Tag: calendário playoffs

  • Knicks chegam nas Finais com vantagem absurda sobre os Spurs

    Knicks chegam nas Finais com vantagem absurda sobre os Spurs

    Mano, que vantagem brutal os Knicks vão ter nas Finais de 2026! O Brian Windhorst soltou uma estatística que deixa qualquer torcedor de Nova York empolgado — e qualquer fã dos Spurs preocupado.

    Durante o programa NBA Today da ESPN, direto de San Antonio, Windhorst revelou um dado que é simplesmente devastador: os Knicks jogaram QUATRO partidas a menos que os Spurs nos playoffs. Quatro! Isso é quase uma semana inteira de descanso extra.

    Números não mentem: vantagem histórica para quem descansa

    “Em algum momento dessa série, e talvez aconteça no final, talvez no começo, os Knicks jogaram quatro partidas a menos que os Spurs”, explicou Windhorst. E aí vem a parte mais louca da história: quando um time que varreu suas séries enfrenta outro que foi até o jogo 7, o time descansado tem um retrospecto de 20-4.

    Vinte vitórias em 24 confrontos. Isso é 83% de aproveitamento, gente! E adivinha? Os próprios Knicks acabaram de contribuir pra essa estatística na série passada, quando eram o 19-4.

    Olha, eu sei que dá pra questionar essa estatística (Windhorst mesmo admite que rolam uns asteriscos aí). A Conferência Oeste foi bem mais competitiva que a Leste esse ano, sem dúvida. Mas números são números, né? E eles favorecem completamente Nova York.

    Como os Knicks chegaram nessa situação privilegiada

    A fórmula foi simples: destruição total. Varreram os 76ers em 4-0, depois fizeram a mesma coisa com os Cavaliers. Resultado? Chegam nas Finais com 11 vitórias consecutivas e pernas fresquinhas.

    Enquanto isso, os Spurs tiveram que suar sangue pra eliminar o atual campeão Oklahoma City Thunder no jogo 7. Imagina o desgaste físico e mental disso? (Ainda mais depois daquele jogaço insano que foi a decisão)

    A questão agora é saber se San Antonio consegue manter o ritmo alucinante que mostrou contra o Thunder, ou se o cansaço vai cobrar a conta. Porque sinceramente, jogar contra um time descansado é punk demais.

    Vocês acham que essa vantagem do descanso vai fazer a diferença real na série? Ou os Spurs ainda tão com aquele fogo do jogo 7 e podem surpreender? A resposta vem na quarta-feira, no jogo 1. E cara, mal posso esperar!

  • KAT finalmente chegou lá: primeiro Finals da carreira aos 28 anos

    KAT finalmente chegou lá: primeiro Finals da carreira aos 28 anos

    Cara, eu não conseguia parar de sorrir vendo o Karl-Anthony Towns na coletiva das Finais da NBA ontem. O cara esperou 11 anos pra isso — 11 ANOS! — e agora tá ali, com o logo das Finals no peito, realizando um sonho que parecia cada vez mais distante quando ele tava apanhando em Minnesota.

    “Significa muito, porque durante toda minha carreira eu só conseguia ver esse logo das Finals na TV”, disse o KAT. “Então significa muito ser a pessoa que vê o logo na própria camisa e ter essa oportunidade.”

    Sinceramente? Essa frase me arrepiou. Imagina a frustração do cara todos esses anos, vendo outros jogadores brigando pelo título enquanto ele tava lá no frio de Minneapolis, perdendo nos playoffs ou nem chegando neles.

    A trajetória de sofrimento até Nova York

    O Towns entrou na liga em 2015 como uma das maiores promessas da sua classe de Draft. Big man com arremesso de 3, habilidade no garrafão, rebote… parecia que ia dominar a liga. Só que o basquete é coletivo, né?

    Em Minnesota, o cara teve temporadas monstruosas (já teve média de double-double por várias temporadas), mas o time nunca conseguiu decolar de verdade. Duas vezes chegou perto do sonho: perdeu nas Finais de Conferência pros Mavs em 2023, e no ano passado, já no Knicks, levou aquela pancada épica dos Pacers em seis jogos nas Finais do Leste.

    Duas vezes batendo na trave. Imagina a agonia?

    O timing perfeito em Nova York

    Agora, aos 28 anos, o KAT finalmente chegou lá. E olha que timing perfeito: é um remake das Finals de 1999 entre Knicks e Spurs! Inclusive, ressurgiram umas fotos antigas dele usando uma camisa daquelas Finals quando chegou no Knicks em 2024. Coincidência? Eu acho que não.

