Tag: calendário playoffs

  • Dillon Brooks foi assistir Lakers x Thunder e incomodou todo mundo

    Dillon Brooks foi assistir Lakers x Thunder e incomodou todo mundo

    Olha só que cena absurda aconteceu ontem à noite no jogo 4 entre Lakers e Thunder. O Dillon Brooks — sim, aquele mesmo que vive cutucando o LeBron — estava lá na primeira fila do Crypto.com Arena assistindo o jogo como se fosse um fã qualquer. Só que não era qualquer um, né?

    O cara foi lá apoiar os compatriotas canadenses Shai Gilgeous-Alexander e Luguentz Dort, que estão tentando eliminar os Lakers e chegar na final do Oeste pela segunda vez consecutiva. Até aí, tudo normal — amigos apoiando amigos. Mas quando a câmera da Amazon Prime focou no Brooks sentado ali na baseline, todo enfeitado de corrente, bem na hora que o LeBron tava na linha do lance livre… cara, foi épico demais.

    A rivalidade que não acaba nunca

    Vocês lembram das tretas entre Brooks e LeBron quando ele estava no Memphis Grizzlies, né? Pois é, a coisa continuou forte mesmo com o Brooks agora no Phoenix Suns. O maluco simplesmente não consegue ficar na dele quando se trata do King. E imaginem vocês as provocaçõezinhas que devem ter rolado durante o jogo…

    Sinceramente, acho que o Brooks foi lá mais pra “hate watch” (assistir torcendo contra) do que pra apoiar os canadenses. Que delícia de rivalidade, gente! É isso que faz a NBA ser especial — essas picuinhas que se estendem além da quadra.

    E o futuro do mala no Suns?

    Falando sério agora, o Brooks pode assinar uma extensão de contrato com o Phoenix nesta offseason. A pergunta que não quer calar é: os Suns vão renovar com ele agora ou vão esperar até o ano que vem, quando ele vira agente livre?

    O cara foi fundamental na mudança de mentalidade e cultura que o time teve nesta temporada. Aquela pegada mais durona, mais “bad boy”. Na minha visão, isso vale muito — mas a questão é quanto o Phoenix está disposto a pagar por essa identidade.

    Enquanto isso não se resolve, pelo menos o Brooks tá curtindo as férias do jeito certo: continuando a tradição sagrada de qualquer jogador do Suns de torcer contra os Lakers. E aí, vocês acham que ele vai ficar no Arizona mesmo?

  • Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Bickerstaff detona arbitragem: ‘Um jogador deles arremessou mais lances livres que nosso time todo’

    Cara, o J.B. Bickerstaff estava pistola mesmo depois da derrota dos Pistons ontem à noite. E olha, eu entendo perfeitamente o lado dele.

    Detroit perdeu pro Cleveland por 112 a 103 no jogo 4, empatando a série em 2-2 nos playoffs. Mas não foi só a derrota que deixou o técnico dos Pistons nervoso — foi a arbitragem completamente desbalanceada que rolou na partida.

    A revolta do técnico

    “É inaceitável, é sim”, disparou Bickerstaff após o jogo. “Não fizemos o suficiente para nos ajudar, vou começar por aí. Mas desde que viemos para Cleveland, o apito mudou. Não tem como um cara do time deles arremessar mais lances livres que nosso time inteiro.”

    E os números realmente impressionam (negativamente). Os Pistons foram apenas 9 de 12 nos lances livres — porque só tiveram 12 tentativas na partida inteira! Enquanto isso, Cleveland fez 30 de 34. O Donovan Mitchell sozinho foi 13 de 15 da linha. Treze! Mais que todo o time de Detroit.

    Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha de arbitragem na NBA, mas isso aí é de arrepiar mesmo.

    Mitchell foi um monstro, mas…

    Olha, não dá para tirar o mérito do Mitchell. O cara simplesmente resolveu virar o Kobe Bryant no segundo tempo e marcou 39 dos seus 43 pontos nos últimos dois quartos — igualando um recorde histórico dos playoffs da NBA. Foi um show à parte.

    Mas aí que tá: mesmo com essa performance absurda, a discrepância nos lances livres chama atenção. Como é que um jogador consegue mais tentativas da linha que um time inteiro? Por mais que o Mitchell tenha jogado muito, isso não faz sentido estatisticamente.

