Tag: calendário playoffs

  • SGA bicampeão de MVP! Canadense faz história no Thunder

    SGA bicampeão de MVP! Canadense faz história no Thunder

    Gente, eu sabia que o Shai Gilgeous-Alexander era monstro, mas duas MVPs seguidas? Isso é coisa de outro planeta. O canadense acabou de entrar num clube super seleto — apenas 14 caras na história conseguiram esse feito.

    E olha só a consistência absurda: 83 votos em primeiro lugar de 100 possíveis. O Jokic, que já levou duas MVPs seguidas também, ficou em segundo com apenas 10 votos. Disparado mesmo.

    Os números não mentem

    31.1 pontos por jogo (segundo da liga), 6.6 assistências e 4.3 rebotes. Ah, e detalhe: o cara NUNCA fez menos de 20 pontos numa partida a temporada inteira. Nunca. Como é que faz isso, meu irmão?

    O mais impressionante pra mim foi o +/- de +788. Pra vocês terem ideia, o Wemby ficou em segundo com +682. Uma diferença gigantesca que mostra o impacto real do SGA em quadra.

    “Trabalho duro, nunca estar satisfeito, e ter os caras do vestiário me apoiando”, disse ele na entrevista. Humilde demais, considerando que acabou de fazer história.

    Thunder na briga pelo bi

    Agora vem a parte mais louca: o SGA quer entrar pro clube do Jordan, Bill Russell e LeBron — os únicos que ganharam MVP e título em anos consecutivos. Standing na frente dele? Nada mais, nada menos que o Victor Wembanyama e os Spurs.

    Sinceramente, que Final de Conferência Oeste vai ser essa. Dois dos três finalistas do MVP se pegando, com o Thunder jogando em casa. Começa segunda às 21h30 na NBC.

    O Thunder teve a melhor campanha da NBA de novo — mais de 60 vitórias pela segunda temporada seguida. E pensar que esse cara tem só 27 anos… Quanto tempo mais ele vai dominar a liga assim?

    Wemby em terceiro, Luka em quarto pelo Lakers e Cade Cunningham completando o top 5 pelo Pistons. Lista bem interessante, mas ninguém chegou perto do canadense mesmo.

  • Cavs desperdiçam tudo em casa e vão decidir nos Pistons

    Cavs desperdiçam tudo em casa e vão decidir nos Pistons

    Cara, que vexame foi esse dos Cavaliers ontem à noite? Time tinha tudo na mão pra fechar a série em casa e ir pro Conference Finals pela primeira vez desde 2018, mas tomou uma surra histórica de 115-94 dos Pistons. Agora vai ter que decidir tudo no jogo 7, fora de casa. Sinceramente? Tô vendo essa temporada indo pro espaço.

    E o pior de tudo: foram justamente as estrelas que entregaram o ouro. Donovan Mitchell, Evan Mobley e James Harden simplesmente sumiram quando mais precisavam aparecer. Na pressão, os caras derreteram completamente.

    Mitchell virou artilheiro… dos arremessos perdidos

    O Donovan fez 18 pontos, mas olha só como: 6 de 20 arremessos. SEIS DE VINTE! Isso é 30% de aproveitamento, gente. Plus-minus de -25, o pior do time. O cara chutou 20 vezes — mais de 25% de todos os arremessos do Cleveland — e acertou só 6.

    Pra vocês terem noção da dimensão do desastre: Mitchell sozinho errou quase 30% de todos os arremessos que o time perdeu na partida. Ainda por cima, só deu 3 assistências e cometeu 3 turnovers. Quando você é o cara que mais usa a bola no time e produz um resultado desses… não tem o que defender.

    Mobley sumiu no garrafão

    O Evan Mobley, que deveria dominar lá embaixo, simplesmente desapareceu. 18 pontos até que não é ruim, mas 6 rebotes em 36 minutos de quadra? Um cara de 2,11m pegando só 6 rebotes contra os Pistons?

    Olha o contraste: Jarrett Allen, em apenas 30 minutos, pegou 8 rebotes e teve plus-minus de -5. Mobley, com mais tempo em quadra, foi -24 e pegou menos rebotes. Isso num jogo onde Cleveland perdeu feio na luta pelo rebote. É o tipo de coisa que não dá pra aceitar em playoffs.