    Nestes playoffs, ele tá sendo o que sempre foi: consistente. Médias de 16.9 pontos, 10.6 rebotes e 5.9 assistências. Nada de números absurdos, mas fazendo o que precisa pra ganhar. E é isso que importa nas Finals, galera.

    Vocês acham que ele consegue ajudar os Knicks a quebrar a seca de 51 anos sem título? Eu tô torcendo muito, porque depois de tudo que esse cara já passou, ele merece levantar aquele troféu. E aí, quem vocês acham que leva essa Final?

  • Hartenstein deve ficar no Thunder: time aposta tudo no alemão

    Hartenstein deve ficar no Thunder: time aposta tudo no alemão

    Olha, eu sinceramente não esperava que o Thunder fosse investir tanto assim no Isaiah Hartenstein, mas pelos rumores que tão rolando, o alemão vai mesmo ficar em Oklahoma City na próxima temporada. E cara, faz todo sentido quando você para pra pensar.

    O negócio é o seguinte: Hartenstein tem uma opção de equipe de 28.5 milhões de dólares para 2026-27. Seja exercendo essa opção ou reestruturando tudo numa extensão, as fontes da liga tão batendo o martelo — ele fica. O cara assinou um contrato de 3 anos e 87 milhões depois de mostrar serviço no Knicks, e agora virou peça fundamental no Thunder.

    A rivalidade com Wembanyama muda tudo

    Vocês viram aquelas finais de conferência contra o Spurs? Hartenstein foi um dos poucos que conseguiu incomodar o Wembanyama de verdade. Foram várias sequências defensivas onde o alemão mostrou que não tá ali de enfeite. Ok, perderam em 7 jogos, mas aquela série deixou claro que o Thunder vai precisar de todo arsenal possível pra enfrentar o francês nos próximos anos.

    E convenhamos, desmontar o garrafão agora seria um tiro no pé. Com Wemby e os Spurs se consolidando como a principal ameaça no Oeste a longo prazo, você não pode se dar ao luxo de ficar sem opções no posto 5.

    A conta salgada que vai valer a pena

    Não vou mentir — o Thunder vai sangrar financeiramente. A folha salarial tá projetada em 250.5 milhões de dólares só na próxima temporada, bem acima do segundo patamar da luxury tax. SGA, Jalen Williams e Chet Holmgren sozinhos vão receber 123.8 milhões combinados (subindo dos atuais 58.5 milhões). Em 2027-28? Esses três vão custar 150.8 milhões.

    É dinheiro pra caramba, mas quando você tem uma janela real de título, você gasta mesmo. E pelo que o próprio Hartenstein falou depois da eliminação, ele quer ficar. Quando jogador e time tão alinhados assim, geralmente as coisas se resolvem.

    Ah, e tem mais um detalhe: o Thunder draftou o centro Thomas Sorber em junho, mas o garoto perdeu a temporada toda com lesão no ligamento cruzado. Ou seja, apostar só na recuperação dele seria muito arriscado.

    E aí, vocês acham que o Thunder tá certo em investir pesado no Hartenstein? Na minha opinião, com a liga cada vez mais física e times como os Spurs crescendo, ter um pivô que aguenta o tranco é investimento obrigatório.

  • Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Cara, eu ainda tô processando essa estatística que saiu após a eliminação do Oklahoma City Thunder pelo San Antonio Spurs na final do Oeste. Prepara o coração porque o número é de doer: o Thunder fez 71-14 contra o resto da NBA na temporada, mas contra os Spurs? 4-8. Quatro vitórias em doze jogos.

    Pensa comigo — San Antonio foi responsável por 36,4% de TODAS as derrotas do Thunder na temporada regular. Oito das 22 derrotas vieram contra os Spurs. É ou não é absurdo?

    O pesadelo começou cedo

    A coisa começou mal logo no início da temporada. Os Spurs quebraram uma sequência de 16 vitórias consecutivas do Thunder (recorde da franquia) ainda na semifinal da Copa da NBA. Sinceramente, eu já sabia que ia dar ruim quando vi aquilo acontecer.

    E não parou por aí. San Antonio ganhou mais duas antes de Oklahoma City conseguir UMA vitória em janeiro. Aí em fevereiro? Spurs de novo por cima. Era impressionante como esse time jovem de San Antonio simplesmente tinha a fórmula pra parar o Thunder.

