Tag: Detroit Pistons

  • NBPA detona regra dos 65 jogos após lesão de Cade Cunningham

    NBPA detona regra dos 65 jogos após lesão de Cade Cunningham

    Cara, essa história do Cade Cunningham tá me deixando revoltado. O cara faz a temporada da vida dele, leva o Pistons pro topo do Leste, e agora pode ficar de fora de todas as premiações por causa de uma regra ridícula.

    O problema? Cade jogou 61 partidas esta temporada, mas um pneumotórax (pulmão colapsado — que situação bizarra) pode impedir ele de chegar nos 65 jogos obrigatórios para concorrer ao MVP e fazer o All-NBA Team. E olha só que ironia cruel: ele também fica de fora da exceção de 62 jogos para lesões que encerram a temporada.

    A revolta da NBPA faz todo sentido

    A associação dos jogadores não poupou palavras na crítica: “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham para prêmios de fim de temporada depois de uma campanha que define carreira é uma clara acusação contra a regra dos 65 jogos”.

    E tem mais — eles chamaram a regra de “arbitrária e excessivamente rígida”. Sinceramente? Concordo 100%. Como você pode ignorar uma temporada de 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo só porque o cara se machucou?

    Jeff Schwartz, agente do Cade, foi direto ao ponto: “Cade entregou uma temporada de primeiro time do All-NBA. Se ele ficar pouco abaixo de um limite arbitrário devido a uma lesão legítima, isso não deveria desqualificá-lo do reconhecimento que claramente conquistou”.

    Pistons dominando sem reconhecimento?

    Olha a situação absurda: Detroit tem o melhor recorde do Leste com 52-19. Cinco jogos na frente do Boston, oito à frente do Cleveland na divisão. E o cara que comandou essa reviravolta histórica pode não ganhar nada?

    Lembro quando o Pistons era piada na liga há poucos anos. Agora o Cade, escolha número 1 do draft de 2021, transformou completamente a franquia. Nos últimos dois anos foram duas seleções pro All-Star, sétimo lugar na votação de MVP na temporada passada…

    E aí, vocês acham justo um jogador perder todas as premiações por uma lesão? Na minha visão, a NBA precisa urgentemente rever essa regra dos 65 jogos.

    O que vem por aí

    O técnico J.B. Bickerstaff resumiu bem: “É difícil para o Cade passar pelo que está passando agora. O quão importante ele é para o time, o quão importante estar com seu time é para ele, não torna isso fácil”.

    A reavaliação do Cade acontece em duas semanas, mas as chances de ele voltar a tempo de chegar nos 65 jogos parecem bem remotas. Uma pena gigantesca — talvez a melhor temporada da carreira dele resulte em zero reconhecimento oficial.

    Essa regra precisa mudar. Ponto final.

  • Pistons rouba dos Lakers no final — Jenkins é o herói improvável

    Pistons rouba dos Lakers no final — Jenkins é o herói improvável

    Cara, eu ainda tô processando o que rolou ontem em Detroit. Duas das equipes mais clutch da temporada se enfrentaram, e o resultado foi exatamente o que a gente esperava: um jogaço decidido no último segundo, com direito a herói improvável e tudo.

    Vamos aos fatos: os Lakers chegaram no Little Caesars Arena com um recorde absurdo de 22-6 em jogos clutch — .786 de aproveitamento, galera. É o melhor número em mais de duas décadas! Do outro lado, os Pistons tinham 25 vitórias clutch (agora 26), liderando a liga nesse quesito.

    O roteiro perfeito para uma guerra

    Sinceramente, era impossível esse jogo não ser decidido na raça. Lakers em primeiro no rating ofensivo e net rating em situações clutch, Pistons não ficando muito atrás. Em jogos decididos por três pontos ou menos, LA estava 8-2, Detroit 9-5. Os números não mentem — essas duas equipes simplesmente sabem fechar jogos.

    E olha, no primeiro tempo parecia que os Lakers tinham esquecido quem eram. Perdendo por 16, jogando meio perdidos, sem o Smart e o Hachimura. Mas aí que tá a diferença de times clutch — eles não entram em pânico. JJ Redick disse depois: “Sabemos nos dobrar sem quebrar, e hoje foi mais um exemplo disso.”

