Tag: Donovan Mitchell

  • Kenny Atkinson entregou os Cavaliers pro Knicks no Jogo 1

    Kenny Atkinson entregou os Cavaliers pro Knicks no Jogo 1

    Cara, eu não consigo tirar o Jogo 1 da cabeça. Os Cavaliers estavam ganhando por 22 pontos — VINTE E DOIS — e conseguiram entregar de bandeja pros Knicks. E o principal culpado? Kenny Atkinson, que simplesmente assistiu o time desmoronar sem fazer nada.

    Vamos aos fatos: Cleveland estava dominando. Donovan Mitchell chuva de três (acertou 4), Evan Mobley fazendo double-double (15 pontos, 14 rebotes), até o James Harden estava colaborando com 15 pontos. Parecia que os Cavs iam sair na frente na série e colocar pressão nos favoritos Knicks.

    A virada que mudou tudo

    Mas aí veio o terceiro quarto. Cleveland fez 35 pontos, estava tudo lindo… até que não estava mais. Os Knicks fizeram uma virada histórica de 22 pontos e forçaram a prorrogação. E na prorrogação? Os Cavaliers fizeram apenas 3 pontos. TRÊS.

    Jalen Brunson simplesmente resolveu virar o Michael Jordan no quarto período: 15 pontos, 7 de 9 nos arremessos. O cara estava imparável. E onde estava o Atkinson? Provavelmente pensando no que ia jantar, porque pediu timeout foi nada.

    Olha, eu entendo que às vezes o técnico confia no time pra resolver, mas quando você vê uma virada de 22 pontos acontecendo na sua cara, você PRECISA parar o jogo, reagrupar, fazer alguma coisa. Qualquer coisa!

    As consequências da passividade

    E agora? Os Cavaliers perderam o Jogo 3 por 121-108, estão com 2-1 pra baixo e praticamente com um pé na rua. A intensidade que eles mostraram na virada contra os Pistons (saíram de 2-0 atrás) simplesmente sumiu.

    O pior de tudo é que esse time dos Cavs tem talento pra chegar nas Finais, sério. Mas a estratégia defensiva é de chorar — James Harden virou saco de pancada dos Knicks, que atacam ele o jogo inteiro. Enquanto isso, Jalen Brunson fica livre pra fazer o que quer na quadra.

    No Jogo 3, foi um festival: Brunson com 30 pontos e 6 assistências, Mikal Bridges com 22, OG Anunoby com 21… até o Landry Shamet apareceu com 14 pontos. Quando todo mundo do time adversário está jogando bem, é sinal de que sua defesa não está funcionando.

    Vivem e morrem pelo três

    E no ataque? Cleveland continua com aquela tática previsível de viver e morrer pela bola de três. Erraram 29 das 41 tentativas no Jogo 3 — quase 30% de aproveitamento. É muita dependência pra uma coisa que não está funcionando.

    Sinceramente, acho que os Cavaliers perderam a série naquele Jogo 1. Ter 22 pontos de vantagem e entregar assim… isso marca psicologicamente. Os Knicks ganharam confiança e os Cavs nunca mais foram os mesmos.

    Kenny Atkinson pode ser um bom técnico, mas nessa série ele está sendo completamente superado pelo Mike Brown. E o pior é que tinha tudo pra dar certo — era só não deixar aquela virada histórica acontecer.

    Vocês acham que ainda dá tempo dos Cavaliers reagirem, ou a série já era?

  • Cavs na lona: Knicks abrem 3-0 e deixam Cleveland à beira do abismo

    Cavs na lona: Knicks abrem 3-0 e deixam Cleveland à beira do abismo

    Olha, eu não queria ser pessimista, mas depois de ver os Cavs levarem uma surra de 121-108 dos Knicks no Jogo 3, fica difícil manter a esperança. Cleveland tá na lona, cara. 3-0 na série e, se vocês acompanham basquete como eu, sabem que NUNCA — repito, NUNCA — um time voltou de uma desvantagem de 3-0 nos playoffs da NBA.

    E sinceramente? Não é nem questão de talento. Os Knicks simplesmente sabem o que estão fazendo em quadra. Eles têm sistema, têm disciplina, têm pegada de time que quer título. Enquanto isso, os Cavs parecem exatamente o que são: um time montado na última hora na trade deadline, tentando colar os pedaços.

