Tag: calendário playoffs

  • Freiras falsas aparecem no jogo 5 entre Spurs e Thunder

    Freiras falsas aparecem no jogo 5 entre Spurs e Thunder

    Cara, quando eu vi essa imagem das “freiras” no Paycom Center ontem à noite, quase cuspi o refrigerante na tela. Duas torcedoras dos Spurs entraram no ginásio do Thunder vestidas de freiras para o jogo 5 das Finais da Conferência Oeste. E olha, não é qualquer fantasia não — elas são do capítulo de San Antonio das Irmãs Salesianas de São João Bosco.

    A benção do Luke Kornet

    O mais engraçado? Elas tão “abençoando” o pivô reserva Luke Kornet. Primeira aparição delas foi no jogo 4, em San Antonio, sentadinhas ali na courtside bem atrás do Kornet. O negócio viralizou nas redes sociais na hora — e coincidência ou não, os Spurs meteram uma surra de 103-82 no Thunder.

    O Kornet é católico praticante e tá adorando essa história das “freiras”. Sinceramente, se eu fosse ele também estaria — ter uma torcida organizada rezando pra você deve dar uma confiança absurda em quadra.

    Finais históricas em jogo

    A parada tá séria mesmo. Os Spurs não chegam nas Finais desde 2014 (quando foram humilhados pelo LeBron e o Heat, mas deixa pra lá). Se passarem, vai rolar uma reedição das Finais de 1999 contra os Knicks. Já o Thunder quer voltar às Finais pelo segundo ano consecutivo e conquistar o bicampeonato.

    Com a série empatada em 2-2, quem ganhar o jogo 5 sai como franco favorito pro título. E vocês acham que essas “freiras” vão conseguir levar os Spurs de volta ao topo? Porque olha, depois daquela lavada no jogo 4, eu tô começando a acreditar nessa benção divina.

    Jogo 6 rola quinta-feira, dia 28, às 21h30 em San Antonio. Aposto que as “irmãs” vão estar lá de novo se o Thunder conseguir empatar hoje.

  • Técnico do Spurs pira com arbitragem e leva técnica em jogo decisivo

    Técnico do Spurs pira com arbitragem e leva técnica em jogo decisivo

    Olha, eu já vi muito técnico pirar com árbitro na NBA, mas o que rolou com Mitch Johnson ontem foi de outro nível. O cara literalmente perdeu a linha depois de uma marcação absurda dos zebras no jogo 5 contra o Thunder.

    A situação foi assim: bola sai pela lateral, claramente bateu no Chet Holmgren antes de ir pra fora, mas os árbitros deram posse pro Thunder mesmo assim. Johnson tentou pedir revisão — que é um direito dele, né? — e os caras simplesmente ignoraram e ainda deram técnica nele por reclamar.

    A revolta foi total

    Sinceramente, eu entendo a revolta do Johnson. É jogo 5, série 2-2, cada posse vale ouro. E aí os árbitros fazem uma dessas? O técnico do Spurs gesticulou tanto que parecia que tava tentando decolar, gritou com os zebras e obviamente levou a técnica.

    Tony Brothers estava apitando — e quem acompanha NBA sabe que quando esse cara tá na quadra, sempre rola polêmica. O maluco é especialista em criar confusão onde não tinha.

    Na minha opinião, foi marcação errada mesmo. Dá pra ver no replay que a bola bate no braço do Holmgren antes de sair. Mas o pior não foi nem isso — foi ignorar o pedido de revisão. Isso não existe.

    Spurs contra o mundo

    Essa série toda tá sendo uma batalha não só contra o Thunder, mas contra a arbitragem também. Os Spurs já reclamaram várias vezes das marcações, e olha que eles não são time de ficar chorando atoa.

    O time de San Antonio conseguiu empatar a série em 2-2 depois de perder dois jogos seguidos em casa pro Thunder. Agora tão com a faca no pescoço jogando em Oklahoma City, onde historicamente não é fácil conseguir apito favorável.

    E vocês, o que acham? Johnson teve razão de pirar ou exagerou na reação? Porque olhando o lance, eu teria feito igual — ou pior.

    Independente da arbitragem questionável, a série tá emocionante demais. Quem ganhar esse jogo 5 fica a uma vitória da final contra o Knicks. E pelo jeito que a coisa tá pegando, vamos ter pelo menos mais um jogo em San Antonio, onde o Spurs pode torcer por um apito mais amigo.

