Tag: calendário playoffs

  • Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Briga e humilhação: Knicks massacram Hawks por 50 pontos

    Mano, que massacre foi esse dos Knicks ontem à noite? 72 a 22 no primeiro tempo. Setenta e dois a vinte e dois! Eu tive que ler duas vezes porque pensei que tinha algum erro no placar.

    E como se não bastasse essa humilhação histórica, ainda rolou briga entre Mitchell Robinson (Knicks) e Dyson Daniels (Hawks). Os caras se agarraram depois de uma falta boba na disputa de rebote, e olha que nem tinha mais o que disputar — o jogo já tava decidido desde o primeiro quarto.

    A briga que ninguém esperava

    A confusão começou com 4:39 restando no segundo quarto. Robinson foi chamado para uma falta na bola solta, e o Daniels deve ter falado alguma coisa que não agradou. Na hora do lance livre, os dois começaram a se empurrar na marcação de rebote e aí foi ladeira abaixo.

    Se agarraram de tal jeito que precisou de uns cinco caras pra separar. Banco inteiro em quadra, aquela confusão clássica da NBA. Por sorte não rolou soco — senão ia dar suspensão e multa pesada pra todo mundo. No final, os dois levaram técnica dupla e foram expulsos.

    Sinceramente? Entendo a frustração do Daniels. Tomar 50 pontos de diferença no primeiro tempo deve ser desesperador. Mas partir pra briga quando seu time tá perdendo feio assim só piora a situação.

    Knicks na segunda fase?

    Com essa vitória absurda, os Knicks abriram 3-2 na série e estão praticamente classificados para a segunda rodada dos playoffs. E vocês acham que os Hawks conseguem se recuperar dessa humilhação no Jogo 7?

    Olha, eu não vou mentir: depois de tomar 50 pontos de diferença em casa, o psicológico do Atlanta deve ter ido pro espaço. Os Knicks tão jogando um basquete monstruoso e parecem ter encontrado o timing perfeito nos playoffs.

    Mitchell Robinson pode até ter sido expulso, mas antes disso já tinha dominado o garrafão completamente. E o ataque dos Knicks? Simplesmente imparável. Quando um time consegue abrir 50 pontos de vantagem no primeiro tempo dos playoffs, é porque tá funcionando TUDO.

    Agora é aguardar o próximo jogo e ver se os Hawks conseguem pelo menos tornar a série competitiva — porque do jeito que foi ontem, deu até dó de assistir.

  • Pancadaria no massacre: Knicks fazem 83-26 no intervalo dos Hawks

    Pancadaria no massacre: Knicks fazem 83-26 no intervalo dos Hawks

    Mano, eu já vi muito massacre na NBA, mas o que rolou em Atlanta ontem à noite foi de outro planeta. Os Knicks estavam goleando os Hawks por 83-26 no intervalo — pasmem, o maior intervalo de vantagem na história dos playoffs da NBA — quando Mitchell Robinson e Dyson Daniels resolveram trocar umas bicudas.

    Olha, sinceramente? Eu entendo a frustração dos Hawks. Imagina estar perdendo de CINQUENTA PONTOS em casa, na frente da sua torcida, num jogo que pode encerrar sua temporada. O cara fica maluco mesmo.

    O momento que explodiu tudo

    A confusão começou quando Robinson e Daniels se enroscaram durante um lance livre do OG Anunoby. Cara, tinha 4:39 pra acabar o segundo quarto e Nova York já tinha aplicado um 55-10 de sequência nos coitados. Aí você vê os dois se agarrando e pensa: ‘opa, vai dar merda’.

    E deu mesmo. A briga se espalhou até a primeira fileira da arquibancada, envolveu quase todo mundo dos dois times. Os árbitros não tiveram escolha — Robinson e Daniels foram expulsos na hora. Agora é esperar pra ver se mais alguém vai pagar o pato quando a liga revisar os vídeos.

    Quando o placar vira piada

    Vocês conseguem imaginar uma coisa dessas? 83-26 no intervalo. Oitenta e três a vinte e seis! Os Knicks fizeram 40-15 só no primeiro quarto e depois não pararam mais. Foi uma humilhação pública que deu até dó de assistir.

