Tag: Cooper Flagg

  • Ujiri demite Kidd e quer ver Irving jogando com Cooper Flagg

    Ujiri demite Kidd e quer ver Irving jogando com Cooper Flagg

    Masai Ujiri finalmente abriu o jogo sobre a demissão de Jason Kidd dos Mavericks. E cara, as declarações dele foram bem diretas — o cara queria uma “nova lousa” em Dallas.

    “Sendo transparente com todo mundo, acho que uma nova lousa era uma boa forma de enxergar isso”, disse Ujiri. “Às vezes sinto que nesta organização precisávamos de clareza sobre onde estamos indo. Precisamos realmente trabalhar em uma direção e como construir este time.”

    Olha, 205 vitórias e 205 derrotas em cinco temporadas. Não dá pra ser mais medíocre que isso, né? Kidd teve seus momentos, mas claramente não conseguiu elevar o nível dos Mavs consistentemente.

    A situação Dončić não pesou na decisão

    Uma coisa interessante: Ujiri deixou claro que a troca do Luka Dončić (que ainda não aconteceu, mas tem sido especulada) não influenciou na demissão do Kidd. “Honestamente, essa troca não teve nenhum papel em como pensei sobre qualquer coisa”, garantiu.

    Sinceramente? Acho que ele está sendo diplomático. É impossível separar completamente as duas situações quando você está reestruturando uma franquia inteira.

    Irving e Cooper Flagg: a dupla do futuro?

    Agora vem a parte mais curiosa das declarações do Ujiri. O cara está animado para ver como Kyrie Irving vai se encaixar jogando ao lado de Cooper Flagg — o jovem fenômeno que deve ser a primeira escolha do próximo draft.

    “Temos que descobrir como Kyrie se encaixa no nosso programa”, disse Ujiri. “Tive essas conversas com Kyrie. E acho que Kyrie vai se encaixar. Como disse antes, há uma enorme curiosidade em nossas mentes para ver como Kyrie se encaixa jogando com Cooper Flagg.”

    Mano, essa dupla pode ser explosiva ou explosiva no sentido errado — vocês sabem como o Kyrie pode ser imprevisível. Mas imaginem o talento puro: Irving com toda sua criatividade e Flagg com esse potencial absurdo que ele demonstra.

    O problema é que surgiram rumores de que os Mavs podem receber propostas pelo Irving. Com toda essa reestruturação rolando, nada está garantido em Dallas.

    Com Matt Riccardi também saindo da organização, Ujiri disse que está conversando com Michael Finley para mantê-lo na equipe. Uma coisa é certa: os Mavs estão mexendo no galinheiro todo. Resta saber se essa “nova lousa” vai dar certo ou se vai ser mais do mesmo.

  • Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Gente, saiu o All-Rookie First Team da temporada 2025-26 e não teve surpresa no comando: Cooper Flagg dos Mavericks liderou a galera toda. O cara que já tinha levado o prêmio de Rookie of the Year obviamente não podia ficar de fora dessa.

    Junto com o fenômeno dos Mavs, vieram mais quatro monstros: Cedric Coward (Grizzlies), VJ Edgecombe (Sixers), Dylan Harper (Spurs) e Kon Knueppel (Hornets). Cara, que safra absurda de rookies foi essa!

    Flagg mostrou por que foi primeira escolha

    O número 1 do draft de 2025 realmente botou pra quebrar em Dallas. Mesmo com o time não chegando nos playoffs — o que deve ter doído pra caramba —, o garoto fechou a temporada com médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Aproveitamento de 46.8% nos arremessos de quadra, mas aquele arremesso de 3 ainda precisa melhorar (29.5%).

    Sinceramente? Pra um rookie carregar tanto peso ofensivo logo de cara, esses números são surreais. E olha que ele só tem 19 anos ainda!

    As outras pérolas da safra

    Agora, Cedric Coward foi a grande surpresa pra mim. Ninguém esperava que ele ia explodir assim em Memphis — 13.6 pontos, 5.9 rebotes e 2.8 assistências em 62 jogos. O Grizzlies sempre teve bom olho pra achar diamante bruto.

