Tag: Cooper Flagg

  • Cooper Flagg faz história: 51 pontos aos 19 anos é ABSURDO

    Cooper Flagg faz história: 51 pontos aos 19 anos é ABSURDO

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Cooper Flagg, esse moleque de 19 anos do Dallas Mavericks, simplesmente fez história na NBA de uma forma que ninguém esperava.

    51 pontos. Cinquenta e um. Aos 19 anos e 103 dias de idade.

    O garoto se tornou o mais jovem jogador da história da NBA a fazer um jogo de 50+ pontos. E olha que não foi pouco — foram 51 pontos, 6 rebotes, 3 assistências e 3 roubos de bola numa derrota por 138-127 pro Orlando Magic. Sim, perderam o jogo, mas cara… que performance foi essa?

    Um feito histórico que poucos conseguiram

    Flagg agora faz parte de um grupo seleto de apenas nove calouros na história da liga a marcar 50+ pontos. A lista é de dar inveja: Wilt Chamberlain, Rick Barry, Earl Monroe, Brandon Jennings, Elgin Baylor, Elvin Hayes, Kareem Abdul-Jabbar e Allen Iverson.

    Mas aqui vem o detalhe mais louco: NENHUM desses lendários jogadores era adolescente quando conseguiu essa marca. Zero. Flagg não só entrou na lista — ele redefiniu completamente os parâmetros.

    O recorde anterior dele? 49 pontos — que já era o recorde histórico para um adolescente na NBA. Basicamente, o moleque quebrou o próprio recorde de uma forma espetacular.

    E ainda tem mais por vir

    A parte mais assustadora de tudo isso? Flagg só faz 20 anos no dia 21 de dezembro. Ou seja, ainda tem alguns meses pra continuar quebrando recordes como adolescente na liga.

    Sinceramente, eu não sei se estamos preparados pro que esse garoto vai fazer nos próximos anos. Desde que chegou no draft de 2025, a expectativa em cima dele era gigante, mas essa performance de ontem foi além de qualquer previsão.

    E vocês, o que acharam dessa explosão do Flagg? Acham que ele tem potencial pra ser um dos maiores da nova geração? Porque depois do que vi ontem, eu tô começando a acreditar que sim.

  • Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Cameron Boozer é monstro! Duke tem segundo calouro seguido como melhor

    Gente, vocês conseguem acreditar nisso? Cameron Boozer acabou de ser eleito o Jogador do Ano da Associated Press — e ele é apenas um CALOURO. O cara tem 18 anos e já tá dominando o basquete universitário americano como se fosse veterano de 10 temporadas.

    E o mais absurdo? Ele é o segundo jogador de Duke consecutivo a ganhar esse prêmio. Ano passado foi Cooper Flagg, agora é o Boozer. Mano, que fábrica de talentos é essa em Durham?

    Na companhia dos gigantes

    Cameron agora faz parte de um grupo bem seleto — apenas cinco calouros conseguiram esse feito na história. Os outros quatro? Todos viraram superestrelas da NBA: Cooper Flagg (2024), Zion Williamson (2019), Anthony Davis (2012) e Kevin Durant (2007). Detalhe: todos eles foram escolhidos entre as duas primeiras posições do Draft da NBA.

    Sinceramente, quando você vê esses números do Boozer, fica fácil entender o porquê do prêmio. O garoto teve médias de 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, com aproveitamento de 55.6% nos arremessos de quadra e 39.1% das bolas de três. Vinte e dois double-doubles na temporada — empatado na liderança nacional!

    “Isso mostra mais sobre o que nosso time fez, porque o sucesso coletivo realmente ajuda em prêmios como este”, disse Boozer à AP. Humilde o moleque, né? Mas a real é que ele carregou Duke nas costas em várias partidas.

