Tag: calendário playoffs

  • Knicks voltam às Finais após 27 anos e precisam quebrar maldição fora

    Knicks voltam às Finais após 27 anos e precisam quebrar maldição fora

    Cara, eu ainda não acredito que tô escrevendo isso. Os New York Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos! E adivinha contra quem? Os mesmos San Antonio Spurs que quebraram o coração da torcida em 1999.

    O cenário é praticamente uma déjà vu cruel: Spurs com vantagem de casa depois de fazer 62 vitórias na temporada regular, e os Knicks tendo que provar que dessa vez é diferente. Mike Brown, técnico dos Knicks, sabe que o Jogo 1 em San Antonio na quarta-feira vai ser decisivo.

    A pressão da casa do adversário

    “Temos que estar cientes de que vamos entrar num ambiente onde o time adversário vai gerar muita energia”, disse Brown. E olha, ele não tá exagerando. Quem já viu jogo dos Spurs em casa sabe que o AT&T Center ferve – não é à toa que eles têm uma das melhores campanhas em casa da liga.

    Brown fez uma comparação interessante com o Madison Square Garden: “Nossa torcida é uma das melhores, se não a melhor da liga. A energia que recebemos jogando no Garden é inacreditável.” E sinceramente, ele tem razão. Mas agora os papéis se invertem.

    “Sabendo que vai ser hostil, não temos a energia da torcida pra nos ajudar. Então temos que entrar com propósito, não só fisicamente mas mentalmente também, pra não sair perdendo por muito, porque a torcida vai alimentar ainda mais isso.”

    Towns realizando o sonho de criança

    A história do Karl-Anthony Towns nessas Finais é emocionante demais. O cara cresceu em New Jersey como torcedor dos Knicks, e agora tá a quatro vitórias de trazer o primeiro título da franquia desde 1973. Monstro demais!

    “Foi uma honra fazer parte desse time, dessa organização que tá trazendo a palavra esperança de volta pra cidade”, disse Towns. “A maior moeda que você pode ganhar na cidade de Nova York não é dinheiro, é respeito. E ter o respeito dos fãs na cidade… somos ricos além da imaginação aqui.”

    Cara, que declaração linda. E é verdade – depois de décadas de sofrimento, os Knicks finalmente conquistaram o respeito que sempre mereceram.

    Experiência dos playoffs pode ser decisiva

    Uma coisa que me deixa confiante nos Knicks é como eles passaram pelos playoffs: atropelaram Atlanta, Philadelphia e Cleveland. Na Conferência Leste, foi uma varredura de 4-0 contra os Cavaliers que nem parecia Final de Conferência.

    Landry Shamet, que tem experiência de sobra em playoffs, tá tranquilo com o tempo de descanso: “Nosso foco é ir pra estrada e ganhar o Jogo 1. Essa não é nossa primeira parada longa nos playoffs. É mais do mesmo: focar nos detalhes e no plano de jogo.”

    E aí, galera, vocês acham que os Knicks conseguem quebrar a maldição? Depois de 27 anos, será que é agora que Manhattan explode de alegria? Eu tô com um pressentimento bom, mas sabemos como os Spurs são perigosos em casa.

    O Jogo 1 vai mostrar se essa nova geração dos Knicks tem sangue frio pra aguentar a pressão de San Antonio. Quarta-feira não chega logo!

  • Hartenstein vai torcer pro Knicks nas Finals após eliminação do Thunder

    Hartenstein vai torcer pro Knicks nas Finals após eliminação do Thunder

    Cara, que ironia do destino! Isaiah Hartenstein quase teve a chance de enfrentar seus ex-companheiros do Knicks nas Finais da NBA, mas o Thunder acabou eliminado pelo Spurs em um Game 7 dramático nas Finais da Conferência Oeste.

    E agora? O pivô alemão vai assistir às Finals de casa, torcendo justamente para o time que ele deixou há dois anos atrás.