    “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, continuou Bickerstaff. “Mas não podemos deixar isso ser a razão do porquê… Mas de novo, quando você olha a contagem de faltas, você olha a disparidade, isso é difícil de superar. E você fica se perguntando qual é a razão.”

    Contexto da série

    O mais interessante é que nos primeiros jogos a situação era bem diferente. No jogo 1, que Detroit ganhou, eles foram 27 de 35 nos lances livres enquanto Cleveland teve só 16 tentativas. No jogo 2, também vitória dos Pistons, a diferença foi bem menor.

    Mas desde que a série voltou para Cleveland… bom, os números falam por si só.

    E aí, vocês acham que essa pressão do Bickerstaff vai fazer diferença no jogo 5 em Detroit? Eu acho que ele fez certo em falar — às vezes os técnicos precisam mesmo chamar atenção para essas coisas, mesmo correndo o risco de levar uma multa da liga.

    A série tá empatada e promete pegada nos próximos jogos. Só espero que a arbitragem seja mais equilibrada daqui para frente, porque playoff da NBA já é tenso o suficiente sem essas polêmicas.

  • Gobert manda a real: ‘tamanho importa’ após Wolves dominarem Spurs

    Gobert manda a real: ‘tamanho importa’ após Wolves dominarem Spurs

    Cara, o Rudy Gobert simplesmente mandou a real depois do jogaço dos Timberwolves contra o Spurs. E quando digo mandou a real, é porque o francês não teve papas na língua ao explicar como Minnesota conseguiu virar o Jogo 4 da semifinal e empatar a série em 2-2.

    “Eu não deveria rir, mas acho que tamanho importa”, disse Gobert pros repórteres após a vitória por 114-109. Do outro lado da sala, dava pra ouvir o Naz Reid falando “opa!” — imagino a cara dele quando ouviu isso.

    “Desculpa, mas é verdade”, completou o pivô francês. “Tamanho importa.”

    A estratégia que funcionou perfeitamente

    Olha, eu confesso que quando vi o Chris Finch botando Gobert, Julius Randle e Naz Reid juntos na quadra, pensei: “será que não vai ficar muito pesado?” Mas cara, funcionou que foi uma beleza. Com as lesões no garrafão dos Wolves, principalmente a do Donte DiVincenzo, o técnico teve que improvisar — e que improvisação!

    O momento decisivo veio quando o Wembanyama tomou um flagrante 2 no segundo quarto e teve que sair mais cedo. Ali os Spurs ficaram vulneráveis no garrafão, especialmente quando resolveram jogar pequenos com Julian Champagnie de pivô e Devin Vassell de ala-pivô. Sinceramente, foi pedir pra sofrer.

    Nos momentos cruciais, tamanho fez a diferença

    E foi exatamente isso que aconteceu nos últimos minutos. Os Wolves estavam perdendo por 99-98 aos 4:48 do último quarto. Em pouco mais de 4 minutos, viraram pra 112-105. Como? Dominando completamente o garrafão.

    Cinco bandejas (duas do Reid, uma do Gobert, uma do Ant Edwards e uma do Ayo Dosunmu), mais uma enterrada do Gobert. Ainda teve duas faltas convertidas em and-one — do próprio Gobert e do Dosunmu, que converteram os lances livres na sequência.

    Cara, foi uma demonstração de como o físico ainda importa muito na NBA. Por mais que o jogo tenha evoluído pro lado dos arremessos de três, quando você tem um trio de torres como esse e consegue impor seu ritmo lá embaixo, o negócio fica complicado pro adversário.

    Vocês acham que os Wolves conseguem manter essa pegada física pro resto da série? Porque se conseguirem, vai ser difícil pros Spurs pararem esses caras no garrafão.

  • Knicks humilham 76ers e avançam para segundo Finals seguido

    Knicks humilham 76ers e avançam para segundo Finals seguido

    Meus amigos, o que aconteceu ontem em Philly foi simplesmente um massacre. Os Knicks destruíram os 76ers por 144-114 e fecharam a série em 4 jogos, avançando para sua segunda Conferência Leste seguida. E olha, eu já vi muita coisa na NBA, mas essa performance foi de outro mundo.

    Desde o primeiro minuto, Nova York mostrou que veio para acabar com qualquer sonho da Filadélfia. O time acertou 11 das primeiras 13 tentativas de 3 pontos — cara, isso é 84,6% de aproveitamento! Podem fechar a academia, porque não tem como melhorar isso.

