Tag: Donovan Mitchell

  • Mitchell zoa Yankees antes da final do Leste – que monstro!

    Mitchell zoa Yankees antes da final do Leste – que monstro!

    Cara, o Donovan Mitchell é muito bom! O cara chegou na primeira final de conferência da carreira dele e ainda teve tempo de zoar o Yankees na coletiva. É esse tipo de personalidade que eu amo no basquete.

    Depois de eliminar o Detroit Pistons na segunda rodada — em mais um jogo 7, diga-se de passagem — o Mitchell tava lá falando sobre como o Cleveland ia se preparar pro Knicks na final do Leste. Normal, né? Só que quando ia saindo da coletiva, o cara soltou essa: “E meus Mets venceram o Yankees.”

    New York state of mind

    Olha, eu não sei se vocês sabem, mas o Mitchell é de Nova York e é fanático pelo Mets. O cara nunca escondeu isso, sempre falando que torce pro time azul e laranja mesmo. E convenhamos, depois dos Mets ganharem a série de quatro jogos por 3×1 contra os Yankees — com direito a walk-off em extra innings no último jogo —, o cara tinha que comemorar mesmo.

    É engraçado porque agora ele vai enfrentar justamente o Knicks, outro time de Nova York. Imagina a pressão? O cara vai jogar na casa onde cresceu torcendo, contra o time da cidade onde ele torce pro Mets. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo.

    Primeira vez nas finais de conferência

    Sinceramente, acho que muita gente não dá o devido valor ao que o Mitchell conquistou. O cara foi draftado em 2017 e NUNCA tinha chegado numa final de conferência. Chegou perto algumas vezes no Utah Jazz, mas sempre dava alguma coisa errada.

    E agora? Cara, o Cleveland não chegava numa final de conferência desde a era LeBron. Dois jogos 7 nessa temporada pra chegar até aqui — isso mostra a garra desse time. Claro que são considerados azarões contra o Knicks, mas convenhamos: eles já passaram por coisa pior.

    Vocês acham que o Mitchell consegue levar o Cavs até a final da NBA? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir. O cara tem aquela mentalidade de craque que faz a diferença nos momentos decisivos.

  • Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Mitchell coloca Allen acima de Klay Thompson: ‘Game 7 JA é superior’

    Cara, o Donovan Mitchell simplesmente soltou uma bomba que tá dividindo a galera da NBA. Quando perguntaram se o Jarrett Allen no jogo 7 era melhor que o famoso “Game 6 Klay”, o cara nem piscou: “Game 7 JA, né mano. Ele tá 2 por 2!”

    E olha, não vou mentir — o argumento faz sentido.

    O fenômeno “Game 6 Klay” vs “Game 7 JA”

    Todo mundo conhece a lenda do Klay Thompson no jogo 6 contra o Thunder em 2016. O maluco meteu 41 pontos e cravou 11 bolas de três (recorde na época) pra salvar os Warriors da eliminação. Foi épico, absurdo, um daqueles momentos que a gente nunca esquece.

    Mas o Allen? O cara tá construindo sua própria lenda nos jogos 7. Contra o Detroit agora: 23 pontos, 7 rebotes. Contra o Toronto na primeira rodada: 22 pontos, 19 rebotes. Sabe quantos caras conseguiram fazer 22 pontos e 19 rebotes num jogo 7 desde 1996? Seis. SEIS! Allen tá dividindo essa lista com monstros como Jokić, Giannis, Kevin Garnett, Dirk e Mutombo.

    Por que Mitchell tem razão

    Sinceramente? Eu tô com o Mitchell nessa. O Klay foi sensacional naquele jogo 6, mas fazer isso DUAS VEZES em jogos 7 — os mais tensos que existem — é de outro mundo. Game 7 não perdoa, mano. É tudo ou nada, e o Allen simplesmente aparece quando mais precisa.