    VJ Edgecombe encaixou que nem uma luva no backcourt da Filadélfia ao lado do Tyrese Maxey. E Dylan Harper? Meu amigo, jogar de shooting guard com Victor Wembanyama do seu lado deve ser um sonho — e ele aproveitou cada oportunidade em San Antonio.

    Mas quem quase roubou a parada foi Kon Knueppel. O cara ficou em segundo no ROY, perdendo só pro ex-companheiro de Duke, o próprio Flagg. Todo mundo achava que ele ia ser só um 3&D básico, mas o garoto surpreendeu: 18.5 pontos, 5.3 rebotes, 3.4 assistências com 47.5% de aproveitamento geral e 42.5% de 3. Que evolução!

    E aí, vocês acham que essa vai ser lembrada como uma das melhores safras de rookies da década? Pra mim, com certeza absoluta. Imagina esses caras daqui a uns 3-4 anos — vai ser uma guerra no Oeste e no Leste!

  • Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Cara, os calouros da temporada 2025-26 da NBA são simplesmente absurdos. Cooper Flagg não só confirmou todo o hype que vinha de Duke, como literalmente arrasou e foi escolha unânime pro First Team All-Rookie junto com mais quatro monstros.

    E olha que time se formou no Dallas! Flagg chegou nos Mavericks e já mostrou porque era considerado a joia número 1 do draft. O garoto tem 19 anos e joga com uma maturidade que impressiona — me lembra muito o LeBron quando chegou na liga, sabe?

    O quinteto dos sonhos rookies

    Junto com Flagg, o First Team veio completo: Kon Knueppel (Charlotte Hornets), VJ Edgecombe (Philadelphia 76ers), Dylan Harper (San Antonio Spurs) e Cedric Coward (Memphis Grizzlies). Todos unânimes, o que é coisa rara de ver.

    Harper no Spurs foi uma surpresa boa — imagina esse garoto aprendendo com Pop? Vai virar monstro. E o Edgecombe na Filadélfia… cara, os 76ers acertaram em cheio nessa escolha.

    O que mais me impressiona é como esses rookies chegaram já fazendo diferença. Normalmente a gente vê calouros sofrendo pra se adaptar, mas essa turma veio pra jogar desde o primeiro dia. Knueppel especialmente tem um arremesso de 3 que é pura arte.

    Second Team também tem qualidade de sobra

    No segundo time, Ace Bailey (Utah Jazz) deve estar roendo as unhas por não ter conseguido o primeiro time, mas convenhamos — a concorrência estava pesada. O garoto tem potencial de estrela, só precisa de mais consistência.

    Jeremiah Fears no New Orleans me chamou atenção também. Nome estranho, mas o jogo é sério. E o Maxime Raynaud no Sacramento? Francês de 2,11m que joga como pivô moderno — arremessa de longe e tem passe. Coisa linda de ver.

    Collin Murray-Boyles no Toronto e Derik Queen completando o time em New Orleans também merecem todos os elogios.

    Sinceramente, não lembro de uma classe de rookies tão forte assim desde 2003, quando veio LeBron, Carmelo, Wade e Bosh. Óbvio que ainda é cedo pra fazer essas comparações malucas, mas o potencial tá todo ali.

    E aí, quem vocês acham que vai ser o Rookie do Ano? Meu palpite fica com Flagg, mas Harper e Edgecombe também estão brigando forte. Vai ser uma disputa emocionante até o final da temporada!

  • Ujiri assume culpa por demitir Kidd: ‘Precisávamos de uma página limpa’

    Ujiri assume culpa por demitir Kidd: ‘Precisávamos de uma página limpa’

    Cara, que bomba nos Mavs. Masai Ujiri não quis jogar a responsabilidade pra ninguém — assumiu de cara que foi ele quem mandou Jason Kidd embora. E olha, eu respeito muito essa postura dele.

    “É muito justo dizer que essa decisão é minha”, falou Ujiri na coletiva de quarta-feira. “Não quero colocar isso em nenhum jogador, de jeito nenhum, nem em mais ninguém da organização.”

    Sinceramente? Achei interessante essa transparência toda. O cara chegou em Dallas, olhou tudo de cima a baixo com o GM Mike Schmitz, e decidiu que precisava mexer no time técnico. Cinco anos de Kidd à frente do time, incluindo aquela chegada nas Finals de 2023-24, mas mesmo assim Ujiri achou que era hora de mudar.

