Tag: Donovan Mitchell

  • Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Eu amo aqui’

    Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Eu amo aqui’

    Cara, que bom ouvir isso do Donovan Mitchell. O cara simplesmente falou que ama jogar em Cleveland e que quer continuar por lá. Na minha opinião, é exatamente isso que a gente quer ver de um astro — alguém que abraça mesmo a cidade onde joga.

    “Eu amo aqui”, disse Mitchell quando perguntaram sobre uma possível extensão de contrato neste verão. “Não sei de que outra forma dizer isso. Eu disse isso antes de assinar a outra extensão. Eu amo aqui, e não tenho dúvida de que esse grupo pode chegar lá.”

    Quatro temporadas que mudaram tudo

    Mitchell chegou em Cleveland em 2022 e, mano, que diferença fez. All-Star nas quatro temporadas, três vezes no time All-NBA, e foi o principal jogador de um time que chegou às finais de conferência pela primeira vez desde 2018. Mesmo tomando uma varrida dolorosa do Knicks, isso aí é conquista, viu.

    O cara tem contrato garantido por mais uma temporada, com uma opção de jogador para 2027-28. E aí vem a pergunta que não quer calar: vai renovar agora ou vai esperar? Porque financeiramente, seria melhor ele esperar até depois da próxima temporada — jogadores com 10 anos de liga podem ganhar mais grana.

    O amor por Cleveland é real

    Mas o que mais me impressiona é como o Mitchell abraçou Cleveland de verdade. Quantas vezes a gente vê estrela chegando numa cidade menor e meio que tolerando estar ali? Mitchell é o contrário disso.

    “É uma energia incrível ver na cidade quando chegamos às finais de conferência”, disse ele. “Sentir isso é incrível. É por isso que ser varrido desse jeito é uma merda, porque você sente isso até dirigindo pela cidade — as pessoas ficam loucas. Eu amo isso. Eu amo isso sobre este lugar, cara. A cidade merece um anel.”

    Sinceramente, isso me lembra muito do que o Giannis fez em Milwaukee. Ao invés de sair correndo pra uma cidade grande, ficou e construiu algo especial. Mitchell parece ter a mesma mentalidade — e olha que Cleveland não é exatamente Los Angeles, né?

    O que vocês acham? Mitchell vai assinar a extensão ou vai apostar em si mesmo e esperar mais um ano? Uma coisa é certa: os Cavs precisam aproveitar essa janela enquanto têm um cara que realmente quer estar lá.

  • Kenny Atkinson pode cair? Técnico dos Cavs tenta se blindar após vexame

    Kenny Atkinson pode cair? Técnico dos Cavs tenta se blindar após vexame

    Olha, vou ser bem direto aqui: Kenny Atkinson está pisando em ovos em Cleveland. O técnico dos Cavaliers tentou passar confiança quando perguntaram sobre a própria segurança no cargo, mas sinceramente? Depois do que aconteceu contra os Knicks, qualquer coisa pode rolar.

    “Escutem, eu tenho confiança, confiança em mim primeiro, confiança no grupo”, disse Atkinson na segunda-feira. Cara, quando um técnico precisa falar sobre ter confiança em si mesmo, já é sinal de que a coisa não tá boa, né?

    O vexame que pode custar o emprego

    Vamos aos fatos: os Cavs tinham 22 pontos de vantagem sobre os Knicks no Jogo 1 das finais da Conferência Leste. Vinte e dois pontos! E conseguiram entregar de bandeja. Pior ainda — depois dessa entregada épica, nunca mais foram competitivos na série.

    O mais bizarro? Atkinson ainda teve a coragem de dizer antes do Jogo 4 que Cleveland tinha “analiticamente” vencido dois dos três primeiros jogos. Analiticamente? Mano, no basquete o que vale é o placar no final, não planilha do Excel.

    E tem mais: o cara defendeu James Harden na defesa (!) e ainda justificou não ter chamado tempo quando os Knicks fizeram aquelas corridas absurdas. Às vezes você precisa parar o jogo e gritar com os caras, não ficar lá filosofando.

    Política interna complicada

    Aqui fica interessante a coisa toda. Atkinson ainda tem três anos de contrato, mas a política interna dos Cavs é meio confusa. Quando ele foi contratado em 2024 para substituir J.B. Bickerstaff, parte do front office queria James Borrego. Mas Dan Gilbert, o dono, preferiu Atkinson.

