Tag: calendário playoffs

  • Splitter fez milagre no Portland mas não vai ser efetivado

    Splitter fez milagre no Portland mas não vai ser efetivado

    Olha, isso me deixa meio revoltado. O Tiago Splitter pegou um Portland Trail Blazers completamente bagunçado no meio da temporada e fez o que muita gente achava impossível: levou o time aos playoffs pela primeira vez em cinco anos. Campanha de 42-39, sendo que todo mundo esperava que fosse uma temporada perdida.

    E qual é a recompensa? Aparentemente, nenhuma.

    Segundo fontes próximas da franquia, o brasileiro não deve ser efetivado como técnico titular dos Blazers. Cara, isso é de doer. O Splitter assumiu o cargo de técnico interino depois que o Chauncey Billups foi afastado por questões criminais logo no primeiro jogo da temporada. Imagina a pressão que o cara enfrentou.

    A busca pelo técnico virou uma bagunça

    A diretoria do Portland aparentemente quer entrevistar até 30 candidatos para o cargo. Trinta! Mas aqui vem a parte mais engraçada (ou triste, dependendo do ponto de vista): vários técnicos assistentes já recusaram as entrevistas.

    O motivo? O novo dono Tom Dundon tem uma “abordagem não convencional” e os rumores de salário abaixo do mercado estão espantando todo mundo. Até técnicos veteranos como Tom Thibodeau e Michael Malone rejeitaram o contato inicial. Detalhe: os dois falaram que nem conversariam enquanto o Splitter ainda estivesse como interino. Meio desrespeitoso, não acham?

    Quem está na mira agora

    Entre os candidatos que despertaram interesse estão Steve Hetzel (assistente do Brooklyn Nets) e Jared Dudley (assistente do Denver Nuggets). O Hetzel já trabalhou três temporadas em Portland e teve contato com o Damian Lillard, que inclusive já mandou sugestões para a diretoria sobre a busca por um técnico.

    Mas tem um porém: o Hetzel também está na corrida para ser técnico do New Orleans Pelicans, e Portland seria mais um “plano B” caso ele não consiga a vaga lá.

    Sinceramente, eu não consigo entender essa lógica. O Splitter provou que consegue fazer esse time funcionar, tem o respeito dos jogadores e conhece a casa. Mas parece que isso não é suficiente para uma franquia que há cinco anos não via os playoffs.

    E vocês, acham que o Portland está certo em procurar outras opções ou deveriam apostar no trabalho que o Tiago já mostrou que funciona?

  • Sam Merrill faz ressonância na coxa e preocupa Cavaliers

    Sam Merrill faz ressonância na coxa e preocupa Cavaliers

    Cara, quando você menos espera, a lesão vem e bagunça tudo. O Sam Merrill, que vinha sendo uma peça importante dos Cavaliers nesta temporada, teve que fazer uma ressonância magnética na coxa esquerda ontem.

    O problema aconteceu no primeiro jogo contra os Pistons — aquela derrota chata que ninguém queria ver. Merrill sentiu o posterior da coxa e pronto, teve que sair de quadra. Agora os médicos estão investigando o estrago.

    Merrill estava voando na temporada

    Olha, eu confesso que não esperava muito do Merrill quando chegou aos Cavs, mas o cara me surpreendeu. Média de 12.8 pontos na temporada regular, jogando com confiança e acertando uns arremessos de 3 bem pesados. Para um cara que não é estrela, estava fazendo a diferença mesmo.

    E justo agora que os playoffs começaram, né? É foda quando isso acontece.

    E agora, como fica o Jogo 2?

    Com o segundo confronto rolando hoje à noite, a pergunta que não quer calar é: será que Merrill aguenta jogar? Porque pelo que tudo indica, ele nem treinou ontem. Posterior da coxa é uma lesão chatinha — você força um pouquinho a mais e pode virar algo sério.

    Sinceramente, acho que os Cavs vão com calma. Melhor perder Merrill por um jogo do que por uma série inteira, não acham? Mas também sei que todo ponto conta nos playoffs, e os 12 pontos de média dele fazem falta.

    Vamos torcer para que seja só um susto e ele volte logo. Cleveland precisa de todas as armas disponíveis se quiser fazer barulho nesta pós-temporada.

