos arremessos. Isso é resposta de craque.

    Thunder dominando mesmo sem Jalen Williams

    O Chet Holmgren e o Jalen Williams fizeram 19 pontos cada um, mas aí veio aquela notícia que ninguém queria ouvir: o Williams saiu no terceiro quarto com lesão no posterior da coxa esquerda e não voltou mais. Cara, esse garoto não tem sorte com lesão, né? Já tinha perdido 30 jogos na temporada regular por problema no posterior direito, e antes disso ficou 19 jogos fora por cirurgia no pulso.

    Mas sabe o que mais me impressionou? O Thunder conseguiu manter o nível mesmo sem um dos seus principais jogadores. Isso mostra a profundidade desse time jovem — e olha que profundidade é fundamental nos playoffs.

    Suns lutaram, mas não foi suficiente

    Do lado do Phoenix, o Dillon Brooks foi o cestinha com 30 pontos antes de ser expulso por faltas no último quarto. O Devin Booker fez 22 e o Jalen Green contribuiu com 21. Números até bons, mas não deu pra acompanhar o ritmo do Thunder.

    A verdade é que Oklahoma City dominou do começo ao fim. Foram pra cima 65-57 no intervalo, depois estenderam pra 100-77 no final do terceiro quarto. Chegaram a abrir 26 pontos de vantagem no último período. Os Suns até ensaiaram uma reação no final — o Booker fez aquela jogada clássica dele, converteu a cesta sofrendo falta, errou o lance livre mas pegou o rebote e acertou o arremesso de média distância. Mas só conseguiu diminuir pra 10 pontos de diferença.

    E aí, vocês acham que o Thunder realmente tem condições de ir longe nestes playoffs? Porque sinceramente, vendo esse time jogar assim, com essa confiança e profundidade, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar qualquer um no Oeste. O jogo 3 é sábado em Phoenix — vai ser interessante ver como os Suns vão reagir jogando em casa.

  • LeBron aos 41 anos está intimidando o Rockets na porrada

    LeBron aos 41 anos está intimidando o Rockets na porrada

    Cara, eu preciso falar uma coisa: ver o LeBron James aos 41 anos de idade literalmente intimidando um time inteiro do Houston Rockets é simplesmente surreal. O cara tá jogando como se tivesse 25 anos, só que com a malícia de quem já viu de tudo nessa liga.

    O JJ Redick, técnico dos Lakers, não conseguiu esconder o orgulho depois do Jogo 2. “Ele trouxe um nível de físico que é característico dele durante toda a carreira. Ele tá confortável jogando dessa forma, seja num back down, chegando na cesta ou forçando faltas”, disse o treinador.

    O Rei transformou Şengün no seu saco de pancadas

    Olha, eu até sinto pena do Alperen Şengün. O turco virou alvo preferencial do LeBron nessa série. Toda jogada o Rei tá colocando o pivô do Rockets numa situação impossível — ou vai pra cima dele direto no garrafão, ou cria espaço pro resto do time.

    E quando o Jae’Sean Tate tentou fazer a famosa “pegação” que o Dillon Brooks fazia antigamente? Cara, foi constrangedor. O LeBron simplesmente empurrou o cara pra longe, pegou a bola no perímetro e meteu uma bomba de três por cima do Şengün. Pura humilhação.

    Lakers 2 x 0 e o Rockets sem resposta

    Com Luka Dončić e Austin Reaves machucados, todo mundo esperava que os Lakers tivessem dificuldades. Mas sinceramente? O LeBron tá carregando esse time nas costas como se fosse 2007 de novo. A diferença é que agora ele tem 41 anos e continua fazendo isso parecer fácil.

    O mais impressionante é a variedade do físico que ele tá apresentando. Rebote defensivo, rotações perfeitas, iniciando contato no garrafão pra tirar falta… O cara tá fazendo literalmente tudo que um veterano precisa fazer nos playoffs.

    Os Rockets chegaram nessa série pensando que iam atropelار um time machucado dos Lakers. Resultado? Estão tomando uma surra de um cara que tecnicamente deveria estar aposentado há uns 3 anos. É por isso que eu sempre falo: nunca duvidem do LeBron James.

    E aí, vocês acham que o Rockets consegue reagir em casa ou o Rei vai continuar essa dominação física? Porque pelo que eu tô vendo, parece que essa série já acabou.

