Tag: Cooper Flagg

  • Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Mavs perderam no ‘cara ou coroa’ e agora tá difícil pro Draft

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: os Dallas Mavericks conseguiram a façanha de fazer TUDO errado nessa temporada. E agora pagaram o preço no pior momento possível.

    Os caras terminaram empatados com o New Orleans em 26 vitórias e 56 derrotas. Sabe o que acontece quando você empata na NBA? Vai pro sorteio. Não é literalmente cara ou coroa — a liga usa aquelas bolinhas de ping-pong lá em Nova Jersey, mas o resultado é o mesmo: sorte pura decidindo o futuro do seu time.

    A hesitação custou caro

    E adivinha? Dallas perdeu.

    Agora eles entram na loteria do Draft com a 8ª melhor probabilidade ao invés da 7ª. “Ah, mas é só uma posição”, vocês podem pensar. Mano, essa uma posição faz TODA a diferença no mundo.

    Na 7ª posição, você tá relativamente protegido de uma queda feia. Na 8ª? Não tá não. A probabilidade de cair pro 9º-11º lugar aumenta muito, principalmente com esse formato da loteria que permite times atrás de você pularem pro top 4. É aí que a coisa fica séria.

    Eles já sabem como isso pode mudar tudo

    E o mais doído? Dallas viveu exatamente isso ano passado, só que do lado bom. Eles empataram com Chicago, ganharam o sorteio, ficaram com as melhores odds… e acabaram pescando o Cooper Flagg em 1º lugar! Mudou completamente o rumo da franquia.

    Agora estão do lado ruim da moeda. E olha que frustrante: isso não era inevitável. Os Mavericks tiveram a temporada inteira pra decidir se iam competir ou tankar. Fizeram nem uma coisa nem outra. Ficaram naquele meio termo maldito que na NBA é o pior lugar possível.

    Pegaram umas vitórias a mais no final da temporada (quando deviam estar perdendo de propósito) e agora deixaram algo tão importante assim nas mãos do acaso. Que estratégia é essa, gente?

    Agora é torcer e rezar

    Claro que ainda dá pra sonhar. Dallas ainda tem chance de pular pro top 4, ainda pode dar tudo certo. Mas as chances de deslizar na classificação aumentaram muito. E num Draft que vai ser crucial pra construir um time ao redor do Flagg, cada posição conta demais.

    É isso aí: uma temporada inteira de decisões ruins pode ser resumida numa única frase: os Mavericks flertaram com o sucesso e com o fracasso, e no final não conquistaram nem um nem outro. Agora é torcer pra sorte estar do lado deles na loteria.

    E vocês, acham que Dallas ainda consegue um top 4 ou vai se dar mal mesmo?

  • VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    Olha só que notícia boa chegou pra gente! VJ Edgecombe, o jovem dos Sixers, foi nomeado finalista para o prêmio de Rookie of the Year da temporada 2025-26. E sinceramente? Mereceu demais.

    O garoto de 20 anos dividirá a disputa com Cooper Flagg (Dallas Mavericks) e Kon Knueppel (Charlotte Hornets). Três nomes que movimentaram a liga nesta temporada, mas vamos combinar — só um deles levou seu time pros playoffs, né?

    Os números não mentem

    Edgecombe foi simplesmente um monstro durante toda a temporada regular. Liderou TODOS os rookies em minutos jogados — o que já diz muito sobre a confiança que o Philadelphia depositou nele desde o começo.

    Em 75 jogos, o cara cravou médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubadas de bola. Entre os calouros que jogaram pelo menos 20 partidas, ficou em terceiro lugar tanto em pontos quanto em assistências por jogo. E pasmem: foi o primeiro em roubos de bola por partida.

    Pra mim, essa versatilidade defensiva faz toda a diferença. Não é só meter a bola na cesta — o maluco contribui em ambos os lados da quadra.

    A concorrência é pesada

    Flagg nos Mavs teve números um pouco melhores no ataque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas convenhamos, Dallas teve uma temporada horrível com 26 vitórias e 56 derrotas. Fica mais fácil inflar os números quando seu time não disputa nada, não acham?

    Já Knueppel em Charlotte mostrou que o arremesso de 3 continua sendo sua marca registrada — 42.5% do perímetro é coisa de outro mundo. Cravou 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Pena que os Hornets não passaram do play-in do Leste.

