Tag: calendário playoffs

  • Daigneault manda recado sincero pro rival antes do jogo 4

    Daigneault manda recado sincero pro rival antes do jogo 4

    Olha, eu sempre falo que o basquete é sobre respeito também, né? E o Mark Daigneault acabou de dar uma dessas demonstrações que a gente ama ver na NBA. Antes do jogo 4 contra os Spurs, o técnico do Thunder mandou uma mensagem super respeitosa pro Mitch Johnson — e cara, isso mostra muito sobre o caráter dos caras.

    A situação é essa: Thunder tá 2-1 na série das finais de conferência contra San Antonio. Dois times que muita gente considera os melhores da NBA nesta temporada. Primeiro e segundo colocados do Oeste, respectivamente. É briga de gigante mesmo.

    Respeito entre técnicos que se conhecem há anos

    “Tenho um tremendo respeito pelo Mitch”, disse Daigneault. “Eu o conheço há muito tempo. Estávamos juntos na G League. Sempre respeitei seu caráter, seu profissionalismo, mesmo só observando ele de longe operar.”

    E aí que fica interessante — Johnson tá numa situação de muita pressão, né? Técnico dos Spurs numas finais de conferência, todo mundo de olho. Mas segundo Daigneault, o cara tá lidando com isso “com classe, elegância e competência”.

    Na minha visão, isso é o que separa os grandes técnicos dos medianos. Saber que você tá enfrentando alguém que você respeita pra caramba, mas que na quadra não vai ter amizade que segure.

    “Só quatro times sobraram”

    Daigneault ainda soltou uma que eu achei sensacional: “É como os jogadores — não há lugar onde você preferiria estar nesta época do ano do que jogando nesses jogos. Só quatro times restaram jogando agora, e é o auge da competição, o auge dos desafios.”

    Cara, isso me arrepia. Final de conferência é isso aí mesmo — você vai levar porrada, vai dar porrada, mas é muito melhor estar no ringue do que assistindo de casa.

    E vocês, o que acham? Esse tipo de declaração antes de um jogo decisivo demonstra confiança ou pode tirar um pouco do foco? Eu sinceramente acho que mostra maturidade, mas sei que tem gente que prefere o técnico mais “sangue no olho”.

    Agora é torcer pra ver se o Thunder consegue abrir 3-1 na série ou se os Spurs vão empatar essa parada. Jogaço garantido!

  • Knicks a um jogo da Final: ‘Como se fosse 0-0’, diz KAT

    Knicks a um jogo da Final: ‘Como se fosse 0-0’, diz KAT

    Cara, os Knicks estão numa situação que todo torcedor sonha: 3-0 na série contra o Cavs nas finais do Leste, a UM jogo da NBA Finals. Mas sabe o que é mais impressionante? A frieza desse time.

    Depois de atropelar Cleveland por 121-108 no jogo 3, você esperava festa no vestiário, né? Nada disso. O OG Anunoby e o Karl-Anthony Towns estão pregando a mesma coisa: “Vamos pro jogo 4 como se fosse 0-0”.

    Mentalidade de campeão

    Olha, eu não esperava essa maturidade do Towns. O cara que sempre foi criticado por não aparecer nos momentos decisivos agora tá liderando pelo exemplo. “Achamos um jeito de ganhar hoje, mas temos que ter o mesmo desespero como se fosse 0-0”, falou o KAT.

    E o Anunoby? Mesma pegada: “Entrar com desespero como se ainda fosse 0-0”.

    Dez vitórias seguidas nos playoffs. DEZ! Isso é coisa de time especial mesmo. Desde que esse grupo se encontrou, parece que descobriram uma química absurda. O Towns finalmente encontrou seu lugar, o OG tá sendo o defensive anchor que sempre foi, e o Brunson… bom, o Brunson continua sendo um monstro.

    A pressão agora é toda no Cleveland

    Sinceramente? Acho que os Cavaliers já entregaram os pontos. Time jovem, primeira vez numa situação dessas, e agora com a água no pescoço. Do outro lado, você tem um Knicks que tá jogando como se tivesse nada a perder.

    Engraçado pensar que no começo da temporada muita gente duvidava dessa troca do Towns. “Muito caro”, “não encaixa”, “vai atrapalhar o ataque”. E agora? O cara tá a um jogo da NBA Finals usando a camisa mais icônica do basquete.

