Tag: calendário playoffs

  • Thunder precisa escolher: quem fica e quem vai embora em OKC?

    Thunder precisa escolher: quem fica e quem vai embora em OKC?

    Cara, que situação complicada pro Thunder. Depois de perder o jogo 7 da final de conferência em casa pro Spurs, agora vem a parte mais dolorosa: decidir quem fica e quem vai embora. E olha, não é por falta de talento — é por causa da realidade financeira que bate na porta de todo time que chega no topo.

    O negócio é o seguinte: o Thunder estava numa posição privilegiada pra manter o elenco unido. Ter o Chet Holmgren e o Jalen Williams ainda em contratos de rookie foi um presente dos céus. Mas como diz o ditado, a conta sempre chega. E ela chegou agora.

    A bomba financeira que vem por aí

    Prepara o coração: na próxima temporada, o Thunder vai gastar cerca de 28 milhões a mais que qualquer outro time da NBA. Vinte e oito milhões! E isso sem contar nem os calouros que eles vão draftar. Na temporada do título, eles tinham a 19ª maior folha salarial da liga. Agora? Vão estar no topo absoluto.

    A situação fica ainda mais tensa quando o super-max do Shai Gilgeous-Alexander entrar em vigor na temporada 27-28. Aí sim vai ser difícil manter todo mundo junto. SGA é indispensável — isso nem se discute. Mas e o resto?

    Segundo teto salarial: amigo ou inimigo?

    A questão é: será que o Thunder vai aceitar passar do segundo teto salarial (second apron) ou vai tratar isso como um limite absoluto? Sinceramente, eu acho que eles vão evitar ultrapassar esse limite nesta temporada.

    O motivo? Estratégia de longo prazo. Vocês lembram que o acordo coletivo atual tem uma cláusula de saída depois da temporada 2028-29? A NBA tá claramente se preparando pra mudanças grandes. Então faz sentido o Thunder segurar os gastos agora e torcer pra que o próximo acordo seja mais favorável.

    Olha só os exemplos recentes: o Denver perdeu Bruce Brown, Jeff Green e depois o Kentavious Caldwell-Pope. O Boston conseguiu manter o time por mais um ano, mas teve que abrir mão do Jrue Holiday e do Porzingis pra não explodir o orçamento.

    Quem são os intocáveis?

    Bom, o SGA é óbvio — esse cara não sai de Oklahoma nem que a vaca tussa. Mas e os outros? O Holmgren ainda tá no contrato de rookie, então ele fica. O Jalen Williams também.

    A real é que essa era pra ser a temporada do Thunder. Eles tinham tudo pra ganhar o título com um elenco relativamente barato. Perder pro Spurs no jogo 7 em casa foi devastador não só pelo resultado, mas porque era a última chance de conquistar tudo antes da realidade financeira apertar.

    E aí, acham que o Thunder vai conseguir manter o núcleo principal? Ou vamos ver mais uma dinastia em potencial se desfazer por causa do teto salarial? Eu tenho a impressão de que eles vão ter que fazer algumas escolhas dolorosas nos próximos meses.

    Uma coisa é certa: em Oklahoma City, só o SGA tem vaga garantizada no futuro. O resto? Vai depender de quanto a diretoria está disposta a gastar pra manter esse time competitivo.

  • Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Olha, os Celtics tão numa sinuca de bico. Duas eliminações seguidas nos playoffs que doeram na alma dos fãs, e agora o Brad Stevens tem que mexer o pau na panela se quiser voltar a brigar pelo título de verdade.

    E o problema maior? O garrafão, mano. A rotação de pivôs dos caras foi uma das piores da liga na temporada passada.

    O drama do Neemias Queta

    Neemias Queta até mostrou que não é tão ruim quanto todo mundo pensava — aliás, o cara jogou pra caramba na temporada regular. Mas aí chegaram os playoffs contra o Philadelphia 76ers e… cara, foi de dar dó. Não só o Queta, mas toda a linha de frente dos Celtics derreteu.

    Justo né? Era o primeiro playoff do rapaz. Uma série ruim não apaga uma temporada boa, mas pra competir lá em cima, os Celtics PRECISAM melhorar esse setor.

    Por que todo mundo tem pivô bom menos eles?

