Tag: Draft NBA 2026

  • Apenas 71 jogadores se inscreveram no Draft 2026 — menor número desde 2003!

    Apenas 71 jogadores se inscreveram no Draft 2026 — menor número desde 2003!

    Cara, vocês viram essa? Apenas 71 jogadores se inscreveram como early entrants no Draft da NBA de 2026. Setenta e um! É o menor número desde 2003, gente. Pra vocês terem ideia da diferença: no ano passado foram 106, e em 2021 chegou a absurdos 363 caras.

    O nome que mais chamou atenção foi Alijah Arenas, da USC. Filho do Gilbert Arenas — lembram dele? O cara que fazia aquelas jogadas insanas no Washington? Pois é, o filho decidiu testar as águas do Draft sem fazer muito alarde.

    O drama do Arenas Jr.

    Olha, a história do Alijah não é simples não. O garoto era top 10 no ranking de calouros de 2025, mas aí veio a bad luck: acidente de carro na primavera passada, depois uma lesão no joelho que precisou de cirurgia. Resultado? Perdeu os primeiros dois meses da temporada 2025-26.

    Agora ele tá rankeado como 39º melhor prospecto pelo CBS Sports. Não é ruim, mas também não é aquela coisa toda. Se ele ficar no Draft, provavelmente vai ser escolhido no segundo dia — e sinceramente, eu acho que seria melhor ele voltar pra USC pra se recuperar 100% e mostrar seu potencial real.

    O interessante é que ele não entrou no portal de transferências da NCAA. Então as opções dele são claras: fica no Draft ou volta pra USC pro segundo ano. Meio all-in, né?

    Por que tão poucos se inscreveram?

    Essa queda brutal nos números tem tudo a ver com o NIL (Name, Image, Likeness). Desde que começou em 2021, os jogadores universitários podem ganhar uma grana boa mesmo ficando na faculdade. Não precisa mais se desesperar pra ir pro Draft cedo.

    E olha, tem uns nomes pesados que esperaram até o último minuto pra se inscrever: Cameron Boozer (Duke), AJ Dybantsa (BYU) e Darryn Peterson (Kansas). Qualquer um desses três pode ser a primeira escolha geral. Monstros do basquete.

    Mas também tem uma galera que pode muito bem voltar pra faculdade, tipo o próprio Arenas, Amari Allen do Alabama, e Tyler Tanner do Vanderbilt.

    E aí, vocês acham que essa tendência de menos early entrants é boa pro basquete universitário? Eu sinceramente acho que sim — os caras ficam mais tempo desenvolvendo, a NCAA fica mais competitiva, todo mundo ganha.

    Só lembrando: eles têm até 27 de maio pras 23h59 pra desistir do Draft e manter a elegibilidade universitária. Aposto que vamos ver alguns nomes voltando atrás. O negócio é jogar certinho mesmo.

  • AJ Dybantsa vai pro Draft! Provável número 1 em 2026

    AJ Dybantsa vai pro Draft! Provável número 1 em 2026

    Galera, aconteceu o que todo mundo já esperava: AJ Dybantsa declarou para o Draft da NBA de 2026! O cara simplesmente dominou a temporada freshman na BYU e agora vai tentar a sorte na liga.

    E olha, não é qualquer tentativa não. Os caras estão falando que ele é o favorito absoluto para ser a primeira escolha geral do Draft. Primeira escolha, mano! Isso significa que provavelmente algum time vai fazer de tudo para ter a pior campanha da liga só para ter a chance de draftar esse monstro.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo. Em 35 jogos na temporada. Cara, isso é absurdo para um calouro! E ainda jogou mais de 34 minutos por partida — praticamente foi o motor da BYU o tempo todo.

    O reconhecimento veio na forma de prêmios também. Foi selecionado para o First Team All-American (aquela seleção dos melhores do país) e ainda levou o troféu de Calouro do Ano da Big 12. Sinceramente, não dava para ser diferente com esses números.