    Duke virando máquina de produzir talentos

    Com 2,06m e 113kg, Boozer tem físico de ala-pivô da NBA mas joga como se fosse um armador às vezes — 4.1 assistências por jogo pra um cara do garrafão é coisa de outro mundo. E vocês viram como ele ajudou Duke a chegar ao #1 do ranking e garantir a primeira cabeça de chave geral do March Madness?

    O técnico assistente Chris Carrawell não segurou a emoção: “Tivemos a sorte de ter dois dos melhores calouros que já jogaram basquete universitário em anos consecutivos. E o Cam está lá em cima junto com eles.”

    A votação nem foi apertada — 59 dos 61 votos foram pro Boozer. Os outros dois foram pro AJ Dybantsa, de BYU, que também é um monstro mas não chegou perto do impacto do garoto de Duke.

    Duke agora tem NOVE jogadores diferentes que ganharam esse prêmio da AP — mais que qualquer outro programa do país. UCLA vem em segundo com cinco. É muita tradição, pessoal.

    E aí, vocês acham que o Boozer vai seguir o caminho dos outros quatro e virar primeira ou segunda escolha do Draft? Pelo jeito que o garoto joga, eu não duvido nada que ele declare pra NBA depois dessa temporada histórica.

  • Kon Knueppel tá destruindo tudo e lidera corrida de Calouro do Ano

    Kon Knueppel tá destruindo tudo e lidera corrida de Calouro do Ano

    Mano, que temporada absurda do Kon Knueppel! O cara simplesmente virou a mesa na corrida de Rookie of the Year e tá dominando as enquetes. Em uma pesquisa da ESPN com jornalistas, o novato do Charlotte Hornets arrebentou com 80 votos de primeiro lugar, deixando o favorito Cooper Flagg lá atrás com apenas 20.

    Sinceramente? Eu não esperava isso no começo da temporada. Todo mundo falava do Flagg como se já fosse dono do prêmio, e olha, o garoto dos Mavericks não tá jogando mal não. Mas o Knueppel… cara, que monstro!

    Os números não mentem

    Olha só esses stats do alemão: 18.8 pontos, 5.4 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Mas o mais impressionante mesmo é o arremesso de 3 – está acertando 43.1% em 8 tentativas por partida. OITO tentativas! E com essa porcentagem absurda.

    E não é só número não. O Charlotte Hornets tá na briga por uma vaga no play-in, e muito disso é mérito do Knueppel. O time encontrou uma identidade ofensiva com ele na quadra, e a torcida em Charlotte tá pirando.

    Flagg ainda tem chance?

    Cooper Flagg continua sendo um talento inegável, mas parece que a temporada histórica do Knueppel pesou mais na cabeça dos votantes. Na pesquisa, Flagg ficou com praticamente todos os votos de segundo lugar (79), então pelo menos o respeito tá aí.

    VJ Edgecombe do Philadelphia 76ers aparece em terceiro, mas bem distante dos dois primeiros. Dylan Harper e Derik Queen completam o top 5, mas é praticamente uma corrida de dois cavalos agora.

    E aí, vocês acham que o Knueppel consegue manter esse ritmo até o final da temporada? Ou o Flagg ainda pode dar a volta por cima? Uma coisa é certa – essa classe de calouros de 2024 tá sendo especial demais!

  • Mavs querem manter Kidd e focar em GM que trabalhe com ele

    Mavs querem manter Kidd e focar em GM que trabalhe com ele

    Olha só que situação interessante em Dallas: os Mavericks querem manter Jason Kidd como técnico e agora estão procurando um GM que se entenda bem com ele. Isso mesmo, a prioridade é encontrar alguém que faça parceria com o Kidd, não o contrário.

    E por que essa urgência? Bem, depois da bomba que foi trocar o Luka Dončić para os Lakers em fevereiro, o foco agora é todo no rookie Cooper Flagg. Sinceramente, ainda tô digerindo essa troca do Luka — foi uma das mais chocantes que já vi na NBA.