    Nova York dominou do começo ao fim

    O jogo já começou mostrando quem mandava na parada. Knicks abriram 9-1 logo de cara — e olha que foi em Cleveland, na casa dos Cavs! Isso me lembrou aqueles jogos do Brasil nas Olimpíadas quando a gente já sabia que ia dar ruim nos primeiros minutos.

    Cleveland até esboçou uma reação no segundo quarto, empatou em 50 a 50, mas foi só ilusão. Os Knicks fecharam forte o primeiro tempo e foram pro intervalo com 6 pontos de vantagem. No terceiro quarto, aí que a coisa feia mesmo aconteceu.

    Nova York simplesmente pisou no acelerador. Transformaram cada defesa em ataque rápido, cada rebote em contra-ataque. A diferença chegou a 13 pontos e os milhares de torcedores dos Knicks que viajaram pra Ohio começaram aqueles cânticos de “Let’s go Knicks” no Rocket Arena. Constrangedor pra torcida de casa.

    Brunson continua imparável

    Jalen Brunson tá jogando num nível absurdo. 30 pontos no Jogo 3, mantendo a média altíssima da série. O cara simplesmente não erra quando importa. Mikal Bridges e OG Anunoby ajudaram com 22 e 21 pontos respectivamente — que trio, meu Deus.

    Do lado dos Cavs, Evan Mobley foi o cestinha com 24 pontos (pelo menos alguém apareceu), Mitchell fez 23 mas com aproveitamento ruim (9/21 nos arremessos), e Jarrett Allen contribuiu com 17. James Harden? 19 pontos, mas 5 turnovers também. Veterano que é veterano não pode dar bobeira dessas em playoffs.

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, foi honesto na coletiva: “Eles foram o time mais físico, foram muito superiores”. E complementou reconhecendo a qualidade do adversário: “Eles estão jogando um basquete de playoffs fantástico. Nove vitórias seguidas nos playoffs é muito difícil de conseguir”.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem o milagre? Honestamente, eu tô achando difícil. Não é impossível ganhar um jogo, mas quatro seguidos contra esse time dos Knicks? Precisariam de uma mudança radical de postura.

    O Jogo 4 é segunda-feira, 20h, em Cleveland. Atkinson resumiu bem a situação: “Vamos buscar uma vitória e depois vemos o que acontece”. Realista, né? Porque se perder na segunda, acabou. E pelo que vi até agora, os Knicks não vão facilitar nada.

  • Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Mitchell sumiu no vestiário e quase deu um infarto na gente

    Gente, que susto foi esse? Donovan Mitchell simplesmente saiu de quadra no meio do segundo quarto do Jogo 3 das finais da Conferência Leste e foi direto pro vestiário. Meu coração quase parou.

    As câmeras da ESPN flagraram o cara caminhando em direção aos vestiários e, cara, todo mundo já pensou o pior. Ainda mais numa série decisiva contra os Knicks — imagina perder o Mitchell justamente agora?

    O alívio veio rápido

    Mas olha, graças a Deus foi só um susto. A própria ESPN reportou depois que ele não estava acompanhado de nenhum médico ou fisioterapeuta, o que já era um bom sinal. E realmente, em poucos minutos o monstro voltou pro banco e ainda entrou em quadra antes do final do segundo quarto.

    Sinceramente? Provavelmente foi só uma necessidade fisiológica mesmo, sabe como é. Ou quem sabe ajustar alguma coisa no equipamento. Mas no calor do momento, com a tensão dos playoffs, qualquer movimento estranho do seu craque já deixa todo mundo em pânico.

    Por que esse susto mexe tanto com a gente?

    É que o Mitchell tem sido absolutamente fundamental pra essa campanha dos Cavaliers. O cara tá carregando o time nas costas, e perder ele numa série contra os Knicks seria praticamente o fim das pretensões de título de Cleveland.

    Vocês viram como a torcida ficou? O pessoal do Twitter já tava entrando em desespero coletivo. E eu não culpo ninguém — quando você vê seu astro sumindo no vestiário no meio de um jogo decisivo, o coração dispara mesmo.

    No final das contas, foi só mais um daqueles momentos que fazem os playoffs da NBA serem tão intensos. Todo detalhe importa, cada segundo conta, e qualquer coisa fora do normal vira notícia na hora.

