Tag: calendário playoffs

  • Wemby quebrou recorde? Wilt teve 16 tocos em 1969!

    Wemby quebrou recorde? Wilt teve 16 tocos em 1969!

    Galera, preciso contar uma história que tá me deixando meio perturbado. Semana passada, o Victor Wembanyama fez aquele jogo ABSURDO com 12 tocos contra o Minnesota nos playoffs e todo mundo celebrou como se fosse o novo recorde da NBA. Até eu comemorei aqui, não vou mentir.

    Mas aí que vem o plot twist: aparentemente o Wilt Chamberlain já fez DEZESSEIS tocos num jogo de playoff em 1969. Dezesseis, mano!

    O jogo perdido na história

    Olha só que loucura: em 1969, no jogo 5 da semifinal do Oeste, o Wilt simplesmente decidiu fechar o garrafão contra o Atlanta Hawks. Mike Morrow, jornalista do Daily Breeze na época, relatou que o gigante de 2,16m bloqueou 16 arremessos na vitória do Lakers por 104-96.

    Dezesseis tocos. Quatro a mais que o Wemby. E ainda pegou 29 rebotes no mesmo jogo – porque aparentemente fazer uma coisa absurda só não bastava pro cara.

    O problema? Esse jogo aconteceu em abril de 1972, alguns meses antes da NBA começar a contar tocos oficialmente. Então tecnicamente não “vale” nos recordes oficiais. Que sacanagem, né?

    Por que ninguém sabia disso?

    Cara, sinceramente é meio revoltante pensar que o Wilt pode ter vários recordes que simplesmente sumiram porque a liga não contava essas estatísticas ainda. O cara estabeleceu 72 recordes na carreira, sendo que 68 eram só dele. Imagina quantos tocos ele deve ter dado que a gente nem sabe.

    Existe até vídeo do jogo! Tem um canal no YouTube chamado “Rare NBA Footage” que postou alguns clipes do Wilt mandando bola pra fora contra o Hawks. E assim como o Wemby ficou morto de cansaço depois dos 12 tocos dele, o Wilt também reclamou que mal conseguia manter os olhos abertos depois daquela apresentação.

    Vocês acham justo o Wemby ser considerado o recordista quando claramente o Wilt já tinha feito algo maior? Eu entendo que são épocas diferentes, mas convenhamos – toco é toco, não importa se foi em 1969 ou 2026.

    E aí surge a pergunta que não quer calar: quantos outros recordes “perdidos” existem por aí? Imagino que vários monstros daquela época devem ter feito coisas que hoje seriam consideradas impossíveis.

    De qualquer forma, nada tira o mérito do que o Wemby tá fazendo. O cara tem 22 anos e já tá reescrevendo a história do basquete. Mas seria legal se a NBA reconhecesse esses recordes históricos também, né?

  • Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Liga confirma: árbitros acertaram tudo no final do Cavs x Pistons

    Olha só que situação curiosa rolou depois do jogo 5 entre Cavaliers e Pistons. O técnico do Detroit, J.B. Bickerstaff, ficou putaço com uma jogada no final do jogo — achava que o Jarrett Allen tinha cometido falta no Ausar Thompson numa disputa de bola perdida. Se fosse marcada, seriam dois lances livres pro Pistons empatar o jogo. Tenso demais.

    “[Allen] fez falta no Ausar [Thompson]”, disse Bickerstaff depois do jogo. “Está claro. Ele tropeça nele quando está indo pegar a bola perdida. Situação de final de jogo, isso é difícil.”

    Mas aí que vem o plot twist.

    Liga bate o martelo: não foi falta

    O Tony Brothers, que estava apitando a partida, já tinha defendido a decisão logo depois do jogo. Disse que foi apenas “contato incidental” entre os dois jogadores disputando a bola, sem ninguém ter posse dela.

    E agora veio o relatório oficial dos últimos dois minutos da NBA — aquele documento que a liga solta pra confirmar se os árbitros acertaram ou erraram nas jogadas polêmicas do finalzinho.

    Resultado? Os caras acertaram em cheio.

    Segundo o relatório: “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente disputam o mesmo espaço enquanto perseguem a bola perdida [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perdem o equilíbrio devido ao contato mínimo.”

