Tag: Draft NBA 2026

  • Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Cameron Boozer pode ser a 2ª escolha do Draft – E o Indiana já tá de olho

    Olha só, pessoal. O March Madness acabou e já tô aqui pensando no Draft de 2026. E tem um cara que não sai da minha cabeça: Cameron Boozer, de Duke. Filho do Carlos Boozer (lembram dele no Jazz e Bulls?), o garoto simplesmente dominou a NCAA nessa temporada.

    22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.2 assistências por jogo. Com 56% nos arremessos de quadra e — pasmem — quase 41% das bolas de três. Esses números são de outro mundo para um calouro, gente.

    Indiana Pacers já escolheu o seu futuro?

    Segundo as projeções mais recentes, Cameron deve ser a segunda escolha geral do Draft, indo direto pro Indiana Pacers. E faz todo sentido, na minha opinião. O time já tem Pascal Siakam e Ivica Zubac no garrafão, e o Boozer encaixaria que nem uma luva nesse esquema.

    O cara foi eleito jogador do ano da ACC — não é brincadeira não. E diferente de alguns calouros que são só hype, Cameron mostrou consistência o ano todo. Duke chegou no Sweet 16 antes de perder de forma dramática, mas o moleque provou que sabe jogar nos momentos importantes.

    Jake Fischer, que é insider da NBA e entende do riscado, já falou que os times rivais acreditam que Boozer seria a “escolha preferida” do Pacers por causa do encaixe perfeito que ele teria no elenco atual.

    Não é só talento, é mentalidade vencedora

    Sinceramente? O que mais me impressiona no Cameron não são só os números (que são absurdos). É a cabeça do garoto. Ele ganhou múltiplos campeonatos no ensino médio e chegou em Duke já sabendo o que é pressão.

    Não é aquele tipo de jogador que vai te dar 10 highlights no SportsCenter, mas é o cara que vai te dar 20 pontos e 10 rebotes toda noite. Consistência. E convenhamos — quantos calouros conseguem manter esse nível durante uma temporada inteira?

    Vocês acham que ele realmente tem cara de segunda escolha geral? Eu tô começando a achar que sim. Com esse físico (é um forward completo de 2,03m) e essa mentalidade, o moleque tem tudo pra ser uma peça fundamental na NBA.

    O Draft de 2026 promete ser interessante, mas Cameron Boozer já garantiu o nome na conversa dos primeiros picks. E olha que ainda nem completou 20 anos. Monstro.

  • Peterson pode ser pick 3 no Draft – Brooklyn aposta no craque do Kansas

    Peterson pode ser pick 3 no Draft – Brooklyn aposta no craque do Kansas

    Olha, eu não sei vocês, mas estou completamente viciado nessas projeções de Draft. E o nome que mais me chama atenção agora é o de Darryn Peterson, do Kansas.

    O garoto de 19 anos está sendo cotado para ir na terceira posição geral para o Brooklyn Nets no Draft de 2026. E cara, faz todo sentido.

    Os números não mentem

    Peterson fechou a temporada com médias absurdas: 19,8 pontos por jogo, 4,4 rebotes e 44,2% nos arremessos de quadra. Mas o que mais me impressiona? Os 38,4% nas bolas de três. Para um cara que tinha uma usage rate altíssima no Kansas, manter essa eficiência é coisa de monstro.

    Sinceramente, eu acho que ele ainda é o jogador mais talentoso dessa classe toda de Draft. Sim, ele não é mais aquela aposta certeira para número 1 que era antes – teve umas inconsistências e uns problemas com lesão que assustaram os scouts. Mas talento puro? Poucos têm o que ele tem.

    Brooklyn precisa urgente de pontos

    E vamos combinar uma coisa: o Nets tem o pior ataque da NBA nesta temporada. É de dar dó. Eles PRECISAM de alguém que saiba colocar a bola na cesta, e Peterson resolve isso na primeira jogada.

    O que mais me anima nele é a capacidade de criar seu próprio arremesso. Quantos caras de 19 anos conseguem fazer isso com a eficiência que ele faz? É raro demais encontrar um prospecto que consegue pontuar tanto mantendo percentuais decentes.

