Tag: Donovan Mitchell

  • Mitchell pode deixar Cavs em 2027 por contrato de R$ 1,8 bilhão

    Mitchell pode deixar Cavs em 2027 por contrato de R$ 1,8 bilhão

    Olha, vou ser direto com vocês: a situação do Donovan Mitchell em Cleveland tá ficando meio tensa. E não é por problema de relacionamento ou performance — é matemática pura.

    O cara tem até 2027 pra decidir se fica ou se vai, e sinceramente? Do ponto de vista financeiro, esperar é a jogada mais inteligente que ele pode fazer. Enquanto os Cavs tão suando frio aqui.

    A conta que não fecha pra Cleveland

    A situação é a seguinte: Mitchell tem contrato garantido até 2026-27 (ganhando 50 milhões de dólares) e uma opção de jogador por 54 milhões na temporada seguinte. Os Cavs queriam renovar JÁ, oferecendo 4 anos por até 272 milhões a partir de julho.

    Mas aí que tá — se Mitchell esperar até 2027, quando vai completar 10 anos de NBA, ele pode assinar um contrato de 5 anos por aproximadamente 350 milhões de dólares. Isso mesmo, quase 80 milhões a mais! E ainda vem com cláusula de não-troca, que é basicamente um super poder no basquete.

    Pensa assim: você trocaria 78 milhões de dólares por “tranquilidade” da franquia? Eu não trocaria nem por todo o churrasco do mundo.

    Cleveland na corda bamba

    O problema é que essa espera deixa os Cavs numa situação complicadíssima. Imagina gerenciar um time sabendo que seu melhor jogador pode simplesmente vazar como agente livre em 2027? É como construir uma casa em terreno que pode não ser seu.

    E olha que Mitchell nunca deu motivo pra desconfiança. Desde que chegou do Jazz em 2022, o cara tem sido profissional exemplar. Até renovou em 2024! Nunca falou em sair publicamente. Mas quando dinheiro tá na mesa…

    A franquia sabia que esse momento ia chegar quando aceitaram aquela extensão. Era o preço de manter o Mitchell por mais tempo.

    O precedente assombra

    Depois que o Bradley Beal conseguiu aquele contrato monstro de 5 anos e 251 milhões com os Wizards (incluindo cláusula de não-troca), muita gente na liga começou a questionar se algum jogador conseguiria esse tipo de acordo de novo.

    A não ser que você seja candidato perene ao MVP — e Mitchell, por mais que seja craque, não tá nesse nível ainda.

    Vocês acham que Mitchell vai mesmo esperar até 2027? Na minha visão, é a jogada mais esperta financeiramente, mas esportivamente pode ser arriscado. E se ele se machucar? E se o nível cair?

    Uma coisa é certa: os próximos anos em Cleveland vão ser uma montanha-russa emocional. Tanto pro torcedor quanto pra diretoria.

  • Cavs desperdiçam tudo em casa e vão decidir nos Pistons

    Cavs desperdiçam tudo em casa e vão decidir nos Pistons

    Cara, que vexame foi esse dos Cavaliers ontem à noite? Time tinha tudo na mão pra fechar a série em casa e ir pro Conference Finals pela primeira vez desde 2018, mas tomou uma surra histórica de 115-94 dos Pistons. Agora vai ter que decidir tudo no jogo 7, fora de casa. Sinceramente? Tô vendo essa temporada indo pro espaço.

    E o pior de tudo: foram justamente as estrelas que entregaram o ouro. Donovan Mitchell, Evan Mobley e James Harden simplesmente sumiram quando mais precisavam aparecer. Na pressão, os caras derreteram completamente.

    Mitchell virou artilheiro… dos arremessos perdidos

    O Donovan fez 18 pontos, mas olha só como: 6 de 20 arremessos. SEIS DE VINTE! Isso é 30% de aproveitamento, gente. Plus-minus de -25, o pior do time. O cara chutou 20 vezes — mais de 25% de todos os arremessos do Cleveland — e acertou só 6.