    Imaginem a situação: você é técnico, mas sabe que uma galera importante da organização queria outro cara. Quando o time começou mal na temporada regular, esses mesmos executivos já estavam de olho nele. É aquela pressão constante, sabe?

    Por sorte dele, Donovan Mitchell ainda apoia o trabalho do técnico, e foi importante para incorporar Harden no esquema. Mas no esporte profissional, especialmente na NBA, apoio de jogador não garanta nada quando os resultados não vêm.

    A moda de demitir técnico por qualquer coisa

    E vocês sabem como é a NBA hoje em dia, né? Os front offices estão cada vez mais dispostos a trocar técnico por qualquer motivo. Os próprios Knicks mandaram Tom Thibodeau embora ano passado depois de chegar às finais da Conferência — e olha só, chegaram às Finais agora.

    O Brian Windhorst da ESPN já andou comentando sobre possíveis mudanças em Cleveland, sem dar detalhes específicos. Quando o Windhorst fala, é bom prestar atenção.

    Na minha visão, Atkinson ainda tem uma chance de se salvar, principalmente se conseguir manter Mitchell feliz e montar um time competitivo na próxima temporada. Mas sinceramente? Depois daquele vexame contra os Knicks, qualquer tropeço pode ser fatal. E aí, vocês acham que ele consegue se manter no cargo?

  • Cavs mantêm Kenny Atkinson mesmo após vexame nos playoffs

    Cavs mantêm Kenny Atkinson mesmo após vexame nos playoffs

    Olha só que notícia interessante: Kenny Atkinson vai continuar como técnico dos Cleveland Cavaliers na próxima temporada. Isso mesmo, mesmo depois daquela varrida histórica que tomaram dos Knicks nas finais do Leste.

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa?

    O apoio dos craques salvou o emprego

    Pelo que rolou nos bastidores, Donovan Mitchell e o pessoal do elenco bateram o pé pra manter o Atkinson. Cara, isso me lembra muito aquelas situações aqui no Brasil onde o técnico só se salva porque os jogadores principais apoiam — às vezes funciona, às vezes não.

    O mais curioso é que nem todo mundo na diretoria estava 100% convencido com a escolha do Atkinson desde o começo. Alguns executivos preferiam o James Borrego quando contrataram o Kenny no ano passado pra substituir o J.B. Bickerstaff. Imagina o clima interno…

    Folha salarial astronômica e zero títulos

    Agora vem a parte que mais me incomoda: os Cavaliers têm a folha salarial MAIS CARA da história da NBA — US$ 229 milhões! Duzentos e vinte e nove milhões de dólares, gente. E o resultado? Uma varrida de 4-0 pros Knicks.

    Sinceramente acho que eles precisam de mais do que mudanças “oportunistas” no elenco, como a diretoria tá falando. Com essa grana toda investida, a expectativa é de pelo menos brigar pelo título da conferência, não tomar sacode no primeiro adversário forte que aparece.

    Na minha visão, dar mais uma chance pro Atkinson faz sentido — afinal, foi o primeiro ano dele com esse grupo. Mas a pressão vai ser absurda. Se não rolar pelo menos uma final da conferência bem disputada na próxima temporada, aí não tem Donovan Mitchell que salve o emprego do cara.

    E vocês, acham que os Cavs fizeram certo em manter o técnico? Ou era melhor partir pra uma reformulação completa?

  • Mitchell pede desculpas pra Cleveland: ‘Foi uma merda essa varrida’

    Mitchell pede desculpas pra Cleveland: ‘Foi uma merda essa varrida’

    Cara, eu não sei nem como começar essa. O Donovan Mitchell simplesmente pediu desculpas pra cidade inteira de Cleveland depois da varrida humilhante que os Knicks deram nos Cavaliers. E olha, ele não poupou palavras.

    “Peço desculpas pra cidade de Cleveland por ter sido assim, numa varrida. Isso é uma merda”, disse Mitchell pros repórteres depois do jogo 4. Foi direto no peito, sem enrolação.

    Sinceramente? Eu entendo a frustração do cara. Os Cavs chegaram nas finais da Conferência Leste, estavam com uma vantagem de 22 pontos no primeiro jogo… e aí entregaram tudo de bandeja. Foi doloroso de assistir, imagina jogar.

    A realidade doeu, mas Mitchell quer ficar

    O mais interessante é que mesmo depois dessa lambança toda, Mitchell deixou claro que quer continuar em Cleveland. “Eu amo estar aqui. Não sei de que outra forma dizer isso”, falou o cara.

