Tag: Draft NBA 2025

  • AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    AJ Dybantsa quebra silêncio sobre reação viral no Draft da NBA

    Olha, vocês lembram da cara de paisagem que o AJ Dybantsa fez quando os Wizards ganharam a loteria do Draft? Pois então, o moleque finalmente falou sobre aquela reação que virou meme na internet toda.

    “Eu literalmente não tive reação nenhuma, e o pessoal arruma um jeito de dizer que eu não queria ser escolhido por eles. Mas eu queria sim”, disse Dybantsa durante o Combine da NBA. E sinceramente? Eu acredito nele. Às vezes a gente fica sem reação mesmo quando acontece algo muito importante.

    Vestindo a camisa do profissionalismo

    Uma coisa que me chamou atenção foi ele aparecer de terno completo — terno xadrez cinza, camisa azul escura, gravata. Enquanto a maioria dos caras chega de moletom e tênis, o garoto estava parecendo que ia fechar negócio no Faria Lima.

    “Nunca tive um emprego antes. Comecei a levar o basquete a sério quando tinha 13 anos. Mas isso aqui é tipo minha primeira entrevista de emprego. Meu pai falou: ‘Cara, essa é sua entrevista. Então vai profissional, vai de terno’”, explicou.

    E o pai dele tem razão, né? O moleque de 18 anos tá disputando ser a primeira escolha do Draft. É literalmente a entrevista de emprego mais importante da vida dele.

    Rodada de reuniões com os times

    Até quarta-feira, AJ já tinha se encontrado com Wizards, Jazz, Grizzlies, Bulls, Clippers, Hawks e Mavericks. Basicamente uma maratona de convencimento para mostrar que ele é o cara.

    E quando perguntaram por que deveria ser a primeira escolha, a resposta foi direta: “Acho que consigo marcar do 1 ao 4, jogar do 1 ao 4. Jogo do jeito certo. Mas sou super empolgante como jogador, explosivo. Eu encho estádio”.

    Cara, essa confiança é absurda — mas é exatamente isso que você quer ouvir de um possível número 1 do Draft, não acham? O garoto sabe que tem talento e não tem medo de falar sobre isso.

    Agora é esperar pra ver se Washington vai mesmo cravar nele ou se vai rolar alguma surpresa. Mas uma coisa é certa: depois dessa explicação, aquela cara sem expressão faz muito mais sentido. Às vezes o choque é tão grande que a gente só congela mesmo.

  • Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Quem vai ser o primeiro pick? Os 4 monstros do Draft 2026

    Cara, que Draft vai ser esse de 2026! Estamos falando de quatro caras que são simplesmente absurdos: Darryn Peterson, AJ Dybantsa, Cameron Boozer e Caleb Wilson. E o mais louco? Qualquer um deles pode ser o primeiro pick.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall em 2010. Imagina a pressão? O time fez uma temporada horrorosa (17-65), mas pode estar prestes a mudar completamente de patamar.

    A rivalidade épica que virou lenda

    Olha, eu tenho que contar essa história porque é surreal. Peterson e Dybantsa já se enfrentaram no ensino médio num jogo que entrou pra história do basquete americano. O Peterson fez 58 pontos pelo Prolific Prep e acertou a bola de 3 da vitória nos segundos finais. O Dybantsa? 49 pontos pelo Utah Prep.

    “Se você estava nesse jogo, provavelmente é uma memória central de toda sua experiência assistindo basquete”, disse o próprio Dybantsa. E ele tá certo — imaginem presenciar isso ao vivo!

    O louco é que eles se reencontraram na faculdade quando Kansas bateu BYU. Peterson fez 18, Dybantsa 17. A rivalidade continua, né?

    Cameron Boozer: DNA de campeão

    Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Bulls?), Cameron foi eleito o melhor jogador universitário do país pela AP. Os números são de monstro: 22.5 pontos e 10.2 rebotes por jogo, empatado na liderança nacional com 22 double-doubles.

    “Para mim, é sobre encontrar a situação certa”, disse Boozer. E faz sentido — o cara entende que onde você é draftado pode definir toda sua carreira. Imaginem ele no Bulls como o pai? O próprio Carlos “adoraria” ver o filho em Chicago.

