Tag: Draft NBA 2025

  • De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    De rejeitado no Draft a peça-chave dos Pistons: a história absurda de Jenkins

    Cara, tem histórias na NBA que parecem roteiro de filme, e a do Daniss Jenkins é uma delas. O cara foi desprezado por TODAS as 30 franquias no Draft de 2024, assinou um contrato two-way (aqueles meio vagabundos) com Detroit e agora tá sendo peça fundamental nos playoffs dos Pistons. Absurdo mesmo.

    No Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste contra Cleveland, Jenkins jogou 29 minutos — quase um titular — e contribuiu com 12 pontos, 7 rebotes (recorde pessoal nos playoffs) e 4 roubadas. Nos últimos 3 minutos da partida, o moleque simplesmente resolveu: 6 pontos, 3 rebotes e mais um roubo para selar a vitória de Detroit.

    A jornada mais maluca que eu já vi

    Olha, eu acompanho NBA faz tempo, mas a trajetória desse Jenkins é surreal. O cara passou por QUATRO faculdades diferentes — incluindo um junior college no Texas —, foi ignorado no Draft e passou a maior parte da temporada de estreia na G League jogando pelo Motor City Cruise.

    Na minha visão, o que mais impressiona é a mentalidade do garoto. “Minha jornada toda não foi bonita, mas é sobre lutar contra a adversidade”, disse ele. E cara, que luta! Começou a temporada nem jogando metade dos primeiros 10 jogos, aí em novembro pegou uma sequência boa e nunca mais parou.

    Em fevereiro — pasmem — ele jogou seu 42º jogo da temporada, o que automaticamente converteu seu contrato two-way em um acordo de verdade: US$ 8 milhões por dois anos. De zero a herói em questão de meses.

    O momento que mudou tudo

    Quando Cade Cunningham ficou fora por causa de um pulmão colapsado (que susto, né?), Jenkins assumiu a responsabilidade e fez 30 pontos contra o Lakers. Trinta pontos! Um cara que há poucos meses tava na G League.

    Duncan Robinson, companheiro de equipe, resumiu bem: “Ele tem uma confiança inabalável para alguém que foi desprezado a carreira toda, e usa isso como combustível”.

    Sinceramente, acho que essa história do Jenkins prova como o sistema da NBA às vezes falha. Quantos talentos não passam despercebidos? O técnico Kenny Atkinson dos Cavs até reconheceu: “Esse time não ganhou 60 jogos só por causa do Cunningham. Eles têm jogadores muito bons ao redor dele”.

    E vocês, acham que Jenkins vai conseguir manter esse nível nos playoffs? Eu tô torcendo muito por esse cara. É impossível não vibrar com uma história dessas — de rejeitado a protagonista em menos de dois anos. Isso é NBA pura, galera.

  • Jazz manda Keyonte George pro Draft Lottery — que sacada genial!

    Jazz manda Keyonte George pro Draft Lottery — que sacada genial!

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam, mas o Utah Jazz fez uma jogada que eu achei simplesmente perfeita para representar eles no Draft Lottery de 2026. Em vez de mandar qualquer veterano aleatório, eles escolheram o Keyonte George. E cara, que decisão mais acertada!

    Para quem não lembra, o George foi escolhido na 16ª posição do draft de 2023 — justamente quando o Jazz começou essa reconstrução depois da treta toda entre Gobert e Mitchell. Três anos depois, o moleque já tá quase num nível All-Star. Absurdo como ele evoluiu rápido.

    O cara que simboliza a reviravolta do Jazz

    Sinceramente, eu acho que não podiam ter feito escolha melhor. O Keyonte é literalmente a prova viva de que essa rebuild deu certo. Sabe aquela coisa de “construir pelo draft”? Pois é, o Jazz mostrou que funciona mesmo quando todo mundo achava que eles iam ficar anos no fundo do poço.

    E o Will Hardy? O cara soube usar o George como nenhum outro técnico conseguiu usar os outros calouros que chegaram em Salt Lake City desde 2023. O armador simplesmente comanda o ataque como se já fosse veterano de 10 anos na liga.

