Tag: Draft NBA 2026

  • Draft 2026 da NBA vai ser dividido em duas noites – e tem motivo

    Draft 2026 da NBA vai ser dividido em duas noites – e tem motivo

    Galera, a NBA acabou de confirmar uma mudança interessante pro Draft de 2026. Vai rolar em duas noites — terça, 23 de junho, e quarta, 24 de junho. Ambos os dias começando às 21h (horário de Brasília), transmitido pela ESPN.

    Olha, eu até entendo a lógica. A liga quer dar mais holofote pra cada pick, mais tempo pra análises… mas confesso que ainda prefiro o formato antigo de uma noite só. Era mais emocionante, na minha opinião.

    A corrida pela primeira escolha tá pegando fogo

    A loteria do Draft está marcada pra 10 de maio, e cara — que disputa maluca! Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets estão empatados com 14% de chance cada um de ficar com a primeira pick. E todos têm 52,1% de chance de pegar uma escolha no top 4.

    Logo atrás vem o Utah Jazz com 48,1% de chance no top 4 e 12,5% na primeira posição. Sinceramente, qualquer um desses times precisa MUITO de um rookie diferenciado.

    E por falar em diferenciado — A.J. Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson são os quatro nomes que todo mundo tá de olho. A expectativa é que eles sejam as quatro primeiras escolhas, só não sabemos ainda em que ordem. Boozer, inclusive, é filho do Carlos Boozer — vocês lembram dele no Chicago Bulls?

    Por que mudaram as datas?

    Aqui tem uma curiosidade que poucos vão falar: tradicionalmente o Draft sempre foi numa quinta-feira. Quando começaram a dividir entre primeira e segunda rodada em noites separadas, mudaram pra quarta e quinta.

    Mas desta vez decidiram antecipar pra terça e quarta. E sabe por quê? Pra não concorrer com o jogo dos Estados Unidos contra a Turquia na Copa do Mundo, que vai ser na quinta, 25 de junho, em horário nobre.

    Cara, isso mostra como o calendário esportivo tá cada vez mais disputado. A NBA não quer perder audiência nem pra Copa do Mundo — e olha que não é nem a fase final!

    O que vocês acham dessa mudança? Preferem o Draft concentrado numa noite só ou curtem mais essa pegada de evento de dois dias? Eu ainda tô me acostumando, mas reconheço que dá pra analisar melhor cada escolha quando não é tudo corrido.

  • Draft 2026: Dybantsa na primeira, dupla de Michigan na loteria

    Draft 2026: Dybantsa na primeira, dupla de Michigan na loteria

    Cara, já posso sentir o cheiro da loucura que vai ser o Draft de 2026. A temporada regular acabou e agora é hora dos times que não conseguiram vaga nos playoffs torcerem pra que as bolinhas da loteria caiam do jeito certo no dia 10 de maio em Chicago.

    E olha, não é pra menos essa ansiedade toda. Esse Draft tá empilhado de talento lá em cima como eu não via há muito tempo. Não tem um cara que seja unanimidade pro primeiro pick — o que na verdade é uma coisa boa, mostra a qualidade da safra.

    O trio de ouro que tá mexendo com todo mundo

    Se você acompanha basquete universitário (e se não acompanha, tá perdendo tempo), já conhece os três nomes: AJ Dybantsa do BYU, Darryn Peterson do Kansas e Cameron Boozer de Duke. Peterson começou a temporada como favorito, mas o Dybantsa foi ganhando força e agora parece que vai ser o primeiro nome chamado.

    O que me impressiona no Dybantsa é a capacidade absurda dele de criar vantagem do nada. O cara é tipo um elástico — consegue se contorcer no meio da defesa e encontrar caminhos que nem existem. Com 25.5 pontos, 6.8 rebotes e 3.7 assistências por jogo, ele mostrou que não é só pontuação. Quando o armador titular Richie Saunders se machucou, o AJ assumiu mais responsabilidades e entregou.