    Wilson e as lesões que assombram

    Caleb Wilson tava tendo uma temporada dominante (19.8 pontos, 9.4 rebotes) quando quebrou a mão esquerda. Voltou, treinou um pouco e… quebrou o polegar direito num treino sem contato. Que azar, bicho!

    Mas ele garante que tá 100%: “Vão ter um vencedor”, disse. “Alguém dedicado à franquia, que vai mudar a cidade para melhor.” Gosto dessa confiança.

    E Peterson? O cara foi hospitalizado por câimbras no corpo todo antes da temporada e perdeu 11 jogos por várias lesões. Mas quando jogou, foi absurdo: 20.2 pontos convertendo 38.2% das bolas de 3 em apenas 24 jogos.

    Sinceramente, qualquer um desses quatro pode revolucionar uma franquia. O Wizards tem uma decisão difícil pela frente — e nós vamos acompanhar cada segundo dessa escolha. Vocês acham que o Dybantsa vai mesmo em primeiro? Eu tenho minhas dúvidas…

  • Giannis pode mesmo sair! Onde o Greek Freak vai parar?

    Giannis pode mesmo sair! Onde o Greek Freak vai parar?

    Galera, parece que dessa vez é pra valer. O Giannis Antetokounmpo pode MESMO deixar o Milwaukee Bucks! Segundo o Shams Charania da ESPN, os Bucks estão oficialmente procurando ofertas pelo Greek Freak. E olha, depois de tanto vai-não-vai nos últimos anos, eu tô começando a acreditar que agora vai rolar mesmo.

    A situação é a seguinte: o Giannis pode assinar uma extensão de contrato em outubro, mas o dono dos Bucks, Wes Edens, já deixou claro que ou renova com ele ou troca. E o prazo? O Draft da NBA, que tá chegando aí. Se o Giannis não der sinais de que quer ficar, tchau Milwaukee.

    O que os times precisam ter pra conseguir o monstro?

    Não é qualquer equipe que consegue bancar essa negociação, né? Primeiro, tem que ser um time que realmente pode brigar pelo título em 2027 — o cara tem 31 anos e tá começando a ter umas lesõezinhas chatas. Segundo, de preferência na Conferência Leste (o próprio Giannis prefere ficar por lá). Terceiro, precisa ter MUITO a oferecer: um jovem talento top, várias escolhas de Draft ou uma estrela no auge. E por último, tem que ser um lugar onde ele topa assinar uma extensão.

    Sinceramente? Eu não esperava que chegássemos nesse ponto de novo, mas aqui estamos. E dessa vez parece mais sério que nas outras.

    Os favoritos (e os que nem sonham)

    O pessoal já tá fazendo lista dos 29 possíveis destinos — todos menos Milwaukee, óbvio. Sacramento Kings em último lugar (coitados, pelo menos entraram na lista, né?). New Orleans Pelicans quase lá embaixo também, mas hey, pelo menos ficam mais pro Leste que Sacramento.

    Phoenix Suns? Esquece. Não têm nada pra trocar, sem picks até 2033, e ainda por cima no Oeste. Memphis Grizzlies tão reconstruindo tudo e Chicago Bulls na mesma. San Antonio até tem os ativos, mas mesmo com Wembanyama parece que não rola.

    E aí, pessoal, vocês acham que o Giannis vai mesmo sair dessa vez? Na minha opinião, se não rolar extensão nas próximas semanas, é tchau Milwaukee. O cara merece brigar por título, e sinceramente, os Bucks não tão conseguindo montar um elenco competitivo ao redor dele.

    Agora é torcer pra que ele não vá pra algum super time que já tá forte demais. A NBA precisa de mais competitividade, não de mais super times concentrando talento. Mas né, business is business.

  • Clippers apostam PESADO no gigante espanhol no Mock Draft 2026

    Clippers apostam PESADO no gigante espanhol no Mock Draft 2026

    Galera, o Mock Draft de 2026 saiu e tem umas escolhas bem interessantes rolando. Principalmente essa dos Clippers na quinta posição — eles resolveram apostar ALTO no pivô de 2,20m Aday Mara, do Michigan. E olha, não foi uma escolha óbvia não.