    Game 7 sem peças importantes

    No jogo 7 da final do Oeste, o Thunder jogou sem Jalen Williams (lesão no posterior da coxa) e Ajay Mitchell (panturrilha). Os dois só jogaram três partidas cada na série toda — é muito handicap pra uma decisão dessa magnitude.

    Mas olha, não dá pra usar isso como desculpa total não. O próprio Shai Gilgeous-Alexander admitiu que os Spurs foram superiores no jogo 7 e que o Thunder precisa evoluir. Maturidade do cara, reconhecer isso.

    Vocês acham que essa pode ser o início de uma rivalidade clássica? Porque 12 jogos entre os times em uma temporada é muita coisa. E com os Spurs voltando pras finais pela primeira vez desde 2014, quando levaram o título…

    O que mais me impressiona é como um time tão jovem quanto o de San Antonio conseguiu ter a compostura pra eliminar um candidato real ao título. A experiência de playoffs não era grande, mas na hora H souberam jogar a pressão toda pro Thunder.

    É aquela velha história da NBA — manter-se no topo é mais difícil que chegar lá. Apenas sete times na história conseguiram bicampeonatos consecutivos. E pelos números mostram, o Thunder vai ter que descobrir como jogar contra os Spurs se quiser sonhar com o título no futuro.

  • Bridges e a lição dolorosa que pode salvar o título do Knicks

    Bridges e a lição dolorosa que pode salvar o título do Knicks

    Cara, tem coisa que só quem já passou sabe o peso que tem. E o Mikal Bridges carrega uma cicatriz que pode ser exatamente o que o Knicks precisa pra não entregar o ouro nas Finals.

    Imagina só a cena: Phoenix em 2021, favoritos contra o Milwaukee, ganhando os dois primeiros jogos fácil, fácil. O Bridges tava lá, confiante que nem moleque com bicicleta nova, pensando que o troféu já tava na bag. “A gente tá dominando, é do Oeste, o Leste é mais fraco”, ele mesmo admitiu depois.

    O pesadelo que virou lição

    Aí que tá o drama, mano. Os Bucks simplesmente viraram a chave e ganharam QUATRO SEGUIDAS. Quatro! O Bridges ficou moscando na quadra — de 27 pontos no jogo 2 pra praticamente sumir nos últimos jogos da série. Imagina a frustração.

    “Eu simplesmente não conseguia acreditar”, ele contou pro Brunson e pro Josh Hart no podcast deles. E olha, eu entendo a revolta. Phoenix tinha tudo pra ser campeão naquele ano.

    Agora em 2026, cinco anos depois, o cara tá vivendo uma realidade completamente diferente. Desde que foi pro banco no jogo 3 contra o Atlanta (zerado, viu?), o Bridges simplesmente acordou pra vida. Tá metendo 18.7 pontos por jogo nos playoffs, chutando mais de 62% dos arremessos, e ainda por cima marcando os melhores armadores da liga no outro lado da quadra.

    Knicks na rota do impossível

    E que temporada absurda do Knicks, né? Primeira vez nas Finals do Leste em 27 anos, correndo atrás do primeiro título em 53 anos. CINQUENTA E TRÊS! É mais tempo que a minha idade, cara.

    O mais louco? Nesse time histórico, só o OG Anunoby tem anel — mas nunca jogou uma final sequer. O Jordan Clarkson foi pras Finals de 2018, mas ficou mais no banco que eu no ensino médio. Só o Bridges mesmo viveu a pressão total de uma decisão.

    E que sequência monstruosa eles tão fazendo: 11 vitórias consecutivas nos playoffs (uma das maiores da história), com diferença média de +19.4 pontos por jogo. Esses números são de outro planeta.

    A humildade de quem já se deu mal

    Mas aqui que tá a sacada genial do Bridges. O cara não tá nem aí pras flores que tão jogando no Knicks. “Não importa o quanto falam que somos bons. Temos que nos preocupar em ser nós mesmos e ficar concentrados”.

    Essa mentalidade pode ser o diferencial, sabe? Porque uma coisa é chegar na final como azarão (tipo aquele Phoenix de 2021), outra é chegar sabendo que já perdeu uma que parecia ganha.

    Vocês acham que essa experiência dolorosa do Bridges vai ser o que falta pro Knicks não entregar o título? Porque sinceramente, eu acho que sim. Às vezes a gente precisa se queimar pra aprender a não brincar com fogo.

