Tag: calendário playoffs

  • McCain não tem medo de arremessar e Daigneault adora isso

    McCain não tem medo de arremessar e Daigneault adora isso

    Cara, tem coisa mais linda que um rookie chegando nos playoffs e jogando como se fosse dono da quadra? O Jared McCain fez exatamente isso no jogo 1 contra os Lakers, e o técnico Mark Daigneault não conseguiu esconder o sorriso quando falaram sobre a confiança do garoto.

    “Parece que é assim mesmo. Não o conheço há muito tempo, mas ele continua mandando bala”, disse Daigneault depois da vitória por 108-90. E olha, vindo de um técnico que prega eficiência, falar que o cara fica “mandando bala” é praticamente um elogio.

    O banco que decidiu o jogo

    McCain saiu do banco e simplesmente resolveu o jogo no quarto período. Duas bolas de três seguidas que praticamente mataram qualquer esperança dos Lakers. Terminou com 12 pontos, 4/8 do perímetro – números que nem contam toda a história.

    O mais impressionante? Enquanto o Shai Gilgeous-Alexander teve uma noite meio travada (18 pontos mas 6 turnovers, coisa rara dele), McCain segurou a bronca. Junto com Chet Holmgren que fez um duplo-duplo monstro (24 pontos e 12 rebotes), o Thunder mostrou por que essa profundidade assusta tanto.

    Lakers sem resposta

    Do outro lado, os Lakers simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo. LeBron fez seus 27 pontos como sempre, mas Austin Reaves teve um pesadelo total – 3/16 nos arremessos. Pra piorar, Jarred Vanderbilt se machucou a mão.

    Sinceramente? Eu já esperava que o Thunder fosse profundo, mas ver um rookie chegando assim nos playoffs é de arrepiar. McCain joga com uma confiança que normalmente você só vê em veteranos que já passaram por tudo.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar no jogo 2? Porque se McCain continuar com essa mentalidade de “atira primeiro, pergunta depois”, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo imagina.

  • Chet Holmgren destroçou os Lakers enquanto SGA teve noite apagada

    Chet Holmgren destroçou os Lakers enquanto SGA teve noite apagada

    Olha, eu esperava que o SGA fosse arrasar no Jogo 1 contra os Lakers, mas quem decidiu virar o monstro da partida foi o Chet Holmgren. E que atuação, meu amigo!

    O Thunder ganhou de 108 a 90 em casa, e o mais impressionante? Fizeram isso mesmo com Shai Gilgeous-Alexander tendo uma das piores noites da temporada. Sete turnovers do cara que é candidato a MVP. Sete! Mas sabe o que é mais louco? Nem precisou dele no modo destruição.

    Holmgren assumiu as responsabilidades

    Chet Holmgren simplesmente decidiu que ia carregar o time nas costas. 24 pontos (líder da equipe), 12 rebotes e ainda por cima 3 tocos. Jogou apenas 31 minutos e fez essa barbaridade toda. Acertou 9 dos 17 arremessos e mostrou por que é um dos jovens mais promissores da liga.

    Na minha visão, essa é exatamente o tipo de performance que separa times bons de times campeões. Quando sua estrela principal não está no melhor dia, alguém precisa aparecer. E Holmgren não só apareceu — ele dominou dos dois lados da quadra.

    LeBron fez a parte dele, mas não adiantou

    O LeBron até tentou. 27 pontos com 70,6% de aproveitamento nos arremessos — números absurdos para qualquer jogador, quanto mais para alguém de 39 anos. Mas convenhamos, os Lakers estão com problemas sérios de elenco.

    E olha que o artigo original cometeu uma gafe bizarra falando que os Lakers sentem falta do Luka Doncic (que joga pelo Mavericks, né pessoal). Mas enfim, mesmo com todos os problemas, dá pra ver que esse Thunder está num nível diferente.

    Sinceramente, acho que Oklahoma City está mostrando exatamente por que terminou como primeira colocada no Oeste. Mesmo cometendo 16 turnovers e com o SGA fora do ritmo, conseguiram uma vitória tranquila. Isso é sinal de time maduro.