    E aí está a grande diferença: dos três finalistas, só Edgecombe conseguiu levar sua equipe para os playoffs de verdade. Tá, o Sixers tomou uma surra no primeiro jogo contra Boston (ai, que dor), mas chegaram lá.

    Tradição em ROY

    Se Edgecombe levar essa, será o quarto Rookie of the Year da história dos Sixers. A franquia já teve Allen Iverson (1997), Michael Carter-Williams (2014) e Ben Simmons (2018) levando o prêmio.

    Cara, imaginem se ele realmente ganhar? Seria o coroamento perfeito para uma temporada de estreia sensacional. O resultado sai em breve, e eu tô aqui na torcida — vocês acham que ele tem chances reais de levar?

  • Wemby MVP e Cooper Flagg ROTY em 2026? Essa previsão me deixou maluco

    Wemby MVP e Cooper Flagg ROTY em 2026? Essa previsão me deixou maluco

    Gente, acabei de ler uma previsão de awards da NBA para 2026 que me deixou de queixo caído. O Kevin O’Connor, analista veterano da liga, já tá botando suas fichas no Victor Wembanyama como MVP e no Cooper Flagg como Calouro do Ano. E olha, eu tô aqui pensando se isso não é loucura demais ou se faz todo sentido do mundo.

    Cooper Flagg: o fenômeno que pode quebrar tudo

    Cara, vamos falar do elefante na sala primeiro. O Flagg ainda nem foi draftado e o cara já tá sendo cotado pra ROTY de 2026! Segundo a projeção, ele vai parar no Dallas — que por sinal deve estar num rebuild pesado depois de trocar o Luka Dončić (imaginem só essa loucura).

    A estatística que me chamou atenção? 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências por jogo. Como CALOURO. O último rookie a liderar o time em pontos, rebotes, assistências e roubadas de bola foi ninguém menos que Michael Jordan. Monstro!

    Mas aqui entre nós: será que o Dallas consegue mesmo desenvolver um talento desses no meio de toda essa reconstrução? Porque pelo que tá sendo projetado, o cara vai entrar numa situação bem complicada, com veteranos sendo poupados e todo mundo sabendo que ele é a única ameaça real da equipe.

    A briga pelo ROTY vai ser insana

    O que mais me impressionou foi saber que essa decisão não tá fácil nem um pouco. O Kon Knueppel, que deve ir pro Charlotte, tá sendo cotado como uma ameaça real. O maluco tem 63.3% de true shooting — isso é absurdo pra um rookie! Enquanto o Flagg fica com 54.8%, que ainda é respeitável considerando que ele vai ter que criar muito mais jogadas.

    Sinceramente, acho que essa disputa vai ser uma das mais emocionantes dos últimos anos. Flagg com números brutos maiores mas menos eficiência, Knueppel mais eficiente mas em papel mais fácil. Vocês acham que os números brutos pesam mais ou a eficiência?

    E o Wemby como MVP? Faz sentido

    Agora, sobre o Wembanyama como MVP… cara, isso não me surpreende tanto assim. O francês já mostrou nos primeiros anos que tem tudo pra dominar essa liga. Se em 2026 ele tiver 22-23 anos e o San Antonio conseguir montar um time competitivo ao redor dele, por que não?

    O que me deixa curioso é ver como essa geração de jovens talentos vai se desenvolver. Temos o Wemby que já tá na liga, o Flagg chegando com todo esse hype, e outros nomes que ainda vão aparecer.

    Olha, eu sei que é muito cedo pra esse tipo de previsão, mas não vou mentir: já tô animado só de imaginar essa temporada de 2025-26. E vocês, o que acham? Essas previsões fazem sentido ou é hype demais?

  • LaMelo convenceu Charlotte a draftar Kon Knueppel – e acertou em cheio

    LaMelo convenceu Charlotte a draftar Kon Knueppel – e acertou em cheio

    Gente, vocês sabiam que o LaMelo Ball praticamente fez o trabalho de scout dos Hornets? Pois é, saiu uma história da ESPN essa semana que mostra como o armador foi fundamental na escolha do Kon Knueppel no draft de 2025. E olha, que sacada absurda do garoto.

    A situação foi mais ou menos assim: Charlotte tinha apenas 14% de chance de pegar a primeira pick (assim como Jazz e Wizards), mas mesmo antes da loteria rolar, LaMelo já tava martelando no ouvido do GM Jeff Peterson sobre um cara específico do Duke.