    McBride voando alto e Towns assustando

    O destaque absoluto foi Miles McBride, que aproveitou mais uma chance no quinteto (OG Anunoby ainda machucado) e simplesmente não errou nada no primeiro quarto. Quatro de quatro do perímetro, 12 pontos logo de cara. O cara estava possuído!

    Brunson também fez a sua parte com 11 pontos, e Karl-Anthony Towns distribuiu 5 assistências. Mas rolou um susto quando o Towns tomou uma pancada nas costas indo buscar um rebote. Por um momento pensei ‘lá vamos nós de novo com lesão’, mas felizmente ele voltou tranquilo.

    No segundo quarto a coisa só piorou para Philly. Landry Shamet (que já tinha jogado bem no Jogo 3) continuou quente, McBride acertou o quinto triplo da partida, e quando vi o placar estava 59-32. Vinte e sete pontos de diferença, gente. No segundo quarto!

    Chuva de cestas de três e show de basquete

    Os números do primeiro tempo foram absurdos: 54% de aproveitamento geral e 18 de 29 do perímetro. Sinceramente, quando um time está assim não tem o que fazer. É sentar e aplaudir.

    O terceiro quarto foi só confirmação do óbvio. Brunson chegou aos 22 pontos e 6 assistências, a diferença foi para mais de 30, e o técnico dos 76ers praticamente entregou os pontos quando tirou os titulares ainda no terceiro período.

    McBride terminou como cestinha com 25 pontos e 7 triplos (monstro!), Brunson fez 22, Towns e Hart contribuíram com 17 cada. No final das contas, os Knicks igualaram o recorde de playoffs com 25 cestas de 3 em 44 tentativas. Vinte e cinco! Isso é coisa de videogame.

    E aí, quem aqui esperava que os Knicks fossem tão dominantes assim? Porque eu confesso que não imaginava uma varredura tão tranquila contra um time que tem Embiid no elenco. Agora é torcer para que mantenham esse nível nas Finals da Conferência — e que o Towns pare de tomar essas faltas bobas, pelo amor!

  • Knicks transformaram Philly em casa e avançaram na moral

    Knicks transformaram Philly em casa e avançaram na moral

    Cara, eu ainda não acredito no que vi nos jogos 3 e 4 em Philly. Os Knicks literalmente tomaram conta da casa dos Sixers e transformaram o Xfinity Mobile Arena em uma extensão do Madison Square Garden. Foi de arrepiar.

    O Joel Embiid até implorou pros torcedores dos Sixers não venderem seus ingressos e aparecerem nos jogos. A organização fez de tudo — até doou ingressos pra grupos da comunidade local só pra tentar manter os nova-iorquinos longe. Spoiler: não funcionou nem um pouco.

    A invasão laranja e azul

    “Eu costumava pensar que Philly era uma cidade esportiva, não sei mais”, disparou o Josh Hart depois da classificação. E olha, eu entendo a frustração do cara.

    No jogo 3, a torcida dos Knicks já tinha dominado a arena, mas no jogo 4 foi ainda mais absurdo. Quando o time de Nova York foi apresentado antes do jogo, os gritos foram tão altos que se você não estivesse vendo, juraria que era o time da casa sendo anunciado. Surreal mesmo.

    O Jalen Brunson resumiu bem: “É uma das coisas mais legais do mundo ouvir a torcida dos Knicks tomando conta de arenas adversárias”. E cara, que tomada de conta foi essa.

    Robinson virando herói e Embiid sofrendo

    A galera explodiu quando o Mitchell Robinson (que normalmente é um desastre nos lances livres) acertou os dois na estratégia Hack-A-Mitch que Philly tentou. Minutos depois, tinha um grupo de torcedores dos Knicks mostrando fotos daquela enterrada histórica do Robinson no Embiid enquanto o pivô tentava bater os lances livres.

    Sinceramente? Ver o Embiid sendo zoado na própria casa foi meio triste, mas faz parte do show. O cara tava claramente frustrado, e a torcida adversária só aumentava a pressão.

    MSG West confirmado

    Com os torcedores locais indo embora mais cedo (clássico), os cânticos de “Knicks in 4” e “Let’s Go Knicks” ecoaram pela arena inteira. Philly virou literalmente o MSG West, como o pessoal costuma falar.

