Tag: calendário playoffs

  • LeBron toma susto feio no pulso em colisão com SGA

    LeBron toma susto feio no pulso em colisão com SGA

    Cara, por pouco o LeBron James não virou notícia pelos motivos errados ontem à noite. O Rei tomou um susto do caramba no pulso durante o jogo 2 contra o Thunder, numa colisão que me fez prender a respiração aqui em casa.

    A parada foi assim: o Shai Gilgeous-Alexander partiu pra cima da cesta com tudo no quarto período. O Austin Reaves tentou parar a jogada, mas meio que derrubou o SGA no chão — e aí que o LeBron, que tava na jogada, acabou caindo por cima do cara do Thunder. Foi uma daquelas colisões feias que você já imagina o pior.

    O momento que fez todo mundo segurar o coração

    Olha, eu vi a cena e já pensei: “Ferrou”. O LeBron imediatamente fez aquela careta de dor e começou a segurar e mexer o pulso. Sabe quando você vê que o cara realmente se machucou? Foi exatamente isso.

    Os árbitros ainda foram revisar se ia dar falta flagrante no Reaves (spoiler: não deu, foi só falta comum mesmo). Mas enquanto isso, a gente ficou ali na expectativa se o Rei ia conseguir continuar jogando.

    O que só o LeBron faz aos 39 anos

    E aí que vem o absurdo: mesmo claramente incomodado, o cara simplesmente decidiu que não ia sair de quadra. Não só ficou no jogo como ainda mandou uma cesta logo depois, diminuindo a diferença para 6 pontos. Monstro demais.

    Sinceramente, só o LeBron mesmo pra fazer uma coisa dessas. Qualquer outro jogador da idade dele — aliás, qualquer jogador, independente da idade — provavelmente sairia pra fazer uns exames. Mas não, o Rei decidiu que ia terminar o que começou.

    Vocês acham que ele aguenta essa intensidade física por muito mais tempo? Porque olhando essas colisões, fica claro que os playoffs são outro nível de pancadaria, mesmo pros caras mais experientes.

    O Thunder acabou levando o jogo 2, mas o importante é que o LeBron saiu inteiro de quadra. Agora é torcer pra que seja só um susto mesmo e ele esteja 100% pro próximo jogo.

  • LeBron escapou da técnica por pouco contra o Thunder

    LeBron escapou da técnica por pouco contra o Thunder

    Olha, eu não sei vocês, mas assistir o LeBron James discutindo com árbitro nunca deixa de ser um espetáculo à parte. E ontem contra o Thunder foi exatamente isso — o Rei quase levou uma técnica depois de ficar pistola com uma falta não marcada.

    A situação foi assim: primeiro quarto, LeBron faz uma jogada clássica dele girando pela linha de fundo, marca a cesta mesmo com o Jaylin Williams dando aquela empurradinha básica. Qualquer um que entende de basquete viu que era falta + 1 na cara. Mas os árbitros… nada. Simplesmente engolindo o apito.

    O Rei não gostou nadinha

    E aí que a coisa ficou interessante. Em vez de voltar para a defesa, LeBron simplesmente parou e ficou encarando o árbitro Mark Lindsay. Aquela encarada intimidadora que só ele sabe fazer. Cara de poucos amigos mesmo.

    Na minha visão, ele tinha razão de ficar bravo. Aos 41 anos, o homem não consegue mais atravessar todo mundo na força bruta como antigamente. Então quando ele bota o corpo em risco pra fazer a cesta, no mínimo merece ir pra linha do lance livre, né?

    Mas não parou por aí. Mais tarde no jogo, LeBron teve outra “conversa animada” com os árbitros, dessa vez com o John Goble. Sinceramente, acho que faz parte da estratégia dele tentar influenciar a arbitragem. É jogada de veterano esperto.

    Lakers roubando o jogo dos Thunder

    O mais impressionante é que toda essa pressão parece estar funcionando. Os Lakers estavam ganhando no intervalo por 58-57, o que é meio absurdo considerando que estão jogando contra o Thunder — um time que simplesmente destruiu eles na temporada regular.