  • Sixers perdem mais uma pros Knicks: sem Embiid, time cansou no final

    Sixers perdem mais uma pros Knicks: sem Embiid, time cansou no final

    Cara, que frustração. Os Sixers perderam mais uma para os Knicks por 108-102 no Jogo 2, e agora estão 2-0 na série. Olha, foi muito melhor que o Jogo 1, isso é verdade, mas o resultado continua sendo o mesmo — derrota.

    O grande problema? Joel Embiid ficou de fora por causa de dores no quadril e tornozelo que só pioraram. Sem o cara mais importante do time, a missão já era difícil antes mesmo da bola subir.

    Paul George começou pegando fogo

    PG-13 decidiu assumir a responsa logo de cara. O veterano começou o jogo destruindo, marcando 11 pontos no primeiro quarto e acertando três bolas de 3. Por um momento ali, eu pensei “cara, esse pode ser o jogo da virada”.

    Mas aí a coisa esfriou. George terminou com 19 pontos, mas foi só 7 de 18 nos arremessos. Ainda assim, cinco triplos não é brincadeira, e defensivamente ele continuou sendo aquela presença que o time tanto precisa — 2 roubos de bola e 2 tocos.

    Maxey carregou o piano, mas cansou

    Tyrese Maxey foi simplesmente monstro na primeira parte do jogo. O garoto marcou 13 pontos só no segundo quarto e chegou ao intervalo com 19, liderando todos os jogadores em quadra.

    O problema? Maxey jogou quase 47 minutos. Quarenta e sete! Dá pra ver que ele foi murchando conforme o jogo avançava. No final, estava visivelmente cansado e começou a errar coisas que normalmente acerta fácil.

    Terminou com 26 pontos, 6 assistências e 3 rebotes — números excelentes, mas a fadiga pesou demais nos momentos decisivos.

    E aqui que tá o problema: os Knicks têm muito mais profundidade no elenco. Quando nossos caras começaram a cansar, eles tinham gente fresca pra entrar e decidir a parada. Uma diferença de 6 pontos com 2 minutos no final foi suficiente pra selar o destino dos Sixers.

    Agora é hora de reagir em casa

    Sinceramente, não esperava que fosse ser fácil sem o Embiid, mas dói ver o time lutar tanto e não conseguir levar. Foram mais de 20 alternâncias na liderança durante três quartos — um jogaço de playoff de verdade.

    A realidade é que os Knicks são mais completos neste momento. Têm mais opções, mais fôlego, mais experiência nesse tipo de situação. Mas o Jogo 3 é em Philly na sexta, e vocês sabem como é jogar em casa nos playoffs.

    E aí, acham que os Sixers conseguem reagir? Ou essa série já tá praticamente decidida? Porque 0-3 não tem volta, né não.

  • Spurs metem 38 de diferença nos Wolves e empatam a série

    Spurs metem 38 de diferença nos Wolves e empatam a série

    Cara, depois do susto no Jogo 1, os Spurs simplesmente resolveram mostrar quem manda. 133 a 95. Cento e trinta e três a noventa e cinco! Uma surra histórica nos Timberwolves que deixou todo mundo de queixo caído.

    Olha, eu não esperava uma resposta tão avassaladora assim dos Spurs, mas faz sentido né? Time com 62 vitórias na temporada regular não ia ficar quieto depois de perder em casa. E o Wemby? O monstro simplesmente decidiu que ia dominar dos dois lados da quadra.

    Wembanyama comandou a defesa

    O francês não repetiu os 12 bloqueios do primeiro jogo (Minnesota reclamou que vários foram goaltending mesmo), mas a defesa dos Spurs foi simplesmente absurda. Os Wolves acertaram apenas 5 de 21 arremessos no garrafão nos três primeiros quartos. No perímetro? Mesma coisa: 5/21 nas bolas de três.

    É impressionante como o Wemby mudou totalmente a dinâmica defensiva dessa franquia. Primeiro jogador unânime para DPOY do ano e tá provando que merece mesmo. O cara tem 2,24m e se move como se fosse um ala – é de outro planeta literalmente.

    Champagnie pegou fogo do perímetro

    Mas não foi só defesa não. O ataque dos Spurs fluiu de uma forma linda, com todos os cinco titulares chegando aos dois dígitos antes mesmo do último quarto começar. E aí que entra a loucura do Julian Champagnie – o cara acertou QUATRO bolas de três seguidas e praticamente enterrou o jogo ali no segundo quarto.