    “Preferia estar jogando contra eles”

    Na coletiva pós-eliminação, Hartenstein não escondeu o carinho pelos antigos companheiros. “Estou feliz por eles”, disse o jogador. “Cheguei lá quando eles estavam meio que se reorganizando e mudando tudo um pouco, então o que Leon Rose e toda aquela galera fizeram, chegar às Finals agora é legal de ver.”

    Sinceramente? Dá pra sentir a nostalgia na voz dele. “Sim, eu preferiria estar jogando contra eles, mas estou torcendo por eles agora – tem muitos caras que eu conheço e ainda sou bem próximo de lá, então estou feliz por eles.”

    Imagina a loucura que seria ver o Hartenstein defendendo contra Brunson e companhia nas Finals? Seria um dos storylines mais maneiros da história recente da liga.

    Do Knicks ao Thunder: sucesso em ambos os lados

    O alemão realmente deslanchou durante suas duas temporadas em Nova York. Foi lá que ele mostrou que podia ser muito mais que um reserva qualquer – e isso rendeu um contrato gordíssimo de três anos quando virou agente livre.

    No Thunder, o cara não perdeu o embalo. Média de 10.3 pontos e 10.1 rebotes por jogo, além do primeiro anel da carreira. Nada mal para alguém que chegou meio na surdina, né?

    Mas olha só que situação: o último ano do contrato dele é uma opção de time no valor de $28.5 milhões. Se o Thunder declinar (o que seria meio maluco, na minha opinião), o Hartenstein pode virar agente livre de novo nesta offseason.

    E aí, acham que ele volta pro Knicks? Seria uma volta épica, mas financeiramente complicada considerando o salary cap apertado de Nova York. Uma coisa é certa: onde quer que ele esteja na próxima temporada, vai estar assistindo essas Finals com um sorriso no rosto.

  • SGA defende Chet após vexame: ‘Precisamos dele’

    SGA defende Chet após vexame: ‘Precisamos dele’

    Olha, eu sabia que ia dar confusão depois daquele Game 7 patético do Thunder contra o Spurs. Chet Holmgren fez só 4 pontos em 33 minutos de quadra — QUATRO PONTOS numa final de conferência, gente! — e a torcida já tava pedindo a cabeça do garoto nas redes sociais.

    Mas aí que o Shai Gilgeous-Alexander entrou em cena pra defender o companheiro. E foi direto ao ponto:

    “Precisamos do Chet Holmgren.”

    Simples assim. Quatro palavras que calaram a boca de muito hater por aí.

    A defesa do líder

    SGA não parou por aí, né? O cara foi lá e explicou por que o Thunder não pode nem pensar em trocar o pivô de 2,13m:

    “Antes do Chet chegar aqui, a gente não era quem somos hoje. Não tivemos o sucesso que temos agora. Quando ele está na melhor versão dele, nós estamos na nossa melhor versão também, e isso não é segredo. Precisamos dele. É outro cara que conseguiu ser All-Star, jogar bem no ataque e na defesa, tudo no mesmo ano. Caras assim, você precisa no seu time.”

    E tá errado? Eu lembro quando o Thunder era só pancada antes do Chet aparecer. O garoto chegou e mudou completamente a defesa do time — sem falar que na temporada regular ele fez 17.1 pontos de média. Não é qualquer um não.

    Os números não mentem (mas também não ajudam)

    Vamos ser honestos: a série contra o Spurs foi um pesadelo para Holmgren. Média de só 10.1 pontos, 7.1 rebotes e arremessando um patético 27.3% das bolas de três. No Game 7 decisivo? Apenas 2 arremessos em 33 minutos. Isso é jogar com medo, cara.

    Mas aí você olha os números dele nos playoffs como um todo: 14.9 pontos, 8.2 rebotes, acertando 56.8% dos chutes de quadra. Ou seja, foi especificamente contra San Antonio que ele travou.

    Sinceramente? Acho que foi questão de nervosismo mesmo. O moleque tem só 23 anos e tava numa final de conferência. Quem nunca travou numa hora decisiva que atire a primeira pedra.