    E sem o Luka Doncic ainda, viu? (Espera, acho que me confundi aqui com outro jogo… enfim, o importante é que os Lakers estão competindo de igual pra igual)

    A real é que cada ponto importa quando você está enfrentando um time mais completo como o Thunder. O LeBron sabe disso melhor que ninguém. Por isso mesmo que ele não pode deixar passar essas faltas óbvias.

    Vocês acham que ele consegue manter esse nível de energia e ainda brigar por um título aos 41? Eu honestamente não sei, mas uma coisa é certa: assistir o cara jogando ainda é um privilégio.

  • Keldon Johnson prometeu Rolex pros amigos e eles pediram carros!

    Keldon Johnson prometeu Rolex pros amigos e eles pediram carros!

    Cara, essa história do Keldon Johnson é absurda de tão legal. O cara ganhou o prêmio de Sexto Homem do Ano pela primeira vez na carreira e já sabia o que fazer: cuidar dos parceiros de vida toda.

    A promessa original era simples — se ele ganhasse o 6MOY, compraria um Rolex pra cada um dos brothers. Mas aí que tá a parte mais engraçada: na hora H, os camaradas mudaram de ideia e pediram carros no lugar dos relógios! E o KJ? Claro que topou na hora.

    O prêmio que mudou tudo

    Olha, eu acompanho o Johnson há tempo e sempre soube que ele tinha potencial pra ser mais que um coadjuvante. Este ano ele provou isso jogando TODOS os 82 jogos saindo do banco — algo que só aconteceu com mais um jogador na última década.

    Os números falam por si: 13.2 pontos, 5.4 rebotes por jogo, com 51.9% de aproveitamento nos arremessos. Monstro demais. E detalhe: ele quebrou um recorde histórico dos Spurs, superando nada menos que Manu Ginóbili como o reserva que mais pontuou em uma temporada (1.081 pontos).

    Sinceramente, ver um cara que sempre foi subestimado finalmente receber o reconhecimento que merece… é emocionante mesmo.

    E nos playoffs?

    A temporada regular já era história, mas o KJ continuou mandando bem quando mais importa. No jogo 2 contra o Minnesota, ele entrou e fez a diferença: 9 pontos e 10 rebotes em apenas 19 minutos. Ajudou a empatar a série em 1-1.

    Vocês acham que os Spurs conseguem ir longe nos playoffs com o Wembanyama e um banco comandado pelo Johnson? Eu tô começando a acreditar que essa pode ser a temporada em que San Antonio volta a sonhar alto.

    No final das contas, a história dos carros só mostra o tipo de cara que o Keldon é. Ganhou o prêmio individual mais importante da carreira e a primeira coisa que pensou foi em retribuir quem sempre esteve do lado dele. Isso é o que eu chamo de caráter.

  • Jordan Ott impressiona na NBA: técnico novato já tá no top 5

    Jordan Ott impressiona na NBA: técnico novato já tá no top 5

    Mano, quem diria que um técnico estreante conseguiria tanto respeito assim tão rápido? Jordan Ott, que assumiu o Phoenix Suns pela primeira vez na carreira como técnico principal, já apareceu em 5º lugar numa pesquisa da The Athletic sobre os técnicos mais impressionantes da NBA. E olha que a concorrência não é brincadeira: Joe Mazzulla em primeiro, seguido por Mark Daigneault, J.B. Bickerstaff e Erik Spoelstra.

    Cara, quando você tá numa lista dessas — com técnicos que já ganharam campeonato ou levaram times pra 60 vitórias na temporada — é sinal de que realmente tá fazendo algo especial.

    De patinho feio a surpresa da temporada

    Vamos combinar: ninguém esperava nada dos Suns essa temporada. O time chegou ao ponto de trocar Kevin Durant (sim, o KD) e dispensar Bradley Beal no verão. Todo mundo já tinha enterrado Phoenix como um dos piores times da liga.

    Mas Ott pegou essa galera e transformou numa equipe competitiva. 45 vitórias e 37 derrotas — resultado que garantiu o 7º lugar no Oeste e uma vaga no play-in. Ok, foram varridos pelo Thunder na primeira rodada dos playoffs, mas considerando o que era esperado… cara, foi quase um milagre.