    Agora imaginem a cena: o Keyonte lá no palco representando um time que literalmente renasceu das cinzas. É poético demais.

    As chances do Jazz no lottery

    Bom, vamos aos números que interessam. O Jazz tem a quarta melhor probabilidade de ganhar a primeira escolha — 11,5% de chance. Não é muito, mas também não é pouco. Eles terminaram com o quarto pior recorde da liga, plus um coin flip que pode colocar eles na frente do Sacramento.

    E olha, eu não vou mentir pra vocês: tô rezando aqui para que essa primeira pick não vá para Golden State ou Dallas. Pelo amor, qualquer time menos esses dois, né? Os Warriors já ganharam demais, e Dallas… bem, vocês sabem por quê.

    O que vocês acham? O Jazz consegue dar sorte e pegar uma pick alta? Ou vão ter que se contentar com uma escolha mais para o final da loteria? Eu tenho um pressentimento que pode rolar alguma surpresa aí.

    Ah, e só para avisar: cancelem os planos do Dia das Mães porque o Draft Lottery vai ser no domingo, 10 de maio, às 15h (horário de Brasília). Vai ser imperdível!

  • Bucks quer definir futuro do Giannis antes do Draft da NBA

    Bucks quer definir futuro do Giannis antes do Draft da NBA

    Olha, essa situação do Giannis em Milwaukee tá ficando cada vez mais tensa. O co-proprietário dos Bucks, Jimmy Haslam, veio a público dizer que quer resolver o futuro do Greek Freak antes do Draft da NBA do mês que vem. E cara, pelo tom da conversa, parece que não é só o Giannis quem vai decidir se fica ou não.

    Durante a apresentação do novo técnico Taylor Jenkins (que inclusive já trabalhou com o Giannis quando era assistente), Haslam foi bem direto: “Se o Giannis vai jogar em outro lugar, a gente precisa de muitos assets. Se ele fica, construímos o time de forma diferente.” Meio óbvio, né? Mas o que me chamou atenção foi ele falar como se a decisão fosse tanto dos Bucks quanto do próprio jogador.

    A pressão tá aumentando

    Giannis sempre deixou claro que gosta de Milwaukee, mas quer jogar numa franquia comprometida com o título. E depois de uma temporada 32-50 — que quebrou uma sequência de nove playoffs consecutivos — é compreensível que ele esteja questionando se os Bucks ainda têm esse comprometimento.

    O monstro de 31 anos pode assinar uma extensão de quatro anos e 275 milhões de dólares em outubro. Se não assinar, vira agente livre na temporada que vem. Mas Haslam não quer esperar até lá. “Nas próximas seis ou sete semanas, vamos decidir se o Giannis vai assinar um contrato máximo e ficar conosco, ou se vai jogar em outro lugar”, disse o dirigente.

    Jenkins no meio da turbulência

    Imagina a situação do Taylor Jenkins? Cara chega pra ser o quarto técnico dos Bucks em cinco temporadas (sem contar interinos) e já tem que lidar com essa bomba. Ele vem do Memphis Grizzlies, onde fez um trabalho legal mas foi demitido no final da temporada passada.

    Jenkins disse que já conversou com o Giannis desde que assumiu e que o jogador demonstrou “tremenda empolgação” por ele e sua família. Pelo menos isso é um bom sinal, né? Os dois já tinham uma boa relação de quando Jenkins era assistente em Milwaukee na temporada 2018-19, quando Giannis ganhou seu primeiro MVP.

    Sinceramente, acho que essa pressão toda antes do Draft faz sentido. Se o Giannis sair mesmo, os Bucks precisam se preparar pra uma reconstrução completa. Eles têm uma escolha de loteria este ano (a própria ou a de New Orleans, seja qual for a pior), e isso pode ser crucial dependendo da decisão do Greek Freak.

    E vocês, acham que o Giannis aguenta mais uma temporada de incerteza em Milwaukee? Ou será que é hora dele procurar novos ares mesmo? Uma coisa é certa: essa definição vai mexer com todo o mercado da NBA.

  • Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Draft Lottery da NBA: 42 anos de tanking e tentativas de parar essa bagunça

    Cara, domingo rola mais uma Draft Lottery da NBA — a 42ª edição dessa rifa milionária que define o futuro dos times. E olha, se tem uma coisa que nunca muda nessa liga é o seguinte: sempre tem alguém reclamando do formato do draft. Sempre.

    É sério. Pessoal tava pistola em 2017, em 2014, em 1993, em 1984… Basicamente desde que a NBA existe, há 76 anos, a liga nunca conseguiu deixar todo mundo feliz com a forma de distribuir os rookies. E sinceramente? Não é à toa.

    Por que só a NBA tem essa paranoia toda?

    Pensa comigo: a NFL nunca precisou de loteria. A MLB só criou uma em 2022. A NHL tem uma versão menor desde 95 (curiosamente comandada pelo Gary Bettman, que era advogado da NBA antes). Mas é que no basquete a parada é diferente, né?

    Um único monstro pode virar completamente o destino de uma franquia. Imagina o Lakers sem Magic, o Bulls sem Jordan, o Heat sem LeBron. Um cara só muda TUDO. E é por isso que essa distribuição de picks é tão polêmica — porque todos sabem que tankar uma temporada pode garantir uma década de sucesso.

    Foi aí que nasceu a Draft Lottery em 1985. A ideia era simples: os piores times precisam ter mais chances de pegar os melhores calouros, mas não pode ser garantido. Senão vira uma corrida pra ver quem perde mais feio.

    O problema que nunca acaba

    Só que olha só — desde a reforma de 2019, o tanking virou praticamente uma epidemia na liga. Eu diria que umas nove das dez equipes que ficaram fora dos playoffs esse ano tankaram de alguma forma. E isso tá matando a qualidade da temporada regular, cara.

    A NBA tá mexendo nos pauzinhos de novo, preparando mais mudanças pra tentar resolver essa bagunça. Mas aqui entre nós: será que vai dar certo dessa vez? Porque toda vez que eles mudam alguma coisa, aparecem consequências que ninguém esperava.

    Vocês acham que dá pra resolver esse negócio do tanking ou é algo inerente ao sistema? Na minha visão, enquanto um único jogador puder mudar tudo, sempre vai ter time disposto a perder de propósito pra conseguir ele.

    Os anos pré-loteria eram ainda mais selvagens

    Antes de 1985, a coisa era ainda mais doida. Entre 1950 e 1983, tinha essa regra absurda dos “territorial picks” — times podiam furar a fila do draft pra pegar caras que jogaram num raio de 80km da cidade deles, só abrir mão da primeira escolha.

    O Warriors fez isso sete vezes nos anos 50, incluindo com ninguém menos que o Wilt Chamberlain. Imagina se isso existisse hoje? O Lakers pegaria todo mundo da UCLA, o Knicks dominaria os caras de Nova York… seria um caos total.

    Mas enfim, domingo tem mais uma edição dessa rifa. Pacers, Wizards, Jazz, Nets e outros vão torcer pros números saírem. E pode ter certeza: independente de quem ganhe, alguém vai reclamar do sistema. Porque é tradição na NBA — sempre tem como melhorar, sempre tem como piorar também.

  • Pacers apostam tudo no Draft: pick protegida pode ir pros Clippers

    Pacers apostam tudo no Draft: pick protegida pode ir pros Clippers

    Olha só a situação complicada que o Indiana Pacers se meteu. No domingo tem o sorteio do Draft 2026 da NBA, e se a bola não rolar pro lado deles, vão mandar uma pick direto pros LA Clippers. É aquela tensão de domingo de Lottery que todo mundo ama, mas dessa vez com consequências reais.

    A matemática é simples: se o Pacers pegar entre 1ª e 4ª posição, a pick fica com eles. Se cair na 5ª ou 6ª, tchau pick — vai direto pra Los Angeles por causa da troca do Ivica Zubac. E se por acaso não transferir esse ano? Aí em 2031 os Clippers ganham uma pick desprotegida. Meio tenso, né?

