Tag: Draft NBA 2026

  • Agora é a hora do Knicks — janela de ouro não pode ser desperdiçada

    Agora é a hora do Knicks — janela de ouro não pode ser desperdiçada

    Cara, eu ainda não consigo entender como pintaram o Knicks como azarão nessas Finals. Sério, que loucura foi essa?

    O time de Nova York chegou nas finais com um diferencial de pontos ABSURDO de +271 — o maior da história dos playoffs antes das Finals. E depois de vencer o jogo 2 fora de casa contra San Antonio (105-104), esse número subiu pra +281 em 15 jogos. Isso dá uma média de +18.7 pontos por jogo, gente!

    Quem acompanhou eles destruindo todo mundo no Leste não tinha como comprar essa história de azarão. Foi manipulação das casas de apostas? Preconceito contra a Conferência Leste? Sei lá. O que eu sei é que agora as odds finalmente fazem sentido — o Knicks tá -490 pra levar a série no FanDuel.

    Spurs tem futuro, mas o presente é do Knicks

    Olha, não vou mentir pro pessoal de San Antonio — vocês têm motivo pra ficar otimistas. O Wemby tá ganhando uma experiência que não tem preço numa final dessas. Essa molecada (com Fox comandando os veteranos) já mostrou que pertence a esse palco.

    Stephon Castle e Devin Vassell são peças sólidas. E esse Dylan Harper? Rookie só no nome — o moleque tem 20 anos mas joga como veterano.

    Mas sinceramente? Esta é a janela de ouro do Knicks. E eles sabem disso.

    A hora é agora — depois pode ser tarde

    Os caras principais do time estão todos na casa dos 30. Prime da carreira. Mas sabemos como é — daqui um ou dois anos, as dores crônicas começam a aparecer (sem zicar, né?).

    E o Leste vai ficar mais difícil na próxima temporada. Cade Cunningham só precisa de um segundo pontuador confiável e uma evolução do Jalen Duren pra colocar os Pistons na briga de verdade. Tyrese Haliburton volta pros Pacers. Tem o papo do Giannis ir pra Miami. Charlotte deu dor de cabeça no final da temporada passada.

    E o Magic? Com os ajustes certos, pode ser perigoso. Cleveland e Philly… bom, essas eu não levo muito a sério mesmo.

    Alguns meses atrás, o James Dolan disse que esperava uma vaga nas Finals. Por mais que eu odeie admitir (o cara erra MUITO), dessa vez ele tava certo. Esta é a janela de Nova York.

    É bem possível que ano que vem tenhamos um nono campeão diferente seguido. Mas este ano… só faltam duas vitórias… e aí a gente vai ter o delírio que a torcida não sente há 53 anos.

    Vocês acham que o Knicks segura a pressão e fecha a série? Eu tô ansioso pro jogo de segunda!

  • Clippers podem trocar a 5ª escolha por Mikel Brown Jr.

    Clippers podem trocar a 5ª escolha por Mikel Brown Jr.

    Olha, a situação do Draft 2026 tá esquentando e os Clippers estão no centro de tudo. Com a 5ª escolha geral em mãos, o pessoal de Los Angeles parece estar jogando um xadrez bem interessante — e eu tô aqui tentando decifrar os próximos lances.

    Segundo fontes da liga, os Clippers são disparados o time com mais chances de negociar sua pick para uma posição mais baixa. E sabe quem tá mexendo com o mercado? Mikel Brown Jr., armador do Louisville que virou a sensação do momento.

    O meteoro Mikel Brown Jr.

    Cara, a trajetória desse garoto é cinematográfica. Fez 45 pontos em fevereiro (quarenta e cinco!), mas aí uma lesão nas costas cortou a temporada dele. Na época, muita gente achou que tinha sido o fim da linha para o Draft, mas que nada.

    Os workouts privados dele têm sido absurdos. Times que trouxeram o Brown para treinar estão saindo impressionados — e olha que estamos falando de franquias do top 10. Nets, Bulls, Hawks, Mavs… todo mundo de olho.