    E aí, vocês acham que o Knicks fecha no jogo 4 ou o Cavs ainda tem gás pra levar pro jogo 5? Porque olhando essa mentalidade dos caras, parece que segunda-feira vai ter festa no Madison Square Garden.

  • Jaylin Williams derrete elogios pra Jared McCain: ‘Ele ilumina qualquer lugar’

    Jaylin Williams derrete elogios pra Jared McCain: ‘Ele ilumina qualquer lugar’

    Cara, que coisa linda de se ver! Depois da vitória épica do Thunder sobre o Spurs por 123-108 (saindo de um 15-0 no placar!), todo mundo tá falando de como o Jared McCain tá se encaixando perfeitamente no time de Oklahoma City. E quem melhor pra falar sobre isso que o Jaylin Williams, que literalmente senta do lado dele no vestiário?

    A química perfeita no vestiário

    Williams foi 100% sincero quando perguntaram sobre o companheiro de equipe. “O armário dele fica bem do lado do meu, então eu não consigo fugir dele”, brincou Williams. “Mas cara, ele é gente boa mesmo. Ele tem confiança em si mesmo, confiança na capacidade dele, confiança na própria pele… e é simplesmente um cara legal, só isso mesmo.”

    E olha, eu acho isso sensacional. Num esporte onde o ego às vezes fala mais alto, ver um veterano como Williams reconhecer a personalidade do McCain dessa forma é refrescante.

    Mas o que mais me chamou atenção foi isso: “Ele tá sempre se divertindo, não importa onde a gente tá. Pode ser no avião e ele tá rindo, pode ser depois do jogo e ele tá lá do outro lado do vestiário vindo conversar com a gente. Ele sempre ilumina qualquer ambiente que entra.”

    O lado humano faz a diferença

    Sinceramente, acho que essa é uma das coisas mais importantes no basquete profissional – e que a gente às vezes esquece. Não é só sobre enterradas e arremessos de 3. É sobre como o cara se relaciona com os companheiros, como ele traz energia positiva pro grupo.

    McCain saiu do banco e meteu 24 pontos na vitória. Williams contribuiu com 18. Os dois foram fundamentais pra virada histórica do Thunder. Mas pelo jeito, a contribuição do McCain vai muito além dos números no placar.

    “Quando eu cheguei aqui, tava nervoso. Não sabia o que esperar”, admitiu McCain. “Mas eles me receberam de braços abertos. Isso foi o mais importante pra mim em todo esse processo.”

    A mentalidade Thunder em ação

    E olha só que mentalidade absurda: mesmo saindo perdendo de 15-0 (quinze a zero!), o time manteve a cabeça no lugar. “Quando chamaram o tempo, ninguém tava cabisbaixo. Todo mundo pronto pra continuar e partir pra cima”, descreveu McCain.

    Essa é a diferença de um time campeão, né? A confiança, a química, a forma como eles se apoiam. E pelo que tô vendo, McCain já tá 100% integrado nessa filosofia.

    Vocês acham que essa dupla McCain-Williams pode ser peça-chave na busca pelo bicampeonato seguido? O Jogo 4 é domingo à noite em San Antonio, e pelo andar da carruagem, esse Thunder não vai facilitar pra ninguém.

  • Knicks massacram Cavs no jogo 3 e Atkinson admite: ‘Eles foram mais físicos’

    Knicks massacram Cavs no jogo 3 e Atkinson admite: ‘Eles foram mais físicos’

    Cara, os Knicks simplesmente não têm dó do Cleveland. É impressionante como esse time do Tom Thibodeau consegue impor seu ritmo físico em qualquer quadra, e no sábado à noite em Ohio não foi diferente.

    Vitória de 121-108 no jogo 3 das finais da Conferência Leste, e agora é 3-0 na série. Dez vitórias consecutivas nos playoffs. O Cleveland tá literalmente com a corda no pescoço.

    Físico de Nova York foi outro nível

    Desde o primeiro quarto os Knicks mostraram pra que vieram. Abriram 37-27 logo de cara e nunca mais deixaram os Cavs respirarem. Aquela defesa grudenta, irritante, que faz o adversário perder a paciência — marca registrada do Thibs.

    E olha, eu não esperava que o próprio Kenny Atkinson fosse admitir isso tão abertamente. O técnico dos Cavaliers foi direto ao ponto depois do jogo: “A fisicalidade deles foi muito maior que a nossa… mérito deles”.

