Tag: calendário playoffs

  • Ingram sai machucado e Raptors perdem mais uma pros Cavs

    Ingram sai machucado e Raptors perdem mais uma pros Cavs

    Cara, que azar dos Raptors. Brandon Ingram durou apenas 11 minutos na quadra no jogo 5 contra os Cavaliers antes de ter que sair com uma inflamação no calcanhar direito. E olha, não é que os caras perderam por pouco mesmo: 125-120. Dói até imaginar o que poderia ter sido se ele tivesse ficado em quadra.

    O pior é que Toronto já estava desfalcada do Immanuel Quickley por causa de uma lesão no posterior da coxa. Dois caras importantes fora de combate numa série que já tava difícil. Sinceramente, acho que os Raptors estão pagando o preço por todas essas contusões na hora mais crítica da temporada.

    A irregular campanha de Ingram nos playoffs

    E não é que o Ingram já vinha meio sumido nessa série mesmo? Chegou no jogo 5 com uma média de apenas 14.8 pontos – bem abaixo do que a gente esperava dele. O cara que chegou de Nova Orleans no deadline parecia ser a peça que faltava pros Raptors, mas tá custando a engatar nos playoffs.

    A eficiência dele realmente deixou a desejar. Você esperava que um jogador do calibre do Ingram fosse fazer a diferença numa série dessas, né? Mas as coisas não estão fluindo como deveriam. E agora ainda por cima ele machuca o calcanhar…

    Trade que não rendeu os frutos esperados

    Lembram quando os Raptors fizeram aquela troca com os Pelicans no deadline? Todo mundo ficou empolgado – eu inclusive. Ingram parecia ser exatamente o que Toronto precisava: um ala versátil que sabe criar jogadas e tem boa finalização.

    Mas olha só como é o basquete, né? Às vezes as peças simplesmente não se encaixam como a gente imagina no papel. Entre a adaptação ao novo sistema e agora essas contusões, a coisa toda tá meio complicada.

    E aí, vocês acham que os Raptors ainda conseguem reagir nessa série? Com Ingram e Quickley machucados, vai precisar de muito mais dos outros caras pra conseguir incomodar Cleveland. Mas na minha opinião, tá ficando cada vez mais difícil…

  • Spurs arrasam, Knicks dominam e NBA quer acabar com tanking

    Spurs arrasam, Knicks dominam e NBA quer acabar com tanking

    Olha, que noite foi essa na NBA! Tanta coisa acontecendo que até fico sem saber por onde começar. O pessoal do RealGM Radio fez um apanhado geral dos jogos mais quentes, e sinceramente, tem umas situações que tão deixando a liga bem interessante.

    Vamos começar pelo que mais me chamou atenção: os Spurs simplesmente destruíram os Blazers. E quando eu digo destruíram, é porque foi daquelas performances que você para pra assistir e fala “cara, esse time tá jogando um basquete diferente”. O Wembanyama deve ter feito uns lances absurdos — esse garoto é um monstro mesmo.

    Playoffs esquentando de vez

    Nos playoffs, a coisa tá pegando fogo. Os Sixers conseguiram respirar contra os Celtics — e olha que eles tavam precisando mesmo, porque tomar uma varredura pros rivais seria humilhante demais. Já os Knicks tão mostrando serviço contra os Hawks. Sinceramente, eu não esperava que Nova York fosse tão dominante assim nessa série.

    E os Nuggets? Cara, eles tão vivos contra os Timberwolves, mas deve tá sendo uma guerra. Minnesota não é moleza não, especialmente com o Anthony Edwards jogando desse jeito que ele tá jogando. Vai ser interessante ver se Denver consegue virar essa chave.

    Thunder sem dó e pena

    Agora, o que mais me impressionou foi o Thunder acabando com o sofrimento dos Suns. Phoenix tava numa situação bem complicada mesmo, e OKC não teve piedade. Esse time jovem de Oklahoma City tá mostrando que veio pra ficar — e olha que eles nem eram favoritos no começo da temporada.

    Os Magic também tão quase eliminando os Pistons, o que não é grande surpresa. Detroit ainda tá em processo de reconstrução, enquanto Orlando já tem uma base sólida montada.

    NBA quer mexer na loteria

    Mas o que realmente me deixou curioso foi essa nova proposta anti-tanking que a NBA tá cogitando. Na minha visão, já era hora de mexer nisso. Ver time perdendo de propósito é frustrante demais pro fã.