    Sinceramente, dá uma olhada nos times que mandam bem hoje em dia. Victor Wembanyama e Nikola Jokic são praticamente aliens — esses dois sozinhos carregam seus times nas costas. O Thunder tem Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein fazendo uma muralha na defesa. Os Knicks com Karl Anthony Towns e Mitchell Robinson são uma dupla física que assusta qualquer um.

    Lembra quando os próprios Celtics ganharam o título em 2024? Al Horford e Kristaps Porzingis foram FUNDAMENTAIS. A única exceção recente foi o Indiana Pacers em 2025 com Myles Turner — mas o cara tem 2,11m e mete bola de três, então não conta.

    A bomba: trocar o Jaylen Brown pelo Giannis?

    Aqui que a coisa fica interessante (e polêmica). A troca que tá circulando nos bastidores seria: Jaylen Brown pro Portland, Giannis pros Celtics, e o Milwaukee recebe de volta suas picks do draft mais Jerami Grant, Toumani Camara e Kris Murray.

    Na minha visão, essa história de que o Giannis tá sempre machucado é papo furado. Em 2025 — ou seja, temporada passada — o cara jogou 67 partidas e ficou em TERCEIRO no MVP. Depois meteu 33 pontos, 15 rebotes e 7 assistências nos playoffs mesmo com o Damian Lillard fora por lesão no Aquiles. O maluco carregou aquele time do Milwaukee o máximo que um ser humano consegue.

    “Ah, mas Giannis não é pivô tradicional”, você deve estar pensando. Cara, os números não mentem. Quando ele joga de cinco, o negócio funciona. Entre 2020 e 2025, com Brook Lopez no banco e Giannis jogando de centro, o Milwaukee teve um net rating de 7.5 — isso daria o quinto lugar na liga essa temporada.

    Agora imagina o Giannis dividindo quadra com Jayson Tatum ao invés de Bobby Portis…

    Vocês acham que vale a pena trocar o Brown por essa possibilidade? Eu sei que é difícil, mas às vezes pra ganhar título você tem que ser corajoso. E sinceramente, vendo o que o Wembanyama tá fazendo lá no Oeste, talvez só outro monstro pra parar ele.

    O que tá claro é que os Celtics não podem ficar parados. Seja uma bomba dessas ou movimentos menores, eles precisam resolver logo essa situação no garrafão se quiserem voltar a sonhar alto.

  • Mitchell Robinson quebrou a mão antes das Finals — mas pode jogar mesmo assim

    Mitchell Robinson quebrou a mão antes das Finals — mas pode jogar mesmo assim

    Cara, que azar do Mitchell Robinson. O pivô dos Knicks quebrou o quinto metacarpo da mão direita — basicamente o osso que conecta o punho ao dedo mindinho — bem antes das Finals da NBA. Timing perfeito, né não?

    O mais estranho é que ninguém sabe exatamente quando ou como ele se machucou. O técnico Mike Brown confirmou que não foi durante a vitória sobre os Cavaliers que garantiu a vaga nas Finals, nem em treino. Mistério total. O cara simplesmente apareceu com a mão quebrada.

    Robinson até desabafou no Instagram no sábado, mandando um recado bem direto pros haters: “Para vocês que querem me ver no chão e machucado, só tenho uma coisa pra falar: se f*dam”. Pelo menos o cara tem personalidade, né?

    A corrida contra o tempo

    O pivô já passou por cirurgia e — pasmem — ainda tem chance de jogar no Jogo 1 das Finals na quarta-feira. Eu sinceramente não sei como alguém joga basquete profissional com a mão operada há poucos dias, mas enfim. Se rolar, ele vai ter que usar alguma proteção na área operada.

    E olha, isso não é novidade pra ele. Em 2021, Robinson quebrou o quarto metacarpo da mesma mão direita e ficou várias semanas fora, perdendo até a série dos playoffs contra os Hawks. Agora é o quinto metacarpo. O cara tá colecionando fraturas na mão.

    A ironia é cruel: os Knicks pouparam Robinson a temporada toda pra proteger o tornozelo (ele teve várias cirurgias), pensando nas playoffs. Aí o cara chega nas Finals com a mão quebrada. Vai entender.

    Por que ele é tão importante?

    Robinson é fundamental pros Knicks, especialmente considerando quem eles podem enfrentar nas Finals. Se for contra os Spurs, alguém precisa tentar parar o Wembanyama. Se for contra o Thunder, tem que lidar com a dupla Hartenstein e Chet Holmgren.