    Pra vocês terem noção da dimensão do desastre: Mitchell sozinho errou quase 30% de todos os arremessos que o time perdeu na partida. Ainda por cima, só deu 3 assistências e cometeu 3 turnovers. Quando você é o cara que mais usa a bola no time e produz um resultado desses… não tem o que defender.

    Mobley sumiu no garrafão

    O Evan Mobley, que deveria dominar lá embaixo, simplesmente desapareceu. 18 pontos até que não é ruim, mas 6 rebotes em 36 minutos de quadra? Um cara de 2,11m pegando só 6 rebotes contra os Pistons?

    Olha o contraste: Jarrett Allen, em apenas 30 minutos, pegou 8 rebotes e teve plus-minus de -5. Mobley, com mais tempo em quadra, foi -24 e pegou menos rebotes. Isso num jogo onde Cleveland perdeu feio na luta pelo rebote. É o tipo de coisa que não dá pra aceitar em playoffs.

    Harden: pontos bonitos, mas decisões horríveis

    O James Harden até fez 23 pontos com bom aproveitamento (6/13), mas cometeu 8 turnovers. OITO! Isso representa exatos 40% de todas as bolas que Cleveland entregou pros Pistons. E sabemos como esses erros viram pontos fáceis pro adversário na transição.

    No final das contas, esses três caras jogaram 110 minutos combinados e tiveram os três piores plus-minus do time. Mitchell chutando mal, Mobley sumindo no rebote, Harden entregando bola… receita perfeita pro desastre que foi ontem.

    Agora é jogo 7 em Detroit, com os Pistons cheios de moral e confiança. E aí, será que essas estrelas vão aparecer quando realmente importa? Porque se for pra repetir a atuação de ontem, já podem começar a arrumar as malas.

  • Mitchell tá virando problema no Cleveland e eu não consigo mais ignorar

    Mitchell tá virando problema no Cleveland e eu não consigo mais ignorar

    Cara, depois de assistir o Cavs perder por 21 pontos em casa pro Pistons no jogo 6, eu não consigo mais fingir que tá tudo bem com o Donovan Mitchell. Sinceramente.

    O Cleveland tava com tudo na mão pra carimbar a vaga na final da Conferência Leste, jogando em casa, e simplesmente entregou. Agora vai ter que encarar um jogo 7 fora de casa em Detroit. E olha, eu tô começando a achar que o problema não é só azar não.

    O time é o reflexo do Mitchell

    Vocês já repararam como os times acabam virando uma cópia do seu melhor jogador? Pois é. E o Cavs virou basicamente o Mitchell versão time: quando tá inspirado, parece que vai dominar o mundo. Quando não tá… vira essa bagunça que a gente viu no jogo 6.

    No jogo 4, o cara foi um monstro na segunda metade – igualou o recorde de mais pontos numa metade de jogo dos playoffs. Foi absurdo. Mas aí vem uma noite ruim e o castelo de cartas desaba completamente.

    O problema é que tanto os Raptors quanto os Pistons descobriram a kryptonita do Mitchell. Eles têm defensores altos e rápidos que conseguem acompanhar ele de igual pra igual, coisa que ele não enfrentou nos oito anos anteriores de playoffs. E quando ele não consegue chegar na cesta como quer, sobra só o arremesso – que às vezes cai, às vezes não.

    37 minutos de pesadelo

    Os números do jogo 6 são brutais. O Cavs foi superado por 25 pontos nos 37 minutos que o Mitchell ficou em quadra. Vinte e cinco! E eu que tava assistindo posso garantir que pareceu ainda pior na arena.

    O cara tentou carregar o time nas costas, arremessou 20 vezes (mais que qualquer outro), mas só acertou 3 das 11 tentativas no garrafão. Aquela facilidade dele pra finalizar simplesmente sumiu.

    “Não posso ficar remoendo os arremessos que perdi”, disse o Mitchell depois. “É o impacto geral no jogo que importa.”

    E é exatamente esse o problema, mano. O impacto geral dele tem sido questionável há quatro anos.

    Cadê o jogo coletivo?

    Olha, eu não sou desses que fica cobrando assistência de todo mundo, mas 1,15 de razão assistência-turnover em 13 jogos de playoffs? Pra um cara que fica com a bola na mão o tempo todo? Isso aí não dá.

