Tag: Draft NBA 2026

  • AJ Dybantsa: o monstro que pode revolucionar o Utah Jazz no Draft 2026

    AJ Dybantsa: o monstro que pode revolucionar o Utah Jazz no Draft 2026

    Olha, vou falar uma coisa que pode soar exagerado, mas não é: AJ Dybantsa é simplesmente o prospect mais completo que eu vi em muito tempo. E quando eu falo muito tempo, estou falando de gerações mesmo.

    O cara saiu de BYU como líder de pontuação da NCAA sendo apenas um calouro — 25 pontos por jogo, gente! Vocês conseguem dimensionar o absurdo que isso representa? Ser o cestinha da NCAA no primeiro ano é coisa de monstro mesmo.

    Por que ele é tão especial?

    Sinceramente, é mais fácil falar o que ele NÃO tem do que listar suas qualidades. Dybantsa tem físico de veterano da NBA, pode jogar em múltiplas posições, tem facilidade para criar jogadas e ainda por cima é eficiente nos arremessos. Na minha visão, essa temporada inteira foi só um aquecimento para ele — tipo um Giannis jovem se preparando para dominar a liga.

    A única crítica real que consigo fazer é na defesa. Mas olha, considerando que ele carregou praticamente sozinho o ataque dos Cougars (ainda mais depois que Richie Saunders se machucou), eu até perdoo. E mesmo assim, ele não foi ruim defensivamente — só ficou um pouco abaixo da média da liga.

    Eu sempre disse: quando você tem um talento desses, você pega e pergunta depois.

    O encaixe perfeito no Jazz

    Se eu fosse o Danny Ainge, estaria babando por esse garoto. O Utah Jazz tem a segunda escolha do Draft e, cara, pode ser que seja o suficiente para pescar o Dybantsa. Os Wizards ainda não bateram o martelo na primeira escolha, então quem sabe?

    Com Keyonte George se consolidando na armação (6.1 assistências por jogo na reta final da temporada passada — monstro!), falta exatamente um ala-armador de elite. E é aí que o Dybantsa se encaixa como uma luva.

    Imagina só um quinteto com George, Dybantsa, Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler? Eu fico arrepiado só de pensar. Ou então, se resolverem apostar no Ace Bailey como titular e trocar o Markkanen por mais picks… cara, as possibilidades são infinitas.

    O mais legal do Dybantsa é a versatilidade. Pode jogar desde armador até ala-pivô em situações específicas. Will Hardy vai ter um baú de opções táticas nas mãos.

    E aí, vocês acham que o Jazz tem chance real de pescar esse fenômeno? Ou os Wizards vão fazer a escolha óbvia e pegar ele em primeiro?

  • Brown no 2º Time All-NBA: temporada monstro sem Tatum

    Brown no 2º Time All-NBA: temporada monstro sem Tatum

    Cara, que temporada o Jaylen Brown fez! Segundo Time All-NBA pela segunda vez na carreira, e olha que mereceu cada voto. Com o Tatum machucado até março, o Brown simplesmente assumiu o protagonismo em Boston e mostrou do que é capaz.

    28.7 pontos, 6.9 rebotes e 5.1 assistências por jogo. Números de estrela absoluta. E não é só estatística não — o cara carregou os Celtics nas costas pra um record de 56-26 e a 2ª colocação no Leste. Numa temporada que todo mundo esperava ser de transição, ele fez questão de provar que Boston continua relevante.

    O time que ninguém esperava

    Sabe o que mais me impressiona? Brown dividir esse Segundo Time com caras como Kevin Durant, Kawhi Leonard, Jalen Brunson e Donovan Mitchell. Companhia de primeira, né? O Primeiro Time ficou com os monstros: Shai, Luka, Cade Cunningham, Wembanyama e Jokić.

    Brown foi o cara que mais recebeu votos no Segundo Time — e ainda terminou em 6º no MVP. Quatro votos em quarto lugar, sete em quinto. Nada mal pra quem muita gente ainda vê como “apenas” o segundo melhor dos Celtics.

    Futuro incerto em Boston?

    Mas aí que vem o drama. Mesmo depois dessa temporada absurda — que o próprio Brown chamou de sua “favorita” em 10 anos de NBA — o futuro dele em Boston tá longe de garantido.

    Os rumores ligando os Celtics ao Giannis são cada vez mais fortes, e convenhamos: qualquer troca pelo Greek Freak provavelmente incluiria o Brown saindo de Boston. É meio irônico, né? O cara faz a temporada da vida e ainda assim pode ter que fazer as malas.