    E aí, vocês acham que os Lakers conseguem reagir no Jogo 2? Ou o Thunder vai abrir 2 a 0 na série? Pelo que vi ontem, vai ser difícil parar essa dupla Holmgren-SGA quando os dois estiverem voando junto.

  • Vanderbilt sofre lesão horrorosa no dedo contra o Thunder

    Vanderbilt sofre lesão horrorosa no dedo contra o Thunder

    Cara, o azar dos Lakers não tem fim mesmo. Agora foi a vez do Jarred Vanderbilt se machucar feio — e quando eu digo feio, é FEIO mesmo.

    A parada aconteceu no segundo quarto do jogo contra o Thunder, nas semifinais da conferência. Vanderbilt foi tentar fazer um bloqueio no Chet Holmgren e acabou batendo os dedos da mão direita na lateral da tabela. Resultado? Uma lesão que foi classificada como “horrorosa” pela transmissão da NBC.

    A reação diz tudo

    O momento foi tão tenso que até os jogadores do Thunder ficaram chocados quando viram a mão do Vanderbilt. Os caras literalmente reagiram no banco quando ele passou por eles sendo levado pra fora de quadra. Quando até os adversários fazem essa cara, você sabe que a coisa tá feia.

    Os médicos dos Lakers tiveram que cobrir a lesão com uma toalha pra esconder. Isso mesmo — cobrir com toalha. Imagina o estado que tava aquilo.

    Mais um problema na enfermaria

    E olha, sinceramente? Os Lakers não precisavam disso. O time já tá sem o Luka Dončić por causa de uma lesão no posterior da coxa, e o Austin Reaves acabou de voltar de uma contusão no oblíquo há pouco mais de uma semana.

    Vanderbilt foi descartado pro resto do jogo, obviamente. O cara desceu gritando e segurando a mão — dá pra imaginar a dor que deve ter sido.

    Na minha opinião, essa série contra o Thunder já tava difícil, e agora ficou ainda mais complicada pros Lakers. Vanderbilt é importante na defesa e no rebote, principalmente numa série de playoffs onde cada posse conta.

    Vocês acham que os Lakers conseguem se recuperar dessa sequência de lesões ou a temporada vai acabar mais cedo do que esperavam?

  • Vanderbilt se machuca feio tentando parar enterrada do Chet Holmgren

    Vanderbilt se machuca feio tentando parar enterrada do Chet Holmgren

    Cara, que cena triste no primeiro jogo da semifinal do Oeste entre Lakers e Thunder. Jarred Vanderbilt tentou fazer uma defesa heróica numa enterrada do Chet Holmgren e acabou se machucando no dedo mindinho da mão direita.

    A jogada foi no segundo quarto, com o Thunder já abrindo vantagem (48-39). Holmgren veio com tudo pra cima da cesta e o Vanderbilt — que é desses caras que não desiste de nenhuma jogada — foi tentar bloquear por trás. Só que na hora de esticar o braço, bateu o dedo na tabela. Resultado? Holmgren fez a enterrada mesmo assim e o Vanderbilt ficou no chão segurando a mão.

    A cena que ninguém queria ver

    Olha, eu vi a transmissão e foi daquelas imagens que você torce o rosto só de olhar. O cara dobrou o corpo de dor e saiu direto de quadra. Até os jogadores do Thunder no banco viraram o rosto — e olha que eles são adversários, né? Quando o próprio time rival demonstra preocupação, é porque a coisa foi séria mesmo.

    Sinceramente, essa é uma das partes mais difíceis de ser fã de basquete. Você quer que seu jogador dê o sangue pela vitória, mas ao mesmo tempo não quer ver ninguém se machucar tentando fazer uma jogada impossível. O Vanderbilt é exatamente esse tipo de jogador — sempre disposto a sacrificar o corpo pela equipe.

    Lakers em apuros nos playoffs?