  • Mitchell nega cansaço após vexame: ‘A gente não tá cansado’

    Mitchell nega cansaço após vexame: ‘A gente não tá cansado’

    Olha, eu não sei vocês, mas depois de ver os Cavs levando uma surra de 109-93 dos Knicks no Jogo 2, a última coisa que eu queria ouvir era Donovan Mitchell falando que não estão cansados. Cara, se não é cansaço, então o que é?

    O Cleveland cavou um buraco de 0-2 no Madison Square Garden, e a performance foi de dar vergonha alheia. 39% nos arremessos de quadra? Trailing por 19 pontos? Os Knicks com Jalen Brunson e Josh Hart mandando no jogo dos dois lados da quadra?

    “Não estamos cansados”

    Quando perguntaram se o cansaço estava pesando pro time, Mitchell foi direto ao ponto: “Não estamos cansados. Não estamos cansados. Estamos prontos pro Jogo 3.” Repetiu duas vezes pra ter certeza que a galera entendeu.

    Sinceramente? Eu queria ter a confiança desse cara. Mitchell fez 26 pontos (líder do time) e 4 rebotes, convertendo 8 de 18 arremessos. Números até que decentes individualmente, mas o time como um todo… nossa.

    James Harden colaborou com 18 pontos, 6 rebotes e 2 assistências, enquanto Jarrett Allen pegou um double-double com 13 pontos e 10 rebotes. Mas não adiantou nada.

    O fantasma do Jogo 1

    A real é que os Cavs ainda estão assombrados pelo que rolou no Jogo 1. Imagina só: você tem 22 pontos de vantagem no último quarto e consegue perder na prorrogação. Na prorrogação eles fizeram apenas UMA cesta. Uma! É de cortar o coração.

    Mitchell até tentou passar confiança antes do Jogo 2, falando sobre como esse grupo estava preparado pra qualquer desafio nos playoffs. “Este grupo é ótimo porque não viemos aqui só pra ficar tipo ‘Ei!’ Vocês sacam? Nós construímos pra chegar nesse ponto.”

    Mas olhando a performance de ontem… será que construíram mesmo? Ou será que bateu aquela pressão clássica de quem nunca esteve nesse palco?

    Agora é Game 3 no sábado, no Rocket Arena. Os Cavs precisam de um milagre — ou pelo menos jogar como se realmente não estivessem cansados. Porque do jeito que as coisas estão, essa série pode acabar mais rápido do que todo mundo esperava.

    E aí, vocês acham que Mitchell tá certo ou é só pose mesmo?

  • Mitchell elogia Hart após massacre dos Knicks: ‘Às vezes você tem que tirar o chapéu’

    Mitchell elogia Hart após massacre dos Knicks: ‘Às vezes você tem que tirar o chapéu’

    Olha, eu não esperava ver o Donovan Mitchell elogiando um cara que acabou de passar o rodo no time dele, mas é exatamente isso que rolou depois da surra que os Knicks aplicaram nos Cavaliers ontem à noite.

    Os Cavs levaram uma lavada de 109-93 no Jogo 2 das Finais da Conferência Leste, e o Josh Hart simplesmente resolveu virar o LeBron James por uma noite. O cara saiu de 13 pontos no Jogo 1 pra 26 no Jogo 2 — praticamente dobrou a produção.

    Hart vira pesadelo dos Cavs

    E que performance foi essa do Hart, meus amigos. 26 pontos com 10/21 nos arremessos de quadra e — pasmem — 5 bolas de três em 11 tentativas. O cara tava com a mão quente que nem churrasqueiro no domingo.

    A jogada que mais me chamou atenção foi aquela enterrada com giro que ele fez em cima do próprio Mitchell. Sinceramente, quando vi o replay, pensei: “cara, isso aí foi desrespeitoso”. E o mais louco? O próprio Mitchell reconheceu.

    “Às vezes você tem que tirar o chapéu”, disse Mitchell na entrevista pós-jogo. “Ele fez um movimento giratório com uma mão só em mim. Não que ele não seja capaz, mas às vezes é isso que acontece.”

    Mitchell também jogou bem, mas não foi suficiente

    Não é que o Mitchell tenha feito um jogo ruim, né pessoal. O cara marcou 26 pontos também, com 8/18 nos arremessos e praticamente perfeito da linha do lance livre (8/9). Mas quando seu time leva 16 pontos de diferença, individual bom não adianta nada.

    Agora os Cavs estão numa situação bem complicada: 2-0 atrás na série. E todo mundo que acompanha NBA sabe que essa estatística é cruel — nenhum time na história conseguiu virar uma série depois de estar perdendo por 3-0.