    Uma decisão difícil mas necessária

    Ujiri foi bem claro: não foi nada pessoal contra o Kidd. Pelo contrário, falou que foi uma “decisão muito, muito difícil”. Mas na visão dele, os Mavs precisavam de “clareza sobre onde estamos indo” ao invés de “muitas coisas misturadas”.

    E olha, faz sentido. Às vezes você precisa mesmo de um recomeço total, né? Ujiri disse que quer o time trabalhando “numa direção só” na construção do elenco e na criação de uma mentalidade vencedora.

    O que mais me chamou atenção foi ele falando que conversou com Cooper Flagg e Kyrie Irving sobre a decisão. Esses dois são os pilares da franquia agora, então faz todo sentido eles estarem no loop.

    E agora, quem vem?

    Ujiri não deu timeline específico, mas prometeu uma busca “abrangente” pelo novo técnico. Eu tô curioso pra ver quem eles vão trazer. Com Flagg e Irving no elenco, precisa ser alguém que saiba lidar com estrelas e ao mesmo tempo construir um sistema sólido.

    Uma coisa que achei bacana: perguntaram se a decisão teve a ver com Kidd estar ligado àquele negócio todo da troca do Luka Dončić (que pesadelo, né?), e Ujiri foi categórico que não. Também perguntaram se o interesse do Kidd no cargo que o próprio Ujiri assumiu influenciou, e a resposta foi a mesma: não.

    Vocês acham que foi a decisão certa? Kidd tinha seus méritos, mas talvez mesmo os Mavs precisem dessa “página limpa” que o Ujiri falou. Com Flagg e Irving, tem potencial pra fazer algo especial.

  • Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Flagg domina, mas Knueppel quebra recorde histórico de rookies

    Olha, já era mais do que esperado que o Cooper Flagg ia levar o prêmio de Rookie do Ano — o cara simplesmente destruiu na temporada. Mas o que me chamou atenção mesmo foi o Kon Knueppel quebrando um recorde que parecia intocável.

    A NBA divulgou o All-Rookie Team de 2025-2026 e, cara, que turma boa entraram na liga esse ano. Flagg obviamente liderou o primeiro time junto com Knueppel (Hornets), VJ Edgecombe (76ers), Dylan Harper (Spurs) e Cedric Coward (Grizzlies).

    Flagg fez o que todo mundo esperava

    21 pontos por jogo liderando todos os rookies. Sinceramente, eu já esperava isso do garoto — desde Duke você via que ele tinha algo especial. Os 6.7 rebotes e 4.5 assistências mostram que não é só cestinha, sabe jogar coletivo também. E aqueles 46.8% de aproveitamento? Monstro.

    Mas vou te falar, Dallas acertou em cheio nessa escolha. O cara já tá sendo peça fundamental no time.

    Knueppel quebrou tudo no arremesso de 3

    Agora o que me deixou de queixo caído foi o Knueppel. 273 bolas de três na temporada! Pra vocês terem noção, o recorde anterior era do Keegan Murray com 207 em 2022-23. O cara literalmente pulverizou a marca.

    42.5% do perímetro é coisa de maluco. E olha que não foi sorte não — foram mais de 80 tentativas, então é consistência mesmo. Charlotte pode ter encontrado um atirador especial aí.

    Edgecombe também fez bonito nos Sixers com 16 pontos de média em 75 jogos. Consistência é tudo na NBA, e o garoto provou que aguenta o tranco da temporada inteira.

    Harper e as enterradas que viraram meme

    Dylan Harper pode ter saído do banco na maior parte da temporada pelos Spurs, mas cara… essas enterradas que ele dava eram absurdas. Aquela que deixou o Dwyane Wade e a Candace Parker de boca aberta no Prime? Eu assisti umas 50 vezes, não vou mentir.

    13.6 pontos em 25.8 minutos é produção boa vindo do banco. San Antonio sempre soube desenvolver jovem, né? E Coward no Memphis também mostrou serviço com seus 13.6 pontos e 5.9 rebotes por jogo.

    No segundo time ficaram Jeremiah Fears (Pelicans), Ace Bailey (Jazz), Maxime Raynaud (Kings), Collin Murray-Boyles (Raptors) e Derik Queen (também Pelicans).