  • Giannis postou sobre ‘fênix das cinzas’ e a torcida do Suns enlouqueceu

    Giannis postou sobre ‘fênix das cinzas’ e a torcida do Suns enlouqueceu

    Cara, vocês viram a confusão que uma simples postagem do Giannis causou? O grego postou no Twitter falando sobre renascer “como uma fênix das cinzas” e metade da internet já tá especulando que ele quer ir pro Phoenix Suns. Sinceramente? Eu acho que a galera tá viajando demais.

    A postagem foi assim: “Ano 13 ✅📖 Esta foi uma das temporadas mais difíceis da minha carreira, mas como dizem, como uma fênix das cinzas, eu vou renascer. 💯 Para a cidade de Milwaukee, MINHA cidade, obrigado pelo amor e apoio incondicionais. 🤎”

    Óbvio que os fãs do Suns pegaram essa parte da “fênix” e já começaram a sonhar. Mas olha, vamos com calma aqui.

    Por que essa teoria não faz muito sentido

    Primeiro: o Phoenix ainda tá nos playoffs! Eles superaram todas as expectativas essa temporada. Por que diabos a gente tá falando de offseason quando o time ainda tá jogando? É exatamente esse tipo de ansiedade que estraga o momento.

    Segundo ponto — e esse é importante — vocês lembram do drama que o Giannis fez essa temporada toda? O cara ficou dando declarações ambíguas sobre Milwaukee, claramente querendo sair mas sem querer ser o vilão da história. Cara, eu não quero esse circo no meu time. A gente já teve drama suficiente.

    E outra coisa: quem disse que ele realmente quer ir pra Phoenix? Uma referência à fênix não significa automaticamente Suns, galera. Pode ser só uma expressão mesmo.

    As complicações de um negócio desses

    Agora vamos falar sério sobre como isso funcionaria na prática. O Suns acabou de escapar do salary cap hell — vocês querem mesmo voltar pra lá? Que picks de draft eles têm pra oferecer? Provavelmente teriam que mandar Rasheer Fleming e Khaman Maluach junto, e mesmo assim não sei se fecha a conta.

    Pra igualar os $58 milhões do salário do Giannis, Phoenix teria que mandar Jalen Green mais dois caras entre Dillon Brooks, Grayson Allen ou Royce O’Neale. E aí? Sobra o quê? Só Devin Booker e Giannis, sem ninguém em volta?

    Não, obrigado. Já vimos esse filme de times montados só com estrelas. Não deu certo antes, não vai dar agora.

    Melhor aproveitar o momento

    Olha, eu tô curtindo demais essa identidade nova do Suns. Todo mundo jogando junto, basquete coletivo, sem drama. Por que trocar isso por mais uma dupla de estrelas que pode dar errado?

    Giannis e Booker são monstros, mas os dois têm histórico de lesões e não estão ficando mais novos. Vale a pena apostar todas as fichas numa dupla que pode não render um título? E se der errado, voltamos pra estaca zero?

    Sinceramente, acho melhor a gente focar no que temos agora. Deixa essas especulações malucas de lado e aproveita o que esse time já construiu. O que vocês acham — vale a pena desarmar tudo por uma chance com o Giannis?

  • Brown fez um poster INSANO e ainda tomou técnica por encarar rival

    Brown fez um poster INSANO e ainda tomou técnica por encarar rival

    Cara, o Jaylen Brown simplesmente destruiu tudo ontem à noite no TD Garden. O cara voou por cima do Adam Bona com uma enterrada que vai ficar na memória de qualquer um que viu — e ainda teve a audácia de ficar encarando o coitado no chão depois. Resultado? Técnica na cara.

    A cena aconteceu logo no começo do segundo jogo da série entre Celtics e 76ers, placar ainda empatado em 6 a 6. Brown pegou a bola no perímetro, deixou o Tyrese Maxey comendo poeira e partiu pra cima do garrafão com quatro defensores na frente dele. Quatro! Mas só o Bona teve coragem de tentar barrar a entrada.

    Momento poster digno de pôster

    Foi uma decisão corajosa do Bona, mas cara… péssima ideia. Brown simplesmente cocking o braço pra trás e mandou uma martelada de uma mão só que deixou o pivô dos Sixers estirado no chão. Literalmente no chão, de costas, processando o que tinha acabado de acontecer com a vida dele.