    O Jogo 3 vai ser no sábado, em Cleveland. Praticamente vida ou morte pros Cavaliers. Vocês acham que eles conseguem reagir jogando em casa, ou os Knicks vão fechar a conta?

  • Cavs tomaram uma surra dos Knicks e o backcourt tá um desastre

    Cavs tomaram uma surra dos Knicks e o backcourt tá um desastre

    Olha, eu não esperava isso dos Cavs. Perder o jogo 2 para os Knicks por 109-93 já foi ruim, mas ver como o backcourt de Cleveland está jogando… cara, tá doendo assistir.

    Donovan Mitchell marcou 26 pontos, mas sinceramente? Parecia um cara jogando machucado. Zero explosão, zero elevação nas penetradas. E pior: apenas 1 assistência a noite toda. Uma! Como é que um cara que se considera estrela distribui uma assistência só num jogo de playoff?

    James Harden simplesmente sumiu

    E o que dizer do Harden? 18 pontos até que não é ruim, mas defensivamente ele é um buraco negro. Os Knicks fazem o que querem quando ele tá em quadra. Na real, parece que ele tá jogando com o freio de mão puxado.

    O mais frustrante é que a gente sabe que o Harden já foi muito melhor que isso. Duas assistências apenas? Pro cara que já foi um dos melhores armadores da liga? Não dá, mano.

    Mobley e Allen tentaram, mas…

    Evan Mobley começou bem — 10 pontos só no primeiro quarto. Aí aconteceu aquela coisa típica dos Cavs: ele simplesmente desapareceu do jogo. Terminou com 14 pontos em apenas 8 arremessos. Oito! Como é que você não dá mais bola pro seu melhor jogador?

    Jarrett Allen fez a parte dele: double-double com 13 pontos e 10 rebotes. Os Cavs dominaram o rebote ofensivo 13-5, mas de que adiantou se o ataque não funcionou?

    O resto do banco foi de dar dó. Max Strus acertou 1 de 7 arremessos. Sam Merrill errou TODOS os sete arremessos de 3 que tentou. Todos, cara. Eram bolas limpas na maioria das vezes.

    E agora, como sai dessa?

    Sinceramente, eu não sei como os Cavs vão reverter essa situação. O backcourt precisa acordar urgentemente, porque assim não dá para competir com time nenhum nos playoffs, quanto mais com os Knicks que estão jogando um basquete sólido.

    Vocês acham que o Mitchell realmente está machucado ou é só fase ruim mesmo? E o Harden, será que ainda tem gás no tanque para uma corrida de playoff? Porque do jeito que tá, essa série vai acabar rápido — e não do lado que a gente torce.

  • Cavs despencam no jogo 2 — Mitchell claramente machucado

    Cavs despencam no jogo 2 — Mitchell claramente machucado

    Cara, que desastre foi esse jogo 2 dos Cavs contra os Knicks. 109-93 — e olha que o placar até que esconde o quão feio foi isso aí. Os caras simplesmente esqueceram como arremessar uma bola de basquete.

    Mas o que mais me preocupa não são os arremessos errados. É o Donovan Mitchell. O cara tá claramente machucado, galera. Não tem como negar mais.

    Mitchell não é o mesmo

    O técnico Kenny Atkinson fica dizendo que não sabe de lesão nenhuma, mas qualquer um que acompanha NBA vê que algo tá errado. Aquela explosão característica do Mitchell? Sumiu. O primeiro passo dele, que sempre foi um monstro? Não existe mais.

    Sinceramente, se o Mitchell não estiver 100%, eu não vejo como os Cavs voltam nessa série. O cara é o motor desse time — sem ele no auge, fica impossível.

    Mesmo assim, ele foi o cestinha do Cleveland com 26 pontos. Mas com apenas 1 assistência, cara. Uma. Isso mostra como o ataque dos Cavs tá dependente demais dele forçar as jogadas.

    O pesadelo dos arremessos de 3

    Olha, eu já vi times passando por crises de arremesso, mas 9-35 do perímetro é de assustar. Sam Merrill foi 0-7 da linha de 3 — e não foram chutes forçados não, foram bandejas de fora da área que simplesmente não entraram.

    Max Strus (1-4), Mitchell (2-7), Jaylon Tyson (0-3)… Todo mundo frio. E o pior: perderam 10 de 32 lances livres! Dez! Como que você erra tanto da linha?

