Tag: Donovan Mitchell

  • Cavs domina Raptors no jogo 1 e Mitchell brilha com 32 pontos

    Cavs domina Raptors no jogo 1 e Mitchell brilha com 32 pontos

    Cara, que show do Donovan Mitchell no jogo 1! O cara simplesmente destruiu Toronto com 32 pontos e colocou Cleveland na frente da série por 1-0. Sinceramente, eu já esperava que os Cavs fossem superiores nessa primeira rodada, mas ver o Mitchell jogando nesse nível é sempre um espetáculo à parte.

    A vitória por 126-113 foi bem convincente. Cleveland mostrou por que teve uma campanha melhor na temporada regular (52-30 contra 46-36 dos Raptors) e deixou claro que não vai facilitar para ninguém nestes playoffs.

    Mitchell vs Barrett: o duelo de ex-companheiros

    O mais interessante é ver Mitchell enfrentando RJ Barrett, que não fez feio respondendo com 24 pontos pelos canadenses. Lembram quando esses dois jogavam juntos? Agora é guerra nos playoffs. Barrett até que se esforçou, mas quando Mitchell resolve aparecer desse jeito, não tem muito o que fazer.

    Os números da temporada regular já mostravam o que ia acontecer: Mitchell com média de 27.9 pontos por jogo é simplesmente monstruoso. Do lado dos Raptors, a dupla Barrett-Ingram (21.5 pontos de média) até que funciona, mas não foi suficiente para segurar o ataque de Cleveland.

    Cavs em grande fase no momento certo

    E olha só que timing perfeito: Cleveland chegou nos playoffs voando alto, com 8 vitórias nos últimos 10 jogos e uma média absurda de 124.1 pontos nesse período. Isso é coisa de time que quer ir longe mesmo.

    Toronto, por outro lado, oscilou bastante no final da temporada (5-5 nos últimos 10) e agora sente na pele a diferença de estar enfrentando um time mais regular. Scottie Barnes até lidera a equipe em assistências (5.9 por jogo), mas playoff é outra parada — precisa de pontuação também.

    Para o jogo 2, que rola segunda às 20h (horário de Brasília), Cleveland entra como favorito com -8.5 pontos. Será que Toronto consegue empatar a série jogando fora de casa? Na minha opinião, vai ser bem difícil. Mitchell tá com fome e os Cavs parecem decididos a não dar moleza.

    E aí, vocês acham que os Raptors conseguem uma reação ou Cleveland vai abrir 2-0? Eu tô achando que essa série pode ser mais rápida do que muita gente imagina.

  • Mitchell quebra próprio recorde da NBA com 9º jogo de 30+ em abridores

    Mitchell quebra próprio recorde da NBA com 9º jogo de 30+ em abridores

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente não para de impressionar quando se trata de estreias de séries nos playoffs. O cara acabou de quebrar o próprio recorde da NBA — agora são NOVE jogos consecutivos com 30+ pontos em jogos de abertura de série.

    Ontem, na vitória por 126-113 dos Cavaliers sobre o Toronto Raptors no Jogo 1 da primeira rodada do Leste, Mitchell marcou 32 pontos e mostrou mais uma vez por que é considerado um dos melhores clutch players da liga.

    A sequência histórica começou na bolha

    Olha só que loucura: essa streak histórica do Mitchell começou lá em 2020, quando ele ainda estava no Utah Jazz. Lembram da bolha da Disney? Foi lá que ele meteu 57 pontos contra o Denver Nuggets — um recorde de franquia do Jazz que ainda está de pé e é o terceiro maior desempenho da história dos playoffs da NBA.

    “Não é algo que eu fico procurando”, disse Mitchell sobre tentar fazer pelo menos 30 pontos pra começar uma série. “É só eu jogando meu jogo. Tentando dar o tom de agressividade, atacando a cesta, pegando os arremessos livres e fazendo a defesa reagir.”

    E vocês acham que é sorte? O cara tem 33.1 pontos de média em abridores de série — segunda melhor média da história da NBA pra jogadores com pelo menos 10 séries de playoffs. Monstro.