    A ideia parece ser reformular o sistema da loteria pra diminuir os incentivos de perder jogos intencionalmente. Não sei exatamente os detalhes, mas qualquer mudança que faça os times jogarem pra vencer é bem-vinda, né?

    E aí, vocês acham que essas mudanças vão funcionar? Ou os times vão sempre dar um jeito de driblar o sistema?

    Uma coisa é certa: com tantos jogos decisivos acontecendo e essas discussões sobre o futuro da liga, a NBA não tá nada monótona. Cada dia surge uma novidade diferente pra gente debater no Sexto Homem!

  • Pat Riley perdeu a confiança da torcida do Heat pela primeira vez

    Pat Riley perdeu a confiança da torcida do Heat pela primeira vez

    Olha, nunca pensei que ia escrever isso, mas Pat Riley — sim, O Pat Riley — tá enfrentando a primeira crise real de confiança da sua era em Miami. E quem tá falando isso não sou eu, é o Dan Le Batard, que conhece o Heat melhor que a própria mãe.

    Depois da eliminação vergonhosa pro Charlotte Hornets no play-in (cara, Charlotte!), a torcida do Heat tá questionando se o lendário executivo ainda tem o toque de Midas que sempre teve. Le Batard não poupou palavras no podcast dele: “As pessoas tão reagindo ao Pat Riley como se ele fosse o Joe Biden. Isso é algo que eu nunca vi antes.”

    O que diabos aconteceu com esse time?

    A temporada começou bem, o Heat parecia ter encontrado uma química boa. Mas aí veio aquela queda típica — só que dessa vez foi diferente. Não foi só uma oscilação normal, foi uma derrocada que deixou todo mundo de cabelo em pé.

    Sinceramente, é estranho ver Pat Riley sendo questionado assim. O cara trouxe LeBron e Wade pra Miami, construiu um super time que foi pra quatro finais seguidas e ganhou duas. Voltou pra técnico em 2006 e virou uma série de 2-0 contra os Mavs pra ganhar o anel. Trouxe o Jimmy Butler que levou o time pra duas finais (2020 e 2023).

    A realidade atual é dura demais

    Mas Le Batard tem razão numa coisa: desde aquela final épica contra o Denver Nuggets em 2023, o Heat tá parecendo time de várzea. E olha que não tô exagerando — perder pro Hornets no play-in é algo que ninguém esperava, nem nos piores pesadelos.

    O problema é que Riley sempre foi visto como esse cara infalível, o “Godfather” que sempre dá um jeito. Agora, pela primeira vez na era moderna do Heat, ele tá sendo tratado como… sei lá, um executivo comum que pode errar.

    E aí, vocês acham que Pat Riley ainda tem fôlego pra mais uma reconstrução aos 79 anos? Ou será que chegou a hora de pensar numa transição? Uma coisa é certa: depois de décadas sendo intocável em Miami, pela primeira vez ele vai ter que provar que ainda é o monstro que sempre foi.

  • Pistons x Magic virou o pior basquete da história dos playoffs

    Pistons x Magic virou o pior basquete da história dos playoffs

    Cara, eu já vi muito basquete feio na minha vida, mas essa série entre Detroit Pistons e Orlando Magic tá sendo algo surreal. É literalmente como assistir uma luta de boxe com uma bola de basquete rolando no meio do ringue. E olha, por mais bizarro que pareça, tô viciado nessa porcaria.

    Depois da vitória de 94 a 88 do Magic no jogo 4 segunda-feira, Orlando lidera por 3-1 e os Pistons — que fizeram 60 vitórias na temporada regular — tão na beira de se tornarem apenas o oitavo cabeça de chave número 1 da história a perder uma série pro oitavo colocado. Absurdo total.

    A enterrada que parou o jogo

    Mas o momento que definiu essa série toda? Um cara que nem metade da galera que tava assistindo sabia que existia. Jamal Cain. Sim, esse mesmo nome que você nunca ouviu falar. O maluco fez apenas 121 jogos na NBA na carreira toda e conseguiu a enterrada mais violenta que eu já vi em playoff.

    Ele literalmente destruiu o Jalen Duren com um tomahawk que deixou o All-Star do Detroit estirado no chão. Mano, eu assisti essa jogada umas 15 vezes e ainda não acredito. Não é aquela enterradinha fake que viraliza no Instagram não — foi pancada mesmo, daquelas que você sente dor só de ver.