    Hora de ter paciência

    Olha, eu entendo a revolta da torcida. Ver seu time perdendo um Game 7 com o pivô titular fazendo só 4 pontos é de arrancar os cabelos mesmo. Mas trocar o Chet agora seria a maior burrada da história do Thunder.

    O cara foi pick número 2 do draft, é All-Star, joga dos dois lados da quadra… E vocês querem trocar por causa de uma série ruim? Por favor, né?

    SGA sabe muito bem o que tá falando. Esse Thunder ainda vai dar muito trabalho nos próximos anos, e o Chet vai ser peça fundamental nisso. É só questão de amadurecer — e aprender a não sumir nos jogos grandes.

    E aí, vocês acham que o Thunder fez certo em manter a confiança no pivô?

  • Mitchell Robinson treina sozinho mas situação segue indefinida

    Mitchell Robinson treina sozinho mas situação segue indefinida

    Olha, a situação do Mitchell Robinson tá deixando todo mundo do Knicks em suspense. O pivô treinou individualmente no domingo, mas ainda não tem nada definido para o Jogo 1 das Finais da NBA que começa na quarta-feira.

    A lesão que pegou todo mundo de surpresa

    Robinson passou por cirurgia na semana passada por causa de uma fratura no dedinho. Eu sei, parece bobagem, mas qualquer coisa na mão de um pivô é complicado pra caramba. O cara precisa das mãos pra tudo — rebote, enterrada, bloqueio.

    Mike Brown não deu nenhuma atualização sobre o status do jogador para as Finais. Sinceramente? Isso me deixa preocupado. Quando o técnico não quer falar, geralmente não é boa coisa.

    Números modestos mas presença importante

    Nos playoffs, Robinson tá fazendo 5.3 pontos e 5.5 rebotes em apenas 14.2 minutos por jogo. Os números podem não impressionar, mas quem acompanha NBA sabe: às vezes o impacto vai muito além das estatísticas. O cara é fundamental na defesa e no garrafão.

    E aí, vocês acham que ele vai conseguir jogar nas Finais? Eu tô na dúvida se vale a pena forçar. Uma lesão mal curada pode virar um problemão maior lá na frente. Mas óbvio que todo fã do Knicks quer ver o elenco completo na decisão, né?

    A resposta só vamos ter mesmo na quarta. Até lá, é só ansiedade e mais ansiedade.

  • Knicks chegam às Finais da NBA destruindo todo mundo nos playoffs

    Knicks chegam às Finais da NBA destruindo todo mundo nos playoffs

    Cara, os Knicks estão simplesmente MONSTRUOSOS nos playoffs de 2026. E quando eu falo monstruosos, é porque esses caras desenvolveram um superpoder que tá deixando todo mundo de queixo caído: as famosas corridas de pontuação que destroem qualquer adversário.

    Pensa comigo: 11 vitórias consecutivas rumo às Finais da NBA, com uma diferença de 262 pontos a favor. Duzentos e sessenta e dois! É um absurdo de domínio que eu, sinceramente, não esperava ver dos Knicks nesta vida.

    A corrida histórica contra o Hawks

    O mais maluco foi no jogo 6 contra o Hawks na primeira fase. Os caras fizeram uma corrida de 63-11. Sessenta e três a onze, galera! Eu tive que ler duas vezes pra acreditar. Foi a maior vantagem no intervalo da história dos playoffs da NBA e a maior pontuação da franquia em jogos de pós-temporada.

    “É incrível quando você tem esses momentos onde tudo se encaixa”, disse Karl-Anthony Towns depois do treino. E olha, o cara tá certo. Quando os Knicks entram no ritmo, eles não param mais.

    OG Anunoby explicou que essas corridas são contagiosas – combinam arremessos certeiros, movimentação de bola, roubadas de bola, defesa sólida e mais arremessos entrando. “Tudo se soma”, disse o jogador.

    Outras corridas absurdas

    Mas não foi só contra o Hawks. Contra o Cavaliers, eles fizeram uma corrida de 44-11 para fechar o jogo 1 depois de estarem perdendo por 22 pontos. Vinte e dois! Jalen Brunson marcou 15 pontos nessa corrida, e ainda rolou aquela cesta de 3 do Landry Shamet que empate o jogo e forçou a prorrogação.