    Durante uma live na Twitch (porque é assim que os jogadores se comunicam hoje em dia), Brown foi bem direto: “Eu amo Boston. E se dependesse de mim, eu jogaria em Boston pelos próximos 10 anos”.

    Sinceramente? Espero que dê certo. Depois de uma performance dessas, seria sacanagem demais os Celtics mandarem ele embora. O que vocês acham — Brown merece ficar em Boston ou vocês topam a troca pelo Giannis?

  • Hawks querem renovar com CJ McCollum e buscar armador no Draft

    Hawks querem renovar com CJ McCollum e buscar armador no Draft

    Olha, depois da bomba que foi a troca do Trae Young na temporada passada, o Atlanta Hawks ainda tá tentando reorganizar a casa na posição de armador. E uma das peças principais desse quebra-cabeça é renovar com CJ McCollum — que chegou justamente naquela negociação polêmica.

    McCollum jogou 41 partidas na temporada regular pelos Hawks, sendo titular em 25 delas. Nada mal para alguém que chegou no meio da temporada, né? E nos playoffs, quando a coisa apertou, ele foi titular em todos os seis jogos da primeira rodada. Isso mostra que Frank Vogel confia no cara.

    A busca por mais profundidade no Draft

    Mas mesmo com McCollum no elenco (se renovar, claro), Atlanta não quer parar por aí. Os caras tão de olho no Draft de 2026 para buscar mais opções no garrafão e na armação. E olha que posição boa eles têm — a oitava escolha geral, que veio daquela troca com o New Orleans Pelicans.

    Entre os armadores que podem estar disponíveis quando os Hawks escolherem, os nomes que mais chamam atenção são Keaton Wagler, Mikel Brown Jr., Darius Acuff Jr., e Kingston Flemings. Sinceramente, não conheço muito o trabalho desses caras ainda, mas estar na mira de uma franquia da NBA já é um baita sinal.

    Plano B: investir no garrafão

    Agora, se todos esses armadores já tiverem saído quando chegar a vez de Atlanta — que é bem possível, porque armador bom sempre some rápido no Draft — eles têm um plano B interessante. A ideia seria buscar altura e draftar o pivô Aday Mara.

    Faz sentido, né? Se não conseguir resolver a armação no Draft, pelo menos fortalecer o garrafão nunca é demais. E com McCollum renovado, eles teriam mais tempo para desenvolver essa nova peça.

    Vocês acham que CJ McCollum aceita ficar mais uma temporada em Atlanta? O cara já provou que tem bola para ajudar esse time a brigar por vaga nos playoffs.

  • Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Cooper Flagg domina All-Rookie Team 2026 – que temporada!

    Gente, saiu o All-Rookie First Team da temporada 2025-26 e não teve surpresa no comando: Cooper Flagg dos Mavericks liderou a galera toda. O cara que já tinha levado o prêmio de Rookie of the Year obviamente não podia ficar de fora dessa.

    Junto com o fenômeno dos Mavs, vieram mais quatro monstros: Cedric Coward (Grizzlies), VJ Edgecombe (Sixers), Dylan Harper (Spurs) e Kon Knueppel (Hornets). Cara, que safra absurda de rookies foi essa!

    Flagg mostrou por que foi primeira escolha

    O número 1 do draft de 2025 realmente botou pra quebrar em Dallas. Mesmo com o time não chegando nos playoffs — o que deve ter doído pra caramba —, o garoto fechou a temporada com médias de 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Aproveitamento de 46.8% nos arremessos de quadra, mas aquele arremesso de 3 ainda precisa melhorar (29.5%).

    Sinceramente? Pra um rookie carregar tanto peso ofensivo logo de cara, esses números são surreais. E olha que ele só tem 19 anos ainda!

    As outras pérolas da safra

    Agora, Cedric Coward foi a grande surpresa pra mim. Ninguém esperava que ele ia explodir assim em Memphis — 13.6 pontos, 5.9 rebotes e 2.8 assistências em 62 jogos. O Grizzlies sempre teve bom olho pra achar diamante bruto.

    VJ Edgecombe encaixou que nem uma luva no backcourt da Filadélfia ao lado do Tyrese Maxey. E Dylan Harper? Meu amigo, jogar de shooting guard com Victor Wembanyama do seu lado deve ser um sonho — e ele aproveitou cada oportunidade em San Antonio.