    O Evan Mobley começou bem, fez 10 pontos só no primeiro quarto. Pensei “agora vai”, mas aí os caras pararam de passar a bola pra ele. Apenas 2 arremessos nos três quartos finais. Isso é planejamento tático ou birra?

    Os Knicks souberam aproveitar

    Josh Hart foi o cara que mais machucou os Cavs. 12 pontos no terceiro quarto, indo 4-6 do campo e 3-3 de três. Exatamente o tipo de jogador que você não pode deixar pegar confiança nos playoffs.

    Os Knicks fizeram uma sequência de 18-0 que basicamente definiu o jogo. Enquanto Cleveland ficou 5 minutos e meio sem pontuar, New York fez o que quis na quadra.

    E aí, galera — vocês acham que os Cavs conseguem se recuperar jogando em casa? Ou essa série já era? Porque do jeito que o Mitchell tá, e com esse ataque completamente perdido, tá difícil de ver uma virada.

    James Harden contribuiu com 18 pontos, mas também não foi aquela performance dominante que esperávamos. Jarrett Allen fez sua parte com 13 pontos em 50% dos arremessos, mas não teve apoio suficiente.

    Agora é torcer para que o técnico dos Cavs encontre uma solução rápida, porque estar 0-2 nos playoffs não é brincadeira não. E se o Mitchell continuar claramente limitado fisicamente… bem, aí a conversa muda de figura mesmo.

  • Cavaliers admitem: éramos só ‘a cultura do LeBron’ após saída em 2018

    Cavaliers admitem: éramos só ‘a cultura do LeBron’ após saída em 2018

    Olha só que confissão pesada saiu dos Cavaliers. Uma fonte da franquia admitiu pra ESPN que quando o LeBron James vazou de Cleveland pela segunda vez, em 2018, o time simplesmente… não tinha nada. Literalmente nada.

    “Quando LeBron saiu, a gente só despencou de cara no chão porque não estávamos enraizados em nada”, disse a fonte. “Não tínhamos nada de fundamental em termos de cultura ou construção de elenco ou desenvolvimento de jogadores. Estávamos apenas enraizados na cultura do LeBron.”

    Cara, que admissão dolorosa, né? Basicamente confirmaram que o Cavs vivia completamente na dependência do Rei. E olha, eu entendo — quando você tem o melhor jogador do mundo no seu time, é fácil relaxar no resto.

    O desastre pós-LeBron

    O que veio depois foi brutal de assistir. Três temporadas horríveis com um saldo de 60 vitórias e 159 derrotas. Sinceramente, eu não desejo isso nem pro meu pior inimigo no basquete.

    Mas sabe o que eu admiro? O GM Koby Altman usou essa fase horrível pra repensar tudo. A prioridade virou desenvolvimento de jogadores e trazer caras que realmente quisessem estar em Cleveland — não só por dinheiro ou por jogar com LeBron.

    A reconstrução que deu certo

    E funcionou, mano. Em 2021 eles conseguiram o Jarrett Allen, pegaram o Evan Mobley na terceira escolha (que jogadaça), trouxeram o Lauri Markkanen… E aí veio a jogada master: em 2022, o Altman conseguiu o Donovan Mitchell do Jazz.

    Os números não mentem — em quatro anos sem Mitchell na reconstrução, conseguiram apenas uma vaga no play-in. Com o Spider? Quatro playoffs seguidos, três aparições na segunda rodada e uma final de conferência.

    Agora o Dan Gilbert tá pagando 68,7 milhões de luxury tax — a primeira vez desde que LeBron saiu. E vocês sabem o que mais me impressiona? O Altman deixou claro que não tá construindo esse time pensando numa terceira volta do LeBron. É pra ser sustentável, com ou sem o Rei.

    Será que finalmente Cleveland aprendeu a viver sem depender de um único jogador?

  • Koby Altman renovou com os Cavs na surdina – e foi genial

    Koby Altman renovou com os Cavs na surdina – e foi genial

    Olha só que informação interessante que vazou agora: o Koby Altman, GM dos Cleveland Cavaliers, já tinha renovado o contrato dele com a franquia na última offseason. Isso mesmo, bem antes da temporada histórica que estamos vendo.

    E cara, que timing perfeito do cara. Os Cavs estão voando nesta temporada, brigando pela primeira posição do Leste, e o Altman já tinha garantido o futuro dele por lá. Coincidência? Eu acho que não.

