Tag: Draft NBA 2026

  • Top 25 do Draft 2026: AJ Dybantsa é realmente o cara?

    Top 25 do Draft 2026: AJ Dybantsa é realmente o cara?

    Cara, já começou a loucura do Draft 2026! O Washington Wizards tirou a sorte grande na loteria e vai escolher primeiro, seguido por Utah Jazz, Memphis Grizzlies e Chicago Bulls. E agora todo mundo quer saber: quem são os monstros que vão mudar a NBA nos próximos anos?

    Olha, eu acompanho esses garotos desde o ensino médio, e posso dizer que essa classe é ABSURDA. O nome que todo mundo conhece é o AJ Dybantsa, mas tem muito talento escondido nessa lista que pode surpreender.

    Os Três Primeiros Colocados

    AJ Dybantsa (BYU) tá no topo, e sinceramente? Faz sentido. O cara tem 2,06m, joga de ala, e simplesmente resolve qualquer situação na quadra. Aos 19 anos, já mostra uma maturidade absurda no jogo.

    Cameron Boozer (Duke) vem logo atrás. Filho do Carlos Boozer, esse garoto de 2,06m herdou muito do pai – e talvez até melhorou a receita. Só tem 18 anos e já joga como veterano.

    Darryn Peterson (Kansas) completa o top 3. Armador de 1,96m que simplesmente não erra quando a coisa aperta. O Bill Self deve estar babando com esse moleque na universidade.

    As Revelações que Ninguém Tá Falando

    Agora vem a parte interessante: quem são os caras que vão fazer os GMs se arrependerem de não ter pescado antes?

    Caleb Wilson (North Carolina) na quarta posição me chama atenção. Pivô de 2,08m que joga com uma elegância que lembra muito o Tim Duncan jovem. Roy Williams deve estar se divertindo nos treinos.

    E tem o Aday Mara (Michigan) na 11ª posição – um gigante de 2,21m vindo da Espanha. Cara, esse tipo de jogador europeu sempre me deixa curioso. Lembram do que aconteceu com o Porzingis?

    Kingston Flemings (Houston) também merece destaque. Armador de 1,93m que tem aquele jogo moderno que a NBA adora: arremessa de qualquer lugar e ainda distribui como ninguém.

    Minha Análise Pessoal

    Olhando essa lista, uma coisa me chama atenção: a quantidade de jogadores altos que sabem fazer de tudo. Antigamente, pivô ficava no garrafão e pronto. Hoje esses caras de 2,06m, 2,08m jogam como alas e ainda acertam de três pontos.

    Outra coisa interessante é a diversidade internacional. Além do Mara da Espanha, tem o Hannes Steinbach da Alemanha e o Karim Lopez que tá jogando na Austrália. A NBA realmente virou global mesmo.

    E aí, quem vocês acham que vai ser a maior surpresa? Eu tenho uma teoria de que algum desses caras do meio da lista vai explodir e todo mundo vai falar “como ninguém viu isso vindo?”

    O combine em Chicago vai ser crucial. É lá que a galera vai ver quem realmente aguenta a pressão e tem o físico pra NBA. Alguns nomes podem subir muito na lista depois dessas medições e scrimmages.

    Uma coisa é certa: 2026 promete ser um dos drafts mais equilibrados dos últimos anos. Não tem um LeBron óbvio no topo, mas tem muito talento distribuído. Isso significa que times que escolhem mais pro final da loteria podem pescar jogadores incríveis.

  • AJ Dybantsa é o favorito na 1ª posição do Draft 2026

    AJ Dybantsa é o favorito na 1ª posição do Draft 2026

    O Draft de 2026 da NBA já tem cara de definido no topo, pessoal. Washington Wizards conquistou a primeira escolha geral pela primeira vez desde 2010, e AJ Dybantsa, o fenômeno de BYU, é praticamente unanimidade para ser o número 1 segundo a ESPN.