    Mas quem quase roubou a parada foi Kon Knueppel. O cara ficou em segundo no ROY, perdendo só pro ex-companheiro de Duke, o próprio Flagg. Todo mundo achava que ele ia ser só um 3&D básico, mas o garoto surpreendeu: 18.5 pontos, 5.3 rebotes, 3.4 assistências com 47.5% de aproveitamento geral e 42.5% de 3. Que evolução!

    E aí, vocês acham que essa vai ser lembrada como uma das melhores safras de rookies da década? Pra mim, com certeza absoluta. Imagina esses caras daqui a uns 3-4 anos — vai ser uma guerra no Oeste e no Leste!

  • AJ Dybantsa não é garantido como 1ª escolha no Draft 2026

    AJ Dybantsa não é garantido como 1ª escolha no Draft 2026

    Olha, eu sempre achei que o Draft de 2026 ia ser meio bagunçado, mas a situação tá mais confusa do que eu imaginava. AJ Dybantsa, que todo mundo colocava como certo pro número 1 dos Wizards, não é mais consenso entre as franquias da liga.

    Diferente de outros anos onde você tinha aquele prospecto que se destacava quilômetros dos demais, 2026 tá uma briga de foice. Dybantsa, Darryn Peterson, Cam Boozer e Caleb Wilson — qualquer um desses quatro pode ser argumentado como a primeira escolha. E isso deixa tudo muito mais interessante (e imprevisível).

    A temporada freshman mudou tudo

    Durante suas temporadas de freshman, Dybantsa acabou passando Peterson como a “escolha mais segura” para o topo do draft. Mas segura mesmo? Sinceramente, acho que essa palavra nem existe quando se trata de jovens de 18 anos.

    O que mais me chama atenção é como essa falta de consenso pode mexer com as trocas. Se não tem um cara óbvio pro número 1, as equipes vão ficar muito mais dispostas a negociar posições dentro desse top 4. E isso pode render umas movimentações bem interessantes na offseason.

    Utah Jazz na espreita

    A situação fica ainda mais tempestuosa com o Utah Jazz rondando. Ryan Smith, dono do Jazz, tem uma ligação forte com o programa de BYU, que é onde Dybantsa brilha. A conexão é óbvia demais pra ser ignorada.

    Os caras podem muito bem fazer uma proposta pros Wizards pra subir da 2ª posição pra primeira. Mas olha, eles também podem simplesmente ficar quietos na segunda posição e pegar either Dybantsa ou Peterson — qualquer um dos dois seria um baita negócio.

    E tem mais: Peterson encaixaria que nem luva no frontcourt atual do Utah, com Lauri Markkanen, Jaren Jackson Jr. e Walker Kessler. Faz muito sentido do ponto de vista de fit.

    Vocês acham que Washington vai mesmo segurar a primeira escolha, ou vão acabar negociando? Porque na minha opinião, com tantas opções boas disponíveis, pode ser mais inteligente acumular assets do que apostar todas as fichas num prospecto só.

  • Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Mock Draft 6.0: 18 jogadores podem voltar pra faculdade e virar o jogo

    Cara, que bagunça que tá esse Draft 2026. Acabei de ver os números do Combine e sinceramente? Nunca vi nada igual. Dezoito jogadores do meu top 60 estão pensando seriamente em voltar pra faculdade. Dezoito!

    A culpa é toda desse NIL (Name, Image, Likeness) que mudou completamente as regras do jogo. Agora os caras sabem exatamente quantos milhões estão esperando eles de volta no campus — e pra muitos, essa grana supera tranquilamente o que rola nas picks do final da primeira rodada ou segunda rodada.

    Os nomes que podem dar o pé na jaca

    E olha, não são jogadores qualquer não. Estamos falando de gente como Morez Johnson (Michigan), Koa Peat (Arizona) e Meleek Thomas (Arkansas). Tem também Flory Bidunga (Louisville), Milan Momcilovic (Iowa State) e Matt Able (North Carolina).

    O prazo pra decidir é 27 de maio. Podem ser dois voltando, podem ser quinze. Ninguém sabe — e isso tá deixando os GMs malucos.

    Mas vamos ao que interessa: meu Mock Draft 6.0 baseado no que rolou em Chicago.