    Ultrapassou a concorrência

    O mais interessante é que os scouts da NBA estão colocando ele à frente do Darryn Peterson no ranking. Aparentemente, o Dybantsa tem um “floor” mais alto — ou seja, o pior cenário dele ainda é muito bom. É essa segurança que as franquias procuram na primeira escolha.

    Vocês acham que ele realmente tem potencial para ser um craque na NBA ou é só mais um caso de hype exagerado? Porque uma coisa é dominar no college, outra é enfrentar LeBron, Durant e companhia…

    De qualquer forma, 2026 ainda está longe, mas já dá para ir acompanhando esse nome. Se continuar nesse ritmo, pode ser que a gente tenha mais um jovem fenômeno chegando na liga!

  • Jazz anuncia Summer League em SLC e pode ser show de calouros top

    Jazz anuncia Summer League em SLC e pode ser show de calouros top

    Galera, saiu a confirmação oficial: Utah Jazz vai sediar a Summer League de Salt Lake City em 2026 de novo! E olha, pelo que tô vendo, essa edição tem tudo pra ser especial mesmo.

    O formato continua o mesmo: quatro times, seis jogos no total. Quem vai participar? Jazz (óbvio), Atlanta Hawks, Memphis Grizzlies e Oklahoma City Thunder. A parada vai rolar no Jon M. Huntsman Center, da Universidade de Utah, nos dias 4, 6 e 7 de julho.

    Por que pode ser histórica?

    Cara, vou ser sincero com vocês – raramente vi uma Summer League com tanto potencial pra ser absurda. Três dos quatro times (Jazz, Hawks e Grizzlies) tão brigando pelos primeiros picks do draft. E o Thunder? Mesmo sendo time bom, eles têm a escolha dos Clippers, que é a 12ª posição.

    Imaginem só: se o Jazz conseguir uma das primeiras escolhas no sorteio do dia 10 de maio, a gente pode ver Ace Bailey jogando de novo (ele provavelmente vai estar por lá) ao lado de outro calouro top. Isso seria monstruoso!

    Detalhes práticos que importam

    Os ingressos vão à venda em maio no site SLCSummerLeague.com. E uma curiosidade: pela segunda vez consecutiva, o evento vai ser na universidade porque o Delta Center tá em reforma. Sinceramente? Acho até melhor – o ambiente universitário pode ficar mais intimista e barulhento.

    Vocês acham que essa Summer League vai ser diferenciada mesmo ou é só expectativa de fã? Porque na minha opinião, com esses times todos potencialmente recheados de calouros top, pode ser uma das melhores que já vimos por lá.

  • Suns só têm uma escolha no Draft 2026 – vai dar liga?

    Suns só têm uma escolha no Draft 2026 – vai dar liga?

    Olha, vou ser sincero: quando vi que o Phoenix Suns vai ter apenas UMA escolha no Draft de 2026, bateu aquela sensação estranha. Uma pick só? E ainda por cima a 47ª? Cara, isso é basicamente pescar no final do segundo round.

    Mas calma aí. Antes de sair falando mal, vamos lembrar que essa diretoria do Suns tem um histórico interessante nas escolhas tardias. Oso Ighodaro (40ª pick), Rasheer Fleming (31ª) e Koby Brea (41ª) — todos vieram do segundo round e têm mostrado serviço. Coincidência? Acho que não.

    O quebra-cabeça das picks do Suns

    A situação é meio confusa mesmo. Originalmente, Phoenix tinha mais escolhas, mas olha só onde elas foram parar:

    A 16ª pick? Foi pro Memphis via Orlando. A 48ª? Tá nas mãos do Dallas. Sobrou só a 47ª, que veio numa negociação maluca envolvendo Philadelphia, Houston e Oklahoma City. Essas trocas da NBA são um labirinto, né não?

    Brian Gregory e a diretoria têm sido bem ativos no mercado de Draft nos últimos anos. Lembro que no ano passado eles foram agressivos pra buscar jogadores que encaixavam no perfil deles. E funcionou.