    E aí, quem vocês acham que vai ser o próximo a quebrar o recorde do Knueppel? Com a liga cada vez mais voltada pro arremesso de 3, não duvido que apareça alguém tentando chegar nas 300 bolas na próxima temporada!

  • Faxina completa em Dallas: quem vai treinar Cooper Flagg?

    Faxina completa em Dallas: quem vai treinar Cooper Flagg?

    Galera, aconteceu a bomba em Dallas. Jason Kidd, mesmo ganhando US$ 40 milhões de extensão ano passado, foi mandado embora pelos Mavericks. E junto com ele, foi todo mundo — pessoal do scouting, analytics, front office. Faxina completa mesmo.

    O responsável por essa mudança radical? Masai Ujiri, o novo presidente da franquia. O cara que fez milagre em Toronto tá querendo montar TUDO do seu jeito. E olha, conhecendo o histórico dele, pode dar muito certo.

    O padrão Ujiri de contratar técnico

    Vocês lembram de como o Ujiri trabalha? Em Toronto, ele contratou Nick Nurse (2018) e Darko Rajaković (2023). Nenhum dos dois era técnico principal antes, mas ambos eram vistos como estrelas em ascensão. Pelo jeito, ele não quer técnico “requentado” — quer descobrir o próximo fenômeno.

    E sinceramente, faz todo sentido. Com Cooper Flagg chegando (que monstro esse mlk), Dallas tem uma janela gigante pra construir algo especial. A pergunta é: quem vai ser o escolhido?

    Sean Sweeney: o favorito interno

    O nome mais quente é Sean Sweeney, que tá como assistente dos Spurs. E olha que curioso: o cara foi assistente do próprio Kidd em Dallas entre 2021 e 2025. Conhece a casa, conhece os jogadores.

    Sweeney é considerado um dos melhores assistentes da liga, especialista em defesa. O Chicago Bulls também quer conversar com ele, mas convenhamos — treinar Cooper Flagg em Dallas ou tentar salvar Chicago? Não tem nem comparação, né?

    As outras opções interessantes

    Micah Nori é outro nome forte. Cinco anos como braço direito do Chris Finch em Minnesota, e todo mundo na liga fala que ele merece uma chance como técnico principal. Pelo que tô vendo, tanto ele quanto Sweeney são vistos como futuros astars do coaching.

    Agora, tem um nome que quebra o padrão do Ujiri: Billy Donovan. O cara saiu do Chicago Bulls justamente porque queria treinar um time competitivo, com chances reais de playoffs. E Dallas com Flagg oferece exatamente isso.

    Donovan tá sendo cotado como favorito em Orlando também, mas imaginem a diferença: treinar o Magic ou pegar Cooper Flagg e tentar montar uma dinastia em Dallas? Eu sei qual eu escolheria…

    E aí, quem vocês acham que o Ujiri vai escolher? Apostam no padrão dele de apostar em técnicos promissores, ou vocês acham que a tentação de pegar um nome pronto como Donovan vai ser maior?

  • Fim de uma era: Jason Kidd deixa os Mavericks após mudança radical

    Fim de uma era: Jason Kidd deixa os Mavericks após mudança radical

    Gente, que reviravolta nos Mavericks! Jason Kidd e Dallas chegaram num acordo para se separarem — e olha, depois de toda aquela confusão com a troca do Luka Dončić pro Lakers, até que faz sentido mesmo.

    O cara ainda tinha quatro temporadas pela frente no contrato (uns 40 milhões de dólares), mas saiu poucos meses depois que a franquia mandou o GM Nico Harrison embora. Agora é o Masai Ujiri comandando as operações de basquete, com Mike Schmitz como novo gerente geral.

    A era Kidd em Dallas

    Sinceramente, o trabalho do Kidd foi bom pra caramba. Chegou em 2021 e já no primeiro ano levou os Mavs até as Finais da Conferência Oeste — aquele time do Luka era monstro mesmo. Ok, em 2023 ficaram fora dos playoffs (acontece), mas em 2024 voltaram com tudo e chegaram nas Finais da NBA.

    Aí veio fevereiro de 2025 e BAM: Harrison resolve trocar o Luka Dončić pelo Anthony Davis. Mano, eu ainda não acredito nessa troca. O Luka no Lakers? É surreal demais.