    Continuou explicando: “Eles grudaram na bola, muito pegajosos, aquela coisa de agarrar e segurar, que faz parte do jogo… nós não conseguimos jogar através dessa fisicalidade hoje à noite”.

    Cavs sem resposta para o bulldozer Knicks

    Sinceramente, dá até pena ver como o Cleveland não consegue encontrar uma resposta pra intensidade nova-iorquina. É como se os caras simplesmente travassem quando os Knicks aumentam a pressão.

    E vamos ser honestos — esse reconhecimento do Atkinson meio que entrega que eles não esperavam esse nível de intensidade física. Em casa, no jogo 3, era pra ter reagido. Mas não rolou.

    Agora me digam: vocês acham que Cleveland consegue uma remontada histórica saindo de 3-0? Ou os Knicks vão fechar em casa mesmo? Porque do jeito que tá indo, essa diferença de intensidade não vai mudar da noite pro dia…

    Dez vitórias seguidas nos playoffs não é brincadeira. Esse time dos Knicks tá jogando um basquete que lembra muito aqueles times durões dos anos 90. E Cleveland? Bom, pelo menos o técnico foi honesto.

  • Wemby dominando os playoffs pode valorizar o Giannis no mercado

    Wemby dominando os playoffs pode valorizar o Giannis no mercado

    Cara, o que o Wembanyama tá fazendo nesses playoffs é simplesmente absurdo. E olha que eu já esperava que ele fosse um monstro, mas ver ele dominando logo no primeiro ano de playoffs? Isso mudou o jogo completamente.

    O francesão não tá só jogando bem — ele tá reescrevendo as regras do basquete moderno. Defesa, ataque, rebote, toco… o cara faz TUDO em um nível que só ele consegue. E agora os GMs da NBA tão entrando em pânico tentando descobrir como parar esse fenômeno.

    A corrida desesperada por uma solução

    Aqui que a coisa fica interessante. Não existe “stopper” pra Wembanyama — vamos ser realistas. Mas se tem um cara que pelo menos consegue incomodar fisicamente, esse cara é o Giannis Antetokounmpo. E coincidência ou não, o Greek Freak tá disponível no mercado há quase um ano.

    Um executivo do Oeste disse pro The Athletic algo que faz muito sentido: “Giannis é uma solução de matchup pro Wemby, então definitivamente consigo ver times considerando isso nas discussões sobre trocá-lo”.

    E eu sinceramente acho que essa lógica tá certa. Se você quer parar (ou pelo menos tentar parar) um alien de 2,24m, precisa de outro freak da natureza. Faz sentido, né?

    Milwaukee pode se beneficiar dessa histeria

    Os Bucks tavam numa situação complicada. Todo mundo sabe que o Giannis quer sair, mas ninguém tava oferecendo o que eles queriam. É difícil negociar quando você não tem muita barganha.

    Mas agora? Com o Wemby destruindo todo mundo nos playoffs e mostrando que os Spurs voltaram pra brigar por título nos próximos anos, a coisa mudou. Times que foram eliminados pelo San Antonio devem tá desesperados atrás de uma solução.

    Imagina se os Spurs passarem pelo Thunder na final do Oeste? O Oklahoma City tem grana e picks de sobra pra fazer uma oferta que o Milwaukee não consegue recusar.

    Os Timberwolves também já tão vendo que o que eles têm não é suficiente. E vocês acham que outros times do Oeste não tão pensando a mesma coisa?

    O efeito dominó que ninguém esperava

    O mais louco é que ninguém previu isso. Claro, todo mundo sabia que o Wembanyama ia ser especial, mas esperávamos que ele levaria uns anos pra chegar nesse nível de domínio total.

    Agora os GMs tão olhando pros próximos 5 anos e pensando: “Pra ganhar um anel, vou ter que passar por San Antonio”. E aí a pergunta fica: você tem peças pra enfrentar o Wemby?

    Na minha opinião, essa situação toda pode ser o que finalmente destrava o mercado do Giannis. Milwaukee pode conseguir uma proposta decente, e algum time desesperado pode fazer a loucura de trocar o futuro por uma chance de parar o francesão.

    E vocês, acham que o Giannis consegue mesmo incomodar o Wembanyama? Ou isso é só desespero dos GMs?