    Peterson machucado ainda assim impressiona

    Agora o Peterson… cara, ele jogou a temporada toda meio quebrado por causa de cãibras constantes. Mesmo assim, nos últimos jogos que fez, deu uma amostra do que pode ser quando tá 100%. Os números dele no Kansas (20.2 pontos, 38.2% nos três pontos) nem mostram o potencial real.

    Quem viu ele jogar na Prolific Prep sabe do que tô falando — explosão, atletismo, capacidade de chegar na tinta quando queria. Na minha opinião? Se eu fosse GM, pegaria o Peterson no primeiro pick. Quando ele tá ligado, não tem ninguém que arremesse melhor nessa classe.

    Boozer, o mais consistente de todos

    E tem o Cameron Boozer. Meu deus, que jogador completo. 22.5 pontos, 10.2 rebotes e 4.1 assistências — números de veterano. O estilo dele é meio old school, sabe? Usa pump fake pra forçar falta, usa a força pra dominar defensor menor. O QI de basquete é fora da curva.

    A única preocupação com ele é a defesa. Não sabemos direito como vai se sair marcando caras mais rápidos na NBA. Mas cara, quando chegam duplas marcações no garrafão, ele faz aqueles passes de cruzada pro canto que dá gosto de ver.

    Vocês acham que algum desses três pode decepcionar na NBA? Eu tô achando difícil errar nessa safra, mas basquete é basquete — nunca se sabe.

  • Previsões NBA 2026: Wemby pode levar os Spurs ao título?

    Previsões NBA 2026: Wemby pode levar os Spurs ao título?

    Gente, as previsões para os playoffs de 2026 saíram e vocês não vão acreditar no que os especialistas estão falando. Preparem-se porque tem cada teoria maluca aí que dá até medo.

    Primeiro, vamos ao óbvio: o Thunder é favorito pra repetir o título (+115 nas casas de apostas). Três dos seis especialistas consultados apostaram na galera de Oklahoma City. Mas aqui vem o plot twist — cada um dos seis tem uma previsão diferente pra Final! Isso mostra como esse playoff pode ser completamente imprevisível.

    A teoria mais absurda (que pode dar certo)

    O Brad Botkin mandou uma que me deixou pensando a noite toda. Ele acha que o Wembanyama já tomou conta da liga e a gente ainda não se tocou disso. Comparou com o Curry em 2015, quando ninguém sabia direito o poder que aquele cara tinha.

    “Eu não acho que a era Wemby está chegando… acho que ela já chegou”, disse Botkin. E olha, depois de ver o francesão fazendo o que fez na temporada regular, não vou mentir — começou a fazer sentido pra mim também.

    Na visão dele, o Wemby muda tanto o jogo que os Spurs estão prontos pra ganhar um título anos antes do esperado. Imaginem só: derrotar Nuggets, Thunder e Celtics numa sequência? Seria épico demais.

    Thunder favorito, mas com ressalvas

    O John González tem uma leitura interessante do lado Oeste. Pra ele, o Thunder se deu bem com os Nuggets caindo pra terceira colocação — agora Denver e San Antonio ficaram do outro lado da chave. Só que ele ainda aposta no Jokić como melhor jogador do mundo no momento.

    “O SGA pode ser o bicampeão de MVP, o potencial do Wemby é ilimitado, mas agora mesmo eu ainda acredito que o Nikola Jokić é o melhor jogador do mundo”, comentou González.

    E tem um ponto importante: experiência em playoffs conta MUITO. Os Spurs não vão à pós-temporada desde 2019. Já os Nuggets levaram o Thunder até o jogo 7 no ano passado, com um time bem inferior ao atual.

    No Leste, Detroit pode surpreender

    Uma parada que me chamou atenção foi o González falando dos Pistons. Cara, ninguém tá dando moral pra Detroit, mas eles podem chegar até a Final. E tem outro alerta: os Knicks podem tomar uma eliminação precoce dos Hawks.