    “Esse moleque é diferente”

    Enquanto todo mundo babava pelo Cooper Flagg – que realmente era o consenso número 1 -, o Melo ficava falando do Knueppel pra quem quisesse ouvir. Cara, o armador assistiu vários jogos do Duke durante a temporada e ficou impressionado com o QI de jogo do forward. “Esse cara entende de basquete de verdade”, deve ter pensado.

    E Peterson confirmou que LaMelo foi cirúrgico na análise: “Ele foi muito detalhado explicando por que gostava dele. E foi ainda mais impressionante porque tinha outros caras que ele não destacou da mesma forma. Ele pode ter futuro no front office se quiser”.

    Sinceramente? Eu não esperava essa do LaMelo. O garoto sempre foi criticado pelo jogo meio solto, aquela atitude às vezes não muito séria, mas QI de basquete nunca faltou pra ele.

    A combinação perfeita

    E cara, como deu certo! Charlotte saltou de 19-63 para 44-38 nesta temporada, garantindo vaga no Play-In. Knueppel virou peça-chave nessa transformação com aquele arremesso de 3 letal e uma maturidade tática impressionante pra um rookie.

    A química entre LaMelo, Brandon Miller e Knueppel tá funcionando que é uma beleza. O Duke kid joga sem ego, abre espaço pra todo mundo, e transformou Charlotte numa pedreira de se enfrentar. Imaginem se eles passarem do Play-In e pegarem uma primeira seed nos playoffs?

    Claro, a gente nunca vai saber como seria com o Flagg no lugar. O garoto tem potencial de superestrela mesmo, mas será que encaixaria tão bem quanto o Knueppel nesse sistema? Difícil dizer.

    O que importa é que LaMelo mostrou que entende muito de basquete – e que Charlotte finalmente achou a peça que faltava pro quebra-cabeças. Os Hornets viraram um time pra se ficar de olho no Leste, independente do que rolar nessa pós-temporada.

    E aí, vocês acham que LaMelo tem futuro como executivo quando pendurar as chuteiras?

  • Dallas virou a capital do basquete com 3 primeiras escolhas do draft

    Dallas virou a capital do basquete com 3 primeiras escolhas do draft

    Cara, Dallas tá vivendo um momento ABSURDO no basquete. Três primeiras escolhas gerais do draft na mesma cidade? Isso é coisa de videogame, não é possível.

    Ontem à noite rolou o draft da WNBA de 2026, e o Dallas Wings simplesmente pegou a Azzi Fudd como primeira escolha geral. Mas ó, a parada fica mais louca: ela vai se reunir com a Paige Bueckers, que também foi primeira escolha do Wings no ano passado. Duas número 1 consecutivas no mesmo time — elas já jogaram juntas em UConn e agora vão tentar montar uma dinastia no Texas.

    Os Mavericks também entraram na brincadeira

    O pessoal do Mavericks não perdeu tempo e já postou no X: “Whole lotta No. 1s in Dallas!” (traduzindo: “Um monte de números 1 em Dallas!”). E não é mentira não — eles têm o Cooper Flagg, que foi a primeira escolha do draft da NBA em 2025.

    Flagg tá mostrando porque foi número 1: 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências por jogo na temporada de estreia. E teve aquele jogo MONSTRO contra o Orlando Magic onde ele fez 51 pontos — primeiro adolescente na história da NBA a passar dos 50. Absurdo demais.

    Azzi Fudd é puro talento

    A Azzi não fica atrás não. Na última temporada em UConn, ela liderou toda a NCAA com 117 cestas de três pontos e teve média de 17.7 pontos por jogo. Ok, o time perdeu na Final Four pra South Carolina (62 a 48, dói só de lembrar), mas ela converteu 45.5% dos arremessos de três em 39 jogos como titular. Esses números são de outro planeta.

    Imagina só: Paige Bueckers armando o jogo e Azzi Fudd espalhando a defesa com aquele arremesso certeiro de longa distância. O Wings tem tudo pra virar uma potência na WNBA.

    Sinceramente, Dallas nunca teve tanto talento concentrado assim. Com o Flagg fazendo highlight reels toda noite no American Airlines Center e agora esse duo das ex-UConn no Wings, a cidade virou oficialmente a capital do basquete americano. E aí, vocês acham que esse trio de primeiras escolhas vai conseguir trazer títulos pra Dallas?