    No jogo 3 contra Cleveland: corrida de 18-0 no terceiro quarto. Jogo 4: 20-0 no segundo quarto que praticamente decidiu tudo antes do intervalo. É de deixar qualquer adversário desesperado.

    Até nas corridas “pequenas” eles arrasam. Contra o 76ers, fizeram 17-5 no último quarto que transformou 4 pontos de vantagem em 16. Mike Brown, o técnico, sabe que essas janelas são delicadas e precisam de conexão total do time.

    O segredo do sucesso

    “Qualquer coisa fora do comum pode acontecer durante essas corridas”, explicou Brown. “Você precisa confiar nesses intangíveis para se manter focado.” E é exatamente isso que separa esse time dos Knicks de outras temporadas.

    Sinceramente? Eu não sei se alguém vai conseguir parar essa máquina nas Finais. Claro, eventualmente vão levar um contra-ataque, não dá pra sustentar essas goleadas pra sempre. Mas até agora, eles dominaram completamente a arte do momentum – criar, sustentar e usar sem que ninguém consiga interromper o fluxo.

    É a primeira final dos Knicks desde 1999, galera. E com esse estilo de jogo devastador, quem vocês acham que consegue parar esses caras? Porque eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano do título em Nova York.

  • Thunder precisa escolher: quem fica e quem vai embora em OKC?

    Thunder precisa escolher: quem fica e quem vai embora em OKC?

    Cara, que situação complicada pro Thunder. Depois de perder o jogo 7 da final de conferência em casa pro Spurs, agora vem a parte mais dolorosa: decidir quem fica e quem vai embora. E olha, não é por falta de talento — é por causa da realidade financeira que bate na porta de todo time que chega no topo.

    O negócio é o seguinte: o Thunder estava numa posição privilegiada pra manter o elenco unido. Ter o Chet Holmgren e o Jalen Williams ainda em contratos de rookie foi um presente dos céus. Mas como diz o ditado, a conta sempre chega. E ela chegou agora.

    A bomba financeira que vem por aí

    Prepara o coração: na próxima temporada, o Thunder vai gastar cerca de 28 milhões a mais que qualquer outro time da NBA. Vinte e oito milhões! E isso sem contar nem os calouros que eles vão draftar. Na temporada do título, eles tinham a 19ª maior folha salarial da liga. Agora? Vão estar no topo absoluto.

    A situação fica ainda mais tensa quando o super-max do Shai Gilgeous-Alexander entrar em vigor na temporada 27-28. Aí sim vai ser difícil manter todo mundo junto. SGA é indispensável — isso nem se discute. Mas e o resto?

    Segundo teto salarial: amigo ou inimigo?

    A questão é: será que o Thunder vai aceitar passar do segundo teto salarial (second apron) ou vai tratar isso como um limite absoluto? Sinceramente, eu acho que eles vão evitar ultrapassar esse limite nesta temporada.

    O motivo? Estratégia de longo prazo. Vocês lembram que o acordo coletivo atual tem uma cláusula de saída depois da temporada 2028-29? A NBA tá claramente se preparando pra mudanças grandes. Então faz sentido o Thunder segurar os gastos agora e torcer pra que o próximo acordo seja mais favorável.

    Olha só os exemplos recentes: o Denver perdeu Bruce Brown, Jeff Green e depois o Kentavious Caldwell-Pope. O Boston conseguiu manter o time por mais um ano, mas teve que abrir mão do Jrue Holiday e do Porzingis pra não explodir o orçamento.

    Quem são os intocáveis?

    Bom, o SGA é óbvio — esse cara não sai de Oklahoma nem que a vaca tussa. Mas e os outros? O Holmgren ainda tá no contrato de rookie, então ele fica. O Jalen Williams também.

    A real é que essa era pra ser a temporada do Thunder. Eles tinham tudo pra ganhar o título com um elenco relativamente barato. Perder pro Spurs no jogo 7 em casa foi devastador não só pelo resultado, mas porque era a última chance de conquistar tudo antes da realidade financeira apertar.