    Sinceramente? Acho que o Duren nem lembra dos últimos 8 minutos do jogo depois dessa humilhação. E olha que os Pistons ainda tentaram reagir, mas como você volta de uma pancada dessas?

    O festival de horrores ofensivo

    Agora vem a parte mais louca: esses dois times simplesmente esqueceram como jogar basquete. São 130 turnovers em quatro jogos. Cento e trinta! Os Pistons tão fazendo média de 98 pontos por jogo, quando na temporada regular era 117.8. É a maior queda de pontuação de um primeiro colocado na história dos playoffs.

    O Cade Cunningham teve 8 turnovers segunda-feira e nas últimas três partidas soma 24 — recorde histórico de playoffs. O cara que era pra ser a estrela do time tá arremessando 28% de três pontos. O Tobias Harris, segundo maior pontuador da série pelos Pistons, tá com 14% de três. Como time, Detroit tá abaixo de 30% do perímetro.

    E o Magic? Ainda pior. Eles atiraram 32.6% como equipe na vitória de segunda — a pior porcentagem de arremessos numa vitória de playoff desde 1980. Paolo Banchero tá com splits de 37/26% na série. Nos últimos três jogos: 17 de 52 arremessos. É de chorar.

    Jalen Suggs acha que é o Klay Thompson

    Mas o que mais me incomoda é o Jalen Suggs achando que é o Splash Brother. O maluco tá tentando 10 bolas de três por jogo e errando três de cada quatro. A estratégia ofensiva do Orlando é basicamente: pick-and-roll pro Banchero, não dá em nada, alguém fica driblando feito doido e termina com um arremesso perdido.

    Vocês acham que dá pra ganhar playoff assim? Porque eu tô impressionado como o Magic conseguiu 3 vitórias jogando desse jeito. É basquete feio, mas tá funcionando de alguma forma bizarra.

    O mais louco é que tô aqui criticando, mas não consigo parar de assistir. É como acidente de trânsito — você sabe que não devia olhar, mas não consegue desviar os olhos. E sinceramente? Prefiro isso mil vezes do que aqueles jogos enjoados com 140 pontos pra cada lado.

  • Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Cara, eu não acredito no que aconteceu. Os Timberwolves estavam com 3-1 na série, praticamente com o pé na próxima fase, e agora tão vendo o pesadelo acontecer na frente dos próprios olhos.

    O jogo 5 de segunda-feira foi de doer. Denver 125 x 113 Minnesota, e olha que o placar até que não mostra o sufoco que foi. Os Nuggets meteram um 37-24 no terceiro quarto que simplesmente acabou com qualquer esperança dos Lobos naquela noite.

    A ausência do Edwards tá pesando demais

    Sinceramente? Sem Anthony Edwards e Donte DiVincenzo, esse time do Minnesota virou uma sombra do que era. O Ant-Man estava fazendo uma temporada monstruosa – 28,8 pontos por jogo na temporada regular, terceiro melhor da liga. E agora o cara tá no DM (departamento médico) justamente nos playoffs.

    O Ayo Dosunmu até tentou repetir a mágica do jogo 4, quando meteu 43 pontos históricos, mas fez “só” 18 dessa vez. E eu coloco só entre aspas porque 18 pontos tá longe de ser pouco, mas a real é que Minnesota precisa de mais, muito mais.

    Os Nuggets forçaram 25 turnovers dos Wolves – três a mais do que Minnesota tinha perdido de bola nos jogos 3 e 4 SOMADOS. Isso aí é desespero puro, time tentando forçar jogadas que não existem.

    Denver acordou no momento certo

    O mais assustador é que Denver tá jogando com uma confiança completamente diferente agora. Cameron Johnson e Spencer Jones, que fizeram apenas 9 pontos no jogo 4, combinaram para 38 no jogo 5. O banco dos Nuggets, que tinha sido patético com 16 pontos no jogo anterior, saltou para 27.

    E tem o Jokić ali, né? O cara é simplesmente imparável quando quer. O Rudy Gobert até conseguiu incomodar bastante, mas quando o MVP mode do sérvio liga, não tem muito o que fazer.

    Na minha visão, o Chris Finch resumiu bem: “Achei que começamos o jogo querendo fazer todas as jogadas de home run, em vez de querer fazer as jogadas que nos ajudam a entrar no ritmo”. É exatamente isso – sem o Edwards, todo mundo quer ser herói e acaba se atropelando.