    Mitchell ainda tem um ano garantido no contrato de 3 anos e $153.3 milhões, com opção de jogador pra temporada 2027-28. Ou seja, ele não vai sair como agente livre se quiser vazar. Mas pelo que ele disse, a intenção é ficar mesmo.

    E vocês acham que é a decisão certa? Porque olha, depois de uma varrida dessas, qualquer jogador estrela estaria pelo menos pensando em outras opções…

    James Harden também quer ficar (será que isso é bom?)

    Aí que fica interessante a coisa. O James Harden também disse que quer continuar nos Cavs. “Sim, 100%. Definitivamente pras duas perguntas. Acho que encontramos algo especial”, disse Harden quando perguntaram se ele quer e espera ficar.

    Mas mano… será que os fãs de Cleveland querem o Harden de volta? O cara teve mais uma performance patética nos playoffs. No jogo 4 foram só 12 pontos com 2/8 nos arremessos de quadra e 0/6 do perímetro. Cinco turnovers. É o padrão Harden em jogos decisivos, infelizmente.

    Na série toda ele teve aproveitamento de 38.1% nos arremessos e cometeu mais turnovers que cestas importantes. Aos 37 anos, com uma opção de $42.3 milhões pra próxima temporada, será que vale a pena apostar nele de novo?

    Olha, eu sei que basketball é um esporte de química e os caras parecem ter se entendido bem durante a temporada regular. Mas quando chegou a hora H, o time simplesmente derreteu. E isso dói.

    Agora é esperar pra ver o que a franquia vai fazer. Manter o núcleo e tentar de novo, ou mexer nas peças? Uma coisa é certa: depois dessa vexame, alguma coisa precisa mudar em Cleveland.

  • Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cavs fazem história melancólica que não víamos desde 97

    Cara, que vexame. Os Cleveland Cavaliers conseguiram uma façanha que ninguém queria: fazer o tipo errado de história nos playoffs. E olha que eu torcia pra eles chegarem longe esse ano…

    Imagina só a cena: dia 17 de maio, o Donovan Mitchell e a galera toda comemorando a classificação pras finais da Conferência Leste. Todo mundo eufórico, né? Oito dias depois — OITO DIAS — já estavam de férias. Os Knicks mandaram eles pra casa de um jeito que até doeu assistir.

    O vexame do jogo 4

    130 a 93. Em casa. Nas finais de conferência. Sinceramente, eu não esperava um colapso desses. O Mitchell deve ter ficado se perguntando o que diabos aconteceu com o time que vinha jogando tão bem durante a temporada.

    Mas o pior é que isso já é um padrão meio preocupante. Quatro anos consecutivos sem chegar nas finais da NBA. Quatro! O Mitchell chegou justamente pra quebrar essa escrita, mas parece que o problema é mais profundo do que só precisar de um craque.

    Os números que explicam tudo

    Sabe o que me chamou atenção? Os Cavs tomaram 20 pontos ou mais de bola perdida em DEZ jogos desses playoffs. Dez! De 18 jogos totais. Isso é mais da metade dos jogos sendo destruído no contra-ataque.

    E não é coincidência, não. Quando você usa duas torres no garrafão (como eles fazem com Mobley e Allen), fica complicado correr de volta pra defender. A quadra fica desbalanceada, os caras não conseguem acompanhar o ritmo do jogo moderno.

    E agora, qual é o plano?

    Na minha visão, a diretoria vai ter que mexer bastante no elenco. O core com Mitchell é bom, mas falta atleta, falta gente que defenda com intensidade. Vocês acham que eles vão conseguir manter essa formação ou precisam de uma reformulação mais drástica?

    Porque uma coisa é certa: do jeito que está não rola. Você não pode desperdiçar o prime do Mitchell assim. O cara veio pra Cleveland justamente pra brigar por título, e aí o time desaba nos momentos decisivos.

    Enfim, vai ser uma off-season bem movimentada em Cleveland. Espero que eles aprendam com esses erros e voltem mais preparados ano que vem. Porque talento não falta — o que falta é consistência mental nos playoffs.

  • Cavaliers precisam demolir tudo? A varredura pros Knicks foi humilhante

    Cavaliers precisam demolir tudo? A varredura pros Knicks foi humilhante

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu com os Cavs. Uma varredura. VARREDURA. Em casa. Para os Knicks. 130-93 no último jogo. Sinceramente, dói até escrever isso.

    A pergunta que não quer calar: e agora, Cleveland? O que vocês vão fazer com esse time que parecia tão promissor?