    Harden: pontos bonitos, mas decisões horríveis

    O James Harden até fez 23 pontos com bom aproveitamento (6/13), mas cometeu 8 turnovers. OITO! Isso representa exatos 40% de todas as bolas que Cleveland entregou pros Pistons. E sabemos como esses erros viram pontos fáceis pro adversário na transição.

    No final das contas, esses três caras jogaram 110 minutos combinados e tiveram os três piores plus-minus do time. Mitchell chutando mal, Mobley sumindo no rebote, Harden entregando bola… receita perfeita pro desastre que foi ontem.

    Agora é jogo 7 em Detroit, com os Pistons cheios de moral e confiança. E aí, será que essas estrelas vão aparecer quando realmente importa? Porque se for pra repetir a atuação de ontem, já podem começar a arrumar as malas.

  • Thunder x Spurs pode fazer história que não rola desde 98

    Thunder x Spurs pode fazer história que não rola desde 98

    Cara, que final de conferência vai ser essa! Thunder e Spurs se encontram no Oeste, e olha só que loucura: são dois times com mais de 62 vitórias na temporada regular se enfrentando nos playoffs. Isso não acontecia desde 1998, quando Bulls e Jazz fizeram aquela série épica.

    OKC fechou a temporada com 64 vitórias, Spurs com 62. Dois monstros que dominaram tudo durante a temporada regular e agora vão decidir quem vai pra final. Sinceramente? Eu não esperava que chegássemos a esse ponto tão cedo na era pós-Duncan dos Spurs.

    Na temporada regular, Spurs dominaram

    Durante a temporada, quando esses dois se encontraram, foi San Antonio que levou a melhor. Quatro vitórias em cinco jogos contra o Thunder. Isso me deixou meio preocupado com OKC, não vou mentir.

    Mas playoff é outro campeonato, né? E o Thunder mostrou isso sendo PERFEITO até agora: 8-0 na pós-temporada. Oito a zero! Isso é absurdo. Já os Spurs também vêm jogando cada vez melhor a cada série.

    Jalen Williams ainda é dúvida

    O grande problema do Thunder continua sendo a lesão do Jalen Williams. O cara tá fora com lesão no posterior da coxa e ainda não tem previsão de volta. Mark Daigneault continua naquela de “está progredindo”, mas não dá detalhes.

    Com Williams fora, outros jogadores tiveram que aparecer ao lado do Shai Gilgeous-Alexander. E cara, que aparição do Ajay Mitchell nesses playoffs! O garoto tá jogando demais e vai precisar manter esse nível se o Thunder quiser chegar na final.

    Do lado dos Spurs, o time tá relativamente saudável. E o mais louco é que nunca dá pra saber quem vai explodir no jogo — pode ser qualquer um. Mas no final das contas, sabemos que o time vai até onde o Wemby conseguir levar.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que leva essa? Dois times com mais de 60 vitórias, jogando um basquete espetacular… Vai ser jogaço!

  • Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Cara, chegou a hora da verdade pros Knicks. A defesa no perímetro deles, que foi uma montanha-russa durante a temporada, vai encarar o teste mais difícil até agora — com uma vaga nas finais em jogo.

    E olha só o tamanho do problema: tanto os Cavaliers quanto os Pistons (que decidem tudo no jogo 7 domingo em Detroit) têm guardas que são pesadelo puro pra qualquer defesa.

    Se for os Pistons, Cade é o bicho

    Sinceramente? Cade Cunningham é daqueles caras que você não consegue parar, só diminuir o estrago. O tamanho e a força dele são absurdos pra um armador — não é à toa que virou uma estrela. Tudo que os Pistons fazem no ataque passa por ele.

    Por outro lado, se os Cavs passarem, aí complica de outro jeito. Donovan Mitchell E James Harden? Dois monstros no perímetro. É tipo enfrentar duas cobras venenosas ao mesmo tempo.

    “É gigante”, falou Miles McBride. “Obviamente, cada fase fica mais difícil. Oponentes diferentes, desafios diferentes, então ter uma defesa sólida no perímetro é super importante.”