    Vocês acham que o Brooklyn vai mesmo apostar nele na terceira posição? Na minha opinião, seria um acerto e tanto. O franchise precisa de uma mudança de rumo, e Peterson pode ser exatamente isso.

    Agora é esperar junho chegar para ver se essa projeção se confirma. Mas uma coisa eu garanto: quem pegar Peterson vai estar levando um jogador especial para casa.

  • Nets vencem Wizards numa batalha épica pelo último lugar

    Nets vencem Wizards numa batalha épica pelo último lugar

    Olha, eu sei que você tá pensando: “um jogo entre Nets e Wizards em abril, sério?”. Mas cara, esse 121-115 de domingo foi bem mais emocionante do que deveria ser. E o melhor? Foi uma verdadeira guerra pela primeira pick do Draft!

    Nolan Traore simplesmente decidiu que ia ser protagonista. Cinco bolas de três convertidas, 23 pontos no placar e ainda distribuiu 7 assistências. O cara tá jogando como se fosse estrela — e quem sabe não é mesmo? Jalen Wilson também apareceu com 19 pontos numa partida que os Nets precisavam muito vencer.

    A matemática cruel da tankagem

    Vamos falar do elefante na sala: os Wizards (17-61) ainda lideram essa “corrida” pelo pior recorde, com duas vitórias a mais que os Nets (19-59). Indiana aparece ali no meio com 18-58, mas o foco mesmo tá nesses dois times que se enfrentaram ontem.

    Washington perdeu seis seguidas e absurdos 22 dos últimos 23 jogos. Sabe o que é mais impressionante? Eles haviam tomado 305 pontos COMBINADOS nos dois jogos anteriores — 153 pro Philadelphia e 152 pro Miami. Mano, isso é desespero defensivo ou genialidade da tankagem?

    Will Riley continua voando

    Pelo lado dos Wizards, Will Riley segue impressionando. Depois dos 31 pontos contra o Heat no sábado, o cara cravou 30 ontem. Jamir Watkins ajudou com 20, e Julian Reese fez um double-double nervoso: 17 pontos e 16 rebotes.

    O final foi tenso pra caramba. Com 3min50 restando, Watkins acertou uma bomba de três que colocou Washington na frente por quatro. Aí os Nets responderam com um 8-0 devastador, culminando numa bandeja do Traore que virou o jogo: 109-105.

    Leaky Black ainda tentou diminuir com um arremesso do perímetro, mas Wilson e Traore acertaram duas bolas de três consecutivas que definiram tudo. Trevon Scott selou com uma bandeja: 117-108 faltando 42 segundos.

    E aí, vocês acham que os Nets conseguem “alcançar” os Wizards na reta final? Sinceramente, por mais estranho que pareça, essa pode ser uma das corridas mais importantes da temporada — só que pelo motivo errado!

  • Will Riley tá destruindo e o Wizards… perdendo de goleada de novo

    Will Riley tá destruindo e o Wizards… perdendo de goleada de novo

    Cara, vou ser sincero com vocês: assistir o Washington Wizards hoje em dia é tipo ver um acidente de carro em câmera lenta. Você não consegue desviar o olhar, mas também não dá pra gostar do que tá vendo.

    Na derrota de ontem pro Miami Heat por 16 pontos (que na real foi uma surra de 35 pontos disfarçada no final), o Wizards permitiu mais de 150 pontos pelo segundo jogo consecutivo. Sim, vocês leram certo — mais de 150 pontos. Duas vezes seguidas!

    Will Riley continua sendo um monstro

    Mas olha, se tem uma coisa que tá me deixando empolgado nessa temporada de sofrimento é o Will Riley. O moleque simplesmente não para de impressionar. Ontem foram 31 pontos com 12/17 nos arremessos e ainda roubou 5 bolas. Absurdo!