    O Mitchell simplesmente não tem plano B quando o arremesso não tá caindo. Ele não é um distribuidor habilidoso, não se move bem sem a bola, e na defesa… bom, melhor nem falar sobre defesa.

    Na minha visão, tá na hora do Cavs repensar algumas coisas. Você não pode construir um time inteiro em volta de um jogador que só funciona numa situação específica. E aí, vocês acham que ele consegue se reinventar a essa altura da carreira, ou é isso aí mesmo?

    Jogo 7 em Detroit. Vai ser agora ou nunca pra provar que eu tô errado.

  • Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Defesa dos Knicks vai ser testada nas Finais da Conferência

    Cara, chegou a hora da verdade pros Knicks. A defesa no perímetro deles, que foi uma montanha-russa durante a temporada, vai encarar o teste mais difícil até agora — com uma vaga nas finais em jogo.

    E olha só o tamanho do problema: tanto os Cavaliers quanto os Pistons (que decidem tudo no jogo 7 domingo em Detroit) têm guardas que são pesadelo puro pra qualquer defesa.

    Se for os Pistons, Cade é o bicho

    Sinceramente? Cade Cunningham é daqueles caras que você não consegue parar, só diminuir o estrago. O tamanho e a força dele são absurdos pra um armador — não é à toa que virou uma estrela. Tudo que os Pistons fazem no ataque passa por ele.

    Por outro lado, se os Cavs passarem, aí complica de outro jeito. Donovan Mitchell E James Harden? Dois monstros no perímetro. É tipo enfrentar duas cobras venenosas ao mesmo tempo.

    “É gigante”, falou Miles McBride. “Obviamente, cada fase fica mais difícil. Oponentes diferentes, desafios diferentes, então ter uma defesa sólida no perímetro é super importante.”

    A reviravolta defensiva que mudou tudo

    Aqui ó, uma coisa que muita gente não prestou atenção: os Knicks mudaram completamente o esquema defensivo no meio da temporada. Na primeira metade do ano, eles forçavam os armadores pro meio da quadra — e tava dando errado.

    Os caras estavam sendo quebrados toda hora, resultando em arremessos livres pro adversário. Aí mudaram pra um esquema mais tradicional: força o cara pra lateral e linha de fundo, não deixa entrar no garrafão.

    E funcionou pra caramba!

    Nas primeiras rodadas, Josh Hart virou o pesadelo do CJ McCollum depois que botaram ele na marcação. Mikal Bridges — junto com McBride às vezes — anulou Tyrese Maxey contra os 76ers. Foi um show à parte.

    “Temos que garantir que no ponto de ataque haja pressão na bola com um pouco de fisicalidade, mas sem cometer falta”, explicou o técnico Mike Brown. E cara, essa é a chave — ser duro sem mandar o cara pra linha de lance livre.

    Na minha opinião, se for enfrentar os Cavaliers, fica mais fácil de planejar. Bridges e Hart podem pegar Mitchell e Harden. Mas Cunningham e os Pistons? Aí complica. O tamanho do Cade incomoda o Bridges, que se vira melhor contra guardas menores e mais rápidos.

    Ano passado, quem marcava o Cunningham era o OG Anunoby. Será que vão repetir a fórmula?

    Uma coisa é certa: essa defesa dos Knicks tá numa sequência de sete vitórias consecutivas, com goleadas históricas. E aí, vocês acham que eles conseguem manter esse nível contra esses monstros aí?

  • Harden aprendendo ser Robin, mas levando Cleveland pro topo

    Harden aprendendo ser Robin, mas levando Cleveland pro topo

    Cara, o que o James Harden tá fazendo em Cleveland é simplesmente absurdo. Em 22 segundos na prorrogação do jogo 5 contra o Pistons, o barbudo fez uma enterrada, errou um lance livre, deu um toco, pegou rebote e perdeu a bola. Tudo isso em menos de meio minuto. E sabe o que é mais impressionante? Ele nem piscou.