    Outras jogadas também estavam certas

    Teve uma outra jogada polêmica na prorrogação — falta marcada no Paul Reed contra o James Harden com 24 segundos restantes. O pessoal do Pistons reclamou que o Harden tinha saído de quadra antes da falta, mas o relatório confirmou que não. Harden ainda estava “dentro de quadra com posse da bola antes do contato ilegal do Reed.”

    No fim das contas, a NBA confirmou que TUDO foi apitado corretamente no final do jogo 5. Zero erros de arbitragem nos momentos cruciais. Isso é raro, gente!

    Sinceramente, acho que essa confirmação da liga tira um peso das costas dos Cavs. Nada pior que ganhar um jogo decisivo e todo mundo ficar questionando se foi “roubo” ou não. Agora eles podem focar 100% no jogo 6.

    E vocês, acham que os Cavaliers conseguem fechar a série na sexta-feira e garantir vaga na final da Conferência Leste? Seria um baita feito eliminar esse Pistons que tá dando muito trabalho!

  • NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    NBA confirma lance polêmico que salvou os Cavs contra Detroit

    Cara, que confusão essa nos playoffs! A NBA divulgou ontem o relatório oficial dos últimos dois minutos do Jogo 5 entre Cavaliers e Pistons, e confirmou que a arbitragem estava certa em não marcar falta no lance mais polêmico da partida. Detroit estava pistola achando que Ausar Thompson levou uma rasteira, mas a liga disse que foi lance limpo.

    Vamos aos fatos: faltando segundos para o fim do tempo regulamentar, Thompson conseguiu um toco monstuoso no Donovan Mitchell para manter o jogo empatado. Só que na sequência, quando foi buscar a bola, o cara foi ao chão depois de se enroscar com Jarrett Allen. Os Pistons gritaram falta, torcida ficou louca, mas os árbitros mandaram seguir.

    O que a NBA falou sobre o lance

    No famoso Last Two Minute Report — aquele documento que a liga solta para revisar os lances finais dos jogos apertados — os oficiais foram claros: “Allen (CLE) e Thompson (DET) disputaram a mesma posição legalmente enquanto corriam atrás da bola solta, e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal.”

    Olha, eu assisti o replay umas cinco vezes e sinceramente? É lance difícil mesmo. Parece que os dois foram na bola ao mesmo tempo e acabou dando esse emaranhado de pernas. Mas vocês sabem como é — no calor do momento, especialmente com playoffs em jogo, qualquer contato vira polêmica.

    A revolta de JB Bickerstaff

    O técnico dos Pistons, JB Bickerstaff, não engoliu nem um pouco. “É claro. Ele derruba ele quando está indo buscar a bola solta”, disse o cara, visivelmente irritado. “Situação de final de jogo, isso é pesado.”

    E tem um detalhe importante: Detroit estava no bônus na hora. Se a falta fosse marcada, Thompson teria dois lances livres para decidir o jogo ali mesmo. Em vez disso, foi pra prorrogação, onde Mitchell — que já tinha feito um jogaço — meteu mais 7 pontos dos 21 totais dele.

    Não é a primeira vez que Bickerstaff reclama da arbitragem nesta série. No Jogo 4, ele ficou possesso com a disparidade de lances livres: Mitchell sozinho bateu mais tiros livres (13 de 16) do que o time inteiro de Detroit tentou (9 de 12). “O que foi feito lá hoje à noite é frustrante”, mandou o técnico.

    Agora é Cleveland com 3-2 na série e jogando em casa no Jogo 6 na sexta. Se não fecharem, aí sim vai ser emocionante — Jogo 7 em Detroit no domingo. E aí, vocês acham que os Cavs conseguem fechar em casa ou vamos ter aquele drama todo de decisão fora?

  • NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    NBA confirma que lance polêmico entre Thompson e Allen foi correto

    Cara, vocês viram aquele lance no final do quarto período entre Pistons e Cavaliers? O Ausar Thompson fez uma defesa absurda no Donovan Mitchell, roubou a bola, e aí na correria pela bola solta o Jarrett Allen trombou com o Thompson a uns 9 metros da cesta. Na hora eu pensei: “Putz, falta clara no Allen”. Mas o árbitro Tony Brothers, que tava praticamente do ladinho, não apitou nada.

    A galera do Detroit ficou P da vida — e eu entendo. O técnico J.B. Bickerstaff não poupou palavras: “Ele fez falta no Ausar. Claro. Derrubou ele quando estava indo para a bola solta. Em qualquer situação de jogo, isso é difícil”.