    E aí vem a parte mais Brown possível da história: em vez de só comemorar e seguir o jogo, o maluco ficou andando por cima do Bona caído, encarando ele com aquela cara de “acabei de te humilhar na TV nacional”. Os árbitros não gostaram nem um pouco e mandaram a técnica.

    Brown vs árbitros: capítulo 847

    Quem acompanha a NBA sabe que o Brown e os árbitros têm uma relação… complicada, vamos dizer assim. O cara vive reclamando das marcações e ontem não foi diferente. Protestou, gesticulou, mas não adiantou nada. Técnica confirmada.

    O Maxey converteu o lance livre da técnica pros Sixers, mas sinceramente? Pouco importa. O recado já tinha sido dado. A enterrada valeu, o público do Garden foi à loucura e os Celtics deixaram claro que queriam abrir 2-0 na série.

    Na minha opinião, foi técnica desnecessária. Pô, o cara fez uma jogada espetacular dessas e não pode nem comemorar? Mas enfim, árbitro é árbitro. O que vocês acham — técnica merecida ou os zebras pegaram pesado demais com o Brown?

  • Draymond acha que Kerr já era no Warriors: ‘Parecia que foi isso’

    Draymond acha que Kerr já era no Warriors: ‘Parecia que foi isso’

    Cara, o Draymond Green simplesmente soltou uma bomba no podcast dele segunda-feira. O cara disse que tem a sensação de que Steve Kerr já deu o que tinha que dar no Golden State Warriors. E olha, depois daquele momento emocionante na sexta depois da eliminação, eu meio que entendo o ponto dele.

    “Espero que ele seja nosso técnico na próxima temporada”, disse o Green no “The Draymond Green Show”. “Quer minha opinião? Acho que não. Só porque parecia isso. Parecia que foi isso mesmo.”

    Mano, imagina a cena: Warriors eliminados em Phoenix, Kerr junta o Draymond e o Curry ali na lateral da quadra e os microfones captaram ele falando: “Não sei o que vai acontecer, mas amo vocês até a morte. Obrigado.” Arrepiante, né?

    Kerr em dúvida: fica ou não fica?

    O próprio Kerr admitiu que tá 50-50 sobre voltar. Sinceramente? Depois de 12 anos comandando essa dinastia, eu entendo a hesitação dele. O cara já ganhou tudo que podia ganhar, levou o Warriors pra seis finais em oito anos, conquistou quatro títulos. É muita pressão, muito desgaste.

    “Ainda amo treinar, mas eu entendo”, disse Kerr na sexta. “Esses trabalhos todos têm data de validade. Existe um ciclo, e quando o ciclo acaba, às vezes é hora de sangue novo e ideias novas.”

    O Joe Lacob, dono do time, quer ver entusiasmo genuíno do Kerr pra continuar — não um compromisso relutante só por lealdade ao Curry e ao Green. E se ele ficar, querem um contrato de vários anos, não uma temporada de despedida movida pela nostalgia.

    E o próprio Draymond? Também não sabe

    A situação toda fica ainda mais maluca porque o próprio Green não sabe se fica. Ele tem uma opção de jogador de US$ 27,6 milhões por um ano e tá incerto sobre o futuro dele também. O Curry tá entrando no último ano de contrato, mas aí pelo menos as duas partes querem renovar.

    “Nunca estive tão incerto desde o início da minha carreira sobre o que acontece agora”, desabafou o Green. “Estou realmente perdido porque você não sabe qual direção será a próxima… Também espero estar neste time na próxima temporada. Também não sabemos isso. Cara, se fosse, que jornada.”

    E vocês, acham que o Kerr vai mesmo sair? Ou será que é só o calor do momento pós-eliminação? Uma coisa eu tenho certeza: se ele sair, vai ser o fim de uma era histórica no basquete. Esses caras mudaram a NBA pra sempre.

  • SGA vira candidato ao prêmio de jogador mais clutch da NBA

    SGA vira candidato ao prêmio de jogador mais clutch da NBA

    Olha, eu sempre soube que o Shai Gilgeous-Alexander era especial, mas agora está oficial: o cara é um dos três finalistas para o prêmio de Clutch Player of the Year da NBA. E depois da atuação dele ontem contra o Suns (25 pontos, 7 assistências numa vitória de 35 pontos), fica difícil argumentar contra.

    A NBA divulgou os finalistas e SGA disputa o Jerry West Trophy com Jamal Murray, do Denver, e Anthony Edwards, do Minnesota. Sinceramente? Acho que é dele para perder.