  • Caruso manda a real sobre jogar com SGA: ‘Vamos com nosso cara’

    Caruso manda a real sobre jogar com SGA: ‘Vamos com nosso cara’

    Olha, eu preciso falar uma coisa: Alex Caruso acabou de definir perfeitamente o que é ter um craque como Shai Gilgeous-Alexander do seu lado. Depois da vitória por 122-113 do Thunder sobre o Spurs no Jogo 2 das Finais da Conferência Oeste, o veterano soltou umas palavras que resumem exatamente por que esse time de Oklahoma City é tão especial.

    “Ele não precisa de ajuda pra ter confiança. Obviamente ele tem os títulos… sabemos que ele vai pegar a bola, eles sabem que ele vai pegar a bola e queremos que ele arremesse… ele já esteve lá antes, vai estar lá muitas vezes de novo e vamos com nosso cara”.

    Cara, isso aí é puro ouro vindo de alguém que já ganhou duas vezes a NBA. Caruso não é qualquer um falando — o cara conhece campeão quando vê um.

    SGA respondeu às críticas da melhor forma

    E o timing dessa declaração? Perfeito. Porque o SGA acabou de entregar uma aula depois de um Jogo 1 complicado. 30 pontos, 9 assistências, 4 rebotes, 2 tocos e 1 roubo de bola. Acertou 12 de 24 arremessos e praticamente carregou o Thunder nas costas pra empatar a série.

    No primeiro jogo, o cara teve uma noite difícil — 7 de 23 nos arremessos numa derrota em dupla prorrogação. Mas sabe o que ele fez? Assumiu a responsa total na coletiva. Nada de desculpa, nada de jogar a culpa pros outros. Pura maturidade de um bicampeão do MVP.

    Sinceramente, eu fico impressionado como esses caras conseguem virar a chave assim. De uma performance ruim direto pra uma masterclass. É isso que separa os bons dos gigantes.

    A confiança que todo time sonha ter

    O que mais me chama atenção na fala do Caruso é a naturalidade. “Sabemos que ele vai pegar a bola, eles sabem que ele vai pegar a bola”. Monstro, isso é o que todo técnico sonha em ter: um cara tão dominante que até o adversário sabe o que vai acontecer, mas não consegue parar.

    É tipo aqueles momentos do Kobe ou do Jordan — todo mundo no ginásio sabia quem ia decidir o jogo, mas mesmo assim não rolava de parar. SGA tá nesse nível agora, e ter veteranos como Caruso bancando publicamente faz toda a diferença pro vestiário.

    E vocês, acham que o Thunder consegue manter esse ritmo em San Antonio? Porque agora a série vai pro Texas empatada 1-1, e o Jogo 3 na sexta-feira promete ser insano. Uma coisa eu garanto: se depender da confiança que esse grupo tem no SGA, eles vão brigar até o fim.

  • Thunder vence mas Spurs mostram que não vão facilitar

    Thunder vence mas Spurs mostram que não vão facilitar

    Cara, que jogaço a gente viu ontem em Oklahoma City! Os Thunder levaram a melhor por 122-113, mas os Spurs fizeram questão de mostrar que essa série vai ser uma guerra até o final. E olha que eu achava que depois do primeiro jogo, San Antonio ia tomar uma surra.

    O Wembanyama, meu amigo, que jogador absurdo. 21 pontos, 17 rebotes e 6 assistências. Não foi o cestinha da noite, mas a presença dele no garrafão tava deixando os caras do Thunder completamente perdidos. Todo mundo chegava na área já antecipando o toco, vendendo falta, forçando arremesso. É impressionante como um cara de 20 anos consegue intimidar veteranos assim.

    Quando a coisa desandou

    O problema mesmo começou quando o Dylan Harper se machucou no terceiro quarto. O garoto tava organizando bem o ataque dos Spurs, jogando com mais controle que o Castle (que sinceramente tá forçando demais algumas jogadas). Sem ele, a ofensiva de San Antonio ficou meio perdida nos momentos decisivos.

    E convenhamos: 13 pontos de desvantagem não parece muito, mas contra esse Thunder jogando em casa, com a torcida pegando no pé, vira quase 26. A pressão lá é absurda.

    O show do Shai e a surpresa do Chet

    Depois de passar vergonha no jogo 1, o Shai Gilgeous-Alexander resolveu lembrar que é craque. 30 pontos em 50% dos arremessos, 9 assistências. Esse cara é um monstro quando tá no dia.