    Cleveland finalmente tem elenco pra apoiar Mitchell

    Uma coisa que me chamou atenção é que agora Mitchell tem muito mais suporte. A chegada do James Harden no deadline foi uma jogada genial dos Cavs. Harden contribuiu com 22 pontos e 10 assistências, sendo que 6 dessas assistências foram pro Jarrett Allen e Evan Mobley.

    “Esse é o trabalho dele. É pra isso que ele recebe os milhões — pra ser agressivo, arremessar e fazer o que sabe fazer”, disse Harden sobre Mitchell. “Nosso trabalho é cumprir nossos papéis e impactar o jogo de outras formas.”

    Max Strus também apareceu bem no terceiro período, ajudando Cleveland a abrir 21 pontos de vantagem entrando no último quarto. Foi um sufoco pro Toronto.

    Mitchell mudou o estilo de jogo

    O que mais me impressionou foi ver Mitchell atacando a cesta com mais frequência. Ele converteu 7 de 13 tentativas dentro do garrafão, e o técnico Kenny Atkinson ficou satisfeito com essa mudança de mentalidade.

    “Falei antes do jogo sobre como mudamos nossa mentalidade pra ser mais orientados ao aro e ao garrafão. O Don pode tentar aquelas piruetas de 3, mas acho que ele estava focado em chegar na cesta e tomou decisões muito boas”, explicou Atkinson.

    Sinceramente, acho que essa evolução do Mitchell é o que pode levar Cleveland longe nesses playoffs. O cara já provou que sabe fazer cestas malucas de fora, mas quando ele ataca a cesta assim, fica quase imparável.

    E aí, vocês acham que Mitchell consegue manter essa sequência histórica? Com esse elenco dos Cavaliers, eu não duvido nada que possam incomodar os favoritos no Leste.

  • Harden vira o jogo dos Cavs: domínio total contra os Raptors

    Harden vira o jogo dos Cavs: domínio total contra os Raptors

    Cara, eu não esperava que o James Harden fosse fazer TANTA diferença assim nos Cavs. Mas depois de ver a goleada de 132-126 sobre os Raptors no primeiro jogo da série, tenho que admitir: o Barba mudou tudo nesse time de Cleveland.

    O cara apareceu no pós-jogo todo de branco — camisa, blazer, gravata borboleta, bermuda (sim, bermuda formal) e os próprios tênis signature. Só um cara com essa confiança toda pra fazer um look desses funcionar numa tarde chuvosa de Cleveland. E essa confiança se traduziu em quadra de um jeito absurdo.

    O efeito Harden na defesa dos Raptors

    Olha, tem jogador All-Star e tem jogador que faz a defesa inteira se mexer só de tocar na bola. Harden é do segundo tipo. Toda vez que ele recebia, os Raptors precisavam ajustar a marcação — mandando ajuda no pick-and-roll, sombreando as linhas de passe. Era impressionante ver como eles estavam sempre de olho nele.

    Kenny Atkinson, técnico dos Cavs, comparou o Harden com um quarterback preciso: “Ele faz a gente funcionar. É como um quarterback super certeiro, vai destruindo com passes curtos.” E cara, fez todo sentido quando vi o jogo.

    Jarrett Allen e Evan Mobley não tiveram números de destaque, mas jogaram com uma eficiência monstruosa. Seis das 11 cestas dos dois pivôs saíram de assistências do Harden. Isso que eu chamo de fazer os companheiros brilharem.

    Toronto sem resposta pro pick-and-roll

    O problema dos Raptors é que o Jakob Poeltl é daqueles pivôs tradicionais no pick-and-roll — fica mais recuado, não tem perna pra subir no nível da tela. Cleveland sacou isso na lata e começou as jogadas lá em cima, quase no meio da quadra. Genial.

    Com mais espaço pra trabalhar, quando a defesa vinha pra cima do Harden, ele simplesmente tocava pros gigantes embaixo da cesta. Se deixavam espaço, ele flutuava a bola por cima. Era um festival de basquete inteligente.