    Até o Mike Brown reconheceu: “Eu tenho muito respeito por vocês, torcedores dos Knicks”. E o Hart fechou com chave de ouro: “Quando você consegue tomar uma ‘cidade esportiva’, isso dá muita confiança pros jogadores. Nunca pareceu um jogo fora de casa”.

    Olha, eu sempre soube que a torcida dos Knicks viaja bem, mas isso aí foi outro nível. Transformar Philly em casa? Isso sim é poder de torcida. E vocês, já viram algo parecido? Que atmosfera vocês acham que os Knicks vão encontrar nas finais do Leste?

  • Lakers em desespero: podem ser o primeiro a virar série perdendo 3-0?

    Lakers em desespero: podem ser o primeiro a virar série perdendo 3-0?

    Olha, vou ser sincero com vocês — a situação dos Lakers tá feia. Perdendo por 3 a 0 para o Thunder, eles tão numa posição que nenhum time na história da NBA conseguiu reverter. Mas sabe o que é mais doido? JJ Redick e os caras ainda acreditam que dá pra virar essa coisa toda.

    O técnico dos Lakers mandou real na coletiva: “Nosso primeiro slide no training camp era ‘ganhe o dia’. Temos que ganhar hoje e temos que ganhar amanhã.” Cara, eu admiro essa mentalidade, mas os números são brutais — 161 times perderam séries saindo atrás 3-0, e ZERO conseguiram virar. Zero mesmo.

    Rui Hachimura tá on fire, mas será que basta?

    Se tem alguém que tá jogando bola nessa série é o Rui Hachimura. O japonês tá numa sequência absurda: 57.1% nos arremessos de três, 54.1% geral e média de 18.3 pontos. Monstro total.

    E o próprio Rui deu uma sacada inteligente quando lembrou da série contra os Rockets na primeira rodada. Os Lakers tinham 3-0 na frente, e Houston quase virou — chegou a 3-2 antes de perder. “É louco, mas acho que é essa mentalidade que precisamos”, disse ele.

    Sinceramente, se alguém conseguir fazer essa mágica acontecer, seria o maior comeback da história do basquete. Mas e aí, vocês acham que os Lakers têm essa força mental?

    O problema do terceiro quarto (e é sério)

    Aqui que a coisa fica feia de verdade. Os Lakers estão sendo massacrados no terceiro quarto: 92 a 61 para o Thunder na série toda. Cara, isso é quase 10 pontos de diferença por jogo só no terceiro período!

    “Sinto que a cada jogo estamos chegando mais perto”, falou Hachimura com otimismo. “Mas defensivamente, especialmente no terceiro quarto, meio que desaceleramos. Não sei se é cansaço ou o quê.”

    A estratégia defensiva contra Shai Gilgeous-Alexander até que tá funcionando — eles conseguiram baixar a média dele de 31.1 pontos na temporada regular para 21.0 na série. Marcus Smart tá fazendo o trabalho sujo, com duplas marcações constantes no MVP da liga.

    Mas aí que entra o problema: Chet Holmgren tá fazendo double-double tranquilo (21.3 pontos e 10.0 rebotes), e Ajay Mitchell apareceu do nada com 20.7 pontos de média. Quando você para um, aparecem outros dois.

    Na minha opinião, os Lakers precisam de um milagre. Não só ganhar quatro jogos seguidos (coisa que já é difícil em qualquer circunstância), mas fazer isso contra um Thunder que tá voando. É daquelas situações onde você torce pelo drama, pelo impossível acontecer.

    Como o próprio Redick disse: “Sendo dos Lakers, você sente que está com as costas contra a parede todo jogo.” Pelo menos eles tão acostumados com a pressão, né? Jogo 4 é segunda-feira no Crypto.com Arena. Vai ser histórico — de um jeito ou de outro.

  • Vanderbilt volta 4 dias após lesão nojenta no dedo

    Vanderbilt volta 4 dias após lesão nojenta no dedo

    Cara, só quem viu a lesão do Jarred Vanderbilt no Game 1 contra o Thunder sabe o quão bizarra foi a cena. O cara deslocou o mindinho da mão direita de forma tão grotesca que até os jogadores do Oklahoma City fizeram cara de nojo quando viram.

    E adivinha só? Quatro dias depois, o monstro tá disponível pro Game 3. Isso mesmo, disponível.