    A estratégia pode ser subir no Draft

    Sinceramente? Não me surpreenderia nada se os Suns tentassem trocar essa 47ª pick mais algum ativo pra subir no Draft. Eles têm mostrado que não têm medo de ser agressivos quando veem um cara que querem.

    O novo formato do Draft também pode favorecer esse tipo de movimento. Se algum jogador “NBA-ready” escorregar até o segundo round — tipo o que aconteceu com Rasheer Fleming —, pode apostar que Phoenix vai tentar dar o bote.

    E vocês, acham que uma pick só é suficiente pra um time que ainda tenta se manter competitivo? Ou será que vem negociação por aí?

    Uma coisa eu sei: essa diretoria tem mostrado que não importa onde você é escolhido, mas sim como você é desenvolvido. E nisso, Phoenix tem feito um trabalho interessante.

  • Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Vocês sabiam que mesmo depois do fim da temporada regular, ainda rolam uns pegas no draft da NBA? Pois é, e aconteceu uma coisa interessante com os Bucks que pode fazer diferença na loteria de maio.

    A parada é a seguinte: quando times terminam com o mesmo número de vitórias e derrotas, a liga faz um sorteio pra decidir quem fica com as melhores chances no draft. E ontem rolou exatamente isso entre Pelicans e Mavericks, que empataram com o sétimo pior recorde da temporada.

    Por que isso importa pros Bucks?

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio complicada, não vou mentir). Lá em 2020, quando os Bucks trocaram o Jrue Holiday, eles deram pros Pelicans o direito de trocar picks de primeira rodada em 2026. Só que no verão passado, New Orleans passou esse direito pros Hawks. Ou seja: se a pick dos Pelicans ou dos Bucks acabar melhor colocada, Atlanta fica com ela.

    E adivinha só? Os Pelicans ganharam o cara ou coroa contra Dallas e ficaram com a sétima posição na loteria. Isso significa 29,3% de chance de cair no top 4, contra 28,9% que teriam se perdessem o sorteio.

    “Mas espera aí, isso não é bom pros Bucks?”, você deve tá pensando. Calma que eu explico.

    A matemática cruel da troca de picks

    Por causa dessa troca, Milwaukee tá numa situação bem chatinha. Eles têm apenas 3,7% de chance real de subir pro top 4 – bem longe dos 13,9% que aparecem na tabela oficial. E o pior: zero chance de ganhar a primeira pick geral. Se isso acontecer, o pick vai automaticamente pros Hawks.

    Sinceramente, essa troca do Jrue tá doendo até hoje. O cara ajudou os Bucks a ganhar o título em 2021, mas o preço foi salgado demais.

    O lado bom da história

    Mas nem tudo são flores ruins. Com os Pelicans na sétima posição, Milwaukee ganhou uma pequena chance de draftar na oitava posição – coisa que não seria possível se New Orleans tivesse perdido o sorteio.

    É uma diferença pequena, mas hey, no draft da NBA qualquer vantagem conta. E quem sabe? Basketball é um esporte de surpresas. Lembram quando os Cavs ganharam a loteria em 2014 com apenas 1,7% de chance?

    O que vocês acham: os Bucks conseguem pelo menos uma surpresinha positiva nessa loteria, ou vão mesmo ficar na décima posição? Eu tô torcendo pra pelo menos subirem umas casas – esse time precisa de sangue novo urgente.

  • Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Draft 2026: Wizards, Pacers e Nets brigam pela primeira escolha

    Cara, o Draft de 2026 tá prometendo ser ABSURDO. E olha só que situação interessante: três times dividindo as melhores chances (14% cada) de fisgarem a primeira escolha – Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets. É quase como se fosse um jogo de cara ou coroa triplo, só que com milhões de dólares em jogo.

    Sinceramente? Não lembro de ver uma loteria tão equilibrada assim no topo. Normalmente tem sempre aquele azarão que disparou na frente por ser muito ruim mesmo, mas dessa vez a coisa tá bem distribuída.