    O mais louco é que tinha um monte de torcedor do Knicks lá em Atlanta gritando e zoando. Imagina você sendo Hawks fan, pagando seu ingresso pra ver isso em casa? Eu sairia no intervalo, não vou mentir.

    Robinson deve estar pensando: ‘cara, a gente já tava ganhando de 50, precisava mesmo brigar agora?’ Mas o Daniels… rapaz, o moleque tava frustrado demais. Quando você tá apanhando desse jeito, qualquer contato vira motivo pra explodir.

    O que vem por aí

    Pra falar a verdade, essa briga nem foi o pior momento do jogo. O placar conseguiu ser mais feio que a pancadaria — e olha que não é fácil.

    Agora é torcer pra liga não pegar pesado demais com os outros jogadores que se meteram na confusão. Os Knicks provavelmente vão pro segundo turno mesmo (será que os Hawks conseguem uma recuperação histórica depois dessa?), então seria uma pena alguém perder jogos importantes por causa de uma besteira quando o jogo já tava decidido há muito tempo.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem se reerguer depois dessa humilhação ou já era mesmo? Porque sinceramente, depois de levar uma dessas em casa, deve ser difícil até olhar no espelho.

  • Hawks vão renovar com Quin Snyder? A coisa tá ficando séria

    Hawks vão renovar com Quin Snyder? A coisa tá ficando séria

    Olha, eu confesso que não esperava isso quando os Hawks contrataram o Quin Snyder no meio da temporada 2022-23. O cara simplesmente pegou um time em transição e transformou em candidato real aos playoffs.

    A situação é a seguinte: Snyder vai entrar na última temporada do contrato dele como técnico dos Hawks antes da temporada 2026-27. E pelo que tudo indica, a diretoria de Atlanta já tá de olho numa renovação. As conversas sobre extensão devem rolar no final da temporada, e o técnico tem apoio total da front office pra continuar por lá.

    O trabalho que ninguém esperava

    Sinceramente? Eu achava que os Hawks iam patinar mais um tempo depois de toda aquela novela com o Trae Young. Mas não, cara. O time terminou a temporada regular como 6ª cabeça de chave, e isso numa época em que todo mundo falava que era o fim da era Trae Young em Atlanta.

    Snyder pegou um time meio perdido e conseguiu dar uma identidade. Não foi fácil — a saída dele do Utah Jazz em 2022 mostrou que às vezes até bons técnicos precisam de mudança de ares. Mas em Atlanta, o cara encontrou o ambiente perfeito.

    Knicks tentaram, mas não rolou

    Uma coisa que me chamou atenção: os Knicks foram atrás do Snyder na última offseason pra preencher a vaga de técnico deles. Não deu certo, obviamente, mas os Hawks também não responderam oferecendo uma extensão na época. Meio estranho, né?

    Agora a situação mudou completamente. Com o trabalho sólido que ele fez em Atlanta, a renovação parece questão de tempo e valores. E vocês acham que ele fica mesmo? Ou será que vai aparecer uma proposta melhor no meio do caminho?

    O que eu sei é que Atlanta finalmente achou um técnico que entende o momento do time. Snyder não tentou forçar nada, trabalhou com o que tinha e entregou resultados. Isso vale ouro no mundo NBA.

  • Nuggets acordaram? Adelman vê virada de chave no jogo 5

    Nuggets acordaram? Adelman vê virada de chave no jogo 5

    Olha, eu não sei vocês, mas eu senti uma energia diferente no jogo 5 entre Nuggets e Timberwolves. David Adelman também sentiu — e ele não tá escondendo o otimismo depois da vitória por 125-113 que manteve Denver vivo na série.

    “Quem nós somos foi o jogo 5. É isso que podemos ser consistentemente”, disse o técnico dos Nuggets. E cara, depois de ver o time meio perdido nos primeiros jogos, essa declaração tem um peso enorme.

    Jokic voltou a ser Jokic (finalmente!)

    O sérvio monstro fez o que a gente sabe que ele sabe fazer: 27 pontos, 12 rebotes e 16 assistências. Triple-double dominante. Jamal Murray também acordou pra vida com 24 pontos e 7 assistências — dupla que a gente conhece e ama.

    O mais impressionante? O terceiro quarto foi uma aula. Denver fez 37 contra 24 de Minnesota e simplesmente não deixou o jogo escapar mais. Parecia aquele Nuggets campeão de 2023, sabe?

