Tag: Donovan Mitchell

  • Cavs x Raptors: primeira rodada confirmada e eu já tô nervoso

    Cavs x Raptors: primeira rodada confirmada e eu já tô nervoso

    Galera, acabou de sair! A NBA confirmou que o primeiro jogo entre Cleveland Cavaliers e Toronto Raptors vai ser no sábado, 18 de abril, às 13h (horário de Brasília). E adivinha só? Vai passar exclusivamente no Prime Video.

    Sinceramente? Esse confronto me deixou um pouco apreensivo. Os Cavs fecharam como 4ª colocação no Leste — o que já é um baita resultado, não vou mentir — mas os números contra Toronto nesta temporada são de dar arrepio em qualquer torcedor de Cleveland.

    Os números que assombram

    Três jogos na temporada regular, três derrotas. E não foram derrotas apertadas não, meu amigo. Todas por dois dígitos de diferença. Cada uma doeu mais que a anterior.

    Mas calma aí antes de entrar em desespero (que nem eu quase entrei). Todos esses jogos foram antes de dezembro, quando o time ainda estava se entendendo. Darius Garland perdeu os três confrontos, Jarrett Allen ficou de fora em dois, e Mitchell não jogou em um deles. Ou seja, nunca vimos os Cavs com força máxima contra Toronto.

    O ritmo dos Raptors é o problema

    O que mais me preocupa é o ritmo de jogo. Toronto conseguiu massacrar Cleveland no contra-ataque, principalmente com as alas correndo a quadra toda. Os Cavs simplesmente não conseguiam acompanhar o pique dos caras.

    A pergunta que não quer calar: será que Cleveland conseguiu se ajustar a esse estilo de jogo desde dezembro pra cá? Porque se não conseguiu, vai ser uma primeira rodada bem complicada.

    Histórico dá esperança

    Mas nem tudo são lágrimas, pessoal. No histórico dos playoffs, os Cavs dominam completamente essa rivalidade. Três confrontos anteriores (2016, 2017 e 2018), três vitórias de Cleveland. Coincidência? Eu acho que não.

    Era a época do LeBron, eu sei, mas playoff é playoff. A experiência conta, a pressão muda tudo, e os Cavaliers sabem como funciona essa dança.

    E vocês, o que acham? Os Cavs conseguem quebrar essa sina da temporada regular ou vão tropeçar logo na primeira? Eu tô otimista — vai ser guerra, mas Cleveland tem time pra passar.

  • Wizards fecham temporada patética contra Cavs no jogo 82

    Wizards fecham temporada patética contra Cavs no jogo 82

    Olha só que final de temporada deprimente pros Wizards. Amanhã eles vão pra Cleveland jogar o último jogo da temporada 2026, e sinceramente? Quem vai assistir esse jogo merece uma medalha de coragem.

    O Washington tá encerrando mais uma temporada vergonhosa — menos de 20 vitórias pelo terceiro ano consecutivo. Cara, isso não é rebuild mais, é demolição total. E o pior: eles nem conseguiram melhorar as 18 vitórias da temporada passada. Tá difícil defender esse time.

    Jogo dos desfalques

    Do lado dos Wizards, só o Justin Champagnie tá machucado (joelho), que convenhamos, não vai fazer diferença nenhuma no resultado. Já os Cavs tão bem mais complicados: Donovan Mitchell (tornozelo), Sam Merrill (coxa) e Jarrett Allen (joelho) — todos day-to-day.

    Mitchell machucado nessa reta final? Isso pode complicar demais os planos de playoff dos Cavs. O cara é o motor desse time, e sem ele fica bem mais difícil fazer barulho na pós-temporada.

    Cavs sob pressão

    Falando em playoffs, os Cavs tão numa situação interessante. Se não conseguirem fazer uma boa campanha agora na pós-temporada, esse time pode ficar bem diferente ano que vem. Na minha opinião, eles são o time pra ficar de olho nessa offseason.