    E olha que a estratégia dos Wizards foi… digamos, questionável. Eles trouxeram Trae Young e Anthony Davis no deadline (duas estrelas veteranas) e depois perderam 26 dos últimos 27 jogos para garantir uma boa posição no lottery. Tank descarado? Com certeza. Mas funcionou.

    O Top 4 tá interessante demais

    Utah Jazz ficou com a segunda pick — a mais alta desde 2011 — e deve escolher Darryn Peterson, armador do Kansas. Cara, esse Peterson tem tudo pra ser especial, um combo guard que sabe distribuir e finalizar.

    Memphis conseguiu a terceira posição (tinham só 9,4% de chance de ficar no top 3), e vão de Cameron Boozer, pivô do Duke. Filho do Carlos Boozer, né? Genética boa não mente.

    Chicago completou o top 4 com apenas 20% de probabilidade e deve pegar Caleb Wilson, de North Carolina. Ala-pivô sólido que pode ajudar muito os Bulls.

    Uma curiosidade: Indiana perdeu sua pick protegida para o Los Angeles Clippers, que ficaram com a quinta posição. Pra franquia que não tem controle total das próprias escolhas até 2030, foi um presente dos céus.

    Dybantsa é diferenciado mesmo?

    Sinceramente, acho que sim. O garoto de BYU tem 2,06m, joga de ala-armador, e tem um feeling absurdo para o jogo. Lembra um pouco o estilo de jogo do Kevin Durant — não que vá ser o KD, mas a versatilidade tá lá.

    Washington não termina uma temporada com aproveitamento positivo desde 2017-18. Será que Dybantsa consegue mudar isso? Eu tenho minhas dúvidas a curto prazo, mas o potencial é inegável.

    E vocês, acham que esses calouros vão conseguir impactar logo de cara ou vão precisar de tempo? O draft combine começa hoje em Chicago, então logo mais vamos ter mais informações sobre o condicionamento físico da galera.

    Uma coisa é certa: a classe de 2026 promete bastante. Vários nomes interessantes espalhados pela primeira rodada, incluindo alguns internacionais que podem surpreender.

  • Wizards pescam a 1ª pick do Draft 2026 – e agora, quem vem?

    Wizards pescam a 1ª pick do Draft 2026 – e agora, quem vem?

    Galera, aconteceu o sorteio do Draft de 2026 e os Washington Wizards levaram a melhor! Com 14% de chance (as melhores odds), eles conseguiram a primeira escolha geral. Sinceramente? Era meio que esperado, mas sempre fica aquela tensão até saírem as bolinhas, né?

    O Jazz ficou com a segunda pick, seguido pelos Grizzlies em terceiro e os Bulls fechando o top 4. Uma coisa interessante: os Pacers eram a quinta escolha, mas vão ter que mandar ela pro Clippers por causa daquela troca do Ivica Zubac no deadline. Imagina a dor de cabeça…

    AJ Dybantsa ou não AJ Dybantsa? Eis a questão

    Todo mundo tá falando que as quatro primeiras picks vão ser alguma combinação de AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson. O Dybantsa, inclusive, já ultrapassou o Peterson na maioria dos mock drafts que eu acompanho. O garoto é simplesmente um monstro.

    O engraçado é que o Jazz era o time mais conectado com o Dybantsa. Agora eles ficaram na segunda posição — será que os Wizards vão mesmo com ele na primeira? Olha, considerando que Washington fez aquelas trocas malucas pelo Trae Young e pelo Anthony Davis essa temporada, eles podem estar pensando em alguém que se encaixe melhor no sistema.

    Draft com profundidade absurda

    Uma coisa que tá me empolgando nesse draft é a profundidade, principalmente nos armadores. Temos Darius Acuff Jr., Keaton Wagler, Kingston Flemings, Mikel Brown Jr. e Brayden Burries. É armador bom que não acaba mais!

    Vocês acham que os Wizards vão mesmo com o consensus número 1, ou será que eles podem surpreender? Com Young e Davis no elenco, talvez procurem um ala ou pivô que complemente melhor o time.