    Além disso, ele é o melhor reboteiro ofensivo e protetor de aro do time. E mais importante: é o seguro do Karl-Anthony Towns, que tem o costume de se complicar com faltas nos momentos decisivos.

    Tirando Towns e Robinson, sobra só o Ariel Hukporti (alemão no segundo ano) e Jeremy Sochan (que mal joga). Ou seja: se Robinson não conseguir ir, os Knicks vão ter que se virar com o que têm.

    Pelo menos eles têm nove dias de descanso antes do Jogo 1 — resultado de terem varrido os Cavs enquanto Spurs e Thunder se matavam no Oeste. Às vezes a sorte ajuda de um lado pra compensar o azar do outro.

    Vocês acham que Robinson consegue jogar mesmo com a mão operada? E se conseguir, será que vai fazer diferença real ou só vai atrapalhar o próprio time?

  • OG Anunoby desabafa sobre voltar às Finais: ‘Não sabia como era difícil’

    OG Anunoby desabafa sobre voltar às Finais: ‘Não sabia como era difícil’

    Cara, que momento histórico! Depois de quase 30 anos, os Knicks estão de volta às Finais da NBA. E quem tá no meio dessa loucura toda? OG Anunoby, que já viveu isso antes com os Raptors em 2019.

    O mais interessante é o desabafo dele sobre como a experiência mudou sua perspectiva. Na época dos Raptors, ele era só um mlk de 22 anos que nem conseguiu jogar por causa de lesão. Agora, aos 28, ele entende o tamanho da parada.

    “Eu era mais novo, não sabia como era difícil”

    “Foi uma experiência massa”, disse OG sobre 2019. “A gente tinha um time muito unido, muito talentoso. Aprendi muito só de assistir os caras jogando… Eu era mais novo naquela época, não percebia como era difícil voltar. Chegar de novo é incrível, exige muito – tô muito animado.”

    Olha, eu acho isso muito louco. O cara viveu aquele momento histórico dos Raptors (primeira vez do Canadá campeão!), mas por estar machucado, meio que não curtiu direito. Agora tem a chance de protagonizar.

    Números de playoff absurdos

    E OG não tá de brincadeira nos playoffs. Os números dele são de monstro mesmo: 19.7 pontos, 6.9 rebotes, 1.6 roubadas por jogo. Mas o mais impressionante? Tá acertando 57.7% dos arremessos de quadra e 48.3% das bolas de três!

    Sinceramente, acho que o OG tá no auge da carreira. Nine anos de NBA, finalmente encontrou seu lugar perfeito nos Knicks. É o tipo de jogador que todo time sonha ter: defende, ataca, não reclama, faz o trabalho sujo.

    O jogo 1 das Finais tá marcado pra 3 de junho, mas ainda não sabemos contra quem. Spurs ou Thunder? Depende do jogo 7 deles no sábado. E aí, vocês acham que OG finalmente vai conseguir seu anel?

    Uma coisa é certa: depois de tudo que ele passou, merece demais essa segunda chance.

  • Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Olha, vou ser sincero: Kelly Oubre Jr. foi uma das poucas consistências dos Sixers numa temporada que foi uma verdadeira montanha-russa. Enquanto o time oscilava entre jogar como campeão e parecer um time de colégio, o cara se manteve firme entregando o que dele se esperava.

    Os números não mentem: 14.1 pontos por jogo com um true shooting de 58% — o melhor da carreira dele. Cara, 58%! E ainda pegou 5.0 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubadas de bola em pouco mais de 31 minutos por noite. O monstro simplesmente evoluiu.

    O salto no arremesso de 3

    A evolução mais impressionante do Oubre foi de longe. O cara saiu de 32.7% das tentativas de campo vindos do perímetro na temporada passada para 43.9% este ano. E não foi só volume — a eficiência também subiu. Acertou 36% das bolas de três (4.8 tentativas por jogo), que é o melhor percentual da carreira dele.

    Mesmo focando mais no arremesso de longa distância, ele manteve a letalidade perto da cesta: 68.9% de aproveitamento em tentativas dentro dos três pés. Atleticismo + tamanho + finalização = pesadelo para qualquer defesa.