    Cleveland montou um elenco competitivo, mas ainda não conseguiu dar o próximo passo. E vocês sabem como é a NBA — se não evoluir, começa a desmanchar. Especialmente com Mitchell podendo virar alvo de trocas se as coisas não derem certo.

    O jogo é às 19h (horário de Brasília) de domingo, no Rocket Arena. Quem tiver coragem de assistir, props pra vocês. Eu vou dar uma olhada só pra ver se rola alguma surpresa — ou algum lance bizarro que vire meme depois.

    Pra falar a verdade, esse jogo é mais sobre o que representa pro futuro dos dois times do que sobre o que vai acontecer em quadra. Wizards já tão pensando no draft, e os Cavs tão rezando pra não virar piada nos playoffs.

  • Cavs seguram perrengue contra Hawks e vencem por 122-116

    Cavs seguram perrengue contra Hawks e vencem por 122-116

    Cara, que montanha-russa foi esse jogo! Os Cavaliers conseguiram segurar uma vitória por 122-116 contra os Hawks, mas não foi nada fácil. Donovan Mitchell meteu 31 pontos e Evan Mobley fez um double-double monstro com 22 pontos e 19 rebotes — números que mostram por que esse cara foi eleito Melhor Defensor do Ano.

    Olha só que loucura: Cleveland abriu 18 pontos de vantagem no terceiro quarto, parecia que ia ser tranquilo. Mas aí veio o quarto período e quase deu ruim. Os Hawks voltaram com tudo e quase completaram uma virada épica. Se essa for a prévia de como seria uma série de playoffs entre essas duas equipes, prepara o coração!

    Mitchell comandou o show no terceiro quarto

    O Mitchell simplesmente resolveu o jogo no terceiro período. Treze pontos em um quarto só, fazendo de tudo um pouco. E o James Harden (21 pontos) também entrou na dança, acertando duas bolas de três seguidas que forçaram o técnico do Atlanta a pedir tempo. Foi provavelmente o melhor quarto da temporada dos Cavs.

    Sinceramente, acho que o Mobley calou muita boca nesse jogo. O cara vinha sendo criticado pelos torcedores, mas mostrou seu valor: 22 pontos, 19 rebotes (recorde pessoal empatado) e três tocos. Cleveland teve saldo positivo de 20 pontos quando ele estava em quadra. Na minha visão, performances assim é que fazem a diferença nos playoffs.

    O banco preocupa

    Agora vamos falar do que não funcionou. Jarrett Allen teve uma noite complicada — metade dos pontos vieram de lance livre e cometeu três bolas perdidas que poderiam ter sido mais. O cara claramente não está 100% fisicamente, e isso preocupa pensando nos playoffs.

    E o Dennis Schroder? Rapaz, -22 de plus/minus em apenas 15 minutos. O time simplesmente desandou quando ele estava em quadra. Craig Porter Jr. nem jogou, o que pode ser um indicativo de como serão as rotações na pós-temporada.

    Hawks quase fizeram o impossível

    Atlanta mostrou por que tem sido o time mais quente da NBA no último mês. Jalen Johnson (12 pontos, 11 rebotes) e Dyson Daniels (12 pontos, seis assistências) levaram falta técnica no final, o que facilitou um pouco para Cleveland. Mas Nickeil Alexander-Walker fez 25 pontos acertando arremessos impossíveis.

    O mais louco? Os Cavs só fizeram 18 pontos no último quarto, a maioria de lance livre. A última cesta de quadra foi uma enterrada do Allen aos 7:05 do final. É quase um milagre terem ganhado esse jogo, considerando o histórico do time de desabar quando as coisas apertam.

    Dessa vez eles seguraram a pressão. Agora é torcer para não precisarem passar por esse sufoco nos playoffs. E aí, vocês acham que esse Cleveland aguenta uma série de sete jogos jogando assim?

  • Mobley monstro: 22 pontos e 19 rebotes na vitória dos Cavs

    Mobley monstro: 22 pontos e 19 rebotes na vitória dos Cavs

    Gente, o que foi esse jogo dos Cavaliers contra o Hawks ontem? Evan Mobley simplesmente resolveu mostrar por que todo mundo fala que ele pode ser o futuro da NBA. 22 pontos e 19 rebotes — eu disse DEZENOVE rebotes! O cara estava em todo lugar da quadra.