    E o Cleveland tá voando! Depois de passar pelo Detroit de lavada (125-94), o time tá nas finais do Leste. Será que o “Game 7 JA” vai precisar aparecer de novo? Porque pelo jeito que as coisas andam, eu não duvidaria nada.

    Vocês acham que o Mitchell exagerou na comparação ou o Allen realmente merece esse hype todo? Uma coisa é certa: se rolar outro jogo 7 e ele entregar mais uma performance dessas, aí não vai ter discussão mesmo.

  • Mitchell e os Cavs dominam no Game 7 e vão pras finais do Leste

    Mitchell e os Cavs dominam no Game 7 e vão pras finais do Leste

    Cara, que noite foi essa em Detroit! Os Cavaliers simplesmente destroçaram os Pistons por 125 a 95 no Game 7 e garantiram vaga nas finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. E olha, eu não esperava uma goleada dessas no jogo mais importante da temporada.

    Donovan Mitchell foi simplesmente monstruoso. Não só pelos pontos, mas pela forma como ele distribuiu o jogo desde o início. Nos primeiros três minutos já tinha três assistências — e isso não é à toa. O técnico Kenny Atkinson pediu pro Mitchell “fazer jogadas simples” e distribuir mais a bola. Funcionou perfeitamente.

    A aposta no Harden valeu a pena?

    Sinceramente, quando os Cavs trocaram o Darius Garland — que tava com o pé machucado mesmo — pelo James Harden, eu fiquei meio dividido. Trocar um jovem por um veterano de 37 anos é sempre arriscado. Mas olha só: eles chegaram onde queriam chegar no mínimo.

    Esse time mostrou uma maturidade que eu nunca tinha visto antes dos Cavs recentes. Depois de estar perdendo por 2-0 na série contra um time de 60 vitórias, eles encaixaram três vitórias seguidas impressionantes. E o mais importante: depois daquela derrota dolorosa no Game 6 (que me lembrou demais dos colapsos antigos), eles responderam com autoridade.

    Jarrett Allen resolveu aparecer na hora certa

    O Dan Gilbert — dono do time — jantou com o Atkinson no sábado e deu uma dica: “A chave é o Jarrett Allen”. Cara, que conselho certeiro.

    Allen jogou com uma intensidade absurda que eu não costumo ver nele. 23 pontos e 7 rebotes, mas o mais importante foi a energia que ele trouxe. Ele literalmente empurrou os pivôs dos Pistons pra fora de posição e atacou o garrafão sem dó.

    “Quando ele joga assim, somos um time totalmente diferente”, disse o Evan Mobley. E é verdade mesmo. Allen jogou como se tivesse algo a provar — e depois de dois Game 7s sendo protagonista, talvez seja hora de parar de duvidar dele nos playoffs.

    Mobley também apareceu forte. Esse cara tem evoluído muito nesta pós-temporada, atacando a cesta tanto no pick-and-roll quanto no um-contra-um. Quando os dois pivôs jogam assim, fica muito mais fácil pro Mitchell e pro Harden criarem.

    Vocês acham que esse time tem condições de ir além nas finais do Leste? Eu tô começando a acreditar que sim. Esse grupo mostrou uma mentalidade diferente, e isso pode levar eles longe.

  • Mitchell finalmente quebra a maldição e leva Cavs à final do Leste

    Mitchell finalmente quebra a maldição e leva Cavs à final do Leste

    Cara, eu não acredito que finalmente aconteceu. Donovan Mitchell, depois de QUASE UMA DÉCADA batendo a cabeça nos playoffs, conseguiu levar os Cavaliers até a final de conferência pela primeira vez na carreira dele. E que forma de fazer isso, hein?

    O jogo 7 contra os Pistons em Detroit foi simplesmente um massacre. 125 a 94. Trinta e um pontos de diferença! Pra vocês terem noção, essa foi a segunda maior vitória fora de casa em um jogo 7 na história da NBA. Só os Mavericks em 2022 contra os Suns (33 pontos) fizeram algo mais absurdo.