    Top 2: Washington e Utah definem o tom

    1. Washington Wizards – AJ Dybantsa (BYU, 2,06m, ala)
    Monstro. Simplesmente isso. O cara tem 2,06m e joga como um armador — entra no garrafão quando quer, cozinha no meio da quadra, arranca falta fácil. O presidente Michael Winger até falou em trocar a pick, mas olha… nos últimos 46 anos só três vezes alguém trocou a primeira escolha pra ficar na loteria. É muito raro mesmo.

    Em Washington ele vai ter menos pressão jogando com veteranos como Trae Young e Anthony Davis. E o futuro? Sarr já mostra que pode ser um pivô dos dois lados da quadra. Tem Kyshawn George, Tre Johnson, Will Riley, Bilal Coulibaly… mas nenhum deles tem teto de superestrela como o Dybantsa.

    2. Utah Jazz – Darryn Peterson (Kansas, 1,96m, armador)
    Desde que o Jazz conseguiu a segunda pick, todo mundo fala se eles vão tentar trocar com Washington pelo Dybantsa — que jogou no Utah Prep e depois BYU, universidade que tem ligação histórica com a franquia. Mas talvez prefiram ficar com Peterson mesmo.

    E cara, Peterson é pura elegância. Controle corporal absurdo, tamanho ideal pra posição, consegue penetrar e criar pra todo mundo. No ensino médio era um show de criatividade.

    Vocês acham que esses caras todos vão mesmo voltar pra faculdade? Porque se voltarem, vai ser uma reviravolta histórica nesse Draft. E olha que a loteria ainda tá recheada de talento até a pick 18, 19… Depois disso que vai sentir o baque.

    Enfim, ainda tem mais de uma semana pra galera decidir. Mas uma coisa é certa: esse Draft 2026 vai entrar pra história, seja pelo talento ou pela quantidade de gente que deu meia volta.

  • Por que os Spurs vão dar trabalho pro Thunder nas Finais de 2026

    Por que os Spurs vão dar trabalho pro Thunder nas Finais de 2026

    Olha, eu sei que pode parecer loucura falar disso agora, mas vocês já pararam pra pensar no que pode rolar nas Finais do Oeste em 2026? Thunder x Spurs. Shai Gilgeous-Alexander contra Victor Wembanyama. Cara, só de imaginar essa matchup eu já fico arrepiado.

    Sinceramente? Acho que todo mundo tá subestimando San Antonio. Todo mundo olha pro OKC como os grandes favoritos — afinal, são os atuais campeões da NBA e têm uma das equipes mais completas que já vi. Mas o Wemby tá construindo algo especial lá no Texas, e o elenco ao redor dele pode ser justamente o X da questão.

    O athleticism dos Spurs é subestimado

    A galera foca muito no Wembanyama (e com razão, o cara é um monstro), mas esquece que San Antonio tem um dos elencos mais atléticos da liga. De’Aaron Fox chegou lá e mudou completamente a dinâmica ofensiva. Stephon Castle tá se desenvolvendo num ritmo absurdo. Dylan Harper saindo do banco? O cara pode decidir qualquer jogo.

    E aqui vai uma parada que poucos perceberam: nos playoffs de 2025 contra o Timberwolves, os Spurs mostraram que conseguem parar estrelas. A defesa deles foi simplesmente brutal, e isso contra um dos ataques mais letais da NBA. Imagina isso aplicado contra o Thunder?

    O Thunder é incrível, não tem como negar. Shai é provavelmente o melhor armador da liga, Chet Holmgren e Jalen Williams formam uma dupla que dá pesadelo em qualquer adversário. Mas existe uma coisa que pode complicar: eles dependem muito do Shai para criar as jogadas ofensivas.

    A estratégia que pode funcionar

    Lembram do que os Lakers fizeram recentemente? JJ Redick bolou uma defesa focada em “qualquer um menos o Shai”. Obviamente não funcionou porque LA não tinha atletismo nem firepower ofensivo sem o Luka. Mas agora imagina os Spurs aplicando a mesma estratégia?

    Com Fox na armação, Wemby controlando o garrafão e um banco profundo que inclui Harper, eles têm todas as ferramentas que os Lakers não tinham. Conseguem trocar de marcação rapidamente, têm altura pra incomodar os arremessos de 3 do Thunder, e — o mais importante — têm várias opções ofensivas.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem dar esse susto? Eu tô começando a acreditar que 2026 pode ser o ano que ninguém espera. O Thunder vai continuar sendo favorito, mas San Antonio tem tudo pra transformar essas Finais do Oeste numa série épica.