    Mobley destruiu tudo

    Olha, eu já vinha falando há um tempo que o Mobley tinha potencial pra ser especial, mas ontem foi diferente. Ele literalmente não deu chance pros caras do Atlanta. Qualquer bola solta na área era dele. Os Hawks colocavam um cara na frente dele, Mobley passava por cima. Colocavam dois? Ele ainda assim conseguia os pontos.

    Esse tipo de performance é exatamente o que Cleveland precisava ver. Não é todo dia que você vê um pivô de 23 anos dominando assim dos dois lados da quadra. Três bloqueios ainda por cima! E aí, vocês acham que ele consegue manter esse nível nos playoffs?

    Mitchell continuou voando

    Mas vamos falar do Donovan Mitchell também, né? 31 pontos com aquele jogo individual que a gente já conhece. O cara simplesmente decidiu que ia humilhar o Corey Kispert a noite toda — e conseguiu. Quando o Mitchell está nesse modo isolação, sinceramente é quase injusto pros adversários.

    O que me impressiona é como ele e o Mobley estão começando a se entender melhor em quadra. Cleveland tem duas estrelas que podem decidir um jogo sozinhas quando necessário. Isso é assustador pra qualquer time que vai enfrentar eles na pós-temporada.

    James Harden teve seus momentos também (21 pontos), mas que arremesso horroroso: 6 de 23 tentativas. O barba ainda é crucial nas decisões finais, mas precisa acertar mais essas bolas que ele normalmente enterra.

    Problemas no banco preocupam

    Agora, uma coisa que me chamou atenção foi a rotação estranha do Kenny Atkinson. Dennis Schroder foi um desastre — minus-22 em apenas 15 minutos num jogo que Cleveland ganhou por seis pontos. Isso é quase impossível de acontecer, mas aconteceu.

    O problema é que eles estão colocando muitos caras pequenos juntos no banco. Ellis, Strus e Merrill jogando ao mesmo tempo não funciona. Você não pode ter só um jogador acima de 1,95m nessas rotações, principalmente contra times que sabem explorar essa fraqueza.

    Dean Wade voltando pro quinteto inicial foi uma boa — o cara acertou logo duas bolas de três pra começar o jogo e deu aquele espaçamento que o time precisava.

    Na minha visão, essa vitória mostrou tanto o potencial gigantesco dos Cavaliers quanto os problemas que eles ainda precisam resolver. Mobley jogando assim é candidato a MVP sem discussão. Mas se a rotação do banco continuar dessa forma caótica, pode complicar lá na frente quando os jogos ficarem mais apertados.

  • Mitchell explode com 31 pontos e Cavs mostram como parar Hawks

    Mitchell explode com 31 pontos e Cavs mostram como parar Hawks

    Cara, que jogaço entre Cavaliers e Hawks ontem! O Donovan Mitchell simplesmente resolveu destruir todo mundo com 31 pontos, mas o que mais me chamou atenção foi a estratégia maluca que o Cleveland usou defensivamente.

    Vocês viram a loucura que foi? Os Cavs colocaram o James Harden — pasmem — defendendo o pivô dos Hawks, o Onyeka Okongwu. Isso mesmo, o cara de 1,96m marcando um garrafão. Parece loucura, né?

    A estratégia genial (e arriscada) dos Cavs

    Na real, essa jogada faz todo sentido quando você para pra pensar. Com o Harden no Okongwu, o Jarrett Allen pôde descer pra marcar o Dyson Daniels — que não tem arremesso de 3 — e basicamente ignorar ele no perímetro pra proteger o garrafão.

    É o que os Knicks fazem com o Josh Hart, ou o Thunder com o Lu Dort. A diferença é que esses caras são defensores monstruosos, e o Harden… bem, digamos que não é exatamente conhecido pela defesa. Mas funcionou!