    O mais louco? Ele tá 100% recuperado da lesão. Às vezes uma parada dessas até ajuda, né? O cara teve tempo para trabalhar nos fundamentos sem a pressão dos jogos.

    Clippers playing chess, not checkers

    Agora vem a parte interessante. Os Clippers têm outras opções na mesa também. Keaton Wagler, do Illinois, aparece como favorito se eles mantiverem a 5ª escolha. O menino tem sido projetado como “o melhor depois dos quatro primeiros” — e convenhamos, essa é uma posição confortável.

    Mas aqui entre nós: por que os Clippers estariam pensando em trocar para baixo? Simples — eles sabem que podem pegar o Brown numa posição menor e ainda ganhar alguma coisa extra no processo. É aquela jogada de quem entende do negócio.

    Brett Siegel, insider que acompanha tudo de perto, bateu o martelo: “Não tem muito papo sobre os Clippers trocarem a quinta escolha, mas eles obviamente estão abertos a ouvir ofertas”.

    E agora, José?

    A real é que ninguém sabe direito o que vai rolar. Os Clippers estão jogando poker e guardando as cartas bem próximas ao peito. Tem também toda aquela questão do Kawhi Leonard e do futuro da franquia — decisões que podem influenciar diretamente no Draft.

    Uma coisa é certa: o Draft de 2026 promete ser um dos mais movimentados dos últimos anos. E vocês, o que acham? Os Clippers devem apostar no certo com Wagler ou arriscar na negociação pelo Brown Jr.? Eu sinceramente acho que eles vão pelo segundo caminho — tem cara de jogada do Steve Ballmer, não tem?

    Dia 23-24 de junho não pode chegar logo. Tô ansioso pra ver se minha teoria se confirma ou se os Clippers vão me surpreender de novo.

  • Knicks x Spurs no jogo 1 das Finais: era do Wembanyama começa agora?

    Knicks x Spurs no jogo 1 das Finais: era do Wembanyama começa agora?

    Cara, chegou a hora. As Finais da NBA de 2026 começam hoje à noite, e sinceramente? Eu não consigo parar de pensar numa coisa: será que estamos vendo o início da era Wembanyama?

    Do lado esquerdo temos o New York Knicks, que literalmente atropelou todo mundo no Leste — incluindo uns caras aí de Filadélfia que a gente conhece bem. É a primeira Final dos Knicks desde 1999. Pra vocês terem ideia de quanto tempo faz: todo o quinteto titular dos Spurs nem tinha nascido quando os Knicks jogaram sua última Final. Absurdo, né?

    O monstro francês contra a fome de Nova York

    Do outro lado, San Antonio acabou de vencer o atual campeão Oklahoma City Thunder numa série de sete jogos que foi de tirar o fôlego. E olha, com Victor Wembanyama dominando os garrafões e um elenco jovem que tá voando, a gente pode estar vendo o nascimento de uma nova dinastia.

    O mais engraçado? Essa Final é na verdade uma revanche. Lembram da NBA Cup em dezembro? Os Knicks ganharam dos Spurs. E pelo visto alguém guardou essa informação…

    Tem um vídeo circulando do Dylan Harper gritando pro Castle e pro Wemby: “Ô! Ô! A gente tem que vingar a Copa!” Cara, eu amo esse tipo de rivalidade que vai se construindo.

    Descanso versus ritmo de jogo

    Agora, uma parada interessante: os Knicks não jogam desde 25 de maio, quando fecharam a série contra Cleveland com uma varridinha. Nove dias parados. Será que perderam o ritmo ou estão descansadões pra voar?

    Os Spurs tiveram três dias de descanso depois daquele jogo 7 épico em OKC. Na minha visão, três dias é o tempo perfeito — você se recupera mas não esfria.

    E aí, pessoal do Sexto Homem, quem vocês acham que leva essa primeira? Eu confesso que tô dividido. Por um lado, quero ver se o Wemby consegue mostrar que é realmente O CARA nas Finais. Por outro, os Knicks têm uma fome que eu não via há anos.