    Nova York é favorita na série, mas Atlanta foi um dos times mais quentes da liga depois do All-Star break. Só Spurs, Thunder e Celtics ganharam mais jogos nesse período. Os Knicks foram apenas medianos contra times com campanha positiva na temporada regular.

    E aí, vocês acham que o Wemby realmente pode levar os Spurs ao título já em 2026? Ou é muito cedo ainda? Sinceramente, depois de ver o que esse monstro fez na temporada, não duvidaria de mais nada.

  • De perto do Alabama pro Brooklyn: a história insana de Chaney Johnson

    De perto do Alabama pro Brooklyn: a história insana de Chaney Johnson

    Mano, eu tô impressionado com a história do Chaney Johnson. Cara que saiu da Division II direto pro Brooklyn Nets — isso é coisa de filme, sério.

    Pra quem não conhece, Johnson é um ala de 23 anos que tá fazendo história nos Nets com um contrato two-way. E quando eu digo fazendo história, é porque o cara literalmente veio do nada. Zero ofertas de Division I saindo do ensino médio no Alabama. ZERO. Imagina a frustração?

    Mas olha só a mentalidade do monstro: em vez de desanimar, ele foi pra Alabama/Huntsville (Division II) e simplesmente resolveu dominar tudo. Foi eleito Jogador do Ano da Gulf South Conference em 2023. Aí sim as grandes escolas começaram a prestar atenção.

    Auburn e o salto da carreira

    A virada mesmo veio quando ele transferiu pro Auburn. E cara, que timing perfeito — chegou bem na hora de ajudar os Tigers na campanha histórica até a Final Four de 2025. Saindo do banco, fez 8.3 pontos e 6.5 rebotes por jogo no March Madness. Nada espetacular no papel, mas quem assistiu sabe que ele foi fundamental.

    O mais impressionante é como ele chegou lá. O técnico Bruce Pearl não deixou o cara nem sair do prédio depois da visita. “Você vai ficar aqui”, basicamente. E o Johnson? “Beleza, vamo que vamo.”

    O que me chama atenção é essa sede dele. Em entrevista exclusiva, ele falou: “Eu estava sempre pensando na próxima coisa. Preciso sair do ensino médio? OK, vou pra D2. Preciso sair da D2? OK, vou continuar trabalhando pra chegar no Auburn.” É essa mentalidade que separa os caras especiais dos comuns.

    Do Draft ignorado ao Brooklyn

    Aí vem a parte mais louca: passou despercebido no Draft de 2024. Completamente ignorado. Assinou um Exhibit 10 com o Cleveland, não conseguiu vaga no roster principal, foi pro G League… e aí que a história fica interessante.

    No Cleveland Charge (afiliada do Cavs no G League), o cara simplesmente virou líder do vestiário em questão de semanas. O técnico Eli Kell-Abrams disse que “ninguém jogava mais duro que o Chaney”. Em 16 jogos lá, chamou tanta atenção que os Nets resolveram apostar nele em dezembro.

    E no domingo passado? Double-double de 16 pontos e 13 rebotes. Monstro. Eu fico pensando: quantos caras com talento “superior” já desistiram pelo caminho enquanto esse cara aqui tá realizando o sonho na NBA?

    O Johnson sempre credita tudo ao “meu Senhor e Salvador Jesus Cristo” — e olha, independente da sua religião, você tem que respeitar a humildade e a força mental do cara. Saiu de uma cidadezinha no Alabama, passou por todos os níveis possíveis do basquete americano, e agora tá dividindo quadra com Kevin Durant.

    Vocês acham que ele consegue firmar uma vaga definitiva no Brooklyn? Eu tô torcendo muito pra esse cara, sinceramente. História dessas a gente torce mesmo sendo de outro time.

  • Nets confirmam 3º lugar na loteria: é agora ou nunca!

    Nets confirmam 3º lugar na loteria: é agora ou nunca!