    O Okongwu até fez seus 18 pontos, mas não conseguiu aproveitar essa vantagem de tamanho como deveria. E os Hawks ficaram jogando 4 contra 5 no ataque, com o Allen interceptando tudo que vinha pro garrafão.

    Mitchell mostra por que é clutch

    Agora, falando do show do Mitchell — que monstro! O cara entrou em quadra sabendo que esse jogo tinha cara de prévia dos playoffs e não perdoou. 31 pontos com 12/19 nos arremessos é simplesmente absurdo.

    O mais impressionante é que ele fez isso sem forçar. Não foi aquele basquete heroico onde ele resolve tudo sozinho. O Cleveland manteve o jogo equilibrado, e o Mitchell apareceu nos momentos certos pra resolver.

    Sinceramente, eu não me canso de ver esse cara jogar. Aqueles arremessos impossíveis que ele converte parecem rotina. É o tipo de jogador que você quer no seu time quando a coisa aperta nos playoffs.

    Hawks têm potencial, mas…

    Olha, não vou mentir — o Atlanta assusta. Se eles enfrentarem Cleveland na primeira rodada, vai ser guerra. O banco deles ganhou dos Cavs por 37 a 28, com o Jonathan Kuminga fazendo 24 pontos e destruindo no segundo quarto.

    Mas aqui que tá o ponto: os Cavs mostraram a cartilha de como parar os Hawks. Deixar os caras que não arremessam de 3 livres no perímetro e empilhar todo mundo no garrafão. Se o Kuminga conseguir manter essa pegada no meio da quadra, pode incomodar. Senão…

    E aí, vocês acham que essa estratégia dos Cavs funciona numa série de sete jogos? Ou é muito arriscado deixar o Harden defendendo pivô? Eu tô curioso pra ver se outros times vão copiar essa ideia maluca.

  • Thomas Bryant salvou o Cavs — e a gente viu magia acontecer

    Thomas Bryant salvou o Cavs — e a gente viu magia acontecer

    Cara, que noite foi essa dos Cavaliers! 117-108 contra o Pacers, mas o placar meio que mentiu a história toda. O jogo foi bem mais complicado do que parece no papel.

    O destaque absoluto? Thomas Bryant. Bicho resolveu fazer a diferença logo na primeira como titular pelos Cavs. E olha, quando eu digo que ele fez a diferença, é porque realmente fez mesmo — 14 pontos, 10 rebotes, e uma energia que contagiou todo mundo em quadra.

    O discurso misterioso no vestiário

    Agora, a parte mais curiosa de toda essa história: o Bryant falou algo no vestiário antes do jogo que aparentemente botou todo mundo pra cima. Nem ele, nem o Harden, nem o Mitchell quiseram contar o que foi. “Não vou falar isso”, disse o Bryant quando perguntaram.

    Sinceramente, eu tô morrendo de curiosidade pra saber o que foi. Mas funcionou, né? Às vezes um discurso na hora certa vale mais que qualquer esquema tático.

    Kenny Atkinson, o técnico, até brincou dizendo que o Bryant joga assim até em treino recreativo. “Se a gente for jogar um rachão amanhã no CT, ele vai jogar do mesmo jeito. Vai falar, gritar…” E complementou: “Mas é bom ter um jogo assim contra o ex-time.”

    Cavs desfalcados, mas Mitchell monstro

    O Cleveland tava praticamente de cueca, gente. Sem Evan Mobley, sem Jarrett Allen (poupados no back-to-back), sem Sam Merrill, Dean Wade e Jaylon Tyson machucados. Cinco caras importantes fora — basicamente metade do time titular e a profundidade do banco.

    Donovan Mitchell decidiu que ia carregar o piano nas costas. 38 pontos de pura classe, sendo 14-18 nos arremessos na área pintada. O cara simplesmente não errava quando chegava perto da cesta: 10-12 no garrafão. Absurdo.