  • Knicks voltam às Finais após 27 anos e precisam quebrar maldição fora

    Knicks voltam às Finais após 27 anos e precisam quebrar maldição fora

    Cara, eu ainda não acredito que tô escrevendo isso. Os New York Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos! E adivinha contra quem? Os mesmos San Antonio Spurs que quebraram o coração da torcida em 1999.

    O cenário é praticamente uma déjà vu cruel: Spurs com vantagem de casa depois de fazer 62 vitórias na temporada regular, e os Knicks tendo que provar que dessa vez é diferente. Mike Brown, técnico dos Knicks, sabe que o Jogo 1 em San Antonio na quarta-feira vai ser decisivo.

    A pressão da casa do adversário

    “Temos que estar cientes de que vamos entrar num ambiente onde o time adversário vai gerar muita energia”, disse Brown. E olha, ele não tá exagerando. Quem já viu jogo dos Spurs em casa sabe que o AT&T Center ferve – não é à toa que eles têm uma das melhores campanhas em casa da liga.

    Brown fez uma comparação interessante com o Madison Square Garden: “Nossa torcida é uma das melhores, se não a melhor da liga. A energia que recebemos jogando no Garden é inacreditável.” E sinceramente, ele tem razão. Mas agora os papéis se invertem.

    “Sabendo que vai ser hostil, não temos a energia da torcida pra nos ajudar. Então temos que entrar com propósito, não só fisicamente mas mentalmente também, pra não sair perdendo por muito, porque a torcida vai alimentar ainda mais isso.”

    Towns realizando o sonho de criança

    A história do Karl-Anthony Towns nessas Finais é emocionante demais. O cara cresceu em New Jersey como torcedor dos Knicks, e agora tá a quatro vitórias de trazer o primeiro título da franquia desde 1973. Monstro demais!

    “Foi uma honra fazer parte desse time, dessa organização que tá trazendo a palavra esperança de volta pra cidade”, disse Towns. “A maior moeda que você pode ganhar na cidade de Nova York não é dinheiro, é respeito. E ter o respeito dos fãs na cidade… somos ricos além da imaginação aqui.”

    Cara, que declaração linda. E é verdade – depois de décadas de sofrimento, os Knicks finalmente conquistaram o respeito que sempre mereceram.

    Experiência dos playoffs pode ser decisiva

    Uma coisa que me deixa confiante nos Knicks é como eles passaram pelos playoffs: atropelaram Atlanta, Philadelphia e Cleveland. Na Conferência Leste, foi uma varredura de 4-0 contra os Cavaliers que nem parecia Final de Conferência.

    Landry Shamet, que tem experiência de sobra em playoffs, tá tranquilo com o tempo de descanso: “Nosso foco é ir pra estrada e ganhar o Jogo 1. Essa não é nossa primeira parada longa nos playoffs. É mais do mesmo: focar nos detalhes e no plano de jogo.”

    E aí, galera, vocês acham que os Knicks conseguem quebrar a maldição? Depois de 27 anos, será que é agora que Manhattan explode de alegria? Eu tô com um pressentimento bom, mas sabemos como os Spurs são perigosos em casa.

    O Jogo 1 vai mostrar se essa nova geração dos Knicks tem sangue frio pra aguentar a pressão de San Antonio. Quarta-feira não chega logo!

  • Hartenstein vai torcer pro Knicks nas Finals após eliminação do Thunder

    Hartenstein vai torcer pro Knicks nas Finals após eliminação do Thunder

    Cara, que ironia do destino! Isaiah Hartenstein quase teve a chance de enfrentar seus ex-companheiros do Knicks nas Finais da NBA, mas o Thunder acabou eliminado pelo Spurs em um Game 7 dramático nas Finais da Conferência Oeste.

    E agora? O pivô alemão vai assistir às Finals de casa, torcendo justamente para o time que ele deixou há dois anos atrás.

    “Preferia estar jogando contra eles”

    Na coletiva pós-eliminação, Hartenstein não escondeu o carinho pelos antigos companheiros. “Estou feliz por eles”, disse o jogador. “Cheguei lá quando eles estavam meio que se reorganizando e mudando tudo um pouco, então o que Leon Rose e toda aquela galera fizeram, chegar às Finals agora é legal de ver.”

    Sinceramente? Dá pra sentir a nostalgia na voz dele. “Sim, eu preferiria estar jogando contra eles, mas estou torcendo por eles agora – tem muitos caras que eu conheço e ainda sou bem próximo de lá, então estou feliz por eles.”