    Os primeiros picks são mais previsíveis

    Vamos ser sinceros: as quatro primeiras escolhas tão bem óbvias. Washington pega AJ Dybantsa (BYU), Utah fica com Darryn Peterson (Kansas), Memphis leva Cameron Boozer (Duke) e Chicago fecha o top 4 com Caleb Wilson (North Carolina). Até aí, nenhuma surpresa.

    Mas aí que a coisa fica interessante. Os Clippers, que conseguiram essa quinta escolha trocando Ivica Zubac pro Indiana na trade deadline passada, resolveram meter essa aposta no gigante espanhol.

    Mara é aposta arriscada mas genial?

    Cara, 2,20m de altura não é brincadeira. Aday Mara tem 21 anos, já tem experiência de faculdade (é júnior no Michigan) e vem de uma temporada sólida. O moleque tem coordenação motora absurda pra um cara desse tamanho.

    Na minha visão, essa escolha faz total sentido pro time de LA. Eles precisam desesperadamente de presença no garrafão, especialmente depois de trocar o Zubac. E convenhamos — encontrar um pivô de verdade no Draft tá cada vez mais difícil.

    Mas será que foi cedo demais? Darius Acuff, que muita gente esperava ir antes, acabou caindo pro Sacramento na sétima posição. Isso mostra como esse Draft tá imprevisível.

    Eu sinceramente acho que os Clippers acertaram em apostar no futuro. Com Kawhi e PG13 já veteranos, eles precisam de peças jovens que possam crescer junto com o time. E um pivô de 2,20m que sabe jogar? Isso não cresce em árvore não.

    Vocês acham que foi uma boa aposta ou os Clippers erraram a mão? Eu tô curioso pra ver como esse moleque vai se desenvolver na NBA.

  • Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Top 3 do Draft da NBA: medidas oficiais confirmam o hype

    Gente, saíram as medidas oficiais dos três primeiros do Draft da NBA no Combine e cara… confirma tudo que a gente já imaginava sobre esses monstros. AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cam Boozer não decepcionaram nem um pouco.

    O Washington Wizards tá com a primeira escolha — primeira vez desde que pegaram o John Wall lá em 2010. E olha, que sorte a deles, porque esse top 3 é de dar inveja em qualquer franquia.

    Dybantsa: o ala perfeito para a NBA

    O cara do BYU veio com 2,03m descalço e 98kg. Envergadura? 2,13m. Alcance em pé? Absurdos 2,69m. Na minha opinião, essas são exatamente as medidas que você quer ver num ala moderno da NBA. Não é à toa que todo mundo fala dele como consenso para primeira pick.

    Jonathan Givony, que é referência no Draft Express, falou que são “dimensões de elite para um ala da NBA”. E tá certo, né? Com esse físico, o garoto consegue jogar de 2 até 4 sem problema nenhum.

    Peterson e Boozer: complementos perfeitos

    O armador do Kansas, Darryn Peterson, veio com 1,94m e 90kg — mas olha só a envergadura: 2,06m! Cara, isso é coisa de maluco para um armador. Com esse alcance, ele consegue roubar bola e defender alas pequenos numa boa. Givony chamou de “ferramentas físicas de elite”, e eu concordo totalmente.

    Já o Cameron Boozer, que todo mundo conhece por causa do pai (Carlos Boozer era um monstro), chegou nos 2,03m e 115kg. A surpresa boa foi o alcance de 2,74m — isso abre possibilidade dele jogar até de pivô pequeno quando necessário. Duke sempre produz jogadores prontos para a NBA, e esse não vai ser exceção.

    Sinceramente? Qualquer um desses três vai dar certo na NBA. O físico tá ali, o talento todo mundo já viu na faculdade. Agora é só escolher quem encaixa melhor em cada sistema.

    E aí, quem vocês acham que os Wizards vão escolher? Na minha visão, tanto faz — qualquer um desses três vai ajudar muito Washington a sair dessa fase ruim.

  • Bucks querem trocar Giannis? A bomba que pode explodir a NBA

    Bucks querem trocar Giannis? A bomba que pode explodir a NBA

    Gente, eu ainda tô processando essa notícia. O Milwaukee Bucks está ABERTO para negociar o Giannis Antetokounmpo. Sim, vocês leram certo. O Greek Freak, duas vezes MVP, campeão da NBA em 2021, pode estar de saída de Wisconsin.