    O único susto foi uma torcida no tornozelo no final do jogo, mas ele garantiu que tá tudo certo. Espero que seja verdade, porque sem o Mitchell nesse nível, os Cavs não chegam onde querem nos playoffs.

    Defesa preocupante (de novo)

    Agora, vamos falar sério: tá me preocupando essa defesa dos Cavs. O Pacers tem um dos piores registros da liga e ainda por cima só trouxe nove jogadores — dois deles com contratos bidirecionais. Mesmo assim, conseguiram criar problemas pro Cleveland.

    Essa lentidão defensiva tá virando marca registrada, e não da boa. Comunicação falha, jogadores levantando as mãos frustrados depois que a bola já passou pelo aro… Já vi esse filme algumas vezes nas últimas semanas, independente de quem tá em quadra.

    Pelo menos no último período eles acordaram pra vida. Só 17 pontos concedidos no quarto final, com Larry Nance Jr., Tomlin e Craig Porter Jr. entrando pra mudar o ritmo do jogo. Atkinson mandou a real: “Foi esse grupo que mudou tudo.”

    E vocês aí, acham que esse Cavs consegue chegar longe nos playoffs com essas oscilações defensivas? Ou o Mitchell sozinho consegue carregar esse time?

  • Cavs dormem 3 quartos e acordam no final pra bater os Pacers

    Cavs dormem 3 quartos e acordam no final pra bater os Pacers

    Cara, eu já perdi a conta de quantas vezes os Cavaliers fizeram isso essa temporada. Dormir no jogo por três quartos e depois acordar como se fosse a final do mundo no último período. Ontem à noite não foi diferente — perdendo por 3 no intervalo, tomaram 33 pontos no terceiro quarto dos Pacers e aí… BAM! Seguraram Indiana em apenas 17 pontos no quarto final e ganharam de 117 a 108.

    E olha que dupla absurda no garrafão de trás: Donovan Mitchell com 38 pontos (16/27 do campo — uma eficiência monstruosa) e James Harden contribuindo com 28. Mitchell ainda pegou 6 rebotes e deu 6 assistências. Sinceramente? Performances assim me lembram por que ele tá entre os melhores da liga.

    O problema não é o Mitchell jogar demais

    Mas vamos combinar uma coisa — por que diabos o Cleveland precisa do Mitchell fazer quase 40 pontos pra bater um time dos Pacers que literalmente tá jogando com o banco todo? Indiana nem disfarça que quer ficar mal na fita pra pegar uma boa posição no draft. Obi Toppin e Micah Potter fizeram 21 cada um, mas convenhamos, não deveria ser páreo.

    E ainda teve aquele susto no final quando o Mitchell pisou meio torto depois de um arremesso de 3. Ele disse que tava tudo certo depois, mas com os playoffs chegando em 13 dias e Cleveland praticamente garantido em quarto no Leste… será que não é hora de poupar o cara?

    Sem Mobley e Allen, improvisação total

    Os Cavs jogaram sem Evan Mobley e Jarrett Allen — duas peças fundamentais do garrafão. No lugar deles, Max Strus e Thomas Bryant se viraram como puderam: 18 pontos, 17 rebotes e 7 assistências combinados. Não é ruim, mas o Strus passou longe do seu melhor dia (1/10 do campo, -8 no +/-).

    Kenny Atkinson já avisou que não tá decidido se o Strus vai continuar como titular. E depois dessa performance, faz sentido. A boa notícia é que Jaylon Tyson deve voltar pros playoffs, embora ainda esteja “atrás” do Dean Wade na recuperação.

    O banco até que funcionou legal — Craig Porter, Larry Nance Jr. e Dennis Schroder jogaram pelo menos 20 minutos cada. O +/- combinado deles foi de +27, que não é brincadeira. Destaque pro Nance, que teve 22 minutos em quadra — o maior tempo dele desde novembro.