    Imagina a loucura que seria ver o Hartenstein defendendo contra Brunson e companhia nas Finals? Seria um dos storylines mais maneiros da história recente da liga.

    Do Knicks ao Thunder: sucesso em ambos os lados

    O alemão realmente deslanchou durante suas duas temporadas em Nova York. Foi lá que ele mostrou que podia ser muito mais que um reserva qualquer – e isso rendeu um contrato gordíssimo de três anos quando virou agente livre.

    No Thunder, o cara não perdeu o embalo. Média de 10.3 pontos e 10.1 rebotes por jogo, além do primeiro anel da carreira. Nada mal para alguém que chegou meio na surdina, né?

    Mas olha só que situação: o último ano do contrato dele é uma opção de time no valor de $28.5 milhões. Se o Thunder declinar (o que seria meio maluco, na minha opinião), o Hartenstein pode virar agente livre de novo nesta offseason.

    E aí, acham que ele volta pro Knicks? Seria uma volta épica, mas financeiramente complicada considerando o salary cap apertado de Nova York. Uma coisa é certa: onde quer que ele esteja na próxima temporada, vai estar assistindo essas Finals com um sorriso no rosto.

  • SGA defende Chet após vexame: ‘Precisamos dele’

    SGA defende Chet após vexame: ‘Precisamos dele’

    Olha, eu sabia que ia dar confusão depois daquele Game 7 patético do Thunder contra o Spurs. Chet Holmgren fez só 4 pontos em 33 minutos de quadra — QUATRO PONTOS numa final de conferência, gente! — e a torcida já tava pedindo a cabeça do garoto nas redes sociais.

    Mas aí que o Shai Gilgeous-Alexander entrou em cena pra defender o companheiro. E foi direto ao ponto:

    “Precisamos do Chet Holmgren.”

    Simples assim. Quatro palavras que calaram a boca de muito hater por aí.

    A defesa do líder

    SGA não parou por aí, né? O cara foi lá e explicou por que o Thunder não pode nem pensar em trocar o pivô de 2,13m:

    “Antes do Chet chegar aqui, a gente não era quem somos hoje. Não tivemos o sucesso que temos agora. Quando ele está na melhor versão dele, nós estamos na nossa melhor versão também, e isso não é segredo. Precisamos dele. É outro cara que conseguiu ser All-Star, jogar bem no ataque e na defesa, tudo no mesmo ano. Caras assim, você precisa no seu time.”

    E tá errado? Eu lembro quando o Thunder era só pancada antes do Chet aparecer. O garoto chegou e mudou completamente a defesa do time — sem falar que na temporada regular ele fez 17.1 pontos de média. Não é qualquer um não.

    Os números não mentem (mas também não ajudam)

    Vamos ser honestos: a série contra o Spurs foi um pesadelo para Holmgren. Média de só 10.1 pontos, 7.1 rebotes e arremessando um patético 27.3% das bolas de três. No Game 7 decisivo? Apenas 2 arremessos em 33 minutos. Isso é jogar com medo, cara.

    Mas aí você olha os números dele nos playoffs como um todo: 14.9 pontos, 8.2 rebotes, acertando 56.8% dos chutes de quadra. Ou seja, foi especificamente contra San Antonio que ele travou.

    Sinceramente? Acho que foi questão de nervosismo mesmo. O moleque tem só 23 anos e tava numa final de conferência. Quem nunca travou numa hora decisiva que atire a primeira pedra.

    Hora de ter paciência

    Olha, eu entendo a revolta da torcida. Ver seu time perdendo um Game 7 com o pivô titular fazendo só 4 pontos é de arrancar os cabelos mesmo. Mas trocar o Chet agora seria a maior burrada da história do Thunder.

    O cara foi pick número 2 do draft, é All-Star, joga dos dois lados da quadra… E vocês querem trocar por causa de uma série ruim? Por favor, né?

    SGA sabe muito bem o que tá falando. Esse Thunder ainda vai dar muito trabalho nos próximos anos, e o Chet vai ser peça fundamental nisso. É só questão de amadurecer — e aprender a não sumir nos jogos grandes.

    E aí, vocês acham que o Thunder fez certo em manter a confiança no pivô?

  • Mitchell Robinson treina sozinho mas situação segue indefinida

    Mitchell Robinson treina sozinho mas situação segue indefinida

    Olha, a situação do Mitchell Robinson tá deixando todo mundo do Knicks em suspense. O pivô treinou individualmente no domingo, mas ainda não tem nada definido para o Jogo 1 das Finais da NBA que começa na quarta-feira.

