Tag: calendário playoffs

  • Lakers em desespero: podem ser o primeiro a virar série perdendo 3-0?

    Lakers em desespero: podem ser o primeiro a virar série perdendo 3-0?

    Olha, vou ser sincero com vocês — a situação dos Lakers tá feia. Perdendo por 3 a 0 para o Thunder, eles tão numa posição que nenhum time na história da NBA conseguiu reverter. Mas sabe o que é mais doido? JJ Redick e os caras ainda acreditam que dá pra virar essa coisa toda.

    O técnico dos Lakers mandou real na coletiva: “Nosso primeiro slide no training camp era ‘ganhe o dia’. Temos que ganhar hoje e temos que ganhar amanhã.” Cara, eu admiro essa mentalidade, mas os números são brutais — 161 times perderam séries saindo atrás 3-0, e ZERO conseguiram virar. Zero mesmo.

    Rui Hachimura tá on fire, mas será que basta?

    Se tem alguém que tá jogando bola nessa série é o Rui Hachimura. O japonês tá numa sequência absurda: 57.1% nos arremessos de três, 54.1% geral e média de 18.3 pontos. Monstro total.

    E o próprio Rui deu uma sacada inteligente quando lembrou da série contra os Rockets na primeira rodada. Os Lakers tinham 3-0 na frente, e Houston quase virou — chegou a 3-2 antes de perder. “É louco, mas acho que é essa mentalidade que precisamos”, disse ele.

    Sinceramente, se alguém conseguir fazer essa mágica acontecer, seria o maior comeback da história do basquete. Mas e aí, vocês acham que os Lakers têm essa força mental?

    O problema do terceiro quarto (e é sério)

    Aqui que a coisa fica feia de verdade. Os Lakers estão sendo massacrados no terceiro quarto: 92 a 61 para o Thunder na série toda. Cara, isso é quase 10 pontos de diferença por jogo só no terceiro período!

    “Sinto que a cada jogo estamos chegando mais perto”, falou Hachimura com otimismo. “Mas defensivamente, especialmente no terceiro quarto, meio que desaceleramos. Não sei se é cansaço ou o quê.”

    A estratégia defensiva contra Shai Gilgeous-Alexander até que tá funcionando — eles conseguiram baixar a média dele de 31.1 pontos na temporada regular para 21.0 na série. Marcus Smart tá fazendo o trabalho sujo, com duplas marcações constantes no MVP da liga.

    Mas aí que entra o problema: Chet Holmgren tá fazendo double-double tranquilo (21.3 pontos e 10.0 rebotes), e Ajay Mitchell apareceu do nada com 20.7 pontos de média. Quando você para um, aparecem outros dois.

    Na minha opinião, os Lakers precisam de um milagre. Não só ganhar quatro jogos seguidos (coisa que já é difícil em qualquer circunstância), mas fazer isso contra um Thunder que tá voando. É daquelas situações onde você torce pelo drama, pelo impossível acontecer.

    Como o próprio Redick disse: “Sendo dos Lakers, você sente que está com as costas contra a parede todo jogo.” Pelo menos eles tão acostumados com a pressão, né? Jogo 4 é segunda-feira no Crypto.com Arena. Vai ser histórico — de um jeito ou de outro.

  • Vanderbilt volta 4 dias após lesão nojenta no dedo

    Vanderbilt volta 4 dias após lesão nojenta no dedo

    Cara, só quem viu a lesão do Jarred Vanderbilt no Game 1 contra o Thunder sabe o quão bizarra foi a cena. O cara deslocou o mindinho da mão direita de forma tão grotesca que até os jogadores do Oklahoma City fizeram cara de nojo quando viram.

    E adivinha só? Quatro dias depois, o monstro tá disponível pro Game 3. Isso mesmo, disponível.

    A volta mais insana dos playoffs

    O técnico JJ Redick confirmou que Vanderbilt foi liberado pelos médicos depois que conseguiram “colocar o dedo dele de volta no lugar”. Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas ver um osso furar a pele assim… não é pra qualquer um.

    A lesão aconteceu quando Vanderbilt tentou bloquear uma enterrada alley-oop do Chet Holmgren. O dedo bateu na tabela e simplesmente… saiu do lugar. De forma literal. O cara foi direto pro vestiário segurando a mão, e dava pra ver que a situação era séria.