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde fim de temporada histórica

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde fim de temporada histórica

    Cara, que azar do Cooper Flagg. O garoto que tava tendo uma temporada de rookie absolutamente monstruosa acabou de machucar o tornozelo no último jogo da temporada regular dos Mavs, contra o Chicago. Saiu mancando no segundo quarto e não voltou mais.

    Olha, eu tava acompanhando essa temporada do Flagg desde o começo, e sinceramente? O moleque é um fenômeno. Com apenas 19 anos, ele tava fazendo coisas que a gente só vê uma vez a cada década na liga.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 21.0 pontos, 5.4 rebotes e 4.5 assistências de média em 70 jogos. Pra um rookie, isso é absurdo. Mas o que mais me impressiona não são só os números — é a maturidade do garoto em quadra.

    Lembra daqueles dois jogos no penúltimo fim de semana da temporada? O maluco fez 96 pontos em duas partidas. NOVENTA E SEIS! E ainda teve o jogo de 51 pontos contra o Orlando, se tornando o primeiro adolescente na história da NBA a fazer 50+ numa partida. Monstro demais.

    Na minha visão, isso que ele fez contra os Lakers foi histórico também. 45 pontos contra o LeBron e ainda passou o King no número de jogos de 40+ pontos para um adolescente. Imagina a pressão de jogar contra seu ídolo e ainda assim dominar daquele jeito?

    Temporada dos Mavs foi uma decepção

    Agora, vamos ser honestos — a temporada dos Mavs como um todo foi bem frustrante. Começaram com expectativas altíssimas, mas as lesões destruíram tudo. O Anthony Davis passou mais tempo no departamento médico que em quadra, e acabou sendo trocado pro Washington. O Kyrie Irving? Nem jogou, depois daquela lesão feia no joelho em março do ano passado.

    Mas sabe o que mais me impressiona? Mesmo com o time desandando, o Flagg nunca abaixou a cabeça. Continuou jogando no mais alto nível, fazendo história toda semana.

    A briga pelo ROY tá pegando fogo

    E aí, vocês acham que ele leva o Rookie of the Year? A disputa com o Kon Knueppel (que foi seu companheiro em Duke, inclusive) tá bem acirrada. Eu ainda acho que o Flagg leva — os números falam por si só, e aqueles jogos históricos que ele fez devem pesar bastante na votação.

    O cara já tinha mostrado que era diferenciado em Duke, levando o time até a Final Four e sendo apenas o quarto calouro da história a ganhar o prêmio de melhor jogador universitário do país. Na NBA, só confirmou que veio pra ficar.

    Espero que essa lesão no tornozelo não seja nada sério e que ele volte 100% pra próxima temporada. Porque sinceramente? Com esse nível de jogo, os Mavs podem estar construindo algo especial ali em Dallas.

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e encerra temporada rookie

    Cara, que fim de temporada complicado pro Cooper Flagg. O garoto que chegou com toda a expectativa em Dallas acabou machucando o tornozelo esquerdo no último jogo da temporada contra o Bulls, domingo passado.

    Foi uma dessas jogadas chatas que a gente odeia ver. O Flagg foi disputar um rebote, aterrisou torto e pronto — saiu mancando direto pro vestiário. Nem voltou mais pra quadra. Sinceramente, deu até uma dor no coração ver o mlk saindo assim depois de uma temporada que, convenhamos, já não tava fácil pros Mavs.

    Números que impressionam mesmo assim

    Olha, mesmo com essa temporada difícil do Dallas (25-56, longe pra caramba dos playoffs), o Flagg mostrou por que era tão esperado. Média de 21.2 pontos e 6.7 rebotes em 69 jogos? Monstro demais pra um rookie.

    E tem mais: o cara se tornou o mais novo jogador da história da NBA a fazer 50 pontos em um jogo. Foram 51 contra o Magic no começo do mês. Absurdo total. Na minha opinião, isso já garante ele na briga pelo Rookie of the Year — mesmo com a concorrência do Kon Knueppel, que inclusive era companheiro dele em Duke.

    O que vem por aí?

    Por enquanto, ninguém sabe a gravidade da torção. Pode ser só um susto ou algo mais sério. De qualquer forma, a temporada já tinha acabado mesmo pra Dallas — estavam mais de 10 jogos atrás das vagas do play-in no Oeste.