    Os números não mentem

    O que mais me impressiona é que Gilgeous-Alexander liderou a liga inteira com 175 pontos em situações clutch nesta temporada. Cento e setenta e cinco! Para quem não sabe, clutch time é quando o jogo está decidindo por 5 pontos ou menos nos últimos 5 minutos do quarto período ou prorrogação.

    O maluco praticamente carregou Oklahoma City nas costas nessas situações. Quantas vezes vocês viram o Thunder perdendo e de repente o SGA aparecia com uma enterrada, uma bandeja impossível ou indo para a linha de lance livre? Eu perdi a conta.

    E é exatamente isso que diferencia ele dos concorrentes — a capacidade de ir para o garrafão e conseguir faltas nos momentos mais tensos. Murray é bom, Edwards é um monstro, mas nenhum dos dois tem essa habilidade de “vender” o contato como o canadense.

    Histórico do prêmio

    O prêmio existe desde 2022-23 e já teve alguns donos ilustres: De’Aaron Fox foi o primeiro, Stephen Curry levou no ano seguinte, e Jalen Brunson foi o último vencedor. Agora SGA quer entrar nessa lista seleta.

    Na minha opinião, ele merece. Ver o Thunder passar de uma reconstrução para candidato ao título em grande parte por causa das atuações clutch do cara é absurdo. E olha que ele ainda está concorrendo ao MVP — imaginem ganhar os dois prêmios no mesmo ano?

    O que vocês acham? SGA leva esse prêmio ou Murray/Edwards conseguem surpreender? Eu tô torcendo pelo Thunder, não vou mentir — esse time jovem merece todo reconhecimento possível.

  • Spurs viram festa mexicana nos playoffs com Wemby destruindo

    Spurs viram festa mexicana nos playoffs com Wemby destruindo

    Cara, que volta aos playoffs foi essa dos Spurs! Depois de seis anos longe da pós-temporada, San Antonio decidiu fazer bonito — e quando eu digo bonito, é BONITO mesmo. O Frost Bank Center virou uma festa mexicana literal no domingo, com a torcida toda coordenada em camisas coloridas que deixaram a arena parecendo um arco-íris.

    A ideia dos Spurs foi genial: ao invés de dar uma camisa só pra todo mundo (que é o que time normalmente faz), eles dividiram a arena em seções com cores diferentes — azul turquesa, rosa e laranja. Tudo inspirado na Fiesta San Antonio, aquele festival tradicional que rola todo abril por lá. Mano, ficou ABSURDO de bonito.

    Quando as lendas compram a ideia

    O mais legal é que até as lendas David Robinson e Tim Duncan estavam lá, de camisa laranja, comprando a parada toda. Imagina só: dois caras que ganharam cinco títulos juntos ali, curtindo a volta do time aos playoffs depois de tanto tempo. Eu até arrepiei vendo a foto.

    E olha, não foi só visual não. A torcida estava ELÉTRICA desde o primeiro minuto. Sabe quando você sente que o ginásio tá tremendo? Era exatamente isso. Six years, cara. Seis anos longe dos playoffs é tempo demais pra uma franquia histórica como os Spurs.

    Wemby fazendo história logo de cara

    Mas se a festa na arquibancada já estava linda, o que o Victor Wembanyama fez em quadra foi ainda mais espetacular. O francês simplesmente meteu 35 pontos no primeiro jogo de playoff da carreira dele — sendo 21 só no primeiro tempo, que é RECORDE da NBA pra estreia em playoffs.

    Sinceramente, eu sabia que o Wemby era monstro, mas ver ele dominando assim logo no primeiro jogo dos playoffs… O garoto tem 20 anos e já tá jogando como se fosse veterano de guerra. Finalista a MVP E a melhor defensor do ano no primeiro ano de playoffs? Que coisa absurda.

    Os Trail Blazers até tentaram, mas levaram 111 a 98 e nem foi tão apertado assim. Portland vai ter que inventar alguma coisa muito maluca pra conseguir parar esse Spurs que voltou com tudo.