    E agora? Dá pra reverter?

    Olha, matematicamente ainda dá. Mas apenas 13 times na história da NBA conseguiram virar uma série depois de estar perdendo por 3-1. Os Nuggets querem ser o 14º, e pelo que vi ontem, eles tão acreditando cada vez mais nisso.

    Para Minnesota conseguir segurar a bronca, vai precisar de uma defesa perfeita – igual fizeram nos jogos 2, 3 e 4, quando limitaram Denver a apenas 38,7 pontos no garrafão por jogo. No jogo 5? Tomaram 62 pontos na área. Absurdo.

    O Jaden McDaniels precisa continuar irritando o Jamal Murray, o Gobert tem que seguir no modo “muralha” contra o Jokić, e alguém precisa aparecer no ataque além do Dosunmu.

    E aí, pessoal, vocês acham que os Wolves conseguem segurar essa? Ou vamos ver uma das maiores zebras dos playoffs acontecendo bem na nossa cara?

  • Lakers viraram bagunça total: 23 turnovers no Jogo 4!

    Lakers viraram bagunça total: 23 turnovers no Jogo 4!

    Cara, o que tá acontecendo com os Lakers? Eu tô vendo essa série contra os Rockets e simplesmente não consigo entender como um time que tá ganhando por 3-1 consegue perder a bola 23 vezes em UMA ÚNICA PARTIDA. Vinte e três, pessoal. É de chorar.

    O pior de tudo? Eles vinham falando há semanas sobre a importância de cuidar da bola. Aí chega na hora H e fazem exatamente o contrário. Os caras entregaram 80 turnovers em quatro jogos — nenhum time dos playoffs perdeu mais bola que LA. É surreal.

    JJ Redick tá preocupado (e com razão)

    O técnico JJ Redick disse que vai passar os próximos dias “descobrindo maneiras de evitar esses turnovers”. Olha, sinceramente acho que ele deveria ter pensado nisso antes, né? Mas entendo a situação — o elenco dos Lakers tá quebrado.

    Os dois armadores titulares estão machucados, e quem tá jogando na posição não é armador natural. Até o LeBron, que já foi monstro no controle de bola, tá mostrando que a idade chegou. A mão não é mais a mesma de antigamente.

    Marcus Smart foi direto ao ponto: “A maioria foi mental. Estávamos derrubando passes, eu inclusive. Eu tava jogando a bola na perna dos caras.” Pelo menos ele assumiu, né?

    Austin Reaves pode ser a salvação?

    A volta do Austin Reaves pode ajudar um pouquinho. Pelo menos o cara sabe segurar uma bola melhor que Jake LaRavia ou o próprio Smart na posição. Mas vamos ser realistas — o problema é mais profundo.

    Esse Lakers atual tem uma margem de erro minúscula por causa das lesões. Quando você perde a bola 23 vezes e ainda entrega 30 pontos pro adversário (foi exatamente isso que rolou no Jogo 4), você precisa ser perfeito em TODO o resto pra ganhar. E isso é praticamente impossível.

    O que mais me incomoda é que eles ganharam os três primeiros jogos mesmo perdendo muita bola, e isso pode ter dado uma sensação falsa de que tava tudo bem. Smart disse que fizeram “muito bem” nos primeiros três — discordo totalmente. Eles só se salvaram em outras áreas.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se concentrar e fechar a série? Ou vão deixar os Rockets voltarem pra Los Angeles embalados? Porque do jeito que tá, qualquer descuido pode virar pesadelo nos playoffs.

  • Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Knicks sabem que precisam de mais desespero no jogo 5 decisivo

    Cara, playoff da NBA é isso aí — quando você menos espera, tá tudo empatado em 2-2 e cada possessão vale ouro. Os Knicks conseguiram empatar a série contra os Hawks depois de duas derrotas seguidas por apenas um ponto cada. Agora volta tudo pro Madison Square Garden pra um jogo 5 que promete ser de infarto.

    O técnico Mike Brown tá confiante no time dele. “Esse grupo é implacável, eles são experientes. Eles performam melhor quando estão com a corda no pescoço”, disse Brown. E olha, não é que ele tem razão? Depois de tomar duas pancadas de um ponto, os Knicks foram lá e ganharam de 114-98 em Atlanta. Convincente.