    O que me deixa empolgado é pensar no potencial desse garoto. 1.473 pontos na temporada rookie? Isso é coisa de craque. E vocês acham que ele consegue levar o prêmio de calouro do ano mesmo com essa lesão no final?

    Uma coisa é certa: Dallas tem uma joia nas mãos. Agora é torcer pra esse tornozelo sarar logo e pro Flagg voltar ainda mais forte na próxima temporada. O futuro dos Mavs pode estar nas mãos desse mlk de 19 anos.

  • Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde os playoffs da NBA

    Cooper Flagg machuca o tornozelo e perde os playoffs da NBA

    Cara, que azar desgraçado. Cooper Flagg, a primeira escolha do Draft e favorito absoluto ao prêmio de Calouro do Ano, torceu o tornozelo esquerdo no último jogo da temporada regular dos Mavericks contra o Bulls e tá fora dos playoffs.

    O moleque se machucou tentando fazer uma das jogadas mais bonitas do basquete — pegar o próprio rebote ofensivo pra converter a cesta. Só que na hora de descer, pisou torto entre dois defensores do Chicago. Deu pra ver que doeu só de olhar a cara dele no chão.

    Numbers de rookie sensacional

    Olha, mesmo com esse final amargo, o que o Flagg fez na temporada de estreia foi simplesmente absurdo. Média de 21 pontos, 5.4 rebotes, 4.5 assistências e 1.2 roubos de bola em 70 jogos. Liderou Dallas em praticamente tudo — pontos totais, rebotes, assistências e roubos. Ficou apenas 5 tocos atrás do Daniel Gafford!

    Sinceramente, não esperava que um rookie se adaptasse tão rápido à liga. Tem jogador veterano que não consegue esses números, imagina um moleque de 19 anos na primeira temporada.

    Disputa acirrada pelo prêmio de Rookie

    Agora vem a parte interessante: a briga pelo Rookie of the Year tá pegando fogo. Do outro lado temos o Kon Knueppel — que por acaso foi companheiro de quarto do Flagg em Duke. Os caras dividiam apartamento na faculdade e agora disputam o prêmio principal da NBA. Isso é roteiro de filme!

    Knueppel teve números também impressionantes no Charlotte: 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências. Mas o que mais impressiona é que o cara quebrou o recorde de rookies com 273 bolas de três convertidas. É muita pancada de longe!

    E aí, galera, quem vocês acham que leva? O Flagg com números mais completos ou o Knueppel com essa chuva de três? Vai ser uma votação apertada demais.

    O que dói mesmo é saber que não vamos ver esse monstro nos playoffs. Dallas tinha tudo pra fazer barulho com o talento do garoto, mas lesão é algo que a gente nunca sabe quando vai aparecer. Torcer pra ser só um susto e ele voltar 100% na próxima temporada.

  • Dwight Powell virou prefeito dos Mavs e eu tô adorando

    Dwight Powell virou prefeito dos Mavs e eu tô adorando

    Olha, quando você tem uma temporada que nem a dos Dallas Mavericks, você meio que desiste de ficar olhando tabela e começa a procurar outros motivos pra acompanhar o time. E cara, eu achei o motivo perfeito: Dwight Powell.

    Sério, esse cara virou tipo o prefeito não-oficial de Dallas — e não sou eu que tô falando isso, foi o próprio Klay Thompson que soltou essa no Instagram dos Mavs algumas semanas atrás. Mas vou te contar por que isso faz todo sentido.

    O cara que conhece Dallas de verdade

    Teve um vídeo dos caras falando sobre restaurantes favoritos. A galera toda falando de steakhouse perto do American Airlines Center, coisa básica mesmo. Aí vem o Powell e manda um “Uchi” na lata. Mano, o cara SABE onde tá a boa em Dallas. Conhece a cidade de verdade, não fica só na zona de conforto dos restaurantes óbvios.

    Powell tá em Dallas desde 2015, cara. É disparado o jogador há mais tempo no elenco dos Mavs. Já viu de tudo por lá — menos um título, que por pouco não rolou em 2024. O homem é praticamente uma instituição texana a essa altura.

    E olha, eu nem quero saber de estatística dele não. Plus/minus, percentual de arremesso, essas paradas todas… deixa pra lá. O que importa é o POWELL rating, e esse tá lá em cima.