  • Harden quer ficar em Cleveland: ‘Achamos algo especial aqui’

    Harden quer ficar em Cleveland: ‘Achamos algo especial aqui’

    Olha só que notícia interessante: James Harden está 100% decidido a ficar em Cleveland. Não, você não leu errado. O Barba quer mesmo continuar vestindo a camisa dos Cavs na próxima temporada.

    “Sim. 100%”, disse Harden quando perguntaram se ele quer voltar para Cleveland. “Definitivamente quero estar aqui. Acho que encontramos algo especial. É difícil não terminar como queríamos, mas acho que encontramos algo.”

    Cara, essa é uma das declarações mais diretas que você vai ouvir de um jogador da NBA hoje em dia. E pelo visto, o sentimento é recíproco — os Cavs também querem o veterano de volta.

    Negócio fechado por vários anos

    Segundo o Brian Windhorst da ESPN, isso não é especulação: “James Harden vai voltar para os Cavs no ano que vem. Vai ser por vários anos garantidos.”

    Faz todo sentido, né? Cleveland não ia trocar o Darius Garland por apenas meio ano do Harden. Desde o início, essa sempre foi uma jogada pensando no longo prazo.

    O veterano teve números sólidos nos playoffs: 19.2 pontos e 5.5 assistências em 18 jogos. Tudo isso chegando no meio da temporada, se adaptando na correria. Quando você para pra pensar assim, chegar nas finais da Conferência Leste foi até impressionante.

    Ainda carrega o peso do passado

    Mas vamos ser honestos aqui — o Harden ainda carrega aquela bagagem pesada de nunca ter conquistado um título. Nesta pós-temporada, ele empatou com Karl Malone no recorde de vitórias nos playoffs sem nunca ter levantado o troféu. É um papo que dói, mas é a realidade.

    O Donovan Mitchell saiu em defesa do companheiro: “Nós ignoramos a liderança dele, ignoramos o caráter humano de quem ele é, ignoramos como ele empodera as pessoas, e ignoramos sua grandeza de forma significativa. É realmente injusto.”

    Mitchell tem razão em parte. Harden é Hall da Fama garantido, independente das críticas. Mas também sabemos que só existe uma forma de calar os haters de vez, né?

    “Eu ainda estou aqui, certo? Ainda vivo, ainda seguindo. É tudo que posso fazer”, disse Harden sobre suas frustrações nos playoffs. “Por mais que a gente queira se lamentar ou duvidar da nossa jornada, seja vocês ou eu, a gente tem que continuar empurrando.”

    E aí, vocês acham que Cleveland com mais um ano de entrosamento consegue brigar pelo título? Sinceramente, acho que eles têm potencial, mas vão precisar de muito mais consistência. O que vocês pensam?

  • Clarkson finalmente chegou nas Finais – mas não foi com o Jazz

    Clarkson finalmente chegou nas Finais – mas não foi com o Jazz

    Cara, que ironia do basquete. Jordan Clarkson, que passou cinco temporadas e meia em Utah sendo um dos queridinhos da torcida, finalmente chegou nas Finais da NBA. Só que agora ele tá vestindo a camisa do New York Knicks, entrando poucos minutos por jogo e marcando 3 pontos numa noite que deve estar sendo uma das mais especiais da vida dele.

    Na segunda-feira, os Knicks varreram os Cavaliers e garantiram vaga nas Finais pela primeira vez desde 1999. E o Clarkson? Lá estava ele no banco, comemorando com o time que finalmente o levou aonde o Jazz nunca conseguiu.

    A transformação de estrela para coadjuvante

    Olha só como o basquete é louco. Aos 33 anos, o Clarkson virou praticamente um mascote nos Knicks – média de 8,6 pontos na temporada regular e 5,4 nos playoffs. Longe daquele cara que ganhava prêmio de Sexto Homem do Ano em Utah e carregava o time nas costas quando precisava.

    Mas sabe o que é mais impressionante? Ele já tinha chegado numa Final antes, em 2018 com os Cavaliers. Só que naquela época foi diferente – foi trocado no meio da temporada pelos Lakers e basicamente virou banco de banco contra os Warriors. Agora ele tá vivendo isso de uma forma completamente diferente.

    O que Utah não conseguiu entregar

    Sinceramente, dói um pouco ver isso acontecer. O Clarkson foi um monstro em Utah, virou ídolo da torcida, ganhou prêmio individual, mas nunca nem chegou numa final de conferência com o Jazz. As últimas três temporadas por lá foram praticamente um desperdício – times em reconstrução que não tinham chance nenhuma de chegar longe.