    E aí, acham que o Thunder vai conseguir manter o núcleo principal? Ou vamos ver mais uma dinastia em potencial se desfazer por causa do teto salarial? Eu tenho a impressão de que eles vão ter que fazer algumas escolhas dolorosas nos próximos meses.

    Uma coisa é certa: em Oklahoma City, só o SGA tem vaga garantizada no futuro. O resto? Vai depender de quanto a diretoria está disposta a gastar pra manter esse time competitivo.

  • Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Celtics no mercado: de Giannis a peças menores, quem rola?

    Olha, os Celtics tão numa sinuca de bico. Duas eliminações seguidas nos playoffs que doeram na alma dos fãs, e agora o Brad Stevens tem que mexer o pau na panela se quiser voltar a brigar pelo título de verdade.

    E o problema maior? O garrafão, mano. A rotação de pivôs dos caras foi uma das piores da liga na temporada passada.

    O drama do Neemias Queta

    Neemias Queta até mostrou que não é tão ruim quanto todo mundo pensava — aliás, o cara jogou pra caramba na temporada regular. Mas aí chegaram os playoffs contra o Philadelphia 76ers e… cara, foi de dar dó. Não só o Queta, mas toda a linha de frente dos Celtics derreteu.

    Justo né? Era o primeiro playoff do rapaz. Uma série ruim não apaga uma temporada boa, mas pra competir lá em cima, os Celtics PRECISAM melhorar esse setor.

    Por que todo mundo tem pivô bom menos eles?

    Sinceramente, dá uma olhada nos times que mandam bem hoje em dia. Victor Wembanyama e Nikola Jokic são praticamente aliens — esses dois sozinhos carregam seus times nas costas. O Thunder tem Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein fazendo uma muralha na defesa. Os Knicks com Karl Anthony Towns e Mitchell Robinson são uma dupla física que assusta qualquer um.

    Lembra quando os próprios Celtics ganharam o título em 2024? Al Horford e Kristaps Porzingis foram FUNDAMENTAIS. A única exceção recente foi o Indiana Pacers em 2025 com Myles Turner — mas o cara tem 2,11m e mete bola de três, então não conta.

    A bomba: trocar o Jaylen Brown pelo Giannis?

    Aqui que a coisa fica interessante (e polêmica). A troca que tá circulando nos bastidores seria: Jaylen Brown pro Portland, Giannis pros Celtics, e o Milwaukee recebe de volta suas picks do draft mais Jerami Grant, Toumani Camara e Kris Murray.

    Na minha visão, essa história de que o Giannis tá sempre machucado é papo furado. Em 2025 — ou seja, temporada passada — o cara jogou 67 partidas e ficou em TERCEIRO no MVP. Depois meteu 33 pontos, 15 rebotes e 7 assistências nos playoffs mesmo com o Damian Lillard fora por lesão no Aquiles. O maluco carregou aquele time do Milwaukee o máximo que um ser humano consegue.

    “Ah, mas Giannis não é pivô tradicional”, você deve estar pensando. Cara, os números não mentem. Quando ele joga de cinco, o negócio funciona. Entre 2020 e 2025, com Brook Lopez no banco e Giannis jogando de centro, o Milwaukee teve um net rating de 7.5 — isso daria o quinto lugar na liga essa temporada.

    Agora imagina o Giannis dividindo quadra com Jayson Tatum ao invés de Bobby Portis…

    Vocês acham que vale a pena trocar o Brown por essa possibilidade? Eu sei que é difícil, mas às vezes pra ganhar título você tem que ser corajoso. E sinceramente, vendo o que o Wembanyama tá fazendo lá no Oeste, talvez só outro monstro pra parar ele.

    O que tá claro é que os Celtics não podem ficar parados. Seja uma bomba dessas ou movimentos menores, eles precisam resolver logo essa situação no garrafão se quiserem voltar a sonhar alto.