    A volta mais insana dos playoffs

    O técnico JJ Redick confirmou que Vanderbilt foi liberado pelos médicos depois que conseguiram “colocar o dedo dele de volta no lugar”. Olha, eu já vi muita coisa no basquete, mas ver um osso furar a pele assim… não é pra qualquer um.

    A lesão aconteceu quando Vanderbilt tentou bloquear uma enterrada alley-oop do Chet Holmgren. O dedo bateu na tabela e simplesmente… saiu do lugar. De forma literal. O cara foi direto pro vestiário segurando a mão, e dava pra ver que a situação era séria.

    Mentalidade de guerreiro

    “A gente só precisava ter certeza de que o tecido e os pontos estavam bons pra que o osso não saísse de novo”, explicou Redick. “Mas ele tem uma mentalidade durona e quer jogar.”

    O mais engraçado foi o comentário do técnico sobre Vanderbilt ser canhoto: “Ainda bem que ele nunca arremessou com a mão direita na vida dele.” Pelo menos isso não vai afetar o jogo do cara, né?

    Sinceramente, eu não esperava que ele voltasse tão rápido. Perdeu o Game 2 (que os Lakers também perderam, por sinal), mas estar disponível pro Game 3 em casa é crucial pra defesa do time.

    Vocês acham que ele vai conseguir jogar normalmente com essa lesão? Porque uma coisa é estar “disponível”, outra é estar 100%. Mas conhecendo a raça desse cara, não duvido nada que ele entre dando tudo na defesa mesmo com o dedo ainda dolorido.

  • NBA se pronuncia sobre a treta do Reaves com os árbitros

    NBA se pronuncia sobre a treta do Reaves com os árbitros

    Olha, eu já esperava que a NBA ia ter que dar uma satisfação sobre aquela confusão entre o Austin Reaves e a arbitragem no jogo 2 contra o Thunder. E finalmente rolou um posicionamento oficial.

    Monty McCutchen, VP sênior de desenvolvimento de arbitragem da NBA, falou sobre o que aconteceu — e sinceramente, achei a explicação dele bem mais equilibrada do que eu esperava.

    “Nós ensinamos nossos árbitros a irem para o centro da quadra para não sairmos todos juntos quando os ânimos estão exaltados. Certamente queremos que as interações sejam profissionais, e eu acho que teve uma aparência estranha, mas não houve muito palavrão ou algo assim. Foi fora do comum, sem dúvida”, disse McCutchen.

    A versão dos dois lados

    O que mais me chamou atenção foi o cara reconhecer que o Reaves estava controlado e que o árbitro John Goble fez bem em deixar ele falar. Isso é raro de ver, né? Geralmente a liga só defende os árbitros.

    “Austin estava no controle, John fez um bom trabalho deixando ele falar o que queria. Houve algumas jogadas no final daquele jogo que viveram das nuances de nossas regras… Posso entender na paixão daquele momento o desacordo de uma equipe”.

    A treta toda começou numa disputa de bola ao alto entre Reaves e Cason Wallace. O cara só queria se posicionar melhor e o árbitro Scott Goble foi lá gritar na cara dele. Eu entendo a revolta do Reaves, viu.

    “Senti que fui respeitoso com todos eles a noite toda. Um milhão de vezes no passado, eu já disse coisas bem piores. E quando estávamos fazendo a disputa de bola e eles estavam trocando de posição, eu queria ir para o outro lado porque eles tinham um cara do outro lado, estava só tentando manter uma vantagem. E ele se virou e gritou na minha cara… Eu só achei desrespeitoso”, disse Reaves.

    Jogo 3 decisivo pela frente

    Monstro, o que me preocupa mesmo é que os Lakers não podem deixar essas polêmicas com arbitragem tirarem o foco. Agora é jogo 3 em casa, praticamente vida ou morte na série.

    E vocês, acham que o Reaves estava certo em se posicionar daquele jeito? Ou os árbitros que exageraram na reação? Porque olhando os replays, eu tô mais do lado do garoto mesmo.

    Uma coisa é certa: com LeBron e companhia precisando desesperadamente de uma vitória, qualquer distração pode ser fatal. Tomara que usem isso como combustível extra.

  • Finch explode com árbitro na NBA: ‘Comportamento completamente antiético’

    Finch explode com árbitro na NBA: ‘Comportamento completamente antiético’

    Cara, a coisa esquentou MESMO no jogo 3 entre Timberwolves e Spurs! O técnico Chris Finch partiu pra cima do árbitro Tony Brothers de um jeito que eu nunca tinha visto na NBA. E olha que o Brothers já apitou muita coisa polêmica por aí.

