Tag: Draft NBA 2025

  • AJ Dybantsa assina com a Nike e já mira o 1º pick do Draft 2025

    AJ Dybantsa assina com a Nike e já mira o 1º pick do Draft 2025

    Gente, que história absurda é essa do AJ Dybantsa? O cara acabou de converter seu contrato universitário com a Nike em um acordo profissional e já tá se preparando pro Draft de 2025. E olha, pelo jeito que ele jogou na BYU, não é papo furado não.

    O pivô de 2,06m foi simplesmente MONSTRO na temporada universitária. Líder nacional em pontuação com 25,5 pontos por jogo, aproveitamento de 51% nos arremessos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências. Números de veterano, mas o maluco é calouro!

    Nike aposta pesado no ‘Star Boy’

    A Nike não tá brincando em serviço. Além de converter o contrato, criaram um logo personalizado pro garoto – uma estrela feita com as iniciais dele, fazendo referência ao apelido “Star Boy” que ele tinha quando criança. Cara, isso é coisa de superstar mesmo.

    “Eles estão comigo desde o primeiro dia”, disse Dybantsa à ESPN. “Tem sido uma parceria incrível e queremos continuar construindo a longo prazo.” Olha a maturidade do moleque falando sobre parcerias de longo prazo aos 18 anos!

    Preparação de alto nível

    E não é que o cara tá levando a sério mesmo? Dybantsa está treinando em Los Angeles com Isaiah Thomas (sim, o ex-Celtics) e o preparador Zack Gonzales. Além disso, foi assistir Lakers x Rockets nos playoffs pra observar o jogo profissional de perto. Isso é preparação de gente que não veio pra brincadeira.

    O técnico da BYU, Kevin Young – que já foi assistente dos 76ers e Suns – preparou esquemas no estilo NBA a temporada toda. A preparação física da universidade comparou as métricas atléticas do Dybantsa diretamente com jogadores atuais da liga. Sinceramente? Eu tô impressionado com o nível de profissionalismo.

    Confiança de veterano

    Agora vem a parte que mais me chamou atenção. O garoto falou sem medo: “Desde que os rankings saíram no 9º ano, eu sempre fui número 1 da minha turma. Nunca fui nada menor. Então, definitivamente é meu objetivo ser o número 1 [no Draft].”

    E tem mais – ele já tá de olho no prêmio de Rookie of the Year: “Existem tantos grandes que ganharam o Rookie of the Year. Eu não quero ser alguém que não ganhou.”

    Vocês acham que é autoconfiança demais ou o cara realmente tem potencial pra cumprir o que promete? Pelos números que ele fez na BYU, eu diria que não é papo furado não. Mas uma coisa é arrasar no universitário, outra é fazer isso contra Wembanyama, Tatum e companhia na NBA.

    O Draft de 2025 promete ser interessante, e pelo jeito, AJ Dybantsa vai ser um dos nomes mais quentes da temporada. A Nike já fez sua aposta. Agora é ver se o “Star Boy” vai mesmo brilhar no profissional.

  • Warriors no Draft 2026: quem vai ser o próximo garoto de ouro?

    Warriors no Draft 2026: quem vai ser o próximo garoto de ouro?

    Olha só, galera — enquanto todo mundo tá vidrado nos playoffs, eu aqui já tô pensando no futuro dos Warriors. E que futuro complicado, né? Com o Curry fazendo 38 anos e toda essa indefinição sobre o Klay e o Draymond, o Draft 2026 pode ser crucial pra franquia.

    Os Dubs têm a 11ª escolha geral (assumindo que não vão subir na loteria, que tem só 9,4% de chance). Sinceramente, acho que eles precisam acertar em cheio dessa vez — não dá pra desperdiçar mais uma chance dessas.

    Os nomes que estão bombando

    O Jeremy Woo da ESPN tá apostando no Karim Lopez, um ala neozelandês de apenas 19 anos que jogou pelos New Zealand Breakers. O cara fez 11,9 pontos e 6,1 rebotes por jogo, mas o arremesso de 3 tá meio travado (32,6%). A vantagem? É novo e tem experiência internacional — algo que pode encaixar bem no sistema dos Warriors.