    Kidd não vai sair tão cedo

    Teve muito papo por aí de que o Kidd poderia querer um cargo no front office, mas as fontes próximas ao time negam isso com força. O cara tá feliz na beirada da quadra mesmo. Até os Knicks tentaram pescá-lo na offseason passada, mas Dallas segurou firme e ainda deu uma extensão de contrato pra ele em outubro.

    E faz sentido, né? Desde que chegou em 2021, Kidd tem sido uma presença super estabilizadora. No primeiro ano já levou o time até as finais da Conferência Oeste em 2022, e em 2024 voltou às finais da NBA. O cara sabe o que tá fazendo.

    A bagunça do front office

    Agora, o drama todo começou quando o Nico Harrison foi demitido em novembro de 2025 — nove meses depois da troca polêmica do Dončić que deixou a torcida furiosa. Imagina só o clima tenso que deve ter ficado por lá.

    Desde então, Matt Riccardi and Michael Finley estão tocando as operações como GMs interinos. Os dois devem estar na corrida para ficar de vez no cargo — seria interessante ver o Finley, ex-jogador, assumindo esse papel.

    O CEO Rick Welts foi bem direto ao ponto na terça: quem vier tem que ter uma visão clara de como montar um elenco competitivo em volta do Cooper Flagg. “É a decisão mais importante que a organização vai tomar para as próximas temporadas”, disse ele.

    E aí, vocês acham que essa estratégia de construir tudo em volta do Flagg vai dar certo? Eu confesso que tenho minhas dúvidas, mas o garoto tem potencial absurdo. A busca formal só vai começar depois que a temporada regular acabar, em 12 de abril, com a meta de contratar alguém antes do draft de junho.

  • Bob Myers é o favorito para ser o novo GM dos Mavericks

    Bob Myers é o favorito para ser o novo GM dos Mavericks

    Olha, se você acompanha NBA há um tempo, sabe que quando o Bob Myers sai de uma organização, todo mundo quer contratar o cara. E agora não é diferente — ele virou o nome mais cotado para assumir como GM dos Dallas Mavericks.

    Myers, que foi o cérebro por trás da dinastia do Golden State Warriors, atualmente trabalha como presidente da Harris Blitzer Sports & Entertainment. Basicamente, ele consulta para vários times de esportes profissionais, incluindo o Philadelphia 76ers. Cara esperto, né?

    Por que todo mundo quer o Myers?

    Mano, o currículo do cara fala por si só. Ele construiu aquela máquina dos Warriors que ganhou múltiplos títulos. E desde que saiu de Golden State no final da temporada 2022-23, já recusou propostas dos Phoenix Suns, Atlanta Hawks e provavelmente outros times que nem sabemos.

    O mais interessante é que Rick Welts, CEO dos Mavericks, trabalhou com Myers durante os anos dourados dos Warriors. Coincidência? Eu acho que não. Welts conhece de perto o trabalho do Myers e deve estar fazendo a maior pressão internamente.

    Sinceramente, se eu fosse dono de time da NBA, também estaria correndo atrás do Myers. O cara tem o Midas touch para montar elencos.

    A concorrência é pesada

    Agora, não vão achar que vai ser moleza. Patrick Dumont, dono dos Mavs, está mirando alto mesmo. Nomes como Sam Presti (Thunder), R.C. Buford e Brad Stevens foram ventilados, mas convenhamos — esses caras estão super bem onde estão.

    Tim Connelly, que fez um trabalho monstro no Minnesota Timberwolves, também está na mira. Mas os Wolves querem renovar com ele depois das duas finais de conferência seguidas. Difícil ele sair.

    E tem ainda o Masai Ujiri, aquele cara que montou o time campeão do Toronto Raptors em 2019. Ele tá livre no mercado, mas recentemente entrou no grupo de donos do Toronto Tempo da WNBA. Será que topa mais uma empreitada na NBA?