    Sinceramente, quando vi aquela sequência do Champagnie eu já sabia que não tinha mais jogo. Os Wolves tavam claramente sem ritmo, ainda se ajustando com o Anthony Edwards vindo do banco (ele voltou de lesão mas ainda não tá 100%), e o Ayo Dosunmu ainda saiu machucado cedo.

    Stephon Castle liderou a pontuação com 21, enquanto Dylan Harper contribuiu com 11 pontos, 7 rebotes e 5 assistências saindo do banco. Do lado de Minnesota, Edwards fez só 12 pontos em 24 minutos – dá pra ver que ele ainda tá se readaptando ao ritmo de playoffs.

    Agora é guerra em Minneapolis

    A série tá empatada 1 a 1 e vai pra Minnesota na sexta-feira. Os Wolves ainda têm a vantagem de jogar em casa, mas essa surra deve ter mexido com o psicológico. Como que você recupera de uma derrota de 38 pontos?

    Por outro lado, os Spurs mostraram que quando tão ligados, são praticamente imbatíveis. A defesa é sufocante, o ataque tem múltiplas opções, e o Wemby… bom, o Wemby é o Wemby né.

    Vocês acham que Minnesota consegue se recuperar jogando em casa? Ou os Spurs vão manter esse nível e passar de fase? Jogo 3 vai ser crucial – quem ganhar vai ter uma vantagem psicológica enorme no resto da série.

  • Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Torcedora tenta desconcentrar Gobert abanando com cara do Keldon

    Mano, às vezes o que acontece na arquibancada é quase mais divertido que o jogo em si. Ontem, no Jogo 2 entre Timberwolves e Spurs, rolou uma das cenas mais aleatórias que eu já vi nos playoffs.

    Uma torcedora de San Antonio decidiu que ia desconcentrar o Rudy Gobert de um jeito bem criativo: pegou um cartaz gigante com a cara do Keldon Johnson e ficou abanando o francesão durante o jogo. Sério, quem pensa nisso? A criatividade da torcida americana não tem limites mesmo.

    Gobert nem aí pra zoação

    O mais engraçado é que o Gobert nem ligou. O cara tava tão concentrado na missão de parar o Wembanyama que nem percebeu a performance teatral da tia na primeira fileira. Profissionalismo puro — ou talvez ele só não entendeu por que diabos estavam abanando ele com a cara do Johnson.

    Olha, eu admiro essa frieza do Gobert. No Jogo 1, ele já tinha mostrado serviço: segurou o Wemby em apenas 5 de 17 arremessos, incluindo um 0 de 8 do perímetro. Simplesmente anulou o fenômeno francês. Sete pontos, 10 rebotes, três assistências e quatro roubadas de bola. O monstro não precisa pontuar pra dominar.

    O duelo franco-francês continua

    É bonito ver o respeito que o Wembanyama tem pelo Gobert. Antes da série, o garoto falou que se inspirou muito no veterano, principalmente na dedicação aos cuidados com o corpo. “Ele deveria ser modelo para todos os pivôs”, disse o Wemby.

    Sinceramente? Essa admiração mútua deixa tudo mais especial. Dois franceses se enfrentando nos playoffs da NBA, um passando conhecimento pro outro mesmo sendo adversários. É isso que o basquete tem de lindo.

    Mas no final das contas, parece que a zoação da torcida surtiu algum efeito. Os Wolves acabaram perdendo o Jogo 2, com o Wembanyama fazendo 19 pontos e 14 rebotes contra os 5 pontos e 10 rebotes do Gobert.

    E aí, vocês acham que a torcedora merece crédito pela vitória dos Spurs? Porque eu tô começando a acreditar que essa brincadeira com o cartaz do Keldon Johnson foi o fator decisivo mesmo.

  • Skip Bayless inventa apelido cruel para Paul George após vexame

    Skip Bayless inventa apelido cruel para Paul George após vexame

    Cara, o Paul George estava indo tão bem nos playoffs… E aí vai lá e faz uma dessas. Sinceramente, eu achava que ele tinha deixado essas zebras no passado, mas o último quarto contra o Knicks foi de doer os olhos.

    Olha só a situação: sem Joel Embiid, o 76ers precisava que todo mundo aparecesse no jogo 2. E o PG13 estava cumprindo sua parte — 17 pontos com 7/13 nos arremessos até o terceiro quarto. Philly ainda liderava por 90 a 89 entrando no último período.