    Com o Thunder fechando o primeiro tempo na frente por 61-53 e ainda por cima perdendo um jogador importante, a situação ficou bem complicada pros Lakers. O Vanderbilt pode não ser o cara dos pontos, mas é fundamental na defesa — especialmente numa série contra um time jovem e explosivo como Oklahoma City.

    E aí, vocês acham que essa lesão pode definir a série? Porque uma coisa é certa: nos playoffs da NBA, qualquer detalhe pode fazer a diferença entre avançar ou ir pra casa. Espero que seja só um susto e que o cara volte logo, porque basquete sem intensidade defensiva não é a mesma coisa.

  • Brown toma multa de $50 mil por criticar arbitragem dos playoffs

    Brown toma multa de $50 mil por criticar arbitragem dos playoffs

    Olha só o que aconteceu com o Jaylen Brown dos Celtics — levou uma multa pesada de $50 mil da NBA por falar mal da arbitragem nos playoffs. E sinceramente? Eu entendo a revolta do cara.

    A situação toda começou depois da eliminação dos Celtics no jogo 7 contra o Philadelphia 76ers. O Boston perdeu por 109-100 e foi eliminado logo na primeira rodada — algo que ninguém esperava de um time desse calibre. O Brown ficou pistola e desabafou numa live que ele mesmo faz.

    “Alguns árbitros precisam ser investigados”

    Na live de domingo, um dia depois da derrota amarga, o Brown não poupou palavras: “Eles claramente tinham uma agenda para marcar faltas contra mim por ‘empurrar’ quando eu atacava a cesta com a bola na mão”. E não parou por aí — mandou a real: “Tem alguns árbitros que precisam ser investigados”.

    Cara, qualquer um que acompanha NBA sabe que todo jogador bom faz esse movimento. O Brown tem razão quando fala que “todo bom jogador de basquete faz isso”. É parte do jogo, né? Mas parece que alguns apitos estavam meio seletivos mesmo.

    Histórico de multas por reclamações

    E não é a primeira vez que o Brown se mete em encrenca por criticar a arbitragem. Em janeiro deste ano, ele já tinha levado uma multa de $35 mil depois de um desabafo pós-jogo sobre os árbitros na derrota pro San Antonio. Dois minutos de pura indignação que custaram caro.

    Agora foram $50 mil a mais no bolso da liga. James Jones, vice-presidente executivo da NBA, anunciou a multa na terça-feira. É muita grana, mas considerando o salário do Brown, talvez ele ache que valeu a pena falar o que pensava.

    Vocês acham que o Brown tem razão em reclamar ou que exagerou na crítica? Uma coisa é certa: ver os Celtics caindo na primeira rodada foi de partir o coração de qualquer fã da franquia.

  • Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Cara, que situação bizarra é essa em Boston. O Joe Mazzulla vai continuar como técnico do Celtics na próxima temporada E ainda pode ganhar o prêmio de melhor técnico do ano. Sim, você leu certo — mesmo depois de fazer história pelo motivo errado.

    Os Celtics foram eliminados na primeira rodada pelos 76ers. Tudo bem, acontece. Mas o jeito que aconteceu foi de doer na alma de qualquer torcedor: eles estavam 3-1 na série e conseguiram entregar tudo de bandeja pro Joel Embiid e cia.

    Uma eliminação que entrou pra história

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi uma coisa dessas. Pela primeira vez na história da franquia, Boston perdeu uma série depois de estar 3-1 na frente. É o tipo de coisa que marca uma temporada de forma negativa pra sempre.

    E o mais louco? Mesmo com essa eliminação constrangedora, tudo indica que Mazzulla não só fica no cargo como ainda pode levar o troféu de Coach of the Year nos próximos dias. Sinceramente, não sei se isso faz sentido ou se é só a NBA sendo a NBA mesmo.

    Situação financeira tranquila

    Pelo menos uma coisa boa: o Celtics tem grana pra se mexer no mercado. Eles estão numa situação financeira confortável, abaixo dos limites de imposto de luxo, o que significa que têm uns $15 milhões pra gastar com um jogador de nível médio e mais alguns milhões em exceções.