    A profundidade histórica da classe 2026

    Os scouts estão falando que essa turma de 2026 é uma das mais profundas da história recente. Sabe aqueles anos em que você pega um cara na 25ª escolha e ele vira All-Star? Pois é, pode ser um desses anos. E isso deixa a galera ainda mais nervosa porque qualquer posição no top 14 pode render um jogadoraço.

    O Utah Jazz e Sacramento Kings vêm logo atrás com 11,5% de chance cada um. Imagina o Kings finalmente acertando uma escolha alta depois de tanto sofrimento? Os fãs de Sacramento merecem, viu.

    Mas aqui que fica interessante: lembram do que aconteceu com o Dallas no ano passado? Eles tinham apenas 1,8% de chance e pescaram a primeira escolha. Então qualquer time entre os 14 pode sonhar alto, inclusive o Charlotte Hornets que fecha a lista com míseros 0,5%.

    As trocas que mudaram tudo

    Uma coisa que me chama atenção é a quantidade de picks trocados. O Atlanta Hawks tem a 7ª escolha (que era do New Orleans), o Oklahoma City Thunder aparece com a 12ª (via Clippers), e por aí vai. É impressionante como alguns GMs pensam anos à frente enquanto outros vivem só o presente.

    O Thunder, aliás, continua colecionando escolhas como se fosse cartinha do álbum da Copa. Eles têm picks na primeira E segunda rodada vindos de outras franquias. Sam Presti é um monstro mesmo.

    E vocês viram que o Chicago Bulls aparece duas vezes na primeira rodada? Têm a 9ª própria e a 15ª que veio do Portland. Pode ser a chance de ouro pra eles reconstruírem depois de anos meio perdidos.

    O que vem por aí

    A loteria acontece no dia 10 de maio, e eu já tô ansioso pra ver a cara dos dirigentes quando as bolinhas saírem. Sempre tem aquela cara de poker tentando disfarçar o desespero, né?

    Uma coisa é certa: com essa profundidade toda da classe 2026, até quem pegar lá na 20ª posição pode sair ganhando. Mas óbvio que todo mundo quer estar entre os primeiros. Afinal, quanto mais cedo você escolhe, maior a chance de pegar aquela peça que vai mudar sua franquia pros próximos 10 anos.

    E aí, quem vocês acham que vai dar sorte na loteria? Eu tenho um palpite de que um azarão vai surpreender, igual aconteceu com Dallas. Esses negócios de porcentagem às vezes não significam nada quando as bolas começam a rolar.

  • Kingston Flemings vai pro Draft: calouro monstro de Houston fez história

    Kingston Flemings vai pro Draft: calouro monstro de Houston fez história

    Cara, eu não esperava que fosse acontecer tão rápido, mas Kingston Flemings oficialmente declarou pro Draft da NBA de 2026. E olha, sinceramente? Era questão de tempo mesmo.

    O cara teve uma temporada ABSURDA em Houston. 16.1 pontos, 5.2 assistências e ainda 38.7% dos três pontos como calouro. Isso mesmo, calouro. O maluco simplesmente fez a melhor temporada de um freshman na história dos Cougars. Não é pouca coisa não.

    Aquela noite contra Texas Tech que mudou tudo

    Vocês lembram daquela partida em janeiro? Flemings meteu 42 pontos contra Texas Tech numa derrota por 90-86. Quarenta e dois! Eu tava assistindo e não acreditava no que tava vendo. Foi ali que o país inteiro percebeu que tinha um monstro jogando em Houston.

    “Entrando nesta temporada, eu queria ser um dos melhores calouros e acho que provei isso”, disse Flemings. E provou mesmo, viu. O cara foi selecionado para o segundo time All-American — algo que poucos calouros conseguem.

    Kelvin Sampson e a escola Houston de basquete

    Uma parada que me chama atenção é como Flemings credita seu desenvolvimento ao sistema de Houston. O cara falou que Sampson foi o técnico perfeito pra ele, e olha, faz sentido. Houston sempre teve essa pegada mais dura, mais física.