  • Mitchell Robinson quebrou a mão antes das Finals — mas pode jogar mesmo assim

    Mitchell Robinson quebrou a mão antes das Finals — mas pode jogar mesmo assim

    Cara, que azar do Mitchell Robinson. O pivô dos Knicks quebrou o quinto metacarpo da mão direita — basicamente o osso que conecta o punho ao dedo mindinho — bem antes das Finals da NBA. Timing perfeito, né não?

    O mais estranho é que ninguém sabe exatamente quando ou como ele se machucou. O técnico Mike Brown confirmou que não foi durante a vitória sobre os Cavaliers que garantiu a vaga nas Finals, nem em treino. Mistério total. O cara simplesmente apareceu com a mão quebrada.

    Robinson até desabafou no Instagram no sábado, mandando um recado bem direto pros haters: “Para vocês que querem me ver no chão e machucado, só tenho uma coisa pra falar: se f*dam”. Pelo menos o cara tem personalidade, né?

    A corrida contra o tempo

    O pivô já passou por cirurgia e — pasmem — ainda tem chance de jogar no Jogo 1 das Finals na quarta-feira. Eu sinceramente não sei como alguém joga basquete profissional com a mão operada há poucos dias, mas enfim. Se rolar, ele vai ter que usar alguma proteção na área operada.

    E olha, isso não é novidade pra ele. Em 2021, Robinson quebrou o quarto metacarpo da mesma mão direita e ficou várias semanas fora, perdendo até a série dos playoffs contra os Hawks. Agora é o quinto metacarpo. O cara tá colecionando fraturas na mão.

    A ironia é cruel: os Knicks pouparam Robinson a temporada toda pra proteger o tornozelo (ele teve várias cirurgias), pensando nas playoffs. Aí o cara chega nas Finals com a mão quebrada. Vai entender.

    Por que ele é tão importante?

    Robinson é fundamental pros Knicks, especialmente considerando quem eles podem enfrentar nas Finals. Se for contra os Spurs, alguém precisa tentar parar o Wembanyama. Se for contra o Thunder, tem que lidar com a dupla Hartenstein e Chet Holmgren.

    Além disso, ele é o melhor reboteiro ofensivo e protetor de aro do time. E mais importante: é o seguro do Karl-Anthony Towns, que tem o costume de se complicar com faltas nos momentos decisivos.

    Tirando Towns e Robinson, sobra só o Ariel Hukporti (alemão no segundo ano) e Jeremy Sochan (que mal joga). Ou seja: se Robinson não conseguir ir, os Knicks vão ter que se virar com o que têm.

    Pelo menos eles têm nove dias de descanso antes do Jogo 1 — resultado de terem varrido os Cavs enquanto Spurs e Thunder se matavam no Oeste. Às vezes a sorte ajuda de um lado pra compensar o azar do outro.

    Vocês acham que Robinson consegue jogar mesmo com a mão operada? E se conseguir, será que vai fazer diferença real ou só vai atrapalhar o próprio time?

  • OG Anunoby desabafa sobre voltar às Finais: ‘Não sabia como era difícil’

    OG Anunoby desabafa sobre voltar às Finais: ‘Não sabia como era difícil’

    Cara, que momento histórico! Depois de quase 30 anos, os Knicks estão de volta às Finais da NBA. E quem tá no meio dessa loucura toda? OG Anunoby, que já viveu isso antes com os Raptors em 2019.

    O mais interessante é o desabafo dele sobre como a experiência mudou sua perspectiva. Na época dos Raptors, ele era só um mlk de 22 anos que nem conseguiu jogar por causa de lesão. Agora, aos 28, ele entende o tamanho da parada.

    “Eu era mais novo, não sabia como era difícil”

    “Foi uma experiência massa”, disse OG sobre 2019. “A gente tinha um time muito unido, muito talentoso. Aprendi muito só de assistir os caras jogando… Eu era mais novo naquela época, não percebia como era difícil voltar. Chegar de novo é incrível, exige muito – tô muito animado.”

    Olha, eu acho isso muito louco. O cara viveu aquele momento histórico dos Raptors (primeira vez do Canadá campeão!), mas por estar machucado, meio que não curtiu direito. Agora tem a chance de protagonizar.