    O jogo rola às 21h30 (horário de Brasília) no Frost Bank Center, em San Antonio. ABC transmite nos EUA. Aqui no Brasil, vamos torcer pra ESPN ou SporTV pegarem. Se não pegarem, já sabem… streams aí que vocês se virem!

  • AJ Dybantsa já quer a camisa 3 do Trae Young nos Wizards

    AJ Dybantsa já quer a camisa 3 do Trae Young nos Wizards

    Cara, isso aqui é o tipo de treta que só acontece na NBA mesmo. O AJ Dybantsa, que tá sendo apontado como primeira escolha geral do Draft 2026, já tá de olho na camisa número 3 do Trae Young nos Wizards. E o moleque não teve papas na língua — foi direto no programa do Gilbert Arenas e mandou: “Se eles me draftarem, eu vou precisar da 3, Trae. Vamos ver em umas 5 semanas”.

    Olha, eu entendo os dois lados aqui. O Dybantsa usou a 3 durante toda sua passagem dominante na BYU, onde simplesmente destruiu todo mundo no primeiro ano de faculdade. Pra ele, esse número faz parte da identidade desde o high school. É como se fosse a marca registrada do cara.

    A história da camisa 3 em Washington

    Agora, do lado do Trae Young, a situação é um pouco diferente mas igualmente importante. O cara chegou em Washington em janeiro e teve que abrir mão da sua icônica 11 porque a organização aposentou o número em homenagem ao lendário Elvin Hayes — e com razão, né?

    Aí o Young se adaptou, pegou a 3 e até criou uma nova marca pessoal com “TRA3”. Sinceramente, achei genial da parte dele transformar uma mudança forçada em oportunidade de rebranding. O cara é All-Star quatro vezes, tem seu lugar garantido no time, e agora vem um calouro querendo tomar sua camisa?

    Quem fica com a camisa no final?

    Na real, se os Wizards realmente pegarem o Dybantsa como primeira escolha geral — e tudo indica que vão —, essa vai ser uma negociação interessante nos bastidores. Normalmente, calouros respeitam veteranos estabelecidos, principalmente All-Stars. Mas estamos falando de um cara que pode ser a nova cara da franquia.

    E vocês, o que acham? O Young deveria ceder a camisa pro futuro da franquia ou o Dybantsa que tem que se adaptar? Eu acho que vai dar Young mesmo, até porque o cara tá há mais tempo na liga e tem mais moral. Mas vai ser engraçado de acompanhar essa “treta” de vestiário.

    O que mais me impressiona é a confiança do Dybantsa. Aos 19 anos, chegar e já mandar um recado desses mostra que o moleque não tá brincando. Ele sabe que é especial e não tem medo de mostrar isso. Essa mentalidade pode ser exatamente o que Washington precisa pra sair do buraco que tá há anos.

  • Spurs vs Knicks na Final: Wemby pode dar o 6º título pra San Antonio?

    Spurs vs Knicks na Final: Wemby pode dar o 6º título pra San Antonio?

    Gente, eu não acredito que estamos aqui de novo. Spurs e Knicks na Final da NBA — exatamente como em 1999. Só que agora é 2026, e quem comanda San Antonio não é o Tim Duncan jovem, mas sim o monstro francês de 2,24m que responde pelo nome de Victor Wembanyama.

    Os especialistas estão quase unânimes: Spurs levam essa. E olha, não é à toa. Wemby botou o time nas costas e carregou até a Final pela primeira vez desde 2014. Na Conferência Oeste, eles eliminaram nada menos que o atual campeão Thunder no jogo 7. Absurdo.

    Knicks chegam voando, mas será que é o suficiente?

    Do outro lado, temos New York fazendo história. Onze vitórias seguidas nos playoffs — eu repito, ONZE — e estão na Final pela primeira vez desde aquele 99 traumático contra… adivinha só, os próprios Spurs.

    A questão é: por mais que os Knicks tenham arrasado contra Hawks, Sixers e Cavs, agora é outro nível. É Wembanyama protegendo o garrafão como se fosse o dono dele. É um elenco profundo de San Antonio que sabe jogar bola de verdade.