    Jenkins vira o herói da noite

    Agora vem a parte mais louca da história. Com Cade Cunningham fora, quem assume? Daniss Jenkins. Cara, eu nem conhecia direito esse menino, mas ontem ele decidiu virar lenda. Trinta pontos! Quatro lances livres nos minutos finais, todos convertidos, sem tremer.

    Os Lakers conseguiram virar e até abrir um ponto de vantagem faltando 30 segundos. Austin Reaves fazendo as dele, como sempre. Mas aí veio o plot twist que ninguém esperava.

    Luka Dončić — o cara que tava numa sequência monstruosa de dez jogos com 30+ pontos, que fez 100 pontos em duas noites — tinha a bola na mão, 12 segundos no relógio, Lakers perdendo de um. Um pull-up de 14 pés pela esquerda. O tipo de arremesso que ele faz de olho fechado.

    Errou.

    Eu juro que não acreditei. O Jenkins pegou o rebote defensivo, converteu dois lances livres e selou a vitória por 113-110. Os caras simplesmente roubaram uma das Lakers, em casa, sem o seu principal jogador.

    E agora, quem leva a temporada?

    Vocês acham que isso muda alguma coisa na corrida pelo título? Porque, olha, ver o Luka errando esse tipo de arremesso no final me deixou pensando. Será que até os melhores têm noites ruins nos momentos que mais importam?

    Uma coisa é certa: os Pistons provaram que não tão ali por acaso. 26 vitórias clutch não é sorte, é competência. E o Jenkins… cara, que noite! Do nada o menino decide que vai ser protagonista numa das partidas mais importantes da temporada regular.

    Agora é torcer pra esses times se encontrarem nos playoffs. Porque se foi assim na temporada regular, imagina numa série de sete jogos. Vai ser absurdo.

  • NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos após Cade Cunningham perder MVP

    NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos após Cade Cunningham perder MVP

    Olha só que situação bizarra: o Cade Cunningham fez uma temporada monstro pelo Detroit Pistons, foi pro All-Star Game, tá jogando o fino da bola… e pode perder a elegibilidade pro MVP por causa de um pulmão colapsado. Isso mesmo que você leu.

    A NBPA (sindicato dos jogadores) finalmente bateu o pé e disse que chega dessa regra maluca dos 65 jogos mínimos pra concorrer aos prêmios de fim de temporada. E sinceramente? Era hora.

    A situação do Cade é absurda

    Cunningham jogou apenas 61 partidas até agora por causa dessa lesão séria – um pulmão colapsado não é brincadeira, gente. O garoto de 24 anos precisa aparecer em mais 4 jogos das 11 partidas que restam pro Pistons pra poder concorrer ao MVP e fazer parte do All-NBA. Uma corrida contra o tempo que não deveria existir.

    A porta-voz da NBPA não poupou críticas: chamou a regra de “arbitrária e excessivamente rígida”. E olha, eu concordo 100%. Quando você vê um cara tendo a temporada da vida sendo prejudicado por uma lesão séria, a regra deixa de fazer sentido.

    Não é só o Cade sofrendo

    A lista de estrelas que tão na mesma situação é de dar dó. Shai Gilgeous-Alexander (o atual MVP), Luka Doncic e Nikola Jokic – todos com 60 jogos ou menos. O Victor Wembanyama precisa jogar 8 dos últimos 10 jogos do Spurs pra continuar elegível pro Defensor do Ano.

    Cara, quando você vê nomes desse calibre sendo prejudicados, fica claro que tem algo errado com a regra. Esses caras são literalmente os melhores jogadores da liga!

    E o pior de tudo? A regra tá criando um incentivo perigoso. Jogadores machucados se sentem pressionados a voltar antes da hora só pra não perder a chance de concorrer aos prêmios. Isso é receita pro desastre.

    A regra que virou pesadelo

    Ironicamente, foi a própria NBPA que aceitou essa regra no acordo coletivo de 2023. Agora eles tão pedindo pra derrubar ou pelo menos criar exceções pra lesões significativas. O acordo vai até 2029-30, então vai ser uma briga longa.

    Na minha opinião, faz todo sentido ter uma regra pra evitar que jogadores “descansem” demais durante a temporada regular. Mas quando a lesão é real e séria? Aí complica. Vocês acham que deveria ter exceção pra casos médicos comprovados?

    Uma coisa é certa: ver o Cade perdendo a chance de concorrer ao MVP depois da temporada que ele fez é de partir o coração. Esperamos que a liga encontre uma solução que proteja tanto a integridade da competição quanto os jogadores machucados.