    Olha, não é a primeira vez que isso rola. Lá em fevereiro já tinha papo de troca, mas no final das contas o Giannis ficou. Agora, com o Draft chegando, a diretoria dos Bucks voltou a aceitar ofertas pelo cara que é praticamente a cara da franquia há mais de uma década.

    O que os Bucks querem em troca?

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Milwaukee tá procurando “jovem talento de primeira linha” ou um pacote gordo de picks do Draft. Faz sentido, né? Se você vai trocar um dos melhores jogadores do mundo, tem que ser por algo que realmente compense.

    E vamos combinar — Giannis com 31 anos ainda tem muito basquete pela frente. O cara é um monstro físico que pode jogar em alto nível por mais alguns anos tranquilamente.

    A relação azedou mesmo

    A situação em Milwaukee virou uma novela mexicana mesmo. Depois daquela temporada desastrosa (32-50, imaginem!), até o Doc Rivers foi mandado embora. O Giannis, que já tinha demonstrado interesse em jogar pelos Knicks ano passado, deve estar de saco cheio dessa bagunça toda.

    Sinceramente? Eu entendo o cara. Você ganha um anel, carrega o time nas costas por anos, e aí a diretoria não consegue montar um elenco competitivo ao redor. Frustrante demais.

    Times como Timberwolves, Cavaliers, Celtics e Lakers já ligaram perguntando sobre o Giannis no deadline passado. Agora imaginem a fila que deve estar se formando…

    E agora, José?

    O timing é interessante porque os Bucks pescaram a 10ª pick no Draft que acontece dia 23 de junho. Será que eles usam essa pick numa troca pelo Giannis? Ou tentam usar pra melhorar o time e convencer ele a ficar?

    Uma coisa é certa: o Giannis tem só mais um ano garantido de contrato, com uma opção de jogador na temporada seguinte. Ou seja, se os Bucks não trocarem ele agora, correm o risco de perder de graça.

    Vocês acham que o Greek Freak realmente sai de Milwaukee? E qual time faria mais sentido pra ele? Eu, particularmente, acho que seria massa ver ele nos Knicks ou até mesmo voltando pra “casa” no Thunder, que tem uma base jovem incrível.

    Uma coisa eu garanto: essa off-season promete ser uma das mais loucas dos últimos anos!

  • Kevin Pritchard pede desculpas: Pacers perdem draft pick de 2026

    Kevin Pritchard pede desculpas: Pacers perdem draft pick de 2026

    Olha, eu não esperava isso acontecer tão cedo, mas o Kevin Pritchard já saiu pedindo desculpas pros fãs do Indiana Pacers. E com razão — o time acabou de perder sua escolha de primeira rodada do draft 2026 para o LA Clippers.

    A situação é a seguinte: quando o Pacers caiu da segunda posição para a quinta na loteria do draft, automaticamente a pick foi parar nas mãos dos Clippers. Isso porque Indiana tinha negociado essa escolha com proteção de top-4 no deadline, tudo para conseguir o Ivica Zubac.

    O mea culpa do presidente

    Pritchard não tentou fugir da bronca e postou no X assumindo a responsabilidade: “Peço desculpas a todos os nossos fãs. Eu assumo ter corrido esse risco. Me surpreendi com a quinta posição depois deste ano. Achei que merecíamos um pouco de sorte. Mas lembrem-se — este time merecia um pivô titular para competir com os melhores times no ano que vem.”

    Cara, eu entendo a frustração dos fãs. Perder uma pick de primeira rodanda nunca é fácil, ainda mais depois de uma temporada que prometia tanto. Mas sinceramente? O cara tem um ponto sobre o Zubac.

    O lado bom da história

    Nem tudo são flores, mas tem alguns pontos positivos nessa história toda. Primeiro: com a pick indo para os Clippers agora, Indiana mantém sua escolha de 2031. Segundo ponto — e talvez mais importante — o GM Chad Buchanan falou recentemente que isso vai dar uma flexibilidade absurda para o time fazer trocas no futuro.

    E tem mais: os Pacers agora ficaram ligeiramente abaixo do luxury tax para começar a próxima temporada. Se tivessem mantido a pick no range 1-4, estariam acima do primeiro apron. Ou seja, mais dinheiro no bolso e mais opções na mesa.