    NBA bate o martelo: não foi falta mesmo

    Aí que vem o plot twist. A NBA divulgou o relatório dos últimos dois minutos e… bancou o Brothers! Segundo eles, foi “não marcação correta”. A justificativa foi que “Allen (CLE) e Thompson (DET) legalmente se dirigiram para o mesmo local enquanto perseguiam a bola solta [antes de qualquer jogador ter posse], e ambos perderam o equilíbrio devido ao contato marginal”.

    Sinceramente? Eu assisti umas cinco vezes e ainda acho que foi falta. Mas né, quem sou eu perto dos experts da liga, não é? (risos) O próprio Brothers explicou depois: “Durante a jogada ao vivo, ambos os jogadores estavam indo atrás da bola e houve contato incidental com as pernas sem nenhum jogador ter posse de bola”.

    Cleveland aproveita e vira o jogo

    O que me impressiona mesmo é como os Cavs conseguiram virar esse jogo. Estavam perdendo por 9 pontos nos últimos três minutos — uma diferença que normalmente é sentença de morte nos playoffs. Mas não desistiram, empataram, e na prorrogação fecharam 117-113.

    Agora Cleveland lidera a série por 3-2 e pode fechar em casa na sexta-feira. E olha, depois de um susto desses, qualquer vantagem de quadra vira ouro. Vocês acham que Detroit consegue forçar um jogo 7 ou os Cavs vão finalizar logo em casa mesmo?

    O que mais me chama atenção é que esses lances sempre geram polêmica — e sempre vão gerar. Basketball é um esporte de muito contato, especialmente quando a bola tá solta e todo mundo sai correndo que nem maluco atrás dela. A diferença entre “jogada normal” e “falta” às vezes é questão de milímetros.

  • Knicks devem torcer para quem: Cavaliers ou Pistons?

    Knicks devem torcer para quem: Cavaliers ou Pistons?

    Cara, que situação mais interessante pros Knicks! Enquanto o pessoal de Nova York tá descansando em casa depois de varrer os 76ers, Cleveland e Detroit estão se matando numa série absurda que já tá 3-2 pros Cavs.

    E aí surge a pergunta: pelo que os Knicks devem torcer? É uma dessas situações onde você fica calculando tudo, sabe?

    A matemática do descanso

    Olha, independente de quem avançar, os Knicks PRECISAM torcer pros Pistons ganharem o jogo 6. Por quê? Simples: Game 7!

    Enquanto os Knicks já jogaram apenas 10 partidas nesses playoffs (praticamente o mínimo possível), tanto Detroit quanto Cleveland já estão com 13 jogos nas costas. Se rolar Game 7, ambos vão chegar a 14 partidas – quatro a mais que Nova York.

    Sinceramente? Isso é MUITO jogo. E não são jogaços fáceis não – estão sendo disputas de vida ou morte. Pra vocês terem ideia, Brunson, Towns e Bridges estão jogando MENOS minutos nos playoffs do que jogavam na temporada regular. É mole?

    O mais absurdo é que o último jogo dos Knicks foi dia 10 de maio. Se o Game 7 rolar domingo (17), o vencedor vai ter apenas UM DIA de descanso antes do primeiro jogo da final do Leste. Os Knicks? Uma semana inteira descansando.

    A questão do mando de quadra

    Agora, se fosse pra escolher especificamente entre Cavs e Pistons, eu iria de Cleveland sem pensar duas vezes. Por quê? Mando de quadra, meu amigo.

    Detroit terminou com 60-22 – terceira melhor campanha da liga inteira e quatro vitórias a mais que os Knicks (56-26). Se os Pistons passarem, eles têm a vantagem de casa. Mas se Cleveland avançar (eles terminaram com apenas 52-30), aí sim os Knicks jogam em casa.

    E cara, o Madison Square Garden faz TODA diferença. Os Knicks foram absurdamente melhores em casa durante a temporada regular – quarto melhor aproveitamento da liga. É outro time jogando em Nova York.

    O cenário ideal

    Na minha opinião, o cenário perfeito seria: Pistons ganham Game 6, força Game 7, mas Cleveland vence a série no último jogo. Aí os Knicks teriam o máximo de descanso possível E ainda jogariam com mando de quadra.

    Claro que independente de quem vier pela frente, vai ser guerra. Detroit é uma máquina que terminou em primeiro no Leste, e Cleveland… bem, eles não chegaram até aqui à toa. Mas com uma semana de descanso e o Garden bombando?