    Miles McBride falando as verdades

    Mas o que mais me chamou atenção foi o papo do Miles McBride. O cara foi direto ao ponto: “Temos que ter um nível mais alto de desespero, porque sabemos que eles não vão entrar nesse jogo de forma tranquila”.

    E ele completou falando uma coisa que todo brasileiro que joga bola sabe — você não perde o jogo só nos últimos minutos. “Você não perde sempre no final. É uma possessão aqui, no primeiro tempo quando você perdeu um rebote, ou quando alguém não correu para o garrafão”. Exato, mano. Basquete se ganha nos detalhes.

    Brunson e o jogo de xadrez dos playoffs

    Jalen Brunson, que tá com uns altos e baixos na série (41,6% nos arremessos — meio baixo pro padrão dele), falou uma coisa interessante sobre como funciona uma série de playoffs. “É um jogo de xadrez constante. Você vê que movimento eles fazem e volta com um movimento diferente”.

    Sinceramente, isso é o que mais amo nos playoffs da NBA. Cada jogo é completamente diferente do anterior. Os técnicos ficam naquela de ajuste e contra-ajuste, e no final quem consegue se adaptar melhor leva.

    Uma estatística que pesa: historicamente, quem ganha o jogo 5 numa série empatada em 2-2 tem chances enormes de levar a série toda. Mas o Brunson foi esperto — disse que não precisa de motivação extra. “É pra isso que trabalhamos o ano todo, o verão todo. É uma oportunidade dos times colocarem seus nomes na história”.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem manter essa intensidade em casa? Porque os Hawks não vão facilitar nada — playoff é isso, cada jogo uma guerra. O Madison Square Garden vai pegar fogo na terça à noite, tenho certeza disso.

  • Nuggets e Wolves sem peças-chave no jogo decisivo: Gordon e Edwards fora

    Nuggets e Wolves sem peças-chave no jogo decisivo: Gordon e Edwards fora

    Cara, que situação bizarra nos playoffs! O Denver Nuggets vai enfrentar a eliminação hoje à noite sem Aaron Gordon, enquanto o Minnesota Timberwolves também perdeu peças importantes — incluindo o astro Anthony Edwards.

    Gordon foi cortado da partida por conta de uma lesão na panturrilha. O mais frustrante? É o segundo ano seguido que isso acontece com ele nos playoffs. Como disse o técnico David Adelman: “Este tem sido um momento esmagador para ele ter isso acontecendo dois anos seguidos.”

    Denver contra a parede

    Olha, eu não vou mentir — sem Gordon, fica muito mais difícil para o Nuggets. O cara é praticamente o terceiro jogador mais importante do time, atrás só do Jokić e do Jamal Murray. Durante a temporada regular, ele meteu 16.2 pontos por jogo com 49.7% de aproveitamento nos arremessos.

    A situação do Denver tá complicada mesmo. Eles ganharam o primeiro jogo da série com Gordon em quadra, mas desde então perderam três seguidas. Agora enfrentam a eliminação em casa, numa situação de 3-1 para o Minnesota.

    Com Gordon fora no Jogo 3, o jovem Spencer Jones assumiu a titularidade. Fez um trabalho decente (6 pontos em 23 minutos), mas convenhamos — não é a mesma coisa que ter Gordon defendendo e esticando a quadra com arremessos de três.

    Wolves também no sacrifício

    Mas espera aí — o Minnesota também tá sofrendo. Donte DiVincenzo sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles no Jogo 4 (temporada acabada pra ele), e o Anthony Edwards machucou o joelho no mesmo jogo. Edwards tá fora por algumas semanas.

    É surreal ver os dois times chegando nesse jogo decisivo tão machucados. O Minnesota conseguiu ganhar o Jogo 4 mesmo com essas lesões, o que mostra a força mental dessa equipe.

    Sinceramente? Acho que vai ser um jogaço hoje à noite. Duas equipes no sacrifício, lutando com as armas que têm. O Nuggets em casa, contra a parede, com Jokić provavelmente fazendo de tudo para não deixar a temporada acabar.

    E vocês, acham que Denver consegue forçar um Jogo 6 sem Gordon? Ou será que Minnesota fecha a série fora de casa mesmo desfalcado?