    Mitchell Robinson pode dar trabalho físico pro francês, Karl-Anthony Towns consegue puxar ele pra longe da cesta, mas no final das contas… cara, é o Wemby. O cara que hoje é simplesmente o maior game-changer da liga.

    A matemática favorece San Antonio

    Os Spurs têm mando de quadra (começam em casa na quarta), estão com odds de favorito (-205 na FanDuel) e, sinceramente, fazem sentido. Jalen Brunson pode até acertar uns arremessos de 3 quando Wemby recua, mas a real é que New York vive muito do jogo no garrafão — exatamente onde o francês é praticamente intransponível.

    Olha, eu torço pelo drama. Seria lindo ver os Knicks quebrando esse jejum de 27 anos. Mas na minha visão? Spurs em 7 jogos, numa guerra épica que vai definir quem realmente manda na NBA hoje.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem parar o Wemby quando importa? Ou San Antonio vai conquistar o sexto título da franquia?

  • Nets tem joia ofensiva no Draft 2026, mas defesa preocupa

    Nets tem joia ofensiva no Draft 2026, mas defesa preocupa

    Olha, o Draft de 2026 tá chegando e o Brooklyn Nets tem a 6ª escolha geral nas mãos. E cara, que posição interessante pra estar. Tem uma galera bem talentosa disponível e, segundo analistas, um nome em particular pode virar All-Star no futuro.

    Darius Acuff Jr., armador do Arkansas, tá sendo apontado como o cara com maior potencial de estrela entre os disponíveis após o top 4. O analista Sam Vecenie foi direto ao ponto: “Eu acho que esse cara vai fazer 25 pontos e 6 assistências por jogo em algum momento da carreira”.

    O monstro ofensivo de Arkansas

    E não é papo furado não. Os números do garoto na faculdade foram simplesmente absurdos. 23.5 pontos por jogo sendo CALOURO, com aproveitamentos de 59.7% perto da cesta, 40.1% no meio da quadra e incríveis 44% de três pontos. Isso aí é coisa de veterano, não de novato.

    As assistências também impressionam: 7.3 por partida com apenas 2.5 turnovers. Relação de quase 3:1 entre passes certeiros e erros. O garoto tem visão de jogo e não se desespera com a bola na mão.

    Resultado? Arkansas foi campeã da Big 12 e chegou no Sweet 16 do March Madness. Nada mal para um time que dependia de um calouro de 19 anos.

    Mas aí vem o problema…

    Agora vem a parte chata da história. Defesa. O cara simplesmente não se esforça no lado defensivo da quadra, e isso tá preocupando os scouts da NBA.

    Vecenie foi claro: “Ele tem as ferramentas físicas – 1,88m com envergadura de 2,01m e é bem forte. Mas precisa se importar com a defesa, precisa dar esforço e mostrar orgulho quando marca”.

    E aí, será que dá pra ensinar disposição defensiva? Sinceramente, eu acho que sim, mas depende muito da mentalidade do jogador. Na minha opinião, se ele quiser mesmo ser estrela na NBA, vai ter que aprender a marcar.

    O próprio Acuff não tem papas na língua sobre suas ambições: “Definitivamente um armador superstar. Vou trazer muita empolgação para qualquer cidade que eu for… Muitas conquistas, com certeza. Mas principalmente estar em um time vencedor”.

    Confiança não falta pro garoto, né? E olha, pelo que mostrou em quadra no Arkansas, talvez ele tenha razão mesmo.

    O Nets tá numa posição interessante. Podem apostar no talento ofensivo absurdo do Acuff ou ir em alguém mais “seguro” como Mikel Brown Jr., do Louisville. Vocês acham que vale a pena o risco com esse potencial All-Star que não marca ninguém?