    “Ele nunca vacila”, disse o técnico Kenny Atkinson. E olha, depois de 17 anos na liga, o cara já viu de tudo mesmo.

    Cleveland a um jogo das finais do Leste

    É por isso que Cleveland foi buscar o Harden há três meses. Eles queriam alguém cascudo, que já passou por mil guerras nos playoffs. E mano, tá funcionando. Os Cavs estão a uma vitória de chegar nas finais do Leste pela primeira vez desde 2018 — e sem LeBron, pela primeira vez desde 1992!

    Os números não mentem. Quando Harden faz pelo menos 22 pontos, Cleveland tá 5-1. Quando ele acerta pelo menos 44% dos arremessos, são 4-0. Coincidência? Eu acho que não.

    No jogo 5, mesmo errando sete dos últimos oito arremessos no último período e prorrogação, ele ainda foi o cestinha com 30 pontos. “Ele é um profissional dos profissionais”, disse Max Strus. E realmente é — você não vira Hall da Fama por acaso.

    O desafio de ser Robin depois de sempre ter sido Batman

    Sinceramente, eu não esperava que fosse tão difícil pra ele se adaptar. Mas pensa só: depois de anos sendo O cara nos Rockets e Nets, agora ele tem que dividir os holofotes com Donovan Mitchell. É como pedir pro Pelé jogar de meia-armador — tecnicamente funciona, mas mexe com o ego.

    “Isso é novo pra mim. Só tô aqui há dois meses e meio”, admitiu Harden. E olha, a honestidade dele me impressiona. Quantos superstars assumiriam isso publicamente?

    Claro que nem tudo são flores. O cara ainda perde muita bola — tá a uma assistência de empatar com Shaq entre os que mais perderam posse na história dos playoffs desde 1984. Mas ei, quem tem a bola na mão mais tempo também erra mais, né?

    O que me chama atenção é como ele tá evoluindo conforme a série avança. Os três melhores jogos dele foram justamente os três últimos — todos vitórias dos Cavs. Experiência pesando na reta final? Com certeza.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue fechar em casa no jogo 6? Eu tô começando a acreditar nesse time. Harden pode não ter anel ainda, mas tá provando que ainda tem muito basquete no tanque. E olha que ele já tem 37 anos!

    Uma coisa é certa: se chegarem nas finais do Leste, vai ser muito mérito desse cara que aceitou mudar seu jogo pelo bem do coletivo. Isso é maturidade, galera.

  • Cade deu show e humilhou Mitchell, mas Pistons perderam mesmo assim

    Cade deu show e humilhou Mitchell, mas Pistons perderam mesmo assim

    Gente, vocês viram aquele lance do Cade Cunningham ontem? O cara simplesmente deixou o Donovan Mitchell perdido na quadra e ainda enterrou a bomba de três. A cara do Mitchell depois foi impagável — daquelas que viram meme na hora.

    Foi no Game 5 entre Pistons e Cavaliers, lá em Detroit. Série empatada 2-2, aquela tensão toda no ar. O Cade fingiu que ia fazer o hand-off com o Paul Reed, o Mitchell mordeu a fake, e quando viu, o garoto de Detroit já tava lá atrás da linha dos três pontos mandando pra dentro. Pura maldade.

    O lance que parou a internet

    Sinceramente, esse tipo de jogada me lembra por que o Cade é considerado um dos armadores mais espertos da liga. O cara tem apenas 24 anos e já tá fazendo esse tipo de coisa com veteranos casca-grossa como o Mitchell. A expressão do Donovan foi de quem pensou: “Nossa, fui feito de otário”.

    Mas olha, por mais bonito que tenha sido o lance, o resultado final doeu. Os Pistons perderam na prorrogação por 117-113, e agora os Cavs lideram a série por 3-2. Cleveland ganhou três jogos seguidos — isso dói, cara.

    Cade foi um monstro, mas não bastou

    O armador dos Pistons fez uma partida absurda: 39 pontos (maior pontuação do jogo), 7 rebotes, 9 assistências e 2 roubadas de bola. Arremessou 13/27 dos campo e acertou 6 das 10 tentativas de três. Numbers de MVP, sem dúvida.