    Zubac valeu a aposta arriscada?

    Chad Buchanan, GM dos Pacers, foi bem transparente sobre a situação. Cara admitiu que sabia do risco desde o começo, mas acredita que valeu a pena. “Quando fizemos a troca, obviamente sabíamos que havia risco envolvido”, disse ele em entrevista recente.

    Na visão dele, Zubac era exatamente o que o time precisava — um pivô de verdade que pudesse sustentar o garrafão. E sinceramente, faz sentido. O Pacers mostrou potencial nos últimos anos, mas sempre faltou consistência no meio de quadra.

    “Ivica é um grande jogador”, continuou Buchanan. “Somos fãs dele há muito tempo. Este time já mostrou que é capaz de coisas especiais.”

    O plano B existe (e não é ruim)

    Aqui que fica interessante a estratégia de Indiana. Buchanan deixou claro que não estão colocando todos os ovos numa cesta só. Se perderem a pick, ainda têm outras cartas na manga: free agency, outras trades, e até uma pick futura que pode ser usada como moeda de troca.

    O foco principal? Conseguir pontos saindo do banco. Essa tem sido uma das principais necessidades do time, e com ou sem pick do Draft, eles acreditam que dá pra resolver.

    “Se perdermos a pick, há outras oportunidades de melhorar nosso time através da free agency”, explicou o GM. “Ainda temos trades. Ganhamos uma pick que podemos usar no futuro.”

    E aí, vocês acham que os Pacers fizeram certo em arriscar tanto pelo Zubac? Eu honestamente acho que foi uma jogada corajosa. O time tinha potencial pra brigar por coisas maiores, só faltava essa peça no quebra-cabeças. Agora é torcer pros ping-pong balls caírem do lado certo no domingo.

    Uma curiosidade: o Pacers nunca ganhou uma Lottery na história da franquia. A pick mais alta que já tiveram foi a 2ª posição em 1988, quando draftaram Rik Smits. Será que 2026 é o ano da virada?

  • Ujiri nos Mavs? Esse cara vai revolucionar Dallas!

    Ujiri nos Mavs? Esse cara vai revolucionar Dallas!

    Gente, quando eu vi essa notícia quase derrubei o café! Os Dallas Mavericks acabaram de contratar Masai Ujiri como novo presidente — aquele mesmo cara que montou o time campeão dos Raptors em 2019. Isso é GIGANTE!

    Olha só: depois de mandarem o Nico Harrison embora em novembro (e sinceramente, já era hora), os Mavs passaram seis meses procurando alguém à altura. E conseguiram o monstro. Ujiri não é qualquer um — ele é o cara que teve a visão de trocar DeMar DeRozan pelo Kawhi Leonard e levou Toronto ao título. Essa trade foi simplesmente genial.

    O homem da reconstrução chegou

    Vocês lembram da confusão que foi a era Harrison, né? O cara trocou o LUKA DONČIĆ pelos Lakers em troca do Anthony Davis. Mano, até hoje não acredito que isso aconteceu. Foi um desastre completo, e se não fosse a sorte no draft que trouxe Cooper Flagg, os Mavs estariam no fundo do poço ainda.

    Mas agora é diferente. Ujiri tem 12 anos de experiência com os Raptors, levou o time aos playoffs em 9 dessas temporadas. O cara sabe o que faz. E pela declaração dele, dá pra sentir a determinação: “Nós vamos vencer em Dallas”. Essa confiança me arrepia!

    E agora, qual o plano?

    A pergunta que não quer calar: o que Ujiri vai fazer com esse elenco? Cooper Flagg é obviamente o futuro da franquia, mas e o resto? Kyrie Irving voltando com saúde pode resolver os problemas na armação — e convenhamos, se você vai ter um jovem armador aprendendo, não tem professor melhor que o Uncle Drew.

    O draft lottery tá aí no dia 10 de maio, e os Mavs têm 6,7% de chance de pegar a primeira escolha. Seria absurdo se acontecesse de novo, mas no basquete a gente nunca sabe, né?