    O pesadelo do último quarto

    Foi aí que a coisa desandou. George simplesmente travou. Zero de cinco nos arremessos no quarto período. ZERO. Incluindo uma bola de três que nem chegou perto da cesta — aquela que o Mike Breen narrou com um “way off” que virou meme instantâneo.

    E o pior? Era exatamente quando o time mais precisava dele. Tyrese Maxey também estava frio, o ataque do 76ers tinha empacado, e era ali que o veterano deveria assumir as rédeas. Mas não conseguiu. Philadelphia perdeu por 108 a 102 e agora está em desvantagem na série.

    “Playoff Pee” — o apelido que ninguém quer

    Skip Bayless, que nunca perde uma oportunidade de alfinetar, já sacou um apelido novo (na verdade antigo) para o George: “Playoff Pee”. É uma variação cruel do antigo “Playoff P” que ele mesmo criou anos atrás, mas agora no sentido pejorativo.

    Olha, eu entendo a frustração. George tem histórico de sumir em momentos decisivos dos playoffs, e essa performance trouxe tudo de volta à tona. As redes sociais já estão pegando fogo com memes e zoações — você sabe como é essa galera.

    Mas vamos ser justos aqui: na defesa, o cara foi um monstro. Marcou o Karl-Anthony Towns no último quarto e ainda protegeu o aro várias vezes. O problema é que isso não aparece no placar quando você erra tudo no ataque.

    Hora da redenção

    Agora é aquela pressão absurda no jogo 3. Com Embiid ainda machucado, a temporada do 76ers pode estar nas mãos do George. Será que ele consegue se redimir, ou vai ser mais uma decepção nos playoffs?

    Vocês acham que o PG13 aguenta essa pressão? Porque sinceramente, aos 34 anos, as chances de redenção não são infinitas. E se ele entregar mais uma dessas, pode esquecer — vai ser lembrado como o cara que nunca conseguiu dar o salto quando mais importava.

  • Vanderbilt quebra dedo de forma bizarra e Lakers ficam no sufoco

    Vanderbilt quebra dedo de forma bizarra e Lakers ficam no sufoco

    Cara, eu vi muita coisa feia no basquete, mas o que aconteceu com o Jarred Vanderbilt ontem foi de arrepiar mesmo. O cara literalmente quebrou o mindinho da mão direita de um jeito que até os jogadores do Thunder ficaram com nojo.

    Foi no segundo quarto do Jogo 1 contra Oklahoma City. Vanderbilt tentou fazer um bloqueio épico num alley-oop do Chet Holmgren, só que na hora de disputar a bola, o mindinho dele bateu na tabela e… rapaz, o osso furou a pele. Bizarro demais.

    A reação foi de pânico total

    O Jaxson Hayes não conseguiu nem disfarçar o quanto foi grotesco: “Cara, o osso do mano estava pra fora da pele!”. E olha que o Hayes já viu coisa pra caramba na NBA, né? Ele disse que já deslocou vários dedos na carreira, mas nunca tinha visto algo tão nojento assim.

    Vanderbilt foi direto pro chão segurando a mão, bem ali perto do banco do Thunder. Os próprios jogadores adversários ficaram impressionados quando viram a situação. Aos 5:51 do segundo quarto, ele foi carregado pro vestiário e os Lakers já descartaram qualquer possibilidade dele voltar no jogo.

    JJ Redick tenta passar confiança

    O técnico JJ Redick disse que conseguiram “juntar tudo de volta” – aparentemente chamam isso de “redução” no meio médico. Vanderbilt está sendo avaliado dia a dia, o que sinceramente é mais otimismo do que eu esperava vendo aquelas imagens.

    Redick até contou uma história engraçada (e nojenta ao mesmo tempo): Vanderbilt tirou umas fotos da lesão e mandou pro técnico, que repassou pra esposa. Resultado? Chelsea mandou ele nunca mais mandar esse tipo de foto! Imagino a cena…

    Olha, eu torço muito pro Vanderbilt conseguir voltar logo. O cara é daqueles jogadores casca grossa que fazem a diferença na defesa dos Lakers. Mas, convenhamos, depois de ver o osso literalmente sair da pele, qualquer tempo de recuperação já seria uma vitória.

    Vocês acham que ele aguenta voltar ainda nessa série? Porque, sinceramente, só de imaginar pegar uma bola com essa lesão recente já me dá calafrios.