    Do outro lado, Mitchell teve uma noite mais discreta com 21 pontos, 4 rebotes e 3 assistências. Não foi mal, mas certamente não foi o suficiente pra segurar a pressão do Cade.

    O que mais me chamou atenção foi como os Pistons quase viraram no final. Chegaram a dois pontos de diferença faltando 26 segundos, mas aí os Cavs foram cirúrgicos nos lances livres e fecharam o caixão.

    Ausar salvou, mas não foi suficiente

    Menção honrosa pro Ausar Thompson, que forçou a prorrogação com uma tapada épica no Mitchell no último lance do tempo regulamentar. Imaginem a emoção — o cara salvou o time na raça, mas não conseguiram aproveitar na overtime.

    Agora é tudo ou nada no Game 6, em Cleveland. Os Pistons precisam vencer pra forçar o jogo 7 e manter o sonho vivo. E vocês, acham que Detroit consegue dar a volta por cima? Eu confesso que tô com um pé atrás — três derrotas seguidas é coisa séria nos playoffs.

    Mas se tem uma coisa que aprendi acompanhando NBA é que nunca dá pra descartar um time com um armador do nível do Cade. O garoto tá jogando como se a vida dependisse disso.

  • Atkinson manda a real: jogo 6 é decisivo pros Cavs

    Atkinson manda a real: jogo 6 é decisivo pros Cavs

    Cara, que sufoco foi esse jogo 5 entre Cavs e Pistons! Cleveland saiu com a vitória por 117-113 na prorrogação, mas foi na raça mesmo. E o Kenny Atkinson não teve papas na língua depois da partida — mandou a real que todo mundo já sabia mas ninguém falava.

    “Jogo 6 é must-win pro Cavs”, disse o técnico. Traduzindo: não dá pra brincar em casa, tem que fechar a série sexta-feira mesmo.

    Virada heroica em Detroit

    Olha, eu não esperava uma partida tão doida assim. Os Cavs perderam por uns bons pontos no primeiro tempo e chegaram a estar atrás por 9 pontos nos últimos 3 minutos. Aí que a mágica aconteceu: Max Strus, James Harden e Donovan Mitchell decidiram que não ia ser dessa vez.

    Teve até uma não-marcação polêmica no final do tempo normal que poderia ter dado a vitória pros Pistons. Mas a vida é assim mesmo — basquete é sobre fazer as jogadas quando importa.

    Na prorrogação foi show da defesa de Cleveland. Seguraram Detroit em apenas 2 pontos na primeira metade da prorrogação. Dois pontos! Mitchell resolveu do outro lado e abriu 7 de vantagem.

    Agora é decidir em casa

    A matemática é simples: Cavs estão 6-0 jogando em casa nesses playoffs. Seis e zero, monstro! Orlando e agora Detroit já sentiram o peso da torcida de Cleveland.

    Mas cuidado — esses Pistons não são bobos não. Conseguiram virar uma série contra o Magic depois de estar perdendo por 3-1. Quem acompanha NBA sabe que isso aí não é brincadeira.

    Sinceramente? Acho que os Cavs fecham sexta-feira mesmo. Jogando em casa, com essa sequência absurda, e depois de mostrar que têm personalidade pra virar jogo difícil… difícil imaginar eles desperdiçando essa chance.

    E aí, vocês acham que Cleveland consegue fechar em casa ou vai ter jogo 7 em Detroit? Eu já tô ansioso pra ver se eles conseguem chegar nas finais da conferência!

  • Cavs viram de 9 pontos na reta final e vencem na prorrogação!

    Cavs viram de 9 pontos na reta final e vencem na prorrogação!

    Cara, que jogo foi esse? Cleveland estava praticamente morto — nove pontos atrás faltando três minutinhos pro fim. Aí o Tobias Harris enterrou uma de três e eu pensei: ‘acabou, né?’. Ledo engano.

    Os Cavs simplesmente resolveram jogar basquete de verdade nos momentos decisivos. Do momento que estavam perdendo de nove até o final da prorrogação, eles meteram 23 a 10 no Detroit. VINTE E TRÊS A DEZ! Isso é o que experiência de playoffs faz com um time.