    O teto baixo demais dos Cavaliers

    Olha, quando eles trocaram o Darius Garland pelo James Harden em fevereiro, eu já fiquei com o pé atrás. Garland era jovem, tinha futuro, era parte do núcleo que os Cavs vinham construindo. Trocar ele por um Harden de 35 anos? Na época já achei arriscado.

    E o técnico Kenny Atkinson foi honesto depois da humilhação: “Estou decepcionado pelo grupo. Normalmente eu diria que precisávamos de mais peças no elenco, mas não posso falar isso. A diretoria nos deu um elenco talentoso.”

    É isso aí. O problema não é talento — é que esse grupo chegou no seu limite. E esse limite, infelizmente, é uma semifinal de conferência. Igual ao Harden a carreira inteira: ótimo, mas nunca o melhor.

    A matemática cruel dos 170 milhões

    Agora vem a parte dolorosa. Os Cavs teriam que desembolsar 170 milhões de dólares pra manter Mitchell, Harden, Mobley e Jarrett Allen juntos na próxima temporada. Cento e setenta milhões! Pra um time que não conseguiu ganhar UM jogo sequer na final do Leste.

    O Harden tem uma opção de 42,3 milhões pra ficar. Se ele aceitar e eles tentarem de novo, o Mitchell (que tem mais um ano garantido) não vai ficar pensando em vazar? E se todo mundo já tá imaginando isso, por que não trocar ele agora enquanto ainda vale alguma coisa?

    Apostas malucas pra 2025

    E é aí que a coisa fica interessante. Os rumores tão voando: trocar o Mobley pelo Giannis? Trazer o LeBron de volta pra Cleveland? Cara, nenhuma das duas opções garante título, mas pelo menos seria divertido de assistir.

    Imagina o Mitchell jogando com o Giannis. Dois caras famintos por um anel, se carregando mutuamente. Talvez até o Harden e o LeBron entrem na brincadeira (seria a coisa mais louca da NBA nos últimos anos).

    Pode dar errado? Claro. Lembrem do Giannis com o Damian Lillard — prometeu muito e entregou pouco. Mas pelo menos eles tentariam algo diferente, né?

    Porque ficar com essa formação atual é aceitar que o máximo que conseguem é chegar numa final de conferência pra tomar sapatada. E convenhamos, Cleveland merece mais que isso. Os torcedores merecem mais que isso.

    E vocês, o que acham? Vale a pena apostar numa mudança radical ou é melhor ter paciência com esse núcleo? Porque sinceramente, depois dessa humilhação, qualquer coisa tá na mesa.

  • Cavs tomam sacode histórica dos Knicks e temporada acaba mal

    Cavs tomam sacode histórica dos Knicks e temporada acaba mal

    Cara, que vexame foi esse que os Cavs passaram ontem? 130 a 93 para os Knicks. Cento e trinta a noventa e três! Eu vi o jogo todo e sinceramente… deu até dó.

    A temporada dos Cavaliers acabou oficialmente às 22h31, mas, na real, eles desistiram lá pelas 20h30. O que rolou em quadra foi mais um passeio dos Knicks do que um jogo de playoffs.

    Começou bem, mas virou pesadelo

    Olha, não vou mentir — Cleveland até começou jogando. Com Max Strus no quinteto inicial, eles fizeram três cestas nas quatro primeiras posses e abriram seis pontos. Aí eu pensei: “Será que vai ter jogo?”

    Não teve.

    Os Knicks viraram a chave no final do primeiro quarto com uma sequência de 13 a 5. Depois emendaram mais 12 pontos seguidos no segundo período. Pronto, 24 pontos de vantagem e tchau, temporada. Qualquer esperança de esticar a série morreu ali mesmo.

    E o pior? O Rocket Arena tava lotado de torcedores dos Knicks! Quase o mesmo tanto que de fãs dos Cavs — na casa deles! Os caras viajaram pra Cleveland só pra comemorar a primeira ida às Finais em mais de 25 anos.

    Mitchell fez a dele, mas sozinho não dá

    Donovan Mitchell até tentou — 31 pontos com 50% de aproveitamento. Evan Mobley colaborou com 15 pontos e 7 rebotes. Mas quando você toma 130 pontos, individual não salva mesmo.

    Do lado dos Knicks foi festa completa. Karl-Anthony Towns dominou com 19 pontos e 14 rebotes (8/11 nos arremessos — que eficiência!). OG Anunoby fez 17, e Jalen Brunson junto com Mikal Bridges somaram 15 cada um. Foi um show coletivo.