    A reviravolta defensiva que mudou tudo

    Aqui ó, uma coisa que muita gente não prestou atenção: os Knicks mudaram completamente o esquema defensivo no meio da temporada. Na primeira metade do ano, eles forçavam os armadores pro meio da quadra — e tava dando errado.

    Os caras estavam sendo quebrados toda hora, resultando em arremessos livres pro adversário. Aí mudaram pra um esquema mais tradicional: força o cara pra lateral e linha de fundo, não deixa entrar no garrafão.

    E funcionou pra caramba!

    Nas primeiras rodadas, Josh Hart virou o pesadelo do CJ McCollum depois que botaram ele na marcação. Mikal Bridges — junto com McBride às vezes — anulou Tyrese Maxey contra os 76ers. Foi um show à parte.

    “Temos que garantir que no ponto de ataque haja pressão na bola com um pouco de fisicalidade, mas sem cometer falta”, explicou o técnico Mike Brown. E cara, essa é a chave — ser duro sem mandar o cara pra linha de lance livre.

    Na minha opinião, se for enfrentar os Cavaliers, fica mais fácil de planejar. Bridges e Hart podem pegar Mitchell e Harden. Mas Cunningham e os Pistons? Aí complica. O tamanho do Cade incomoda o Bridges, que se vira melhor contra guardas menores e mais rápidos.

    Ano passado, quem marcava o Cunningham era o OG Anunoby. Será que vão repetir a fórmula?

    Uma coisa é certa: essa defesa dos Knicks tá numa sequência de sete vitórias consecutivas, com goleadas históricas. E aí, vocês acham que eles conseguem manter esse nível contra esses monstros aí?

  • ABC mete o pé na jaca e ‘vaza’ final inexistente da NBA

    ABC mete o pé na jaca e ‘vaza’ final inexistente da NBA

    Gente, vocês viram a cagada que a ABC fez ontem? A emissora conseguiu promover um jogo que… não existe. Tipo, literalmente inventaram uma final de conferência entre Knicks e Cavaliers quando os Pistons ainda estão vivos na série.

    A coisa foi tão absurda que o comercial rodou em várias afiliadas da ABC pelo país inteiro — do Alabama até a Califórnia. No vídeo, aparecia toda aquela produção caprichada falando “Os Cavs buscam outro upset, enquanto os Knicks carregam os sonhos de toda Nova York”. Bonitinho, né? Só esqueceram de um pequeno detalhe: Detroit ganhou o Jogo 6 por 115-94 e forçou um decisivo Jogo 7.

    Conspiração ou só incompetência mesmo?

    Olha, eu não sou de ficar alimentando teoria da conspiração, mas imaginem a cara do Cade Cunningham vendo isso. O cara acabou de fazer 21 pontos numa vitória crucial, salvando a temporada do Detroit, e a ABC já estava vendendo ingresso pra final sem eles.

    Sinceramente? Acho que foi só preguiça e incompetência mesmo. Alguém lá deve ter preparado o material assumindo que Cleveland fecharia em casa — afinal, eles eram favoritos. Mas basquete é isso aí, né pessoal? Por isso que jogamos os jogos.

    Donovan Mitchell sumiu na hora H

    Falando em Cleveland, que noite horrível do Donovan Mitchell. 18 pontos até que não é ruim, mas um rating de -25 é de chorar. O cara simplesmente desapareceu quando o time mais precisava dele em casa.

    Enquanto isso, Cade mostrou porque virou o rosto da franquia em Detroit. Distribuição perfeita, liderança na quadra — tudo que você quer de um armador numa situação dessas. E agora vai ter Jogo 7, com Detroit sendo favorito por 4.5 pontos segundo o FanDuel.

    A real é que esse tipo de erro da ABC só adiciona mais lenha na fogueira pra quem já desconfia que a liga é manipulada. Eu não acredito nisso, mas convenhamos — vazar um comercial promovendo uma série que ainda nem foi decidida é bem estranho, né?

    E aí, vocês acham que Detroit consegue fechar em casa? Porque depois dessa publicidade gratuita, eles devem estar com sangue no olho…

  • Wemby quebrou recorde? Wilt teve 16 tocos em 1969!

    Wemby quebrou recorde? Wilt teve 16 tocos em 1969!