  • NBPA pede fim da regra dos 65 jogos após lesão absurda do Cade

    NBPA pede fim da regra dos 65 jogos após lesão absurda do Cade

    Olha, eu sempre achei essa regra dos 65 jogos uma bobagem — mas depois do que aconteceu com o Cade Cunningham, ficou impossível defender essa parada. O sindicato dos jogadores (NBPA) saiu ontem pedindo pra abolir ou reformar essa regra depois que o astro do Detroit Pistons teve um pulmão colapsado numa partida contra o Washington Wizards.

    Sinceramente? Era óbvio que isso ia dar merda uma hora dessas.

    O Cade estava fazendo uma temporada monstro — 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Números de All-NBA fácil, igual ele conseguiu na temporada passada. Só que agora, por causa de uma lesão bizarra (quem espera um pulmão colapsado numa partida de basquete?), o cara provavelmente não vai conseguir completar os 65 jogos necessários pra ser elegível pros prêmios de fim de temporada.

    A revolta do sindicato faz todo sentido

    O comunicado da NBPA foi direto no ponto: “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham para os prêmios pós-temporada depois de uma temporada que define carreira é uma clara condenação da regra dos 65 jogos”. E não é pra menos — o moleque jogou 61 partidas antes da lesão.

    Quatro jogos. Quatro míseros jogos separando um cara que merecia estar no All-NBA do esquecimento total nos prêmios individuais. Isso é de uma injustiça gritante que até dói de ver.

    E não para por aí — Stephen Curry, LeBron James, Joel Embiid e Jimmy Butler também já estão fora da corrida pelos prêmios este ano. Imagina quantos talentos vão ser ignorados por causa dessa regra maluca?

    Hora de repensar essa parada

    Mano, eu entendo a intenção original da NBA com essa regra — eles queriam forçar os astros a jogar mais, dar mais valor pro torcedor que paga ingresso. Mas na prática? Só tá penalizando jogador por se machucar.

    Uma coisa é um cara decidir descansar 20 jogos porque não tá nem aí. Outra completamente diferente é ter o pulmão colapsando no meio de uma partida (que situação mais bizarra, por sinal).

    Na minha visão, tem que ter exceção pra lesão grave comprovada. Não dá pra tratar tudo igual — load management e lesão séria são coisas totalmente diferentes. Vocês acham que a liga vai ceder e mudar essa regra? Ou vão manter essa teimosia mesmo vendo a injustiça que tá rolando?

    O caso do Cade é só mais um exemplo de como essa regra precisa ser repensada urgentemente. Espero que a pressão do sindicato faça a NBA acordar pra vida.

  • Celtics são os reis do Leste mesmo sem ter o melhor record?

    Celtics são os reis do Leste mesmo sem ter o melhor record?

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: tô meio perdido com essa situação no Leste. Os Pistons lideram a conferência há praticamente a temporada toda, mas as casas de apostas ainda veem o Boston como favorito. E sabe de uma coisa? Talvez elas não estejam erradas.

    A três semanas dos playoffs, é hora de analisarmos quem realmente tem chances de brigar pelo título na Conferência Leste. E cara, que confusão gostosa essa temporada!

    Boston: o gigante que não deveria estar aqui

    Vamos combinar uma coisa — ninguém esperava que o Celtics estivesse nessa posição hoje. Tatum rompeu o tendão de Aquiles nos playoffs passados, e o Brad Stevens praticamente desmontou o time no verão. Mandaram embora Jrue Holiday, Porzingis, Al Horford… tudo pra não pagar meio bilhão de dólares numa folha que teoricamente ficaria sem seu melhor jogador a temporada inteira.

    Mas aí que tá — o basquete às vezes é lindo demais. Jaylen Brown teve uma temporada monstro assumindo a responsabilidade. Derrick White continuou sendo aquela máquina defensiva que a gente ama. E o Mazzulla? Cara, o cara virou um mago, rotacionando 11 jogadores com mais de 15 minutos por jogo regularmente.

    Você abre um boxscore do Celtics e pode ver o Luka Garza fazendo um jogaço do mesmo jeito que o Payton Pritchard. É surreal. E agora com o Tatum de volta (depois de só 10 meses fora, que recuperação absurda!), eles viraram os favoritos das casas de apostas por uma razão.