    Mitchell apareceu na hora H

    O Donovan Mitchell, que tava meio sumido no jogo, decidiu acordar exatamente quando precisava. Nos momentos finais e na prorrogação, o cara acertou 4 de 5 arremessos e fez 9 pontos cruciais. Enquanto isso, o Cade Cunningham — que até então estava destruindo tudo com seus 39 pontos — foi neutralizado pela marcação dupla dos Cavs e só conseguiu 2 pontos nesse período decisivo.

    E olha só que sequência absurda na prorrogação: tripla do Mitchell, roubo de bola do Strus, bandeja do Mitchell de novo. Sete pontos na frente faltando 2:30. Pronto, jogo decidido.

    Polêmica no final do tempo normal

    Agora, tem que falar da polêmica, né? No finalzinho do tempo regulamentar, o Ausar Thompson fez uma jogada brilhante, roubou a bola do Mitchell, mas na sequência parece que o Jarrett Allen fez falta nele. O árbitro Tony Brothers estava do lado e… não marcou nada. Detroit pirou, óbvio.

    Sinceramente? Eu entendo a revolta da torcida dos Pistons, mas convenhamos: eles perderam uma vantagem de 9 pontos em 3 minutos. Não foi essa jogada que decidiu o jogo, foi a falta de maturidade nos momentos cruciais.

    Heróis improváveis e veteranos decisivos

    James Harden fez 30 pontos numa noite meio bipolar — hora brilhante, hora fazendo umas escolhas questionáveis (clássico Harden de playoffs, né?). Mas o cara que salvou mesmo foi o Max Strus. Vinte pontos, 6 de 8 do perímetro. Monstro.

    O Detroit até jogou bem — Cade com 39 pontos, 9 assistências e 7 rebotes é coisa de All-Star. Daniss Jenkins contribuiu com 19 saindo do banco. Mas quando Cleveland resolveu marcar duplo no Cade e desafiar o resto do time a aparecer… ninguém apareceu.

    Agora Cleveland volta pra casa com 3-2 na série e a chance de fechar em casa na sexta. Detroit ainda vai brigar — o técnico J.B. Bickerstaff não tava mentindo quando disse que vão ‘chutar, socar, arranhar’ até o fim. Mas playoff é isso: experiência conta, e Cleveland mostrou que tem mais casca.

    E aí, acham que os Pistons conseguem forçar o jogo 7 ou Cleveland fecha em casa mesmo?

  • Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Mitchell fez só 4 pontos no 1º tempo e depois igualou recorde!

    Cara, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Donovan Mitchell conseguiu transformar o que parecia ser uma das piores atuações da carreira dele em algo absolutamente histórico. Estou falando de uma virada completa de chave que deixou todo mundo de queixo caído.

    O cara fez APENAS 4 pontos no primeiro tempo. Quatro. Eu tava vendo o jogo e pensando “nossa, o Mitchell tá tendo uma noite horrorosa”. Mas aí veio o segundo tempo e… meu Deus do céu!

    De vilão a herói em 24 minutos

    Mitchell voltou pra quadra completamente transfigurado. Meteu 39 pontos no segundo tempo, igualando o recorde da NBA em playoffs de pontos numa única metade de jogo. Trinta e nove pontos! É muita bola, gente.

    O recorde era do Eric “Sleepy” Floyd desde 1987, quando o Warriors enfrentou o Lakers. Mitchell teve até chance de quebrar o recorde, mas errou o segundo lance livre faltando 27 segundos. Ele mesmo brincou depois: “Todo mundo me avisou que eu perdi um lance livre que quebraria o recorde”.

    Sinceramente? Não me importo nem um pouco que ele tenha errado. O que importa é que os Cavs venceram por 112-103 e empataram a série em 2-2 contra o Detroit Pistons.

    A sequência que mudou tudo

    No primeiro tempo, Mitchell simplesmente não conseguia acertar nada. Errou os primeiros seis arremessos de quadra e só foi pontuar nos últimos minutos do segundo quarto. Parecia que ia ser uma daquelas noites que a gente prefere esquecer.