    O cara que reconstruiu Cleveland

    Desde que assumiu o cargo em 2017 (substituindo o David Griffin), Altman já assinou três renovações de contrato. E olha, tem que dar o braço a torcer pro cara – ele fez um trabalho absurdo de reconstrução.

    Pensa na situação: ele pegou o final da era LeBron James, viu o Rei partir pra Los Angeles, e tinha que decidir o que fazer com aquele time. A resposta? Rebuild completo, mas com muito critério.

    As jogadas do Altman foram cirúrgicas: trouxe o Darius Garland num trade no draft, pescou o Jarrett Allen numa negociação maluca que envolvia o James Harden em 2021, draftou o Evan Mobley (que escolha!), e depois foi lá e trouxe o Donovan Mitchell dos Jazz em 2022.

    A reviravolta com Harden

    Mas a coisa mais louca? Este ano ele fez uma jogada que ninguém esperava: trocou o próprio Garland pelo James Harden no deadline. Sinceramente, quando vi a notícia achei que tinha lido errado.

    “A parte mais difícil”, disse uma fonte do time pra ESPN, “é saber quando apertar o botão. Tipo, quando você quer realmente acelerar com uma reconstrução ou com seus assets?” E aparentemente foi no verão que viram o potencial do Evan e do trio principal.

    O Mitchell, por exemplo, nem tinha Cleveland na lista de preferências quando saiu do Utah. Mas Altman foi oportunista e conseguiu a troca. Monstro demais.

    Vocês acham que o Altman é um dos melhores GMs da liga atualmente? Porque olhando o que ele construiu em Cleveland, eu to começando a achar que sim. Time jovem, talentoso, e agora com veterano pra fazer a diferença nos playoffs.

  • Mitchell desabafa após vexame dos Cavs: ‘A gente cagou tudo’

    Mitchell desabafa após vexame dos Cavs: ‘A gente cagou tudo’

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Madison Square Garden ontem à noite. Os Cavaliers tinham 22 pontos de vantagem no último quarto das finais da Conferência Leste contra os Knicks e… simplesmente entregaram. Perderam por 115-104 na prorrogação.

    E o Donovan Mitchell? O cara não teve papas na língua na entrevista coletiva.

    “Eu falei no vestiário: a gente perdeu, a gente cagou tudo”, disse Mitchell, que fez 29 pontos mas sumiu completamente no final da partida. Sinceramente, eu entendo a revolta dele. Largar uma vantagem dessas numa final de conferência dói até na alma de quem tá assistindo.

    O colapso que ninguém esperava

    Olha, os Cavs estavam dominando por três quartos. Parecia que ia ser mais uma vitória fora de casa — eles já tinham ganhado duas seguidas nos playoffs. Aí veio o que eu só posso chamar de apagão coletivo.

    Os Knicks fizeram uma sequência de 44-11 nos últimos 12 minutos e meio (contando a prorrogação). Quarenta e quatro a onze. É surreal demais. O Jalen Brunson meteu 17 dos seus 38 pontos nesse período e praticamente carregou Nova York nas costas.

    E o Mitchell? Zero pontos no período final. Errou todos os cinco arremessos que tentou. O Landry Shamet colou nele e o cara simplesmente travou. Isso é basquete, né? Às vezes você tá voando, às vezes não consegue nem acertar a tabela.

    A realidade crua dos playoffs

    “Isso não pode acontecer. Mas aconteceu”, disse Mitchell. E essa frase resume tudo, cara. Nos playoffs da NBA, um momento de desatenção e pronto — lá se vai sua temporada.

    O James Harden também não ajudou muito: fez só 15 pontos, acertou apenas 1 de 8 tentativas do perímetro e ainda perdeu 6 bolas. O Evan Mobley teve um double-double com 15 pontos e 14 rebotes, mas não foi suficiente pra segurar a pressão dos Knicks no final.

    Agora é correr atrás do prejuízo no Jogo 2, quinta-feira, ainda em Nova York. Na minha visão, se os Cavs não conseguirem pelo menos empatar a série jogando fora, a coisa fica bem complicada. E aí, vocês acham que eles conseguem se recuperar desse baque psicológico?

    Como o próprio Mitchell falou: “É uma derrota ruim, mas tudo que podemos fazer é voltar, assistir ao filme e corrigir”. Torcer pra que dessa vez eles consigam manter o foco até o fim.