    Sinceramente? Ninguém no Leste quer pegar esses caras nos playoffs. Eles são segundo no ataque, quarto na defesa, e com exceção do Vučević (que quebrou o dedo), estão todos saudáveis. Assustador.

    Detroit merece mais respeito

    Agora vem a parte que me deixa bolado: como que os Pistons lideram a conferência o ano todo e só têm a quarta melhor odd pra chegar nas Finais? Tá, o Cade Cunningham teve um pulmão colapsado (que susto, né?), mas mesmo sem ele ganharam os quatro jogos seguintes.

    E que vitória foi aquela contra os Lakers na segunda! Nove jogos de sequência dos caras e Detroit vai lá e quebra tudo em casa. Agora estão cinco jogos à frente do Boston na liderança do Leste. Cinco! Têm também o segundo melhor saldo de pontos da liga, perdendo só pro Thunder.

    O problema é que, mesmo com o Cade, já dava pra ver algumas rachaduras no sistema. Sem ele controlando o ataque, fica difícil imaginar como vão gerar pontos suficientes nos playoffs. Mas olha, se continuarem jogando desse jeito sem o cara, quem sabe a gente não tá subestimando demais essa turma?

    E aí, pessoal — vocês acham que Detroit consegue manter essa pegada toda nos playoffs? Ou os Celtics vão mostrar que experiência ainda conta muito nessa hora do ano?

  • LeBron sem pontos no primeiro tempo? Ele diz que é ‘seu papel’

    LeBron sem pontos no primeiro tempo? Ele diz que é ‘seu papel’

    Gente, eu quase não acreditei quando vi que o LeBron ficou zerado no primeiro tempo contra o Detroit. Zero pontos. O cara que já fez de tudo nessa liga, simplesmente não pontuou no primeiro tempo — algo que só aconteceu três vezes na carreira dele, sendo a primeira desde 2010!

    Os Lakers saíram perdendo por 65-52 no intervalo, e sinceramente, deu até um desespero vendo aquele placar. Mas aí que tá o lance: no segundo tempo, o time reagiu pra caramba. Quase virou o jogo, perdeu de 113-110 numa bola final que não entrou.

    “É o papel que eu tô fazendo”

    A resposta do LeBron depois do jogo foi bem direta, mas ao mesmo tempo deixou todo mundo pensativo. Ele falou que é “o papel que tô fazendo pro time” e que é assim que eles ganham jogos. Cara, imagina o Rei falando isso há 10 anos? Impensável.

    E olha, eu entendo o que ele quis dizer. Os Lakers estavam numa sequência de nove vitórias seguidas antes dessa derrota (absurdo, né?). O esquema tem funcionado: LeBron distribuindo o jogo, deixando o Luka Dončić e o Austin Reaves como principais opções ofensivas. Mas convenhamos, ver o James como terceira opção ainda é bizarro.

    Triple-double quase perfeito

    Mesmo sem pontuar no primeiro tempo, o monstro quase cravou um triple-double: 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes. Tá vendo? O cara aos 41 anos ainda consegue impactar o jogo de todas as formas possíveis.

    Na minha visão, isso mostra uma maturidade absurda do LeBron. Ele sabe que não é mais aquele garoto de Cleveland ou Miami que carregava o time nas costas. Agora ele tá jogando xadrez, pensando no que realmente importa: outro anel. E vocês acham que essa estratégia pode levar os Lakers longe nos playoffs?

    O mais louco é que quando ele quer pontuar, ainda consegue — meteu 30 pontos contra o Houston há uns dias atrás. Mas preferiu se adaptar ao que o time precisa. Isso é grandeza ou não é?

  • LeBron zerou no primeiro tempo e JJ Redick ainda defendeu o cara

    LeBron zerou no primeiro tempo e JJ Redick ainda defendeu o cara

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o LeBron James ficou em BRANCO no primeiro tempo contra o Detroit Pistons ontem à noite, quase cuspi meu café. Zero pontos. ZERO. Aos 41 anos, na 23ª temporada da carreira, o cara simplesmente decidiu não pontuar nos primeiros 24 minutos.

    E sabe qual foi a reação do JJ Redick? O técnico dos Lakers saiu defendendo o Rei como se nada tivesse acontecido.

    “Ele jogou de forma altruísta”

    “Achei que ele jogou de forma muito altruísta… Fez um bom trabalho de não apenas tentar pontuar, mas fazer a jogada certa como sempre faz, e ele terminou com 10 assistências”, disse Redick na coletiva pós-jogo.