    O mais legal é que ele tá pontuando de todas as formas possíveis: jogada individual criando espaço, finalizando por cima dos grandões, atacando o garrafão e acertando de fora. Tem uma jogada específica no primeiro quarto que mostra a qualidade técnica do cara — ele recebe na lateral com marcação grudada e na mesma hora gira, arranca e faz a bandeja. Decisão instantânea, sem dar tempo pro help chegar.

    Sinceramente, Riley tá jogando num nível que eu não esperava ver tão cedo. O garoto tem apenas 19 anos e já tá carregando esse time nas costas.

    O resto do time pelo menos tentou

    Justin Champagnie teve um double-double discreto com 12 pontos e 10 rebounds em apenas 21 minutos. O maluco levou três tocos do Kel’el Ware (que tá virando uma máquina de bloquear arremesso), mas ainda assim acertou 4 de 9 do campo.

    Sharife Cooper contribuiu com 20 pontos e 7 assistências, enquanto JuJu Reese pegou 9 rebounds em só 11 minutos de jogo. Pelo menos alguns caras tão tentando, né?

    Mas vamos falar sério — como que você vai dar 100% sabendo que o time QUER perder? Todo mundo sabe que Washington tá mirando uma boa posição no Draft, e isso fica óbvio demais em quadra às vezes.

    As coisas que me deixam maluco

    Uma coisa que não entra na minha cabeça: por que diabos o Wizards insiste em tentar jogadas individuais contra o Bam Adebayo e o Davion Mitchell? Cara, esses dois são uns dos melhores defensores da liga nessas situações! Mitchell não é apelidado de “Off-Night” à toa.

    E outra — esse negócio de pegar o rebote e já meter um arremesso sem passar a bola pra ninguém me irrita profundamente. Beleza, numa transição rápida um chute de três faz sentido. Mas no meio-quadra, com a defesa organizada? Vamos trabalhar a bola, pessoal!

    Pelo menos teve alguns momentos bacanas. O Bilal Coulibaly fez uma jogada linda no segundo quarto, driblando o próprio Adebayo pela esquerda e convertendo uma bandeja espetacular. Ainda tenho esperança nesse moleque.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que Riley vai conseguir manter esse nível absurdo de jogo? Ou será que é só fase? Eu tô começando a sonhar com esse cara sendo nossa estrela do futuro, não vou mentir.

  • Maxime Raynaud venceu março! Rookie francês dos Kings tá voando

    Maxime Raynaud venceu março! Rookie francês dos Kings tá voando

    Gente, preciso falar de um cara que tá simplesmente destruindo na NBA e vocês talvez nem saibam quem é. Maxime Raynaud, pivô francês dos Sacramento Kings, acabou de ser eleito o Rookie do Mês da Conferência Oeste em março. E olha, os números desse cara são de outro planeta.

    O francesão foi selecionado apenas na 42ª posição do Draft de 2025, saindo de Stanford. Escolha da segunda rodada, aquelas que a gente sempre torce pra dar certo mas raramente dão. Bom, Raynaud tá fazendo a diferença.

    Os números de março foram absurdos

    Em 15 jogos como titular no mês passado, o pivô cravou médias de 17.9 pontos e 8.5 rebotes por partida. Mas o mais impressionante? O cara acertou 59% dos arremessos de quadra. Cinquenta e nove por cento! Isso é eficiência de veterano, não de calouro.

    E tem mais: foram seis jogos com mais de 20 pontos, incluindo dois com mais de 30. O recorde pessoal veio contra o San Antonio Spurs no dia 17 de março — 32 pontos. Dois dias depois, contra o Philadelphia 76ers, fez mais 30. Jogos consecutivos de 30+ pontos.

    Sabe quantos calouros dos Kings fizeram isso na história da franquia? Quatro. Raynaud é o primeiro desde Walt Williams em 1993. Nem Tyreke Evans, nem DeMarcus Cousins, nem Isaiah Thomas, nem De’Aaron Fox conseguiram. Isso diz muito sobre o que esse francês está fazendo.