    Dallas tem seus trunfos

    Olha, vou ser sincero: Dallas tem Cooper Flagg. Isso já é meio caminho andado para convencer qualquer executivo. O garoto é um fenômeno e qualquer GM adoraria trabalhar com um talento desse calibre.

    O problema? Os Mavericks não têm suas próprias picks de draft de 2027 até 2030. Isso complica na hora de fazer trades e montar o futuro. Mas se eles conseguirem uma pick no top-4 neste ano, podem pescar mais uma estrela para fazer dupla com Flagg.

    E aí, vocês acham que Myers topa o desafio em Dallas? Pra mim, seria uma combinação perfeita — um executivo comprovado com um talento geracional como Flagg. A decisão só deve sair depois do final da temporada regular, em 12 de abril.

    Como disse o próprio Welts: “É a decisão mais importante que a organização vai tomar para as próximas temporadas”. E ele tá certo — acertar no GM pode definir se Dallas vai brigar por títulos ou ficar na mediocridade.

  • Bucks atropela Mavs por 24 pontos com show de Rollins e Kuzma

    Bucks atropela Mavs por 24 pontos com show de Rollins e Kuzma

    Cara, que surra foi essa? Os Bucks simplesmente destruíram os Mavericks por 123 a 99 em casa, numa noite que Ryan Rollins (24 pontos) e Kyle Kuzma (20 pontos) resolveram jogar videogame. Do outro lado, Cooper Flagg até tentou com seus 19 pontos, mas não teve jeito — Milwaukee dominou de cabo a rabo.

    E olha, não foi aquela vitória suada que a gente tá acostumado a ver do Bucks ultimamente. Foram apenas DUAS mudanças de liderança no jogo inteiro. Isso mesmo que você leu. Os caras pegaram a frente logo no começo e nunca mais largaram.

    Kuzma comandou o show desde o início

    O jogo mal começou e Kuzma já tava metendo bala. Quatro arremessos em três minutos, criando jogadas pro Jericho Sims fazer a festa no garrafão. Os Bucks abriram 15 a 7 rapidinho, e quando Dallas tentou reagir com uns arremessos de três do rookie John Poulakidas, Milwaukee já tinha construído uma base sólida.

    No segundo quarto foi que a coisa ficou feia mesmo pro lado dos Mavs. Rollins começou chovendo de três — duas seguidas logo de cara — e aí pronto, jogo acabou. Os Bucks estavam acertando tudo (22/44 no primeiro tempo, 50%), enquanto Dallas patinava feio (17/50, apenas 34%). Uma diferença brutal que deixou o placar em 65 a 51 no intervalo.

    Segundo tempo foi só administrar

    Sinceramente, eu esperava uma reação maior dos Mavs no segundo tempo, mas não rolou. Kuzma continuou mandando ver, Gary Trent Jr. também contribuiu com uns arremessos importantes, e quando você viu, a vantagem já tinha estourado os 20 pontos.

    O mais legal da noite foi ver Alex Antetokounmpo — irmão do Giannis — fazendo sua estreia na NBA nos minutos finais. O garoto até fez seus primeiros pontos na liga, nos lances livres. Imagina a emoção!

    Brandon Williams e Cooper Flagg até tentaram manter Dallas vivo no jogo, mas era muito pouco perto do que Milwaukee estava produzindo. No final das contas, os Bucks completaram uma varredura de 2-0 na temporada contra os Mavs.

    E aí, vocês acham que esse Milwaukee finalmente engrengor ou foi só uma noite inspirada? Porque convenhamos, fazia tempo que não víamos os Bucks dominarem um jogo desse jeito.

  • Mavs tomam baile dos Bucks e temporada vira pesadelo completo

    Mavs tomam baile dos Bucks e temporada vira pesadelo completo

    Mano, eu sinceramente não sei mais o que falar dos Mavericks. Ontem à noite foi constrangedor. 123 a 99 pro Milwaukee. E olha que os Bucks também tão numa situação péssima na tabela (30-45), mas fizeram os Mavs parecerem um time de colégio.