    Vocês acham que o Pritchard fez a escolha certa? Eu tô dividido — o Zubac realmente fez diferença na reta final, mas perder uma pick sempre dói. O que me deixa curioso é ver como vão usar essa flexibilidade financeira agora.

  • O Jazz pode virar uma bomba se ganhar a loteria do Draft

    O Jazz pode virar uma bomba se ganhar a loteria do Draft

    Olha, eu sei que parece loucura falar isso, mas se o Utah Jazz ganhar a loteria da NBA esse ano, a liga inteira pode ter um problemão nas mãos. E não estou exagerando não.

    A galera não tá prestando atenção no que aconteceu em Salt Lake City essa temporada. Enquanto todo mundo achava que o Jazz tava fazendo tanking igual os outros times, os caras estavam jogando um basquete sério — e ganhando de times grandes.

    Os caras bateram em todo mundo

    Sério, dá uma olhada nessa lista: Clippers, Suns, Celtics, Rockets, Pistons, Spurs, Cavaliers, Timberwolves, Heat e Warriors. Isso mesmo, eles bateram nesses times todos durante a temporada. Cada vitória dessas me deixava mais impressionado, porque mostrava que não era sorte — era time mesmo.

    O Will Hardy tá fazendo um trampo absurdo por lá. O Keyonte George deu um salto gigantesco, o Cody Williams começou a mostrar que pode ser peça importante, e até o Jusuf Nurkic voltou a jogar como gente grande. Sem contar que o Kevin Love ainda tem alguns jogos mágicos no tanque.

    Na minha visão, esse Jazz já seria playoff mesmo sem ganhar a loteria. Mas aí que tá o negócio…

    E se eles ganharem a primeira escolha?

    Cara, imagina só: você pega essa base que já funciona e adiciona um cara tipo Cooper Flagg ou Ace Bailey. De repente, o Jazz não é mais só um time de playoff — vira candidato real ao título.

    A defesa sempre foi a preocupação, mas com Jaren Jackson Jr. chegando pra jogar ao lado do Walker Kessler, e tendo o Lauri Markkanen na frente… mano, é muito tamanho e proteção de aro. Se o Hardy conseguir fazer essa defesa funcionar no top-15 da liga (e pode ser melhor que isso), aí a coisa fica séria mesmo.

    Vocês acham que a NBA tá preparada pra um Jazz brigando pelo título? Porque eu sinceramente acho que não. Todo mundo ainda vê eles como aquele time pequenininho de Utah, mas essa narrativa pode mudar rapidinho.

    O mais louco é que tudo vai se decidir numa única noite. Uma bolinha pode transformar o Jazz de azarão pra candidato legítimo. E olha, depois de tudo que eles mostraram essa temporada jogando com garra e superando expectativas, eu não duvido de mais nada.

  • Peterson culpa creatina por lesões que arruinaram sua temporada

    Peterson culpa creatina por lesões que arruinaram sua temporada

    Cara, que situação mais bizarra essa do Darryn Peterson. O garoto passou a temporada inteira saindo de jogo por câimbras, e agora descobriu que foi culpa da creatina que ele tava tomando. Sinceramente? Nunca vi nada igual.

    Peterson perdeu 11 jogos na sua única temporada em Kansas — onze! — e ainda teve que sair mais cedo de vários outros por causa das câimbras. O problema? Ele começou a usar creatina quando chegou na faculdade, mas os médicos descobriram que o nível base dele já era naturalmente alto.

    O suplemento que virou vilão

    “Eu nunca tinha tomado antes de chegar na faculdade”, explicou Peterson. “Mas depois da temporada eu parei por duas semanas e fizeram exames que mostraram que meu nível básico já era alto. Então quando eu fiz a dosagem [processo de aumentar a dose gradualmente], deve ter deixado os níveis perigosos.”

    Olha, eu entendo a lógica do garoto. Creatina é praticamente padrão no basquete universitário hoje em dia — todo mundo usa pra ganhar força e manter a massa muscular. Mas no caso dele, o tiro saiu pela culatra de uma forma absurda.