    Tatum e Brown continuam sendo os pilares do time, ganhando mais de $115 milhões juntos — e olha que o Tatum nem assinou a extensão máxima ainda. São os caras que precisam carregar esse time nas costas na próxima temporada.

    O Nikola Vucevic, que chegou em fevereiro machucado, é o único free agent importante que eles têm. Aos 35 anos, provavelmente vai ter que aceitar bem menos grana pra continuar.

    Vocês acham que Mazzulla merece mesmo ficar depois dessa? Eu fico dividido. O cara fez um trabalho sólido na temporada regular, mas perder uma série de 3-1 é imperdoável em qualquer nível.

  • 76ers tomaram uma surra histórica no jogo 1 — mas já voltaram de 3×1

    76ers tomaram uma surra histórica no jogo 1 — mas já voltaram de 3×1

    Olha só, eu sabia que ia dar ruim pro Philadelphia 76ers ontem à noite. Cara, só dois dias depois de completar uma virada histórica contra o Boston Celtics no jogo 7, os caras foram pra quadra contra o New York Knicks e… tomaram uma surra de 137 a 98. Sim, você leu certo. TRINTA E NOVE pontos de diferença.

    “É igual à série passada. Eles não ganham pontos extras por abrir vantagem hoje à noite”, falou o Paul George depois do massacre. E o cara tem razão — afinal, os Sixers já voltaram de uma situação praticamente impossível há dois dias atrás.

    O cansaço pesou ou foi só desculpa?

    Joel Embiid jogou apenas 24 minutos e converteu só 3 de 11 arremessos. O Tyrese Maxey, que teve média de 26.9 pontos na primeira rodada, ficou CINCO MINUTOS sem fazer uma cesta sequer no segundo quarto. Terminou com míseros 13 pontos.

    O técnico Nick Nurse disse antes do jogo que não sabia qual seria o impacto do intervalo curto. Bom, agora ele sabe. “Você não pode inventar desculpas”, admitiu Nurse. “Sabíamos que poderia ser difícil, mas nunca se entra num jogo esperando que isso aconteça.”

    Sinceramente? Acho que o cansaço pesou sim. Depois daquela série insana contra Boston, com toda aquela tensão e desgaste físico, era quase impossível manter o mesmo nível. Os Knicks aproveitaram isso e meteram 65.9% de aproveitamento no primeiro tempo. Absurdo.

    A virada histórica ainda tá fresca na memória

    Aqui vai um dado interessante: os 76ers quase bateram o recorde de maior derrota em playoffs da franquia. O “recorde” é de 1982, quando perderam por 40 pontos pro… Boston Celtics. E adivinha? Eles voltaram e ganharam aquela série também.

    A questão é que essa turma do Embiid já mostrou que tem sangue frio. Perderam o jogo 1 contra Boston por 32 pontos, perderam o jogo 4 por mais 32, e mesmo assim conseguiram a virada mais improvável que eu já vi na minha vida. Foram o 14º time na história da NBA a reverter uma desvantagem de 3-1.

    “Vindo da série que tivemos e da intensidade física que mostramos, eu gostaria de pensar que talvez os caras estavam cansados”, disse Embiid. “Mas não é desculpa. Vamos pro jogo 2.”

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem repetir a mágica? Eu confesso que ainda tô meio em choque com o que eles fizeram contra Boston. Se conseguiram voltar daquela situação, por que não podem fazer de novo?

    O problema é que agora enfrentam um Knicks que tá jogando um basquete bonito demais. Aproveitaram cada limitação do Embiid (que ainda não tá 100% depois da apendicite), correram na transição e fizeram 16-3 em pontos de contra-ataque. Foi um show de bola… pros torcedores de Nova York.