    Galera, preciso contar uma história que tá me deixando meio perturbado. Semana passada, o Victor Wembanyama fez aquele jogo ABSURDO com 12 tocos contra o Minnesota nos playoffs e todo mundo celebrou como se fosse o novo recorde da NBA. Até eu comemorei aqui, não vou mentir.

    Mas aí que vem o plot twist: aparentemente o Wilt Chamberlain já fez DEZESSEIS tocos num jogo de playoff em 1969. Dezesseis, mano!

    O jogo perdido na história

    Olha só que loucura: em 1969, no jogo 5 da semifinal do Oeste, o Wilt simplesmente decidiu fechar o garrafão contra o Atlanta Hawks. Mike Morrow, jornalista do Daily Breeze na época, relatou que o gigante de 2,16m bloqueou 16 arremessos na vitória do Lakers por 104-96.

    Dezesseis tocos. Quatro a mais que o Wemby. E ainda pegou 29 rebotes no mesmo jogo – porque aparentemente fazer uma coisa absurda só não bastava pro cara.

    O problema? Esse jogo aconteceu em abril de 1972, alguns meses antes da NBA começar a contar tocos oficialmente. Então tecnicamente não “vale” nos recordes oficiais. Que sacanagem, né?

    Por que ninguém sabia disso?

    Cara, sinceramente é meio revoltante pensar que o Wilt pode ter vários recordes que simplesmente sumiram porque a liga não contava essas estatísticas ainda. O cara estabeleceu 72 recordes na carreira, sendo que 68 eram só dele. Imagina quantos tocos ele deve ter dado que a gente nem sabe.

    Existe até vídeo do jogo! Tem um canal no YouTube chamado “Rare NBA Footage” que postou alguns clipes do Wilt mandando bola pra fora contra o Hawks. E assim como o Wemby ficou morto de cansaço depois dos 12 tocos dele, o Wilt também reclamou que mal conseguia manter os olhos abertos depois daquela apresentação.

    Vocês acham justo o Wemby ser considerado o recordista quando claramente o Wilt já tinha feito algo maior? Eu entendo que são épocas diferentes, mas convenhamos – toco é toco, não importa se foi em 1969 ou 2026.

    E aí surge a pergunta que não quer calar: quantos outros recordes “perdidos” existem por aí? Imagino que vários monstros daquela época devem ter feito coisas que hoje seriam consideradas impossíveis.

    De qualquer forma, nada tira o mérito do que o Wemby tá fazendo. O cara tem 22 anos e já tá reescrevendo a história do basquete. Mas seria legal se a NBA reconhecesse esses recordes históricos também, né?

  • Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Olha só que situação curiosa rolou depois do jogo 5 entre Cavaliers e Pistons. O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, ficou putaço com uma jogada no final do jogo — achava que o Jarrett Allen tinha cometido falta no Ausar Thompson numa disputa de bola perdida. Se fosse marcada, seriam dois lances livres pro Pistons empatar o jogo. Tenso demais.

    “[Allen] fez falta no Ausar [Thompson]”, disse Bickerstaff depois do jogo. “Está claro. Ele tropeça nele quando está indo pegar a bola perdida. Situação de final de jogo, isso é difícil.”

    Mas aí que vem o plot twist.

    Liga bate o martelo: não foi falta

    O Tony Brothers, que estava apitando a partida, já tinha defendido a decisão logo depois do jogo. Disse que foi apenas “contato incidental” entre os dois jogadores disputando a bola, sem ninguém ter posse dela.

    E agora veio o relatório oficial dos últimos dois minutos da NBA — aquele documento que a liga solta pra confirmar se os árbitros acertaram ou erraram nas jogadas polêmicas do finalzinho.

    Resultado? Os caras acertaram em cheio.

    Segundo o relatório: “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente disputam o mesmo espaço enquanto perseguem a bola perdida [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perdem o equilíbrio devido ao contato mínimo.”

    Outras jogadas também estavam certas

    Teve uma outra jogada polêmica na prorrogação — falta marcada no Paul Reed contra o James Harden com 24 segundos restantes. O pessoal do Pistons reclamou que o Harden tinha saído de quadra antes da falta, mas o relatório confirmou que não. Harden ainda estava “dentro de quadra com posse da bola antes do contato ilegal do Reed.”