    Já o pessoal do The Ringer vê os Warriors pegando o Labaron Philon Jr., armador do Alabama que é pura raça. 22 pontos, 5 assistências por jogo e — olha que absurdo — 39,9% de aproveitamento do perímetro! Esse moleque tem cara de quem não treme na hora do aperto.

    Agora, tem uma escolha mais ousada: Yaxel Lendeborg, do Michigan. O cara já vai fazer 24 anos quando a temporada começar (velho pra um calouro), mas porra, que jogador completo. Campeão nacional, All-American, jogador do ano da Big 10… É daqueles que chega e já pode contribuir de cara.

    Minha opinião? Warriors precisam de impacto imediato

    Vou ser sincero com vocês: acho que os Warriors não têm mais tempo pra desenvolver projeto. O Curry tá no finalzinho da carreira dele, e desperdiçar mais 2-3 anos esperando um moleque crescer não faz sentido.

    Por isso, se fosse eu escolhendo, ia no Lendeborg. Sim, ele é “velho”, mas é exatamente o tipo de jogador versátil que funciona no sistema do Steve Kerr. E convenhamos — o Draymond pode ensinar muito pra esse cara sobre como jogar sem a bola e fazer os outros melhores.

    Claro, o sonho mesmo seria subir na loteria e pegar um dos quatro grandes nomes do Draft. Mas conhecendo a sorte dos Warriors ultimamente… melhor nem sonhar alto demais, né?

    E aí, quem vocês acham que seria a melhor opção pros Warriors? Juventude ou experiência?

  • NIL mudou tudo: por que os caras estão ficando na NCAA em vez do Draft

    NIL mudou tudo: por que os caras estão ficando na NCAA em vez do Draft

    Olha só que loucura: apenas 71 jogadores se inscreveram para o Draft da NBA esse ano — o menor número em mais de duas décadas! Cinco anos atrás eram 363 caras querendo virar profissional. E a culpa (ou mérito, dependendo do ponto de vista) é do NIL.

    Para quem não manjou ainda, NIL significa Name, Image and Likeness — basicamente os universitários agora podem ganhar uma grana preta só por serem quem são. E cara, isso mudou TUDO.

    A matemática que faz sentido

    Vou dar uns números pra vocês entenderem o tamanho da parada. Cooper Flagg, que foi primeira escolha geral no ano passado, garantiu um contrato de 4 anos valendo mais de 62 milhões de dólares. Já o último cara do primeiro round? 14 milhões garantidos.

    Agora imagina você sendo um possível segunda rodada ou nem sendo draftado. Rasheer Fleming, primeiro da segunda rodada, ganhou “só” 6 milhões garantidos de um contrato de 8,7 milhões. Os não-draftados? Boa sorte, parceiro.

    Na minha visão, foi a decisão mais inteligente que a NCAA podia ter tomado — mesmo sem querer. Antes os caras tinham que escolher entre universidade ou NBA, sem meio termo. Agora podem ganhar dinheiro na faculdade E ainda se desenvolver mais.

    O caso que exemplifica tudo

    Thomas Haugh, do Florida, era cotado pra ser lottery pick e resolveu ficar mais um ano. A razão? Ele vai faturar na universidade o equivalente aos seus DOIS PRIMEIROS ANOS na NBA se fosse draftado no top 20.

    Absurdo, né? O cara literalmente dobrou o dinheiro ficando na faculdade.

    Outros monstros como Braylon Mullins (UConn) e Patrick Ngongba II (Duke) também escolheram o mesmo caminho. E olha, eu não culpo nenhum deles.

    A nova realidade do basquete universitário

    Sinceramente, acho que isso é bom pro basquete como um todo. Os jogadores chegam mais maduros na NBA, o nível da NCAA melhora porque os craques ficam mais tempo, e todo mundo ganha.

    Alijah Arenas (filho do Gilbert Arenas, lembram dele?) é outro exemplo interessante. Estava na lista dos early-entry mas vai voltar pra USC. O cara teve um acidente sério no ano passado e quer mais tempo pra se recuperar completamente — e ainda por cima vai ganhar bem pra isso.

    O Draft vai rolar nos dias 23 e 24 de junho, mas até lá ainda podem ter mais desistências. A data limite pra sair da lista é 27 de maio, então a coisa ainda pode encolher mais.