  • Knicks destroem 76ers por 39 pontos e fazem história nos playoffs

    Knicks destroem 76ers por 39 pontos e fazem história nos playoffs

    Cara, que atropelo foi esse no Madison Square Garden! Os Knicks simplesmente destruíram o Philadelphia 76ers por 137 a 98 no Jogo 1 da segunda rodada dos playoffs. 39 pontos de diferença. Trinta e nove! Sinceramente, eu não esperava uma diferença tão absurda assim.

    O show foi do Jalen Brunson, que fez 35 pontos com 12 de 18 arremessos. O cara tá numa forma monstruosa nesses playoffs – e olha que ele foi relativamente “quieto” no terceiro quarto porque o time todo tava jogando demais. Na primeira metade, ele fez 27 pontos, que é o segundo maior número de um jogador dos Knicks em uma única metade de playoff desde que começaram a registrar essas estatísticas.

    Defesa de outro planeta

    Mas o que mais me impressionou foi a defesa de Nova York. Eles seguraram o Joel Embiid e Tyrese Maxey – que são o coração ofensivo dos Sixers – em apenas 27 pontos combinados. Quinze desses pontos vieram de lance livre! Os dois fizeram apenas 6 de 20 arremessos de quadra e erraram todos os cinco tentativas de três pontos.

    É surreal ver uma dupla tão talentosa ser completamente anulada assim. O Embiid ainda colocou Towns e Mitchell Robinson em problemas de falta no início, mas mesmo assim não conseguiu aproveitar.

    Ataque implacável

    OG Anunoby foi certeiro (7 de 8 arremessos, 18 pontos), Mikal Bridges e Karl-Anthony Towns contribuíram com 17 cada. Como time, os Knicks acertaram 63% dos arremessos de quadra e 51% das bolas de três. É um número absurdo para playoffs!

    Aliás, vocês viram o susto que o Towns deu no começo? Caiu feio tentando um rebote ofensivo e ficou no chão com dores. Por alguns segundos pensei “lá vamos nós de novo com lesão”, mas ele se recuperou e jogou bem.

    O mais louco de tudo? Os Knicks fizeram história. Eles se tornaram o primeiro time na história da NBA a vencer três jogos consecutivos de playoff por 25+ pontos de diferença. Isso é coisa de time que tá voando alto mesmo.

    Philadelphia só conseguiu seus primeiros pontos vindos do banco quando faltavam 4 minutos para o fim do terceiro quarto. Imaginem a desorganização ofensiva que foi isso! No quarto período, os dois times já tinham esvaziado o banco porque não tinha mais o que fazer.

    Tyler Kolek e Ariel Hukporti aproveitaram os minutos de “lixo” e mostraram serviço. O Hukporti ainda tinha entrado antes por causa dos problemas de falta dos titulares.

    Game 2 vai ser interessante. Será que os Sixers conseguem se recuperar dessa pancada ou os Knicks vão continuar nesse ritmo maluco? Eu tô curioso para ver como o Philadelphia vai responder a essa humilhação em casa.

  • Jaylen Brown detona Embiid no Twitch e a internet pega fogo

    Jaylen Brown detona Embiid no Twitch e a internet pega fogo

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu. Os Celtics perderam um 3-1 de vantagem pro Sixers. TRÊS A UM. E agora o Jaylen Brown foi lá no Twitch desabafar sobre o Joel Embiid de um jeito que… bom, vamos dizer que ele não economizou nas palavras.

    “Fingir falta arruinou nosso jogo. Joel Embiid é um grande jogador, um dos melhores pivôs da p*** história do basquete, mas ele finge falta. E ele sabe disso”, disparou o Brown na live dele no domingo, um dia depois da eliminação em casa.

    O desabafo que dividiu opiniões

    Olha, eu entendo a frustração do cara. Imagina você estar 3-1 na série, praticamente com uma mão na semifinal, e de repente perde três jogos seguidos pro seu maior rival? Eu ia querer quebrar alguma coisa também.

    Mas sinceramente, acho que o Brown meio que tem razão no ponto dele. O Embiid realmente tem essa tendência de exagerar o contato pra conseguir falta. É uma estratégia? É. Funciona? Óbvio que sim. Mas irrita pra caramba quando você tá do outro lado.