    A jogada que definiu tudo

    Mitchell começou mostrando pra que veio logo no primeiro quarto. O Marcus Sasser tinha acabado de acertar uma bomba de três pra cortar a diferença pra seis pontos, o Detroit começando a sonhar… Aí o Spider (apelido do Mitchell) pegou a reposição do Mobley e simplesmente decidiu arremessar do MEIO DA QUADRA. A bola bateu no vidro e entrou. Nove pontos de diferença de novo. Fim de papo.

    E olha, depois disso os Pistons praticamente não se aproximaram mais. Mitchell terminou com 26 pontos, 6 rebotes, 8 assistências e – pasmem – ZERO turnovers. Zero erros em um jogo 7 decisivo. Que frieza é essa?

    Comparação histórica que arrepia

    Vocês sabem o que mais me impressionou? O Mitchell se tornou o primeiro armador desde Kobe Bryant em 2002 a fazer pelo menos 25 pontos, 5 rebotes e 5 assistências sem cometer nenhum turnover em um jogo 7. Estamos falando do KOBE, gente!

    “Foi como um sopro de ar fresco”, disse o Mitchell depois do jogo. Mas ele mesmo reconheceu – isso não era o objetivo final. “Quase uma década esbarrando no mesmo problema”, nas palavras dele. Sinceramente, dá até pra sentir o alívio na voz do cara.

    Primeira final do Leste sem LeBron desde… 1992

    Agora os Cavs vão enfrentar os Knicks na final de conferência. E aqui vem um dado que me deixou de queixo caído: é a primeira vez desde 1992 que Cleveland chega numa final do Leste sem o LeBron! Pra quem cresceu vendo o Rei carregando esse time nas costas, é surreal ver os Cavaliers chegando longe por conta própria.

    O técnico Kenny Atkinson não economizou nos elogios: “Ele estava melhor que o Donovan Mitchell. Isso é possível? Não sei, parece inglês errado”. Traduzindo a empolgação: o cara jogou num nível sobrenatural.

    E aí, vocês acham que os Cavaliers conseguem superar os Knicks? Mitchell vai jogar em casa (ele é de Nova York) e falou que vai ser especial. “Eu e minha noiva brincamos que estaríamos em casa de qualquer forma, então é melhor jogar um basquete enquanto estamos por aqui”.

    Uma coisa é certa: quando o Mitchell joga bem, os Cavs ganham. Eles estão 5-1 quando ele faz pelo menos 25 pontos. O homem é a chave de tudo, e depois de quebrar essa maldição dos playoffs, quem sabe ele não está preparado pra algo ainda maior?

  • Mitchell manda os Pistons pra casa com show no Jogo 7

    Mitchell manda os Pistons pra casa com show no Jogo 7

    Cara, que aula o Donovan Mitchell deu ontem à noite. Os Cavaliers precisavam responder depois daquela decepção no Jogo 6, e o Spida simplesmente resolveu acabar com a festa dos Pistons no Jogo 7. 125 a 94. Uma surra histórica.

    Mitchell cravou 26 pontos em apenas 31 minutos de quadra, ficou a duas assistências do double-double (terminou com 8 assistências e 7 rebotes) e praticamente carimbou a vaga dos Cavs na final do Leste. O momento que definiu tudo? Aquela bomba de 3 no step back que mandou a torcida de Detroit direto pro estacionamento. Cruel demais.

    Primeira final de conferência da carreira

    E olha só a ironia: depois de sete temporadas na NBA, Mitchell finalmente vai jogar uma final de conferência. O cara já foi All-Star várias vezes, já fez performances absurdas nos playoffs, mas nunca tinha chegado tão longe. Sinceramente, eu acho que Cleveland tem tudo pra incomodar muito.

    Ah, e teve até momento engraçado na partida. O Mitchell literalmente esbarrou na noiva dele, a cantora Coco Jones, durante o segundo tempo. Imagina a cena: você tá destruindo no Jogo 7 e trombada na sua futura esposa na lateral da quadra. Só acontece na NBA mesmo.