    Cara, finalmente chegou a hora da verdade pros Nets. Com o fim da temporada regular, o Brooklyn se garantiu na terceira posição da loteria do Draft 2026 — e olha, sinceramente acho que não podia ter caído melhor.

    Com um péssimo recorde de 20-62 (amarrado como o quarto pior da franquia), os Nets ficaram atrás só dos Pacers e Wizards nessa corrida pelo fundo do poço. E sabe de uma coisa? Às vezes é isso que um time precisa fazer.

    14% de chance de virar tudo

    Na loteria, o Brooklyn tem 14% de probabilidade de fisgar a primeira escolha — que é o máximo que o sistema permite. Pode cair até a sétima posição no pior cenário, mas vamos torcer pra que não aconteça isso.

    E olha só os precedentes: Spurs em 2023 (Wembanyama) e Timberwolves em 2020 (Anthony Edwards) ganharam a loteria saindo da terceira posição. Até o Charlotte ano passado, mesmo caindo pra quarta, pegou o Kon Knueppel — que deve ser o calouro do ano.

    Vocês acham que o azar finalmente vai dar uma trégua pro Brooklyn?

    Três picks no top 43

    Mas não é só a primeira rodada. Os Nets também têm duas escolhas de segunda: a própria (#33) e uma dos Clippers (#43). Essa segunda veio daquela negociação absurda do Mikal Bridges com os Knicks — além das cinco primeiras rodadas, eles ainda devolveram essa pick pros Nets.

    Segundo o Tankathon, esse pacote de três escolhas é o terceiro melhor da liga, perdendo só pra Grizzlies e Bulls. Nada mal pra quem passou três anos no inferno, né?

    Última chance antes das mudanças

    E tem um detalhe importante: esse é o último ano que “tanking” vai funcionar como conhecemos hoje. O Adam Silver já avisou os GMs que vão mudar as regras anti-tanking pra temporada 2026-27. A tendência é expandir a loteria e deixar as probabilidades ainda mais equilibradas.

    Ou seja, era agora ou nunca pra fazer essa reconstrução direito. E diferente da última vez (2015-2018), quando eles não tinham controle das próprias picks por causa daquela troca desastrosa com o Boston, agora é tudo deles.

    O Draft de 2026 tá sendo chamado de histórico. Darryn Peterson (Kansas), A.J. Dybantsa (BYU) e Cameron Boozer (Duke) são os três nomes no topo, todos com potencial pra mudar uma franquia. Imagina se o Brooklyn consegue pescar um desses monstros?

    A loteria rola no dia 10 de maio em Chicago. Eu já tô ansioso — e vocês, tão confiantes ou com o pé atrás depois de tanta decepção?

  • Hawks na pós: quem vai segurar a parada no garrafão?

    Hawks na pós: quem vai segurar a parada no garrafão?

    Olha, os Hawks garantiram vaga nos playoffs ontem — a 50ª da franquia, por sinal — depois de atropelar o Cleveland. Mas agora vem a parte complicada: quem vai ser o reserva do Onyeka Okongwu lá embaixo?

    A situação é a seguinte: o Jock Landale machucou o tornozelo e ninguém sabe se ele vai estar 100% para o início da pós-temporada. E cara, olhando os possíveis adversários, essa posição vai ser CRUCIAL.

    Os problemas que vêm por aí

    Se for enfrentar o Knicks, tem o Mitchell Robinson — aquele gigante que pega tudo que é rebote e tapa tudo no aro. Cleveland? Aí você tem o Jarrett Allen fazendo estragos perto da cesta e o Evan Mobley sendo praticamente uma muralha na defesa.

    Sinceramente, não dá pra brincar com esses caras. Precisa de alguém que pelo menos incomode, né?

    A escolha da torcida

    Os fãs dos Hawks foram bem diretos na pesquisa: querem o “defensor magricela do Senegal” (assim mesmo que chamaram o cara). E olha, faz sentido.