    A questão é que todo mundo faz isso na NBA hoje em dia. O próprio Brown já exagerou contato algumas vezes – é parte do jogo moderno, querendo ou não. Mas quando você perde um Game 7 em casa e vê o cara do outro time indo pra linha de lance livre o tempo todo… nossa, deve doer mesmo.

    A hipocrisia do basquete moderno

    O que mais me chama atenção é como o basquete virou meio teatral mesmo. Todo mundo reclama da “cera” que os jogadores fazem, mas aí quando o seu time faz, tá tudo bem né?

    E vocês, o que acham? O Brown foi muito longe ou só falou o que todo mundo pensa? Porque uma coisa é certa: perder um 3-1 de vantagem dói, mas ir público assim no Twitch… cara, isso aí vai virar polêmica por um tempo.

    O Embiid ainda não respondeu, mas imagino que não vai deixar passar batido. Essa rivalidade Celtics x Sixers já era intensa, agora então… preparem as pipocas pra próxima temporada.

  • Hart manda a real: apelo do Embiid não vai parar invasão Knicks

    Hart manda a real: apelo do Embiid não vai parar invasão Knicks

    Cara, o Josh Hart acabou de dar aquela resposta que todo mundo estava esperando. O Joel Embiid fez um apelo dramático pros torcedores dos 76ers não venderem ingressos pros nova-iorquinos, mas o Hart simplesmente falou: “todo mundo tem preço, mano”.

    E olha, ele não tá errado não.

    A invasão de 2024 ainda dói

    Vocês lembram do que rolou há dois anos? Os torcedores dos Knicks praticamente transformaram a Xfinity Mobile Arena (antiga Wells Fargo Center) numa filial do Madison Square Garden. Era “MVP! MVP!” pro Jalen Brunson ecoando pela Filadélfia inteira. O Embiid ficou pistola na época: “Isso me irrita pra caramba, principalmente porque Philly é considerada uma cidade esportiva”.

    Agora, antes do jogo 1 das semifinais da Conferência Leste, o Hart mandou a real no treino de domingo: “Espero que seja parecido, porque os torcedores dos Knicks viajam. São provavelmente os melhores da NBA quando o assunto é viajar e ir nos jogos. Pode até ser mais barato fazer isso do que ir pro Garden”.

    Embiid tentou de tudo (até ofereceu grana)

    Depois que os 76ers viraram aquela série absurda contra os Celtics (estavam perdendo de 3-1!), o Embiid fez um apelo desesperado: “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês. Precisamos de vocês”.

    E não parou por aí. O cara literalmente ofereceu pagar as contas dos torcedores: “Se vocês precisam de dinheiro, eu pago pra vocês”.

    Na moral? Respeitei a atitude, mas o Hart só confirmou o que todo mundo já sabia que ia acontecer.

    Os 76ers até tentaram ser espertos, limitando a venda de ingressos apenas pra residentes da região da Filadélfia (baseado no endereço do cartão de crédito). Mas convenhamos — isso não vai parar ninguém no mercado secundário.

    Por que os nova-iorquinos sempre ganham essa guerra

    Hart explicou numa boa: “O lado bom dos nova-iorquinos, cara, é que eles são persistentes. Eles não ligam, mano. Vão fazer isso. E pra muita gente, tudo gira em torno do dinheiro”.

    E faz sentido total. Ingresso no Madison Square Garden custa uma fortuna comparado com a Filadélfia. São só 90 minutos de carro. Claro que vão invadir!

    “Os nova-iorquinos são apaixonados pelos Knicks e vão aparecer pra demonstrar amor”, completou o Hart.

    Sinceramente? Acho que vai ser aquela guerra linda de torcidas. Os 76ers tentaram de tudo — desde apelo emocional até oferecer dinheiro —, mas no final das contas, paixão e economia sempre vencem essas barreiras administrativas.

    E vocês, acham que os torcedores dos Knicks vão conseguir dominar Philly de novo? Eu aposto que sim.