    Mentalidade de guerreiro

    “A gente só precisava ter certeza de que o tecido e os pontos estavam bons pra que o osso não saísse de novo”, explicou Redick. “Mas ele tem uma mentalidade durona e quer jogar.”

    O mais engraçado foi o comentário do técnico sobre Vanderbilt ser canhoto: “Ainda bem que ele nunca arremessou com a mão direita na vida dele.” Pelo menos isso não vai afetar o jogo do cara, né?

    Sinceramente, eu não esperava que ele voltasse tão rápido. Perdeu o Game 2 (que os Lakers também perderam, por sinal), mas estar disponível pro Game 3 em casa é crucial pra defesa do time.

    Vocês acham que ele vai conseguir jogar normalmente com essa lesão? Porque uma coisa é estar “disponível”, outra é estar 100%. Mas conhecendo a raça desse cara, não duvido nada que ele entre dando tudo na defesa mesmo com o dedo ainda dolorido.

  • NBA se pronuncia sobre a treta do Reaves com os árbitros

    NBA se pronuncia sobre a treta do Reaves com os árbitros

    Olha, eu já esperava que a NBA ia ter que dar uma satisfação sobre aquela confusão entre o Austin Reaves e a arbitragem no jogo 2 contra o Thunder. E finalmente rolou um posicionamento oficial.

    Monty McCutchen, VP sênior de desenvolvimento de arbitragem da NBA, falou sobre o que aconteceu — e sinceramente, achei a explicação dele bem mais equilibrada do que eu esperava.

    “Nós ensinamos nossos árbitros a irem para o centro da quadra para não sairmos todos juntos quando os ânimos estão exaltados. Certamente queremos que as interações sejam profissionais, e eu acho que teve uma aparência estranha, mas não houve muito palavrão ou algo assim. Foi fora do comum, sem dúvida”, disse McCutchen.

    A versão dos dois lados

    O que mais me chamou atenção foi o cara reconhecer que o Reaves estava controlado e que o árbitro John Goble fez bem em deixar ele falar. Isso é raro de ver, né? Geralmente a liga só defende os árbitros.

    “Austin estava no controle, John fez um bom trabalho deixando ele falar o que queria. Houve algumas jogadas no final daquele jogo que viveram das nuances de nossas regras… Posso entender na paixão daquele momento o desacordo de uma equipe”.

    A treta toda começou numa disputa de bola ao alto entre Reaves e Cason Wallace. O cara só queria se posicionar melhor e o árbitro Scott Goble foi lá gritar na cara dele. Eu entendo a revolta do Reaves, viu.

    “Senti que fui respeitoso com todos eles a noite toda. Um milhão de vezes no passado, eu já disse coisas bem piores. E quando estávamos fazendo a disputa de bola e eles estavam trocando de posição, eu queria ir para o outro lado porque eles tinham um cara do outro lado, estava só tentando manter uma vantagem. E ele se virou e gritou na minha cara… Eu só achei desrespeitoso”, disse Reaves.

    Jogo 3 decisivo pela frente

    Monstro, o que me preocupa mesmo é que os Lakers não podem deixar essas polêmicas com arbitragem tirarem o foco. Agora é jogo 3 em casa, praticamente vida ou morte na série.

    E vocês, acham que o Reaves estava certo em se posicionar daquele jeito? Ou os árbitros que exageraram na reação? Porque olhando os replays, eu tô mais do lado do garoto mesmo.

    Uma coisa é certa: com LeBron e companhia precisando desesperadamente de uma vitória, qualquer distração pode ser fatal. Tomara que usem isso como combustível extra.

  • Finch explode com árbitro na NBA: ‘Comportamento completamente antiético’

    Finch explode com árbitro na NBA: ‘Comportamento completamente antiético’

    Cara, a coisa esquentou MESMO no jogo 3 entre Timberwolves e Spurs! O técnico Chris Finch partiu pra cima do árbitro Tony Brothers de um jeito que eu nunca tinha visto na NBA. E olha que o Brothers já apitou muita coisa polêmica por aí.

    A situação foi tão tensa que os próprios jogadores tiveram que segurar o árbitro — isso mesmo, você leu certo. Os JOGADORES segurando o ÁRBITRO para não partir pro técnico. Enquanto isso, o Anthony Edwards teve que levar o Finch pra longe. Imagina a cena?