    Mobley e Allen também mandaram ver

    Mas não foi só show do Mitchell não. Jarrett Allen dropou 23 pontos e 7 rebotes, confirmando que é especialista em Jogos 7 — lembram da performance monstro contra os Raptors? 22 pontos e 19 rebotes. O cara simplesmente não treme em eliminatórias.

    Evan Mobley também fez a sua parte com 21 pontos e 12 rebotes, fechando um double-double importante. E quem diria que Sam Merrill ia ser um dos destaques? O cara meteu 23 pontos em 25 minutos, incluindo cinco bombas de 3. Quando o banco rende assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Uma coisa que chamou atenção foi a quantidade absurda de lances livres: 44 tentativas, convertendo 28. É o recorde dos playoffs de 2026 até agora. Os Pistons simplesmente não conseguiram parar Cleveland sem cometer faltas.

    Agora vem o desafio real: Nova York na final do Leste. Os Knicks estão descansados depois de varrer os 76ers e vão receber os Cavs no Madison Square Garden na terça-feira. Vocês acham que Mitchell consegue manter esse nível contra uma defesa mais cascuda como a de NY?

  • Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cavs atropelam Detroit em 31 pontos no Jogo 7 e vão pra ECF

    Cara, eu vou ser sincero: não esperava que o Cleveland ia demolir Detroit desse jeito no Jogo 7. 125 a 94. Trinta e um pontos de diferença. Na casa dos Pistons. Foi uma humilhação histórica.

    Vocês viram o Donovan Mitchell ontem? O cara simplesmente decidiu que não ia mais ficar tentando arremesso de 3 — foi direto pro garrafão, atacou a cesta o jogo todo. E olha que curioso: quando você vai pra cima com vontade, as coisas funcionam. Quem diria, né?

    Mitchell destruiu sozinho

    O maluco fez 26 pontos e literalmente marcou mais que Cade Cunningham, Jalen Duren e Tobias Harris somados. Isso mesmo, sozinho ele fez mais que três caras importantes dos Pistons juntos. Absurdo demais.

    E não foi só isso — 8 assistências e 7 rebotes. No terceiro quarto, quando Detroit ainda sonhava com uma reação, Mitchell veio e meteu 15 pontos no período. Game over. Fim de papo.

    A real é que Detroit pareceu um time jovem que não tava preparado pra pressão. E olha que eles fizeram 60 vitórias na temporada regular! Mas Jogo 7 é outro nível de pressão, meu amigo.

    Os torres fizeram a diferença

    Evan Mobley e Jarrett Allen foram monstruosos no garrafão. 44 pontos, 19 rebotes e 3 tocos entre os dois. Detroit queria jogar físico, dominar a tinta, mas os dois gigantes de Cleveland simplesmente engolharam Duren, Isaiah Stewart e Paul Reed.

    E tem mais: Sam Merrill saiu do banco pegando fogo. 23 pontos, 5 de 8 do perímetro. Quando o reserva tá assim, é sinal que vai dar ruim pro adversário mesmo.

    Cleveland executou o plano de jogo perfeitamente desde o primeiro minuto. No primeiro tempo foram 18 assistências em 22 cestas convertidas — isso é basquete de alto nível, movimento de bola que dá gosto de ver. Aproveitamento de 52.4% nos arremessos e 8 bolas de 3.

    ECF contra os Knicks

    Agora é partir pra semifinal do Leste contra o New York. E olha, se o Cleveland jogar assim que jogou no Jogo 7, pode dar trabalho sério pros Knicks no Madison Square Garden.

    Já Detroit… cara, que decepção. Um time que dominou a temporada regular, fez 60 vitórias, mas na hora H não conseguiu responder. Cunningham com 13 pontos em 16 tentativas, Harris 0 de 6 arremessos. Só Daniss Jenkins (17 pontos) e Duncan Robinson (13 pontos) apareceram, mas não foi suficiente nem de longe.