    E agora? O cara sai de Utah, aceita um papel menor em Nova York, e boom – Finais da NBA. Às vezes o timing no basquete é tudo, né?

    Claro que ele provavelmente não vai jogar muito contra San Antonio ou Oklahoma City (quem passar na outra chave), mas cara… estar ali, naquele palco, depois de tudo que passou? Isso já é uma vitória gigante pra ele.

    Vocês acham que ele vai ter pelo menos uns minutinhos decisivos nas Finais? Porque seria épico ver o veterano entrando numa hora crucial e fazendo a diferença. O basquete às vezes escreve essas histórias mágicas mesmo.

  • Josh Hart brinda com vinho após Knicks massacrarem os Cavs

    Josh Hart brinda com vinho após Knicks massacrarem os Cavs

    Cara, tem coisa mais massa que comemorar uma classificação pra final da NBA tomando um vinhozinho na coletiva? Josh Hart simplesmente decidiu que ia celebrar da forma mais elegante possível depois dos Knicks destruírem os Cavaliers por 130-93 no jogo 4, fechando a série em 4×0.

    O cara apareceu na entrevista coletiva com um boné dos Knicks escrito “NBA Finals”, roupa social e uma taça de vinho na mão. Sinceramente? Respeito total. Depois de uma temporada tão doida quanto essa, o homem merece comemorar.

    A turma de Villanova dominando

    E não foi só o Hart não. Mikal Bridges e Jalen Brunson, seus ex-companheiros de Villanova, estavam lá também comemorando. Esses três juntos nos Knicks é algo que eu nunca pensei que ia ver, mas que tá funcionando absurdamente bem.

    “Eu não acho que alguma coisa mudou do dia pra noite”, disse Hart quando perguntaram sobre a sequência de 11 vitórias após ficarem atrás por 2-1 contra os Hawks na primeira rodada. “Este é um time que não tem ego.”

    Momento comédia na coletiva

    Mas o melhor momento foi quando Hart zoou um repórter que tava comendo chicken wings durante a entrevista. Mano, imagina a cena: o cara tentando fazer pergunta com os dedos sujos de molho!

    “Eu tô vendo, não fala nada”, disse Brunson quando perceberam.

    “Você não entra aqui chupando os dedos”, completou Hart enquanto a galera morria de rir. “Você tem que fazer pergunta e foi buscar chicken wings? Jamais. Você não ganha nada. Mas esses wings estão batendo forte.”

    A situação toda foi hilária, mas também mostra como esse time tá relaxado e confiante. E olha, depois de varrer os Cavs dessa forma, eles têm todo o direito de estar.

    De banco para protagonista

    Hart teve uma montanha-russa nessa série. Foi pro banco no jogo 1 (aquela virada histórica de 22 pontos dos Knicks), mas voltou com tudo no jogo 2: 26 pontos em 10-21 do campo. O cara provou que esse time tem profundidade absurda.

    E falando em profundidade, Landry Shamet meteu 11-12 de três pontos nas finais da conferência. Onze de doze! Isso é quase desrespeitoso com a defesa adversária.

    Agora os Knicks vão esperar pra saber quem enfrentam na final. Thunder e Spurs tão empatados 2-2, então vai ser decisão mesmo. E aí, vocês acham que os Knicks conseguem levar o título depois de tantos anos? Eu tô começando a acreditar nessa história toda.

    Uma coisa é certa: se chegarem lá, a festa vai ser épica. E provavelmente com mais vinho envolvido.

  • Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Joe Mazzulla ganha Técnico do Ano mesmo chamando prêmio de ‘idiota’

    Cara, que história mais maluca essa. O Joe Mazzulla acabou de ganhar o prêmio de Técnico do Ano da NBA — o mesmo prêmio que ele chamou de “idiota” há algumas semanas. E olha, não vou mentir, tem uma ironia deliciosa nisso tudo.

    O técnico dos Celtics desbancou J.B. Bickerstaff (Pistons) e Mitch Johnson (Spurs) para levar a honraria da temporada 2025-26. Ele se tornou apenas o quarto técnico na história da franquia a ganhar esse prêmio, juntando-se a lendas como Bill Fitch, Tommy Heinsohn e Red Auerbach — sim, o cara que dá nome ao troféu.