    Números históricos mesmo

    Olha só essa estatística que me deixou de queixo caído: em março, Raynaud totalizou 268 pontos e 128 rebotes com 59% de aproveitamento nos arremessos. Apenas três rookies na história da NBA conseguiram pelo menos 250 pontos e 125 rebotes com mais de 59% de eficiência em um mês. Os outros dois? Kareem Abdul-Jabbar e Otis Thorpe. Ou seja, ele tá em companhia de lenda.

    Na temporada toda, Raynaud lidera os calouros em double-doubles (17), é segundo em rebotes totais (507) e terceiro em porcentagem de arremessos (56.5%). Médias gerais de 11.9 pontos e 7.3 rebotes por jogo.

    Sinceramente, eu não esperava que um pivô da segunda rodada fosse fazer tanto barulho assim. Mas o Sacramento sempre teve um olho bom pra descobrir essas pérolas escondidas. E vocês, já tinham reparado no Raynaud ou foi surpresa igual pra mim? Esse cara pode ser o futuro da posição 5 dos Kings.

  • Caleb Wilson pode roubar vaga no top 3 mesmo após temporada conturbada

    Caleb Wilson pode roubar vaga no top 3 mesmo após temporada conturbada

    Olha, se alguém me falasse no início da temporada que Caleb Wilson poderia ser escolhido no top 3 do Draft depois de quebrar as duas mãos, eu riria. Mas aqui estamos — e o cara realmente pode surpreender todo mundo.

    O calouro de North Carolina entrou na temporada como 4º melhor prospecto do país no ranking da ESPN. Cara alto, forte, versátil… tinha tudo pra ser uma das revelações do college. Aí veio fevereiro e ele quebrou a mão esquerda. Voltou treinando pra playoffs e quebrou o dedão da direita. Sinceramente? Pensei “acabou a temporada do garoto”.

    Mas os olheiros não esqueceram

    “Eu acho que ele facilmente pode ir em terceiro lugar”, disse um scout da Conferência Leste. “Consigo vê-lo sendo preferido ao Boozer nessa posição.” Monstro demais essa declaração.

    E as comparações são de respeitar: Pascal Siakam e Aaron Gordon. Dois caras que dominam nos dois lados da quadra, com envergadura absurda e intensidade defensiva. Wilson tem esse perfil — daqueles forwards que fazem de tudo um pouco e ainda conseguem criar jogadas pros companheiros.

    O mais impressionante? Mesmo com as lesões, ele terminou em segundo lugar em rating de eficiência entre TODOS os prospectos do Draft. Só perdeu pro Cameron Boozer. Isso mostra que quando estava em quadra, o cara simplesmente resolvia.

    A questão do timing perfeito

    “A informação sobre ele é incrível”, comentou um executivo da NBA. E olha, isso me faz pensar: será que essas lesões não podem até ajudar? Times que estão escolhendo no topo às vezes preferem apostar no potencial do que no óbvio.

    A comparação com Jalen Johnson (que hoje joga no Hawks) é interessante. “Caleb foi mais produtivo e jogou com mais intensidade na faculdade do que o Jalen, que era mais focado no perímetro”, disse outro executivo. “Se você pensa no Cam Boozer como um Al Horford, e no Caleb como um Jalen, então pode escolher o Caleb.”

    Vocês acham que vale a pena apostar em potencial mesmo com o histórico de lesões? Na minha visão, se o cara consegue ser o segundo mais eficiente mesmo contundido, imagina quando estiver 100%. Mas é aquela coisa — no Draft, às vezes a aposta dá certo, às vezes não.

    O que é certo é que a situação do Wilson é uma das mais fluidas no topo do Draft. Dependendo de como os times se alinham e do que acontecer na loteria, ele pode muito bem surpreender e ser escolhido bem mais cedo do que muita gente imagina.

  • Briga pelo top 5 do Draft 2026: três calouros disputam vaga de ouro

    Briga pelo top 5 do Draft 2026: três calouros disputam vaga de ouro

    Olha, já sabemos que AJ Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson vão sair nos primeiros quatro picks do Draft 2026. Mas e a quinta posição? Aí que a coisa fica interessante — e meio bagunçada também.