    Mas no terceiro quarto? O homem virou um monstro. Fez 21 pontos só no período – igualando outro recorde da franquia. Durante uma sequência de 24-0 dos Cavs (que começou nos últimos segundos do primeiro tempo), Mitchell meteu 15 pontos. Foi uma exibição de puro basquete.

    “Às vezes é natural, né? Eu não tava forçando a barra, focando na defesa e esperando a oportunidade de atacar a cesta”, explicou Mitchell depois do jogo. E quando a oportunidade chegou, cara… ele não desperdiçou.

    No segundo tempo, foram 12 acertos em 18 tentativas de quadra, incluindo três bolas de 3 pontos, e impressionantes 12 de 13 nos lances livres. É esse tipo de eficiência que separa os bons jogadores dos grandes.

    E agora, Detroit?

    Com a série empatada, o Jogo 5 vai ser em Detroit. Os Cavs ainda não conseguiram vencer fora de casa nos playoffs essa temporada, então vai ser o primeiro grande teste. Vocês acham que Mitchell consegue manter esse nível absurdo de jogo?

    Uma coisa é certa: se ele conseguir jogar nem que seja 70% do que jogou ontem, Detroit vai ter problemas sérios. E olha que os Pistons sabem disso. Como disse o pivô Paul Reed: “Donovan Mitchell estava nos matando, e é basicamente isso”.

    Mitchell já tem oito jogos de playoffs com pelo menos 40 pontos na carreira, quatro deles pelos Cavs. Três jogos consecutivos com mais de 30 pontos nessa série. O cara tá on fire e Cleveland precisa aproveitar isso para finalmente chegar nas finais de conferência pela primeira vez desde 2018.

    Que jogaço, pessoal. Às vezes o basquete nos presenteia com essas noites mágicas que a gente nunca esquece.

  • Mitchell explode 21 pontos no 3º quarto e iguala recorde dos Cavs

    Mitchell explode 21 pontos no 3º quarto e iguala recorde dos Cavs

    Cara, o que o Donovan Mitchell fez ontem foi simplesmente absurdo. O cara tava praticamente dormindo no primeiro tempo, Cleveland perdendo por 4 pontos no intervalo, todo mundo já imaginando os Cavs tomando um 3-1 dos Pistons. Aí o homem vai lá e resolve virar o LeBron de 2016.

    21 pontos. No terceiro quarto. Vinte e um pontos em 12 minutos de jogo.

    E olha só que loucura: esse recorde de 21 pontos em um quarto nos playoffs dos Cavs era dividido entre LeBron James e Kyrie Irving. Agora o Mitchell entrou nesse clube seleto. Imagina estar no mesmo patamar que esses dois monstros?

    A virada mais épica da temporada

    O que mais me impressionou foi a transformação completa no vestiário. Mitchell saiu de um primeiro tempo apagado (só 4 pontos) para um show solo que vai ficar na história. E não parou por aí — no último quarto ele ainda meteu mais 18 pontos.

    No final das contas: 39 pontos só no segundo tempo. Isso mesmo, 39 pontos em dois quartos. É o maior número de pontos marcados em um tempo da história dos playoffs da NBA. Eu ainda tô processando essa informação.

    O resultado? Cavs 112, Pistons 102. Série empatada em 2-2. Cleveland conseguiu evitar aquela situação terrível de estar perdendo por 3-1 fora de casa.

    Agora vem o teste de verdade

    Só que tem um probleminha aí: os Cavs ainda não ganharam UM jogo sequer fora de casa nos playoffs. Zero. E adivinha onde vai ser o jogo 5?

    Detroit.

    Sinceramente, eu acho que o Mitchell acordou algo especial nesse time. A forma como ele dissecou a defesa dos Pistons foi de outro mundo — arremessos de média distância, enterradas, bolas de 3. O cara fez de tudo.

    E vocês, acham que os Cavs conseguem quebrar esse tabu jogando fora? Porque se conseguirem, vão pegar o Knicks na final do Leste. E depois dessa performance do Mitchell, eu não duvido mais de nada.