    Ryan Rollins meteu 24 pontos e Kyle Kuzma ajudou a destroçar a defesa inexistente de Dallas logo no primeiro período. Cooper Flagg até tentou com 19 pontos, mas precisou de 19 arremessos pra chegar lá — eficiência zero.

    Quando tudo dá errado ao mesmo tempo

    A coisa já começou feia. Primeiro quarto terminou 38-31 pros Bucks, e dava pra ver que ia ser uma noite longa. Max Christie tava completamente perdido em quadra — não acertava nada no ataque e na defesa parecia que tava jogando com olhos vendados.

    Aí no segundo período veio o golpe fatal: Daniel Gafford se machucou tentando bloquear o Rollins e ficou fora do resto do jogo. Com apenas nove jogadores disponíveis pro segundo tempo, Dallas virou um time ainda mais limitado do que já era.

    O intervalo chegou com os Mavs perdendo por 14 (65-51), mas a segunda metade foi simplesmente unwatchable, como diria o pessoal de lá.

    Temporada que não acaba mais

    Cara, quando o Klay Thompson não joga e o Max Christie não consegue acertar nem bandeja, os Mavs viram um time completamente sem direção. E olha que os Bucks também são horríveis nessa temporada! Mesmo assim, Dallas ficou 20 pontos atrás por boa parte do jogo.

    O quarto período foi tão deprimente que até o relógio parecia andar mais devagar. 90-70 no fim do terceiro, e no último quarto a coisa só piorou. Chegou num ponto que a única preocupação era todo mundo sair de quadra sem se machucar mais ainda.

    Max Christie precisa acordar pra vida

    Se o Christie vai mesmo ser peça do futuro desse time, ele precisa mostrar muito mais. Em março, o cara acertou apenas 38% dos arremessos. Mais da metade das tentativas dele são de três, então imagina como tá a eficiência dentro do garrafão.

    E o Cooper Flagg? Desde que voltou da lesão no pé depois do All-Star Game, o cara não consegue acertar uma bola de três nem rezando. Eu acredito que ele vai se encontrar, mas ver essas dificuldades dói na alma de qualquer torcedor.

    Sinceramente, essa temporada 2025-26 virou um teste de resistência pros fãs dos Mavs. Com um recorde de 24-52, cada jogo que passa é mais uma tortura. Vocês acham que vale a pena sonhar com uma melhora dramática ano que vem, ou é melhor aceitar que vai ser mais uma temporada de reconstrução mesmo?

  • Mavs x Bucks hoje: Flagg pode brilhar em jogo sem pressão

    Mavs x Bucks hoje: Flagg pode brilhar em jogo sem pressão

    Olha, vou ser sincero com vocês: não esperava estar falando sobre um Mavs x Bucks em março com os dois times praticamente eliminados dos playoffs. Mas é isso aí que temos hoje às 22h (horário de Brasília), no Fiserv Forum.

    Dallas está com 24-51 na temporada, Milwaukee com 29-45. Números que doem no coração de qualquer fã, mas calma — tem coisa interessante pra acompanhar nesse jogo.

    A ascensão meteórica de Cooper Flagg

    O grande destaque da noite é Cooper Flagg, o rookie dos Mavs que virou sensação depois da saída do Luka. Cara, esse moleque está fazendo números absurdos: 20.3 pontos, 6.5 rebotes e 4.3 assistências por jogo. Com 46.8% nos arremessos de quadra, ele está disparado na corrida pelo Rookie of the Year.

    Não vou mentir — quando soube que o Luka tinha saído de Dallas, pensei que seria um desastre total. Mas esse Flagg chegou chegando, sabe? É daqueles jogadores que você vê e já pensa: “esse vai longe”.