    O resultado completo ficou assim: Wizards, Jazz, Grizzlies, Bulls, Clippers (via Pacers), Nets, Kings, Hawks, Mavs, Bucks, Warriors, Thunder (via Clippers), Heat e Hornets fechando a loteria.

    Agora é esperar até junho pra ver se os scouts acertaram ou se vamos ter mais uma daquelas surpresas que só o draft da NBA sabe proporcionar. Uma coisa é certa: 2026 promete ser um ano interessante pra galera que tá começando a carreira na liga!

  • Suns de olho em Barnes e Wade: será que vale a pena?

    Suns de olho em Barnes e Wade: será que vale a pena?

    Olha só, mal acabou a temporada e os Suns já estão mexendo os pauzinhos para 2026-27. E as primeiras especulações? Harrison Barnes do San Antonio e Dean Wade do Cleveland. Dois caras que, sinceramente, me deixam com sentimentos bem divididos.

    Segundo o Brett Siegel da Clutch Points, Phoenix já tá de olho nesses dois ala-pivôs que sabem esticar a quadra. E faz sentido, né? Os Suns precisam de peças que consigam arremessar de 3 e não sejam um buraco negro ofensivo.

    Barnes aos 34: experiência ou peso morto?

    O Harrison Barnes vai fazer 34 anos na próxima temporada. Treze anos de NBA nas costas, ganhou $19 milhões ano passado. Cara experiente, sabe jogar, mas… poxa, 34 anos é 34 anos.

    San Antonio tem os Bird rights dele, mas convenhamos — com toda essa molecada que eles têm (Wembanyama e cia), gastar pesado no Barnes não faz muito sentido pra eles. Então ele deve estar disponível mesmo.

    A questão é: quanto vale um cara de 34 anos que arremessou 38.8% de 3 nessa temporada? Se for pelo mínimo veterano, beleza. Mais que isso? Aí já fico com o pé atrás.

    Wade: a opção mais interessante

    Agora o Dean Wade… esse me chama mais atenção. 29 anos, seis temporadas todas no Cleveland, terminando um contrato de três anos por $18.5 milhões. Os Cavs estão acima do segundo apron (aquela zona perigosa da folha salarial), então podem ter que fazer escolhas difíceis.

    Wade converteu 36.2% das tentativas de 3 pontos nessa temporada. Não é um monstro, mas é sólido. E o mais importante: tem 29 anos, não 34. Ainda tem lenha pra queimar.

    Se os Suns se livrarem do Grayson Allen ou do Royce O’Neale (ou dos dois), aí sim Wade vira uma opção bem atrativa. Você ganha tamanho e mantém a capacidade de arremesso.

    A real da situação

    Vamos ser honestos aqui: Phoenix não vai fazer splash nenhum nessa offseason. Não tem como. Eles vão trabalhar nas bordas, mexendo peça por peça, tentando melhorar o que dá.

    E é aí que esses dois caras se encaixam. São complementos. Jogadores que podem ajudar saindo do banco, fazendo alguns jogos como titular quando precisar. A questão é: eles topam esse papel?

    Porque se eles quiserem garantias de titularidade — tipo o que o Tyus Jones queria quando veio pra cá — aí os Suns têm que passar longe. Rasheer Fleming tá ali esperando a oportunidade dele na posição 4. Não faz sentido bloquear o moleque com veterano da era Bush.

    E aí, o que vocês acham? Wade vale a aposta ou é melhor apostar na molecada mesmo? E o Barnes, se vier barato, pode agregar ou já era?

  • Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Peterson revela o que causou as cãibras que quase destruíram sua temporada

    Cara, que história maluca essa do Darryn Peterson. O garoto que todo mundo esperava ser o número 1 do Draft de 2026 quase teve a temporada inteira arruinada por… creatina demais. Sim, você leu certo.

    Peterson finalmente abriu o jogo sobre o que aconteceu na temporada dele em Kansas. E olha, a parada foi séria mesmo. O moleque disse que “achou que ia morrer na maca naquele dia” depois de ter cãibras no corpo todo durante o treino físico de pré-temporada dos Jayhawks.