    Vocês acham que o descanso extra vai fazer tanta diferença assim? Eu tô curioso pra ver como os Knicks vão reagir depois de tanto tempo parados.

  • O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    Cara, que situação complicada pros Sixers, né? Com o Daryl Morey saindo da presidência de operações de basquete, quem quer que o Bob Myers trouxer pro cargo vai ter que lidar com uma batata quente chamada Paul George.

    O veterano de 36 anos vai embolsar 54.1 milhões na próxima temporada e ainda tem uma opção de jogador de 56.5 milhões em 2027-28 — que obviamente ele vai exercer. Olha, é muito dinheiro pra um cara que já passou dos 35, não vou mentir.

    PG voltou a jogar bola depois da suspensão

    Mas aqui que a coisa fica interessante. Depois de cumprir aquela suspensão de 25 jogos (que história bizarra aquela, né?), o Paul George voltou a jogar num nível bem decente. Contra o Boston nos playoffs, o cara fez 16.4 pontos por jogo, 49.3% de três e ainda defendeu bem o Tatum e o Jaylen Brown.

    Ele mesmo admitiu que finalmente conseguiu se recuperar daquela lesão no joelho que tava atrapalhando: “Este verão, a fase de reabilitação ficou pra trás, então posso ter um verão de verdade melhorando meu jogo”.

    Sinceramente? Achei que ele não ia mais conseguir voltar a esse nível. Mas o monstro provou que ainda tem lenha pra queimar.

    Trocar ou não trocar? Eis a questão

    Agora vem o dilema do novo executivo. PG não é mais visto como um dos piores contratos da liga — o que abre possibilidades. Será que rola uma troca pra trazer múltiplos jogadores e melhorar a profundidade do elenco?

    A dupla Tyrese Maxey e VJ Edgecombe representa o futuro da franquia. Faz sentido manter um veterano carão que combina bem com eles, ou é melhor apostar em peças mais jovens que se alinhem melhor com o timeline desses caras?

    Paul George deixou claro que curtiu Philadelphia: “Foi incrível. Torcedores incríveis, me apoiaram em todos os altos e baixos”. Mas né, no final das contas quem decide não é ele.

    Na minha visão, o mais provável é ele ficar mesmo. Dois anos não é uma eternidade, e se conseguir manter esse nível dos playoffs, pode ser uma peça valiosa enquanto Maxey e Edgecombe se desenvolvem. Mas e vocês, acham que os Sixers devem tentar uma troca ou apostar na recuperação total do PG?

  • Reid surpreende: ‘Tô feliz que Wemby não foi suspenso’

    Reid surpreende: ‘Tô feliz que Wemby não foi suspenso’

    Cara, essa é pra ninguém botar defeito. O Naz Reid do Minnesota acabou de dar uma das respostas mais madura que eu já vi em playoff da NBA — e olha que não esperava isso depois da cotovelada que ele tomou do Wembanyama no Jogo 4.

    Pra quem não viu o lance, o franzosão deu uma cotovelada no pescoço do Reid que rendeu falta flagrante 2 e expulsão na hora. A galera já tava imaginando suspensão certa pro Jogo 5, mas a liga decidiu que não ia ter punição extra. E aí que vem o plot twist.

    “Só quero jogar bola”

    Em vez de reclamar ou ficar choramingando, o Reid mandou essa pérola: “Tô feliz. Só quero poder jogar contra um time completo e saudável. Quero competir contra eles com força máxima e fazer as coisas funcionarem a nosso favor. Não me importo muito não, só quero jogar bola. Tenho certeza que ele também só quer jogar bola.”

    Sinceramente? Chapéu pra esse cara. É muito fácil ficar chorando quando você leva uma cotovelada do cara de 2,21m, mas o Reid mostrou que entende o que significa competição de verdade. Quer ganhar do melhor time possível dos Spurs, não de uma versão meia-boca sem a estrela deles.

    Wemby é diferenciado mesmo machucando

    E convenhamos, o menino francês é um monstro mesmo. Acabou de ser eleito Defensive Player of the Year por unanimidade — coisa que nem o Duncan conseguiu. Na temporada regular foram 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo. Absurdo.

    No Jogo 3 ele simplesmente destruiu Minneapolis: 39 pontos, 15 rebotes e 5 blocks numa vitória crucial fora de casa. Mesmo com aquele Jogo 1 meio travado e a expulsão precoce no 4, o cara tá sendo decisivo nessa série.