    E aí, vocês acham que San Antonio consegue ir longe nesses playoffs? Com essa torcida em casa e o Wemby jogando desse jeito, eu tô começando a sonhar alto…

  • Magic atropela Detroit e rouba o jogo 1 dos playoffs em casa do rival

    Magic atropela Detroit e rouba o jogo 1 dos playoffs em casa do rival

    Cara, EU NÃO ESPERAVA ISSO. O Orlando Magic simplesmente foi lá na casa do Detroit Pistons – primeira cabeça de chave dos playoffs – e mostrou quem manda. 112 a 101. Uma surra que começou no primeiro minuto e não parou mais.

    Desde o jump ball inicial, o Magic foi mais físico que o Detroit. Muito mais. 54 pontos no garrafão contra apenas 34 dos Pistons. É isso mesmo que vocês leram: VINTE PONTOS de diferença só pintando área. O Orlando começou acertando tudo – 7 de 10 arremessos, incluindo 3 de 4 do perímetro – enquanto Detroit parecia estar jogando de ressaca.

    Paolo mandou o recado pro Cade

    Paolo Banchero mostrou por que foi a primeira escolha do draft. 23 pontos, 9 rebotes, e jogando como um veterano. Do outro lado, Cade Cunningham até fez 39 pontos (monstro mesmo), mas ficou praticamente sozinho. Só o Tobias Harris chegou aos dois dígitos além dele, com 17 pontos em 5 de 15 arremessos. Sinceramente? Não dá pra ganhar playoff assim.

    O mais impressionante foi a distribuição do Magic. TODOS os cinco titulares fizeram pelo menos 16 pontos. Franz Wagner com 19, e a galera toda contribuindo. Isso é basquete coletivo do jeito que a gente gosta de ver.

    Detroit sentiu o peso da expectativa

    “Acho que começamos meio enferrujados”, admitiu o técnico J.B. Bickerstaff depois do jogo. Cara, enferrujado é pouco. Tomar 35 pontos no primeiro quarto em casa? Isso não é coisa de time que terminou em primeiro lugar na conferência.

    O problema do Detroit foi exatamente o que eu imaginava: falta de pontuação secundária e dificuldade no perímetro. 36,8% de aproveitamento fora do garrafão, apenas 31,3% das bolas de três. O Orlando não precisou nem respeitar os arremessadores de Detroit – resultado? Jalen Duren quase sumiu de quadra com só 8 pontos.

    Vocês acham que Detroit consegue se recuperar no jogo 2? A pressão agora é toda em cima deles. O Magic chegou confiante depois de duas vitórias monstruosas seguidas, incluindo aquela classificação dramática contra Charlotte no play-in.

    Uma coisa eu tenho que dar o braço a torcer: esse time do Orlando, quando está saudável, é MUITO perigoso. Talvez esteja chegando no momento certo da temporada. E o Detroit? Bom, vai ter que mostrar por que terminou em primeiro se quiser evitar uma zebra histórica.

    Jogo 2 é na quarta-feira, ainda em Detroit. A resposta vem aí.

  • Murray explode com 30 e Jokic faz triple-double na vitória dos Nuggets

    Murray explode com 30 e Jokic faz triple-double na vitória dos Nuggets

    Cara, que jogaço! Os Nuggets abriram a série contra os Timberwolves da melhor forma possível: com uma vitória convincente por 116-105 em casa, e olha que não foi fácil não.

    Jamal Murray simplesmente resolveu destruir todo mundo na noite de sábado. 30 pontos. Trinta! E o mais impressionante? O cara foi perfeito nos lances livres: 16/16. É isso mesmo, não errou nenhum. Murray carregou o ataque no primeiro tempo e mostrou exatamente por que a dupla dele com Jokic é tão temida nos playoffs.

    O MVP fazendo MVP things

    E por falar em Jokic… meu Deus, que aula o sérvio deu. Triple-double com 25 pontos, 13 rebotes e 11 assistências. Na moral, esse cara faz isso parecer fácil demais. Especialmente no final do jogo, quando Minnesota conseguiu encostar no placar (chegou a 2 pontos de diferença!), foi o Jokic quem botou a casa em ordem com 7 pontos consecutivos.

    Aaron Gordon também apareceu bem quando precisou: 17 pontos e 8 rebotes. O cara é fundamental nesse time dos dois lados da quadra, e quem esqueceu disso tomou uma bela lição de casa ontem.

    Minnesota lutou mas não foi suficiente

    Olha, os Timberwolves não entregaram fácil não. Anthony Edwards até que tentou (22 pontos), mas dava pra ver que ele ainda tá sentindo aquela lesão no joelho que o tirou do final da temporada regular. Começou 4/12 nos arremessos e claramente não tava 100%.