    “Prêmio idiota” que ele não queria

    Lembram quando ele falou aquilo em março? “Eu não preciso disso. Acho que é um prêmio idiota. Não deviam ter isso. É mais sobre os jogadores.” Mano, que personalidade forte! E ele manteve a linha mesmo ganhando.

    No discurso de agradecimento, Mazzulla continuou desviando o mérito: “Este prêmio pertence ao nosso staff, que está lá pros caras todo dia. Deveria se chamar Staff do Ano.” Sinceramente? Adoro essa humildade, mesmo que seja meio forçada às vezes.

    Temporada que justifica o prêmio (mesmo com o vexame)

    Olha, por mais que ele não goste do prêmio, foi merecido. Os Celtics perderam peças importantes na offseason — Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford, Luke Kornet — e ainda ficaram sem Jayson Tatum até março. Mesmo assim? 56-26 de campanha e 2ª colocação no Leste.

    Oito jogadores dos Celtics bateram recordes pessoais em pelo menos quatro categorias estatísticas. Jaylen Brown virou candidato a MVP e o Neemias Queta (nosso português querido!) terminou em 4º no Most Improved Player. Isso é trabalho de técnico, não tem como negar.

    Mas aí vem o porém… O timing desse prêmio é meio constrangedor. Os Celtics entregaram uma vantagem de 3-1 contra os 76ers e caíram logo na primeira rodada dos playoffs. Que vexame histórico! As críticas choveram, especialmente pela dependência excessiva das bolas de 3 e pelas escolhas questionáveis no Jogo 7.

    O que vem por aí

    Brad Stevens, o presidente de operações, saiu em defesa de Mazzulla e prometeu melhorar o elenco. “Acho que eles são muito bons”, disse Stevens sobre a comissão técnica.

    E os números do Mazzulla em Boston são absurdos mesmo: 72,6% de aproveitamento na temporada regular — o maior da história da NBA — e um título em 2024. Não é pouca coisa.

    Agora a pergunta que fica é: será que esse prêmio vai motivar ainda mais o cara que já disse que não precisa de reconhecimento? Ou vai ser só mais uma lembrança de que temporada regular não significa nada se você não entregar nos playoffs? Vocês acham que ele consegue levar os Celtics de volta ao topo na próxima temporada?

  • Knicks são máquinas de finalizar séries: recorde histórico na NBA

    Knicks são máquinas de finalizar séries: recorde histórico na NBA

    Gente, eu tô sem palavras com o que esses Knicks estão fazendo. Sinceramente, quando a temporada começou eu não imaginava que veria isso — mas eles estão simplesmente DESTRUINDO todo mundo nos jogos de finalização de série.

    Na terça-feira foi a vez dos Cavaliers virarem mais uma vítima. Game 4 em Cleveland, varreu por 4-0 nas finais da Conferência Leste. E não foi qualquer vitória não — foi uma surra de 37 pontos que fez o banco dos caras esvaziar no último quarto. Humilhação total.

    Recorde que ninguém esperava

    Aqui que fica absurdo: os Knicks de 2026 se tornaram o PRIMEIRO time na história da NBA a vencer três jogos de finalização de série por mais de 30 pontos de diferença. Primeiro time, galera. Em mais de 70 anos de liga.

    E tem mais — a margem média de vitória deles nesses jogos é de 39,3 pontos. Outro recorde da NBA. Isso não é normal, é coisa de videogame no modo fácil.

    Primeiro foram os Hawks em Atlanta, depois os 76ers na Filadélfia, e agora os Cavs em casa. Todos levaram surra. Miles McBride falou tudo: “Não queremos deixar dúvida nenhuma. Só queremos chegar e resolver nosso negócio.”

    Finais da NBA após 27 anos

    E aí, conseguem acreditar? Os Knicks voltaram pras Finais da NBA depois de 1999. Vinte e sete anos, cara. Eu era criança quando eles chegaram lá pela última vez.

    Jalen Brunson, que tem sido o maestro dessa orquestra, disse que a equipe tem “jogado com intensidade e um pouco de sorte, mas principalmente chegando focados e ligados no momento”. Humilde o cara, mas sorte uma ova — isso é qualidade pura.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que eles conseguem quebrar o jejum de 53 anos sem título? Porque do jeito que estão jogando, dando essas surras, eu tô começando a acreditar que pode rolar o impossível.

    Vocês acham que conseguem manter esse nível absurdo nas Finais? Porque se conseguirem, vai ser histórico mesmo.