    E agora, Cleveland?

    Essa foi a campanha mais longe que esse grupo do Mitchell conseguiu chegar nos playoffs, mas que frustração, né? Precisaram de 7 jogos — pelo menos 2 a mais do que deveria — pra passar dos Raptors. Depois mais 7 contra os Pistons, que mal conseguiam fazer cestas. E pra fechar, entregaram uma vantagem de 22 pontos no último quarto do Jogo 1 contra New York.

    A temporada regular já tinha sido uma montanha-russa com lesões o tempo todo e aquelas trocas malucas de fevereiro. Por um lado, chegar até aqui foi até impressionante. Mas se esse jogo — e essa série — servem de indicativo, os Cavs estão anos-luz de brigar por um título.

    Vocês acham que é hora de mexer no elenco? Porque pelo jeito, vai ser um verão bem movimentado em Cleveland…

  • Mitchell e os Cavs no desespero: “Fazer cestas e parar eles”

    Mitchell e os Cavs no desespero: “Fazer cestas e parar eles”

    Cara, tá difícil de assistir o que tá rolando com o Donovan Mitchell e os Cavaliers nessa série contra os Knicks. 3-0 na série, costas contra a parede, e o cara resume a estratégia em três coisas básicas: “fazer algumas cestas, conseguir algumas paradas defensivas e acertar os lances livres”.

    Olha, eu entendo a frustração do Mitchell. O cara finalmente chegou na sua primeira Final de Conferência na carreira — depois de OITO tentativas, imaginem — e agora tá vendo tudo desmoronar desse jeito.

    A caminhada até aqui foi linda, mas…

    Pra chegar até aqui, Cleveland teve que passar por Toronto e Detroit, e pela primeira vez desde 2018 os Cavs voltaram às finais do Leste. Mitchell, no seu nono ano na NBA e quarto em Cleveland, finalmente quebrou a maldição das eliminações na segunda rodada.

    Mas aí que tá o problema. Chegou na final de conferência e simplesmente não consegue jogar bola. O primeiro jogo foi aquele colapso histórico no último quarto que todo mundo viu, e nos jogos 2 e 3 o ataque simplesmente não funcionou contra a defesa dos Knicks.

    Os números não mentem

    No jogo 3, cinco caras pontuaram em dois dígitos pelos Cavs. Mitchell fez 23 pontos, mas com apenas quatro assistências. Evan Mobley liderou com 24 pontos e seis rebotes, James Harden contribuiu com 19 e cinco assistências, e Jarrett Allen cravou 17 pontos com sete rebotes.

    Números até que decentes no papel, mas que não adiantaram nada contra os Knicks. E sinceramente? A resposta do Mitchell pra pergunta do repórter meio que resume tudo: eles tão errando o básico.

    “Fazer algumas cestas, conseguir algumas paradas defensivas e acertar os lances livres” — cara, isso é o que qualquer técnico de escolinha ensina. Quando um jogador do calibre do Mitchell fala isso numa final de conferência, é porque a coisa tá realmente feia.

    O jogo 4 é domingo, em casa, às 8h da noite (horário de lá). Vocês acham que os Cavs conseguem pelo menos forçar um quinto jogo? Ou os Knicks fecham logo e vão pra final? Porque olhando assim, parece que Cleveland tá completamente perdido nessa série.

  • Mitchell sobre invasão dos fãs dos Knicks: ‘Sou de NY, não me choca’

    Mitchell sobre invasão dos fãs dos Knicks: ‘Sou de NY, não me choca’

    Cara, que situação constrangedora pros Cavs ontem à noite. Não só tomaram uma surra dos Knicks por 121 a 108 no Jogo 3 das finais do Leste, como ainda tiveram que aguentar a torcida visitante tomando conta da Rocket Arena. Imagina a cena: você tá na sua casa e escuta “Let’s Go Knicks” ecoando por todo o ginásio. Dor pura.

    A situação ficou tão bizarra que até Donovan Mitchell teve que comentar no pós-jogo. E olha, a resposta dele foi classe pura — típica de quem conhece bem essa torcida dos Knicks.

    A origem de tudo: Mitchell sabe como a coisa funciona

    “Eu sou de Nova York. Isso não me choca”, disse Mitchell após a derrota. “Eles fazem isso em todo ginásio. É como os fãs dos Cowboys, é simplesmente quem eles são. Não acho que seja uma coisa de Cleveland. É como os fãs dos Knicks são. Eu era um deles no passado.”