    “Se você quer vencer, se quer se tornar um homem melhor, um jogador melhor, escolha Houston. Não vai ser fácil, mas todo dia você entra aqui tentando melhorar”, disse o garoto.

    E realmente, os números não mentem. Flemings pode ser o jogador mais bem selecionado no Draft da era Sampson em Houston. Atualmente quem tem esse recorde é Jarace Walker, que foi a 8ª escolha em 2023. Mas Flemings? O cara tá projetado no top-5.

    Só pra ter uma noção do que isso significa: Houston teve só quatro jogadores draftados sob Sampson, mesmo com todo o sucesso recente (sete Sweet 16 e duas Final Fours desde 2019). Flemings claramente tem o maior teto de todos eles.

    Próximos passos: se preparando pros tubarões da NBA

    Agora vem a parte séria. Flemings já sabe no que precisa trabalhar: arremesso de três, floater e principalmente o controle de bola. Ele quer driblar mais baixo e mais apertado pra aguentar a pressão dos defensores da NBA.

    “Acho que sou apenas um vencedor e alguém com quem os companheiros gostam de jogar”, disse sobre o que leva pra próxima fase. E essa mentalidade de Houston, essa garra, vai fazer diferença na NBA.

    E aí, vocês acham que ele consegue se manter no top-5? Pra mim, o garoto tem tudo pra ser especial. Aquela performance de 42 pontos não foi sorte — foi só uma amostra do que tá por vir.

  • Braylon Mullins fica em UConn – decisão inteligente ou perdeu o timing?

    Braylon Mullins fica em UConn – decisão inteligente ou perdeu o timing?

    Braylon Mullins decidiu ficar mais um ano em UConn ao invés de se declarar para o Draft da NBA de 2025. E sinceramente? Acho que foi a decisão certa, mesmo que parte de mim quisesse ver o garoto testando as águas da liga.

    O cara estava sendo cotado como uma das principais promessas para sair mais cedo – a ESPN colocou ele na 17ª posição da lista dos Top 100 prospects. Ou seja, tinha tudo pra ser escolhido entre o final da loteria e meio da primeira rodada. Não é pouca coisa pra um calouro.

    Os números da temporada de estreia

    Como freshman, Mullins jogou 33 partidas pelos Huskies e teve médias bem sólidas: 12 pontos e 3.5 rebotes por jogo. Pra um garoto de 1,98m que ainda tá se adaptando ao ritmo universitário, são números que mostram potencial absurdo.

    Mas olha só – ficar mais um ano pode ser jogada de mestre. O Draft de 2027 tá sendo visto como mais fraco que o de 2026, então com uma segunda temporada forte em Connecticut, ele pode subir muito no ranking e garantir uma posição ainda melhor.

    A estratégia por trás da decisão

    UConn não é qualquer programa, né? É uma máquina de formar jogadores pra NBA. Ficar lá significa desenvolver ainda mais o jogo, ganhar mais experiência e chegar na liga com muito mais bagagem.

    Claro que sempre existe o risco de lesão ou de ter uma temporada ruim, mas pra um jogador do talento dele, apostar em si mesmo faz todo sentido. E vocês, acham que ele tomou a decisão certa ou deveria ter tentado a sorte no Draft deste ano?

    Uma coisa é certa: vamos acompanhar de perto essa segunda temporada dele. Se mantiver a evolução, pode ser um dos nomes mais quentes pro Draft de 2027.

  • Alex Condon adia NBA e volta pra Florida: decisão inteligente?

    Alex Condon adia NBA e volta pra Florida: decisão inteligente?

    Olha, eu sinceramente não esperava essa. Alex Condon, o gigante australiano de 2,11m do Florida, resolveu adiar o sonho NBA e voltar pra mais uma temporada universitária. E cara, pode ser uma das decisões mais inteligentes que eu vi ultimamente.

    O moleque claramente sabe onde está pisando. Com apenas 17% nos arremessos de 3 pontos na temporada passada (9 de 53 tentativas), ele entendeu que precisa trabalhar mais essa parte do jogo antes de se aventurar no draft. Pra um cara de 2,11m que quer jogar na NBA moderna, não tem como fugir do arremesso de longa distância.