  • Knicks na Final após 27 anos! Torcida invadiu Cleveland pra festa

    Knicks na Final após 27 anos! Torcida invadiu Cleveland pra festa

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os New York Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos! VINTE E SETE ANOS, pessoal. Ontem eles simplesmente massacraram o Cleveland Cavaliers por 130 a 93 e carimbaram a vaga na decisão.

    E o mais absurdo? A torcida dos Knicks praticamente invadiu Cleveland. Tinha gente famosa pra todo lado: Timothée Chalamet (sim, o ator do Duna), Spike Lee — que é um fanático histórico do time —, Ben Stiller, até a Kylie Jenner tava lá. Imagina a cena: arena lotada de nova-iorquinos comemorando em território inimigo.

    Uma seca histórica que finalmente acabou

    Pra vocês terem noção do que isso significa: a última vez que os Knicks chegaram às Finais foi em 1999. Barack Obama ainda nem era presidente, o primeiro filme do Homem-Aranha do Tobey Maguire nem existia, e o Michael Jordan tinha acabado de se aposentar (pela segunda vez).

    Patrick Ewing, lenda do time e último cara dos Knicks a pisar numa Final, desceu pra quadra pra comemorar com o elenco atual. Walt Frazier também tava lá — duas gerações de ídolos vendo esse momento histórico.

    Sinceramente? Eu já tava meio descrente que esse time conseguiria. Mas eles provaram que estou errado da melhor forma possível.

    Dominação total nos playoffs

    E não foi sorte não, viu. Os caras fizeram algo ABSURDO nesses playoffs: ganharam TODOS os três jogos decisivos por mais de 20 pontos de diferença. Contra o Hawks foi por 51 pontos (cinquenta e um!), contra o Sixers por 30, e ontem contra o Cavs por 37.

    Primeira franquia na história da NBA a conseguir isso numa única pós-temporada. Monstro demais.

    O Mike Brown também entrou pra história como o quinto técnico diferente a levar os Knicks às Finais. Tá numa lista que tem Jeff Van Gundy e Pat Riley — não é pouca coisa.

    E agora? Final contra quem?

    Agora é aguardar quem sai da conferência Oeste entre Spurs e Thunder. Na minha opinião, independente de quem vier, vai ser um jogaço. Os Knicks tão jogando um basquete que eu não via há anos.

    E vocês, acham que eles conseguem quebrar o jejum e trazer o título pra Nova York depois de décadas? Eu tô começando a acreditar de verdade nesse time.

  • Cavs tiraram ingresso do Fat Joe: ‘fã dos Knicks não senta na beira’

    Cavs tiraram ingresso do Fat Joe: ‘fã dos Knicks não senta na beira’

    Olha, eu já vi de tudo na NBA, mas essa do Cleveland Cavaliers com o Fat Joe passou dos limites. O rapper comprou ingresso de courtside pro Jogo 4 dos playoffs e os Cavs simplesmente… tiraram os ingressos dele. Motivo? “Fãs dos Knicks não podem sentar na beira da quadra”.

    Cara, isso é surreal.

    A revolta do Fat Joe ao vivo na ESPN

    Fat Joe foi direto ao ponto durante uma participação no “NBA Today” da ESPN. Ele tava lá em Cleveland mesmo quando soltou a bomba: “Compramos alguns ingressos de courtside pro jogo e, quando descobriram que era o superfã Fat Joe, falaram que eu não podia sentar na beira. Fãs dos New York Knicks não podem sentar courtside. Eles tiraram os ingressos depois que compramos, então que vergonha de vocês”.

    E não foi só ele, viu? Pelo menos outros 10 torcedores dos Knicks que tinham courtside receberam ligação de um executivo dos Cavaliers dizendo que não tinham mais lugar. Os Cavs pelo menos realocaram o pessoal pra uma seção mais alta na arena.

    Na minha opinião, isso é pequenez demais. Entendo que seja playoff e a tensão esteja lá nas alturas, mas comprou o ingresso, tem que honrar.

    Não foi caso isolado

    O entrepreneur Jason Calacanis também reclamou nas redes sociais que os Cavs “me bloquearam de comprar” ingressos de courtside. E olha só que absurdo: ele disse que Dan Gilbert, dono dos Cavs, fez quem tinha courtside assinar um DocuSign prometendo não revender os ingressos ou enfrentariam banimento vitalício do time.

    Mano, que paranoia é essa?