    O que rolou de verdade

    Segundo o Finch, ele pediu um timeout 3 segundos antes, mas o Brothers simplesmente ignorou. “Eu queria o timeout. Tinha pedido 3 segundos antes”, disse o técnico. “Ele claramente me ouviu. Olhou na minha direção, me ignorou, e continuou com a jogada… quase nos custou uma bola perdida.”

    Aí quando o Finch foi apenas perguntar onde seria a reposição de bola, o Brothers partiu pra cima gritando com ele. Na minha opinião? Isso aí passou dos limites mesmo. Árbitro tem que manter a compostura, né não?

    Edwards tentando acalmar os ânimos

    O Ant, sempre diplomático, tentou amenizar a situação depois do jogo: “Queremos ganhar. O Finchy quer ganhar. Tony Brothers é Tony Brothers. Todo mundo gosta dele aqui, então tá tudo certo.” Mas será que tá mesmo tudo certo?

    Edwards fez seus 32 pontos, mas não foi suficiente. O monstro do Wembanyama meteu 39 pontos e levou os Spurs pra vitória por 115-108. Agora San Antonio tá em vantagem 2-1 na série.

    Sinceramente? Acho que o Finch tá certo de reclamar. Árbitro que não respeita pedido de timeout pode decidir jogo, e numa série de playoffs isso é inadmissível. Vocês acham que o Brothers passou dos limites ou o Finch que exagerou na reação?

  • Torcedor dos Knicks vira vilão ao desrespeitar homenagem

    Torcedor dos Knicks vira vilão ao desrespeitar homenagem

    Cara, tem coisa que simplesmente não dá pra entender. Ontem no jogo 3 entre Knicks e 76ers, rolou uma situação que me deixou genuinamente revoltado — e olha que eu já vi muita coisa escrota no basquete.

    Antes do jogo começar, os Sixers fizeram um momento de silêncio em homenagem ao Steve Nurse, irmão do técnico Nick Nurse que faleceu recentemente. Imagina só o cara: perdeu o irmão e mesmo assim comandou o jogo 6 contra os Celtics no dia seguinte. É de uma força mental absurda.

    O momento que virou constrangimento

    Aí que entra a parte nojenta da história. No meio do momento de silêncio — SILÊNCIO, gente — um imbecil torcedor dos Knicks gritou “Let’s Go Knicks!” Sério. No meio de uma homenagem a alguém que morreu.

    Obviamente a torcida da Filadélfia não perdoou. As vaias foram imediatas e merecidas. Sinceramente? Ainda foi pouco. Que tipo de pessoa faz uma coisa dessas?

    Eu torço pros Knicks há anos, acompanho cada jogo, mas esse cara me deu vergonha alheia. Existe rivalidade, existe paixão pelo time, mas existe também respeito básico pelo ser humano. E esse limite foi completamente ultrapassado.

    Basquete é maior que rivalidade

    Olha, eu entendo a emoção de estar no primeiro jogo em casa depois daquela série épica contra Boston. Os Knicks tinham acabado de eliminar os Celtics no jogo 6 — um jogaço, diga-se de passagem. A galera tava elétrica pra ver o time em casa.

    Mas cara, tem hora pra tudo. Momento de silêncio é sagrado, não importa se é pro técnico adversário ou pra quem for. É questão de humanidade básica.

    E o mais impressionante? Nick Nurse conseguiu treinar e comandar o time logo após perder o irmão. Isso mostra o profissional que ele é, a dedicação que tem com o basquete. Merecia muito mais respeito.

    Vocês acham que esse tipo de comportamento tá virando mais comum? Porque sinceramente, eu tô vendo cada vez mais gente confundindo paixão com falta de educação. E isso não representa a torcida dos Knicks que eu conheço.

    Pelo menos o jogo em si começou equilibrado, com Paul George fazendo 15 pontos no primeiro quarto. Mas convenhamos — depois dessa situação constrangedora, o foco acabou ficando meio dividido entre a bola e a indignação.

  • Conley aceita novo papel nos Wolves: ‘Não preciso mais fazer 40 pontos’

    Conley aceita novo papel nos Wolves: ‘Não preciso mais fazer 40 pontos’

    Olha só que história maluca a do Mike Conley. O cara foi negociado pelos Timberwolves no deadline, passou por Chicago, chegou em Charlotte e… voltou pra Minnesota. Parece roteiro de novela, né?