    Julius Randle também teve uma noite complicada – 16 pontos em 16 tentativas. Quando seus dois principais pontuadores não estão no ritmo, fica difícil. O cara que mais se destacou pelos Wolves foi o Rudy Gobert: 17 pontos em 8/9 nos arremessos. Pelo menos alguém acertou a cesta por lá.

    A defesa de Denver, que foi meio apagada na temporada regular (21º colocada na liga), resolveu aparecer na hora certa. Seguraram Minnesota numa rating ofensiva de apenas 104 – muito abaixo da média da temporada deles.

    O jogo teve de tudo: corridas, contra-ataques, tensão (Jaden McDaniels até empurrou o Jokic pelas costas e tomou técnica) e aquele drama todo de playoff que a gente ama. Minnesota ainda conseguiu uma corrida de 17-6 no último quarto e deixou tudo emocionante, mas no finalzinho apareceu o DNA de campeão dos Nuggets.

    Agora é esperar o Jogo 2 na segunda-feira. Vocês acham que Minnesota consegue empatar a série em Denver? Eu tenho minhas dúvidas, mas essa rivalidade sempre entrega jogos incríveis.

  • Thunder favorito? Spurs e Celtics que tão dando dor de cabeça nas casas de apostas

    Thunder favorito? Spurs e Celtics que tão dando dor de cabeça nas casas de apostas

    Olha, pode até ser que o Oklahoma City Thunder seja o favorito nas casas de apostas pra repetir o título (+110), mas quem tá realmente mexendo com o psicológico dos bookmakers são os times logo abaixo deles na tabela.

    E não é difícil entender o porquê. San Antonio (+500) e Boston (+550) começaram a temporada como zebras completas e agora tão ali brigando lá em cima. Denver fecha o grupo dos favoritos com +900, mas aí já tem um pulo enorme pro Cleveland e New York, que aparecem com 17-1 e 18-1.

    Wembanyama virou o pesadelo dos traders

    Cara, os Spurs começaram a temporada com odds de 65-1 no DraftKings. Sessenta e cinco pra um! E olha onde eles tão agora. Victor Wembanyama simplesmente decidiu que 2025-26 seria a temporada dele, se manteve saudável, e transformou San Antonio numa máquina.

    “Não consigo nem imaginar como deve estar a planilha de alguns outros sites”, disse o David Lieberman, do Caesars, pra ESPN. “Eles ficaram com odds de 50-1 ou mais durante quase o ano todo.”

    A galera sacou logo cedo que esse seria o ano dos Spurs e meteu a grana. Resultado? San Antonio é o time que mais recebeu apostas tanto pro título da NBA quanto pra conferência oeste no BetMGM e DraftKings. Mesmo com os bookmakers tentando se proteger baixando as odds, o povo continuou apostando no francesão.

    Celtics: a surpresa que ninguém esperava

    Agora, o Boston é outro caso interessante. Com Jayson Tatum praticamente fora a temporada toda por causa de uma lesão no tendão de Aquiles, todo mundo esperava uma temporada de reconstrução. DraftKings deu 60-1 pra eles no começo da temporada — chegaram até 80-1 em alguns momentos.

    Só que aí o time conseguiu se manter competitivo o ano todo, Tatum voltou na hora certa, e agora eles são favoritos pra sair do Leste (+155). Sinceramente? Eu não esperava essa dos Celtics, mas aqui estamos.

    “Eram um time que não tinha o elenco completo, não parecia que teria o elenco completo, e agora tão com força máxima entrando nos playoffs”, comentou Johnny Avello, do DraftKings.

    Thunder na pole, mas sem pressão

    O mais engraçado é que Oklahoma City, mesmo sendo favorito, não tá dando dor de cabeça pros bookmakers. Como eles foram favoritos praticamente a temporada toda, as odds sempre foram curtas, então não tem tanto dinheiro concentrado neles.

    “Entre os verdadeiros candidatos, OKC é o melhor resultado no mercado de futuros”, disse Anthony Parenti, do BetMGM. “Estamos na posição invejável de poder torcer pro favorito ganhar tudo.”

    E aí, galera, vocês acham que o Thunder repete ou algum desses azarões vai surpreender? Eu tô com um pressentimento de que esses playoffs vão ser especiais — principalmente com Wembanyama jogando no nível que tá jogando.