    O problema é que Atlanta sempre teve essa dificuldade com pivôs reservas. Lembro quando ficavam dependendo de veteranos já no fim da carreira ou apostando em garotos sem experiência. Agora não é diferente — Okongwu vai ter que aguentar porrada a série toda.

    Na minha visão, independente de quem escolherem, vai ser mais sobre sistema defensivo do que sobre um jogador específico. Mas em playoff, cada possessão conta. Cada rebote defensivo conta.

    E aí, vocês acham que os Hawks conseguem resolver essa parada do garrafão a tempo? Porque contra esses times do Leste, qualquer vacilo na pintura vira pesadelo rapidinho.

    Uma coisa é certa: domingo contra o Heat é só protocolo. O negócio mesmo começa semana que vem, e Atlanta precisa descobrir quem vai segurar a onda quando o Okongwu sair de quadra.

  • Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Olha, vou ser sincero com vocês: assistir Nets vs Pacers ontem foi praticamente assistir um jogo de G-League. E sabem de uma coisa? Todo mundo sabia exatamente o que estava rolando ali.

    O Brooklyn perdeu de 123-94 pro Indiana numa partida que foi basicamente uma competição de quem conseguia jogar pior. Por quê? Simples: ambos os times estão na corrida pela primeira escolha do Draft, e perder nessa altura do campeonato vale ouro.

    O circo dos desfalques

    Cara, a lista de desfalques foi absolutamente cômica. Os Nets deixaram no banco: Nic Claxton, Ziaire Williams, Noah Clowney, Terance Mann, e mais uma galera. Oito caras fora, sendo que metade estava “descansando” ou com umas lesõezinhas bem convenientes.

    Do lado do Pacers? Pascal Siakam, Aaron Nesmith, T.J. McConnell, Tyrese Haliburton… Até o técnico Rick Carlisle “faltou” pra ir num evento da filha dele. Vocês acreditam nisso?

    No fim das contas, quem entrou em quadra foram praticamente jogadores da base e caras que mal veem minutos na temporada regular. Ben Saraf, Tyson Etienne, Malachi Smith… Nomes que a gente só conhece porque acompanha tudo mesmo.

    A surra começou cedo

    O primeiro quarto foi constrangedor: 31-14 pro Indiana. Os Nets erraram tudo que era arremesso (5-21 de quadra), não conseguiram pegar rebote nenhum e basicamente entregaram a paçoca.

    Sinceramente? Deu até dó da torcida que apareceu no Barclays Center. Era a última partida em casa da temporada, noite de agradecimento aos fãs, e o pessoal teve que assistir esse vexame. Imagina pagar ingresso pra ver isso…

    O técnico Jordi Fernández até tentou manter a pose no pré-jogo, falando que “todos os minutos na NBA importam” e agradecendo o apoio da torcida. Mas convenhamos, né? Ele sabe muito bem qual é o jogo.

    Tanking às claras

    No intervalo já estava 65-37. No garrafão então, nem se fala: 46-20 pro Pacers. Os caras do Brooklyn jogaram sem pivot de verdade e tomaram uma surra histórica no rebote.

    E olha que eu até entendo a estratégia. Com apenas meio jogo de vantagem sobre o limite para ter as melhores chances na primeira escolha, cada derrota conta muito. É meio triste de assistir, mas faz sentido no longo prazo.

    O engraçado é que até o Obi Toppin, que saiu do banco do Indiana, foi o cestinha da primeira metade com 14 pontos. Quando um reserva adversário está sendo seu maior problema, você sabe que a coisa não está boa.

    E aí, o que vocês acham dessa estratégia do tanking? Vale a pena passar esse vexame por uma chance melhor no Draft? Eu confesso que fico dividido… Por um lado, entendo a necessidade de reconstrução. Por outro, dói ver um time da NBA jogando desse jeito de propósito.