    Agora fica aquela pergunta: será que Detroit consegue encontrar um segundo armador/criador de jogadas pra temporada que vem? E quanto vão pagar no Duren, que foi brilhante na temporada mas sumiu nos jogos decisivos?

    Uma coisa é certa: Cleveland mostrou que quando quer, quando executa direito, tem talento pra brigar com qualquer um no Leste. Veremos se conseguem manter esse nível contra os Knicks.

  • Cavs massacram em Jogo 7 e voltam às Finais do Leste após 8 anos!

    Cavs massacram em Jogo 7 e voltam às Finais do Leste após 8 anos!

    Meu Deus, que noite foi essa! Os Cleveland Cavaliers simplesmente destruíram o Detroit Pistons no Jogo 7 e estão de volta às Finais da Conferência Leste pela primeira vez desde 2018. Cara, eu não sei vocês, mas eu tava nervoso pra caramba antes desse jogo — e os Cavs responderam da melhor forma possível.

    Donovan Mitchell finalmente mostrou por que foi contratado. 26 pontos, 8 assistências e ZERO turnovers. Zero! Em um Jogo 7! O cara que vinha sendo criticado a série inteira simplesmente resolveu aparecer na hora mais importante.

    A Máquina Ofensiva Funcionou Perfeitamente

    O que mais me impressionou foi como a bola circulou. Mitchell distribuiu 5 assistências só no primeiro tempo, e os Cavs tiveram 10 assistências nos primeiros 13 arremessos convertidos. É assim que se joga basquete coletivo!

    E o Sam Merrill? Cara saiu do banco e meteu 4 bolas de três só no primeiro tempo. Vinte e três pontos no total. Quando o banco funciona assim, é game over. O técnico ainda botou Max Strus no lugar do Dean Wade no quinteto titular — jogada certeira.

    Mas não foi só o perímetro não. Jarrett Allen e Evan Mobley dominaram o garrafão completamente. Allen com 23 pontos e umas enterradas absurdas no terceiro quarto que deixaram a torcida em delírio. Mobley contribuiu com 21. A dupla de torres simplesmente não deu chance pros Pistons respirarem.

    Defesa Que Virou Show

    Uma estatística que me chamou atenção: em determinado momento do segundo quarto, os Cavs tinham mais assistências (17) do que os Pistons tinham cestas de quadra convertidas (14). Isso é massacre tático, pessoal.

    A defesa de Cleveland foi impecável. Mesmo com 20+ pontos de vantagem, continuaram pressionando como se o jogo estivesse empatado. Essa mentalidade de killer que separa os times grandes dos medianos.

    Sinceramente, depois de todas as críticas que o Mitchell vinha recebendo (e algumas eram merecidas, vamos combinar), ver ele jogar assim quando mais importava foi emocionante. O cara carregou uma pressão danada nas costas e entregou possivelmente o melhor jogo dele nos playoffs, pelo menos do ponto de vista tático.

    Agora vem o verdadeiro teste. Na terça-feira, os Cavs enfrentam justamente o time que deu aquela surra histórica neles em 2023. Vai ser interessante ver se esse crescimento todo que eles mostraram nas últimas duas séries vai se sustentar contra um adversário de peso real.

    E aí, vocês acham que os Cavs têm chance de chegar nas Finais mesmo? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir.

  • Cavs destroem Pistons e vão pras finais do Leste: que noite foi essa!

    Cavs destroem Pistons e vão pras finais do Leste: que noite foi essa!

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em Detroit. Os Cleveland Cavaliers simplesmente atropelaram os Pistons por 125 a 94 no jogo 7 das semifinais do Leste. Trinta e um pontos de diferença. No jogo 7. Fora de casa.

    Olha, eu não esperava isso. Os Pistons vinham voando na temporada regular como primeiro colocado, e aí os Cavs chegaram e fizeram isso? Absurdo.