    Agora vem a parte interessante: Ujiri vai querer fazer uma limpeza geral e trocar galera como Klay Thompson, PJ Washington e Daniel Gafford pra recuperar assets? Ou vai tentar fazer esse elenco funcionar com alguns ajustes? Conhecendo o histórico dele, aposto que vai ser cirúrgico nas mudanças.

    Uma coisa eu garanto: Dallas não será mais a mesma. Ujiri tem essa capacidade de transformar franquias, e depois da bagunça dos últimos anos, os fãs dos Mavs merecem isso. Vocês acham que ele consegue levar Dallas de volta aos playoffs rapidinho?

  • Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Hawks sem Trae: o futuro promissor que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso dos Hawks. Durante sete temporadas inteiras, Atlanta foi refém do estilo do Trae Young — e não me entendam mal, o cara é craque, mas limitava demais o sistema. Era pick-and-roll todo santo jogo, defesa que não existia e uma movimentação de bola que deixava qualquer purista do basquete de cabelo em pé.

    Aí veio a lesão do Trae no começo da temporada e… cara, foi como se alguém tivesse aberto todas as janelas de uma casa que estava há anos fechada.

    A transformação que ninguém viu vindo

    Os números não mentem: os Hawks saltaram pro 9º lugar em passes por jogo e — segurem-se na cadeira — chegaram ao top 10 defensivo da liga. DÉCIMO! Um time que nas últimas quatro temporadas com Trae ficou em 22º, 25º, 29º e 30º colocado em defesa.

    E olha que mudança de identidade: eles viraram um time de transição puro. Só os Clippers eram mais eficientes no contra-ataque, e pouquíssimos times corriam mais que Atlanta. Era lindo de ver, sinceramente.

    Tanto que quando a oportunidade apareceu, eles não pensaram duas vezes e trocaram o Young pro Washington. Foi all-in nessa nova filosofia.

    Aí chegaram os playoffs…

    E foi aí que a coisa desandou feio contra os Knicks. Mano, que vexame. No jogo 6 que encerrou a temporada, eles estavam perdendo por 47 pontos no intervalo. QUARENTA E SETE! Fizeram só 36 pontos nos primeiros 24 minutos.

    O que aconteceu? Simples: os Knicks são o tipo de time que mata qualquer tentativa de jogo rápido. Eles não perdem bola, reboteiam ofensivamente como uns monstros e ainda por cima tinham o OG Anunoby pra neutralizar qualquer tentativa de infiltração.

    O Dyson Daniels virou praticamente um fantasma — New York simplesmente não marcava ele no perímetro, forçando Atlanta a jogar 4×5 no ataque. O Jalen Johnson, na sua primeira série de playoffs como titular, não conseguiu criar nada contra o Josh Hart.

    Mas e agora? Por que ainda acredito neles

    Olha, eu sei que essa eliminação foi feia. Mas vocês sabem o que eu acho? Esse Hawks tem potencial absurdo pra crescer. Eles descobriram uma identidade própria, algo que nunca tiveram com Trae.

    O Johnson ainda é jovem e vai aprender com essa experiência. O Okongwu está evoluindo como um center moderno. E agora, com uma eliminação precoce dessas, eles vão ter uma posição boa no draft.

    CJ McCollum mostrou que ainda tem lenha pra queimar — foram 55 pontos dele nos jogos 2 e 3, destruindo o Brunson na defesa. Imaginem se eles conseguem mais uma peça ofensiva no draft ou numa troca?

    Sinceramente, prefiro um Hawks com identidade própria que perdeu feio pros Knicks do que aquele time refém do pick-and-roll eterno. Às vezes você precisa dar um passo pra trás pra dar dois pra frente.

    E aí, o que vocês acham? Atlanta fez certo em trocar o Trae ou foi precipitação demais?

  • As 13 maiores zebras da loteria do Draft da NBA – absurdo demais!

    As 13 maiores zebras da loteria do Draft da NBA – absurdo demais!

    Cara, vocês já pararam pra pensar nas maiores zebras da loteria do Draft da NBA? Eu tava fuçando os números aqui e simplesmente não acredito em algumas dessas viradas — times que praticamente não tinham chance nenhuma e saíram com a primeira escolha geral.