    A parada foi feia mesmo

    Imagina a cena: o cara que todo mundo tava esperando para dominar o college basketball de repente não consegue nem ficar em pé. Peterson contou que as cãibras começaram nas pernas e se espalharam pelo corpo todo – teve que ir pro hospital tomar soro na veia.

    “Consegui chegar na sala de fisioterapia e comecei a implorar pra eles ligarem pro 911”, disse ele. “Eles tentavam encontrar uma veia pra colocar o soro, me rehidratar. Mas eu tava com cãibra tão forte que não conseguiam achar veia nenhuma.”

    Monstro, né? E o pior: isso aconteceu 11 vezes durante a temporada. Onze! O garoto perdeu 11 jogos por causa disso.

    O mistério finalmente resolvido

    Durante a temporada toda, ninguém sabia direito o que tava rolando. Privacidade médica e tal, né? Mas agora Peterson revelou tudo: depois de fazer uns exames mais detalhados no final da temporada, descobriram que o nível de creatina dele no sangue tava nas alturas.

    O problema é que o Peterson nunca tinha usado creatina antes de chegar na faculdade. Mas quando chegou em Kansas, começou a tomar as doses que o pessoal indicava – só que o organismo dele já tinha creatina naturalmente elevada. Resultado? Overdose do suplemento.

    Sinceramente, isso me fez pensar: quantos talentos a gente não vê sendo desperdiçados por falta de um acompanhamento médico mais detalhado? O cara podia ter jogado a carreira fora por causa de um suplemento que metade da galera toma sem nem pestanejar.

    E agora, ainda vai ser número 1?

    A pergunta que não quer calar: depois de uma temporada tão conturbada, Peterson ainda tem chance de ser a primeira escolha do Draft?

    Olha, na minha opinião, tem sim. O talento continua lá, e agora que descobriram a causa do problema (e que aparentemente se resolve parando de tomar creatina), os times da NBA vão ficar bem mais tranquilos. Claro que o AJ Dybantsa do BYU tá na frente agora, mas basquete é imprevisível.

    Peterson voltou a treinar em Los Angeles se preparando pro Draft Combine e disse que não teve mais nenhum episódio de cãibra desde que parou com a creatina. Isso é um bom sinal, né?

    E aí, vocês acham que essa explicação vai ser suficiente pra convencer os times da NBA? Ou será que a temporada irregular pesou demais na avaliação dele?

  • Dybantsa pode não ser pick 1? Especulações bombásticas do Draft 2026

    Dybantsa pode não ser pick 1? Especulações bombásticas do Draft 2026

    Mano, que reviravolta pode ter nesse Draft de 2026. Todo mundo achava que AJ Dybantsa era garantido como primeira escolha geral, mas agora tá rolando uns papos que podem mudar tudo. Darryn Peterson voltando às conversas? Cameron Boozer subindo? E o Caleb Wilson dando uma de surpresa? Olha, eu não esperava essa movimentação toda não.

    A real é que esse grupo de calouros foi absurdo mesmo. Dybantsa pode ter passado Peterson na corrida pela primeira posição, mas o Peterson continua sendo um monstro quando tá 100%. Lembram do confronto direto entre BYU e Kansas? Peterson meteu 18 pontos só no primeiro tempo contra o Dybantsa. Foi de dar calafrio.

    Peterson ainda pode surpreender

    Sinceramente, acho que o Peterson tá sendo subestimado por causa das lesões em Kansas. Mas quando o cara tava saudável? Destruía todo mundo. O problema é que disponibilidade também é habilidade, como dizem por aí. Mas imagina se ele tivesse jogado a temporada toda sem problemas — será que ainda estaríamos falando do Dybantsa como certeza?

    Brooklyn Nets e Sacramento Kings são os times que mais fazem sentido pra apostar no Peterson. Os dois estão numa reconstrução total e precisam de alguém com teto altíssimo. E convenhamos, um armador com o físico e arremesso do Peterson é coisa rara mesmo.