  • Celtics atropelam 76ers mesmo com volta de Embiid e abrem 3-1

    Celtics atropelam 76ers mesmo com volta de Embiid e abrem 3-1

    Olha, eu sabia que ia dar ruim pros 76ers, mas não imaginei que seria assim. Os Celtics simplesmente destruíram Philadelphia por 128 a 96 no domingo à noite, mesmo com Joel Embiid voltando depois da cirurgia de apendicite. Agora tão com vantagem de 3-1 na série e precisam de só mais uma vitória pra selar a classificação.

    O maluco do Embiid — que passou por uma apendicectomia de emergência há menos de um mês — voltou sim, e até começou bem. Fez os primeiros 8 pontos dos Sixers, com direito a enterrada no contra-ataque. Deu uma animada na torcida, né? Mas durou pouco…

    Pritchard saiu do banco e virou monstro

    A real é que o Boston não tava nem aí pra volta do MVP. Payton Pritchard saiu do banco e meteu 32 pontos com seis bolas de três! O cara literalmente decidiu que ia ser o protagonista da noite. E o Jayson Tatum? 30 pontos, 11 assistências e 7 rebotes. Double-double tranquilo.

    Sabe o que mais me chamou atenção? Boston converteu 24 arremessos de três contra apenas 9 de Philly. Vinte e quatro! É muito volume, meu amigo. Quando um time tá acertando desse jeito do perímetro, fica difícil competir.

    Embiid voltou, mas não foi suficiente

    O pivô dos 76ers até que se esforçou — terminou com 26 pontos e 10 rebotes. Mas sinceramente, dava pra ver que ele não tava 100%. Primeiro quarto foi bem (10 pontos), mas no segundo período nem acertou um arremesso de quadra. E olha que o cara jogou com uma proteção especial na barriga pra não machucar a região operada.

    É frustrante ver um jogador desse nível sempre lidando com lesão, né? Essa já é a terceira temporada consecutiva que Embiid joga menos de 40 partidas. Antes da apendicite, ele já tinha lidado com problema no oblíquo, joelho direito, canela… É muito azar mesmo.

    Tyrese Maxey tentou ajudar com 22 pontos e Paul George colocou 16, mas não deu. Quando Boston resolve jogar assim, fica complicado pra qualquer um.

    Vocês acham que os Sixers conseguem forçar um jogo 6? Porque pelo que eu vi ontem, os Celtics tão voando. E com Embiid ainda se readaptando, vai ser difícil viu…

  • SGA meteu 42 pontos e está destruindo os Suns nos playoffs

    SGA meteu 42 pontos e está destruindo os Suns nos playoffs

    Gente, eu preciso falar sobre o que o Shai Gilgeous-Alexander fez ontem à noite. O cara simplesmente decidiu que ia acabar com a temporada dos Suns de uma vez por todas.

    42 pontos. Quarenta e dois! E o mais absurdo? Acertou 15 de 18 arremessos de quadra. Isso é 83% de aproveitamento, pessoal. Pra vocês terem noção do quão monstruoso isso é: ele se tornou apenas o SEGUNDO jogador na história dos playoffs da NBA a fazer 40+ pontos com essa eficiência toda.

    Machucado? Que machucado?

    O mais louco é que o SGA tinha saído do Jogo 2 com a mão meio torta depois de uma jogada feia. Eu sinceramente pensei que isso poderia atrapalhar ele no Jogo 3. Mas cara… o Thunder ganhou de 121 a 109 e agora está 3-0 na série.

    Três a zero, galera. Os Suns estão com um pé na cova.

    O canadense mostrou por que levou o MVP da temporada regular. Aquele arremesso no último segundo do shot clock foi de outro mundo — literalmente impossível de defender. E quando ele cortou entre dois defensores pra fazer aquela bandeja? Pura magia.

    Thunder voando alto

    Olha, eu já falei isso antes mas vou repetir: esse time de Oklahoma está jogando um basquete DIFERENTE. SGA está carregando o piano nas costas, mas tem ajuda chegando de todos os lados.

    Na primeira metade do jogo, ele já tinha metido 17 pontos acertando os primeiros sete arremessos. Simplesmente imparável. E aí você me pergunta: como é que os Suns vão parar esse cara?

    Sinceramente? Não sei se conseguem. Com 38 minutos em quadra e quase um double-double (faltaram só 2 rebotes), o SGA está numa pegada que lembra aqueles grandes momentos de playoffs que a gente nunca esquece.

    Agora é isso: Phoenix precisa de um milagre pra não ser varrida. E vocês, acham que os Suns conseguem reagir ou o Thunder vai fechar a série no próximo jogo?