  • Knicks só perdem pra si mesmos no Leste – time é monstro demais

    Knicks só perdem pra si mesmos no Leste – time é monstro demais

    Cara, eu tô vendo os Knicks jogarem agora e é impossível não ficar empolgado. Esse time é um absurdo. Mas ao mesmo tempo… é frustrante pra caramba. Por quê? Porque literalmente a única coisa que pode parar esses caras no Leste são eles mesmos.

    A cena que mais me marca do jogo contra o Sixers é essa: segundo quarto, Karl-Anthony Towns sentado no banco com a toalha na cabeça, balançando negativamente. Cara em foul trouble de novo. Aí no terceiro quarto ele volta destruindo tudo – não errava um arremesso, fazendo assistência, enterrando bola de 3. E então… quarta falta. Banco outra vez.

    O paradoxo dos Knicks 2026

    É exatamente isso que define esse time. Eles acabaram de bater o recorde histórico da NBA – ganharam quatro jogos de playoffs seguidos por uma diferença combinada de 135 pontos. Cento e trinta e cinco! Nunca ninguém fez isso na história da liga.

    E não para por aí. Foram também o primeiro time da história a ganhar três jogos consecutivos de playoffs por 25+ pontos de diferença. Ou seja: quando esses caras decidem jogar bola, ninguém segura.

    O elenco é perfeito no papel. Towns virou um point-center que é uma loucura de assistir. Jalen Brunson segue sendo aquele monstro clutch que a gente conhece. E a defesa? OG Anunoby, Mikal Bridges e Josh Hart formam um trio que simplesmente não deixa ninguém respirar no perímetro.

    Mas aí vem o “mas”…

    O problema é que eles cometem faltas demais. Muitas mesmo. No jogo contra o Sixers, até os 5:47 do segundo quarto, New York já tinha 5 faltas de equipe – colocando Philly no bonus. Os Sixers? Zero faltas até então. Zero!

    E tem outro ponto: às vezes a bola empaca nas mãos do Brunson nos momentos decisivos. Não que ele seja ruim – muito pelo contrário. Mas o ataque fica meio previsível quando deveria estar fluindo.

    Mesmo assim, olha que loucura: com todas essas faltas bobas, eles foram pro intervalo perdendo só de um ponto. No segundo tempo se ajeitaram, jogaram mais esperto, e fecharam o jogo 108-102.

    Towns terminou com 20 pontos em apenas 8 arremessos (acertou 6), quase fez o terceiro triple-double dos playoffs com 10 rebotes e 7 assistências. Brunson liderou com 26 pontos, Anunoby meteu 24.

    A real sobre esse time

    Sinceramente? Esse é o melhor time dos Knicks em 25 anos. E olha que eu já vi muita coisa. Eles têm tudo pra quebrar o jejum de 52 anos sem título – mas só se pararem de se sabotar com essas faltas bobas.

    Agora a série vai pra Philadelphia, onde o Joel Embiid pode voltar. Mas cara, do jeito que os Knicks estão jogando quando não se atrapalham… eu tô começando a sonhar alto mesmo.

    E vocês, acham que eles conseguem manter esse nível sem se prejudicar tanto? Porque se conseguirem, esse título tá mais perto do que imaginamos.

  • Knicks ganham duelo épico sem Embiid e abrem 2-0 nos playoffs

    Knicks ganham duelo épico sem Embiid e abrem 2-0 nos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse ontem à noite no Madison Square Garden! Os Knicks venceram os 76ers por 108-102 em um jogo que teve absolutamente tudo — 25 trocas de liderança, drama até o último segundo e um Joel Embiid assistindo tudo do banco.

    Sinceramente? Eu não esperava que fosse ser tão emocionante assim. Depois daquela lavada histórica no Jogo 1, onde os Knicks ganharam por mais de 30 pontos, todo mundo imaginava que seria mais uma goleada fácil. Mas não, meu amigo. Os Sixers vieram pra guerra mesmo sem o Processo.

    25 mudanças de líder — é recorde!

    Vinte e cinco trocas de liderança. Vinte e cinco! A última vez que a gente viu isso nos playoffs foi lá em 2015, no épico Spurs x Clippers. E olha que jogaço aquele foi, né?

    O que mais me impressionou foi como os Sixers jogaram sem o peso do Embiid machucado em quadra. O cara claramente tava limitado no Jogo 1 — dava pra ver na cara dele que algo não estava certo. Sem ele, o Philadelphia correu, voou, e o Tyrese Maxey assumiu as responsabilidades como um veterano.