    A melhor resposta de Toronto era mandar ajuda extra no garrafão e forçar a bola a girar pras pontas. Mas aí você está convidando os arremessadores dos Cavs pra festa — e essa turma não perdoa.

    Mitchell liberado pra voar

    E tem outro monstro que se beneficiou absurdamente da presença do Harden: Donovan Mitchell. O cara sempre foi letal penetrando, mas às vezes sofria com as defesas carregando o garrafão só pra ele.

    Com a atenção dividida por causa do Harden, Mitchell teve muito mais espaço pra atacar. Resultado? 32 pontos, 7 de 13 nos arremessos na área restritiva, sete lances livres. Foi a nona vez consecutiva que ele abre uma série de playoffs com mais de 30 pontos no primeiro jogo. Simplesmente surreal.

    “É o trabalho dele”, disse Harden sobre Mitchell. “É pra isso que ele recebe o salário gordo.” A química entre os dois tá funcionando de um jeito que eu sinceramente não imaginava.

    Vocês acham que os Raptors conseguem se ajustar pra o próximo jogo? Porque do jeito que tá, Cleveland parece ter encontrado a fórmula perfeita. Harden ditando o ritmo, Mitchell aproveitando os espaços, e os pivôs dominando a área. Isso aí tem cara de série resolvida rápido.

  • Mitchell destroiu os Raptors: Cavs abrem 1-0 nos playoffs

    Mitchell destroiu os Raptors: Cavs abrem 1-0 nos playoffs

    Cara, os playoffs começaram e que forma de abrir! O Donovan Mitchell simplesmente resolveu ser monstro no primeiro jogo da série entre Cavaliers e Raptors, despejando 32 pontos numa vitória tranquila por 126 a 113 em casa.

    Mas espera aí — o que mais me impressionou não foi nem o Mitchell (que já a gente sabe que é craque). Foi ver o James Harden chegando em Cleveland e já mandando um double-double logo na estreia pelos playoffs: 22 pontos e 10 assistências. Sinceramente, eu não sabia se essa dupla ia funcionar, mas pelo visto a química tá rolando.

    Max Strus voltou pra bagunçar

    E o Max Strus? Meu Deus do céu! O cara ficou praticamente a temporada toda machucado (67 jogos fora por lesão no pé), só voltou em março, e agora sai do banco pra meter 24 pontos nos Raptors. Isso que eu chamo de timing perfeito.

    Os números não mentem: Mitchell e Harden juntos participaram diretamente de 82 dos 126 pontos dos Cavs (65%). É muita influência na quadra. Toronto até começou bem no primeiro tempo, mas na segunda metade foi um sufoco — só 59 pontos, sendo apenas 22 no terceiro quarto. Os Cavs simplesmente cortaram a transição dos Raptors e dominaram o ritmo.

    Raptors precisam de respostas

    Olha, a situação de Toronto é complicada. Sem o Immanuel Quickley (lesionado), eles ficaram meio perdidos no ataque. O Scottie Barnes até tentou (21 pontos), mas com 5 turnovers e apenas 6/14 nos arremessos, deu pra ver que a pressão pesou.

    A grande pergunta é: que ajustes o Darko Rajaković vai fazer pro Jogo 2? Porque se o Quickley não voltar segunda-feira, vai ser difícil acompanhar essa dupla dos Cavs. Mitchell e Harden tão jogando num nível que… rapaz, pode dar problema pra qualquer um no Leste.

    Vocês acham que Toronto consegue se recuperar? Ou os Cavs vão fazer 2-0 e praticamente definir a série? Uma coisa eu garanto: se o Strus continuar jogando assim saindo do banco, essa equipe de Cleveland vai incomodar muito mais gente nos playoffs.

  • Cavaliers viraram outro time após chegada de Harden

    Cavaliers viraram outro time após chegada de Harden

    Cara, quando eu vi que os Cavaliers iam enfrentar o Toronto nos playoffs, primeira coisa que pensei: “Peraí, esse não é o mesmo Cleveland que perdeu pros Raptors em novembro”. E não é mesmo, mano. Esse time virou uma máquina depois que trouxeram o James Harden.