    E completou defendendo a torcida de casa: “Cleveland tem os melhores fãs do mundo. Eu sustento isso.”

    Sinceramente? Achei muito maduro da parte dele. O cara conseguiu separar as coisas — reconheceu a realidade sobre a torcida dos Knicks (que é realmente apaixonada e viaja pra todo canto) sem jogar a culpa nos fãs locais. Mitchell sabe que torcida de Nova York é diferenciada mesmo.

    O massacre foi técnico e psicológico

    Mas vamos aos fatos da partida, que foram brutais pros Cavs. Os Knicks acertaram absurdos 56% dos arremessos de quadra, enquanto Cleveland cravou apenas 12 de 41 tentativas do perímetro (29%). Uma diferença que grita, né?

    Jalen Brunson comandou a pancadaria com 30 pontos, mas o que mais impressionou foi o equilíbrio ofensivo dos Knicks. Mikal Bridges e OG Anunoby contribuíram com 22 e 21 pontos respectivamente — quando os coadjuvantes rendem assim, é sinal de que o time tá funcionando em alto nível.

    Pelo lado de Cleveland, Evan Mobley foi praticamente um soldado sozinho na guerra, marcando 24 pontos e pegando 6 rebotes. Mitchell até tentou carregar o ataque, mas simplesmente não teve munição suficiente pra responder ao tsunami ofensivo dos Knicks.

    3×0: a conta que ninguém quer pagar

    Agora os Cavs enfrentam uma estatística que é mais cruel que qualquer enterrada: nenhum time na história da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 3-0 nos playoffs. Zero. Nada. Nunca aconteceu.

    Vocês acham que Cleveland tem alguma chance de fazer história na segunda-feira? Ou os Knicks vão fechar a série em casa e partir pras finais da NBA?

    Uma coisa é certa: se os Cavs quiserem sonhar com o impossível, vão precisar jogar muito melhor do que mostraram até aqui. E torcer pra que dessa vez a torcida de casa faça mais barulho que os nova-iorquinos — porque ontem foi vexatório mesmo.

  • Mitchell grita com os Cavs, mas não evita mais uma derrota pros Knicks

    Mitchell grita com os Cavs, mas não evita mais uma derrota pros Knicks

    Cara, o Donovan Mitchell tá fazendo de tudo pra acordar os companheiros, mas parece que os Cavaliers estão hipnotizados pelos Knicks. Na madrugada de sábado pra domingo (horário nosso), o armador foi flagrado gritando “Agora a gente responde dos dois lados da quadra!” durante o primeiro tempo do Jogo 3, tentando despertar o time que já estava 2-0 atrás na série.

    Olha, eu entendo a frustração do Mitchell. O cara finalmente chegou na sua primeira Final de Conferência da carreira — depois de NOVE anos tentando — e os Cavs simplesmente não conseguem jogar o basquete que todo mundo sabe que eles sabem jogar. É de partir o coração.

    A liderança que não bastou

    Mitchell fez a parte dele: 23 pontos, 4 assistências e 3 roubadas de bola. Evan Mobley liderou a pontuação com 24, e até o James Harden contribuiu com 19 pontos. Mas não adiantou nada. Os Knicks simplesmente estão num nível acima nessa série, e agora Cleveland está 3-0 atrás.

    Vocês lembram do colapso histórico no Jogo 1? Pois é, desde então os Cavs não conseguiram se recuperar emocionalmente. É como se tivessem levado um soco no estômago e ainda não conseguissem respirar direito.

    Hora de fazer história (ou ir pra casa)

    Agora é matemático: ou os Cavaliers fazem uma das maiores viradas da história dos playoffs da NBA, ou a temporada acaba no próximo jogo. Sinceramente, acho difícil. Muito difícil. Mas se tem alguém que pode liderar uma reação desesperada, esse alguém é o Donovan Mitchell.

    O Jogo 4 acontece nesta segunda-feira (25), às 21h (horário de Brasília), em Cleveland. É literalmente fazer ou morrer. Será que a liderança vocal do Mitchell vai finalmente surtir efeito? Ou será que os Knicks vão completar a varrida e avançar pras Finais da NBA?

    Uma coisa eu sei: se os Cavs saírem dessa, vai ser uma das histórias mais incríveis que eu já vi no basquete. Mas primeiro, eles precisam ganhar UM jogo. Só um. E aí quem sabe…