    Três calouros estão protagonizando uma das brigas mais acirradas que eu já vi na faculdade: Darius Acuff Jr. (Arkansas), Kingston Flemings (Houston) e Keaton Wagler (Illinois). Cada um com seu estilo, cada um com seus pontos fortes e fracos. E cara, as opiniões dos olheiros da NBA estão bem divididas.

    Darius Acuff: o cestinha problemático

    Acuff é aquele tipo de jogador que te faz gritar na TV. O cara simplesmente não erra nos momentos decisivos — a campanha dele no SEC Tournament foi de outro mundo. 1,88m de pura magia ofensiva, marcando de qualquer lugar da quadra.

    Mas (sempre tem um mas, né?), a defesa dele é um problemão. Um executivo da Conferência Leste me resumiu bem: “É o instinto assassino dele, a capacidade de marcar nos três níveis”, mas também admitiu que “a defesa me preocupa”.

    O negócio é que tem gente no meio da NBA que tá bem cético. Um cara da Conferência Oeste foi direto: “Nunca houve pior momento para construir um time em torno de armadores ruins na defesa. Olha o que aconteceu com Trae Young — foi trocado por quase nada”.

    Sinceramente? Eu entendo os dois lados. O garoto marca pra caramba, mas na NBA de hoje, você não pode ser um cone na defesa.

    Kingston Flemings: o equilibrado de Houston

    Flemings é diferente. Com 1,93m, ele consegue fazer as duas pontas da quadra bem, e olha que não é qualquer um que brilha jogando pro Kelvin Sampson em Houston. O técnico é conhecido por ser durão pra caramba.

    “Kingston opera um pouco diferente — um pacote mais completo quando você olha para os dois lados da quadra”, disse um executivo. E realmente, ver um calouro assumindo protagonismo numa equipe que brigou pelo título nacional não é brincadeira.

    O arremesso dele ainda precisa de ajustes — a mecânica não é das mais bonitas. Mas tem olheiro apostando nele: “É impressionante que os arremessos grandes são dele, num time com armadores experientes”. Trabalho técnico resolve isso.

    Keaton Wagler: a surpresa do ano

    Cara, se tem alguém que ninguém esperava nessa conversa era o Wagler. O maluco era um recruta três estrelas — basicamente um joão-ninguém nacionalmente. Aí foi lá e ajudou Illinois a chegar na Final Four, e de repente tá sendo cotado pro top 10 do Draft.

    Com 1,98m, ele tem o tamanho ideal pra posição. “Vou apostar num cara de 1,98m que consegue comandar o jogo”, disse um executivo da NBA. E o ritmo de jogo dele é absurdo mesmo — parece que sempre sabe a decisão certa a tomar.

    O mental dele impressiona tanto quanto o físico. Como disse um olheiro: “O que une todos os jogadores de elite é serem mentalmente superiores, e isso é subestimado”.

    E aí, em quem vocês apostam? Eu, particularmente, tô meio apaixonado pela história do Wagler. Mas Flemings tem aquele perfil moderno que as equipes da NBA adoram. Já o Acuff… cara, ele marca muito, mas será que aguenta a pressão defensiva lá em cima?

    Uma coisa é certa: os combine measurements vão ser cruciais pra separar esses três. Altura, envergadura, atletismo — tudo vai contar na hora H.

  • Draft 2026 da NBA tá deixando os GMs de cabelo em pé

    Draft 2026 da NBA tá deixando os GMs de cabelo em pé

    Olha, eu vou falar uma coisa: nunca vi os executivos da NBA tão perdidos quanto estão com o Draft de 2026. E olha que é um draft PROFUNDO de talentos, viu? Mas ninguém — e quando eu digo ninguém, é NINGUÉM mesmo — consegue cravar quem vai ser realmente bom.

    A situação é tão maluca que você tem AJ Dybantsa, Darryn Peterson e Cameron Boozer todos terminando suas temporadas de calouro, e mesmo assim a briga pelo primeiro pick continua completamente em aberto. Isso sem contar caras como Caleb Wilson, Kingston Flemings, Keaton Wagler, Darius Acuff Jr. e Mikel Brown Jr. que também têm potencial absurdo.