  • AJ Dybantsa vira favorito absoluto pro Draft 2026 da NBA

    AJ Dybantsa vira favorito absoluto pro Draft 2026 da NBA

    Cara, o AJ Dybantsa simplesmente voou pra primeira posição no ranking da ESPN pro Draft de 2026 da NBA. E olha, não foi por pouco não — o cara teve uma temporada de calouro ABSURDA no BYU que fez os executivos da liga pararem pra prestar atenção mesmo.

    Dybantsa é um ala de 2,06m que meteu uma média de 25,5 pontos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências em 35 jogos. Vinte e cinco pontos por jogo, pessoal! Como calouro! O moleque mostrou que consegue carregar o ataque nas costas e ainda evoluiu muito como tomador de decisões.

    A mudança no topo

    Quem perdeu a primeira posição foi Darryn Peterson, de Kansas, que tava liderando antes. Sinceramente, eu achava que o Peterson ia manter a ponta — o cara é um pontuador nato, talvez o melhor arremessador da turma. Mas aí rolou uns problemas com câimbra no pré-temporada que meio que atrapalharam ele física e mentalmente durante a temporada.

    Segundo Jeremy Woo da ESPN, Dybantsa virou “a resposta mais fácil pro número 1” porque os executivos veem nele um ala-armador estrela que vai impactar dos dois lados da quadra. E convenhamos, ala de 2,06m que faz de tudo é exatamente o que todo time da NBA quer hoje em dia.

    O restante do top 5

    Cameron Boozer, de Duke, segue em terceiro depois de uma temporada dominante — o cara ganhou até Player of the Year. Os scouts comparam ele com Domantas Sabonis e Kevin Love, mas a dúvida é se a defesa vai dar conta no nível NBA.

    Caleb Wilson (North Carolina) aparece em quarto mesmo tendo perdido os playoffs por lesão na mão, e Keaton Wagler (Illinois) fechou no top 5 depois de levar o time até o Final Four. Que jogaço foi aquele torneio de março, né?

    Uma parada interessante: Darius Acuff Jr. subiu pra sexto depois de ser eleito Player of the Year da SEC e levar Arkansas pro Sweet 16. O moleque simplesmente explodiu na temporada.

    A grande incógnita

    Agora vem a parte complicada — com NIL e transfer portal rolando solto, muita gente pode decidir ficar mais um ano na faculdade ao invés de se declarar pro Draft. Isso pode deixar o pool de talentos meio raso depois da loteria.

    O deadline pra desistir do Draft é 27 de maio, então ainda vai rolar muita movimentação. E olha só que loucura: nos últimos dois anos, quem ganhou a loteria tinha só 3% de chance ou menos. Sorte existe mesmo no basquete!

    E aí, vocês acham que Dybantsa consegue manter essa posição até junho? Ou será que Peterson vai dar a volta por cima? Eu tô curioso pra ver como vai ser essa disputa pelo número 1.

  • Bulls mandam embora a cúpula e o tanking virou arte na NBA

    Bulls mandam embora a cúpula e o tanking virou arte na NBA

    Cara, que bagunça está a NBA! Enquanto a temporada regular caminha para o final, os Bulls resolveram fazer uma limpa geral na diretoria — mandaram embora tanto o presidente de operações de basquete Arturas Karnisovas quanto o GM Marc Eversley depois de seis temporadas. E olha, sinceramente? Era hora mesmo.

    O timing não podia ser mais revelador. Com apenas duas mudanças na cúpula desde 2003 (antes era o John Paxson por 17 anos!), Chicago finalmente acordou pra vida. O recorde de 224-254 do Karnisovas fala por si só — mais derrotas que vitórias em seis anos, meu amigo.

    A arte moderna do tanking

    Mas o que mais me chama atenção é como o tanking virou uma ciência exata na liga. Steve Kerr, técnico dos Warriors, foi direto: “Eu odeio isso”. Mas todo mundo concorda que é o caminho mais eficiente pra reconstruir um time quando você tá no fundo do poço.