    E o mais louco? Mesmo com todos esses problemas, Peterson ainda tá ranqueado como segunda escolha geral no Top 100 da ESPN pro Draft de 2026. Imaginem o que ele não poderia ter feito se tivesse 100% saudável a temporada toda.

    “Tinha outro nível que vocês não viram”

    Peterson mesmo admite que a situação toda mexeu com o psicológico dele. “Eu fiquei fora da bola na maior parte do ano, mas parte disso foi eu não sendo realmente eu mesmo”, disse. “O técnico tentava encontrar jeitos de me manter efetivo sem me esforçar demais.”

    O moleque tem 1,98m e joga de ala-armador — um perfil que a NBA ama. Agora ele tá focando no arremesso e na criação de jogadas pra chegar 100% pro Draft de 2026.

    “Fico pensando como as coisas poderiam ter sido diferentes em Kansas se eu não tivesse me machucado ou tido todos esses problemas”, refletiu Peterson. “Quando eu tava em quadra, sentia que ainda jogava bem. Mas tinha outro nível meu que as pessoas não conseguiram ver.”

    Vocês acham que ele consegue se recuperar totalmente? Porque se o Peterson resolver mesmo, pode ser uma das maiores surpresas positivas do Draft de 2026. O talento tá ali — só falta o corpo colaborar agora.

  • Dybantsa pode não ser pick 1? Especulações bombásticas do Draft 2026

    Dybantsa pode não ser pick 1? Especulações bombásticas do Draft 2026

    Mano, que reviravolta pode ter nesse Draft de 2026. Todo mundo achava que AJ Dybantsa era garantido como primeira escolha geral, mas agora tá rolando uns papos que podem mudar tudo. Darryn Peterson voltando às conversas? Cameron Boozer subindo? E o Caleb Wilson dando uma de surpresa? Olha, eu não esperava essa movimentação toda não.

    A real é que esse grupo de calouros foi absurdo mesmo. Dybantsa pode ter passado Peterson na corrida pela primeira posição, mas o Peterson continua sendo um monstro quando tá 100%. Lembram do confronto direto entre BYU e Kansas? Peterson meteu 18 pontos só no primeiro tempo contra o Dybantsa. Foi de dar calafrio.

    Peterson ainda pode surpreender

    Sinceramente, acho que o Peterson tá sendo subestimado por causa das lesões em Kansas. Mas quando o cara tava saudável? Destruía todo mundo. O problema é que disponibilidade também é habilidade, como dizem por aí. Mas imagina se ele tivesse jogado a temporada toda sem problemas — será que ainda estaríamos falando do Dybantsa como certeza?

    Brooklyn Nets e Sacramento Kings são os times que mais fazem sentido pra apostar no Peterson. Os dois estão numa reconstrução total e precisam de alguém com teto altíssimo. E convenhamos, um armador com o físico e arremesso do Peterson é coisa rara mesmo.

    Boozer pode meter a quebrada no top 2

    Cameron Boozer, cara… O maluco foi jogador do ano no basquete universitário e tem o histórico de vitórias mais absurdo do basquete colegial moderno. Isso conta pra caramba na hora H. Executivos adoram jogadores que sabem vencer, e ninguém venceu mais que o Boozer.

    E aí, vocês acham que algum time tem coragem de deixar o Dybantsa passar? Porque na minha visão, se rolar uma surpresa no Draft, vai ser justamente por isso — tem executivo que valoriza mais experiência vencedora que potencial puro.

    Caleb Wilson também tá no radar dos primeiros picks. O moleque cresceu muito durante a temporada e pode ser aquela surpresa que todo ano acontece no top 3.

    Loteria vai definir tudo

    O mais louco é que tudo depende de quem ganha a loteria domingo. Cada franquia tem sua filosofia — umas preferem o potencial máximo, outras querem o cara mais seguro, e tem aquelas que valorizam fit cultural.

    Dybantsa continua sendo o favorito, mas essa ideia de que todos os 30 times o escolheriam em primeiro… sei não, viu. Basquete é muito mais complexo que isso. Tem medical, entrevista, workout, química com o técnico — um monte de variável que pode mudar tudo.

    Uma coisa é certa: esse Draft de 2026 vai ser eletrizante. Depois de anos meio mornos, finalmente temos uma classe com profundidade e talento de sobra. Quem vocês acham que vai com a primeira pick?