    Do outro lado, os Bucks estão se virando sem o Giannis (ainda machucado) e apostando na dupla Ryan Rollins e Kyle Kuzma. Rollins, inclusive, tem feito uma temporada interessante: 17 pontos e 5.6 assistências por jogo. Não são números de All-Star, mas pra um cara que muita gente nem conhecia direito…

    A batalha tática que pode definir tudo

    Aqui é onde fica interessante do ponto de vista tático. Milwaukee está arrebentando de três — são o 5º melhor time da liga nos arremessos do perímetro. E olha que isso é com um elenco meio bagunçado!

    Dallas vai tentar responder com Klay Thompson, que mesmo veterano ainda é um monstro de longe (41.5% nos três pontos). O problema é que a defesa perimetral dos Mavs anda inconsistente pra falar pouco.

    Myles Turner vai ser crucial defendendo o garrafão contra o ataque de transição de Dallas, que adora correr. E vocês sabem como é — quando os times não têm mais nada a perder, o jogo fica solto e os pontos aparecem.

    Vale a pena assistir?

    Sinceramente? Vale sim. Jogos assim, sem pressão de playoffs, às vezes rendem os melhores espetáculos. Os caras jogam mais relaxados, arriscam mais jogadas, e sempre tem alguma pérola escondida pra descobrir.

    Além disso, ver o Flagg jogando é praticamente obrigatório agora. O moleque pode facilmente fazer um triple-double hoje — e olha que não é papo furado não.

    As odds estão praticamente empatadas (Dallas -1), o que mostra que realmente pode dar zebra. Milwaukee em casa, com a torcida empurrando e um time que sabe atirar de três… eu não descarto uma surpresa.

    E aí, vocês acham que o Flagg consegue manter o ritmo de candidato a Rookie of the Year? Ou os Bucks vão dar o troco em casa mesmo desfalcados?

  • Mavs tomou sacode histórico dos Wolves: 30 pontos de diferença!

    Mavs tomou sacode histórico dos Wolves: 30 pontos de diferença!

    Olha, eu sabia que ia ser difícil, mas não esperava uma surra dessas. Os Dallas Mavericks simplesmente foram destruídos em casa pelos Minnesota Timberwolves por 124 a 94. Trinta pontos de diferença. Em casa. É de doer.

    Cooper Flagg teve uma das piores noites da sua jovem carreira na NBA. O garoto não conseguia acertar nem água no mar, errando praticamente tudo que tentava. E não foi só ele não — quase todo mundo dos Mavs estava perdido, com exceção do Brandon Williams que pelo menos tentou manter a dignidade.

    Flagg precisa perder o medo do arremesso de 3

    Sinceramente, o que mais me incomodou no jogo do Flagg foi a falta de confiança nos chutes de longa distância. O moleque tem 19 anos e já tá com medo de tentar arremessos de 3? Isso não pode.

    Teve uma jogada no segundo quarto que resume bem: ele teve um chute livre de 3 pontos e preferiu forçar um arremesso de média distância horrível. Os Timberwolves perceberam isso rapidinho e começaram a dar espaço pra ele do perímetro, sabendo que ele não ia punir.

    O Rudy Gobert também incomodou demais o garoto no garrafão. Flagg conseguiu uma enterrada bacana com assistência do Williams e até deu uma bela tocada no francesão, mas a confiança não veio. Se ele não resolver essa questão do arremesso de 3, o teto dele vai ser bem limitado na liga.

    A realidade doeu: Mavs ainda não chegaram lá

    Esse jogo mostrou a diferença brutal entre um time que briga pelo título e os Mavericks atuais. Mesmo sem Naji Marshall e P.J. Washington, não ia fazer diferença nenhuma. A diferença de intensidade, execução e talento foi gritante.

    Os Wolves jogaram com intensidade de playoffs desde o primeiro quarto. O Anthony Edwards nem precisou forçar — os coadjuvantes resolveram o pepino tranquilamente. Enquanto isso, Dallas sofria pra criar qualquer coisa no ataque.