    Aos 38 anos, o veterano armador sabe muito bem que não é mais o mesmo jogador de antes. E tá tudo bem com isso. “Eu sei que não pego mais a bola como antigamente. Não tenho energia pra fazer 40 pontos ou sei lá o quê. Mas ainda posso ditar muita coisa que acontece com nosso time, nosso ritmo, a forma como encaramos o jogo”, disse Conley em entrevista recente.

    A volta por cima (literalmente)

    Sinceramente? Achei que a carreira do Conley em Minnesota tinha acabado quando os Wolves o trocaram. A diretoria queria limpar espaço salarial — provavelmente sonhando com o Giannis — mas no final das contas o destino trouxe Mike de volta. E que sorte a deles.

    Com Edwards, Dosunmu e DiVincenzo machucados nos playoffs, Conley virou peça fundamental de novo. No Jogo 1 contra o Spurs, o cara meteu quatro bolas de três e ajudou Minnesota a vencer por 104-102. Monstro mesmo.

    Veterano que ainda faz a diferença

    Vocês já viram como é importante ter um cara experiente no time? Conley é tipo uma extensão da comissão técnica em quadra. Ele pode não estar mais fazendo aqueles jogos absurdos de antigamente, mas o impacto dele vai muito além dos números.

    O legal é a maturidade do cara em aceitar essa nova função. Muitos jogadores veteranos ficam remoendo o passado, querendo ser protagonistas a qualquer custo. Conley não — ele entendeu que pode contribuir de outras formas, ditando o ritmo, orientando os mais novos, sendo aquele ponto de equilíbrio que todo time precisa.

    Na minha opinião, essa humildade é o que separa os grandes profissionais dos que ficam pelo caminho. E olha que sorte dos Timberwolves ter esse cara de volta justamente quando mais precisavam dele nos playoffs.

    E aí, acham que Conley ainda tem mais uma temporada boa no tanque? Ou essa deve ser mesmo a despedida do veterano?

  • 76ers na UTI: Nurse ainda acredita depois do 0-3 contra os Knicks

    76ers na UTI: Nurse ainda acredita depois do 0-3 contra os Knicks

    Olha, eu não sei se o Nick Nurse tá sendo corajoso ou meio ingênuo, mas o cara ainda acredita. Depois de tomar uma surra de 108-94 dos Knicks no jogo 3 e ficar numa situação praticamente impossível (0-3 na série), o técnico dos 76ers mantém o discurso de ‘vamos um jogo de cada vez’.

    “Numa situação dessas, tudo que você pode fazer é tentar ganhar o próximo e ver o que acontece”, disse Nurse. Cara, eu admiro o otimismo, mas vamos aos fatos: NENHUM time na história da NBA conseguiu virar uma série depois de estar perdendo por 3-0. Zero. Nada. Nunca aconteceu.

    Embiid voltou, mas não era o mesmo monstro

    O Joel Embiid finalmente conseguiu jogar depois de ficar fora do jogo 2 por causa de lesões no tornozelo e quadril. E sinceramente? Dava pra ver que o cara não estava 100%. 18 pontos, 6 rebotes, 5 assistências – números até ok, mas quem acompanha sabe que não era o Embiid dominante que a gente conhece.

    Ele claramente estava limitado fisicamente, principalmente depois de levar uma pancada no terceiro quarto. Arremessou 7/17 do campo, e você podia sentir que cada movimento doía. É frustrante ver um cara desse calibre jogando machucado numa situação tão crítica.

    Paul George começou pegando fogo total – 15 pontos só no primeiro quarto, acertando tudo que jogava pra cesta. Parecia que ia ser a noite dele. Aí veio a realidade: zerou o placar pelo resto do jogo. Terminou 6/18 geral. Isso dói na alma de qualquer torcedor.

    Knicks fazendo o básico (e bem feito)

    Enquanto isso, os Knicks continuam fazendo aquele basquete raiz que tá funcionando perfeitamente. Ganharam na raça, dominaram os rebotes ofensivos e – pasmem – tinham 16 pontos de banco contra 0 dos Sixers no primeiro tempo. Dezesseis a zero, gente!

    Jalen Brunson tá simplesmente absurdo nestes playoffs. Mais 33 pontos e 9 assistências ontem. O cara virou uma máquina de fazer cestas quando importa. Mikal Bridges ajudou com 23, e o Josh Hart fez mais um double-double (12 pontos, 11 rebotes).