    Agora vem aí o Jogo 5 em San Antonio com tudo empatado 2-2. Wemby descansado, Reid com sede de revanche, e uma atmosfera que promete ser de guerra. O que vocês acham — o Timberwolves consegue segurar a pressão lá no Alamo? Porque depois daquelas declarações do Reid, tenho certeza que essa série vai até o fim.

  • Edwards comemora folga e gera revolta: ‘Vai ter verão inteiro’

    Edwards comemora folga e gera revolta: ‘Vai ter verão inteiro’

    Olha, eu não sei se fico mais impressionado com a sinceridade do Anthony Edwards ou com a cara de pau mesmo. Depois de levar uma surra histórica dos Spurs por 126-97 no jogo 5, o cara comemorou os dois dias de descanso como se tivesse ganhado na loteria.

    “Tô muito feliz. Tô pronto para esses dois dias. Quer dizer, não vai ser exatamente um descanso, mas vão ser dois dias. Tô animado com isso”, disse Ant na entrevista pós-jogo.

    Mano, o Timberwolves tá com a corda no pescoço. Um jogo para não ser eliminado pelos Spurs, que estão voando rumo às finais de conferência pela primeira vez desde 2017. E o cara ali, todo sorridente falando de folga?

    A reação dos fãs foi devastadora

    A torcida não perdoou. “Você vai ter muitos dias livres depois de sexta, amigão”, escreveu um torcedor no Twitter. Outro foi mais direto: “Ele vai ter o verão inteiro depois de sexta”.

    Sinceramente? Eu entendo a necessidade do descanso. Edwards voltou de uma lesão no joelho e tem jogado 40 minutos nos últimos três jogos — isso é pancada demais. Mas comemorando desse jeito após uma derrota humilhante? Complicado.

    “Ant realmente soava como um cara implorando por sono. Esses últimos 3 jogos deixaram ele carregando um cardio nível playoff”, comentou outro fã, tentando ser mais compreensivo.

    Performance abaixo do esperado quando mais precisa

    E vamos combinar uma coisa: 20 pontos, 2 rebotes, 2 assistências e 4 turnovers não é exatamente o que você espera do seu astro em um jogo decisivo. Edwards tem tido performances medianas nesta série, e isso não vai dar conta contra esse time dos Spurs que tá jogando um basquete lindo.

    O cara que deveria estar carregando Minnesota nas costas parece mais aliviado com a folga do que determinado a salvar a temporada. Vocês acham que essa mentalidade vai dar certo no jogo 6?

    Look, talvez seja psicologia reversa. Talvez Edwards esteja guardando energia para explodir em casa na sexta. Mas entre nós, essa declaração não passou a melhor imagem possível para alguém que deveria estar sedento de vingança.

    O Target Center vai estar pegando fogo na sexta. Agora é torcer para que o Anthony Edwards apareça com a mesma energia que demonstrou para comemorar dois dias de descanso.

  • LeBron aos 41: hora da aposentadoria ou mais uma temporada?

    LeBron aos 41: hora da aposentadoria ou mais uma temporada?

    Cara, a pergunta que não quer calar: será que o LeBron James vai pendurar as chuteiras? Aos 41 anos, o Rei pode ter jogado sua última partida pela NBA, e sinceramente, nem ele mesmo sabe ainda.

    Os Lakers foram varridos pelo Oklahoma City Thunder nas semifinais da Conferência Oeste — 4 a 0, sem dó nem piedade. Logo depois da eliminação, LeBron foi bem direto com os repórteres: “Eu não sei. Ainda tá fresco essa derrota, sabe? Não faço ideia do que o futuro me reserva.”

    Olha, eu entendo a indecisão do cara. Depois de 23 temporadas na liga (VINTE E TRÊS!), quebrar todo recorde possível — maior pontuador da história, mais jogos disputados, mais All-Stars… o homem já provou tudo que tinha pra provar.

    O ano da reinvenção

    A temporada 2025-26 foi diferente pra LeBron. Pela primeira vez na carreira, ele não foi a primeira opção do time. Com Luka Dončić e Austin Reaves comandando o ataque, o Rei virou terceira opção. E sabe o que é mais impressionante? O maluco ainda meteu 20.9 pontos, 6.1 rebotes e 7.2 assistências por jogo, com 51.5% de aproveitamento nos arremessos.