    A transição ofensiva de Minnesota foi uma aula. Os armadores dos Wolves aproveitaram cada erro dos Mavs e transformaram em pontos fáceis. E aquela precisão de 3 pontos? Monstruosa. Enquanto Dallas continuava pecando no que sempre peca: falta de chutadores confiáveis do perímetro.

    Na minha visão, jogos assim são importantes pra mostrar onde os Mavs realmente estão. Ainda tem muito trabalho pela frente se quiserem brigar com os grandes. A defesa no perímetro e os arremessos de 3 continuam sendo problemas gigantescos que precisam ser resolvidos na offseason.

    E aí, vocês acham que Flagg vai conseguir desenvolver esse chute de 3? Porque sem isso, vai ser difícil ele se tornar o jogador que todos esperamos.

  • Cuban se arrepende: ‘Erro foi pra quem vendi os Mavs’

    Cuban se arrepende: ‘Erro foi pra quem vendi os Mavs’

    Cara, que situação bizarra essa dos Mavericks. Mark Cuban tá aí falando abertamente que se arrepende de ter vendido o time — não de vender, mas pra QUEM vendeu. E olha, depois do que rolou com o Luka sendo trocado, eu até entendo o desespero do cara.

    “Não me arrependo de vender. Me arrependo de pra quem vendi”, disse Cuban numa entrevista que saiu essa semana. Mano, imagina a dor no coração do cara vendo o que fizeram com o franchise que ele construiu durante décadas.

    A decisão mais polêmica da NBA recente

    Vamos contextualizar essa loucura: Cuban vendeu os Mavs pra família Adelson/Dumont há mais de dois anos. O time imediatamente chegou nas Finals de 2024 (que timing, né?). Aí do nada, em fevereiro de 2025, o Nico Harrison — que Cuban tinha deixado como GM — simplesmente TROCA o Luka Dončić.

    Luka Dončić, gente. O cara que pode ser o melhor jogador europeu da história da NBA. Foi embora porque o Harrison quis mostrar serviço pro novo dono.

    Cuban ficou de lado nessa história toda. O Patrick Dumont, que virou o governador do time, deu carta branca pro Harrison fazer o que quisesse. E olha no que deu.

    A sorte grande que pode salvar tudo

    Agora, a única coisa boa dessa bagunça toda foi os Mavs ganharem a loteria do Draft em maio passado. Cooper Flagg caiu no colo deles — e sinceramente, esse moleque pode ser especial mesmo. Mas cara, trocar um Luka estabelecido por uma promessa? Arriscado demais.

    O próprio Harrison já foi demitido em novembro (era óbvio que ia dar merda), e agora quem tá tocando o barco são Michael Finley e Matt Riccardi numa base interina. Ou seja: uma bagunça total.

    Cuban revelou algo que eu não sabia: quando vendeu, ele esperava continuar comandando as operações de basquete “para sempre”. Imagina a frustração de ver tudo desmoronar nas mãos de outros.

    O lado humano do Cuban

    Uma coisa que me chamou atenção foi ele falando sobre não querer passar o fardo pros filhos. “Não queria isso pra eles. Pode ser abusivo, muito”, disse Cuban. “Se os fãs não gostam do que você faz ou se o time não vai bem, você vira a pior pessoa do planeta.”

    Olha, sendo bem sincero aqui: Cuban pode ter seus defeitos, mas sempre foi apaixonado pelos Mavs. Ver o cara admitindo publicamente que errou na venda é de partir o coração.

    E vocês aí, acham que os Mavs conseguem se recuperar dessa? Cooper Flagg vai ser suficiente pra fazer o torcedor esquecer que trocaram o Luka? Porque sinceramente, eu tô achando que vai demorar MUITO pra Dallas voltar a ser relevante.