    Mas aí que tá — os Knicks também sabem correr. E quando quatro caras fazem mais de 16 pontos cada, fica difícil parar esse time, viu?

    Brunson lidera, mas com ajuda de peso

    O Jalen Brunson fez mais 26 pontos e 6 assistências. Não foi tão eficiente quanto no Jogo 1 (9/21 nos arremessos), mas quando você tem o Mikal Bridges acertando 9 de 13 e o OG Anunoby mandando 24 pontos com 4 roubadas de bola… é isso aí.

    E o Karl-Anthony Towns? Monstro! O cara tomou a terceira falta logo no primeiro minuto do segundo quarto, ficou praticamente todo o primeiro tempo no banco, e mesmo assim: 20 pontos, 10 rebotes e 7 assistências em apenas 27 minutos. Em oito tentativas de arremesso! Como é que faz isso, bicho?

    Philadelphia desperdiçou a chance

    Olha, eu torço para ver séries longas e equilibradas, mas os Sixers se sabotaram nos momentos decisivos. Dezoito desarmes sofridos é demais para um jogo de playoffs. E justo quando eles precisavam de cada posse de bola…

    A real é que sem o Embiid 100%, fica muito difícil. O Maxey até que se virou bem, mas sozinho não dá. Agora a série vai pra Philadelphia 2-0 atrás no placar — vocês acham que conseguem reagir jogando em casa?

    Porque se os Knicks ganharem mais um, aí já era. Ninguém volta de 3-0 nos playoffs. E esse time de Nova York tá com uma confiança absurda — cinco vitórias seguidas nos playoffs, sendo quatro por mais de 19 pontos de diferença.

    Sexta tem jogo 3 na Filadélfia. Se eu fosse apostar… bem, vamos ver se o Embiid volta e como volta.

  • Stevens nega racha com Jaylen Brown: ‘Minha porta sempre estará aberta’

    Stevens nega racha com Jaylen Brown: ‘Minha porta sempre estará aberta’

    Olha, eu não esperava que essa história toda do Jaylen Brown ia dar tanto pano pra manga assim. Depois daquela eliminação vexatória pros Sixers — perder de 3×1 na frente, cara, isso dói na alma — começaram a rolar uns rumores de que o JB tava pistola com a organização dos Celtics.

    A fonte? Ninguém menos que Tracy McGrady.

    O Hall da Fama foi no podcast “Cousins” dele e soltou que o Brown tá com uma frustração profunda com a franquia. Segundo o T-Mac, que é mentor do JB há muito tempo, o cara mostrou todo seu potencial essa temporada enquanto o Tatum se recuperava da cirurgia no tendão de Aquiles, mas aparentemente não sentiu o reconhecimento que esperava.

    Brad Stevens não engoliu

    Sinceramente, eu entendo a posição do Stevens aqui. O cara foi direto: conversou com o Brown na segunda-feira e disse que não rolou nenhuma reclamação. “Ele não expressou essas frustrações comigo”, foi a resposta seca do presidente dos Celtics.

    E convenhamos, o JB teve uma temporada monstro mesmo. Médias de carreira em tudo: 28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências. Ajudou os Celtics a terem 56 vitórias e ficarem com a segunda seed no Leste. O cara virou líder total enquanto o Tatum se recuperava.

    Mas aí que tá — de que adianta tudo isso se você entrega uma série de 3×1? Décimo quarto time na história da NBA a fazer essa cagada. Desculpa o palavrão, mas não tem outro termo.

    O que realmente importa agora?

    Na minha visão, essa história toda pode ser muito barulho por nada. Stevens deixou bem claro que tem carinho pelo JB: “Estamos aqui juntos há 10 anos, e eu amo o JB. Todo mundo aqui ama o JB”.

    A porta tá sempre aberta, segundo ele. E olha, depois de 10 anos juntos, acho difícil que seja algo irreversível. Mas vocês acham que o Brown realmente tá pensando em sair de Boston? Ou é só frustração natural depois de uma eliminação dolorosa dessas?

    Porque uma coisa é certa: os Celtics não podem se dar ao luxo de perder um jogador desse calibre. Principalmente quando ele acabou de mostrar que pode carregar o time nas costas quando precisa. Agora é torcer pra que seja só tempestade em copo d’água mesmo.