    Boozer pode meter a quebrada no top 2

    Cameron Boozer, cara… O maluco foi jogador do ano no basquete universitário e tem o histórico de vitórias mais absurdo do basquete colegial moderno. Isso conta pra caramba na hora H. Executivos adoram jogadores que sabem vencer, e ninguém venceu mais que o Boozer.

    E aí, vocês acham que algum time tem coragem de deixar o Dybantsa passar? Porque na minha visão, se rolar uma surpresa no Draft, vai ser justamente por isso — tem executivo que valoriza mais experiência vencedora que potencial puro.

    Caleb Wilson também tá no radar dos primeiros picks. O moleque cresceu muito durante a temporada e pode ser aquela surpresa que todo ano acontece no top 3.

    Loteria vai definir tudo

    O mais louco é que tudo depende de quem ganha a loteria domingo. Cada franquia tem sua filosofia — umas preferem o potencial máximo, outras querem o cara mais seguro, e tem aquelas que valorizam fit cultural.

    Dybantsa continua sendo o favorito, mas essa ideia de que todos os 30 times o escolheriam em primeiro… sei não, viu. Basquete é muito mais complexo que isso. Tem medical, entrevista, workout, química com o técnico — um monte de variável que pode mudar tudo.

    Uma coisa é certa: esse Draft de 2026 vai ser eletrizante. Depois de anos meio mornos, finalmente temos uma classe com profundidade e talento de sobra. Quem vocês acham que vai com a primeira pick?

  • Knicks só perdem pra si mesmos no Leste – time é monstro demais

    Knicks só perdem pra si mesmos no Leste – time é monstro demais

    Cara, eu tô vendo os Knicks jogarem agora e é impossível não ficar empolgado. Esse time é um absurdo. Mas ao mesmo tempo… é frustrante pra caramba. Por quê? Porque literalmente a única coisa que pode parar esses caras no Leste são eles mesmos.

    A cena que mais me marca do jogo contra o Sixers é essa: segundo quarto, Karl-Anthony Towns sentado no banco com a toalha na cabeça, balançando negativamente. Cara em foul trouble de novo. Aí no terceiro quarto ele volta destruindo tudo – não errava um arremesso, fazendo assistência, enterrando bola de 3. E então… quarta falta. Banco outra vez.

    O paradoxo dos Knicks 2026

    É exatamente isso que define esse time. Eles acabaram de bater o recorde histórico da NBA – ganharam quatro jogos de playoffs seguidos por uma diferença combinada de 135 pontos. Cento e trinta e cinco! Nunca ninguém fez isso na história da liga.

    E não para por aí. Foram também o primeiro time da história a ganhar três jogos consecutivos de playoffs por 25+ pontos de diferença. Ou seja: quando esses caras decidem jogar bola, ninguém segura.

    O elenco é perfeito no papel. Towns virou um point-center que é uma loucura de assistir. Jalen Brunson segue sendo aquele monstro clutch que a gente conhece. E a defesa? OG Anunoby, Mikal Bridges e Josh Hart formam um trio que simplesmente não deixa ninguém respirar no perímetro.

    Mas aí vem o “mas”…

    O problema é que eles cometem faltas demais. Muitas mesmo. No jogo contra o Sixers, até os 5:47 do segundo quarto, New York já tinha 5 faltas de equipe – colocando Philly no bonus. Os Sixers? Zero faltas até então. Zero!

    E tem outro ponto: às vezes a bola empaca nas mãos do Brunson nos momentos decisivos. Não que ele seja ruim – muito pelo contrário. Mas o ataque fica meio previsível quando deveria estar fluindo.

    Mesmo assim, olha que loucura: com todas essas faltas bobas, eles foram pro intervalo perdendo só de um ponto. No segundo tempo se ajeitaram, jogaram mais esperto, e fecharam o jogo 108-102.

    Towns terminou com 20 pontos em apenas 8 arremessos (acertou 6), quase fez o terceiro triple-double dos playoffs com 10 rebotes e 7 assistências. Brunson liderou com 26 pontos, Anunoby meteu 24.