    O ponto alto veio em janeiro, quando o time fez 11-5 no mês. Ott ganhou seu primeiro prêmio de Técnico do Mês da carreira depois de bater times como Thunder (que era o primeiro colocado) e Detroit Pistons. Impressionante pra quem tava estreando como técnico principal, não acham?

    Reconhecimento dos colegas de profissão

    O que mais me chama atenção é o respeito que Ott já conquistou entre os outros técnicos. Steve Kerr, do Warriors — que manja muito de basquete, óbvio — já elogiou publicamente o trabalho dele com os Suns.

    E não é pouco currículo que o cara tem, né? Passou como assistente técnico no Nets, Lakers e Cavaliers antes de assumir Phoenix. Aprendeu com grandes nomes e agora tá mostrando que sabe aplicar todo esse conhecimento.

    Uma curiosidade: Ott é o primeiro técnico a ser mantido na organização dos Suns desde Monty Williams em 2023. Isso já diz muito sobre como a diretoria vê o trabalho dele.

    Sinceramente, acho que esse é só o começo pra Jordan Ott. Com mais tempo pra trabalhar e talvez algumas contratações certeiras na próxima temporada, os Suns podem surpreender ainda mais. Vocês acham que ele consegue levar Phoenix de volta aos playoffs de forma mais consistente?

  • Embiid pode perder o jogo 3 contra os Knicks por lesões

    Embiid pode perder o jogo 3 contra os Knicks por lesões

    Olha só, o Joel Embiid tá na corda bamba de novo. O grande homem do Sixers apareceu como “questionável” para o jogo 3 desta sexta contra os Knicks por causa de uma torção no tornozelo direito e dores no quadril. E isso depois de ter perdido o jogo 2 já…

    Cara, sinceramente? Eu já tava esperando isso. O Embiid é um monstro quando tá 100%, mas o cara parece que vive na enfermaria. Desta vez são problemas no tornozelo direito e quadril direito que podem deixar ele de fora justamente no momento que o Sixers mais precisa dele.

    A saga das lesões continua

    Pra quem acompanha a NBA há um tempo, isso já virou rotina com o Embiid. O cara fez uma temporada absurda até conseguir fazer aquela virada histórica contra os Celtics (primeiro comeback de 3-1 na história da franquia, diga-se de passagem), mas aí volta a ficar machucado.

    E não é só agora não. Na temporada regular, ele jogou menos de 40 jogos pelo terceiro ano consecutivo. Perdeu 13 jogos com distensão no oblíquo em março, cinco seguidos em fevereiro com problemas no joelho e canela… É de dar dó, cara.

    Sem falar que na temporada passada ele jogou apenas 19 jogos por causa daqueles problemas no joelho esquerdo que acabaram levando ele pra cirurgia em abril de 2025. Agora tá lidando com o tornozelo e quadril direitos. É o corpo cobrando a conta de todos esses anos.

    E agora, como fica o Sixers?

    A situação tá complicada. O Sixers já perdeu os dois primeiros jogos da série e agora pode ficar sem seu principal jogador justamente voltando pra casa. Lembram da primeira rodada dos playoffs há duas temporadas quando os Knicks eliminaram o Sixers em casa? O próprio Embiid implorou pros fãs não venderem os ingressos pra não virar extensão do Madison Square Garden de novo.

    Mas e aí, pessoal — vocês acham que o Embiid aguenta jogar machucado mais uma vez? O cara já provou que é guerreiro (aquela performance de 34 pontos e 12 rebotes no jogo 7 contra os Celtics foi surreal), mas será que vale a pena forçar?

    Na minha opinião, se ele não tiver pelo menos 80%, é melhor nem arriscar. O Sixers precisa dele pra série toda, não só pra um jogo. E pelos Knicks também terem o OG Anunoby (distensão no posterior da coxa direita) e Josh Hart (torção no polegar esquerdo) como questionáveis, talvez seja uma oportunidade de equilibrar as coisas.

    Sexta à noite vai ser decisiva. Espero que o Embiid consiga ir, porque ver ele jogando em casa sempre é um espetáculo. Mas se não rolar, o resto do time vai ter que aparecer. Simples assim.