    Mas a grande surpresa mesmo foi o Chet Holmgren finalmente aparecendo na série. E o Alex Caruso? Cara, o maluco tava arremessando de 3 como se fosse o Klay Thompson no auge. Quando o banco do Thunder resolve colaborar assim, fica difícil pro adversário.

    Uma coisa me incomodou nos Spurs: por que diabos tirar o Wemby de quadra em momentos importantes? O cara jogou 49 minutos no primeiro jogo e não mostrou sinal de cansaço. É playoff, é final de conferência, deixa o fenômeno jogar! Ele aguenta a pressão tranquilamente.

    O que vocês acharam da lesão do Harper? Será que volta a tempo pro próximo jogo? Porque sem ele, o Castle vai ter que amadurecer rapidinho – e algumas dessas bolas perdidas no final não podem acontecer mais.

    Agora a série volta pra San Antonio empatada. E eu tenho a sensação de que a partir de agora, cada jogo vai ser decidido nos detalhes. Vai ser lindo de assistir!

  • Daigneault revela por que é apaixonado por Hartenstein

    Daigneault revela por que é apaixonado por Hartenstein

    Cara, o Mark Daigneault não consegue parar de falar bem do Isaiah Hartenstein — e depois do jogo de ontem, eu entendo completamente o porquê.

    Olha só a situação: no Jogo 1 contra o Spurs, o alemão jogou míseros 12 minutos. No Jogo 2? Boom, 27 minutos em quadra, 10 pontos, dominando o garrafão e fazendo aquela defesa física que todo mundo adora ver. E o mais impressionante? Zero drama entre um jogo e outro.

    O que faz Hartenstein ser especial

    Na minha opinião, o Daigneault acertou em cheio quando falou sobre o alemão. “Ele é um cara de time de verdade. Ao invés de só focar em assistência e pontos, ele entende as nuances do jogo, especialmente na defesa”, disse o técnico.

    E não é papo de técnico não — o cara realmente entende tudo. Fisicalidade dos dois lados da quadra, monstro no rebote, faz aqueles bloqueios que quebram o adversário. Sinceramente? Se você for listar tudo que um pivô moderno precisa ter, o Hartenstein tem. Simples assim.

    Mas o que mais me impressiona é a mentalidade dele. Imagina você ser cortado pra 12 minutos sem explicação e no jogo seguinte ter que render como se nada tivesse acontecido? “Ele nem piscou e voltou hoje à noite fazendo um jogaço”, contou Daigneault.

    A aposta de 87 milhões que deu certo

    Lembram quando o Thunder tirou ele do Knicks com aquele contrato de três anos e 87 milhões? Muita gente questionou, principalmente por causa do Chet Holmgren já estar lá.

    Dois pivôs tradicionais no mesmo elenco em 2024? Parecia meio ultrapassado. Mas o alemão tá provando que versatilidade e QI de jogo superam qualquer questão de “encaixe” no papel.

    Seja 27 minutos, 12 minutos ou qualquer coisa no meio termo — o cara entrega. E vocês acham que essa mentalidade de “soldado” do Hartenstein vai ser decisiva nessa sequência de playoffs? Porque eu tô começando a acreditar que sim.

    O Thunder tem algo especial entre as mãos, e não é só o talento — é a química que caras como o Hartenstein trazem pro vestiário.

  • Jalen Williams machuca de novo e preocupa Thunder nos playoffs

    Jalen Williams machuca de novo e preocupa Thunder nos playoffs

    Cara, que azar do Jalen Williams. O cara volta de uma lesão no tendão da coxa esquerda, joga um jogaço no Game 1 com 26 pontos, e aí no Game 2 contra o San Antonio… zás, machuca a mesma coxa de novo no primeiro quarto.

    Sinceramente? Tô preocupado com esse menino. O Thunder até ganhou por 122-113, mas perder o Williams assim, logo agora nos playoffs, é de dar dor de cabeça em qualquer técnico.

    O histórico de lesões preocupa

    Olha só o histórico desse cara na temporada: cirurgia no pulso na offseason, duas lesões no tendão da coxa direita, agora essa recidiva na coxa esquerda. Resultado? Jogou apenas 33 partidas na temporada regular. Pra um jogador que deveria ser peça-chave do Thunder, isso é muito pouco.