    E aí, vocês acham que essa mudança veio pra ficar? Eu apostaria que sim. Quando dinheiro entra na jogada, tudo muda — e dessa vez mudou pra melhor pros atletas.

  • Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Peterson deixa Kansas e vai pro Draft 2026 – Top 3 garantido?

    Olha, eu já estava esperando por essa. Darryn Peterson acabou de anunciar que vai pro Draft da NBA de 2026, deixando Kansas depois de apenas uma temporada. E cara, que temporada foi essa!

    O moleque de 19 anos postou no Instagram com aquele papo clássico de “depois de muita reflexão e oração” — mas convenhamos, com os números que ele botou, não tinha muito o que pensar mesmo. 20.2 pontos por jogo na sua primeira temporada universitária. Vinte e dois pontos! Isso é coisa de monstro.

    Os números não mentem

    Peterson jogou 24 partidas e teve médias absurdas: 20.2 pontos, 4.2 rebotes, 1.6 assistências e 1.4 roubos de bola em 29 minutos por jogo. Sinceramente, dá pra ver por que ele era considerado o melhor prospecto da sua turma antes daquelas preocupações com lesão que rolaram.

    O próprio Peterson admitiu que só começou a jogar no seu nível real no final da temporada. Imagina se ele tivesse estado 100% o ano todo? Os caras do Kansas devem estar chorando vendo ele ir embora agora.

    Draft 2026 já tem favoritos

    Segundo as casas de apostas, Peterson tem a segunda melhor chance de ser a primeira escolha geral do Draft, perdendo apenas para AJ Dybantsa. Ou seja, estamos falando de um cara que deve ser escolhido entre os três primeiros, fácil.

    A real é que Peterson sempre teve esse potencial todo — o problema foram as lesões que atrapalharam um pouco a avaliação dos scouts. Mas agora que mostrou do que é capaz em Kansas, não tem mais dúvida: esse moleque vai ser uma estrela na NBA.

    E vocês, acham que ele fez certo saindo agora ou deveria ter ficado mais um ano pra se desenvolver? Eu acho que quando você tem talento assim e já provou que consegue dominar no universitário, é partir pra próxima mesmo. Rock chalk forever, como ele disse!

  • Caleb Wilson pode ser a 2ª escolha do Draft? Executivos apostam no cara

    Caleb Wilson pode ser a 2ª escolha do Draft? Executivos apostam no cara

    Olha, eu não esperava essa quando comecei a acompanhar a temporada do North Carolina. Caleb Wilson tá sendo cotado por executivos da NBA como possível segunda escolha do próximo Draft. Sim, você leu certo — segunda escolha.

    A informação veio do Kevin O’Connor, do Yahoo Sports, e sinceramente me deixou de queixo caído. Wilson terminou a temporada com médias de 19.8 pontos e 9.4 rebotes pela UNC, números que impressionam mas que eu não imaginava que fossem colocá-lo tão alto assim no Draft.

    Por que Wilson tá subindo tanto?

    A comparação que os executivos tão fazendo é interessante: Wilson tem o mesmo teto alto que Darryn Peterson, do Kansas, mas sem os problemas de disponibilidade que o Peterson teve na temporada. E cara, isso faz toda diferença na hora de escolher um jogador no Draft.

    Peterson é talentoso pra caramba, mas teve questões que deixaram os times meio ressabiados. Wilson? O cara foi consistente o ano todo em Chapel Hill, mostrou que pode performar quando a pressão aperta.

    Cameron Boozer fica pra trás?

    O que mais me chamou atenção é que já em abril os executivos falavam que Wilson poderia entrar no top 3, passando até na frente do Cameron Boozer. E olha que Boozer vem sendo um dos nomes mais comentados desde o colegial.

    Na minha visão, isso mostra como o Draft é imprevisível. Um cara que talvez não estava nem no radar de muita gente no começo da temporada agora pode ser uma das primeiras escolhas. É absurdo como uma temporada sólida pode mudar tudo.

    E aí, vocês acham que Wilson realmente tem o que é preciso pra ser uma escolha tão alta assim? Ou será que é só hype de final de temporada? Porque vou te falar, 19.8 pontos e 9.4 rebotes na ACC não é brincadeira não.