    Desde que pegaram o Barbudo no dia 4 de fevereiro, os Cavs têm um cartel de 21-9. Segundo melhor aproveitamento do Leste! Isso aí é coisa de time que quer ir longe nos playoffs.

    Olha, eu sempre achei que o Mitchell precisava de um cara experiente do lado dele. E agora tem. Harden pode não ter anel ainda, mas o cara já passou por muita coisa na liga. Como o próprio Donovan falou, ter alguém que “já esteve nesse nível” faz toda diferença na comunicação e nas conversas difíceis.

    O quarteto fantástico (que ainda não se conhece direito)

    Aqui que fica interessante, galera. O core four dos Cavaliers — Harden, Mitchell, Mobley e Jarrett Allen — jogaram apenas sete jogos juntos. Sete! São só 92 minutos de quadra compartilhados.

    Mas quando jogaram juntos? Monstro. Eles têm +26.7 pontos por 100 posses quando estão os quatro em quadra. Números absurdos. O problema é que nos playoffs, a coisa aperta e você precisa de entrosamento. Será que vai dar tempo?

    “Levei um jogo ou dois pra entender onde eles gostam da bola e o que fazer”, admitiu Harden. Sinceramente, acho que essa sinceridade dele é um bom sinal. Pelo menos não tá se fazendo de sabichão.

    Barnes vs Mobley: a revanche que eu tava esperando

    Agora vamos falar do que realmente me empolga nessa série: Scottie Barnes contra Evan Mobley. Esses dois se conhecem desde adolescentes, foram roommates nos camps da seleção americana. Em 2021, Barnes levou o Rookie of the Year na frente do Mobley por pouco.

    Mas ó, o Mobley deu o troco na temporada passada virando o primeiro jogador dos Cavs a ganhar o Defensive Player of the Year. E o Barnes? Cara simplesmente teve uma temporada completa: único jogador da liga com pelo menos 600 rebotes, 400 assistências, 100 tocos e 100 roubos de bola.

    “Sinto que sempre fui bom na defesa, mas elevei pra outro nível”, disse Barnes. E olha, não tá mentindo não. O cara virou um problema pros adversários.

    E aí, pessoal? Acham que essa nova versão dos Cavaliers vai conseguir passar do Toronto? Eu tô curioso pra ver se sete jogos de entrosamento são suficientes pra uma série de playoffs. O histórico contra os Raptors é favorável (7-0 em casa nos playoffs), mas basquete é isso aí né — cada ano é um ano novo.

  • Mitchell pode sair dos Cavs? Situação fica tensa em Cleveland

    Mitchell pode sair dos Cavs? Situação fica tensa em Cleveland

    Olha, vou ser bem sincero com vocês: a situação do Donovan Mitchell em Cleveland tá ficando bem interessante. E por interessante, eu quero dizer potencialmente explosiva.

    Os Cavaliers estão vivendo talvez os playoffs mais importantes desde que o LeBron vazou pra Los Angeles. O próprio Mitchell já falou que essa é a melhor chance dele de conquistar um título, e cara… ele pode estar certo mesmo.

    A pressão tá no talo

    Segundo o Fred Katz do The Athletic, se o Mitchell não assinar a extensão máxima que ele tem direito neste verão, os Cavs vão “discutir a possibilidade de trocá-lo”. Isso mesmo que vocês leram.

    Agora, calma aí. O Mitchell já disse várias vezes que curte Cleveland, mas a real é que nenhum de nós sabe se uma eliminação precoce nos playoffs seria suficiente pra ele dispensar centenas de milhões de dólares. Mas convenhamos… já vimos essa história antes.

    O Giannis ama Milwaukee, mas quando esses caras sentem que a janela de título fechou, eles vão embora mesmo. O LeBron saiu de Cleveland DUAS vezes, e hoje em dia os times não querem nem correr o risco de chegar nessa situação.