  • 27 anos depois: o mundo era outro quando o Knicks chegou na final pela última vez

    27 anos depois: o mundo era outro quando o Knicks chegou na final pela última vez

    Cara, vocês conseguem imaginar? A última vez que o New York Knicks chegou numa final da NBA foi em 1999. Vinte e sete anos atrás. Pra vocês terem uma ideia de quanto tempo é isso: o mundo ainda estava pirando com o bug do milênio, as Torres Gêmeas ainda dominavam o skyline de Manhattan e todo mundo ouvia CD no discman.

    Agora que o Knicks finalmente voltou pra final em 2026 (sim, essa é uma notícia do futuro que chegou até nós), dá pra ter uma noção absurda de como tudo mudou. E quando eu falo tudo, é TUDO mesmo.

    Nova York virou outra cidade

    Primeiro, o óbvio: o skyline de Manhattan não é mais o mesmo. As Torres Gêmeas caíram no 11 de setembro, e no lugar delas agora temos o One World Trade Center. É um marco que simboliza toda a transformação que a cidade passou.

    E não é só a paisagem que mudou. Em 1999, o prefeito era o Rudy Giuliani – aquele mesmo que depois virou advogado do Trump e se meteu em todas as confusões. Agora em 2026, quem manda na Big Apple é o Zohran Mamdani, um democrata socialista. Monstro como a política americana deu uma guinada, né?

    O Madison Square Garden também passou por uma reforma pesada entre 2011 e 2013 – quase 1 bilhão de dólares gastos pra deixar a arena moderna. Hoje em dia os torcedores escaneiam ingresso no celular, imaginem só. Em 99 era tudo papel mesmo.

    O time que trouxe a magia de volta

    Esse Knicks de 2026 tá comandado pelo Jalen Brunson, que virou o cara da franquia. O time tem também Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges, Josh Hart e OG Anunoby. Sinceramente? Esse elenco tá muito mais robusto que aquele de 99.

    O que mais me impressiona é como eles conseguiram varrer o Cleveland Cavaliers na final do Leste. Varreu, gente! 4-0. Isso mostra o nível que esse time chegou. Desde aquela campanha histórica de 99, quando perderam pra San Antonio na final, os torcedores do Knicks esperaram quase três décadas pra ver o time de volta ao palco principal.

    A cultura pop também era outra

    Pra vocês terem uma ideia de como era diferente: em 99, a Lauryn Hill tinha acabado de ganhar o Grammy de Álbum do Ano com “The Miseducation of Lauryn Hill” – aquele disco que é um clássico até hoje. Em 2026, foi o Bad Bunny que levou o prêmio com “Debí Tirar Más Fotos”.

    Na época, “Shakespeare in Love” ganhou o Oscar de melhor filme. Agora foi “One Battle After Another”, com Leonardo DiCaprio. E olhem só que louco: em 99 a Jennifer Lopez estava no topo das paradas com “If You Had My Love”, enquanto em 2026 é o Drake com uma música chamada “Janice STFU” (risos, só podia ser o Drake mesmo).

    É impressionante pensar que uma geração inteira de fãs do Knicks nasceu, cresceu e virou adulta sem ver o time numa final. Agora essa galera finalmente vai poder viver essa experiência que parecia impossível.

    E aí, vocês acham que depois de 27 anos de sofrimento, o Knicks finalmente vai conseguir o título? Eu tô com uma expectativa absurda, mas também com aquele medinho de sempre…

  • Draft 2026: brasileiros têm chance real com desistências de última hora

    Draft 2026: brasileiros têm chance real com desistências de última hora

    Olha, eu não esperava que esse Draft de 2026 fosse ficar tão interessante assim. Com menos de um mês pro grande dia (23 de junho), as desistências de última hora podem ter aberto uma porta dourada pra dois caras que todo mundo meio que esqueceu: Jaden Henley (Grand Canyon) e MJ Collins (Utah State).

    Os dois são ex-jogadores da Mountain West Conference que já esgotaram toda elegibilidade universitária — ou seja, é agora ou nunca pra eles. E sinceramente? Acho que as chances melhoraram bastante nas últimas semanas.