    A versatilidade defensiva dele continua sendo absurda. Consegue marcar alas e armadores com a mesma eficiência, usando o físico e a velocidade lateral pra incomodar qualquer um. É o tipo de jogador que todo técnico quer ter — aquele que aceita qualquer missão.

    Os playoffs foram cruéis

    Aí que mora o problema. Justamente na hora que mais importa, o arremesso simplesmente sumiu. Nos playoffs, Oubre acertou apenas 25.6% das bolas de três (10 em 39 tentativas). Foi doloroso de assistir, principalmente porque ele estava encontrando espaços bons pra arremessar.

    Essa inconsistência nos momentos decisivos é exatamente o que separa ele de ser um titular indiscutível para ser aquele sexto homem de luxo que entra 25-30 minutos. E olha que diferença isso faz no valor de mercado do cara.

    Free agency chegando

    E agora vem a questão do milhão: Oubre vai ficar na Filadélfia? O contrato de dois anos por US$ 16.3 milhões acabou — que negócio absurdo foi esse, por sinal — e ele está livre no mercado.

    Nas entrevistas pós-temporada, deu pra sentir que ele curtiu mesmo jogar pelos Sixers. “Eu amo meus caras”, disse ele. “O basquete se reinventou pra mim através de lentes diferentes durante minha passagem aqui.” Mas também deixou claro que não sabe o que esperar da free agency.

    Na minha visão, seria burrice dos Sixers não tentar manter o Oubre. Por esse preço? É um dos melhores custo-benefício da liga. O cara traz energia, defesa, versatilidade e ainda está melhorando o arremesso. Aos 28 anos, está no auge da carreira.

    Vocês acham que ele fica na Filadélfia ou algum time vai fazer uma oferta irrecusável? Eu apostaria que os Sixers vão fazer de tudo pra renovar. Perder um jogador desse calibre seria um tiro no pé.

  • Mitchell Robinson vai jogar as Finais com o dedo quebrado e uma proteção

    Mitchell Robinson vai jogar as Finais com o dedo quebrado e uma proteção

    Cara, o Mitchell Robinson é louco mesmo. O cara quebrou o mindinho da mão direita, passou pela cirurgia e já tá dizendo que vai jogar o Jogo 1 das Finais da NBA. Com uma proteção na mão, mas vai jogar.

    Olha, eu vi quando aconteceu a lesão — ele tava correndo pela quadra no terceiro quarto, tentou pegar um rebote e na sequência ficou balançando a mão direita. Dava pra ver que tinha alguma coisa errada ali. O maluco ainda continuou jogando de vez em quando até o quarto período. Impressionante a disposição desse cara.

    O rei dos rebotes ofensivos não para

    E não é qualquer pivô que tá falando não. Robinson liderou a NBA TODA em porcentagem de rebote ofensivo na temporada regular. O cara é um monstro embaixo da cesta, sempre no lugar certo na hora certa. Sinceramente, acho que os Knicks (ou qualquer time que ele esteja defendendo agora) não podem se dar ao luxo de ficar sem ele nas Finais.

    Agora, tem um probleminha que não dá pra ignorar: o cara tá acertando só 30,2% dos lances livres nos playoffs. Trinta por cento! É de doer o coração de qualquer torcedor. Imagina com o dedo machucado ainda por cima? Vai ser interessante de acompanhar como isso vai afetar o jogo dele.

    Números que impressionam

    Na temporada regular, Robinson teve médias de 5,7 pontos, 8,8 rebotes e 1,2 tocos em apenas 19,6 minutos por jogo. Ou seja, quando ele tá em quadra, o impacto é real. E com essa lesão no dedo acontecendo bem na reta final da temporada, fica aquela pressão extra — ele vai ser agente livre após essas Finais.

    Vocês acham que vale o risco de ele forçar o jogo com essa lesão? Por um lado, é admirável a garra do cara. Por outro, uma lesão mal curada pode afetar o resto da carreira. Mas conhecendo a mentalidade dos caras da NBA, especialmente nas Finais, já era esperado que ele fosse tentar jogar mesmo machucado.

    Vai ser massa acompanhar como ele se vira com essa proteção na mão. Tomara que não atrapalhe muito o jogo dele, porque rebote ofensivo é arte — e Robinson é um dos melhores artistas nesse quesito.