    Reconstrução total

    Agora o Ujiri tá reconstruindo tudo em volta do Cooper Flagg — que, diga-se de passagem, é um talento absurdo que eu tô doido pra ver na NBA. E claro, ele vai querer escolher o próprio técnico. Faz todo sentido.

    “Jason teve um impacto significativo nos Dallas Mavericks, tanto como jogador do Hall da Fama quanto como técnico que ajudou a levar a franquia de volta às Finais da NBA”, disse o Ujiri. Cara, pelo menos o cara foi elegante no comunicado. Reconheceu o trampo do Kidd.

    E vocês, acham que foi a decisão certa? Porque olha, com toda essa mudança radical nos Mavs, talvez seja mesmo melhor começar do zero. Agora Dallas se junta aos Bulls, Magic e Trail Blazers na lista de times procurando técnico. Mercado tá movimentado!

    Vai ser interessante ver quem o Ujiri vai escolher pra comandar essa nova fase dos Mavericks. Uma coisa é certa: depois de trocar o Luka, qualquer coisa pode acontecer em Dallas.

  • Mavs na 9ª escolha: o que diabos eles tão procurando?

    Mavs na 9ª escolha: o que diabos eles tão procurando?

    Olha só, o Draft de 2026 tá aí e os Dallas Mavericks vão pegar no 9º pick. E cara, que situação interessante pros texanos, né?

    Pensa comigo: eles já têm o Kyrie Irving fazendo magia com a bola e agora o Cooper Flagg chegou pra bagunçar tudo. Ou seja, não é que eles tão desesperados atrás do próximo LeBron da vida. O negócio agora é achar peças que se encaixem nesse quebra-cabeça.

    O que o lendário Blackman falou

    O Rolando Blackman — que é lenda por lá, né — deu uma entrevista que me chamou atenção. Segundo ele, “você tem o Cooper Flagg que sabe jogar, ponto final”. Mas aí vem o pulo do gato: os caras ao redor dele têm que saber passar a bola E ainda acertar uns arremessos quando a bola chegar neles.

    Faz sentido total. Imagina o Flagg ou o Kyrie descendo com tudo pro garrafão, atraindo dois marcadores, e aí os outros ficam parados igual cone? Não rola. Tem que ter gente que sabe finalizar as jogadas que esses monstros criam.

    Não é só sobre posição

    Aqui que fica legal: não necessariamente precisam de um armador. Hoje em dia, até os pivôs têm que saber tocar a bola igual guardinhas. Olha o Daniel Gafford e o Dereck Lively II — já tão nessa pegada mais moderna.

    E sinceramente? Com apenas 26 vitórias na temporada passada, eles não podem dar uma de frescos com posição não. É pegar o melhor disponível e pronto.

    O Draft de 2026 tá bem recheado, pelo que andei vendo. Tem nomes como o Brayden Burries do Arizona e o Labaron Philon Jr. do Alabama que podem cair nessa faixa. Qualquer um desses seria uma adição sólida.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que os Mavs devem ir no melhor jogador disponível ou focar em alguma posição específica? Eu tô curioso pra ver como eles vão montar esse time ao redor do Flagg. O futuro parece promissor em Dallas!

  • Gallo conta tudo: dos pesadelos no Garden aos melhores defensores

    Gallo conta tudo: dos pesadelos no Garden aos melhores defensores

    Cara, que nostalgia. Acabei de bater um papo com Danilo Gallinari e, sinceramente, foi uma das conversas mais legais que já tive sobre basquete. O italiano — que começou a carreira justamente no Knicks — tava super de boa pra falar sobre tudo.

    Primeiro, parabéns pra ele que acabou de ganhar um título na liga de Porto Rico! Quando comentei sobre isso, o cara ficou até surpreso que alguém sabia. Deu aquele sorrisão genuíno, sabe? Isso que é humildade.

    O Pesadelo de Fevereiro de 2009

    Agora, preparem-se para a história mais brutal de estreia na NBA que vocês já ouviram. O Gallo chegou no Knicks em 2008 e, cara… que recepção diabólica!