    Quatro monstros em quadra

    A coisa mais louca dessa partida foi ver quatro caras do Cleveland marcando mais de 20 pontos cada um. Donovan Mitchell, Jarrett Allen, Sam Merrill e Evan Mobley — todos passaram dos 21. Quando um time consegue distribuir assim o jogo ofensivo, fica quase impossível de parar.

    Mitchell, aliás, tá vivendo o melhor momento da carreira dele. Em janeiro de 2023, o cara fez 71 pontos numa partida — lembram? Mas sinceramente acho que esse jogo 7 pode ter sido ainda mais importante pra ele. Finalmente chegou numa final de conferência.

    E o Jarrett Allen no garrafão foi um problema sério pros Pistons. O cara sempre foi subestimado, na minha opinião.

    Detroit simplesmente não apareceu

    Os Pistons jogaram como se ainda estivessem dormindo. Os titulares fizeram apenas 47 pontos combinados. Quarenta e sete! Enquanto isso, os cinco titulares de Cleveland despejaram 88.

    O Cade Cunningham mais uma vez teve que tentar carregar o time nas costas, mas não dá pra ganhar jogo assim. Detroit atirou apenas 29.2% do campo nos titulares — é impossível vencer playoff com esse aproveitamento.

    E a defesa? Cara, foi ainda pior. Os caras perderam comunicação nas trocas, deixaram jogador correndo livre pra cesta… Ausar Thompson até tentou algumas coisas boas individualmente, mas o coletivo não funcionou.

    Agora é guerra contra os Knicks

    Bom, Cleveland pode comemorar, mas agora vem o bicho-papão: New York Knicks. Os caras estão descansados, têm o fator casa e, vamos combinar, são o time mais entrosado do Leste nesse momento.

    Os Cavs vão precisar jogar ainda melhor do que jogaram ontem. James Harden foi mal (só 9 pontos), o arremesso de 3 foi inconsistente tirando o Sam Merrill… Contra os Knicks, essas falhas podem custar caro.

    Vocês acham que Cleveland consegue repetir esse nível contra um time muito mais forte? Eu tô curioso pra ver se conseguem manter essa distribuição ofensiva funcionando.

    Uma coisa é certa: depois de anos tentando, Mitchell finalmente chegou onde queria. Agora é ver se consegue ir até o fim.

  • Game 7 entre Pistons e Cavs: o jogo que todo mundo tava esperando

    Game 7 entre Pistons e Cavs: o jogo que todo mundo tava esperando

    Olha, quando eu vi que ia ter Game 7 entre Detroit Pistons e Cleveland Cavaliers, quase derramei o café aqui. Depois de anos vendo esses times brigando pra sair do fundo da tabela, agora eles estão decidindo uma série de playoffs em pleno 2026. E ainda por cima em Detroit!

    A série tá 3-3 e hoje é domingo, dia 17 de maio, 20h (horário de Brasília) no Little Caesars Arena. Amazon vai transmitir – pelo menos uma coisa boa dessa era das streamings, né? E detalhe: os Pistons são favoritos por 4.5 pontos jogando em casa.

    Cade vs Mitchell: o duelo que define tudo

    Sinceramente? Eu não esperava que o Cade Cunningham chegasse nesse nível tão cedo. O cara tá carregando Detroit nas costas, e agora vai ter que fazer isso num Game 7 contra o Donovan Mitchell – que todo mundo sabe que é monstro em jogos decisivos.

    Do lado de Cleveland, olha essa escalação: Mitchell, James Harden (sim, o Barba ainda tá aí), Dean Wade, Evan Mobley e Jarrett Allen. É um time que no papel parece muito mais experiente, mas a juventude dos Pistons tá fazendo diferença nessa série.

    E vocês viram o Ausar Thompson? O garoto tá defendendo como um louco e ainda contribuindo no ataque. Ao lado do Cade, ele tá sendo fundamental pra essa campanha histórica de Detroit.