    A situação foi tão tensa que os próprios jogadores tiveram que segurar o árbitro — isso mesmo, você leu certo. Os JOGADORES segurando o ÁRBITRO para não partir pro técnico. Enquanto isso, o Anthony Edwards teve que levar o Finch pra longe. Imagina a cena?

    O que rolou de verdade

    Segundo o Finch, ele pediu um timeout 3 segundos antes, mas o Brothers simplesmente ignorou. “Eu queria o timeout. Tinha pedido 3 segundos antes”, disse o técnico. “Ele claramente me ouviu. Olhou na minha direção, me ignorou, e continuou com a jogada… quase nos custou uma bola perdida.”

    Aí quando o Finch foi apenas perguntar onde seria a reposição de bola, o Brothers partiu pra cima gritando com ele. Na minha opinião? Isso aí passou dos limites mesmo. Árbitro tem que manter a compostura, né não?

    Edwards tentando acalmar os ânimos

    O Ant, sempre diplomático, tentou amenizar a situação depois do jogo: “Queremos ganhar. O Finchy quer ganhar. Tony Brothers é Tony Brothers. Todo mundo gosta dele aqui, então tá tudo certo.” Mas será que tá mesmo tudo certo?

    Edwards fez seus 32 pontos, mas não foi suficiente. O monstro do Wembanyama meteu 39 pontos e levou os Spurs pra vitória por 115-108. Agora San Antonio tá em vantagem 2-1 na série.

    Sinceramente? Acho que o Finch tá certo de reclamar. Árbitro que não respeita pedido de timeout pode decidir jogo, e numa série de playoffs isso é inadmissível. Vocês acham que o Brothers passou dos limites ou o Finch que exagerou na reação?

  • Torcedor dos Knicks vira vilão ao desrespeitar homenagem

    Torcedor dos Knicks vira vilão ao desrespeitar homenagem

    Cara, tem coisa que simplesmente não dá pra entender. Ontem no jogo 3 entre Knicks e 76ers, rolou uma situação que me deixou genuinamente revoltado — e olha que eu já vi muita coisa escrota no basquete.

    Antes do jogo começar, os Sixers fizeram um momento de silêncio em homenagem ao Steve Nurse, irmão do técnico Nick Nurse que faleceu recentemente. Imagina só o cara: perdeu o irmão e mesmo assim comandou o jogo 6 contra os Celtics no dia seguinte. É de uma força mental absurda.

    O momento que virou constrangimento

    Aí que entra a parte nojenta da história. No meio do momento de silêncio — SILÊNCIO, gente — um imbecil torcedor dos Knicks gritou “Let’s Go Knicks!” Sério. No meio de uma homenagem a alguém que morreu.

    Obviamente a torcida da Filadélfia não perdoou. As vaias foram imediatas e merecidas. Sinceramente? Ainda foi pouco. Que tipo de pessoa faz uma coisa dessas?

    Eu torço pros Knicks há anos, acompanho cada jogo, mas esse cara me deu vergonha alheia. Existe rivalidade, existe paixão pelo time, mas existe também respeito básico pelo ser humano. E esse limite foi completamente ultrapassado.

    Basquete é maior que rivalidade

    Olha, eu entendo a emoção de estar no primeiro jogo em casa depois daquela série épica contra Boston. Os Knicks tinham acabado de eliminar os Celtics no jogo 6 — um jogaço, diga-se de passagem. A galera tava elétrica pra ver o time em casa.

    Mas cara, tem hora pra tudo. Momento de silêncio é sagrado, não importa se é pro técnico adversário ou pra quem for. É questão de humanidade básica.

    E o mais impressionante? Nick Nurse conseguiu treinar e comandar o time logo após perder o irmão. Isso mostra o profissional que ele é, a dedicação que tem com o basquete. Merecia muito mais respeito.

    Vocês acham que esse tipo de comportamento tá virando mais comum? Porque sinceramente, eu tô vendo cada vez mais gente confundindo paixão com falta de educação. E isso não representa a torcida dos Knicks que eu conheço.

    Pelo menos o jogo em si começou equilibrado, com Paul George fazendo 15 pontos no primeiro quarto. Mas convenhamos — depois dessa situação constrangedora, o foco acabou ficando meio dividido entre a bola e a indignação.