    A lesão que pegou todo mundo de surpresa

    Robinson passou por cirurgia na semana passada por causa de uma fratura no dedinho. Eu sei, parece bobagem, mas qualquer coisa na mão de um pivô é complicado pra caramba. O cara precisa das mãos pra tudo — rebote, enterrada, bloqueio.

    Mike Brown não deu nenhuma atualização sobre o status do jogador para as Finais. Sinceramente? Isso me deixa preocupado. Quando o técnico não quer falar, geralmente não é boa coisa.

    Números modestos mas presença importante

    Nos playoffs, Robinson tá fazendo 5.3 pontos e 5.5 rebotes em apenas 14.2 minutos por jogo. Os números podem não impressionar, mas quem acompanha NBA sabe: às vezes o impacto vai muito além das estatísticas. O cara é fundamental na defesa e no garrafão.

    E aí, vocês acham que ele vai conseguir jogar nas Finais? Eu tô na dúvida se vale a pena forçar. Uma lesão mal curada pode virar um problemão maior lá na frente. Mas óbvio que todo fã do Knicks quer ver o elenco completo na decisão, né?

    A resposta só vamos ter mesmo na quarta. Até lá, é só ansiedade e mais ansiedade.

  • Knicks chegam às Finais da NBA destruindo todo mundo nos playoffs

    Knicks chegam às Finais da NBA destruindo todo mundo nos playoffs

    Cara, os Knicks estão simplesmente MONSTRUOSOS nos playoffs de 2026. E quando eu falo monstruosos, é porque esses caras desenvolveram um superpoder que tá deixando todo mundo de queixo caído: as famosas corridas de pontuação que destroem qualquer adversário.

    Pensa comigo: 11 vitórias consecutivas rumo às Finais da NBA, com uma diferença de 262 pontos a favor. Duzentos e sessenta e dois! É um absurdo de domínio que eu, sinceramente, não esperava ver dos Knicks nesta vida.

    A corrida histórica contra o Hawks

    O mais maluco foi no jogo 6 contra o Hawks na primeira fase. Os caras fizeram uma corrida de 63-11. Sessenta e três a onze, galera! Eu tive que ler duas vezes pra acreditar. Foi a maior vantagem no intervalo da história dos playoffs da NBA e a maior pontuação da franquia em jogos de pós-temporada.

    “É incrível quando você tem esses momentos onde tudo se encaixa”, disse Karl-Anthony Towns depois do treino. E olha, o cara tá certo. Quando os Knicks entram no ritmo, eles não param mais.

    OG Anunoby explicou que essas corridas são contagiosas – combinam arremessos certeiros, movimentação de bola, roubadas de bola, defesa sólida e mais arremessos entrando. “Tudo se soma”, disse o jogador.

    Outras corridas absurdas

    Mas não foi só contra o Hawks. Contra o Cavaliers, eles fizeram uma corrida de 44-11 para fechar o jogo 1 depois de estarem perdendo por 22 pontos. Vinte e dois! Jalen Brunson marcou 15 pontos nessa corrida, e ainda rolou aquela cesta de 3 do Landry Shamet que empate o jogo e forçou a prorrogação.

    No jogo 3 contra Cleveland: corrida de 18-0 no terceiro quarto. Jogo 4: 20-0 no segundo quarto que praticamente decidiu tudo antes do intervalo. É de deixar qualquer adversário desesperado.

    Até nas corridas “pequenas” eles arrasam. Contra o 76ers, fizeram 17-5 no último quarto que transformou 4 pontos de vantagem em 16. Mike Brown, o técnico, sabe que essas janelas são delicadas e precisam de conexão total do time.

    O segredo do sucesso

    “Qualquer coisa fora do comum pode acontecer durante essas corridas”, explicou Brown. “Você precisa confiar nesses intangíveis para se manter focado.” E é exatamente isso que separa esse time dos Knicks de outras temporadas.

    Sinceramente? Eu não sei se alguém vai conseguir parar essa máquina nas Finais. Claro, eventualmente vão levar um contra-ataque, não dá pra sustentar essas goleadas pra sempre. Mas até agora, eles dominaram completamente a arte do momentum – criar, sustentar e usar sem que ninguém consiga interromper o fluxo.

    É a primeira final dos Knicks desde 1999, galera. E com esse estilo de jogo devastador, quem vocês acham que consegue parar esses caras? Porque eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano do título em Nova York.