  • Splitter fez milagre no Portland mas não vai ser efetivado

    Splitter fez milagre no Portland mas não vai ser efetivado

    Olha, isso me deixa meio revoltado. O Tiago Splitter pegou um Portland Trail Blazers completamente bagunçado no meio da temporada e fez o que muita gente achava impossível: levou o time aos playoffs pela primeira vez em cinco anos. Campanha de 42-39, sendo que todo mundo esperava que fosse uma temporada perdida.

    E qual é a recompensa? Aparentemente, nenhuma.

    Segundo fontes próximas da franquia, o brasileiro não deve ser efetivado como técnico titular dos Blazers. Cara, isso é de doer. O Splitter assumiu o cargo de técnico interino depois que o Chauncey Billups foi afastado por questões criminais logo no primeiro jogo da temporada. Imagina a pressão que o cara enfrentou.

    A busca pelo técnico virou uma bagunça

    A diretoria do Portland aparentemente quer entrevistar até 30 candidatos para o cargo. Trinta! Mas aqui vem a parte mais engraçada (ou triste, dependendo do ponto de vista): vários técnicos assistentes já recusaram as entrevistas.

    O motivo? O novo dono Tom Dundon tem uma “abordagem não convencional” e os rumores de salário abaixo do mercado estão espantando todo mundo. Até técnicos veteranos como Tom Thibodeau e Michael Malone rejeitaram o contato inicial. Detalhe: os dois falaram que nem conversariam enquanto o Splitter ainda estivesse como interino. Meio desrespeitoso, não acham?

    Quem está na mira agora

    Entre os candidatos que despertaram interesse estão Steve Hetzel (assistente do Brooklyn Nets) e Jared Dudley (assistente do Denver Nuggets). O Hetzel já trabalhou três temporadas em Portland e teve contato com o Damian Lillard, que inclusive já mandou sugestões para a diretoria sobre a busca por um técnico.

    Mas tem um porém: o Hetzel também está na corrida para ser técnico do New Orleans Pelicans, e Portland seria mais um “plano B” caso ele não consiga a vaga lá.

    Sinceramente, eu não consigo entender essa lógica. O Splitter provou que consegue fazer esse time funcionar, tem o respeito dos jogadores e conhece a casa. Mas parece que isso não é suficiente para uma franquia que há cinco anos não via os playoffs.

    E vocês, acham que o Portland está certo em procurar outras opções ou deveriam apostar no trabalho que o Tiago já mostrou que funciona?

  • Sam Merrill faz ressonância na coxa e preocupa Cavaliers

    Sam Merrill faz ressonância na coxa e preocupa Cavaliers

    Cara, quando você menos espera, a lesão vem e bagunça tudo. O Sam Merrill, que vinha sendo uma peça importante dos Cavaliers nesta temporada, teve que fazer uma ressonância magnética na coxa esquerda ontem.

    O problema aconteceu no primeiro jogo contra os Pistons — aquela derrota chata que ninguém queria ver. Merrill sentiu o posterior da coxa e pronto, teve que sair de quadra. Agora os médicos estão investigando o estrago.

    Merrill estava voando na temporada

    Olha, eu confesso que não esperava muito do Merrill quando chegou aos Cavs, mas o cara me surpreendeu. Média de 12.8 pontos na temporada regular, jogando com confiança e acertando uns arremessos de 3 bem pesados. Para um cara que não é estrela, estava fazendo a diferença mesmo.

    E justo agora que os playoffs começaram, né? É foda quando isso acontece.

    E agora, como fica o Jogo 2?

    Com o segundo confronto rolando hoje à noite, a pergunta que não quer calar é: será que Merrill aguenta jogar? Porque pelo que tudo indica, ele nem treinou ontem. Posterior da coxa é uma lesão chatinha — você força um pouquinho a mais e pode virar algo sério.

    Sinceramente, acho que os Cavs vão com calma. Melhor perder Merrill por um jogo do que por uma série inteira, não acham? Mas também sei que todo ponto conta nos playoffs, e os 12 pontos de média dele fazem falta.