    E o pior é que quando tá saudável, o Williams é monstro mesmo. No Game 1, destruiu: 26 pontos, 7 rebotes em 37 minutos. Mostrou porque o Thunder aposta tanto nele. Mas aí vem essa recaída…

    Cason Wallace assume a responsabilidade

    O técnico Mark Daigneault teve que colocar o Cason Wallace no segundo tempo no lugar do Williams. Wallace é um rookie promissor, mas convenhamos — substituir um cara que acabou de fazer 26 pontos não é moleza.

    A pergunta que fica é: será que o Thunder forçou demais a volta do Williams? Seis jogos fora, volta, joga 37 minutos no Game 1… talvez tenha sido precipitado demais. O corpo do atleta tem seus limites, né?

    Agora é torcer pra que não seja nada grave e que o Williams volte logo. Porque sem ele, as chances do Thunder avançar nos playoffs ficam bem mais complicadas. E aí, vocês acham que foi erro médico ou só azar mesmo?

  • Mike Brown usa lições dos Warriors para destruir os Cavs no Jogo 1

    Mike Brown usa lições dos Warriors para destruir os Cavs no Jogo 1

    Cara, que jogaço foi esse Game 1 das Finais do Leste! Os Knicks viraram um jogo que tavam perdendo por 22 pontos e venceram na prorrogação por 115-104. E o mais louco? Mike Brown usou uma estratégia que aprendeu quando era assistente técnico dos Warriors contra James Harden.

    “Quando eu estava em Golden State e jogamos contra Houston, nós contávamos os dribles do James Harden”, revelou Brown após a vitória. “Falamos pros nossos caras que ele tava dribland quase mil vezes por jogo. Continuem pressionando ele na quadra toda e fazendo ele driblar. No final do jogo, isso ia cansar ele.”

    A estratégia anti-Harden funcionou de novo

    E funcionou mesmo, meu amigo. Jalen Brunson começou a forçar troca de marcação pra pegar o Harden e simplesmente destruiu no último quarto — 7 de 9 arremessos e 15 pontos só ali. Enquanto isso, Harden fez 1 de 6 e errou a única tentativa na prorrogação.

    Sinceramente, eu já vi essa estratégia funcionar nos playoffs de 2018 e 2019, mas ver ela sendo aplicada agora pelos Knicks é absurdo. Brown literalmente pegou o manual dos Warriors e aplicou contra seu ex-time.

    Kenny Atkinson cometeu erro de iniciante

    Do outro lado, Kenny Atkinson — que também veio dos Warriors — parece que esqueceu as lições de Steve Kerr. O cara deixou Harden jogar TODO o quarto período e a prorrogação. Donovan Mitchell ficou 17 minutos direto em quadra no final.

    E o pior: Atkinson segurou os timeouts que nem o Tite na Copa do Mundo. Deixou os Knicks fazerem uma corrida de 16-1 no quarto período antes de pedir tempo. Na prorrogação, esperou um 9-0 pra reagir. Cara, isso não é estratégia — é teimosia.

    Olha, eu entendo a filosofia do Kerr de não pedir timeout às vezes pra pegar a defesa desorganizada. Mas guardar timeout “por guardar” quando seu time tá derretendo? Aí não dá.

    Outras lições dos Warriors que Brown aplicou

    Os Knicks defenderam os cantos exatamente como os Warriors fazem há anos. Cleveland construiu aquela vantagem grande justamente porque os Knicks ajudavam demais e deixavam caras como Sam Merrill e Max Strus livres pra três.

    E no final? Brown foi small ball que nem o Kerr adora. Cinco armadores diferentes jogaram o último quarto. Três deles com 1,88m ou menos. Landry Shamet até acertou duas bolas de três na virada — e olha que o cabelo dele é quase tão doido quanto o do Brandin Podziemski!

    Uma coisa que me chamou atenção: Brown rodou o ataque pelo Karl-Anthony Towns, que acabou com 7 turnovers. Mas diferente de certo pivô dos Warriors que a gente conhece, pelo menos o KAT pegou 13 rebotes pra compensar.

    No fim das contas, quando a coisa apertou, Brown fez que nem Kerr sempre faz: deu a bola pro melhor jogador. Jalen Brunson assumiu a responsa e decidiu o jogo.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem se ajustar ou os Knicks vão aplicar essa pressão a série toda? Porque se for pra continuar assim, vai ser massacre.