    A pressão tá toda em Cleveland

    Na minha visão, os Cavs que têm mais a perder aqui. Eles montaram esse time pra chegar longe nos playoffs, com o Mitchell e o Harden (que por algum milagre ainda tá jogando em alto nível). Perder pra um Pistons que teoricamente ainda tá “em reconstrução” seria um vexame histórico.

    Mas é isso que eu amo na NBA – qualquer coisa pode acontecer num Game 7. Mobley e Allen vão ter que dominar o garrafão contra o Jalen Duren, que tá tendo uma série absurda. E o Tobias Harris, veterano do time, sabe o que é pressão de playoffs.

    O que vocês acham? Quem leva essa? Eu tô com o coração dividido, mas algo me diz que a energia da torcida de Detroit pode fazer a diferença. Vai ser jogaço!

  • A decisão mais burra do Jazz? Trocar Rubio por Conley em 2019

    A decisão mais burra do Jazz? Trocar Rubio por Conley em 2019

    Cara, vou ser sincero com vocês: eu sempre tive uma pulga atrás da oreja com aquela troca do Jazz em 2019. Na época todo mundo bateu palma, mas olhando hoje… será que não foi uma das maiores burradas da franquia?

    A situação era a seguinte: Houston Rockets acabou de passar o rodo no Jazz nos playoffs pela segunda vez seguida, com James Harden sendo praticamente imparável. O front office de Salt Lake City entrou em pânico e decidiu que precisava “melhorar” o time. O alvo? A eficiência de três pontos, que tava meio meia-boca mesmo.

    A troca que mudou tudo

    Em julho de 2019, o Jazz mandou Jae Crowder, Grayson Allen, Kyle Korver, os direitos do Darius Bazley E uma primeira rodada futura (que virou o Walker Kessler, olha só) pro Memphis em troca do Mike Conley. Isso sem falar que deixaram o Ricky Rubio vazar de graça pra Phoenix por “apenas” 17 milhões por ano, enquanto o Conley ganhava mais de 30 milhões.

    Monstro de troca, né? E olha que eu não tenho nada contra o Mike Conley — o cara sempre foi um armador de elite, com ótima visão de jogo e um arremesso confiável. Nos 10 anos anteriores, ele convertia 37,4% dos seus arremessos de três numa média de 4 tentativas por jogo. Distribuía 6 assistências por partida. Era exatamente o que o Donovan Mitchell precisava ao lado dele.

    Os números não mentem (ou mentem?)

    No papel, a troca funcionou. O ataque do Jazz saltou da 13ª posição na liga pra primeira colocada na temporada seguinte. Conley tinha uma eficiência muito superior ao Rubio — 11 pontos percentuais de diferença no eFG%. Era matemática pura.

    Mas aqui que fica interessante (e eu fico meio bolado): quando você olha como esses caras complementavam especificamente o Donovan Mitchell, a diferença não era tão absurda assim. O rating ofensivo com Conley era apenas 3 pontos melhor, e o True Shooting do time subia só 1,6%.

    O Rubio pode não ter sido o cara mais eficiente do mundo, mas ele elevava a qualidade dos arremessos de TODO MUNDO na quadra. E isso não aparece nas estatísticas básicas.

    E se o Jazz tivesse ficado com Rubio?

    Olha, eu sei que é fácil falar agora, mas imaginem se o Jazz tivesse mantido o Rubio por 17 milhões, economizado aquela fortuna com o Conley e ainda ficado com todas aquelas peças que mandaram embora? Walker Kessler sozinho já taria valendo o investimento hoje em dia.

    O time provavelmente continuaria competitivo, gastaria bem menos e ainda teria flexibilidade pra outras movimentações. Às vezes a melhor troca é a que você NÃO faz, sacam?

    E vocês, o que acham? Foi burrada mesmo ou tô sendo injusto com a decisão do Jazz? Conley ajudou sim, mas será que o preço valeu a pena?