    Sinceramente? Eu entendo o técnico. LeBron pode ter ficado no zero no primeiro tempo, mas o monstro distribuiu 6 assistências e pegou 4 rebotes nesse período. Não estava jogando mal — estava jogando DIFERENTE.

    No final das contas, terminou a partida com 12 pontos, 10 assistências e 9 rebotes. Quase um triple-double num jogo “ruim”. Só o LeBron mesmo pra fazer isso parecer normal.

    Lakers perderam por pouco

    A derrota por 113-110 pro Detroit doeu, não vou mentir. Os Lakers ainda estão na terceira posição do Oeste com 46-26, mas toda derrota nessa reta final pesa.

    Austin Reaves foi o cestinha da noite com 24 pontos, e o Luka Doncic (espera, que Luka? Deve ser algum erro no texto original) colaborou também. O que importa é que cinco caras pontuaram em dois dígitos, mostrando que o time não depende só do LeBron pra funcionar.

    E aí, pessoal — vocês acham que com 41 anos o LeBron ainda pode carregar esse time nos playoffs? Porque pela forma que ele distribuiu a bola ontem, tá claro que o cara ainda tá vendo o jogo dois tempos à frente de todo mundo.

    O próximo teste é contra o Indiana Pacers na quarta-feira. Vamos ver se o Rei volta a pontuar no primeiro tempo ou se vai continuar nessa de facilitador-mor.

  • JJ Redick não enrolou: falta do Smart ‘matou’ os Lakers

    JJ Redick não enrolou: falta do Smart ‘matou’ os Lakers

    Cara, nove vitórias seguidas. NOVE. E aí do nada os Lakers vão lá e perdem pros Pistons por 113-110. Sinceramente? Eu não esperava isso, ainda mais sem o Cade Cunningham em quadra pro Detroit.

    O vilão da noite foi o Daniss Jenkins, que meteu uma cesta no finalzinho que selou o destino de Los Angeles. Mas olha, o JJ Redick foi cirúrgico na coletiva pós-jogo — sem enrolação, direto ao ponto.

    “Não ter o Smart nos matou”

    Redick não ficou de rodeios: “Somos um time bom de basquete. Eu acredito que somos um time bom. Não ter o Smart hoje à noite nos matou. É importante que a gente consiga ficar saudável”.

    E olha, ele tem razão. O Marcus Smart pode não ser o cara que vai te dar 25 pontos por noite, mas a energia defensiva dele é absurda. Sem ele e o Rui Hachimura, ficou complicado pra caramba.

    Pistons mandaram bem na decisão

    Uma parada interessante: Lakers e Pistons entraram nessa partida com 24 vitórias por diferença de um dígito cada. Ou seja, dois times que sabem jogar no clutch. E mesmo sem o Cunningham (que é o cara deles), Detroit conseguiu decidir quando importava.

    O Jenkins apareceu na hora H — coisa que todo mundo que acompanha NBA sabe que pode acontecer. É aquela história: qualquer um pode ter a noite dele nessa liga.

    Na minha visão, essa derrota até que foi importante. Nove vitórias seguidas é monstro, mas às vezes uma derrotinha dessas serve pra acordar o time. Os Lakers têm mais um jogo nessa sequência fora de casa, contra os Pacers. E olha, Indiana tá em modo tanque total, então é uma oportunidade de ouro pra começar outra sequência positiva.

    Vocês acham que essa lesão do Smart vai ser coisa séria? Pelo que parece, não deve ser nada prolongado, o que já é um alívio. Porque playoff tá chegando e LA precisa estar 100% se quiser brigar de igual pra igual com os grandões do Oeste.

  • LeBron admite: Pistons seguem monstros mesmo sem Cade Cunningham

    LeBron admite: Pistons seguem monstros mesmo sem Cade Cunningham

    Cara, eu não esperava que fosse escrever isso hoje, mas os Detroit Pistons acabaram com a sequência de nove vitórias seguidas dos Lakers. E olha que não foi moleza — 113 a 110 em Detroit, num jogo que teve de tudo.

    O mais impressionante? Os Pistons estão voando mesmo sem o Cade Cunningham, que tá fora por tempo indeterminado com um pulmão colapsado (situação bem complicada mesmo). Oito vitórias em dez jogos sem o cara que muita gente considera candidato ao MVP. Absurdo.