    Muito diferente dos drafts “óbvios”

    Cara, isso é o oposto total do que a gente viu recentemente. Lembra do Wembanyama em 2023? Todo mundo sabia que ele seria o número 1 desde que ele tinha tipo 16 anos. Mesma coisa com Cooper Flagg agora em 2025. Mas 2026? É uma loteria mesmo.

    Um executivo da Conferência Oeste desabafou pra ESPN de um jeito que me fez rir: “Você tem certeza que pelo menos alguns deles vão ser MUITO bons. Só não sabe quais. E você não quer pegar o primeiro pick e acabar com o quinto melhor jogador.”

    Mano, imagina a pressão? Você sendo GM, sua carreira na linha, e tendo que apostar no escuro.

    Dybantsa lidera por pouco

    Nas pesquisas que rolaram com scouts e executivos, o AJ Dybantsa aparece como favorito bem leve para ser o primeiro pick. E faz sentido — o cara tem 2,06m e pode chegar nos 2,08m com 105kg quando completar 25 anos. Como disse um GM do Oeste: “Prefiro falhar apostando nele e no potencial dele do que não tentar.”

    Sinceramente? Eu entendo a lógica. Em uma draft incerta assim, você vai no físico e no upside mesmo.

    Já o Peterson continua com apoio firme da galera, mesmo depois de uma temporada meio estranha em Kansas. Lesões, pouco tempo de quadra às vezes, mas quando jogava mostrava por que era considerado o número 1 no começo da temporada. “Acho que Peterson é o cara mais talentoso”, disse um executivo do Leste, “mas as lesões são uma preocupação real.”

    E o Cameron Boozer que números absurdos

    O Boozer completou o trio de elite depois de uma das temporadas de calouro mais impressionantes que eu já vi. O cara foi o ÚNICO jogador do país a ficar no top 12 tanto em pontos (22.5 por jogo) quanto em rebotes (10.2). Levou Duke a meio segundo de chegar na Final Four — se não fosse aquele arremesso impossível do NC State…

    Um executivo comparou essa incerteza toda com o draft de 2024, quando o Zaccharie Risacher foi primeiro pick meio do nada. Só que agora o potencial geral da classe é muito maior.

    E vocês, acham que essa incerteza toda é boa ou ruim para a liga? Eu, particularmente, acho que deixa tudo mais emocionante. Nada como um draft imprevísível para mexer com todo mundo!

  • Calouro do Arkansas vira ameaça real pro Draft 2026

    Calouro do Arkansas vira ameaça real pro Draft 2026

    Gente, vocês viram o que esse garoto Darius Acuff tá aprontando no Arkansas? O moleque simplesmente chegou chutando a porta e agora tá dando dor de cabeça nos scouts da NBA. Até pouco tempo atrás, Darryn Peterson era considerado o armador número 1 do Draft de 2026, mas o calouro do Arkansas tá chegando forte na disputa.

    E olha, não é papo furado não. Vários olheiros da liga já colocam o Acuff na frente do Peterson entre os armadores. “Acuff definitivamente se colocou ainda mais no mapa”, disse um scout veterano. Cara, quando você ouve isso de gente que vive disso há anos, é porque a coisa tá séria mesmo.

    Calipari sabe o que fala

    O John Calipari — que já treinou monstros como Derrick Rose, Shai Gilgeous-Alexander e John Wall — disse que o Acuff é tão talentoso quanto qualquer calouro armador que ele já comandou. Mano, vindo do Calipari isso não é pouca coisa. O cara passou por Kentucky e viu muita gente boa, então quando ele fala assim é porque o garoto tem algo especial mesmo.

    E os números? Absurdos. Acuff fechou a temporada com 23.5 pontos e 6.4 assistências por jogo. Pra vocês terem noção do que isso representa: ele se tornou apenas o segundo jogador na história da SEC a liderar a conferência nas duas categorias na mesma temporada. O primeiro foi Pete Maravich em 1969-70 — ou seja, o moleque tá em boa companhia.