    Olha, desde 1985 quando começou esse sistema e os Knicks pegaram o Patrick Ewing, já rolaram umas histórias malucas. E com a loteria de 2026 chegando aí em maio (10 de maio em Chicago, marquem na agenda), vale lembrar dessas zebradas históricas.

    As maiores surpresas de todos os tempos

    Orlando Magic em 1993 — a zebra das zebras

    Mano, 1,52% de chance. Um vírgula cinquenta e dois por cento! E os caras ganharam. Pegaram o Chris Webber com a primeira pick — que depois foi parar no Golden State numa negociação com o Penny Hardaway. Imaginem a festa em Orlando naquele dia.

    Chicago Bulls em 2008 — o destino sorriu

    Essa aqui é linda demais. Os Bulls tinham apenas 1,70% de chance, eram o nono pior time da liga. E adivinha só? Ganharam e pegaram o Derrick Rose — que era DE CHICAGO! O cara voltou pra casa, virou Rookie of the Year em 2009 e MVP em 2011. Se isso não é roteiro de filme, eu não sei o que é.

    Na minha visão, essa foi a zebra mais poética da história. Um moleque local sendo draftado pelo time da cidade dele com chances quase zero? Absurdo.

    Outras loucuras que marcaram época

    Cleveland Cavaliers em 2014

    Os Cavs também com 1,70% e ganharam. Pegaram o Andrew Wiggins, que depois virou moeda de troca pra trazer o Kevin Love. Estratégia que funcionou — eles ganharam o título em 2016.

    Dallas Mavericks em 2025

    Essa é recente, galera! 1,80% de chance e ganharam o Cooper Flagg. Imaginem só — logo depois de mandarem o Luka Dončić pros Lakers numa troca envolvendo o Anthony Davis. Flagg acabou de ser eleito Rookie of the Year de 2026. Às vezes o timing é tudo no basquete.

    E vocês sabiam que os Clippers em 2011 tinham só 2,80% de chance, ganharam, pegaram o Kyrie Irving… e trocaram ele pros Cavaliers antes mesmo do draft? Kyrie virou campeão NBA em Cleveland em 2016. Imaginem como os torcedores dos Clippers se sentiram.

    A zebra brasileira que quase foi

    Falando em surpresas, sempre fico pensando: e se um dia um time brasileiro tivesse uma pick alta dessas por algum milagre? Seria loucura total ver um Nenê ou um Varejão sendo draftados em primeiro.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e essas histórias nunca deixam de me impressionar. Às vezes é melhor ter sorte do que ser bom mesmo — pelo menos no dia da loteria! E aí, qual dessas zebras vocês acham mais impressionante?

    A loteria de 2026 tá aí. Quem será que vai surpreender dessa vez?

  • Mark Cuban fala a verdade: trades vão explodir com nova loteria da NBA

    Mark Cuban fala a verdade: trades vão explodir com nova loteria da NBA

    Olha, o Mark Cuban sabe das coisas. O cara que construiu os Mavs champions de 2011 acabou de soltar uma bomba sobre o novo sistema anti-tanking da NBA — e sinceramente, faz todo sentido.

    A liga finalmente revelou o plano que tá dando o que falar: uma loteria 3-2-1 onde 16 times diferentes podem pescar a primeira escolha do draft. Isso mesmo, dezesseis times. E Cuban já sacou onde a coisa vai dar: “O número de trades vai explodir”.

    O sistema que muda tudo

    A parada é assim: os três piores times da liga ganham apenas 5,4% de chance na primeira pick (duas bolinhas), enquanto todos os outros que ficam fora do play-in têm 8,1% (três bolinhas). Compara com o sistema antigo onde os três piores tinham 14% cada um.

    Cuban mandou a real no Twitter mesmo. Na visão dele, isso vai fazer os picks de primeira rodada valerem muito mais — e quando algo vale mais, todo mundo quer negociar. Faz sentido, né?