    Números de playoff absurdos

    E OG não tá de brincadeira nos playoffs. Os números dele são de monstro mesmo: 19.7 pontos, 6.9 rebotes, 1.6 roubadas por jogo. Mas o mais impressionante? Tá acertando 57.7% dos arremessos de quadra e 48.3% das bolas de três!

    Sinceramente, acho que o OG tá no auge da carreira. Nine anos de NBA, finalmente encontrou seu lugar perfeito nos Knicks. É o tipo de jogador que todo time sonha ter: defende, ataca, não reclama, faz o trabalho sujo.

    O jogo 1 das Finais tá marcado pra 3 de junho, mas ainda não sabemos contra quem. Spurs ou Thunder? Depende do jogo 7 deles no sábado. E aí, vocês acham que OG finalmente vai conseguir seu anel?

    Uma coisa é certa: depois de tudo que ele passou, merece demais essa segunda chance.

  • Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Kelly Oubre Jr. pode deixar os Sixers? O futuro do ala está indefinido

    Olha, vou ser sincero: Kelly Oubre Jr. foi uma das poucas consistências dos Sixers numa temporada que foi uma verdadeira montanha-russa. Enquanto o time oscilava entre jogar como campeão e parecer um time de colégio, o cara se manteve firme entregando o que dele se esperava.

    Os números não mentem: 14.1 pontos por jogo com um true shooting de 58% — o melhor da carreira dele. Cara, 58%! E ainda pegou 5.0 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubadas de bola em pouco mais de 31 minutos por noite. O monstro simplesmente evoluiu.

    O salto no arremesso de 3

    A evolução mais impressionante do Oubre foi de longe. O cara saiu de 32.7% das tentativas de campo vindos do perímetro na temporada passada para 43.9% este ano. E não foi só volume — a eficiência também subiu. Acertou 36% das bolas de três (4.8 tentativas por jogo), que é o melhor percentual da carreira dele.

    Mesmo focando mais no arremesso de longa distância, ele manteve a letalidade perto da cesta: 68.9% de aproveitamento em tentativas dentro dos três pés. Atleticismo + tamanho + finalização = pesadelo para qualquer defesa.

    A versatilidade defensiva dele continua sendo absurda. Consegue marcar alas e armadores com a mesma eficiência, usando o físico e a velocidade lateral pra incomodar qualquer um. É o tipo de jogador que todo técnico quer ter — aquele que aceita qualquer missão.

    Os playoffs foram cruéis

    Aí que mora o problema. Justamente na hora que mais importa, o arremesso simplesmente sumiu. Nos playoffs, Oubre acertou apenas 25.6% das bolas de três (10 em 39 tentativas). Foi doloroso de assistir, principalmente porque ele estava encontrando espaços bons pra arremessar.

    Essa inconsistência nos momentos decisivos é exatamente o que separa ele de ser um titular indiscutível para ser aquele sexto homem de luxo que entra 25-30 minutos. E olha que diferença isso faz no valor de mercado do cara.

    Free agency chegando

    E agora vem a questão do milhão: Oubre vai ficar na Filadélfia? O contrato de dois anos por US$ 16.3 milhões acabou — que negócio absurdo foi esse, por sinal — e ele está livre no mercado.

    Nas entrevistas pós-temporada, deu pra sentir que ele curtiu mesmo jogar pelos Sixers. “Eu amo meus caras”, disse ele. “O basquete se reinventou pra mim através de lentes diferentes durante minha passagem aqui.” Mas também deixou claro que não sabe o que esperar da free agency.

    Na minha visão, seria burrice dos Sixers não tentar manter o Oubre. Por esse preço? É um dos melhores custo-benefício da liga. O cara traz energia, defesa, versatilidade e ainda está melhorando o arremesso. Aos 28 anos, está no auge da carreira.

    Vocês acham que ele fica na Filadélfia ou algum time vai fazer uma oferta irrecusável? Eu apostaria que os Sixers vão fazer de tudo pra renovar. Perder um jogador desse calibre seria um tiro no pé.