    O problema do dinheiro

    E aí que a coisa complica de vez. Os Cavs já fizeram a troca pelo James Harden, trocando o Darius Garland (de apenas 26 anos!) por um veterano de 36. Quem sabe se vão renovar com o Harden? O cara vai recusar os 42 milhões da opção de jogador dele pra tentar um contrato mais longo.

    Soma isso aos contratos máximos do Evan Mobley e do próprio Mitchell, os 28 milhões do Jarrett Allen, e mais de 40 milhões pros outros caras do elenco… Cleveland vai estourar o teto salarial de novo.

    Sinceramente? É dinheiro demais pra um time que nunca passou da segunda rodada dos playoffs desde que o LeBron saiu. Até o Mobley, que ganhou aquele contrato de 224 milhões em 5 anos, meio que estagnou no desenvolvimento.

    A pergunta que não quer calar é: será que os Cavs podem manter esse elenco se não renderem nos playoffs de novo? Eles assinariam com o Mitchell sem pensar duas vezes, mas e se o cara não vir futuro na organização pagando tanto pros outros sem resultados?

    E aí, vocês acham que o Mitchell fica em Cleveland ou vai procurar outro lugar pra realizar o sonho do título? A coisa pode esquentar rápido na NBA, principalmente se os Cavs decepcionarem mais uma vez nos playoffs.

  • Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Posso chamar de casa’

    Mitchell quer ficar em Cleveland: ‘Posso chamar de casa’

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi o Donovan Mitchell falando que quer ficar em Cleveland “pelo maior tempo possível”, meu coração de fã de NBA bateu mais forte. Cara, é raro ver um astro desse nível genuinamente apaixonado por uma cidade que não seja LA ou Miami.

    “Eu amo Cleveland”, disse Mitchell ao The Athletic. “Já falei isso antes: quero jogar aqui pelo maior tempo que conseguir.” E não é papo furado não — dá pra ver nos olhos do cara quando ele joga lá.

    O amor é recíproco (e faz todo sentido)

    Sinceramente? Cleveland acertou em cheio quando trouxe o Mitchell. O cara chegou lá e simplesmente transformou a franquia. 27.9 pontos por jogo nesta temporada, mesmo com um monte de lesão no elenco. O resultado? 52 vitórias e o 4º lugar no Leste — algo que os Cavs conseguiram apenas nove vezes na história da franquia.

    Monstro demais, né?

    E o que mais me impressiona é que não é só sobre basquete. Mitchell disse que tanto ele quanto a noiva se sentem bem em Cleveland. “É um lugar que posso chamar de casa, entende?”, falou. Isso vale ouro no mundo da NBA, onde jogador muda de time como troca de camisa.

    Os playoffs vão definir tudo

    Agora vem a parte crucial. Mitchell tem contrato até 2027-28, com uma opção de jogador em 2027 que ele provavelmente vai exercer. Os Cavs querem estender o contrato dele o quanto antes — e quando chegar a hora, vai ser um max contract absurdo.

    Mas como o próprio Mitchell disse: “O objetivo é vencer — contanto que continuemos vencendo no mais alto nível.” Ou seja: se Cleveland não conseguir brigar por título nos próximos anos, essa história de amor pode esfriar rapidinho.

    Os playoffs começam no sábado contra o Toronto Raptors. É aqui que o bicho pega de verdade. Mitchell já provou que consegue elevar o nível da equipe na temporada regular, mas nos playoffs é outra história. Vocês acham que Cleveland tem time pra ir longe este ano? Eu tenho minhas dúvidas, mas torço pra que provem que estou errado.

    Uma coisa é certa: ver um superastro genuinamente feliz numa cidade pequena como Cleveland é refrescante. Oxalá dê certo essa união — a NBA fica mais interessante quando times históricos voltam a ser relevantes.

  • Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cavs nos playoffs: essa rotação pode dar certo contra os Raptors?