    A confiança tá voltando no momento certo

    Adelman fez questão de lembrar: “Tem uma razão pela qual esses caras ganharam 54 jogos com formações diferentes. Eles confiam um no outro.” E isso é real. Denver sempre foi um time que se encontra nos momentos mais tensos.

    Sinceramente? Eu tô começando a acreditar numa virada histórica. Minnesota ainda lidera 3-2, mas tá lidando com lesões (Edwards perdeu o jogo 5, DiVincenzo segue fora). Enquanto isso, Denver parece mais saudável e, mais importante, redescobriu sua identidade.

    A pergunta que não quer calar: será que os Nuggets conseguem manter esse nível nos próximos jogos? Se conseguirem, essa série pode virar muito rapidamente. E olha, conhecendo o playoff do Jokic, eu não duvido de nada.

  • Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Bill Simmons se arrepende: votou em Duren pro All-NBA e agora…

    Olha, quando você coloca um cara no segundo time All-NBA e depois ele derrete nos playoffs, dá uma dor no peito, né? É exatamente isso que tá rolando com Bill Simmons e Jalen Duren, do Detroit Pistons.

    O pivô dos Pistons foi um dos grandes nomes da temporada regular — 19.5 pontos e 10.4 rebotes por jogo, um monstro absoluto no garrafão. Eu mesmo fiquei impressionado com a evolução dele. Mas aí chegaram os playoffs contra o Orlando Magic e… cara, simplesmente sumiu.

    A queda livre nos playoffs

    Nos playoffs, Duren tá fazendo apenas 9.8 pontos e 8.3 rebotes. Quase metade da produção da temporada regular! E o Bill Simmons não tá nada feliz com isso.

    “Eu realmente acreditei nele, coloquei no segundo time All-NBA. Queria até escrever pra NBA pra ver se consigo mudar meu voto, mesmo já tendo enviado”, disse Simmons no podcast dele. “Ele tá jogando muito mal nesses playoffs. Alguém que eu achava que era impactante e consistente toda noite… parece uma bagunça.”

    Sinceramente? Dá pra entender a frustração. Quando você aposta suas fichas num jogador e ele não entrega na hora que mais importa, é de cortar o coração.

    Duren ainda acredita na virada

    Mas o próprio Duren não baixou a cabeça. Em 3-1 na série (pelo que entendi do contexto), ele ainda tá confiante:

    “Não acabou ainda, mano. Times já voltaram de 3-1 tantas vezes. Não seria a primeira vez na história. Temos que ir um jogo de cada vez, proteger nossa casa e continuar dali.”

    Olha, eu admiro a confiança do garoto. Mas também não posso ignorar os números — ele realmente precisa acordar pra vida se quiser fazer essa virada histórica acontecer.

    E vocês, acham que o Duren consegue se redimir ou a temporada dos Pistons já era mesmo? Porque uma coisa é certa: votar pra All-NBA baseado só na temporada regular pode dar dessas…

  • Ingram sai machucado e Raptors perdem mais uma pros Cavs

    Ingram sai machucado e Raptors perdem mais uma pros Cavs

    Cara, que azar dos Raptors. Brandon Ingram durou apenas 11 minutos na quadra no jogo 5 contra os Cavaliers antes de ter que sair com uma inflamação no calcanhar direito. E olha, não é que os caras perderam por pouco mesmo: 125-120. Dói até imaginar o que poderia ter sido se ele tivesse ficado em quadra.

    O pior é que Toronto já estava desfalcada do Immanuel Quickley por causa de uma lesão no posterior da coxa. Dois caras importantes fora de combate numa série que já tava difícil. Sinceramente, acho que os Raptors estão pagando o preço por todas essas contusões na hora mais crítica da temporada.

    A irregular campanha de Ingram nos playoffs

    E não é que o Ingram já vinha meio sumido nessa série mesmo? Chegou no jogo 5 com uma média de apenas 14.8 pontos – bem abaixo do que a gente esperava dele. O cara que chegou de Nova Orleans no deadline parecia ser a peça que faltava pros Raptors, mas tá custando a engatar nos playoffs.