  • Thunder x Spurs bate recorde de audiência e mostra que a NBA voltou

    Thunder x Spurs bate recorde de audiência e mostra que a NBA voltou

    Gente, vocês viram os números de audiência das finais de conferência? Estou genuinamente impressionado. A série entre Thunder e Spurs está fazendo uma média absurda de 9,62 milhões de telespectadores nos EUA. Nove vírgula seis milhões! Isso é recorde histórico para uma final do Oeste.

    E olha só que dado interessante: é a final de conferência mais assistida desde Heat x Bulls em 2011. Lembram daquela época? LeBron, Wade e Bosh contra Rose e companhia. Era outro nível de hype, e agora Thunder x Spurs conseguiu despertar o mesmo interesse.

    Game 4 foi o ponto alto

    O jogo 4 de domingo passado teve picos de 10,3 milhões de pessoas grudadas na TV. Desde 2012 que um jogo 4 de final de conferência não prendia tanta gente assim. Sinceramente, não esperava que essa série específica fosse gerar tanto buzz — pensava que seria mais nichada, sabe?

    Mas faz sentido quando você para pra pensar. O Thunder com todo aquele talento jovem e explosivo, enfrentando os Spurs que sempre encontram um jeito de incomodar. É uma mistura perfeita de juventude versus experiência.

    Do lado de lá, Knicks varreu mas…

    No Leste, a coisa foi mais tranquila — talvez tranquila demais. Os Knicks passaram o rodo nos Cavs numa varredura que teve média de 7,4 milhões de espectadores. É a final do Leste mais vista desde 2023, mas convenhamos: uma varredura nunca vai ter o drama de uma série mais equilibrada.

    Eu fico pensando se os Cavs não perderam uma oportunidade histórica aí. Imagina se tivessem conseguido levar pelo menos uns dois jogos? A audiência poderia ter sido ainda maior.

    O que vocês acham dessa diferença de números entre as conferências? Thunder x Spurs realmente tinha tudo pra ser mais atrativo que uma varredura dos Knicks, ou foi só coincidência mesmo?

    Uma coisa é certa: esses números mostram que quando a NBA entrega produto de qualidade, o povo assiste. E isso é ótimo pra liga como um todo.

  • Robinson se machuca e Knicks ficam no sufoco antes das Finals

    Robinson se machuca e Knicks ficam no sufoco antes das Finals

    Cara, os Knicks finalmente chegaram nas Finals depois de 27 anos — e aí vem essa notícia pra estragar a festa. Mitchell Robinson quebrou o dedo mindinho da mão direita e não tem previsão de volta. Simplesmente não tem.

    O timing não poderia ser pior, né? O cara vem sendo peça fundamental na corrida dos playoffs, jogando praticamente todos os jogos (13 de 14) e sendo o principal big man saindo do banco. Não são números espetaculares — 5.3 pontos e 5.5 rebotes por jogo — mas quem acompanha sabe que o Robinson faz muito mais que as estatísticas mostram.

    E agora, quem vai parar Wemby ou Chet?

    Olha, eu vou ser sincero: isso é um problemão gigante pros Knicks. Eles vão enfrentar ou o Thunder (com Chet Holmgren) ou o Spurs (com Victor Wembanyama). Dois monstros de 2,20m que simplesmente dominam o garrafão. Sem o Robinson pra ajudar na defesa, o Karl-Anthony Towns vai ter que dar conta sozinho — e todo mundo sabe que defesa não é exatamente o forte do KAT.

    A alternativa é dar mais minutos pro Ariel Hukporti, mas sejamos realistas: o cara é praticamente um rookie na experiência de playoffs. Jogar nas Finals contra Wemby ou Chet? É pedir muito, na minha opinião.

    Tem jeito de resolver?

    A boa notícia é que ainda tem uns dias até as Finals começarem. Talvez — só talvez — consigam inventar alguma solução pra Robinson jogar com o dedo enfaixado. Já vi maluco jogar com coisa pior, mas um dedo quebrado num pivô? Complicado.

    Sinceramente, essa lesão pode decidir o título. Os Knicks esperaram 27 anos pra voltar às Finals e agora vão ter que se virar sem um dos caras mais importantes da rotação defensiva. Vocês acham que conseguem dar um jeito ou essa vai ser a pedra no sapato que vai custar o anel?