    E aí, vocês acham que os Cavs conseguem manter esse ritmo maluco de ‘dormir e acordar’ nos playoffs? Porque contra Atlanta (que deve ser o adversário na primeira rodada) pode não rolar essa moleza toda…

  • Mitchell explode com 38 pontos e Cavs garantem vantagem em casa

    Mitchell explode com 38 pontos e Cavs garantem vantagem em casa

    Gente, o Donovan Mitchell simplesmente resolveu o jogo ontem à noite. 38 pontos numa performance absolutamente monstruosa contra os Pacers, com direito a 23 pontos só no segundo tempo. O cara literalmente pegou o time nas costas quando mais precisava.

    Os Cavaliers venceram por 117-108 e praticamente selaram a vantagem de mando de quadra nos playoffs. Sinceramente? Não esperava uma atuação tão dominante assim, ainda mais considerando que Cleveland poupou praticamente todo o quinteto titular — Jarrett Allen, Evan Mobley e Sam Merrill ficaram no banco.

    Harden também mandou ver

    E não foi só o Mitchell que brilhou não. James Harden contribuiu com 28 pontos e 7 assistências, mostrando que ainda tem muito basquete pra dar. Thomas Bryant, no primeiro jogo como titular na temporada, fez um double-double bacana: 14 pontos e 10 rebotes.

    O mais impressionante é que os Cavs só tomaram a liderança no terceiro quarto. Ficaram atrás no placar a partida toda, mas quando resolveram acelerar no último período… cara, foi um show à parte. Mitchell acertou 16 de 27 arremessos — eficiência de All-Star mesmo.

    Pacers desfalcados, mas deram trabalho

    Do lado de Indiana, a situação tá complicada. Pascal Siakam e Ben Sheppard machucados, time com apenas 9 jogadores em uniforme e sem seus cinco principais pontuadores. Mesmo assim, Obi Toppin fez 21 pontos (recorde na temporada) e Micah Potter contribuiu com 21 e 12 rebotes.

    O destaque ficou pra Jalen Slawson, que fez carreira-high com 19 pontos. Maluco acertou 4 bolas de três só no primeiro tempo e ajudou Indiana a abrir 47-35 no segundo quarto. Por um momento pensei: “será que os Pacers vão surpreender?”

    Mas aí que tá — Cleveland tem 49-29 de campanha e está a apenas uma vitória de garantir a vantagem de jogar em casa na primeira rodada dos playoffs. Com quatro jogos restantes, eles têm 4 vitórias de vantagem sobre o Atlanta Hawks.

    E vocês, acham que esse Cavaliers tem potencial pra incomodar nos playoffs? Com Mitchell jogando nesse nível e Harden ainda produzindo, eu tô começando a acreditar nesse time.

  • Mitchell e Harden destroem Pacers – Cavs voando no Easter

    Mitchell e Harden destroem Pacers – Cavs voando no Easter

    Cara, o que foi esse jogo dos Cavaliers contra o Pacers no domingo de Páscoa? Mitchell e Harden simplesmente decidiram que não iam dar chance pro adversário. 38 pontos do Mitchell, 28 do Harden — essa dupla está virando um pesadelo pros adversários.

    Mitchell teve uma das melhores performances da carreira. O cara atacou o garrafão como se fosse dono da quadra, terminando com incríveis 28 pontos só na área pintada. Isso mesmo, 28 pontos no paint! Nunca tinha feito isso na carreira. Infelizmente torceu o tornozelo no finalzinho do jogo, e agora é torcer pra não ser nada sério.

    Harden fazendo escola com o step back

    E o James Harden? Meu amigo, o cara tava imparável com aquele step back dele. Os caras do Indiana pareciam perdidos tentando marcar ele — e quando conseguiam grudar, Harden usava a marcação dupla pra criar espaços pros companheiros. Converteu 5 de 11 tentativas do perímetro e deu show de armação com 7 assistências.

    Sinceramente, quando esse cara tá no mood, não tem jeito. É um dos movimentos mais difíceis de defender na liga.

    Cavs finalmente têm profundidade no garrafão

    Sabe o que mais me chamou atenção? Thomas Bryant fazendo double-double (14 pontos e 10 rebotes) contra o ex-time dele. Era exatamente isso que os Cavs precisavam quando contrataram ele no verão passado — alguém pra dar conta do recado quando Mobley e Allen não podem jogar.