    Vamos torcer para que seja só um susto e ele volte logo. Cleveland precisa de todas as armas disponíveis se quiser fazer barulho nesta pós-temporada.

  • Sixers perdem mais uma pros Knicks: sem Embiid, time cansou no final

    Sixers perdem mais uma pros Knicks: sem Embiid, time cansou no final

    Cara, que frustração. Os Sixers perderam mais uma para os Knicks por 108-102 no Jogo 2, e agora estão 2-0 na série. Olha, foi muito melhor que o Jogo 1, isso é verdade, mas o resultado continua sendo o mesmo — derrota.

    O grande problema? Joel Embiid ficou de fora por causa de dores no quadril e tornozelo que só pioraram. Sem o cara mais importante do time, a missão já era difícil antes mesmo da bola subir.

    Paul George começou pegando fogo

    PG-13 decidiu assumir a responsa logo de cara. O veterano começou o jogo destruindo, marcando 11 pontos no primeiro quarto e acertando três bolas de 3. Por um momento ali, eu pensei “cara, esse pode ser o jogo da virada”.

    Mas aí a coisa esfriou. George terminou com 19 pontos, mas foi só 7 de 18 nos arremessos. Ainda assim, cinco triplos não é brincadeira, e defensivamente ele continuou sendo aquela presença que o time tanto precisa — 2 roubos de bola e 2 tocos.

    Maxey carregou o piano, mas cansou

    Tyrese Maxey foi simplesmente monstro na primeira parte do jogo. O garoto marcou 13 pontos só no segundo quarto e chegou ao intervalo com 19, liderando todos os jogadores em quadra.

    O problema? Maxey jogou quase 47 minutos. Quarenta e sete! Dá pra ver que ele foi murchando conforme o jogo avançava. No final, estava visivelmente cansado e começou a errar coisas que normalmente acerta fácil.

    Terminou com 26 pontos, 6 assistências e 3 rebotes — números excelentes, mas a fadiga pesou demais nos momentos decisivos.

    E aqui que tá o problema: os Knicks têm muito mais profundidade no elenco. Quando nossos caras começaram a cansar, eles tinham gente fresca pra entrar e decidir a parada. Uma diferença de 6 pontos com 2 minutos no final foi suficiente pra selar o destino dos Sixers.

    Agora é hora de reagir em casa

    Sinceramente, não esperava que fosse ser fácil sem o Embiid, mas dói ver o time lutar tanto e não conseguir levar. Foram mais de 20 alternâncias na liderança durante três quartos — um jogaço de playoff de verdade.

    A realidade é que os Knicks são mais completos neste momento. Têm mais opções, mais fôlego, mais experiência nesse tipo de situação. Mas o Jogo 3 é em Philly na sexta, e vocês sabem como é jogar em casa nos playoffs.

    E aí, acham que os Sixers conseguem reagir? Ou essa série já tá praticamente decidida? Porque 0-3 não tem volta, né não.

  • Spurs metem 38 de diferença nos Wolves e empatam a série

    Spurs metem 38 de diferença nos Wolves e empatam a série

    Cara, depois do susto no Jogo 1, os Spurs simplesmente resolveram mostrar quem manda. 133 a 95. Cento e trinta e três a noventa e cinco! Uma surra histórica nos Timberwolves que deixou todo mundo de queixo caído.

    Olha, eu não esperava uma resposta tão avassaladora assim dos Spurs, mas faz sentido né? Time com 62 vitórias na temporada regular não ia ficar quieto depois de perder em casa. E o Wemby? O monstro simplesmente decidiu que ia dominar dos dois lados da quadra.

    Wembanyama comandou a defesa

    O francês não repetiu os 12 bloqueios do primeiro jogo (Minnesota reclamou que vários foram goaltending mesmo), mas a defesa dos Spurs foi simplesmente absurda. Os Wolves acertaram apenas 5 de 21 arremessos no garrafão nos três primeiros quartos. No perímetro? Mesma coisa: 5/21 nas bolas de três.

    É impressionante como o Wemby mudou totalmente a dinâmica defensiva dessa franquia. Primeiro jogador unânime para DPOY do ano e tá provando que merece mesmo. O cara tem 2,24m e se move como se fosse um ala – é de outro planeta literalmente.