    Kelly Oubre Jr. foi praticamente o único que apareceu pelos Sixers com 22 pontos – recorde da carreira dele em playoffs. Tyrese Maxey fez 17, mas de novo ficou muito quieto no primeiro tempo. Quando acordou, já era tarde demais.

    E aí, vocês acham que rola o milagre histórico ou os 76ers vão acabar varridos no domingo? Porque olha, por mais que eu torça por jogos emocionantes, essa série tá com cara de que vai acabar em 4. Seria a 17ª vez que os Sixers levariam uma vassourada nos playoffs. Pesado demais.

  • Torcedor dos 76ers cria plano genial pra sacanear fãs dos Knicks

    Torcedor dos 76ers cria plano genial pra sacanear fãs dos Knicks

    Olha, já vi muito fanatismo por NBA na minha vida, mas esse cara aqui superou tudo. Um torcedor dos 76ers chamado Matt teve uma ideia que é ao mesmo tempo genial e completamente maluca: comprar passagens de trem reembolsáveis pra inflacionar os preços e dificultar a vida dos fãs dos Knicks que querem ir à Filadélfia.

    O esquema é simples mas brilhante. O cara postou no Reddit dos 76ers pedindo pra galera comprar passagens da Amtrak com reembolso total antes do Jogo 4 de domingo, e cancelar pouco antes da partida. Resultado? Os nova-iorquinos vão ter que pagar mais caro pra viajar.

    A guerra Philly x New York esquentou

    E sinceramente, eu entendo o desespero desse Matt. Na temporada passada, quando os Knicks eliminaram os Sixers na primeira rodada, foi constrangedor ver como o Xfinity Mobile Arena virou praticamente uma extensão do Madison Square Garden. Os torcedores de Nova York dominaram completamente.

    O próprio Joel Embiid implorou pros fãs da Filadélfia não venderem seus ingressos. “Da última vez que jogamos contra os Knicks, parecia que [Filadélfia] era o Madison Square Garden Leste”, disse o pivô. “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês. Precisamos de vocês.”

    Cara, quando um cara do nível do Embiid precisa praticamente implorar pros próprios torcedores comparecerem, você sabe que a situação tá séria. E o pior? Ele até ofereceu dinheiro pra quem precisasse mas não quisesse vender o ingresso!

    Os números são assustadores

    Pra vocês terem uma ideia do tamanho da “invasão” nova-iorquina: 59% dos ingressos vendidos no TickPick para o Jogo 3 vieram de contas ligadas a Nova York e New Jersey. Cinquenta e nove por cento! É praticamente um mando de campo invertido.

    O mais engraçado é que os ingressos em Philly estão saindo por $159-170, enquanto os jogos no Garden custam mais de $500. Então faz sentido economicamente pros fãs dos Knicks viajarem. Mas agora, com as passagens de trem a quase $300 (se o plano do Matt der certo), a conta fica menos atrativa.

    A rivalidade chegou num nível que até os restaurantes de Nova York mudaram o nome do “Philly Cheesesteak” nos cardápios durante os playoffs. É guerra mesmo!

    E aí, o que vocês acham dessa estratégia? Genial ou coisa de maluco? Uma coisa eu sei: se isso vingar, vai virar case de estudo pra outras torcidas. O cara basicamente hackneou o sistema de transporte pra defender seu time – isso sim é dedicação nivel monstro.

  • Knicks destroem os Sixers e abrem 3-0 na série — invasão em Philly!

    Knicks destroem os Sixers e abrem 3-0 na série — invasão em Philly!

    Cara, que massacre foi esse? Os New York Knicks simplesmente dominaram o jogo 3 dos playoffs e abriram 3-0 na série contra o Philadelphia 76ers, vencendo por 108-94. E o mais louco? Foi praticamente um jogo em casa… só que em Philadelphia!

    Brunson comandou o show

    Jalen Brunson foi absolutamente monstro, despejando 33 pontos e distribuindo 9 assistências. O cara tá jogando como se fosse o dono da liga, não tem como. E olha que ele teve companhia: Mikal Bridges marcou 23 pontos e Josh Hart contribuiu com 12. Os “Nova Knicks” — como eles chamam esses ex-Villanova — somaram 68 pontos juntos. Absurdo!