    Óbvio que não dá pra contar com ele numa série de playoffs como titular, mas pra essas situações da temporada regular? Perfeito. Finalmente Cleveland tem opções no banco.

    Keon Ellis também merece destaque. O cara vinha sofrendo lá de três pontos (8 de 32 nos últimos 10 jogos — absurdo!), mas ontem acertou algumas bolas importantes e deu aquela respirada que o time precisava no perímetro.

    Max Strus teve uma noite pra esquecer — só 4 pontos em 1 de 7 do campo e ainda por cima se machucou no pulso. Craig Porter, que andava meio sumido da rotação, voltou bem com 20+ minutos em quadra pela primeira vez em mais de um mês.

    E aí, vocês acham que Mitchell vai ficar fora por muito tempo com essa torção no tornozelo? Com os playoffs se aproximando, qualquer lesão desse nível preocupa. Mas pelo menos mostra que quando saudável, essa dupla Mitchell-Harden pode levar os Cavs longe.

  • Mitchell e Strus comandam vitória dos Cavs sobre Warriors sem Curry

    Mitchell e Strus comandam vitória dos Cavs sobre Warriors sem Curry

    Os Cavaliers chegaram na Bay Area e fizeram o dever de casa. Donovan Mitchell com 25 pontos e Max Strus com 24 — sendo que o Strus ainda cravou uma bomba de três decisiva faltando 54 segundos pro final. Cleveland venceu Golden State por 118 a 111, e cara, que jogo tenso!

    Mitchell tá numa pegada absurda ultimamente. Seis rebotes também, fazendo de tudo em quadra. E o Strus? Rapaz, esse cara quando pega fogo não tem quem segure. Aquela bola de três nos momentos finais foi de gelar a espinha dos torcedores de Golden State.

    Cavs embalados e Warriors sem seu astro

    Sétima vitória em nove jogos pros Cavaliers — esse time tá pegando uma moral danada. James Harden contribuiu com 19 pontos e cinco assistências. Imagina só, o Barba ainda fazendo a diferença nessa altura do campeonato. Cleveland jogou cinco vezes em oito noites, e mesmo assim conseguiu manter o ritmo alto.

    Do lado de Golden State, a situação continua complicada. Stephen Curry fora pelo 27º jogo consecutivo por causa daquela lesão no joelho direito desde 30 de janeiro. O cara até treinou 5 contra 5 nos últimos três dias, testando como tá a situação. Steve Kerr falou que ele e o pessoal médico podem decidir até sexta se o Chef volta contra os Rockets no domingo.

    Pancadaria rolou solta no final

    Aí que a coisa ficou quente mesmo! Faltando 9:28, Dennis Schroder fez uma falta dura no LJ Cryer por trás, daquelas que você já sabe que vai dar confusão. Os árbitros revisaram e deram Flagrant 1 — e com razão, porque o cara voou mesmo.

    Draymond Green, obviamente, não ficou quieto. Empurrou o Schroder quando tava ajudando o Cryer a levantar e levou técnica na sequência. Schroder também ganhou sua técnica sete segundos depois, e pra completar o caos, Kenny Atkinson — que já foi assistente dos Warriors, ironia do destino — também levou técnica.

    Sinceramente? Essas confusões deixam o jogo mais emocionante, mas ninguém quer ver ninguém se machucando. O importante é que foi só empurra-empurra mesmo.

    Gui Santos e Brandin Podziemski marcaram 25 pontos cada um pelos Warriors. Pena que não foi suficiente. Vocês acham que os Warriors conseguem se manter competitivos até o Curry voltar? Porque sem ele, fica bem mais difícil mesmo.

    Gary Payton II voltou depois de descansar o joelho direito no jogo anterior e igualou seu recorde pessoal com 12 rebotes. E o Draymond passou Larry Smith na lista de rebotes históricos dos Warriors — agora é o terceiro colocado com mais de 6.440 rebotes.