    A eficiência dele realmente deixou a desejar. Você esperava que um jogador do calibre do Ingram fosse fazer a diferença numa série dessas, né? Mas as coisas não estão fluindo como deveriam. E agora ainda por cima ele machuca o calcanhar…

    Trade que não rendeu os frutos esperados

    Lembram quando os Raptors fizeram aquela troca com os Pelicans no deadline? Todo mundo ficou empolgado – eu inclusive. Ingram parecia ser exatamente o que Toronto precisava: um ala versátil que sabe criar jogadas e tem boa finalização.

    Mas olha só como é o basquete, né? Às vezes as peças simplesmente não se encaixam como a gente imagina no papel. Entre a adaptação ao novo sistema e agora essas contusões, a coisa toda tá meio complicada.

    E aí, vocês acham que os Raptors ainda conseguem reagir nessa série? Com Ingram e Quickley machucados, vai precisar de muito mais dos outros caras pra conseguir incomodar Cleveland. Mas na minha opinião, tá ficando cada vez mais difícil…

  • Spurs arrasam, Knicks dominam e NBA quer acabar com tanking

    Spurs arrasam, Knicks dominam e NBA quer acabar com tanking

    Olha, que noite foi essa na NBA! Tanta coisa acontecendo que até fico sem saber por onde começar. O pessoal do RealGM Radio fez um apanhado geral dos jogos mais quentes, e sinceramente, tem umas situações que tão deixando a liga bem interessante.

    Vamos começar pelo que mais me chamou atenção: os Spurs simplesmente destruíram os Blazers. E quando eu digo destruíram, é porque foi daquelas performances que você para pra assistir e fala “cara, esse time tá jogando um basquete diferente”. O Wembanyama deve ter feito uns lances absurdos — esse garoto é um monstro mesmo.

    Playoffs esquentando de vez

    Nos playoffs, a coisa tá pegando fogo. Os Sixers conseguiram respirar contra os Celtics — e olha que eles tavam precisando mesmo, porque tomar uma varredura pros rivais seria humilhante demais. Já os Knicks tão mostrando serviço contra os Hawks. Sinceramente, eu não esperava que Nova York fosse tão dominante assim nessa série.

    E os Nuggets? Cara, eles tão vivos contra os Timberwolves, mas deve tá sendo uma guerra. Minnesota não é moleza não, especialmente com o Anthony Edwards jogando desse jeito que ele tá jogando. Vai ser interessante ver se Denver consegue virar essa chave.

    Thunder sem dó e pena

    Agora, o que mais me impressionou foi o Thunder acabando com o sofrimento dos Suns. Phoenix tava numa situação bem complicada mesmo, e OKC não teve piedade. Esse time jovem de Oklahoma City tá mostrando que veio pra ficar — e olha que eles nem eram favoritos no começo da temporada.

    Os Magic também tão quase eliminando os Pistons, o que não é grande surpresa. Detroit ainda tá em processo de reconstrução, enquanto Orlando já tem uma base sólida montada.

    NBA quer mexer na loteria

    Mas o que realmente me deixou curioso foi essa nova proposta anti-tanking que a NBA tá cogitando. Na minha visão, já era hora de mexer nisso. Ver time perdendo de propósito é frustrante demais pro fã.

    A ideia parece ser reformular o sistema da loteria pra diminuir os incentivos de perder jogos intencionalmente. Não sei exatamente os detalhes, mas qualquer mudança que faça os times jogarem pra vencer é bem-vinda, né?

    E aí, vocês acham que essas mudanças vão funcionar? Ou os times vão sempre dar um jeito de driblar o sistema?

    Uma coisa é certa: com tantos jogos decisivos acontecendo e essas discussões sobre o futuro da liga, a NBA não tá nada monótona. Cada dia surge uma novidade diferente pra gente debater no Sexto Homem!

  • Pat Riley perdeu a confiança da torcida do Heat pela primeira vez

    Pat Riley perdeu a confiança da torcida do Heat pela primeira vez

    Olha, nunca pensei que ia escrever isso, mas Pat Riley — sim, O Pat Riley — tá enfrentando a primeira crise real de confiança da sua era em Miami. E quem tá falando isso não sou eu, é o Dan Le Batard, que conhece o Heat melhor que a própria mãe.

    Depois da eliminação vergonhosa pro Charlotte Hornets no play-in (cara, Charlotte!), a torcida do Heat tá questionando se o lendário executivo ainda tem o toque de Midas que sempre teve. Le Batard não poupou palavras no podcast dele: “As pessoas tão reagindo ao Pat Riley como se ele fosse o Joe Biden. Isso é algo que eu nunca vi antes.”