    Na minha opinião, se o Wemby mantiver o nível absurdo que mostrou nos playoffs passados e o Fox continuar jogando como um All-Star, essa série vai pra sete jogos. E numa série de sete jogos, qualquer coisa pode acontecer.

  • Dois ex-Mountain West tentam vaga na NBA: um brilhou, outro…

    Dois ex-Mountain West tentam vaga na NBA: um brilhou, outro…

    Olha só, o Draft de 2026 tá chegando (menos de seis semanas!) e dois caras que jogaram na Mountain West Conference tentaram mostrar serviço no G-League combine em Chicago. A pergunta que fica é: será que conseguiram chamar atenção dos scouts?

    Vou ser sincero com vocês — quando vejo esses combines, sempre fico curioso pra saber quem vai conseguir pular da obscuridade pra uma chance real na NBA. E olhando esses dois, MJ Collins da Utah State e Jaden Henley da Grand Canyon, dá pra ver perfis bem diferentes.

    MJ Collins: números impressionantes, jogo nem tanto

    O Collins é um cara que sabe testar bem, isso eu tenho que dar o braço a torcer. O armador teve o quarto melhor salto vertical parado (82 cm!), terceiro melhor salto máximo (praticamente 1 metro) e nono melhor tempo no shuttle drill entre os 44 participantes. Isso é coisa de monstro atlético.

    Nos treinos de arremesso, o maluco acertou 24 dos 30 mid-range pull-ups. Vinte e quatro de trinta! Na moral, isso é porcentagem de quem sabe onde fica a cesta. No drill dos três pontos teve uns números confusos (26 de 25 — claramente erro de digitação), mas pelo visto mandou bem.

    O problema? Nos jogos foi uma decepção. Apenas 5 pontos em chutes livres, errou os três arremessos de quadra que tentou. E isso que importa no final das contas, né? Jogar basquete de verdade, não só testar bem.

    Jaden Henley: o oposto completo

    Já o Henley foi exatamente o contrário — não impressionou nos testes, mas quando botaram uma bola na mão dele… aí sim a coisa mudou de figura.

    Quinze pontos em 20 minutos, liderando o time dele, pegando 8 rebotes. O cara foi uma máquina de destruição lá dentro, jogando com aquela intensidade que a gente ama ver. Problema? Continua errando muito do perímetro.

    Na faculdade, o maluco arremessou apenas 30,7% dos três pontos em quatro temporadas. Na Grand Canyon então, foi ainda pior: 26,8%. No combine não melhorou — só acertou 9 tiros no star drill, um dos piores números entre todos os participantes.

    Sinceramente? Henley tem aquele perfil de jogador que pode dar certo como role player defensivo, mas precisa URGENTEMENTE desenvolver o arremesso. Sem isso, vai ficar sempre naquela de “quase”.

    E aí, pessoal — vocês acham que algum desses dois consegue pelo menos um contrato de two-way? Collins com os números físicos impressionantes ou Henley com a intensidade no jogo real?

    Na minha visão, os dois provavelmente vão ficar como agentes livres não draftados, mas Henley tem mais chance de conseguir uma oportunidade justamente por mostrar que sabe jogar quando importa. Números de teste são bonitos, mas basquete se joga é na quadra mesmo.

  • Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Draft 2026 já tem cara nova: AJ Dybantsa segue firme no topo

    Olha, o Combine da NBA sempre mexe com a cabeça dos scouts — e 2026 não foi diferente. Depois de uma semana intensa em Chicago, alguns nomes subiram na minha lista pessoal e outros… bom, vamos dizer que deram uma escorregada.

    AJ Dybantsa continua sendo o consenso absoluto para a primeira escolha. O moleque de 19 anos, com 2,06m, simplesmente não dá brecha pra discussão. Jogando em BYU, ele mostrou que tem tudo pra ser aquela estrela que muda franquia — coisa rara de ver.

    O top 4 tá definido (mas a ordem não)

    Por mais que todo mundo concorde nos quatro primeiros nomes, a ordem ainda é uma bagunça gostosa. Darryn Peterson (Kansas) pode muito bem roubar a segunda posição do Utah Jazz. O cara é um armador de 1,96m que joga como veterano — me lembra muito o Jason Tatum quando era calouro, sabe?