    Cara, chegou a hora da verdade para o Cleveland Cavaliers. Oito anos de altos e baixos, desde a saída do LeBron, passando pela chegada do Donovan Mitchell em 2022, aquele vexame contra o Pacers ano passado… e agora com o James Harden no lugar do Darius Garland desde fevereiro.

    Sinceramente? Nunca vi esse time tão completo quanto agora. É literalmente agora ou nunca para eles — e tudo começa contra o Toronto Raptors no sábado.

    O quinteto titular que pode dar certo

    Kenny Atkinson tem uma decisão difícil pela frente, mas na minha opinião ele deveria apostar em: Harden, Mitchell, Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen.

    Olha só que absurdo: nas 75 posses que esses cinco jogaram juntos, o Cavs teve um net rating de +38.9. É uma amostra pequena, mas cara… que números são esses?

    O Harden e o Mitchell já sabemos — dupla explosiva que pode resolver qualquer jogo. Mas é na defesa que esse quinteto fica monstruoso. Wade, Mobley e Allen formam uma muralha que ninguém passa fácil. Quando esses três estão em quadra juntos, a defesa do Cavs tem rating de 99.4. Para um time que patinou defensivamente durante boa parte da temporada, apostar nos seus melhores defensores faz todo sentido.

    O banco que pode fazer a diferença

    Saindo do banco, eu escalaria Sam Merrill, Max Strus, Keon Ellis e Jaylon Tyson. Pode parecer pouco conhecido para quem não acompanha de perto, mas esses caras são peças fundamentais.

    Merrill e Strus são especialistas no arremesso de 3 e trazem aquela pegada que todo time precisa nos playoffs. O Strus principalmente — o cara já passou por playoffs importantes e sabe fazer as jogadas certas na hora H.

    Agora, o Keon Ellis virou uma revelação defensiva, monstro! O cara pressiona a bola o tempo todo, rouba um monte e ainda acerta 36% das bolas de 3. Já o Tyson foi uma das poucas coisas boas quando o Cavs estava patinando no início da temporada.

    A grande decisão: deixar Schroder de fora

    E aí, vocês concordam em deixar o Dennis Schroder fora da rotação principal? Eu sei que é polêmico, mas o alemão não tá bem desde que chegou — só 40% nos arremessos de quadra e 29% de 3.

    Claro que o Atkinson pode usar ele em momentos específicos (experiência de playoffs nunca é demais), mas como titular fixo? Acho que não rola.

    Olha, na minha visão esse Cavaliers tem tudo para fazer barulho nesses playoffs. Profundidade no elenco, estrelas no seu auge, experiência… só falta encaixar as peças certas. E começar bem contra os Raptors é fundamental — porque se bobear logo de cara, já era.

    Será que o Atkinson vai ter coragem de fazer essas escolhas? Playoffs é isso aí — hora de apostar nas cartas certas.

  • Mitchell deixa claro: quer ficar em Cleveland ‘pelo máximo de tempo possível’

    Mitchell deixa claro: quer ficar em Cleveland ‘pelo máximo de tempo possível’

    Donovan Mitchell não tá brincando em serviço quando fala sobre o futuro dele em Cleveland. O cara simplesmente deixou cristalino que não quer jogar em lugar nenhum além dos Cavaliers.

    “Eu amo Cleveland. Já falei isso antes: quero jogar aqui pelo máximo de tempo que eu conseguir. E o objetivo é ganhar — contanto que a gente continue vencendo no mais alto nível. Mas eu amo, cara. É um lugar que eu sinto que posso chamar de casa, sabe?”, disse Mitchell numa entrevista recente.

    Por que ninguém acredita nele?

    O que me chamou atenção foi quando Mitchell questionou por que o pessoal não acredita quando ele fala que curte estar em Cleveland. Cara, eu entendo a desconfiança — quantas vezes já vimos estrelas falarem isso e depois vazarem pro Lakers ou Miami? Mas olhando o contexto todo, faz sentido ele querer ficar.