    Mas a coisa que mais me impressionou foi o banco dos Knicks. Landry Shamet saiu do nada e meteu 15 pontos, ajudando a segunda unidade a massacrar os reservas dos Sixers por 28-11. Quando seu banco tá jogando assim, é sinal de que o time tá voando mesmo.

    Madison Square Garden… em Philadelphia?

    Sinceramente, eu não acredito no que aconteceu na Xfinity Mobile Arena. A torcida dos Knicks praticamente tomou conta do ginásio dos Sixers! Tinha até o Spike Lee, Tracy Morgan, Timothée Chalamet — galera pesada mesmo. E o Joel Embiid tinha implorado pros torcedores de Philly comparecerem…

    O resultado? Parecia que os Knicks estavam jogando em casa. Que vexame pra Philadelphia, cara. Imagina você ser eliminado em casa com a arquibancada vibrando pro adversário?

    Towns vs Embiid: briga de gigantes

    A treta entre Karl-Anthony Towns e Joel Embiid foi de outro mundo. Os dois se agarraram tanto que pareciam estar disputando uma luta de wrestling. Towns até levou a pior no quesito faltas — ficou com três no primeiro tempo e teve que ir pro banco.

    Mas sabe o que foi o lance mais insano? Mitchell Robinson simplesmente enterrou uma bandeja SOBRE o Embiid após passe do Brunson. O cara voou e mandou o MVP candidato pra poster. Que humilhação, meus amigos.

    Paul George começou voando — 15 pontos só no primeiro quarto. Mas aí veio o segundo tempo e… zero pontos. ZERO. Errou os últimos nove arremessos. E teve um lance que ele simplesmente parou de correr na volta defensiva. Cara, com esse salário, isso é inaceitável.

    Do lado dos Sixers, quem salvou a pátria foi Kelly Oubre Jr. com 22 pontos. Embiid fez 18 pontos mesmo com todas as batalhas contra Towns, e Tyrese Maxey contribuiu com 17.

    Vocês acham que os Sixers conseguem reagir no jogo 4, ou é o fim da linha? Porque do jeito que os Knicks tão jogando, com essa confiança toda e ainda por cima com a torcida do lado deles… vai ser difícil, hein?

  • LeBron e Caruso se estranham feio nos playoffs

    LeBron e Caruso se estranham feio nos playoffs

    Cara, vocês viram a treta que rolou entre LeBron James e Alex Caruso no Jogo 2 dos playoffs? Sinceramente, eu não esperava ver isso nunca. Os dois que ganharam o anel juntos em 2020 pelos Lakers se pegando no meio da quadra.

    A coisa esquentou quando o Ajay Mitchell foi pra linha do lance livre. Ali do nada, LeBron e Caruso começaram a trocar umas palavrinhas nada amigáveis. E olha que era só uma situação de rotina, mas os caras estavam tão tensos que qualquer coisa virou motivo pra confusão.

    A pressão dos playoffs muda tudo

    É impressionante como os playoffs conseguem apagar até as melhores amizades, né? LeBron e Caruso conquistaram aquele título histórico da bolha em 2020 – um momento que deveria unir eles pra sempre. Mas quando você tá lutando pela vida nos playoffs, ex-parceiro vira adversário rapidinho.

    Os Lakers entraram no Jogo 2 desesperados depois de levar uma surra de 108-90 no primeiro jogo. LeBron fez o que pôde – 28 pontos com 12/17 de aproveitamento nos arremessos, incluindo três bolas de três. Eficiência absurda pros padrões de um cara de 41 anos. Mas mesmo assim não foi suficiente.

    Thunder mostrando que veio pra ficar

    Na minha visão, essa treta só mostra o quanto o Oklahoma City Thunder tá incomodando os Lakers. O time do Caruso não tá brincando em serviço – eles querem eliminar os caras que eram campeões há poucos anos atrás.

    E o Caruso? Monstro defensivo que conhece o LeBron como poucos. Deve ter falado alguma coisa que mexeu com o King, porque pra ele perder a linha assim em quadra nacional… a coisa tá feia mesmo.

    Vocês acham que essa rixa vai continuar nos próximos jogos? Porque uma coisa eu garanto: se os Lakers não reagirem logo, essa temporada acaba mais cedo do que todo mundo imagina. E aí, vai ser mais uma eliminação precoce pra contar na carreira do LeBron.