    Champagnie pegou fogo do perímetro

    Mas não foi só defesa não. O ataque dos Spurs fluiu de uma forma linda, com todos os cinco titulares chegando aos dois dígitos antes mesmo do último quarto começar. E aí que entra a loucura do Julian Champagnie – o cara acertou QUATRO bolas de três seguidas e praticamente enterrou o jogo ali no segundo quarto.

    Sinceramente, quando vi aquela sequência do Champagnie eu já sabia que não tinha mais jogo. Os Wolves tavam claramente sem ritmo, ainda se ajustando com o Anthony Edwards vindo do banco (ele voltou de lesão mas ainda não tá 100%), e o Ayo Dosunmu ainda saiu machucado cedo.

    Stephon Castle liderou a pontuação com 21, enquanto Dylan Harper contribuiu com 11 pontos, 7 rebotes e 5 assistências saindo do banco. Do lado de Minnesota, Edwards fez só 12 pontos em 24 minutos – dá pra ver que ele ainda tá se readaptando ao ritmo de playoffs.

    Agora é guerra em Minneapolis

    A série tá empatada 1 a 1 e vai pra Minnesota na sexta-feira. Os Wolves ainda têm a vantagem de jogar em casa, mas essa surra deve ter mexido com o psicológico. Como que você recupera de uma derrota de 38 pontos?

    Por outro lado, os Spurs mostraram que quando tão ligados, são praticamente imbatíveis. A defesa é sufocante, o ataque tem múltiplas opções, e o Wemby… bom, o Wemby é o Wemby né.

    Vocês acham que Minnesota consegue se recuperar jogando em casa? Ou os Spurs vão manter esse nível e passar de fase? Jogo 3 vai ser crucial – quem ganhar vai ter uma vantagem psicológica enorme no resto da série.

  • Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Mano, às vezes o que acontece na arquibancada é quase mais divertido que o jogo em si. Ontem, no Jogo 2 entre Timberwolves e Spurs, rolou uma das cenas mais aleatórias que eu já vi nos playoffs.

    Uma torcedora de San Antonio decidiu que ia desconcentrar o Rudy Gobert de um jeito bem criativo: pegou um cartaz gigante com a cara do Keldon Johnson e ficou abanando o francesão durante o jogo. Sério, quem pensa nisso? A criatividade da torcida americana não tem limites mesmo.

    Gobert nem aí pra zoação

    O mais engraçado é que o Gobert nem ligou. O cara tava tão concentrado na missão de parar o Wembanyama que nem percebeu a performance teatral da tia na primeira fileira. Profissionalismo puro — ou talvez ele só não entendeu por que diabos estavam abanando ele com a cara do Johnson.

    Olha, eu admiro essa frieza do Gobert. No Jogo 1, ele já tinha mostrado serviço: segurou o Wemby em apenas 5 de 17 arremessos, incluindo um 0 de 8 do perímetro. Simplesmente anulou o fenômeno francês. Sete pontos, 10 rebotes, três assistências e quatro roubadas de bola. O monstro não precisa pontuar pra dominar.

    O duelo franco-francês continua

    É bonito ver o respeito que o Wembanyama tem pelo Gobert. Antes da série, o garoto falou que se inspirou muito no veterano, principalmente na dedicação aos cuidados com o corpo. “Ele deveria ser modelo para todos os pivôs”, disse o Wemby.

    Sinceramente? Essa admiração mútua deixa tudo mais especial. Dois franceses se enfrentando nos playoffs da NBA, um passando conhecimento pro outro mesmo sendo adversários. É isso que o basquete tem de lindo.

    Mas no final das contas, parece que a zoação da torcida surtiu algum efeito. Os Wolves acabaram perdendo o Jogo 2, com o Wembanyama fazendo 19 pontos e 14 rebotes contra os 5 pontos e 10 rebotes do Gobert.

    E aí, vocês acham que a torcedora merece crédito pela vitória dos Spurs? Porque eu tô começando a acreditar que essa brincadeira com o cartaz do Keldon Johnson foi o fator decisivo mesmo.