    Ele até pintou um cenário maluco: imagina que teu time é jovem e bom, mas não o suficiente pra ring. Aí aparece um Victor Wembanyama na vida. Tu literalmente pode trocar teus futuros picks MAIS teus jovens talentos e juntar 5 primeiras escolhas. Com sorte, isso te dá 40,5% de chance de ganhar a loteria.

    A estratégia vai mudar completamente

    E tem mais uma coisa que Cuban sacou: os times vão lutar pra não ficar entre os três piores. Antes era o contrário — quanto pior, melhor. Agora? “Os jogos pra não ficar no bottom 3 vão ser divertidos”, disse ele.

    Cara, isso significa que alguns times podem até COMPRAR jogadores no deadline só pra garantir que vão ter as três bolinhas em vez de duas. É uma reviravolta total na mentalidade da liga.

    Eu tô curioso pra ver como vai ser. Os Mavs mesmo têm um histórico bizarro com a loteria — em 17 tentativas, só subiram de posição uma vez (ano passado, quando pescaram o Cooper Flagg sendo apenas o 11º pior). Ironia do destino, né?

    E vocês, o que acham?

    Sinceramente, acho que o Cuban tá certíssimo. Quando você nivela as chances assim, a galera fica mais agressiva nas negociações. A proposta tem apoio da maioria dos donos e vai ser votada no dia 28 de maio.

    Se passar — e provavelmente vai — a gente tá prestes a ver uma NBA bem diferente. Menos tanking, mais trades, times lutando até o fim… Pode ser que seja exatamente o que a liga precisava.

  • Caleb Wilson pode ser o ‘dark horse’ do Draft 2025

    Caleb Wilson pode ser o ‘dark horse’ do Draft 2025

    Olha só que história interessante. Enquanto todo mundo fica falando dos mesmos nomes pro Draft 2025 — AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer — tem um cara que tá subindo nas avaliações dos scouts e pode dar uma surpresa gigante: Caleb Wilson, de North Carolina.

    O moleque tá sendo cotado como quarta escolha geral no último mock draft do Sam Vecenie (The Athletic), e sinceramente? Não me surpreenderia se ele subisse ainda mais. Antes de se machucar — quebrou o polegar direito E a mão esquerda, que azar — Wilson tava fazendo números absurdos: 19.8 pontos, 9.4 rebotes, 2.7 assistências, 1.5 roubos de bola e 1.4 tocos por jogo.

    O físico que impressiona os olheiros

    A parada é que Wilson tem um perfil físico meio raro de ver. É um cara forte pra caramba, que salta bem e tem uma técnica de penetração com centro de gravidade baixo que torna ele praticamente imparável perto da cesta. Os scouts tão comparando ele com Pascal Siakam — e olha que Siakam já foi All-NBA duas vezes, né?

    Essa combinação de força bruta com explosão é o que tá fazendo os avaliadores colocarem Wilson no mesmo patamar dos três ‘intocáveis’ do Draft. E cara, quando você consegue performar bem nos confrontos diretos contra essa galera top, é porque tem algo especial mesmo.

    Os pontos que ainda preocupam

    Mas nem tudo são flores. Wilson tentou apenas 27 arremessos de três pontos na temporada toda e acertou só sete. Isso é meio assustador pro basquete moderno, não vou mentir. Por outro lado, a mecânica dele nos chutes de média distância recebeu elogios, então talvez seja só questão de ganhar confiança e volume.

    Na defesa, apesar dos números bonitos em tocos e roubos, tem scouts questionando a velocidade lateral dele — especialmente pra um atleta do tamanho que tem. E parece que ele ainda peca nas rotações defensivas e no tempo de reação.

    Mesmo assim, o que mais impressiona nos relatos é a intensidade do cara. Motor incansável e uma agressividade física que poucos prospects demonstram de forma consistente. Essas características não aparecem na estatística, mas fazem toda diferença na NBA.

    E aí, vocês acham que Wilson pode mesmo furar a bolha do top 3? Com lesões e tudo, o cara ainda consegue estar nessa conversa — imaginem se tivesse jogado a temporada inteira!