    Imaginem a cena: primeira semana de fevereiro de 2009. Kobe Bryant chega no Garden e mete 61 pontos — na época, o maior placar de um visitante na arena. Dois dias depois, LeBron James aparece e faz 52 pontos com 11 assistências. Na sexta, o Boston Celtics campeão vem e atropela os Knicks por 110-100.

    “Quando a maioria das pessoas pensa numa recepção, é algo bom”, brincou o Gallinari. “A minha foi… diferente.”

    E olha que ele lembra de cada detalhe até hoje! Isso que é trauma (risos). Mas também imaginem a loucura de um garoto de 20 anos dividir a quadra com essas lendas todas noites. Deve ter sido assustador e incrível ao mesmo tempo.

    Os Defensores Mais Cascudos da Liga

    Perguntei pro Gallo qual foi o defensor mais difícil que ele enfrentou. Ele pausou uns segundos e soltou: “Metta World Peace.” Depois veio a lista dos pesadelos: Tony Allen, Kawhi Leonard, Draymond Green.

    Faz todo sentido, né? O cara era um ala de 2,08m super versátil — sabia driblar, arremessar de três, jogar de costas pros menores. Óbvio que ia pegar os melhores defensores da liga sempre.

    Na minha opinião, o Gallinari foi um dos forwards mais subestimados da década de 2010. Durante dez temporadas, o monstro fez média de 16.7 pontos por jogo! E isso enfrentando esses caras aí toda noite.

    Cooper Flagg é o Novo Gallinari?

    A parte mais engraçada foi quando perguntei se algum jogador atual lembra ele. “Cooper Flagg”, respondeu na lata, antes de rir. “Só que ele fez mais posterizadas que eu quando rookie.”

    Interessante essa comparação, não acham? Flagg também tem essa versatilidade toda — pode jogar em várias posições, dribla bem, arremessa. E vocês, concordam com essa análise?

    O Gallo também comentou que se jogasse na NBA de hoje, com esse ritmo alucinado e espaçamento, teria se dado ainda melhor. Mas deu os créditos pro Mike D’Antoni, que já implementava um estilo parecido nos Knicks.

    Cara, bateu uma saudade do prime do Gallinari. Era um jogador completamente diferenciado na época dele.

  • Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Cooper Flagg curtindo férias com possível namorada nas Turks e Caicos

    Olha, depois de uma temporada de estreia absolutamente monstruosa na NBA, Cooper Flagg resolveu dar uma relaxada — e pelo jeito não tá sozinho nessa. O jovem craque dos Mavericks apareceu nas redes sociais curtindo as Turks e Caicos com quem parece ser sua nova namorada, Arianna Roberson.

    A galera percebeu a conexão quando os dois postaram fotos no mesmo lugar — aqueles balanços famosos sobre o mar em Noah’s Ark — no mesmo dia. Claro que eles foram espertos e não postaram foto juntos (ainda), mas qualquer um que acompanha as redes conseguiu ligar os pontos facilmente.

    Conexão Duke que pode ter virado romance

    A história faz todo sentido quando você para pra pensar. Arianna é pivô do time feminino de Duke e eles se conheceram quando eram calouros em 2024-25. Ou seja, rolou aquela química de campus mesmo. Ela, aliás, não é qualquer uma no basquete — irmã do ex-NBA Andre Roberson, que jogou principalmente no Thunder.

    Sinceramente? Acho massa ver o Cooper relaxando assim. O garoto de 19 anos teve uma pressão absurda na primeira temporada — foi pick número 1, virou Rookie of the Year e ainda entrou pra história ao lado do Michael Jordan como os únicos calouros a liderar o time em pontos, rebotes, assistências e roubos de bola.

    Números que impressionam, mas playoff que decepciona

    Falando em números, o que o Flagg fez em sua primeira temporada foi simplesmente absurdo: 21 pontos por jogo com 46% de aproveitamento, mais 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Estatísticas de veterano, não de calouro.

    Mas né, individual é uma coisa, coletivo é outra. Dallas ficou de fora dos playoffs pelo segundo ano consecutivo desde aquela final perdida em 2023-24. Deve ter sido frustrante pra ele, mas pelo menos agora tá aproveitando as férias bem merecidas.

    E aí, vocês acham que essa parceria Duke vai dar certo? Eu sempre torço pelos casais que se conheceram na faculdade — tem algo de especial nisso, né?