    A real sobre esse time

    Sinceramente? Esse é o melhor time dos Knicks em 25 anos. E olha que eu já vi muita coisa. Eles têm tudo pra quebrar o jejum de 52 anos sem título – mas só se pararem de se sabotar com essas faltas bobas.

    Agora a série vai pra Philadelphia, onde o Joel Embiid pode voltar. Mas cara, do jeito que os Knicks estão jogando quando não se atrapalham… eu tô começando a sonhar alto mesmo.

    E vocês, acham que eles conseguem manter esse nível sem se prejudicar tanto? Porque se conseguirem, esse título tá mais perto do que imaginamos.

  • LeBron aos 41 anos humilha Houston e mostra que ainda é monstro

    LeBron aos 41 anos humilha Houston e mostra que ainda é monstro

    Cara, eu sei que o LeBron não precisa mais provar nada pra ninguém. 23 temporadas na NBA, recordes quebrados, quatro anéis… O cara já cimentou o lugar dele na história. Mas ontem à noite, vendo ele comandar os Lakers contra o Houston numa eliminatória, eu tive que parar e reconhecer: esse maluco ainda é um fenômeno.

    Os Lakers entraram como zebra gigante nessa série — cotação de +425 contra os Rockets. Tecnicamente foi a maior zebra da carreira do LeBron. E olha que não era pra ser fácil mesmo: sem o Luka Dončić a série inteira, sem o Austin Reaves até os dois últimos jogos. Basicamente perderam 57 pontos e 34 assistências por jogo. É como tirar o motor do carro e ainda assim ganhar a corrida.

    Quando a idade vira experiência pura

    Sinceramente? Eu não esperava que um LeBron de 41 anos conseguisse carregar esse time nas costas. Durante a temporada regular, ele até tinha diminuído o protagonismo, deixando o Luka comandar mais. Mas quando a coisa apertou, o Chosen One simplesmente disse ‘deixa comigo’ e reinventou o time inteiro em três semanas.

    E o mais impressionante: fez isso contra um Houston que ganhou 52 jogos na temporada. Claro, os Rockets também estavam machucados, mas aí que tá a diferença gritante entre as duas franquias.

    Lakers improvisaram, Rockets afundaram

    Houston perdeu o Fred VanVleet antes mesmo da temporada começar. Nunca conseguiram se adaptar. Perderam o Steven Adams em janeiro. Continuaram patinando. Tinham tempo, tinham recursos, tinham picks de draft sobrando, tinham jovens talentosos querendo mais minutos.

    Os Lakers? Pegaram sobras de outros times. O Marcus Smart e o Deandre Ayton foram dispensados pelos times anteriores. O Luke Kennard tá no quinto time da carreira. Até o Bronny James todo mundo falava que foi nepotismo puro.

    Mas sabe qual foi a diferença real? LeBron James pegou esses caras e transformou num time de verdade. Em semanas. Enquanto Houston teve meses pra se reinventar e não conseguiu.

    Olha, eu não vou fingir que isso muda alguma coisa no debate LeBron vs Jordan — essa discussão já tá decidida na cabeça de cada um há anos. Mas ver um cara de 41 anos fazendo isso? Pô, é de arrepiar. E vocês, acham que ele ainda tem mais uma dessas no tanque?

  • Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Arizona domina convites pro Draft: 6 ex-jogadores na mira da NBA

    Olha, quando eu vi essa lista do Draft Combine da NBA, quase cuspi o café. Arizona com SEIS ex-jogadores convidados? Isso é coisa de programa universitário sério mesmo.

    Os veteranos Tobe Awaka e Jaden Bradley conseguiram o convite, junto com os calouros Brayden Burries e Koa Peat. Mas o que me impressiona é que ainda tem Kylan Boswell (que foi pra Illinois) e Henri Veesaar (que acabou em North Carolina) na lista. Seis caras de um programa só — isso não é coincidência, é trabalho bem feito.