    Vibes que salvam a temporada

    Porque vamos combinar: essa temporada dos Mavericks não tá sendo sobre vitórias mesmo. Não vai ter playoffs, não vai ter heroísmo no fim de jogo. Nem aquele 41-41 que te dá uma esperancinha pro ano que vem.

    Mas sabe o que tem? Diversão. O Cooper Flagg mostrando que pode ser superstar (inclusive com um jogo de 50 pontos recentemente — absurdo). Os caras da G League subindo e fazendo a festa, mesmo sendo inconsistentes. E principalmente, tem o Powell ali segurando as pontas do astral.

    É isso que eu curto no basquete às vezes. Quando o time não tá ganhando, pelo menos que seja gente boa de acompanhar. E Powell é exatamente isso — o cara que mantém o clima leve, que conhece a cidade, que tá ali há uma década criando cultura.

    Vocês acham que existe jogador mais “vibe” que o Powell nessa liga? Eu sinceramente duvido. O homem é tipo aquele amigo que sempre sabe onde ir, sempre tá de bom humor, sempre faz a galera se sentir em casa.

    Pode não ser o maior cestinha do mundo, mas como prefeito dos Mavs? Disparado o melhor da história.

  • Mavs tomam cacete dos Spurs: Flagg brilha mas Wemby foi absurdo

    Mavs tomam cacete dos Spurs: Flagg brilha mas Wemby foi absurdo

    Cara, que massacre foi esse ontem à noite em San Antonio. Os Mavs levaram uma surra de 139-120 dos Spurs, e olha que começou até equilibrado — mas quando Victor Wembanyama resolve jogar basquete, não tem jeito mesmo.

    Os caras de Dallas entraram desfalcadíssimos. P.J. Washington, Naji Marshall, Klay Thompson — todo mundo na enfermaria. Temporada já acabou mesmo, né? Com 25 vitórias em 81 jogos, é praticamente impossível piorar. Mas aí que tá: mesmo nessa situação, teve coisa boa pra tirar do jogo.

    Cooper Flagg não tá de brincadeira

    Mano, esse garoto é um monstro. 33 pontos em 52% de aproveitamento, quase o dobro de arremessos do segundo colocado do time (Ryan Nembhard). E o mais importante: não forçou nada. Cinco assistências também, jogando dentro do sistema.

    Sinceramente, se esse moleque não ganhar o ROY vai ser uma injustiça histórica. Tá claro que os Mavs tão dando mais bola pra ele nessas últimas partidas justamente pra empurrar a candidatura. E funciona — porque o cara simplesmente entrega.

    É surreal pensar que ele pode ficar de fora do prêmio. Vocês acham que a campanha ruim do time pode prejudicar ele? Porque pelo que tô vendo, não deveria.

    Wembanyama fez o que quis

    Victor jogou “só” 26 minutos (era pra ser 20, mas né…) e mesmo assim foi decisivo. O francês tava pegando fogo desde o primeiro quarto, ajudou os Spurs a abrirem 11 pontos na primeira parcial e depois simplesmente controlou o jogo quando precisava.

    No terceiro quarto rolou aquela sequência absurda: nove posses seguidas convertidas pelos Spurs. Foi aí que acabou qualquer esperança dos Mavs, que até tinham conseguido encostar no segundo período (39 pontos no segundo quarto — não tava brincadeira).

    O quarto período virou garbage time completo. AJ Johnson, Tyler Smitth e John Poulakidas comandaram os últimos minutos, e pelo menos não foi um vexame total (perderam a parcial só por 31-27).

    Max Christie aprendendo com Klay

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Max Christie. O cara tá claramente absorvendo as lições do Klay Thompson — principalmente sobre soltar o arremesso mais rápido. Converteu 4 de 7 tentativas do perímetro, e uma delas foi com o Wemby vindo pra cima dele no corner. Só rede.

    Olha, os Mavs estão no fundo do poço em tudo relacionado a bolas de três. Se o Christie conseguir virar uma opção confiável no perímetro, já é alguma coisa positiva pra próxima temporada. Ter o Klay como professor não é qualquer coisa, né?

    E aí, vocês acham que dá tempo do Flagg conquistar o ROY ainda? Ou o prejuízo da temporada horrível dos Mavs vai pesar demais na votação?