    Cameron Boozer em terceiro no Memphis faz todo sentido. Filho do Carlos Boozer, o garoto tem basquete no DNA e mostrou em Duke que sabe jogar o jogo moderno. Mas confesso que Caleb Wilson (North Carolina) no quarto lugar me surpreendeu um pouco. Um pivô de 2,08m que sabe se movimentar assim… é raro mesmo.

    E vocês viram como o Combine mudou algumas posições? Keaton Wagler subiu pra quinta posição no Clippers, e eu to achando que pode subir ainda mais. O moleque de Illinois tem aquele perfil ala moderno que todo técnico quer hoje em dia.

    A revolução dos armadores

    Uma coisa que me chamou atenção foi a quantidade de guards nas primeiras 15 escolhas. Darius Acuff Jr. (Arkansas), Mikel Brown Jr. (Louisville), Kingston Flemings (Houston)… cara, essa geração de armadores é diferenciada.

    Mikel Brown Jr. especialmente me impressiona — 20 anos, 1,96m, e aquela maturidade que você só vê em caras que passaram tempo suficiente no college. Às vezes vale mais a pena pegar o veterano do que apostar no talento bruto, não acham?

    O mais louco é que alguns desses caras podem até voltar pra faculdade por causa do NIL (aqueles contratos de patrocínio no college). Imagina você sendo projetado pro final da primeira rodada e tendo a chance de fazer uma grana boa ficando mais um ano na universidade…

    As surpresas que ninguém esperava

    Aday Mara no Warriors me pegou de surpresa total. Um espanhol de 2,21m no Golden State? Steve Kerr deve estar planejando algo muito diferente. Lembram quando pegaram o Wiseman? Será que aprenderam a lição?

    E o Oklahoma City com duas escolhas no top 15? Sam Presti continua colecionando picks como se fosse Pokémon. Yaxel Lendeborg e Chric Cenac Jr. podem muito bem virar peças importantes naquele time que já tá armado pra dominar por anos.

    Uma coisa é certa: esse draft de 2026 tem cara de ser especial. A profundidade é absurda e tem talento pra todo lado. Agora é esperar pra ver quem vai acertar nas escolhas e quem vai se arrepender depois…

    O que vocês acham? AJ Dybantsa realmente merece ser consenso no topo ou tem alguém que pode roubar a primeira posição até junho?

  • Cara de pau! Prospect da NBA coloca Curry de reserva no time ideal

    Cara de pau! Prospect da NBA coloca Curry de reserva no time ideal

    Olha, eu já vi muito jovem cheio de si no basquete, mas o AJ Dybantsa conseguiu me surpreender. O garoto que é cotado como número 1 do Draft de 2026 montou seu quinteto ideal da NBA atual e… bem, digamos que ele não teve papas na língua.

    Na combine de Chicago essa semana, Dybantsa soltou essa pérola: “LeBron de armador, Jokić no garrafão, eu na ala, Durant de ala-pivô e o Steph Curry de escolta — mas ele tá lá só pra arremessar de 3”.

    Só pra arremessar de 3? Cara, o Curry revolucionou o basquete moderno! O moleque falou como se o Chef fosse um Eric Gordon da vida, entende?

    A lógica meio torta do garoto

    Tá, vou ser justo com o Dybantsa. Tecnicamente, faz sentido você botar o LeBron organizando — o cara sempre foi um armador natural de 2,06m. E convenhamos, num time hipotético você quer a bola nas mãos do cara com mais QI de basquete da história, né?

    Mas reduzir o Curry a um “specialist” é de doer o coração. O homem tem duas MVPs, revolucionou o jogo e ainda por cima é clutch pra caramba. Sinceramente acho que o jovem AJ ainda não entendeu completamente o que torna o Steph especial.

    Um time cheio de problemas

    Agora vamos falar sério — esse quinteto seria um pesadelo defensivo. LeBron com 41 anos, Curry com 38, Durant com 37… O garoto Dybantsa seria praticamente um personal trainer tentando segurar a galera veterana em quadra!

    E outra: vocês conseguem imaginar o ego desse time? Cinco caras acostumados a ser a primeira opção ofensiva? Seria um reality show melhor que qualquer coisa da Netflix.

    O mais engraçado é que o Dybantsa se colocou de titular no meio desses monstros todos. A confiança é admirável, mas cara… humildade também é uma virtude, sabe?

    E aí, o que vocês acham? O moleque tem razão ou foi apenas mais um caso de prospect se achando o tal antes mesmo de pisar na NBA? Uma coisa é certa: ele vai precisar provar muito em quadra pra justificar esse papo todo!