    O Draft Combine é praticamente um ‘passa ou repassa’

    Pra quem não sabe, ser convidado pro Combine (que rola de 10 a 17 de maio em Chicago) é tipo receber um selo de ‘você tem chance real de ser draftado’. São só 73 jogadores no total, então estar ali já significa que os scouts da NBA tão de olho.

    Ano passado só o Carter Bryant tinha ligação com Arizona e foi convidado. E olha no que deu: 14ª escolha geral pro San Antonio Spurs. Nada mal, né?

    O Bradley, aliás, já passou por esse processo antes. Declarou pro Draft ano passado, mas voltou pra Arizona pra temporada senior. Agora tá de volta tentando de novo — e sinceramente acho que dessa vez ele não volta.

    Koa Peat pode surpreender (ou não)

    Tem uma informação interessante sobre o Koa Peat. Os scouts da ESPN acham que ele pode acabar voltando pra faculdade, mesmo sendo projetado como escolha do final da primeira rodada. Cara, se eu fosse ele, ficava maluco com essa indecisão.

    Final da primeira rodada significa contrato garantido de vários milhões. Voltar pra faculdade é apostar que vai melhorar a posição no Draft seguinte — e isso nem sempre acontece. Quantos jogadores já se ferraram fazendo essa aposta?

    O prazo pra desistir do Draft e voltar pra faculdade é 27 de maio. Vai ser interessante ver quantos desses caras vão realmente seguir em frente.

    Ah, e tem um que ficou de fora: Anthony Dell’Orso. O cara provavelmente vai jogar na Austrália, que é de onde ele veio mesmo. Às vezes é melhor assim do que ficar forçando uma barra que não vai rolar.

    E aí, vocês acham que Arizona vai ter quantos jogadores draftados esse ano? Eu chuto pelo menos três ou quatro. Esse programa tá numa fase monstro mesmo.

  • Malachi Moreno no mock draft da ESPN — vai sair mesmo de Kentucky?

    Malachi Moreno no mock draft da ESPN — vai sair mesmo de Kentucky?

    Olha, eu não esperava ver o nome do Malachi Moreno aparecendo nos mock drafts da ESPN tão cedo, mas aqui estamos. O cara de Kentucky foi projetado como 43ª escolha geral para o Brooklyn Nets no mais novo mock draft de 2026 do Jeremy Woo.

    Quando o Moreno anunciou que ia testar as águas da NBA, todo mundo pensou: “Ah, é só pra ver o nível mesmo, vai voltar pra faculdade”. Mas parece que o estoque dele na liga tá mais alto do que a gente imaginava.

    Segunda rodada é tentador?

    Posição 43 significa segunda rodada, longe de uma garantia financeira da primeira rodada. Mas se você é um jovem de 19 anos e alguém te fala que você pode ser uma das 60 escolhas do draft… cara, isso mexe com a cabeça de qualquer um, né?

    O que me chama atenção é que, dos outros Wildcats da temporada passada, só o Jayden Quaintance apareceu — e olha só, 15ª posição geral pro Chicago Bulls. Nada mal! O Ugonna Onyenso também foi mencionado, mas ele já tinha transferido pra Virginia e foi projetado lá na 50ª posição pro Toronto Raptors.

    A jogada inteligente seria ficar

    Sinceramente? Acho que o Moreno devia ficar mais um ano em Kentucky. O draft de 2027 tá bem mais fraco que este de 2026, então um salto de qualidade na segunda temporada dele poderia facilmente colocar o garoto na primeira rodada.

    Imagina só: em vez de ser uma escolha duvidosa na segunda rodada, ele poderia virar uma pick garantida na primeira. Faz muito mais sentido financeiramente e pro desenvolvimento da carreira.

    Mas né, a cabeça de um jovem atleta é complicada. Se ele se sentir confiante que vai estar entre os 60 escolhidos, pode rolar de ele dar o salto mesmo.

    Vocês acham que ele aguenta mais um ano de college ou a tentação da NBA é forte demais? O NBA Combine tá marcado pra maio (dias 10-17) em Chicago, e se ele for convidado, aí a conversa muda de figura completamente.