    Monstro demais, né? Aos 41 anos, se adaptar assim… É por isso que ele é o LeBron James.

    Quando Dončić e Reaves se machucaram no final da temporada regular, adivinha quem voltou a ser o protagonista? LeBron levou os Lakers pra uma vitória de virada contra o Houston Rockets na primeira fase dos playoffs. Prova que o fogo ainda queima forte aí dentro.

    A questão do processo

    O que mais me chamou atenção foi o que LeBron falou sobre “estar apaixonado pelo processo”. Cara, isso é coisa de quem realmente ama o que faz: “Chegar na arena 5h30 antes do jogo pra se preparar, mergulhar atrás de bolas perdidas, dar tudo de si.”

    E continuou: “Chegar no treino das 11h já às 8h da manhã, preparando corpo e mente.” Esse é o nível de dedicação que separa os bons dos lendários. A pergunta é: ele ainda tem essa paixão toda aos 41?

    Na minha opinião, LeBron ainda tem muito basquete pra dar. O cara jogou 60 partidas na temporada regular, se manteve saudável, e quando precisou, mostrou que ainda pode dominar qualquer jogo. Mas eu entendo a reflexão — família, corpo, mente… tudo isso pesa na balança.

    E aí, vocês acham que o Rei volta pra mais uma temporada ou é hora de passar o bastão definitivamente? Uma coisa é certa: seja qual for a decisão, LeBron James já garantiu seu lugar como um dos maiores de todos os tempos.

  • Lakers fazem faxina no front office após vexame nos playoffs

    Lakers fazem faxina no front office após vexame nos playoffs

    Cara, quando você toma uma varredura de 4 a 0 nos playoffs, alguma coisa tem que mudar, né? Os Lakers acabaram de anunciar uma reformulação completa no front office depois do vexame contra o Thunder na primeira rodada dos playoffs de 2026.

    Rob Pelinka não titubeou nas palavras: vai rolar uma “desconstrução” total. E olha, sinceramente? Era sobre tempo. Tomar 4 a 0 do Thunder doeu, mas talvez seja exatamente o que os Lakers precisavam pra acordar pra vida.

    Dois novos gerentes assistentes chegando

    A novidade principal é que o time está contratando dois gerentes assistentes. Um vai cuidar da parte de draft e avaliação de jogadores — basicamente scout e desenvolvimento. O outro vai ser mais estratégico: salary cap, analytics, dados… essas paradas mais cerebrais que fazem toda diferença hoje em dia.

    “Não é que tínhamos buracos nessas posições”, disse Pelinka. “Temos uma equipe incrível que trabalha duro pra caramba. Só queremos adicionar mais.”

    Hmm, sei… Se não tinha buraco, por que a necessidade de contratar gente nova depois de uma eliminação tão constrangedora? Enfim, pelo menos estão reconhecendo que algo precisa mudar.

    A influência dos Dodgers está pesada

    Desde que Mark Walter (dono dos Dodgers) comprou o time em outubro, a coisa mudou de figura. Já rolou uma limpa geral: os irmãos Joe e Jesse Buss foram demitidos em novembro, a maioria do departamento de scout foi pro espaço…

    E agora vem a reconstrução. Contrataram Tony Bennett (ex-técnico de Virginia) como consultor do draft, executivos dos Dodgers como Farhan Zaidi e Andrew Friedman entraram em roles de consultoria. É a “Dodgerização” dos Lakers acontecendo em tempo real.

    O que eu acho? Olha, os Dodgers são uma máquina bem azeitada, então talvez essa influência seja exatamente o que os Lakers precisavam. Mas basquete não é baseball, né? Vamos ver se essa fórmula funciona na NBA.

    Mudanças até no prédio

    Não é só o front office que vai mudar. Com o time da G League se mudando pra Coachella Valley, sobrou espaço no CT. E aí que entra a grana dos Dodgers: vão construir laboratório de biomecânica, salas de movimento, centro de recuperação…

    Isso sim faz diferença! Quantas lesões os Lakers já perderam por falta de estrutura adequada? LeBron tá com 40 anos, AD vive se machucando… ter uma estrutura médica de primeira pode ser a diferença entre título e vexame.

    E aí, vocês acham que essas mudanças vão dar resultado ou é só mais do mesmo? Uma coisa eu garanto: depois dessa eliminação vergonhosa, qualquer coisa é melhor que o status quo.