    O que diabos aconteceu com esse time?

    A temporada começou bem, o Heat parecia ter encontrado uma química boa. Mas aí veio aquela queda típica — só que dessa vez foi diferente. Não foi só uma oscilação normal, foi uma derrocada que deixou todo mundo de cabelo em pé.

    Sinceramente, é estranho ver Pat Riley sendo questionado assim. O cara trouxe LeBron e Wade pra Miami, construiu um super time que foi pra quatro finais seguidas e ganhou duas. Voltou pra técnico em 2006 e virou uma série de 2-0 contra os Mavs pra ganhar o anel. Trouxe o Jimmy Butler que levou o time pra duas finais (2020 e 2023).

    A realidade atual é dura demais

    Mas Le Batard tem razão numa coisa: desde aquela final épica contra o Denver Nuggets em 2023, o Heat tá parecendo time de várzea. E olha que não tô exagerando — perder pro Hornets no play-in é algo que ninguém esperava, nem nos piores pesadelos.

    O problema é que Riley sempre foi visto como esse cara infalível, o “Godfather” que sempre dá um jeito. Agora, pela primeira vez na era moderna do Heat, ele tá sendo tratado como… sei lá, um executivo comum que pode errar.

    E aí, vocês acham que Pat Riley ainda tem fôlego pra mais uma reconstrução aos 79 anos? Ou será que chegou a hora de pensar numa transição? Uma coisa é certa: depois de décadas sendo intocável em Miami, pela primeira vez ele vai ter que provar que ainda é o monstro que sempre foi.

  • Pistons x Magic virou o pior basquete da história dos playoffs

    Pistons x Magic virou o pior basquete da história dos playoffs

    Cara, eu já vi muito basquete feio na minha vida, mas essa série entre Detroit Pistons e Orlando Magic tá sendo algo surreal. É literalmente como assistir uma luta de boxe com uma bola de basquete rolando no meio do ringue. E olha, por mais bizarro que pareça, tô viciado nessa porcaria.

    Depois da vitória de 94 a 88 do Magic no jogo 4 segunda-feira, Orlando lidera por 3-1 e os Pistons — que fizeram 60 vitórias na temporada regular — tão na beira de se tornarem apenas o oitavo cabeça de chave número 1 da história a perder uma série pro oitavo colocado. Absurdo total.

    A enterrada que parou o jogo

    Mas o momento que definiu essa série toda? Um cara que nem metade da galera que tava assistindo sabia que existia. Jamal Cain. Sim, esse mesmo nome que você nunca ouviu falar. O maluco fez apenas 121 jogos na NBA na carreira toda e conseguiu a enterrada mais violenta que eu já vi em playoff.

    Ele literalmente destruiu o Jalen Duren com um tomahawk que deixou o All-Star do Detroit estirado no chão. Mano, eu assisti essa jogada umas 15 vezes e ainda não acredito. Não é aquela enterradinha fake que viraliza no Instagram não — foi pancada mesmo, daquelas que você sente dor só de ver.

    Sinceramente? Acho que o Duren nem lembra dos últimos 8 minutos do jogo depois dessa humilhação. E olha que os Pistons ainda tentaram reagir, mas como você volta de uma pancada dessas?

    O festival de horrores ofensivo

    Agora vem a parte mais louca: esses dois times simplesmente esqueceram como jogar basquete. São 130 turnovers em quatro jogos. Cento e trinta! Os Pistons tão fazendo média de 98 pontos por jogo, quando na temporada regular era 117.8. É a maior queda de pontuação de um primeiro colocado na história dos playoffs.

    O Cade Cunningham teve 8 turnovers segunda-feira e nas últimas três partidas soma 24 — recorde histórico de playoffs. O cara que era pra ser a estrela do time tá arremessando 28% de três pontos. O Tobias Harris, segundo maior pontuador da série pelos Pistons, tá com 14% de três. Como time, Detroit tá abaixo de 30% do perímetro.

    E o Magic? Ainda pior. Eles atiraram 32.6% como equipe na vitória de segunda — a pior porcentagem de arremessos numa vitória de playoff desde 1980. Paolo Banchero tá com splits de 37/26% na série. Nos últimos três jogos: 17 de 52 arremessos. É de chorar.