    Cleveland não é exatamente um destino glamouroso como Los Angeles ou Nova York, mas os Cavs construíram algo sólido ali. Mitchell tá curtindo a parceria com James Harden no backcourt (que parceria, por sinal!) e genuinamente parece ter encontrado seu lugar na hierarquia do time.

    Os playoffs de 2026 no horizonte

    O astro dos Cavs tá animado com o potencial da equipe pra chegar nos playoffs de 2026 — e olha, se continuar nesse ritmo, dá pra sonhar alto mesmo. A química dele com Harden pode ser o combustível que Cleveland precisava pra fazer uma campanha profunda na pós-temporada.

    Sinceramente? Eu gosto de ver jogador falando assim. Mitchell parece ter abraçado Cleveland de verdade, não só de boca pra fora. E vocês, acreditam que ele realmente quer ficar por lá ou acham que é só conversa pra negociação?

    Uma coisa é certa: se os Cavs continuarem competitivos, Mitchell tem tudo pra se tornar uma lenda por lá. Cleveland merece ter uma estrela que genuinamente quer estar na cidade.

  • Mitchell e Cavaliers: tá na hora de decidir se são contenders mesmo

    Mitchell e Cavaliers: tá na hora de decidir se são contenders mesmo

    O Zach Lowe soltou uma real que tá me incomodando há um tempo: será que o Donovan Mitchell e os Cavaliers não estão virando aquele time “meio termo” que a gente vê todo ano? Sabe qual é…

    O cara foi no podcast do Bill Simmons e basicamente disse que Cleveland tá chegando naquele ponto perigoso. Não são mais uma promessa, mas também não conseguem dar o passo final pra briga pelo título. E olha, sinceramente? Ele pode estar certo.

    O exemplo que dói: os Clippers do Chris Paul

    Lowe comparou com os Clippers do Chris Paul e Blake Griffin — e essa comparação me arrepiou todo. Lembram daquele time? Sempre competitivo, sempre nas playoffs, mas sempre caindo antes da hora. Era frustrante demais acompanhar.

    “Chega um ponto que você já perdeu tantas vezes cedo demais nas playoffs, considerando o pedigree que você deveria ter, que a coisa meio que começa a desandar”, falou o Lowe. E cara, os Cavs perderam pros Pacers do Indiana na segunda rodada ano passado. Indiana! Não tô desmerecendo o time do Pacers, mas convenhamos…

    Mitchell tá fazendo a parte dele, isso é inegável. Quase 28 pontos por jogo, 5.7 assistências, arremessando 48% dos chutes e 36% das bolas de três. O monstro tá jogando muita bola, mas basquete é esporte coletivo.

    A pressão tá aumentando

    Olha só a situação: quatro playoffs seguidos desde que Mitchell chegou, que é ótimo. Mas e daí? Se você não consegue passar das primeiras rodadas, qual é o propósito? Vocês acham que o Mitchell tá satisfeito só em “participar” das playoffs?

    Eu já vi essa história antes. Time bom, estrela consolidada, mas que não consegue dar o salto. E o pior é que o tempo não para. Mitchell já tá na oitava temporada dele, não é mais aquele jovem promissor que podemos esperar “mais uns anos”.

    Os Cavs terminaram com 52 vitórias, quarto colocado no Leste. É um recorde respeitável, mas será que é suficiente? Principalmente quando você vê os Celtics dominando lá em cima e até os Knicks fazendo barulho.

    Agora é a hora de provar

    A boa notícia é que eles começam em casa contra os Raptors — e sinceramente, se não passarem dos Raptors, aí sim a conversa fica séria. Mas não pode parar por aí. Cleveland precisa de uma campanha profunda, tipo chegar pelo menos na final da conferência.

    Porque se não… bem, a gente já viu esse filme antes. E geralmente não termina bem para ninguém. Mitchell merece estar brigando por título, os fãs de Cleveland merecem algo maior, e esse time tem potencial pra muito mais do que ser só “mais um” nas playoffs.

    O que vocês acham? Os Cavaliers conseguem quebrar essa maldição ou vão virar mais um caso do “e se”?