    No fim das contas, a NBA confirmou que TUDO foi apitado corretamente no final do jogo 5. Zero erros de arbitragem nos momentos cruciais. Isso é raro, gente!

    Sinceramente, acho que essa confirmação da liga tira um peso das costas dos Cavs. Nada pior que ganhar um jogo decisivo e todo mundo ficar questionando se foi “roubo” ou não. Agora eles podem focar 100% no jogo 6.

    E vocês, acham que os Cavaliers conseguem fechar a série na sexta-feira e garantir vaga na final da Conferência Leste? Seria um baita feito eliminar esse Pistons que tá dando muito trabalho!

  • NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    Cara, que confusão essa nos playoffs! A NBA divulgou ontem o relatório oficial dos últimos dois minutos do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, e confirmou que a arbitragem estava certa em não marcar falta no lance mais polêmico da partida. Detroit estava pistola achando que Ausar Thompson levou uma rasteira, mas a liga disse que foi lance limpo.

    Vamos aos fatos: faltando segundos para o fim do tempo regulamentar, Thompson conseguiu um toco monstuoso no Donovan Mitchell para manter o jogo empatado. Só que na sequência, quando foi buscar a bola, o cara foi ao chão depois de se enroscar com Jarrett Allen. Os Pistons gritaram falta, torcida ficou louca, mas os árbitros mandaram seguir.

    O que a NBA falou sobre o lance

    No famoso Last Two Minute Report — aquele documento que a liga solta para revisar os lances finais dos jogos apertados — os oficiais foram claros: “Allen (CLE) e Thompson (DET) disputaram a mesma posição legalmente enquanto corriam atrás da bola solta, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal.”

    Olha, eu assisti o replay umas cinco vezes e sinceramente? É lance difícil mesmo. Parece que os dois foram na bola ao mesmo tempo e acabou dando esse emaranhado de pernas. Mas vocês sabem como é — no calor do momento, especialmente com playoffs em jogo, qualquer contato vira polêmica.

    A revolta de JB Bickerstaff

    O técnico dos Pistons, JB Bickerstaff, não engoliu nem um pouco. “É claro. Ele derruba ele quando está indo buscar a bola solta”, disse o cara, visivelmente irritado. “Situação de final de jogo, isso é pesado.”

    E tem um detalhe importante: Detroit estava no bônus na hora. Se a falta fosse marcada, Thompson teria dois lances livres para decidir o jogo ali mesmo. Em vez disso, foi pra prorrogação, onde Mitchell — que já tinha feito um jogaço — meteu mais 7 pontos dos 21 totais dele.

    Não é a primeira vez que Bickerstaff reclama da arbitragem nesta série. No Jogo 4, ele ficou possesso com a disparidade de lances livres: Mitchell sozinho bateu mais tiros livres (13 de 16) do que o time inteiro de Detroit tentou (9 de 12). “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, mandou o técnico.

    Agora é Cleveland com 3-2 na série e jogando em casa no Jogo 6 na sexta. Se não fecharem, aí sim vai ser emocionante — Jogo 7 em Detroit no domingo. E aí, vocês acham que os Cavs conseguem fechar em casa ou vamos ter aquele drama todo de decisão fora?

  • NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    Cara, vocês viram aquele lance no final do quarto período entre Pistons e Cavaliers? O Ausar Thompson fez uma defesa absurda no Donovan Mitchell, roubou a bola, e aí na correria pela bola solta o Jarrett Allen trombou com o Thompson a uns 9 metros da cesta. Na hora eu pensei: “Putz, falta clara no Allen”. Mas o árbitro Tony Brothers, que tava praticamente do ladinho, não apitou nada.

    A galera do Detroit ficou P da vida — e eu entendo. O técnico J.B. Bickerstaff não poupou palavras: “Ele fez falta no Ausar. Claro. Derrubou ele quando estava indo para a bola solta. Em qualquer situação de jogo, isso é difícil”.