    Um GM da Conferência Oeste desabafou: “Esses times estão fazendo de tudo — deixando caras no banco no quarto período, escalando quintetos analyticamente ruins, armando jogadas pra arremessos horríveis”. A criatividade é impressionante, não vou negar.

    E sabe o que é mais louco? Está funcionando! Olha só os times mais promissores da liga: Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets. Todos passaram anos no buraco, acumulando escolhas altas no draft. É doloroso de assistir, mas vale a pena no longo prazo.

    Os números não mentem

    A situação chegou num ponto absurdo. A margem média de vitória nos jogos desta temporada é de 13,1 pontos — a maior da história! E pasmem: 89 jogos foram decididos por 30 pontos ou mais. Recorde histórico também.

    Isso significa que temos meses de basquete competitivamente comprometido. As ordens da diretoria chegam mais cedo na temporada, criando um ambiente onde metade da liga simplesmente não quer ganhar. É triste, mas é a realidade.

    E aí, vocês acham que a NBA deveria fazer algo mais drástico pra acabar com essa palhaçada? Porque do jeito que tá, parece que metade dos times já tão planejando as férias em março…

  • Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    Mock Draft 2026: Dybantsa na primeira posição e brasileiros fora

    E aí, galera! Tá chegando a hora mais esperada do ano para quem acompanha basquete universitário — a final da March Madness entre Michigan e UConn vai rolar hoje, e é claro que todo mundo já tá de olho no Draft da NBA que vem por aí.

    Cara, não vou mentir: tô meio surpreso com algumas ausências nesse mock draft que saiu hoje. Onde estão os brasileiros? Esperava pelo menos ver o Flory Bidunga (Kansas) ou algum outro moleque nosso aparecendo nas primeiras posições, mas parece que 2026 vai ser um ano meio fraco para o Brasil na NBA.

    Dybantsa continua na pole position

    AJ Dybantsa segue como número 1 absoluto, e sinceramente, depois daquela performance monstruosa de 35 pontos e 10 rebotes no único jogo da BYU na March Madness, é difícil argumentar contra. O moleque é um fenômeno — 28.8 pontos por jogo nos últimos 17 jogos da temporada. Absurdo.

    O Washington Wizards, que tem o ataque mais patético da NBA atualmente, deve cravar ele sem pestanejar. É aquele tipo de jogador que chega e já muda completamente a dinâmica ofensiva de um time.

    Cameron Boozer surpreende na segunda posição

    Agora essa me pegou de surpresa: Cameron Boozer em segundo lugar? Olha, sei que o garoto foi player of the year no college, mas não esperava que subisse tanto assim. O Indiana Pacers aparentemente tá vendo ele como peça perfeita para jogar junto com Pascal Siakam.

    Boozer não é aquele cara que vai te dar highlight toda noite, mas é sólido pra caramba. E convenhamos — vindo de Duke, o cara já tá acostumado com pressão e cultura vencedora.

    Darryn Peterson caindo para terceira posição no Brooklyn é meio esperado. O garoto tem todo o talento do mundo, mas essas lesões e a inconsistência durante a temporada pesaram. Mesmo assim, eu ainda acho que ele pode ser o melhor jogador dessa classe no longo prazo.

    E os brasileiros, cadê?

    Tô aqui procurando brasileiro nessa lista e nada, mano. Flory Bidunga do Kansas tá sendo cotado como possível primeira rodada caso declare, mas parece que ele ainda tá pensando se fica mais um ano no college.

    Sinceramente, depois de ver o que o Gui Santos e outros fizeram na NBA recentemente, esperava uma safra brasileira mais forte em 2026. Mas às vezes é assim mesmo — uns anos são melhores que outros.

    Vocês acham que algum brasileiro vai surpreender e aparecer na primeira rodada? Ou 2026 vai ser mesmo um ano de seca para a gente? Me falem nos comentários, quero saber a opinião de vocês sobre esse mock draft!