    Por que as desistências mudaram o jogo

    Cara, esse Draft começou com apenas 71 early entrants — 106 a menos que no ano passado! E o mais louco: mais da metade voltou pra faculdade. Colby Garland (San Jose State) desistiu e foi pro Georgia Tech. Rueben Chinyelu (Florida), Milan Momcilovic (Iowa State), Tyler Tanner (Vanderbilt)… todos voltaram.

    Eu sei que esses caras não são da Mountain West, mas cada nome que sai da lista é uma oportunidade que se abre. É matemática pura. Menos competição = mais chances pros nossos dois guerreiros.

    Henley tem tudo pra surpreender

    Jaden Henley tá ranqueado como 75º no consensus big board da Rookie Scale, mas eu tenho um pressentimento sobre esse moleque. O cara é um monstro atlético defensivo que averaged 17.7 pontos, 5.7 rebounds e 2.9 assistências. E olha só esse dado: 46.6% de arremessos e 56.2% de true shooting. Absurdo.

    Já fez workouts pra 13 times! Atlanta Hawks, Dallas Mavericks, Toronto Raptors, Orlando Magic, Sacramento Kings… A lista não para. Quando um jogador tem tanto interesse assim, alguma coisa boa vai acontecer.

    Collins, o pontuador esquecido

    MJ Collins pode ser a surpresa da noite. Athletic multi-level scorer que cravou 17.5 pontos por jogo com splits de 48.7/36.1/81.0. Esses números de três pontos (36.1%) são exatamente o que times da NBA procuram hoje em dia.

    Ok, só fez workout pra três times (Charlotte Hornets, Indiana Pacers, Memphis Grizzlies), mas às vezes é qualidade, não quantidade. Esses três times sabem identificar talento.

    Mesmo que não sejam chamados no top-60, as chances de conseguirem um two-way contract aumentaram muito. São três vagas por time, mais de $600K por temporada, e podem jogar até 50 jogos. Não é pouca coisa.

    E aí, vocês acham que pelo menos um dos dois vai ouvir o nome sendo chamado? Eu tô apostando no Henley, mas o Collins pode ser aquela surpresa que ninguém vê vindo. Draft night é sempre uma caixinha de surpresas mesmo.

  • Draft 2026: Dybantsa em 1º, mas tem brasileiro na briga?

    Draft 2026: Dybantsa em 1º, mas tem brasileiro na briga?

    Galera, chegou a hora da especulação mais gostosa do ano: o mock draft da NBA 2026! Com o prazo de inscrição encerrado, já sabemos quem tá na briga pra virar profissional e quem resolveu ficar mais um ano na faculdade.

    E olha, que classe promissora. AJ Dybantsa do BYU tá sendo cotado como primeira escolha pro Washington Wizards, e cara… faz todo sentido. O moleque foi simplesmente um monstro na NCAA, liderou o país em pontuação e ganhou o prêmio Julius Erving. 35 pontos e 10 rebotes no March Madness? Absurdo.

    O fenômeno Dybantsa pode salvar Washington

    Washington teve o pior ataque da liga essa temporada — segundo pior da NBA, imaginem a situação. Dybantsa seria exatamente o que eles precisam: um cara de 6’9″ que pode criar jogada sozinho e meter pontos de qualquer lugar da quadra. 680 pontos sem assistência na temporada, segundo o CBB Analytics. Isso é coisa de outro planeta.

    O que me impressiona mesmo é como ele fechou a temporada: 28.8 pontos por jogo nas últimas 17 partidas. E aquele jogo de 40 pontos contra o Kansas State? Pura magia. Jogando ao lado do Trae Young e Anthony Davis, o cara pode aprender muito e já chegar chegando.

    Cameron Boozer quer estragar a festa

    Mas ó, não tá fácil pra ninguém não. Cameron Boozer, filho do Carlos Boozer (lembram dele?), tá fazendo barulho em Duke. O moleque foi eleito jogador do ano da ACC e levou o time pro Sweet 16. E tem um detalhe curioso: o pai dele trabalha como scout pro Utah Jazz, que tem a segunda escolha. Coincidência? Eu acho que não.