    Os Cavaliers se defenderam dizendo que “assentos de courtside nos playoffs são governados por um acordo específico que proíbe revenda ou transferência de ingressos sem aprovação”. Tudo bem, regra é regra, mas será que não dava pra resolver isso de outra forma?

    O show tem que continuar

    Mesmo sem o courtside, Fat Joe conseguiu entrar na arena pro Jogo 4. Spike Lee e Timothée Chalamet também marcaram presença em Cleveland – esses caras não perdem uma dos Knicks, né?

    E por falar em celebridades na beira da quadra, Taylor Swift e Travis Kelce (que é de Cleveland, por sinal) sentaram courtside no Jogo 3. Interessante como pra eles não teve problema…

    Não é a primeira vez que times tentam barrar torcedores visitantes nos playoffs. Os Sixers fizeram algo parecido, limitando venda de ingressos só pra quem morava na região da Filadélfia. Resultado? Torcida dos Knicks tomou conta do Xfinity Mobile Arena mesmo assim.

    Fat Joe, que é do Bronx e superfã dos Knicks há anos, disse que foi pra Cleveland “para terminarmos hoje à noite”. Os Knicks estão a um passo da primeira final da NBA desde 1999 – imagina a emoção do cara.

    E aí, o que vocês acham? Os Cavs foram muito mesquinhos ou é tática legítima de playoff?

  • Knicks DESTROEM Cavs e voltam às Finals depois de 27 anos!

    Knicks DESTROEM Cavs e voltam às Finals depois de 27 anos!

    Galera, eu ainda tô processando o que eu acabei de assistir. Os New York Knicks não apenas venceram — eles MASSACRARAM o Cleveland Cavaliers por 130 a 93 no jogo 4 e fecharam a série por 4 a 0 nas Finais da Conferência Leste. Primeira vez nas Finals desde 1999, mano!

    Vinte e sete anos. VINTE E SETE ANOS. Eu tinha 8 anos da última vez que vi os Knicks nas Finals. Metade da galera que lê isso aqui nem era nascida ainda.

    Landry Shamet foi o cara da noite

    O cara saiu do banco e virou o Steph Curry, juro por Deus. 16 pontos sendo 5/6 nos arremessos e um absurdo 4/4 nas bolas de três. O apelido “Sham-wow” nunca fez tanto sentido — foi literalmente um show de enterradas e cestas impossíveis.

    Jalen Brunson e Karl-Anthony Towns começaram bem como sempre, mas foi o banco que definiu essa guerra. Miles McBride também meteu umas bombas importantes no primeiro tempo. Quando você tem profundidade assim, cara… é assustador.

    No segundo quarto rolou uma sequência de 12-0 dos Knicks que simplesmente enterrou qualquer esperança dos Cavs. 24 pontos de vantagem e o jogo já estava decidido. Cleveland pareceu um time amador do lado dos nova-iorquinos.

    Cleveland não teve resposta

    Donovan Mitchell até tentou — 31 pontos dele, o cara é monstro mesmo. Mas James Harden? Rapaz, que jogo horrível. 12 pontos apenas, 2/8 nos arremessos e 0/6 nas bolas de três. Quando seu segundo melhor jogador some assim, não tem como competir.

    Os Knicks acertaram 44% das bolas de três enquanto Cleveland cravou uns tristes 27,5%. A diferença foi gritante em todos os aspectos: rebotes (60-33 pro NY), roubadas de bola (15 dos Knicks), assistências (33!). Foi uma aula de basquete coletivo.

    O mais impressionante? A vantagem chegou a 45 pontos no último quarto. QUARENTA E CINCO! Os técnicos esvaziaram o banco ainda com 8 minutos no relógio. Até os reservas dos Knicks jogaram melhor que os titulares de Cleveland.

    Agora é Finals, baby!

    Mitchell Robinson pegou 10 rebotes em apenas 18 minutos saindo do banco. KAT terminou com 14 rebotes e acertou todas as três tentativas de longa distância. Todo mundo que entrou em quadra pelos Knicks teve plus-minus positivo — isso é trabalho de equipe no mais alto nível.

    Sinceramente? Eu não esperava que fosse tão fácil assim. Cleveland tinha um timão no papel, mas os Knicks estão jogando num nível diferente. E agora… cara, FINALS! Depois de quase três décadas no deserto.

    Vocês acham que esse time dos Knicks tem condições reais de levar tudo? Porque do jeito que eles tão jogando, eu tô começando a sonhar alto aqui…