    Jalen Suggs acha que é o Klay Thompson

    Mas o que mais me incomoda é o Jalen Suggs achando que é o Splash Brother. O maluco tá tentando 10 bolas de três por jogo e errando três de cada quatro. A estratégia ofensiva do Orlando é basicamente: pick-and-roll pro Banchero, não dá em nada, alguém fica driblando feito doido e termina com um arremesso perdido.

    Vocês acham que dá pra ganhar playoff assim? Porque eu tô impressionado como o Magic conseguiu 3 vitórias jogando desse jeito. É basquete feio, mas tá funcionando de alguma forma bizarra.

    O mais louco é que tô aqui criticando, mas não consigo parar de assistir. É como acidente de trânsito — você sabe que não devia olhar, mas não consegue desviar os olhos. E sinceramente? Prefiro isso mil vezes do que aqueles jogos enjoados com 140 pontos pra cada lado.

  • Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Wolves sem Edwards viram presa fácil pro Jokic e os Nuggets

    Cara, eu não acredito no que aconteceu. Os Timberwolves estavam com 3-1 na série, praticamente com o pé na próxima fase, e agora tão vendo o pesadelo acontecer na frente dos próprios olhos.

    O jogo 5 de segunda-feira foi de doer. Denver 125 x 113 Minnesota, e olha que o placar até que não mostra o sufoco que foi. Os Nuggets meteram um 37-24 no terceiro quarto que simplesmente acabou com qualquer esperança dos Lobos naquela noite.

    A ausência do Edwards tá pesando demais

    Sinceramente? Sem Anthony Edwards e Donte DiVincenzo, esse time do Minnesota virou uma sombra do que era. O Ant-Man estava fazendo uma temporada monstruosa – 28,8 pontos por jogo na temporada regular, terceiro melhor da liga. E agora o cara tá no DM (departamento médico) justamente nos playoffs.

    O Ayo Dosunmu até tentou repetir a mágica do jogo 4, quando meteu 43 pontos históricos, mas fez “só” 18 dessa vez. E eu coloco só entre aspas porque 18 pontos tá longe de ser pouco, mas a real é que Minnesota precisa de mais, muito mais.

    Os Nuggets forçaram 25 turnovers dos Wolves – três a mais do que Minnesota tinha perdido de bola nos jogos 3 e 4 SOMADOS. Isso aí é desespero puro, time tentando forçar jogadas que não existem.

    Denver acordou no momento certo

    O mais assustador é que Denver tá jogando com uma confiança completamente diferente agora. Cameron Johnson e Spencer Jones, que fizeram apenas 9 pontos no jogo 4, combinaram para 38 no jogo 5. O banco dos Nuggets, que tinha sido patético com 16 pontos no jogo anterior, saltou para 27.

    E tem o Jokić ali, né? O cara é simplesmente imparável quando quer. O Rudy Gobert até conseguiu incomodar bastante, mas quando o MVP mode do sérvio liga, não tem muito o que fazer.

    Na minha visão, o Chris Finch resumiu bem: “Achei que começamos o jogo querendo fazer todas as jogadas de home run, em vez de querer fazer as jogadas que nos ajudam a entrar no ritmo”. É exatamente isso – sem o Edwards, todo mundo quer ser herói e acaba se atropelando.

    E agora? Dá pra reverter?

    Olha, matematicamente ainda dá. Mas apenas 13 times na história da NBA conseguiram virar uma série depois de estar perdendo por 3-1. Os Nuggets querem ser o 14º, e pelo que vi ontem, eles tão acreditando cada vez mais nisso.

    Para Minnesota conseguir segurar a bronca, vai precisar de uma defesa perfeita – igual fizeram nos jogos 2, 3 e 4, quando limitaram Denver a apenas 38,7 pontos no garrafão por jogo. No jogo 5? Tomaram 62 pontos na área. Absurdo.

    O Jaden McDaniels precisa continuar irritando o Jamal Murray, o Gobert tem que seguir no modo “muralha” contra o Jokić, e alguém precisa aparecer no ataque além do Dosunmu.

    E aí, pessoal, vocês acham que os Wolves conseguem segurar essa? Ou vamos ver uma das maiores zebras dos playoffs acontecendo bem na nossa cara?