  • Robinson quebra o dedo e pode desfalcar Knicks na Final da NBA

    Robinson quebra o dedo e pode desfalcar Knicks na Final da NBA

    Olha só que situação complicada pros Knicks: Mitchell Robinson quebrou o dedo mindinho da mão direita e não tem previsão de retorno. E adivinha? A Final da NBA começa na próxima quarta-feira.

    A informação vazou ontem através da AP, porque o time ainda não anunciou oficialmente. Típico dos Knicks, né? Sempre deixando a gente no suspense quando se trata de lesões dos jogadores.

    O que aconteceu com o Robinson?

    Pelo que deu pra ver nas imagens, o cara se machucou na segunda-feira durante o jogo contra Cleveland. Lá pelos 5:35 do terceiro quarto, ele tentou pegar um rebote de uma bola perdida do Mikal Bridges, desceu meio esquisito e ficou balançando a mão direita. Continuou jogando até faltar uns 7 minutos pro final, mas dava pra ver que algo não tava certo.

    Sinceramente? Não sei se foi corajoso ou meio inconsequente dele continuar em quadra depois de sentir dor. Mas conhecendo o Mitchell, o cara é durão mesmo.

    Que problema isso causa pro time?

    Bom, os Knicks estão voando nestes playoffs — 12 vitórias em 14 jogos, ganhando por uma média absurda de quase 20 pontos por partida. Têm 11 vitórias consecutivas, que é a terceira maior sequência da história em uma mesma pós-temporada.

    Robinson não é titular, mas é uma peça importante saindo do banco. Principalmente quando o Karl-Anthony Towns entra em problemas de faltas — que acontece bastante, vamos ser honestos. O cara tá fazendo 5.3 pontos e 3.0 rebotes nestes playoffs.

    O problema é que ele virou alvo fácil pra estratégia do “Hack-a-Robinson” por causa dos lances livres. O cara tá convertendo só 30% (13 de 43 tentativas). É de doer, mano. Mas mesmo assim, ter ele disponível faz diferença na rotação.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem levar o título mesmo sem o Robinson 100%? A Final vai ser contra Oklahoma City ou San Antonio, dependendo de quem passar na conferência oeste. Vai ser um jogaço de qualquer forma.

  • Trump vai assistir os Knicks nas Finals? O presidente confirmou o convite

    Trump vai assistir os Knicks nas Finals? O presidente confirmou o convite

    Gente, vocês viram essa? O Trump confirmou que foi convidado pelo James Dolan para assistir os Knicks nas Finals da NBA! Cara, só de pensar nessa cena já fico imaginando o circo que vai virar o Madison Square Garden.

    O presidente contou pra imprensa que o dono dos Knicks fez o convite oficial para quando os caras de Nova York receberem o Thunder ou os Spurs no mês que vem. E olha, eu sinceramente não sei o que é mais surreal: os Knicks voltarem às Finals depois de 25 anos ou ter o Trump na arquibancada do MSG assistindo basquete.

    Os Knicks estão voando mesmo

    Vamos falar do que realmente importa aqui — esse time de Nova York tá absurdo. Onze vitórias seguidas nos playoffs! Passaram por cima do Cavaliers numa varredura completa nas finais da conferência. Sinceramente, quando a temporada começou, quem apostaria nisso?

    O próprio Trump reconheceu: “Que time, cara! Eles têm jogadores realmente fantásticos”. E não tá mentindo não. Ver os Knicks jogando desse jeito depois de tanto sofrimento é emocionante mesmo. Como ele disse, “os Knicks sofreram por anos” — e qualquer fã de NBA sabe que isso é pouco.

    O show vai ser completo

    Imaginem só a cena: Trump sentado na primeira fileira do Garden, provavelmente do lado do Spike Lee (que já bateu boca com ele antes). O negócio vai virar um reality show dentro do jogo. E vocês acham que isso vai atrapalhar ou dar ainda mais gás pros jogadores dos Knicks?

    Os jogos 3 e 4 estão marcados para 8 e 10 de junho no MSG. Trump disse que inicialmente queria ir no jogo 5 das finais de conferência, mas os Knicks foram lá e fecharam a série em quatro. Eficiência pura.

    Uma coisa é certa: seja Thunder ou Spurs na final, eles vão ter que lidar não só com a torcida ensandecida de Nova York, mas também com todo esse circo político. Vai ser interessante ver como os caras vão reagir a essa pressão extra. E aí, vocês acham que isso pode mexer com o psicológico do adversário ou dos próprios Knicks?