    Um elenco que promete dar trabalho

    E não é só o Condon que ficou. Florida conseguiu manter sete jogadores do time campeão de 2025 — sim, aquele time que conquistou o título nacional. Boogie Fland (armador), Urban Klavzar (ala-armador) e mais uma galera decidiu apostar em mais um ano juntos.

    Agora, a grande incógnita fica por conta de Thomas Haugh. O cara foi o cestinha do time e todo mundo fala que é uma escolha garantida na loteria do draft. Será que ele também vai resistir ao chamado da NBA? Essa decisão pode definir se Florida vai brigar de novo pelo título ou não.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Condon fez uma temporada sólida como junior, com médias de 15.1 pontos, 7.5 rebotes e 3.6 assistências. Liderou o time em tocos (48) — coisa que eu esperava de um grandalhão desse nível. Mas também liderou em turnovers (83), e teve oito jogos com pelo menos 4 erros de ataque. Aí é complicado.

    Na minha visão, mais um ano na faculdade pode ser o que ele precisa pra chegar na NBA como uma escolha de primeira rodada, talvez até na loteria. Porque vamos combinar: big man que sabe tocar o jogo, distribui assistência E consegue acertar de 3? Isso vale ouro no mercado atual.

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa? Ou ele deveria ter se arriscado no draft mesmo com essas limitações no arremesso?

  • Caleb Wilson se declara pro Draft — vai dar certo?

    Caleb Wilson se declara pro Draft — vai dar certo?

    Gente, finalmente aconteceu. Caleb Wilson oficializou hoje que tá indo pro Draft da NBA, e olha… eu tô com sentimentos mistos sobre isso.

    O cara fez um vídeo todo bonitinho agradecendo North Carolina, falando que foi uma honra usar a camisa 8 dos Tar Heels e que sempre deu o máximo. Bonito, né? Mas vamos aos fatos aqui.

    Os números são monstros, mas…

    Wilson teve médias absurdas na temporada de calouro: 19.8 pontos e 9.4 rebotes por jogo. Pra um freshman, isso é coisa de outro planeta mesmo. O problema? O cara simplesmente não conseguiu ficar inteiro.

    Primeiro quebrou um osso da mão esquerda. Beleza, lesão acontece. Mas aí, quando voltou, quebrou o polegar direito num treino SEM CONTATO. Cara, sem contato! Que azar é esse?

    E agora a ESPN tá projetando ele como 4ª escolha geral. Quarta! Com uma temporada cortada pela metade por duas lesões diferentes.

    Aposta arriscada pra times da NBA

    Olha, eu entendo o hype. Wilson tem 2,08m, é atlético pra caramba e mostrou que pode pontuar de várias formas. Mas me digam uma coisa: vocês drafcariam um cara que teve duas lesões em ossos diferentes na mesma temporada?

    Na minha visão, ele deveria ter ficado mais um ano em Chapel Hill. Trabalhar na força física, provar que consegue ficar saudável uma temporada inteira, desenvolver mais o jogo exterior. Mas né, quando a ESPN te coloca no top 5, é difícil resistir.

    O draft tá cada vez mais jovem mesmo. Esses caras saem direto do ensino médio achando que vão dominar a liga. Alguns conseguem — olha o Paolo Banchero ano passado. Outros… bem, a lista de bustos é longa.

    E aí, vai dar liga?

    Sinceramente? Wilson tem potencial pra ser especial. O físico tá lá, o instinto pra marcar pontos também. Mas NBA é outro nível de intensidade física, e se o cara já se machuca em treino de faculdade…

    Vai ser interessante ver qual time vai apostar nele no top 5. Provavelmente alguém que acredita mais no potencial do que no histórico de lesões. E torço pra que dê certo — o garoto merece.

    Só espero que ele tenha um bom círculo ao redor dele e trabalhe pesado na preparação física. Porque talento ele tem de sobra.