    Recordes que impressionam

    Não satisfeito em igualar uma lenda, o garoto ainda quebrou os recordes históricos do Arkansas com 845 pontos e 232 assistências em uma única temporada. Entre todos os prospectos do Draft 2026, ficou em segundo lugar em pontuação (atrás só do A.J. Dybantsa) e segundo em assistências.

    Mas o que mais me chama atenção são os percentuais de aproveitamento. O cara acertou 48.4% dos arremessos de quadra, 44% das bolas de três e 80.9% dos lances livres. Pra um calouro armador, esses números são de outro planeta. Sinceramente, eu não esperava ver uma eficiência dessas de um garoto de 18 anos.

    Claro, alguns scouts ainda têm suas dúvidas sobre o físico dele (1,90m) e a defesa pro nível da NBA. Mas o Calipari já saiu em defesa do pupilo, rebatendo essas críticas com firmeza. E convenhamos, se o cara que treinou Anthony Davis e outros defensores de elite tá dizendo que o garoto aguenta o tranco…

    Peterson ainda lidera a maioria das listas, mas essa distância tá diminuindo rápido. E aí pessoal, vocês acham que o Acuff consegue ultrapassar o Peterson até o Draft? A temporada que vem promete ser bem interessante de acompanhar.

  • Draft 2026: Peterson ou Dybantsa? Scouts divididos no topo

    Draft 2026: Peterson ou Dybantsa? Scouts divididos no topo

    Cara, a temporada regular da NBA nem acabou ainda e os GMs já estão de olho no que pode ser o melhor Draft dos últimos anos. O sorteio do dia 10 de maio vai definir quem pega o primeiro pick dessa classe 2026 que tá prometendo muito.

    Conversei com mais de uma dúzia de scouts e executivos da liga pra entender como eles veem essa disputa maluca pelo topo. E olha, não tá fácil escolher entre AJ Dybantsa (BYU), Darryn Peterson (Kansas) e Cameron Boozer (Duke).

    Dybantsa favorito, mas Peterson assombra

    A maioria dos caras que entrevistei vê o Dybantsa como favorito pro primeiro pick. E faz sentido – o moleque tem 2,06m e pode chegar nos 2,08m pesando uns 105kg até os 25 anos. Um monstro fisicamente.

    “É melhor falhar apostando nele e no potencial dele do que não apostar”, me disse um GM da Conferência Oeste. “Porque aos 25 anos ele pode simplesmente ser um monstro absoluto.”

    Mas o Peterson não sai da cabeça de ninguém. Quando tá 100%, o cara é simplesmente absurdo. Foi considerado o melhor prospecto no início da temporada por uma razão – o talento ofensivo dele é de outro planeta.

    O problema? As lesões. O garoto só jogou 24 partidas por Kansas por causa de problemas na perna e câimbras constantes. “Se você vai pegar ele no primeiro ou segundo pick, precisa investigar muito bem o que aconteceu e por quê”, me explicou um scout do Leste.

    Boozer fazendo barulho

    E não dá pra ignorar o Cameron Boozer (sim, filho do Carlos Boozer). O cara teve uma das melhores temporadas estatísticas da história do basquete universitário – 22,5 pontos e 10,2 rebotes por jogo. Foi o único jogador do país a terminar no top 12 nas duas categorias.

    Duke chegou pertinho da Final Four por causa dele. Se não fosse por um arremesso milagroso de 10 metros do adversário… mas enfim, basquete é assim mesmo.

    “Este Draft é parecido com o de 2024 do Risacher, mas num nível muito mais alto”, me disse um executivo da Oeste. “Naquele ano a pergunta era ‘alguém vai prestar?’. Este ano é ‘cara, tem muito cara bom’. Você tem certeza que pelo menos alguns vão ser realmente especiais. Só não sabe quais.”

    E aí, pessoal – quem vocês acham que deveria ir no primeiro pick? Eu sinceramente ainda tô dividido entre o físico do Dybantsa e o talento puro do Peterson. O Boozer também não é brincadeira não.

    Uma coisa é certa: quem pegar o primeiro pick este ano tem uma decisão difícil pela frente. Pelo menos não vai ser por falta de opção, né?