    NBA bate o martelo: não foi falta mesmo

    Aí que vem o plot twist. A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos e… bancou o Brothers! Segundo eles, foi “não marcação correta”. A justificativa foi que “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente se dirigiram para o mesmo local enquanto perseguiam a bola solta [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Sinceramente? Eu assisti umas cinco vezes e ainda acho que foi falta. Mas né, quem sou eu perto dos experts da liga, não é? (risos) O próprio Brothers explicou depois: “Durante a jogada ao vivo, ambos os jogadores estavam indo atrás da bola e houve contato incidental com as pernas sem nenhum jogador ter posse de bola”.

    Cleveland aproveita e vira o jogo

    O que me impressiona mesmo é como os Cavs conseguiram virar esse jogo. Estavam perdendo por 9 pontos nos últimos três minutos — uma diferença que normalmente é sentença de morte nos playoffs. Mas não desistiram, empataram, e na prorrogação fecharam 117-113.

    Agora Cleveland lidera a série por 3-2 e pode fechar em casa na sexta-feira. E olha, depois de um susto desses, qualquer vantagem de quadra vira ouro. Vocês acham que Detroit consegue forçar um jogo 7 ou os Cavs vão finalizar logo em casa mesmo?

    O que mais me chama atenção é que esses lances sempre geram polêmica — e sempre vão gerar. Basketball é um esporte de muito contato, especialmente quando a bola tá solta e todo mundo sai correndo que nem maluco atrás dela. A diferença entre “jogada normal” e “falta” às vezes é questão de milímetros.

  • Knicks devem torcer para quem: Cavaliers ou Pistons?

    Knicks devem torcer para quem: Cavaliers ou Pistons?

    Cara, que situação mais interessante pros Knicks! Enquanto o pessoal de Nova York tá descansando em casa depois de varrer os 76ers, Cleveland e Detroit estão se matando numa série absurda que já tá 3-2 pros Cavs.

    E aí surge a pergunta: pelo que os Knicks devem torcer? É uma dessas situações onde você fica calculando tudo, sabe?

    A matemática do descanso

    Olha, independente de quem avançar, os Knicks PRECISAM torcer pros Pistons ganharem o jogo 6. Por quê? Simples: Game 7!

    Enquanto os Knicks já jogaram apenas 10 partidas nesses playoffs (praticamente o mínimo possível), tanto Detroit quanto Cleveland já estão com 13 jogos nas costas. Se rolar Game 7, ambos vão chegar a 14 partidas – quatro a mais que Nova York.

    Sinceramente? Isso é MUITO jogo. E não são jogaços fáceis não – estão sendo disputas de vida ou morte. Pra vocês terem ideia, Brunson, Towns e Bridges estão jogando MENOS minutos nos playoffs do que jogavam na temporada regular. É mole?

    O mais absurdo é que o último jogo dos Knicks foi dia 10 de maio. Se o Game 7 rolar domingo (17), o vencedor vai ter apenas UM DIA de descanso antes do primeiro jogo da final do Leste. Os Knicks? Uma semana inteira descansando.

    A questão do mando de quadra

    Agora, se fosse pra escolher especificamente entre Cavs e Pistons, eu iria de Cleveland sem pensar duas vezes. Por quê? Mando de quadra, meu amigo.

    Detroit terminou com 60-22 – terceira melhor campanha da liga inteira e quatro vitórias a mais que os Knicks (56-26). Se os Pistons passarem, eles têm a vantagem de casa. Mas se Cleveland avançar (eles terminaram com apenas 52-30), aí sim os Knicks jogam em casa.

    E cara, o Madison Square Garden faz TODA diferença. Os Knicks foram absurdamente melhores em casa durante a temporada regular – quarto melhor aproveitamento da liga. É outro time jogando em Nova York.

    O cenário ideal

    Na minha opinião, o cenário perfeito seria: Pistons ganham Game 6, força Game 7, mas Cleveland vence a série no último jogo. Aí os Knicks teriam o máximo de descanso possível E ainda jogariam com mando de quadra.

    Claro que independente de quem vier pela frente, vai ser guerra. Detroit é uma máquina que terminou em primeiro no Leste, e Cleveland… bem, eles não chegaram até aqui à toa. Mas com uma semana de descanso e o Garden bombando?

    Vocês acham que o descanso extra vai fazer tanta diferença assim? Eu tô curioso pra ver como os Knicks vão reagir depois de tanto tempo parados.