    LeBron reconhece a real

    E foi o próprio LeBron quem botou os pingos nos “is”: “Eles são super físicos, super rápidos, jogam bem, executam bem e são bem treinados. Nenhuma diferença. A única diferença óbvia é que você tem um jogador de calibre MVP fora”.

    Sinceramente? Achei que o King ia minimizar a situação, mas não. Ele foi direto: quando você tem um time bem estruturado, os caras se reinventam. E é exatamente isso que tá rolando em Detroit.

    O LeBron mesmo teve uma noite estranha — zerou no primeiro tempo e terminou “apenas” com um double-double: 12 pontos, 9 rebotes e 10 assistências. Pro padrão dele, foi quase um jogo off.

    Daniss Jenkins virou estrela de uma noite

    Mas o cara que realmente brilhou foi o Daniss Jenkins. Mano, 30 pontos (recorde pessoal na carreira!), acertando 11 de 18 arremessos e 4 de 5 de três. Oito assistências ainda por cima.

    É isso que o LeBron tava falando — quando um cara sai, outro aparece. Jenkins tá aproveitando a oportunidade e fazendo o trabalho sujo que o Cade faria.

    Os Lakers ainda tentaram a virada. Austin Reaves fez uma cesta importante faltando 30 segundos e colocou LA na frente por 110 a 109. Mas aí o Jenkins apareceu de novo com uma bandeja e dois lances livres que definiram a parada.

    E vocês acham que os Pistons conseguem manter esse ritmo até Cade voltar? Porque com 52 vitórias e 19 derrotas, eles já garantiram vaga nos playoffs e tão mostrando que não são mais aquele time piada de alguns anos atrás.

    Marcus Sasser, Caris LeVert, Kevin Huerter, Javonte Green… tem peça de qualidade no banco. E com esse sistema que eles montaram, qualquer um pode explodir num jogo.

    Agora é esperar pra ver se os Lakers conseguem se recuperar dessa ou se o baque vai afetar o ritmo pro final da temporada regular.

  • Jenkins mete 30 pontos e quebra sequência de 9 dos Lakers

    Jenkins mete 30 pontos e quebra sequência de 9 dos Lakers

    Gente, eu tô impressionado com o que tá acontecendo em Detroit. O Daniss Jenkins simplesmente resolveu virar o jogo contra os Lakers ontem à noite e ainda por cima quebrou uma sequência de nove vitórias seguidas de Los Angeles. Trinta pontos na carreira dele. TRINTA!

    O cara pegou a bola no final do jogo, encarou o Austin Reaves na lateral da quadra e — olha só que frieza — fez um step-back lindo pra cravar o arremesso da vitória. 113 a 110 para Detroit. Simplesmente monstruoso.

    A confiança de quem nasceu pra isso

    O que mais me chamou atenção foi a entrevista depois do jogo. Jenkins falou uma coisa que resumiu tudo: “Eu tô nessa posição por algum motivo, só preciso sair e ser eu mesmo”. Cara, isso é mentalidade de craque. O moleque tem 30 pontos na carreira, oito assistências, quatro rebotes e ainda por cima fecha o jogo nos lances livres sem tremer a mão.

    Sabe o que é mais louco? Os Pistons tão na liderança isolada do Leste com 52-19. CINCO jogos na frente do segundo colocado (que são os Celtics). Quem diria, né? Detroit brigando pelo primeiro lugar da conferência.

    O momento perfeito para decolar

    Essa vitória foi a quarta seguida dos Pistons — sete das últimas oito, pra ser mais exato. E olha, sinceramente eu não esperava que eles fossem conseguir parar os Lakers nesse momento. LA vinha de nove vitórias consecutivas e tava voando.

    Mas Jenkins mostrou que tá preparado pra esses momentos decisivos. O cara criou o próprio arremesso, não dependeu de ninguém. Pegou a bola, fez o jab step no Reaves, abriu espaço e — PAH! — mandou pro fundo da rede.

    E tem mais: o Cade Cunningham deve voltar pro início dos playoffs depois daquela lesão no pulmão. Imagina esse time com Cunningham e Jenkins jogando junto? Vai ser absurdo.

    Vocês acham que Detroit realmente tem cara de time para ir longe nos playoffs? Porque eu tô começando a acreditar seriamente nessa equipe.