    Boozer não é aquele cara espetacular que vira meme no Instagram, mas é consistente pra caramba. E convenhamos, consistência na NBA vale ouro. O Jazz tá montando um time interessante depois de trocar pelo Jaren Jackson Jr. e draftar o Ace Bailey.

    Caleb Wilson do North Carolina também tá na briga pelo top 3. Tem GM falando que “todo time” vai colocar ele acima de qualquer outro prospect. O Memphis Grizzlies, que ama uma escolha fora da curva, pode muito bem ir nele.

    E os brasileiros, cadê?

    Uma coisa que me deixa curioso é ver se algum brasileiro vai aparecer nessa primeira rodada. Sempre fico de olho pra ver se surge mais um compatriota pra gente torcer na NBA. Por enquanto, o foco tá todo nos americanos mesmo, mas quem sabe rola uma surpresa?

    Vocês acham que Dybantsa realmente vai em primeiro? Ou Cameron Boozer pode dar a volta por cima? Sinceramente, acho que Washington não tem muito o que pensar — eles precisam de pontos urgente, e Dybantsa é exatamente isso.

    Uma coisa é certa: essa classe de 2026 promete muito. E depois de ver o que alguns calouros fizeram na temporada passada, tô ansioso pra ver como esses moleques vão se adaptar ao basquete profissional. A NBA só fica mais emocionante com sangue novo entrando.

  • Draft 2026: Galera voltou pra faculdade e mudou tudo

    Draft 2026: Galera voltou pra faculdade e mudou tudo

    Cara, que reviravolta no Draft 2026 da NBA. Ontem foi o deadline pra galera da faculdade decidir se ficava no draft ou voltava pro college — e olha, foi um verdadeiro vai-e-vem que mudou completamente o cenário.

    A surpresa mesmo foi ver tantos caras que poderiam ser escolhidos na primeira rodada decidindo voltar pra universidade. Amari Allen do Alabama, que tava no top 30, resolveu seguir o mesmo caminho que Labaron Philon fez no ano passado: voltou pro college, melhorou o jogo e agora pode virar lottery pick em 2027.

    Sinceramente? Tô achando essa decisão muito inteligente. O cara entendeu que pode melhorar sua posição e ainda por cima o draft de 2027 vai ser mais fraco — matemática simples.

    O dinheiro mudou o jogo

    Vamos falar a real aqui: o NIL (Name, Image, Likeness) mudou tudo no basquete universitário americano. Hoje em dia, um jogador pode ganhar mais grana ficando na faculdade do que sendo escolhido na segunda rodada da NBA. É absurdo, mas é a realidade.

    Patrick Ngongba II (Duke), Moteijus Krivas (Arizona), Braylon Mullins (UConn) — todos com potencial de primeira rodada, todos voltando pro college. E não é só eles não, tem uma lista gigante de caras que poderiam ter declarado e nem se deram ao trabalho.

    A bomba mesmo foi Tounde Yessoufou, que não só saiu do draft como já assinou com St. John’s de uma vez só. Esse moleque era considerado talento de primeira rodada!

    Draft ficou mais raso, mas abriu oportunidades

    Com essa debandada toda, o draft de 2026 ficou bem mais raso do que a gente imaginava. Na nossa big board atualizada, depois do 31º colocado você só encontra veteranos que já se formaram ou jogadores internacionais. Os outros 69 nomes são todos caras sem eligibilidade restante no college.

    Mas olha o lado positivo: isso significa que veteranos como Tarris Reed Jr., Zuby Ejifor, Joshua Jefferson e Alex Karaban têm chances muito melhores de conseguir um dos 30 contratos garantidos da primeira rodada.

    O topo continua absurdamente forte — AJ Dybantsa (BYU) segue na primeira posição, seguido por Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke). Esses três são monstros mesmo e vão fazer a diferença onde quer que caiam.

    E aí, o que vocês acham dessa mudança toda? Será que os times vão ter que ajustar suas estratégias de draft agora que o talento ficou mais concentrado no topo? Uma coisa é certa: 2026 vai ser um draft histórico, mas por motivos que ninguém esperava.